Sem categoria

Jacobina: Dois dias depois da revogação do ‘toque de recolher’, município confirma 403 casos e a 4ª morte pela Covid-19

08 de agosto de 2020, 18:35

Foto: Notícia Limpa

Neste sábado (8), Jacobina registra 403 casos positivos do novo coronavírus deste a primeira confirmação, em 3 de abril deste ano. O número de contaminados tem crescido desde a abertura total do comércio, em 31 de maio, quando os de infectados eram 45 pessoas. De lá para cá a média é de mais de 5 positivados por dia, sendo que esta estatística já chegou a 19 contaminados/dia neste intervalo.

De acordo o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde divulgado na tarde deste sábado, dos 4328 testes realizados já foram considerados curados 265 positivados. Mesmo com o aumento de pessoas curadas, a quantidade de pessoas testadas como positivas para a Covid-19 no município ainda é considerada grande. Jacobina não tem conseguido frear a contaminação que tem variado entre cinco a quase vinte pessoas por dia.

No segundo dia depois a revogação do Decreto Municipal que estabelecia o ‘toque de recolher’ entre as 20h e 5 horas da manhã, a cidade registra a sua 4ª morte, um morador do distrito do Junco. Ao contrário de municípios da região, o prefeito municipal preferiu ‘apostar na sorte’ ao não determinar a exigência do isolamento e distanciamento social com a flexibilização dos serviços essenciais e nãos essenciais. O comércio está funcionando normalmente, das 8h às 18 horas, de segunda à sexta-feira e meio período no sábado.

Os bairros Félix Tomaz e Leader contabilizam 38 casos confirmados, seguidos pelo Mundo Novo e Peru com 30 positivados cada.

Brasil superou hoje a marca de 100 mil mortes provocadas pela covid-19. O número é do boletim extra do consórcio de veículos de imprensa. O país segue em segundo lugar no número de casos e mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Leia mais...

Jacobina: Obra de esgotamento sanitário descaracteriza calçadas na cidade

06 de agosto de 2020, 17:38

Foto: Notícia Limpa

A não reconstrução das calçadas danificadas com as obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário de Jacobina tem sido motivo de reclamação por parte de moradores. Eles reivindicam que sejam mantidas as originalidades, ou seja, que os ‘passeios’ sejam entregues da forma que foram encontrados antes das intervenções.

Ladrilhos e outros materiais utilizados como revestimentos dos pisos são quebrados para a instalação das caixas de esgoto, geralmente na porta das residências, e não são reconstruídos com os mesmos materiais ou similares. “Eles simplesmente quebram tudo, não importando como o material aplicado e o custo que tivemos para revestir e depois cobrem a parte deteriorada com cimento”, reclama uma moradora da Rua Professor Tavares, no Bairro da Matriz.

A parte danificada para a instalação da rede de esgoto é na maioria das vezes coberta por uma massa de cimento

Outra queixa é em relação a forma da escolha das calçadas que recebem a requalificação com a sua forma original. Nossa reportagem tem recebido diversas denúncias de que somente as que pertencem à empresas como agências bancárias, escritórios de advocacia e consultórios médicos estão recebendo um serviço diferenciado. “Pode observar se os passeios em frente ao Banco do Brasil e de outras empresas localizadas no centro da cidade não foram refeitos da mesma forma que era antes, já na porta de nossas casas eles fazem qualquer tipo de baboseira para tapar os buracos”, disse Maria Augusta Sarafin, que, segundo ela, terá que gastar do próprio bolso para consertar o passeio da sua residência.

Conforme o secretário de Infraestrutura do município, Rodrigo Jacobina, a empresa responsável pela execução da obra de esgotamento sanitário da cidade, a Maf Escave, tem a obrigação de entregar o piso urbano, a pavimentação, e as calçadas da residência da mesma forma que encontrou, inclusive com o mesmo material, mas quando não for possível encontrar os mesmos materiais pré-existentes deve-se substituir na sua totalidade por outro similar. O secretário informou ainda que profissionais da pasta estão exclusivos para a fiscalização das obras e que diversas notificações de multas já foram emitidas contra a Maf e a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa).

Através de contato telefônico com o escritório da Maf, em Salvador, um preposto da empresa informou que desconhecia as denúncias e pediu que o responsável pela obra de Jacobina fosse contatado. Nossa equipe ligou para o número informado, mas não foi atendida.

O Notícia Limpa reserva espaço para que a Maf ou a Embasa possam se posicionar sobre o caso.

Leia mais...

Amostras de Marte recolhidas só serão enviadas para a Terra em 2031

29 de julho de 2020, 17:14

Foto: Reprodução

Na segunda-feira (27), a NASA validou, numa coletiva de imprensa, o lançamento nesta quinta-feira (30), da base espacial norte-americana de Cabo Canaveral, na Florida, do veículo robotizado Perseverance (Perseverança), que deverá aterrar em 18 de fevereiro de 2021 na superfície de Marte, de onde irá recolher amostras de rocha e poeira do planeta que possam conter sinais de vida microbiana passada.

As amostras, guardadas em tubos, serão deixadas na superfície marciana e recuperadas posteriormente por um outro robô, numa missão conjunta entre a NASA e a europeia ESA, com lançamento agendado para 2026.

Na terça-feira (28), numa nova coletiva de imprensa, a partir do Centro Espacial Kennedy, no Cabo Canaveral, o diretor da NASA para esta segunda missão, Jeff Gramling, confirmou que as amostras só serão enviadas em 2031 para a Terra, onde, de acordo com um calendário previamente definido, deverão chegar em 2032.

Depois de na segunda-feira a NASA ter explicado a missão que pretende enviar um novo robô para Marte, no dia seguinte a agência espacial norte-americana e a parceira europeia ESA aclararam os contornos da missão que vai recuperar as amostras extraídas pelo robô e enviá-las para a Terra para serem estudadas.

O pesquisador Chris Herd, da Universidade de Alberta, no Canadá, que trabalha nesta segunda missão, lembrou, respondendo aos jornalistas, que sem a análise das amostras de Marte em vários laboratórios na Terra não é possível ter a certeza se contêm vestígios de vida microbiana.

A astrobióloga Lisa Pratt, que trabalha no departamento de proteção planetária da NASA, assegurou que as amostras vão estar devidamente seladas, evitando a sua contaminação à chegada à Terra.

A Mars 2020 Perseverance, que será lançada amanhã, será a primeira missão a recolher amostras de solo e rocha de Marte.

O veículo robotizado tem seis rodas – incluindo quatro dianteiras e traseiras que permitem controlar a sua trajetória – e está equipado com vários instrumentos e uma broca. O seu local de destino em Marte é a cratera Jezero, onde terá havido um lago e um delta (foz de rio).

A Mars 2020 Sample Return (Retorno de Amostra) é uma missão mais complexa e demorada, que complementa a Mars 2020 Perseverance.

Inclui o envio para Marte de um outro veículo robótico, de quatro rodas, concebido pela Agência Espacial Europeia, que vai recuperar as amostras recolhidas e deixadas na superfície marciana pelo robô Perseverance e acondicioná-las num recipiente.

Uma sonda, também da ESA, posicionada na órbita do planeta, vai receber o recipiente com as amostras entubadas e enviá-las rumo à Terra.

Na missão, o papel da NASA será garantir que o robô europeu aterre em Marte, através de uma plataforma, próximo da cratera Jezero, onde se encontra o robô Perseverance, e recupere as amostras deixadas na superfície do planeta.

À agência espacial norte-americana compete ainda assegurar o transporte do recipiente com as amostras entubadas num pequeno foguetão que descolará de Marte e irá ao encontro da sonda europeia.

A NASA também irá liderar a operação da entrada e recolha em segurança na Terra da cápsula que se libertará da sonda europeia com as amostras marcianas.

Segundo a cronologia estipulada, a missão Mars 2020 Sample Return inicia-se em julho de 2026, com o envio de um segundo robô para Marte, onde deverá aterrar em agosto de 2028.

Segue-se, em outubro de 2026, o envio da sonda, que chegará à órbita de Marte em 2027.

O pequeno foguetão que transportará o recipiente com as amostras decolará da superfície de Marte (onde estava desde 2028) na primavera de 2029 para se posicionar na órbita do planeta e ir ao encontro da sonda, que recolherá o recipiente com as amostras.

Só em 2031 a sonda estará nas condições mais propícias para empreender a sua viagem de regresso à Terra, com as amostras de rochas de Marte a chegarem à Terra, numa cápsula, na primavera de 2032.

Na superfície de Marte existem atualmente dois objetos exploratórios, ambos operados pela NASA: o Curiosity, um veículo robótico com um laboratório que analisa localmente amostras de solo e rocha para atestar se Marte teve condições para albergar vida microbiana, e o InSight, uma sonda equipada com uma broca e um sismógrafo para estudar o interior do planeta.

Apesar de inóspito, Marte é considerado o planeta do Sistema Solar mais parecido com a Terra. Estruturas geológicas demonstram que, há muito tempo, água líquida, elemento fundamental para a vida tal como se conhece, abundava na superfície do ‘planeta vermelho’.

De acordo com os cientistas, o planeta teve, no passado, um oceano maior do que o Ártico.

Estudos apontam, com base em observações feitas em órbita e na superfície, para a presença de água líquida salgada e gelada em Marte.

Na sua primeira missão dedicada à astrobiologia, a Mars 2020 Perseverance, a NASA vai procurar sinais (químicos) de vida microbiana passada em Marte, caracterizar o clima e a geologia do planeta e, assim, abrir caminho para o envio de astronautas para a sua superfície, uma ambição que os Estados Unidos pretendem concretizar depois de conseguirem ter novamente astronautas na Lua (a primeira missão tripulada de regresso à Lua, depois da última em 1972, está prevista para 2024).

O Japão planeja, em menos tempo, enviar uma missão robótica para Marte em 2024 para extrair amostras da superfície do planeta e transportá-las para a Terra em 2029.

Leia mais...

Após flagra de prefeito em passeata, Justiça proíbe Iguaí/BA de promover eventos

26 de julho de 2020, 15:25

Foto: Reprodução

O prefeito de Iguaí/BA, Ronaldo Moitinho dos Santos, foi proibido pela Justiça de realizar, organizar, estimular ou participar de quaisquer eventos que gerem aglomeração de pessoas na cidade do sudoeste da Bahia, enquanto durar a pandemia da Covid-19.

A decisão atendeu um pedido do Ministério Público Estadual, em ação civil pública ajuizada. A ação, movida pela promotora de Justiça Solange Anatólio do Espírito Santo, traz fotografias e vídeos de evento realizado no último dia 19, no distrito de Altamira, zona rural de Iguaí, com ao menos dezenas de pessoas aglomeradas, cuja promoção teria sido realizada pelo atual chefe do Poder Executivo municipal.

A decisão liminar do juiz Fernando Marcos Pereira, publicada na sexta-feira (24), estabeleceu multa de R$ 200 mil em caso de descumprimento, “sem prejuízo das demais adoções de ações e sanções legais pertinentes, que o caso requer”.

Segundo a ação, os boletins epidemiológicos divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde mostram que o município apresentava dois dias antes do evento, 290 casos confirmados de Covid-19 e oito mortes.  Já até a quinta, dia 23, eram 310 pessoas infectadas e dez óbitos causados pela doença.

Conforme a ação, o prefeito “promoveu a aglomeração de pessoas, por meio de carreatas e passeatas, sob o pretexto de realizar ações sociais em combate à Covid-19, com doação de alimentos, brinquedos, doces, cestas básicas, “Kit Covid”, testes rápidos, etc., contando para efetuar as ações citadas do efetivo auxílio de servidores e funcionários públicos municipais”.

Segundo as informações apuradas pelo MP, a carreata contou com dois veículos plotados com a logomarca oficial da Prefeitura, além de carro de som que propagava o slogan:

“O trabalho não pode parar.”

Também teria havido, ao final da manifestação, festa com bebidas alcoólicas, com pessoas dançando sem máscara. A promotora destacou que a manifestação reuniu mais de 50 pessoas, desrespeitando decretos municipal e estadual, e se configurou como “verdadeiro evento eleitoreiro, deixando a população exposta ao contágio pelo vírus, gerando enorme risco para a saúde pública da coletividade”.

Leia mais...

Globo informa que não vai transmitir Fla-Flu da final da Taça Rio

07 de julho de 2020, 08:10

Foto: Reprodução

A TV Globo informou que não transmitirá a partida entre Flamengo e Fluminense, marcada para esta quarta-feira (8). O jogo decidirá a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, e poderá ser o duelo decisivo da competição, já que o Flamengo venceu o primeiro turno e ficará com o título se triunfar também no segundo.

A emissora anunciou que não fará a exibição em meio a uma briga jurídica com a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro). Ela entende que o contrato de transmissão do torneio foi quebrado no momento em que a FlaTV, do Flamengo, apresentou a partida da equipe contra o Boavista, na semana passada.

A Globo diz que tinha um acordo de exclusividade e já havia dado o compromisso como rescindido na última quinta (2). No entanto, a Ferj obteve uma liminar na 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro contra a rescisão unilateral, o que obrigou a TV a transmitir o confronto entre Fluminense e Botafogo, no domingo (5).

Responsável pela decisão, a juíza Eunice Bittencourt Haddad determinou nesta segunda (6) que a liminar concedida por ela não é válida para jogos do Flamengo. O clube rubro-negro não tinha contrato com a emissora carioca, que se acertou apenas com os demais 11 times envolvidos no campeonato.

“A Globo reitera seu entendimento de que o contrato foi rescindido e reafirma que os clubes estão livres para ceder os direitos sobre seus jogos ou transmiti-los”, afirmou a TV, em nota.

Além do embate com o Boavista, o Flamengo também exibiu sua partida contra o Volta Redonda, no domingo, na FlaTV. O clube se diz amparado pela Medida Provisória 984, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e publicada no Diário Oficial do último dia 18.

A medida dá ao clube mandante a prerrogativa de comercializar seus direitos de transmissão. Até a publicação da MP, o texto da Lei Pelé previa que esse direito pertencia às duas partes envolvidas na partida.

Leia mais...

Covid-19: Pico da pandemia no Brasil deve ocorrer em agosto, segundo a OMS

06 de julho de 2020, 10:57

Foto: Reprodução

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que o Brasil ainda não chegou ao pico do coronavírus. A avaliação da entidade é que o país enfrente o auge dos casos da Covid-19 em agosto, junto com outros países da América do Sul, como Argentina, Peru e Bolívia.
 
O Brasil iniciou o segundo semestre de 2020 com mais de 60 mil mortes por coronavírus e é o principal local de proliferação da doença na América Latina. O país vem oscilando no número diário de casos confirmados, mas desde o dia 29 de junho vem apresentando crescimento na curva de contaminação.
 
“Conforme as condições atuais, acredita-se que a pandemia atingirá um pico no Chile e na Colômbia em meados de julho, mas na Argentina, Brasil, Bolívia e Peru só em agosto, e a Costa Rica só achatará sua curva de infecções em outubro”, avaliou a diretora da Opas, Carissa Etienne, em entrevista coletiva. 
 
Na opinião do médico infectologista e especialista em saúde pública, doutor Eder Gatti, as dimensões continentais do Brasil dificultam a projeção do cenário da Covid-19 no país. Para Gatti, o pico da doença ainda está por vir.
 
“Hoje vivemos um cenário onde atingimos um número significativo de casos e óbitos, mas ainda há um grande número de suscetíveis à nossa população em diversas localidades do país. Isso mostra que a doença ainda tem muito que evoluir no Brasil. Então, acredito que a gente ainda não viu o pico, vamos ver isso mais para frente”, opina. 
Leia mais...

NASA desenvolve colar para combater propagação da Covid-19

30 de junho de 2020, 08:39

Foto: Reprodução

O Jet Propulsion Lab da NASA criou um colar especial que o vai ajudar a adotar hábitos mais seguros durante esta pandemia de Covid-19. De nome Pulse, este colar é capaz de vibrar sempre que a mão se aproxima do rosto.

Segundo o CNet, o Pulse foi desenvolvido por três colaboradores da agência espacial e faz uso de um sensor de proximidade para alertar o utilizador. Apesar de se mostrar eficaz, a NASA alerta que o colar sozinho não é capaz de impedir a propagação do vírus e que é necessário adotar outras medidas de segurança como o uso de máscara e distanciamento social.

O colar Pulse não está disponível para compra mas qualquer pessoa pode fazer a sua própria versão, uma vez que o design é ‘open source’ e está acessível a todas as pessoas que tenham uma impressora 3D.

Leia mais...

Jacobina: Exemplo de vida – ‘Sheila da Carne’ é referência em empoderamento feminino, capacidade e dedicação ao que faz

19 de junho de 2020, 15:12

Foto: Notícia Limpa

A cada dia surge um exemplo e demonstração de capacidade laboral e de empreendedorismo de uma mulher, figuras cada vez mais presentes em todas as áreas profissionais. A atuação feminina tem sido constante em trabalhos antes considerados funções que deveriam ou ‘poderiam’ ser exercidos apenas pelo sexo masculino. O empoderamento feminino, aliado à capacidade profissional, tem quebrado tabus e demonstrado que a diferença entre homem e mulher está apenas na conformação física.

Com mais de 40 anos atuando na mesma área, a então filha, irmã e depois mãe, arrimo de família e empreendedora, Sheila Moreira Silva, mais conhecida como Sheila da Carne, por conta do produto que trabalha desde a infância, é uma referência de vida para os que buscam a harmonia entre o trabalho e a família. Saudense de nascimento, Sheila que mora em Jacobina desde criança decidiu seguir a mesma profissão do seu pai, o saudoso Teodulino Inácio, o Seu Dulino do Caém, marchante bastante conhecido em toda a região. Boa parte de sua família seguiu a mesma carreira, sendo um diferencial no quesito simpatia, empatia e educação no atendimento aos seus clientes.

Sheila da Carne trabalha no Centro de Abastecimento de Jacobina (feira livre), desde a sua inauguração, em 1981. Seu Box (88 e 89), local onde comercializa seus produtos é considerado um dos mais completos do local. Além de cortes finos de carnes bovina e suína, é possível encontrar iguarias como a buchada de bode, sarapatel, mocotó de boi, linguiças caseiras de porco, de boi e mista e a tradicional galinha caipira.

Além de trabalhar todos os dias com a venda direta em seu box, Sheila ainda encontra tempo para preparar, ela mesmo, as buchadas e as linguiças. “Deus tem sido muito bom comigo, sempre me deu forças para trabalhar e fazer o bem. Ele é a minha referência e minha força para vencer a vida”, disse ao ser interrogada onde encontra tanta força e coragem para o puxado trabalho.

Leia mais...

Ativista Sara Winter é presa pela PF em Brasília

15 de junho de 2020, 08:42

Foto: Reprodução

A militante bolsonarista Sara Fernanda Giromini, autodenominada Sara Winter, líder do grupo denominado “300 do Brasil”, foi presa na manhã de hoje (15). De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o mandado foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), através do ministro Alexandre de Moraes, e cumprido pela Polícia Federal.

Ontem (14), a ativista entrou com um mandado de segurança com o objetivo de garantir a realização de mais manifestações na próxima semana. A petição ocorre após o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), decretar o fechamento da Esplanada dos Ministérios para protestos que não tenham autorização prévia da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF).

Leia mais...

Terra da cachaça, Salinas decreta lockdwn para conter coronavírus

13 de junho de 2020, 08:49

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Salinas, de 41,5 mil habitantes,  no Norte de Minas, decretou o lockdown (modelo mais severo de isolamento) contra a transmissão do novo coronavírus. A conhecida Capital da Cachaça é o terceiro município – o primeiro acima de 40 mil habitantes – do estado a decretar o bloqueio total como medida preventiva contra a propagação da COVID-19. A medida extrema causou polêmica na cidade, com reclamações dos comerciantes locais, sobretudo, do ramo de alimentos.

Até agora, Salinas teve 26 casos de contaminação e a confirmação de uma morte pela doença respiratória. A justificativa do prefeito do município, José Antônio Prates (PSD), o Zé Prates, é que adotou a medida mais dura contra a transmissão do coronavírus com o objetivo de “proteger a vida”. O decreto 8.949, assinado pelo chefe do executivo na terça-feira, determina a adoção do lockdown na cidade até a próxima segunda-feira, quando a prefeitura vai avaliar a situação e decidir se suspende ou mantém o fechamento das atividades, total ou parcialmente.

Foi determinado o fechamento temporário do comércio local. Os supermercados, padarias e sacolões podem realizar vendas somente pelo sistema de entrega. Lojas de outros ramos do comércio não essencial estão fechadas. A circulação de pessoas nas ruas também está proibida até a meia-noite segunda-feira, “salvo por motivo de força maior”, em deslocamento em situação de emergência.

Quem desrespeitar as regras pode receber multa diária de R$ 1 mil para estabelecimentos comerciais e de R$ 150, em caso de pessoas físicas. Nas justificativas para determinar o fechamento das atividades, o prefeito Zé Prates argumenta que o município está situado as margens da BR-251 (ligação entre Montes Claros e a Rio-Bahia), que tem grande circulação de caminhões e carretas de diversas cidades do Brasil, inclusive de lugares onde há quantidade considerável de óbitos causados pelo COVID-19”.

Ele argumenta, também, que foram identificadas em Salinas diversas pessoas que chegaram das cidades onde há um número considerável de casos confirmados de COVID-19, inclusive das cidades de São Paulo, Belo Horizonte, e Montes Claros. Em uma transmissão pela internet, Prates disse que várias pessoas entraram na cidade de forma “clandestina”, sem passar pelas barreiras sanitárias implementadas pela prefeitura, classificando a atitude como “criminosa”.

Pressão O prefeito afirma ainda que “entre proteger a economia e a proteção da vida era visível que proteger a vida era mais importante. E foi o que eu fiz”. Um comerciante de Salinas do ramo de alimentos disse que a medida de fechamento total das atividades do município foi “pesada demais” que acarretou muitos prejuízos para a economia local. “Nunca tive tanto prejuízo na vida como nesta semana”, alegou o empresário, que pediu para não ser identificado.

Em entrevista ao Estado de Minas, ontem, o prefeito alegou que não teve conhecimento de reclamações por parte de pessoas do comércio local lembrando que o presidente da Associação Comercial de Salinas integra o comitê de gerenciamento crise criado pela prefeitura para tratar da questão da pandemia.  Opositores do prefeito de Salinas criticaram duramente a decisão do chefe do executivo determinar o lockdown e alegam que faltou diálogo.

Leia mais...

Publicidade

VÍDEOS