NEGÓCIOS

Associação do sertão baiano lança licor de palma na I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária

20 de junho de 2022, 15:16

Foto: Ascom/CAR

A palma, tão conhecida e usada na Bahia como alimento para animais, transformou-se em licor e chegou como lançamento na I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que acontece até este domingo (19), em Natal (RN). O licor é produzido pelas 18 mulheres que fazem parte da Associação de Mulheres em Ação da Fazenda Esfomeado (Amafe), do município de Curaçá, e é comercializado com a marca Dona Odete.

Além do licor de palma, a cooperativa produz biscoitos de queijo e geleias, nos sabores de palma com gengibre, manga com cachaça, cebolo roxa com Cabernet Sauvignon, abacaxi com gengibre, tomate e abacaxi com maracujá.

De acordo com a representante da Amafe, Cíntia Sameado, foi um desafio criar uma linha de produtos com palma. “A ideia dos produtos veio com a experiência dos nossos avós, que a usavam muito como comida. Resolvemos fazer algo diferente e começamos pela geleia, mas queríamos um novo sabor. Fizemos com a palma e deu super certo. Com o licor, veio a mesma ideia e nos desafiamos e vai vir mais novidades”.

O jornalista do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Mateus Quevedo, provou o licor da Amafes. “Bastante inusitado, já conhecia a palma na alimentação animal e já tinha comido o cortadinho, mas me surpreendi com o sabor no licor. É docinho e muito gostoso”.

A participação das cooperativas da agricultura familiar da Bahia na Fenafes é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à SDR, com cofinanciamento do Banco Mundial e do Fida, respectivamente.

Assessoria de Comunicação SDR/CAR

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Experiência do Serviço de Inspeção Municipal da Bahia é apresentada no Rio Grande do Norte

18 de junho de 2022, 10:12

Foto: SDR/CAR

A experiência da implantação do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) na Bahia foi apresentada na I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária, nesta quinta-feira (16), em Natal (RN).

A Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em parceria com os consórcios públicos, tem trabalhado na certificação da produção das agroindústrias de pequeno porte. Já são 55 agroindústrias certificadas e 232 produtos com o Selo do SIM, que podem vender seus produtos, com valor agregado e de acordo com as normas sanitárias exigidas, para o mercado atacadista e varejista, nos territórios onde estão localizadas. A ação garante ainda segurança alimentar para os consumidores.

O diretor-presidente da CAR, Wilson Dias, participou do seminário de sensibilização e planejamento Consórcio SIM e falou das ações executadas por todo o estado baiano, que já estão avançadas. “Temos 17 convênios com consórcios públicos e mais de 200 municípios já com o SIM implantado e muitas agroindústrias regularizadas, de pequeno porte, para funcionar e apoiar o desenvolvimento local. São casas de mel, unidades de beneficiamento de pescado, laticínios e muitas outras agroindústrias. O mesmo ainda não acontece com os demais estados do Nordeste que estão começando com essa política de incentivo aos serviços municipais, através dos consórcios públicos”.

Segundo Dias, a apresentação serviu de exemplo para que estados como Rio Grande do Norte e Ceará, que vão iniciar com essa ação, possam conhecer a experiência da Bahia e vejam quais foram as dificuldades, metodologias usadas e os resultados alcançados. “O intuito é que os demais estados possam executar de maneira mais celere e mais qualificada essa ação de implantação do SIM e possam, assim, ter muitas indústrias de pequeno porte funcionando nos municípios e apoiando o desenvolvimento da agricultura familiar em todo o Nordeste”.

O SIM é responsável pela inspeção e fiscalização da produção industrial e sanitária dos produtos de origem animal, comestíveis e não comestíveis, preparados, transformados, manipulados, recebidos, acondicionados, depositados e em trânsito, no município. Para aderir ao serviço, os representantes de empreendimentos devem procurar as secretarias de Agricultura dos municípios onde já foi aprovada a Lei do SIM.

Assessoria de Comunicação da SDR/CAR

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Agricultura familiar da Bahia mostra potencial e lança novos produtos na Naturaltech 2022

06 de junho de 2022, 16:39

Foto: Secom/Ba.

A agricultura familiar da Bahia estará presente, mais uma vez, na Naturaltech, maior feira de produtos naturais de toda a América Latina, com seu portfólio de produtos que já fazem sucesso e com novos lançamentos. Em sua 15ª edição, o evento começa nesta quarta-feira (8) e segue até sábado (11), no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo. 

Há 15 anos, o evento reúne o setor de produtos naturais, probióticos, integrais, fitoterápicos e tratamentos complementares. Esse é um mercado emergente e que cresce cerca de 4,4% ao ano e faz o Brasil ocupar o 4ª lugar no ranking de faturamento mundial. 

Entre as novidades que serão lançados pela agricultura familiar baiana estão o Mingau instantâneo sabor milho, sem adição de açúcar, da Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê), reconhecidas pelos produtos não transgênicos e o Chocolate 100% Cacau da Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), da marca Natucoa.  

Tem ainda as novas embalagens das frutas desidratadas da Cooperativa dos Produtores de Abacaxi de Itaberaba (Coopaita) e o Café Tradicional da Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã). 

Estarão presentes 18 cooperativas baianas, que mostrarão seu potencial com a produção de derivados de licuri, cacau, umbu, café, mandioca, mel, milho, leite, palmito, caju, abacaxi, entre outros. Além da comercialização, os representantes dos empreendimentos terão a oportunidade de participar, diariamente, de Rodadas de Negócios e encontros com potenciais compradores, além de outras ações de varejo. 

As organizações, que irão mostrar para o mundo a potencialidade da produção do rural baiano, são apoiadas pelo Governo do Estado, por meio dos projetos Bahia Produtiva e Pró-Semiárido, executados pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial e do Fida, respectivamente.  

O diretor-presidente da CAR, Wilson Dias, destacou que esse é um evento nacional em um centro consumidor mais importante do país. “A Naturaltech reúne instituições que têm o foco na comercialização de produtos da biodiversidade brasileira. A Bahia, por ter destaque nas suas cooperativas, com produtos beneficiados e qualificados com marcas e embalagens para o mercado, apresenta seus produtos não só para dar visibilidade ao que as cooperativas têm, mas também para participar das rodadas de negócios para a comercialização nesse mercado de São Paulo, que é muito importante para essas cooperativas, que já estão consolidadas na Bahia e, agora, já podem fazer a expansão para esse mercado paulista que é tão exigente”.   

O coordenador de Inteligência de Mercado, do projeto Bahia Produtiva, Aldir Parisi, acredita que o evento chega com força total. “Depois de dois anos sem Naturaltech, a gente acredita que esta edição terá uma grande potência, principalmente pela busca, por parte dos consumidores e canais de distribuição, por produtos de alimentação saudável, dentro da diretriz de orgânicos, puros, com segurança alimentar e sustentabilidade na sua concepção”.  

Os projetos da CAR/SDR se alinham ao conceito da Naturaltech, que preza por iniciativas sustentáveis. Os projetos financiam associações e cooperativas formadas por agricultores familiares, que trabalham com manejo adequado, produtos agroecológicos, conservação e preservação do meio ambiente, e que buscam a certificação orgânica para os seus produtos. 

Assessoria de Comunicação SDR/CAR 

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Nova alta do diesel pode deixar cidades sem ônibus, dizem empresas

06 de maio de 2022, 10:36

Foto: Reprodução

Quem depende do transporte público em cidades de todo o país pode enfrentar uma falta generalizada de ônibus caso ocorra um novo aumento do diesel, afirma a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbano.

Segundo a entidade, as operadoras serão obrigadas a racionar o combustível e oferecer apenas viagens no horário de pico, entre 5h e 8h da manhã e entre 17h da tarde e 19h da noite. No resto do tempo, os ônibus terão de ficar parados na garagem.

Esse é o cenário caso não sejam definidas fontes para cobrir os custos adicionais das empresas fora desses horários de maio movimento.

“As empresas não querem praticar uma operação seletiva, atendendo apenas linhas e horários de maior demanda, mas serão obrigadas a adotar essa medida radical, por não suportarem mais os sucessivos aumentos de custo e os prejuízos”, disse, em nota, o presidente da NTU, Francisco Christovam.

O número de veículos rodando hoje fora dos horários de pico varia, conforme a demanda, de uma cidade para outra. Em diversas capitais, apenas metade da frota roda no período de menor movimento.

A NTU representa cerca de 400 empresas, de 2.901 municípios brasileiros atendidos por sistemas organizados de transporte público.

“A maioria das associadas está sem caixa para fazer frente a mais um reajuste; não há como comprar o diesel para rodar, e colocar um ônibus na rua com tanque vazio seria uma irresponsabilidade”, completou Christovam.

O setor estima que a redução da oferta dos serviços pode representar um impacto direto na rotina de 43 milhões de passageiros.

Em cidades em que há subsídios para custear o aumento de combustível (como São Paulo, Curitiba e Brasília), a situação poderia ser menos grave e a redução na frota dependeria de um aumento do subsídio para acompanhar o reajuste do diesel.

Atualmente, 40 sistemas de transporte urbano no país possuem algum subsídio definitivo. Em 28% desses casos, o subsídio é destinado apenas para financiar políticas sociais -gratuidades de estudantes, idosos etc.

O preço do combustível preocupa o setor. O diesel é o segundo item que mais pesa no valor da tarifa dos ônibus, com uma participação média de 30,2% no custo geral das operadoras de transporte público. Em primeiro lugar está o gasto com mão de obra (50%).

Os aumentos de diesel registrados desde janeiro, da ordem de 35% nas refinarias, representam alta de 10,6% nos custos do transporte por ônibus, segundo a NTU.

A recuperação dos preços internacionais dos combustíveis e a alta do dólar levaram a uma defasagem no preço do diesel brasileiro, após o um mega-aumento promovido pela Petrobras há 56 dias.

Os empresários do transporte coletivo temem um novo aumento para corrigir a defasagem do preço, seguindo a atual regra da Petrobras, chamada PPI (paridade com os preços internacionais).

Nesta quinta-feira (5), a petroleira divulgou seu balanço do primeiro trimestre. A Petrobras fechou o período com lucro de R$ 44,5 bilhões, o terceiro maior para um trimestre da história das companhias de capital aberto no país.

Um cálculo da Abicom (Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis) aponta que o novo reajuste teria de ser de 24% no diesel e 12% na gasolina, para compensar a variação cambial e o aumento dos preços internacionais do petróleo.

Segundo a entidade, o preço médio do diesel nas refinarias brasileiras estava R$ 1,59 abaixo da paridade de importação, conceito que simula quanto custaria trazer o produto dos Estados Unidos.

“A situação está tão crítica, que ou aumenta o preço do diesel ou falta produto. As refinarias nacionais não dão conta de atender à demanda e, com essa defasagem tão elevada, importar ficou impossível”, diz o presidente da Abicom, Sergio Araújo.

“Não há expectativa de redução dos preços das commodities e nem de valorização forte do real. Por outro lado, a gente vê o governo federal arrecadando cada vez mais com dividendos da Petrobras. Faz sentido, neste momento, o governo criar um fundo para compensar as variações do diesel e do gás de cozinha.”

O presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, assumiu a empresa em abril defendendo a política de preços atual, apontando o risco de desabastecimento do mercado por falta de importações.

Os sistemas de transporte das cidades já haviam sido profundamente impactados pela redução no número de usuários durante os piores meses de pandemia. Uma estimativa da NTU aponta que eles tiveram perda acumulada de R$ 25,7 bilhões, entre março de 2020 e fevereiro de 2022.

O impacto financeiro médio foi de R$ 1,12 bilhão por mês nesse período da crise sanitária. As perdas das empresas seriam, portanto, agravadas pela pressão dos combustíveis.

“É um problema antigo e conjuntural, que vinha desde antes da pandemia. Os combustíveis representam um custo elevado na tarifa e essa situação vinha sendo absorvida pelas empresas”, diz Marcus Quintella, diretor da FGV Transporte, da Fundação Getulio Vargas.

Ele diz que os pesquisadores concluíram recentemente que, em uma cidade em que a tarifa está a R$ 4,40, calculou-se que o preço ideal, sem subsídio, seria de R$ 7,55. “Não tem como cobrar isso do passageiro e nem deixar a empresa à própria sorte.”

“O desejado seria o investimento pesado em transporte público de massa, mas é preciso algo imediato. Uma desoneração, com ajuda dos governos estaduais, seria importante, mas não vai acontecer de forma imediata, tudo isso demora.”

No caso do transporte interestadual de ônibus, a Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) diz que não há risco de redução no número de veículos em operação, seguindo uma prerrogativa da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Desde o último dia 1º, a ANTT autorizou reajuste de 1,447% no coeficiente tarifário para os ônibus que fazem serviço de transporte coletivo interestadual e internacional de passageiros. O aumento não engloba o transporte rodoviário semiurbano.

“Apesar dos aumentos do diesel, seguimos oferecendo preços promocionais e temos nos esforçado para trazer o passageiro de volta às estradas e conquistar o consumidor que hoje não consegue bancar uma passagem aérea”, diz a Abrati.

Notícias ao Minuto

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Prévia da inflação avança 1,73% em abril, maior taxa para o mês desde 1995

27 de abril de 2022, 10:51

Foto: Reprodução

A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, acelerou para 1,73%, acima da taxa de março (0,95%). É a maior alta desde fevereiro de 2003 (2,19%) e a maior para um mês de abril desde 1995, quando o índice foi de 1,95%.

Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 4,31% no ano e 12,03% em 12 meses. Os dados são do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) e foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira. O indicador tem as informações coletadas entre o dia 16 do mês anterior até 15 do mês de referência.

O resultado indica uma aceleração em relação ao índice de março (0,95%) e ao IPCA fechado do mês passado, quando a inflação ficou em 1,62% no mês. Analistas projetavam alta de 1,85% no mês e 12,16% em 12 meses, segundo mediana da Reuters.

Alta dos combustíveis pressiona IPCA-15

Os reajustes concedidos pela Petrobras nas refinarias no dia 11 de março – com altas de 18,8% no preço da gasolina e de 24,9% sobre o preço do óleo diesel, tem pressionado os preços dos combustíveis na ponta e, consequentemente, influenciado o indicador de inflação.

O aumento nos preços dos combustíveis também exerce uma pressão indireta sobre outros preços direcionados ao consumidor, que já lida com custos mais elevados em itens básicos como alimentos há mais de um ano.

Perspectivas para inflação

O cenário de inflação persistente e disseminada já deflagrado na divulgação do IPCA do mês de março levou analistas a projetaram um ciclo de alta dos juros mais longo, com a taxa básica de juros (Selic) chegando a 13,5% – atualmente, a taxa está em 11,75% ao ano.

Segundo boletim Focus, que reúne as projeções de mercado, as expectativas de inflação subiram de 6,86% neste ano, no relatório divulgado em 28 de março, para 7,65% nesta semana. A expectativa, assim, é que a inflação encerre 2022 acima do dobro da meta oficial da inflação para o ano, de 3,5%.

Caso seja confirmado, 2022 será o segundo ano seguido em que o Banco Central não consegue cumprir a meta de inflação.

Exame

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Cooperativa de pescados comercializa 14,2 toneladas de peixes com o apoio do Governo do Estado

18 de abril de 2022, 15:16

Foto: SDR/CAR

A Cooperativa de Produção e Comercialização dos Derivados de Peixes de Sobradinho (COOPES) comercializou 14,2 toneladas de tilápia durante esta Semana Santa. O volume de vendas é o dobro do que a cooperativa comercializou no mesmo período em 2021. Os números são resultado do apoio do Governo do Estado, por meio de projetos como o Pró-Semiárido, que tem disponibilizado a assessoria especializada de uma engenheira de pesca, para apoiar na gestão, manejo e comercialização da produção. 

As entregas foram feitas para os municípios de Monte Santo, Caldeirão Grande e Uauá e contou com a parceria da Cooperativa Regional de Agricultores/as Familiares e Extrativistas da Economia Popular e Solidária (Coopersabor), Bahia Pesca e Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá  (Coopercuc), para o processo de logística e refrigeração do pescado, para a realização das ofertas. Vale ressaltar, que este é o segundo ano em que a Coopes faz a entrega de peixes para a Prefeitura Municipal de Uauá.  

O montante de R$ 197 mil, comercializados, beneficiou diretamente 88 famílias de pescadoras e pescadores artesanais e é um marco para a Coopes, cooperativa gerida e formada, em sua maioria, por mulheres. Para a engenheira de pesca do Pró-Semiárido, Josiane Araújo, esta ação foi de suma importância para o fortalecimento e autonomia do grupo. 

“Essas vendas realizadas na Semana Santa foram muito importantes. Primeiro, porque fortalece a relação de trabalho e confiança da base produtiva, que são das/os piscicultoras/es com a cooperativa, sem falar que o volume financeiro comercializado vai ajudar não só cooperados/as envolvidos/as, mas a própria cooperativa, na resolução de situações envolvendo a própria comercialização”, avalia Josiane. 

Com a assessoria do Pró-Semiárido na Gestão, a Coopes conseguiu esse feito inédito. E tão importante quanto o volume de pescado comercializado foram as parcerias firmadas. Na preparação das 3,2 toneladas para Caldeirão Grande, o peixe saiu da base produtiva da Coopes e na logística de entrega contou com a parceria da Bahia Pesca. Nessa entrega, foi feito o acompanhamento da equipe em três municípios, para garantir que os beneficiados recebessem o peixe com qualidade. 

A última entrega foi para a Prefeitura de Uauá, das três toneladas de pescado, que teve a parceria da Coopercuc, que disponibilizou o caminhão refrigerado por seis dias, o que assegurou uma entrega de ótima qualidade.  

O Pró-Semiárido é um projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). 

Assessoria de Comunicação SDR/CAR 

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Ótica Realce chega em Mirangaba (Fotos)

01 de abril de 2022, 11:53

Foto: Notícia Limpa

O 1º de abril é um dia de verdade para Mirangaba, um momento marcante para os seus moradores. Presente no mercado há 30 anos, a Ótica Realce, líder no segmento de óculos na região, inaugura nesta data a sua primeira ótica na cidade.

A Realce chega em Mirangaba com uma linha de produtos exclusivos e atendimento personalizado, com a proposta de oferecer ao cliente uma experiência de compra mais técnica, especializada e aliada à tecnologia, com qualidade e variedade em armações e lentes das principais marcas do mercado, acompanhando as tendências de moda e preços acessíveis.

Os sócios do empreendimento, Creso Júnior, Fernando Carneiro e Graciete Carneiro, destacam a presença da Ótica Realce em Mirangaba. Segundo os mesmos, este é o primeiro passo para o projeto de expansão da empresa.

“Escolher Mirangaba para ser o primeiro município a receber a expansão da nossa empresa é uma oportunidade que vai além da realização financeira, o de melhorar a qualidade de vida das pessoas, oferecendo o melhor em saúde visual, através das armações e lentes adequadas para cada um”. Disse Graciete Carneiro.

Conforme Creso Júnior, além do conceito de excelência em saúde visual e qualidade no atendimento aos clientes, o mais novo empreendimento de Mirangaba e região tem como objetivo fazer todo o diferencial no mercado no segmento ótico. “Para comemorarmos juntos com nossos clientes, disponibilizamos o que há de melhor no ramo ótico. A Ótica Realce está trazendo novidades que vão além de um novo espaço, mas principalmente preço, diversidade de armações, lentes de grau e óculos de sol”, destacou Creso Júnior.

Para Fernando Carneiro, ser cliente Realce é uma oportunidade que vai além da busca de economia, qualidade e bom atendimento, é o de ser sempre uma parceira de primeira hora. “Trabalhamos para melhorar a qualidade de vida das pessoas, oferecendo o melhor em saúde visual, através das armações e lentes adequadas para cada gosto e necessidade, mas também como parceiras”, ressaltou Fernando Carneiro.

A Ótica Realce de Mirangaba fica na Avenida Jonas Carvalho, 92, Centro. Próximo a sede da Prefeitura Municipal.

A Realce chega em Mirangaba com uma linha de produtos exclusivos e atendimento personalizado, com qualidade e variedade em armações e lentes das principais marcas do mercado, acompanhando as tendências de moda e preços acessíveis

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Brasileiros enfrentam até 4 horas de fila para abastecer na Argentina

23 de março de 2022, 11:06

Foto: Reprodução

 Logo após a Petrobras anunciar o mega-aumento dos combustíveis, em Foz do Iguaçu, cidade do Paraná localizada na Tríplice Fronteira, motoristas cruzam a fronteira argentina para economizar.

Morador de Foz, o funcionário público Carlos Mendes, 50, roda 24 quilômetros entre ida e volta até o posto de gasolina mais próximo em território argentino, localizado em Puerto Iguazu, para encher o tanque do carro e da moto.

Ele costuma pagar o equivalente a R$ 3,10 a R$ 3,20 pelo combustível, cerca da metade do preço que ele gastaria no Brasil. Com o novo reajuste, ele calcula que a economia vai ser ainda maior.

Apesar da vantagem econômica, abastecer na Argentina é uma operação demorada, já que Puerto Iguazú recebe cada vez mais muitos brasileiros. A fila para cruzar a aduana pode chegar a três quilômetros, equivalentes a uma hora de espera; já o engarrafamento no posto costuma chegar a até quatro horas.

“Se [a gasolina] superar os R$ 7, não tem por onde correr. A busca pelo combustível mais barato gera longas filas, mesmo assim ainda vale a pena. Não sei qual é a mágica que o governo argentino faz para ter a gasolina tão barata”, diz Mendes que cruza a fronteira em média a cada 25 dias.

Já em Cidade de Leste, do lado paraguaio da Tríplice Fronteira, as filas de carros são menores, mas a economia também é reduzida. Mesmo assim, o preço do litro de gasolina é 30% a 40% mais barato do que no Brasil.

Em Curitiba, frentistas relataram que o movimento começou a aumentar pouco antes do meio-dia desta quinta. No meio da tarde as filas já chegavam a uma hora de duração, nos postos mais movimentados.

O taxista aposentado Nelson Hauptman, 89, enfrentou 50 minutos de engarrafamento para encher meio tanque de gasolina num posto na rua Alberto Folloni, no bairro Juvevê, na zona norte da capital paranaense. “Esta guerra não é boa para ninguém”, afirmou.

Pela localização numa esquina, a fila de carros ocupava quase três quadras na rua Alberto Folloni, uma na rua São Sebastião e dobrava na rua Eurípides Garcez do Nascimento, onde se estendia por mais três quadras.

A engenheira civil Nicole Rodrigues, 26, alcançou a bomba após 40 minutos de espera. “Visito obras o dia inteiro e rodo bastante de carro”, diz ela, que costuma gastar de R$ 600 a R$ 1.000 por mês de combustível. Com o reajuste, esta despesa pode subir até R$ 1.200 mensais.

Num outro posto no cruzamento da rua Martim Afonso com a rua Brigadeiro Franco, no bairro Mercês, na zona central da capital, a fila começou a engrossar no meio da tarde com diversos carros que ocupavam faixas nas duas vias, dificultando o trânsito na região.

O motoboy Darci Mascarello Filho, 31, correu para a bomba assim que soube do reajuste de preços. “Rodo de 150 a 200 quilômetros por dia em Curitiba e região metropolitana e gasto R$ 400 por mês de gasolina. Com o aumento vou gastar R$ 500. Obviamente o frete também vai aumentar”, explica.

O Paranapetro, sindicato dos revendedores de combustíveis e lojas de conveniências do Paraná, denunciou que desde o último final de semana, “algumas distribuidoras já começaram a aumentar os preços de venda para os postos, antes de qualquer anúncio oficial de elevação na Petrobras, alegando uma maior entrada de combustíveis importados no mercado”.

“Esta é uma prática frequente: algumas distribuidoras costumam repassar os aumentos com grande agilidade para os postos, muitas vezes de imediato”, afirmou a entidade em nota.

Folhapress

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Inflação é a maior para fevereiro desde 2015 e vai a 10,54% em 12 meses

11 de março de 2022, 11:59

Foto: Reprodução

A inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), teve alta de 1,01% em fevereiro É a maior variação para o mês desde 2015, informou nesta sexta-feira (11) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado veio acima das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam taxa de 0,95%. O avanço em fevereiro significa uma aceleração frente a janeiro. No primeiro mês deste ano, a alta havia sido de 0,54%.

Até fevereiro, o IPCA chegou a 10,54% no acumulado de 12 meses. Na divulgação anterior, até janeiro, o avanço era de 10,38% nessa base de comparação. O indicador, em dois dígitos, está distante da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central). O centro da medida de referência neste ano é de 3,50%. O teto é de 5%.

De acordo com analistas, o IPCA deve voltar a estourar a meta em 2022. Se a estimativa for confirmada, será o segundo ano consecutivo de descumprimento. Em 2021, o avanço do índice foi de 10,06%. Educação e alimentação puxam alta mensal Em fevereiro, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta de preços. No mês, o maior impacto (0,31 ponto percentual) e a maior variação (5,61%) vieram de educação.

Dentro desse segmento, o maior impacto foi dos cursos regulares (6,67%), com destaque para ensino fundamental (8,06%), pré-escola (7,67%) e ensino médio (7,53%). Depois de educação, aparece o grupo de alimentação e bebidas. A alta foi de 1,28%, com contribuição de 0,27 ponto percentual.

“O grupo de alimentação sofreu impactos dos excessos de chuvas e também de estiagens que prejudicaram a produção em diversas regiões de cultivo no Brasil. Destacam-se, em particular, os aumentos nos preços da batata-inglesa (23,49%) e da cenoura (55,41%)”, disse Pedro Kislanov, gerente da pesquisa do IPCA. “No caso da cenoura, as variações foram desde 39,26% em São Paulo até 88,15% em Vitória. Além disso, as frutas subiram 3,55%”, completou.

Por outro lado, foram registradas quedas nos preços do frango inteiro (-2,29%) e do frango em pedaços (-1,35%), que também tiveram recuos em janeiro, de -0,85% e -0,71%, respectivamente. Já nos últimos 12 meses, o que mais pesou na inflação, de modo geral, foram os combustíveis, que acumularam avanço de 33,33%. Em fevereiro, esse item do grupo de transportes (0,46%) teve queda de 0,92%.

Guerra pressiona combustíveis e alimentos Para 2022, analistas até projetam uma taxa menor do que a do ano passado (10,06%), mas as preocupações voltaram a crescer devido aos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia. Com a tensão no Leste Europeu, commodities agrícolas e o petróleo dispararam no mercado internacional. Os reflexos dessa valorização começaram a aparecer com maior força no Brasil nos últimos dias.

Em razão do avanço do petróleo, a Petrobras anunciou na quinta-feira (10) mega-aumento em preços de combustíveis nas refinarias –alta de 18,8% na gasolina, de 16,1% no gás de cozinha e de 24,9% no óleo diesel. A decisão da estatal deve atingir o IPCA a partir de março. Antecipando os possíveis efeitos do petróleo sobre os combustíveis e as eventuais pressões de commodities agrícolas sobre alimentos no Brasil, analistas jogaram para cima as estimativas de inflação em 2022.

O economista André Braz, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), elevou sua projeção para o IPCA de 6,2% para 7,5%. O viés é de alta. Ou seja, o número previsto pode ficar ainda maior nas próximas semanas, conforme Braz. “Não é só o impacto dos combustíveis. Commodities como milho, soja e trigo também andam subindo e podem contaminar a inflação”, aponta. “Há, ainda, os efeitos indiretos provenientes dos aumentos dos combustíveis. O frete fica mais caro, o transporte público urbano pode ficar mais caro”, acrescenta.

Juros mais altos Como mostrou reportagem da Folha, o mega-aumento de combustíveis pode detonar um ciclo vicioso de mais inflação, juros e dívida pública na economia brasileira. A inflação persistente pode exigir que o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) reforce a subida de juros ao longo de 2022 -e mantenha a taxa básica elevada por mais tempo no ano que vem.

Em uma tentativa de conter o avanço dos preços, o colegiado levou a Selic para 10,75% ao ano na reunião mais recente, em fevereiro. Parte do mercado já vê a taxa acima de 13% ao final deste ano. A próxima reunião do Copom está agendada para os dias 15 e 16 de março.

Antes da guerra na Ucrânia, o brasileiro já havia sentido a disparada inflacionária. Ao longo da pandemia, houve carestia de alimentos e persistente ruptura da cadeia global de insumos, o que pressionou bens industriais. Preços administrados, como combustíveis e energia elétrica, também ficaram mais caros.

No Brasil, o dólar mais alto virou um componente adicional, já que intensificou a pressão. O câmbio, que impacta itens como os combustíveis, subiu em meio à turbulência política protagonizada pelo governo Jair Bolsonaro (PL). O avanço generalizado dos preços castiga sobretudo os mais pobres, que têm menos condições financeiras para enfrentar a carestia.

Folhapress

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Clientes do Itaú relatam sumiço de dinheiro e depósitos não esperados

03 de março de 2022, 15:28

Foto: Reprodução

Com relatos de problemas nos sistemas e dificuldades para acessar o aplicativo do banco, o Itaú Unibanco entrou nesta quinta-feira, 3, para os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil. Clientes reclamaram de saques indevidos em suas contas, enquanto outros falaram que receberam depósitos inesperados.

Houve ainda relatos de pessoas que não conseguiram entrar no aplicativo. O banco reconheceu o problema e afirma estar trabalhando para resolver a situação o “mais rápido possível”.

“Sumiu dinheiro da minha conta Itaú”, comenta um usuário no Twitter. “É erro do itau? Meu SALDO aumentou 129 reais DO NADA”, postou outro correntista do banco. “Meu deus, o Itaú bugou de vez. Paguei minhas contas ontem e do nada o dinheiro voltou todo pra minha conta”, ressalta outra correntista.

Ainda havia ainda relatos de dificuldade de acessar a aplicativo do banco. “O Itaú bloqueou o acesso ao app, não estou conseguindo acessar”, afirma uma correntista, reclamando que precisa pagar uma conta.

Procurado pela reportagem, o Itaú Unibanco informa que está “atuando para corrigir o problema de intermitência que afeta seus sistemas na manhã desta quinta-feira”, com impacto na demonstração do extrato e saldo de conta corrente para parte de seus clientes.

“O banco lamenta o transtorno e trabalha para que a situação seja corrigida o mais rapidamente possível”, afirma a nota.

A instituição também está respondendo às mensagens, algumas raivosas, de seus clientes nas redes sociais. “Olá! Pedimos desculpas por isso. Nosso time responsável está trabalhado pra regularizar”, respondeu o Itaú em uma delas.

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