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NASA desenvolve colar para combater propagação da Covid-19

30 de junho de 2020, 08:39

Foto: Reprodução

O Jet Propulsion Lab da NASA criou um colar especial que o vai ajudar a adotar hábitos mais seguros durante esta pandemia de Covid-19. De nome Pulse, este colar é capaz de vibrar sempre que a mão se aproxima do rosto.

Segundo o CNet, o Pulse foi desenvolvido por três colaboradores da agência espacial e faz uso de um sensor de proximidade para alertar o utilizador. Apesar de se mostrar eficaz, a NASA alerta que o colar sozinho não é capaz de impedir a propagação do vírus e que é necessário adotar outras medidas de segurança como o uso de máscara e distanciamento social.

O colar Pulse não está disponível para compra mas qualquer pessoa pode fazer a sua própria versão, uma vez que o design é ‘open source’ e está acessível a todas as pessoas que tenham uma impressora 3D.

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Jacobina: Exemplo de vida – ‘Sheila da Carne’ é referência em empoderamento feminino, capacidade e dedicação ao que faz

19 de junho de 2020, 15:12

Foto: Notícia Limpa

A cada dia surge um exemplo e demonstração de capacidade laboral e de empreendedorismo de uma mulher, figuras cada vez mais presentes em todas as áreas profissionais. A atuação feminina tem sido constante em trabalhos antes considerados funções que deveriam ou ‘poderiam’ ser exercidos apenas pelo sexo masculino. O empoderamento feminino, aliado à capacidade profissional, tem quebrado tabus e demonstrado que a diferença entre homem e mulher está apenas na conformação física.

Com mais de 40 anos atuando na mesma área, a então filha, irmã e depois mãe, arrimo de família e empreendedora, Sheila Moreira Silva, mais conhecida como Sheila da Carne, por conta do produto que trabalha desde a infância, é uma referência de vida para os que buscam a harmonia entre o trabalho e a família. Saudense de nascimento, Sheila que mora em Jacobina desde criança decidiu seguir a mesma profissão do seu pai, o saudoso Teodulino Inácio, o Seu Dulino do Caém, marchante bastante conhecido em toda a região. Boa parte de sua família seguiu a mesma carreira, sendo um diferencial no quesito simpatia, empatia e educação no atendimento aos seus clientes.

Sheila da Carne trabalha no Centro de Abastecimento de Jacobina (feira livre), desde a sua inauguração, em 1981. Seu Box (88 e 89), local onde comercializa seus produtos é considerado um dos mais completos do local. Além de cortes finos de carnes bovina e suína, é possível encontrar iguarias como a buchada de bode, sarapatel, mocotó de boi, linguiças caseiras de porco, de boi e mista e a tradicional galinha caipira.

Além de trabalhar todos os dias com a venda direta em seu box, Sheila ainda encontra tempo para preparar, ela mesmo, as buchadas e as linguiças. “Deus tem sido muito bom comigo, sempre me deu forças para trabalhar e fazer o bem. Ele é a minha referência e minha força para vencer a vida”, disse ao ser interrogada onde encontra tanta força e coragem para o puxado trabalho.

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Ativista Sara Winter é presa pela PF em Brasília

15 de junho de 2020, 08:42

Foto: Reprodução

A militante bolsonarista Sara Fernanda Giromini, autodenominada Sara Winter, líder do grupo denominado “300 do Brasil”, foi presa na manhã de hoje (15). De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o mandado foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), através do ministro Alexandre de Moraes, e cumprido pela Polícia Federal.

Ontem (14), a ativista entrou com um mandado de segurança com o objetivo de garantir a realização de mais manifestações na próxima semana. A petição ocorre após o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), decretar o fechamento da Esplanada dos Ministérios para protestos que não tenham autorização prévia da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF).

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Terra da cachaça, Salinas decreta lockdwn para conter coronavírus

13 de junho de 2020, 08:49

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Salinas, de 41,5 mil habitantes,  no Norte de Minas, decretou o lockdown (modelo mais severo de isolamento) contra a transmissão do novo coronavírus. A conhecida Capital da Cachaça é o terceiro município – o primeiro acima de 40 mil habitantes – do estado a decretar o bloqueio total como medida preventiva contra a propagação da COVID-19. A medida extrema causou polêmica na cidade, com reclamações dos comerciantes locais, sobretudo, do ramo de alimentos.

Até agora, Salinas teve 26 casos de contaminação e a confirmação de uma morte pela doença respiratória. A justificativa do prefeito do município, José Antônio Prates (PSD), o Zé Prates, é que adotou a medida mais dura contra a transmissão do coronavírus com o objetivo de “proteger a vida”. O decreto 8.949, assinado pelo chefe do executivo na terça-feira, determina a adoção do lockdown na cidade até a próxima segunda-feira, quando a prefeitura vai avaliar a situação e decidir se suspende ou mantém o fechamento das atividades, total ou parcialmente.

Foi determinado o fechamento temporário do comércio local. Os supermercados, padarias e sacolões podem realizar vendas somente pelo sistema de entrega. Lojas de outros ramos do comércio não essencial estão fechadas. A circulação de pessoas nas ruas também está proibida até a meia-noite segunda-feira, “salvo por motivo de força maior”, em deslocamento em situação de emergência.

Quem desrespeitar as regras pode receber multa diária de R$ 1 mil para estabelecimentos comerciais e de R$ 150, em caso de pessoas físicas. Nas justificativas para determinar o fechamento das atividades, o prefeito Zé Prates argumenta que o município está situado as margens da BR-251 (ligação entre Montes Claros e a Rio-Bahia), que tem grande circulação de caminhões e carretas de diversas cidades do Brasil, inclusive de lugares onde há quantidade considerável de óbitos causados pelo COVID-19”.

Ele argumenta, também, que foram identificadas em Salinas diversas pessoas que chegaram das cidades onde há um número considerável de casos confirmados de COVID-19, inclusive das cidades de São Paulo, Belo Horizonte, e Montes Claros. Em uma transmissão pela internet, Prates disse que várias pessoas entraram na cidade de forma “clandestina”, sem passar pelas barreiras sanitárias implementadas pela prefeitura, classificando a atitude como “criminosa”.

Pressão O prefeito afirma ainda que “entre proteger a economia e a proteção da vida era visível que proteger a vida era mais importante. E foi o que eu fiz”. Um comerciante de Salinas do ramo de alimentos disse que a medida de fechamento total das atividades do município foi “pesada demais” que acarretou muitos prejuízos para a economia local. “Nunca tive tanto prejuízo na vida como nesta semana”, alegou o empresário, que pediu para não ser identificado.

Em entrevista ao Estado de Minas, ontem, o prefeito alegou que não teve conhecimento de reclamações por parte de pessoas do comércio local lembrando que o presidente da Associação Comercial de Salinas integra o comitê de gerenciamento crise criado pela prefeitura para tratar da questão da pandemia.  Opositores do prefeito de Salinas criticaram duramente a decisão do chefe do executivo determinar o lockdown e alegam que faltou diálogo.

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Senado aprova auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para cultura durante pandemia

05 de junho de 2020, 11:06

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (4) o projeto de lei que libera R$ 3 bilhões em auxílio financeiro a artistas e estabelecimentos culturais durante a pandemia da covid-19 (PL 1.075/2020). O dinheiro será repassado a estados, Distrito Federal e municípios, que vão aplicá-lo em renda emergencial para os trabalhadores do setor, subsídios para manutenção dos espaços e instrumentos como editais, chamadas públicas e prêmios. O projeto segue para a sanção presidencial.

O texto foi aprovado sem mudanças. Ele chegou a receber 29 emendas, mas todas foram retiradas pelos senadores para evitar que o texto tivesse que retornar à Câmara dos Deputados, de onde veio. O relator, senador Jaques Wagner (PT-BA), destacou que representantes do setor da cultura reivindicaram a aprovação rápida.

— A emergência é mais importante do que um eventual erro [no texto]. Por isso eu insisto que a Casa tenha essa sensibilidade. A nossa terra é um caleidoscópio de arte e cultura, nas suas várias formas de manifestação — disse Jaques Wagner.

A única alteração foi incluir contadores de história e professores de capoeira entre os profissionais que poderão ser alcançados pelo programa. Essa alteração foi considerada apenas de redação, uma vez que ela não aumenta o valor do repasse federal, e, com isso, não provoca o retorno do projeto à Câmara.

Wagner ressaltou a importância da medida para apoiar o setor cultural, que conta com cerca de 5 milhões de profissionais e que responde por quase 3% do PIB. Ele lembrou ainda que o setor já vinha sofrendo com a crise econômica, mesmo antes da pandemia. Segundo o senador, o Fundo Nacional de Cultura, principal mecanismo governamental de apoio direto a projetos artísticos, passou de R$ 344 milhões em aportes em 2010 para R$ 1 milhão em 2019.

Durante a votação, os senadores fizeram apelos para que o Executivo não vete o projeto. A preocupação surgiu porque o presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou a inclusão de artistas no auxílio emergencial aos trabalhadores informais (Lei 13.982, de 2020). Jaques Wagner argumentou que a natureza do auxílio cultural é diferente, já que o dinheiro é de responsabilidade dos governos locais e tem também outras finalidades, além de renda. O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), assegurou que vai trabalhar pela sanção do texto.

Eduardo Gomes também celebrou a aprovação, observando que os artistas brasileiros estiveram entre os primeiros profissionais a reagir à pandemia, promovendo shows ao vivo transmitidos pela internet e realizando campanhas de arrecadação para o combate à covid-19.

O projeto recebeu o apelido de “Lei Aldir Blanc”, em homenagem ao compositor carioca, que faleceu no início de maio, vítima da covid-19. A aprovação do texto aconteceu, ainda, na véspera do aniversário de seis anos da aprovação da Política Nacional de Cultura Viva (Lei 13.018, de 2014), lei que estimula a organização local de projetos culturais.

Distribuição

Os R$ 3 bilhões previstos pelo projeto deverão ser repassados pelo governo federal aos demais entes em até 15 dias após a publicação da lei, e serão aplicados por meio dos fundos de cultura. Metade do valor (R$ 1,5 bilhão) irá para os estados e o DF, e será distribuído entre eles pelo seguinte critério: 80% de acordo com a população e 20% pelos índices de rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

A outra metade ficará com o DF e os municípios, e a partilha seguirá regra semelhante: 80% segundo a população e 20% segundo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os municípios terão prazo máximo de 60 dias após o recebimento para destinar os recursos. Caso isso não ocorra, eles serão automaticamente revertidos ao fundo de cultura do respectivo estado ou ao órgão responsável pela gestão desses recursos.

Aplicação

Estão previstas quatro formas de aplicação do dinheiro: renda para trabalhadores da cultura, subsídio para manutenção de espaços culturais, fomento a projetos e linhas de crédito.

Renda

A renda deve ser disponibilizada na forma de auxílio mensal de R$ 600, pagos em três parcelas. O auxílio poderá ser prorrogado pelo mesmo prazo do auxílio do governo federal aos informais. O recebimento está restrito a dois membros de uma mesma família, e mães solteiras terão duas cotas.

Para receber, os trabalhadores devem comprovar atuação no setor cultural nos últimos dois anos, cumprir critérios de renda familiar máxima, não ter vínculo formal de emprego e não receber o auxílio emergencial federal. O auxílio também não será concedido a quem receber benefícios previdenciário ou assistenciais, seguro-desemprego ou valores de programas de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.

Subsídio

Os governos estaduais e municipais também poderão repassar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil mensais para manter espaços artísticos e culturais, micro e pequenas empresas culturais e cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social contra a pandemia.

O valor será pago ao gestor responsável pelo espaço cultural, que deverá prestar contas do uso do dinheiro em até 120 dias após a última parcela. Os espaços beneficiados também deverão assumir o compromisso de promover atividades gratuitas para alunos de escolas públicas e suas comunidades após a retomada das atividades.

Poderão receber essa ajuda os gestores inscritos em cadastros estaduais, municipais ou distrital, em cadastros de pontos e pontões de cultura, no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (Sniic) ou no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab). É proibido o recebimento de mais de um subsídio por um gestor, mesmo em caso de múltiplas inscrições.

Também poderão ter acesso ao subsídio as entidades com projetos culturais apoiados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) nos 24 meses anteriores contados da data de publicação da futura lei. Durante a pandemia, o Pronac deverá priorizar atividades que possam ser transmitidas pela internet.

O projeto lista 25 exemplos de espaços culturais aptos a pleitear o subsídio mensal, tais como teatros independentes; escolas de música, dança, capoeira e artes; circos; centros culturais; museus comunitários; espaços de comunidades indígenas ou quilombolas; festas populares, inclusive a cadeia produtiva do Carnaval; e livrarias. Não poderão receber o auxílio aqueles vinculados à administração pública ou criados ou mantidos por grupos de empresas ou geridos pelos serviços sociais do Sistema S.

Fomento

O projeto direciona 20% dos recursos totais repassados para iniciativas vinculadas à compra de bens e serviços para o setor cultural, a prêmios e outros gastos voltados à manutenção de agentes, espaços, iniciativas, cursos, produções e desenvolvimento de atividades de economia criativa e solidária.

Ficarão prorrogados por um ano os prazos para aplicação de recursos no setor em projetos culturais já aprovados pelo Executivo.

Crédito

Outra medida prevista é a criação de linhas de crédito para fomento de atividades, aquisição de equipamentos e renegociação de dívidas. Os empréstimos deverão ser pagos no prazo de até 36 meses, em parcelas mensais reajustadas pela taxa Selic, a partir de 180 dias contados do final do estado de calamidade pública. É condição para acesso às linhas de crédito o compromisso de manutenção dos níveis de emprego existentes à data de decretação do estado de calamidade pública — 18 de março.

Fonte: Agência Senado

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Uma cerveja por dia aumenta longevidade e diminui risco de demência

01 de junho de 2020, 12:10

Foto: Reprodução

Cientistas apuraram que alguns tipos de cerveja estão repletos de probióticos altamente benéficos para a saúde. 

Afirmando assim, que beber uma cerveja por dia “pode ser bastante bom para o organismo”, protegendo contra a obesidade, insônia e demência. 

Os acadêmicos descobriram que cervejas belgas em especial – tais como Hoegaarden, Westmalle Tripel e Echt Kriekenbier – são particularmente ricas em levedura probiótica, que se crê ser particularmente eficaz contra a doença de Alzheimer (o tipo mais comum de demência”, autismo e câncer de intestino. 

Ao invés da maioria destas bebidas alcoólicas, as variedades belgas referidas são duplamente fermentadas, uma vez na destilaria e novamente na garrafa. Processo este que torna a cerveja mais forte. 

Mais ainda, a fermentação na garrafa recorre ao uso de diferentes estirpes de levedura relativamente às encontradas nas cervejas tradicionais.

Não só converte o açúcar em álcool, como produz ácidos que matam bactérias potencialmente perigosas para a saúde.

O professor Eric Claassen, especialista em saúde intestinal na Universidade de Amesterdã, disse: “em concentrações elevadas, o álcool é prejudicial para o intestino, todavia beber apenas uma destas cervejas diariamente é benéfico”.

Uma outra pesquisa, realizada por pesquisadores da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, apurou que uma única cerveja contém até 50 milhões de probióticos. 

 

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Morte de guarda em acidente com ambulância do SAMU causa grande comoção em Jacobina

29 de maio de 2020, 11:55

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Um trágico acidente de trânsito ocorrido na sinaleira próximo à ponte Francisco Rocha Pires, mo início da manhã desta sexta-feira (29), tirou a vida do guarda municipal Adriano Vieira Barbosa, de 44 anos de idade. Conforme informações, a vítima bateu a moto que pilotava em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), quando esta invadiu o sinal fechado.

Adriano chegou a ser socorrido pela própria viatura da saúde envolvida no acidente, mas já chegou sem vida na emergência do Hospital Municipal Antônio Teixeira Sobrinho. O corpo do guarda Vieira, como era identificado na corporação que trabalhava, foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica de Jacobina e em seguida liberado para sepultamento que acontece na manhã deste sábado (30).

A morte de Adriano causou uma grande comoção na população jacobinense. Bastante conhecido na cidade, ele era benquisto por todos que o conhecia. Evangélico, casado e pai de um filho, sempre foi elogiado pelo seu comportamento calmo e exemplar.
“O veículo que tem o objetivo de socorrer e salvar vidas infelizmente tirou a vida de um jovem trabalhador, pai de família que seguia para a sua labuta diária”, lamentou um colega de trabalho.

Em nota de pesar, o Serviço Municipal de Tráfego e Transportes (SMTT), lamentou a morte de Adriano. “O Serviço Municipal de Tráfego e Transportes – SMTT, através de seu diretor, Walter Veloso, lamenta profundamente pela trágica perda do GCM Vieira, um irmão da Guarda Civil Municipal de Jacobina. Pouco pode ser dito ou feito perante o único adeus que é definitivo e, nestas horas, sobram as palavras.

Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências à sua família, amigos e irmãos de farda, e deixamos os nossos mais sinceros pêsames. A Deus pedimos que dê ao nosso amigo o merecido repouso eterno”.

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Jacobina: Mesmo com o número de casos aumentando, prefeito deve anunciar a reabertura do comércio a partir deste sábado, dia 30

28 de maio de 2020, 16:18

Foto: Notícia Limpa

A Prefeitura de Jacobina, através do Informativo epidemiológico do Coronavírus anunciou no final da manhã desta quinta-feira (28), a confirmação de mais 5 casos testados positivos no município. Com esses novos casos a cidade passa a contabilizar 41 casos, com uma morte. O documento mostra ainda que dos 584 testes realizados até o momento, 537 foram descartados e 6 aguardam resultados do Laboratório Central da Bahia (Lacen).

Em Jacobina parte dos estabelecimentos comerciais, como lojas de roupas, calçados e eletrodomésticos completarão nesta sexta-feira (29), duas semanas sem funcionamento, o que tem gerado insatisfação por parte de lojistas da cidade, mas de acordo ao prefeito Luciano Pinheiro, o Decreto que determinava apenas o funcionamento de serviços essenciais será alterado e a partir deste sábado, dia 30, os estabelecimentos que se encontram fechados passam a funcionar, com alguns critérios a serem estabelecidos.

A medida tomada para conter a aglomeração de pessoas nas ruas da cidade, visando o isolamento social, não tem sido respeitada por moradores que insistem em circular como se nada estives acontecendo, mesmo com o número de contaminados e mortos aumentando a cada dia no país e principalmente na Bahia, com destaque com o aparecimento de casos no interior do Estado.

Em conversa com o Notícia Limpa o prefeito Luciano Pinheiro confirmou sua intenção de abrir os estabelecimentos comerciais a partir deste sábado, mesmo não contando com o apoio do próprio comércio, citando inclusive a falta de propostas das entidades representativas, Associação Comercial e Industrial (Acija) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Para o gestor falta uma manifestação concreta com relação ao apoio às suas ações, para justificar seu posicionamento sobre a abertura, o que não tem ocorrido. “Está bem clara a minha posição, eu sou a favor da abertura, agora a gente não sente o respaldo do comércio. Eu sei que a responsabilidade é minha e sempre deixei bem clara minha posição com relação ao comércio”, disse.

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Quando começa a menopausa e quanto tempo dura?

23 de maio de 2020, 19:58

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A menopausa corresponde ao fim das menstruações espontâneas. Este é um processo biológico natural da vida da mulher e significa o fim da fertilidade.

A menopausa pode ser confirmada após doze meses consecutivos sem qualquer período menstrual. Segundo a healthline, a maioria das mulheres começa a desenvolver sintomas da menopausa cerca de quatro anos antes do último período. Os sintomas geralmente continuam até quatro anos após o último período da mulher.

A idade média para a menopausa é 51 e existem muitos fatores que ajudam a determinar quando começará a menopausa, incluindo genética e saúde dos ovários. A perimenopausa ocorre antes da menopausa e é um período em que as hormônios começam a mudar na preparação para a menopausa.

A menopausa pode durar de alguns meses a vários anos. Muitas mulheres começam a perimenopausa em algum momento após os 40 anos. Outras saltam a perimenopausa e entram na menopausa repentinamente.

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Doações da JMC, em parceria com o Simdimiba e a Prefeitura de Jacobina, beneficiam cerca de mil famílias do município

19 de maio de 2020, 13:16

Foto: JMC

(Da Assessoria) – Em parceria com Sindicato das Indústrias Extrativas de Minerais Metálicos, Metais Nobres e Preciosos e Magnesita no Estado da Bahia (Sindimiba), a Jacobina Mineração e Comércio (JMC) realizou a doação de 1.000 cestas básicas para a Prefeitura de Jacobina, que serão entregues para famílias do município de Jacobina.

As cestas serão distribuídas através do projeto da Prefeitura “Jacobinidade e Solidariedade: Pão de cada dia”. Segundo Edvaldo Amaral, gerente-geral da JMC, unir forças em tempos difíceis é a melhor saída. “Juntos somos mais fortes, essa frase demonstra o que estamos buscando fazer no município de Jacobina, estando próximos da comunidade e firmando parcerias em prol de um bem comum. Ajudar o próximo é o nosso maior objetivo com essa ação”, comenta.

O setor da mineração tem realizado diversas ações na Bahia, e as empresas associadas ao Simdimiba já doaram mais de R$ 3 milhões em EPIs, cestas básicas, equipamentos como respiradores, testes de Covid-19, entre diversos outros itens que se tornaram essenciais no momento. Além disso, a atuação das mineradoras engloba ações preventivas e protetivas da população, gerando mais segurança no enfrentamento da crise.

O vice-presidente do Sindimiba, Carlos Henrique Temporal, explica que nesse momento, a mineração tem um importante papel a desempenhar, fornecendo matérias primas e insumos que viabilizam o funcionamento de atividades essenciais: “São atividades que vão desde a produção de fertilizantes para garantir a segurança alimentar das pessoas, até a produção de bens metálicos para os equipamentos médico-hospitalares, construção de hospitais, dentre outros necessários ao combate ao coronavírus”, conta. Ele destaca, ainda, que a mineração exerce um papel de estimular a economia, mantendo milhares de empregos em pequenas e médias empresas que são fornecedores e prestadores de serviços, em regiões carentes do estado.

Segundo a Secretária de Assistente Social da Prefeitura de Jacobina, Aline Pinheiro, o trabalho do setor tem sido fundamental para o município: “Não apenas pelo projeto ‘Jacobinidade e Solidariedade’ mas como em outros setores também, principalmente na Secretaria da Saúde. Essa parceria tem sido de grande relevância para nós, adentrado em toda a sociedade Jacobinense, desde a classe média alta até a mais vulnerável”, completa.

Para Edvaldo, não adianta pensar somente na produção. “Nossos colaboradores são nosso maior bem. Sem eles sequer existiria atividade no ramo, e isso inclui as comunidades de que fazemos parte. São eles o verdadeiro essencial do nosso setor e, por isso, temos a obrigação de cuidar deles”.

Carlos Henrique conclui: “O combate ao coronavírus é uma árdua tarefa que vem mobilizando o mundo inteiro, e a área de mineração, que possui uma importância enorme para a sociedade, não podia ficar de fora.”

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