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Vida que segue

03 de janeiro de 2019, 13:08

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Que se ame o outro como a si mesmo

27 de dezembro de 2018, 12:58

Mundo/Corrupção

Presidente argentino é convocado a depor por corrupção

11 de dezembro de 2018, 16:56

Vida que segue

03 de janeiro de 2019, 13:08

*Por Gervásio Lima - Luzes, fogos de artifícios, guloseimas, bebedeiras, presentes, presenças, visitas, choros, risos... Muitas emoções. Várias foram as experiências vividas pela população mundial nos períodos que antecederam e as datas que se comemoraram o nascimento de Jesus Cristo, 25 de dezembro (Natal) e o Dia da Confraternização Mundial, 1º de janeiro (Ano Novo). Amadas por muitos e odiadas por uma grande quantidade de pessoas, as chamadas ‘festas de final de ano’ são momentos felizes para quem gosta e tristes para os não adeptos, isso é fato; assim como reconhecer, independente de religião ou crença, que é um excelente momento para reflexão. Por tanto, é inegável que Natal e Ano Novo são dias festivos, de confraternização entre familiares, amigos, colegas de trabalho e até mesmo desconhecidos, uma mistura de religiosidade e profanidade. Mais um ciclo de 365 dias cumprido. Pelo calendário cristão se inaugura o 2019º ano atribuído à idade de Cristo. Concordando ou não com o sistema cronológico, acaba de ser ‘enterrado o ano velho’, 2018. Daqui para frente tudo pode ser diferente, ou não. Como diz o bordão do jornalista Chico Pinheiro, ‘vida que segue’. O certo é que 2019 é um ‘novíssimo’ ano e assim como aconteceu nos anos que lhe antecederam muita gente precisa ‘se virar nos trinta’ para conseguir vencê-lo. Para os menos abastados as inseparáveis fé e esperança continuarão caminhando juntas na justa busca de dias melhores, sendo feliz e agradecendo a vida que Deus lhes deu’. Em um momento onde as incertezas imperam, é preciso mais do que nunca repensar valores e ponderar sobre a vida e tudo que a cerca, com solidariedade, dedicação e gratidão, e lembrar sempre que com humildade é possível refazer os planos, reconsiderar os equívocos para retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz e plena. Como diz um dos sempre atuais pensamentos do filósofo alemão Friedrich Nietzsche: “Os povos só são tão enganados porque procuram sempre um enganador, isto é, um vinho excitante para seus sentidos. Contanto que possam obter esse vinho, contentam-se com o pão de má qualidade. A embriaguez lhes interessa mais que a alimentação — esta é a isca com que sempre se deixam pescar! “... Um dia me disseram Que as nuvens não eram de algodão Um dia me disseram Que os ventos às vezes erram a direção Quem ocupa o trono tem culpa Quem oculta o crime também Quem duvida da vida tem culpa Quem evita a dúvida também tem Somos quem podemos ser Sonhos que podemos ter”  -  Somos Quem Podemos Ser / Engenheiros do Hawaii *Jornalista e historiador

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Que se ame o outro como a si mesmo

27 de dezembro de 2018, 12:58

*Por Gervásio Lima - Tudo na vida passa, tudo no mundo cresce, nada é igual a nada não; tudo que sobe desce, tudo que vem, tem volta; nada que vive, vive em vão; nem todo dia é festa, nem todo choro é triste; nenhuma dor sempre será... A letra da música ‘Elas por Elas’, do grupo The Fevers retrata fielmente como o mundo é visto e vivido por uma grande parte das pessoas. Este tipo de comportamento humano é tema de discussões em diversas obras filosóficas. O suíço Jean-Jacques Rousseau,por exemplo, um dos principais filósofos do iluminismo, que possui uma forte relação com os ideais de liberdade disseminados em sua época, defendia que ‘o homem é fundamentalmente livre, e para que essa liberdade seja exercida de maneira plena é necessário que se saiba conviver em sociedade respeitando o espaço do outro. Os acontecimentos decorridos durante diversos momentos da vida são excelentes roteiros de filmes com os mais variados gêneros cinematográficos, que vão desde comédia, aventura, drama, romântico, até o suspense e o terror. A maneira como o enredo se desenvolveu levará o protagonista a decidir qual o gênero se aproxima mais com seu estilo de vida. É bom lembrar que as escolhas nortearão o futuro e revelarão como foi o passado. O bem que se faz no presente se transforma em um bom passado e em um futuro brilhante. Como disse o historiador francês, Alexis De Tocqueville, “quando o passado não ilumina o futuro, o espírito vive em trevas”. No livro ‘A vida que vale a pena ser vivida’ (2009), os autores Clóvis de Barros Filho e Arthur Meucci, ressaltam que ‘a vida vale a pena ser vivida apesar de todas suas dificuldades, tristezas e momentos de dor e angústia. O mais importante que existe sobre a face da terra é a pessoa humana. E surpreender o homem no ato de viver é uma das coisas mais fantásticas que existe’. Alimentar a alma de boas lembranças é valorizar a si mesmo e uma maneira de ver e viver o mundo. Possuir soberania para deliberar sobre a própria vida, com todos os riscos, é o único verdadeiro patrimônio de cada pessoa. É preciso que a sociedade se fortaleça para que possa resistir, cada vez melhor, contra todo tirano que pretenda empurrar-lhes goela abaixo a vida que vale a pena. Não se pode esquecer que essa vida é a sua, com seus sonhos, suas ilusões, seus medos e principalmente esperanças de verdadeiras mudanças para o bem comum. Para Jesus Cristo o sentido da vida está no amor ao próximo, por tanto que se ame o outro como a si mesmo. “... Vejo a manhã de sol entrando em casa Iluminando os gritos das crianças Os momentos mais bonitos na lembrança Não vão se apagar...” -  Retrovisor – Raimundo Fagner. *Jornalista e historiador

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Presidente argentino é convocado a depor por corrupção

11 de dezembro de 2018, 16:56

Franco e Gianfranco Macri teriam pago propinas em licitações . Ojuiz Claudio Bonadio, vai convocar Franco e Gianfranco Macri, respectivamente pai e irmão do presidente argentino, Mauricio Macri, para depor na próxima quinta-feira (13), em um tribunal de Buenos Aires. Os familiares do mandatário, que controlam o grupo de construtoras Socma, são investigados por supostos pagamentos de propinas para vencer licitações do governo com a empresa "Autopistas de Sol", vendida pela família em 2015. A transação foi realizada após a eleição de Macri, no valor de US$ 20 milhões, o que fez com que a ex-deputada Margarita Stolbizer denunciasse a presidência sob suspeita de que Macri pudesse ter beneficiado sua família ao autorizar o aumento dos preços dos pedágios nas estradas controladas pelo grupo. Angelo Calcaterra, ex-chefe da empresa IECSA que é primo do presidente, também será ouvido por Bonadio. Ele confessou ter feito doações às campanhas eleitorais kirchneristas de 2013 e 2015 e passou a ser um colaborador da Justiça. Bonadio convocou outros dirigentes de empresas concessionárias de estradas, como o presidente da holding Corporación America, Eduardo Arnekian, além de funcionários dos governos Kirchner, como o ex-ministro de Obras Públicas e Planejamento, Julio De Vido, para depor. O ex-secretário de Transportes, Ricardo Jaime, e o ex-chefe de Controle de Concessões Viárias, Claudio Uberti, também serão ouvidos. Uberti já se declarou culpado e colabora com a Justiça. Ele assumiu ter recebido semanalmente dinheiro de empresas, que era entregue ao então presidente (Néstor Kirhcner) e ao ex-secretário de Transportes De Vido. Cristina Kirchner é acusada de ser a chefe do esquema. O tribunal já pediu o impeachment da atual senadora para que ela cumpra prisão preventiva, mas o Senado não aprovou a medida. (ANSA)

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Ataque em igreja ocorre em meio a debate da liberação de armas no país

11 de dezembro de 2018, 16:30

.No ataque, ao menos quatro pessoas foram mortas a tiros, segundo o Corpo de Bombeiros O ataque a tiros desta terça-feira (11) na Catedral Metropolitana de Campinas (SP) ocorre no momento em que o país debate a ampliação do porte e da posse de armas, uma das principais bandeiras do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). No ataque, ao menos quatro pessoas foram mortas a tiros, segundo o Corpo de Bombeiros. A principal suspeita é de que um grupo de pessoas foi atacado por um homem, ainda não identificado, que entrou na igreja e atirou contra os fiéis. Segundo a PM, o suspeito se matou após o ataque -ele portava uma pistola 9 mm e mais um revólver. Segundo dados do Exército obtidos via lei de acesso à informação pelo Instituto Sou da Paz, cerca de seis armas são vendidas por hora no mercado civil nacional. Neste ano, até 22 de agosto, haviam sido vendidas 34.731 armas no total. "Nesse ritmo, teremos mais vendas em 2018 do que em 2016 e 2017, quando houve entre 40 e 47 mil. O brasileiro está buscando mais armas", diz o diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques. Apesar do aumento nas vendas, o estatuto do desarmamento, lei federal aprovada em 2003 e afrouxada nos últimos anos por meio de decretos e portarias, corre o risco de ser desmantelado a partir de 2019, no que depender do novo presidente. O estatuto regula o acesso a armas e restringiu o porte e a posse em todo o país. Pelo estatuto, hoje, para obter a posse é preciso ser maior de 25 anos, ter ocupação lícita e residência certa, não ter sido condenado ou responder a inquérito ou processo criminal, comprovar capacidade técnica e psicológica e declarar a efetiva necessidade da arma. Já o porte é proibido, exceto para forças de segurança, guardas, entre outros. Entenda aqui as regras de posse e porte de armas no país. Além das vendas recentes, o número de novas licenças para pessoas físicas, concedidas pela Polícia Federal, tem crescido consistentemente nos últimos anos, bem como os registros para colecionadores, caçadores e atiradores desportivos, dados pelo Exército. No total, hoje, são mais de meio milhão de armas nas mãos de civis: 619.604. "No debate eleitoral, se falava que é impossível comprar arma no Brasil. Mas os dados mostram que isso é falso", diz o diretor do Sou da Paz. Para o pesquisador em segurança pública Fabrício Rebelo, favorável à liberação do porte, os números são baixos em relação à população do país. "É ínfimo. No Uruguai, há uma arma para cada seis pessoas." Em discursos, Bolsonaro defendeu mais de uma vez a mudança do estatuto do desarmamento. "No que depender de mim, com a ajuda de vocês, todos terão porte de arma de fogo", disse ele, em 2017, em Belém. A proposta constava no plano de governo: "Reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à LEGÍTIMA DEFESA". Nos últimos anos, algumas medidas flexibilizaram a lei, como um decreto presidencial de 2016, que ampliou a validade do registro de armas de três para cinco anos. Uma portaria do Exército, de 2017, também significou um afrouxamento do estatuto. A medida permite que atiradores desportivos levem suas armas, carregadas com munição, até o local de tiro. +Dois anos após assassinato, ossada de mulher é encontrada no DF Atualmente, 55% dos brasileiros acham que as armas devem ser proibidas por representarem ameaça à vida dos outros, e 41% avaliam que possuir uma arma legalizada deve ser direito do cidadão que queira se defender. Os dados são de pesquisa Datafolha de outubro deste ano. Em novembro de 2013, 68% achavam que as armas deveriam ser proibidas, e só 30% queriam armas liberadas. ESTUDOS CIENTÍFICOS Segundo estudos científicos, ampliar o acesso a armas não reduz conflitos com mortes. De acordo com o professor de saúde pública da Universidade Harvard (EUA) e diretor do Centro de Pesquisa em Controle de Ferimentos da mesma instituição, Dave Hemenway, todas as evidências apontam na direção de menos segurança com armas. "Uma arma dentro de uma casa aumenta o risco de que seus moradores cometam suicídio ou se envolvam em um acidente fatal. Aumenta ainda o risco de mulheres e crianças serem assassinadas com a arma doméstica", explica ele. Segundo Hemenway, as pesquisas sugerem que os riscos e prejuízos de se ter uma arma em casa superam qualquer potencial benefício. Centenas de estudos realizados pelo mundo, alguns poucos no Brasil, partiram de diferentes evidências e modelos de cálculo para chegarem a uma mesma conclusão: onde há mais armas, há mais mortes. A resistência do campo pró-armas está em questionar essa relação de causalidade (em que um fator leva a outro) -sem que se apresentem dados e evidências do contrário. Este campo defende a hipótese do uso defensivo de armas, segundo a qual a proliferação de armamentos diminuiria a incidência de crimes ao mudar o cálculo de risco de criminosos. Eles seriam desencorajados do enfrentamento diante da maior probabilidade de encontrarem resistência inesperada por parte da vítima. Para Rebelo, favorável à liberação do porte, "a grande questão neste debate é democrática". "Tivemos um referendo sobre comércio de armas em 2005, e a população fez a opção por manter a comercialização de armas. É preciso alinhar a legislação à vontade da população", argumenta. "Argumentos teóricos abstratos vão existir dos dois lados", pondera o economista Rodrigo Soares, professor da Universidade Columbia (EUA). "O que fica muito claro neste debate é que a posição do grupo que defende as armas é inteiramente ideológica, porque não tem ligação com fatos ou compromissos." Para ele, "para continuar no debate, esse campo tem que produzir evidência científica mais robusta para o Brasil". De acordo com o canadense Robert Muggah, diretor de pesquisa do Instituto Igarapé e especialista em segurança pública, apesar de todo o peso das evidências que apontam que mais armas geram mais mortes, muita gente acredita que armas podem deixar as pessoas mais seguras. "É um debate semelhante ao do aquecimento global, em que 95% dos estudos indicam indução humana das mudanças climáticas e muita gente ainda duvida disso", afirma. SEGURANÇA PÚBLICA Há um ponto, no entanto, em que os dois lados do debate parecem concordar: proliferação de armas não é estratégia de segurança pública. Para Rebelo, "a liberação de armas não pode transferir para o cidadão a contenção da criminalidade". Segundo ele, o reforço na atuação policial e investigativa é imprescindível para baixar os altos índices brasileiros de criminalidade. "O que eu defendo é dar ao cidadão a chance de ele mesmo exercer sua defesa tendo falhado o aparato do Estado." +'As pessoas estavam rezando', diz guarda de Campinas Já o economista do Ipea Daniel Cerqueira, conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, aponta outras razões para a mesma negativa. "Não tenho dúvidas de que será uma tragédia no país se houver um 'liberou geral' das armas de fogo", diz. "Primeiro porque arma em casa conspira contra a segurança do próprio lar. E segundo porque a arma legal conspira contra a segurança pública, uma vez que várias delas serão extraviadas ou roubadas, aumentando a oferta de armas no mercado ilegal, o que facilita o acesso a elas pelo criminoso mais desorganizado, que vai para esquina e comece um latrocínio." REVOGAR ESTATUTO Para revogar o estatuto do desarmamento é preciso aprovar uma nova lei no Congresso. Um projeto do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB), de 2012, tem a tramitação mais avançada: está pronto para votação no plenário. Para se tornar lei, precisa ser aprovado por maioria simples na Câmara e, se passar sem alteração no Senado, segue para sanção presidencial. Esse texto, aprovado por uma comissão especial em 2015, tem mais de 40 projetos anexados. Dentre as mudanças, o projeto reduz a idade mínima da posse, de 25 para 21 anos, e permite que pessoas respondendo a inquérito ou processo criminal comprem armas, contanto que não tenham sido condenadas por crime doloso. O projeto de lei também retira a obrigatoriedade de apresentar uma efetiva necessidade para ter uma arma, ponto avaliado hoje pela PF. O porte seria liberado para maiores de 25 anos que cumprirem os requisitos para a posse. Caso não seja votado até o final desta legislatura, o projeto é arquivado, mas pode ser reaberto pelo autor em 2019. "A nova composição da Câmara demonstra simpatia ao projeto e eu acredito que isso seja um ponto forte para a aprovação", diz Peninha. Segundo levantamento do Sou da Paz, há mais de 160 propostas em tramitação no Congresso para alterar o estatuto. Muitas pedem o porte de armas para categorias profissionais, como advogados, caminhoneiros e taxistas. No Senado, tramita um projeto para convocar um plebiscito de revogação do estatuto. Sem o Congresso, Bolsonaro pode tentar alterar a regulamentação da lei para ampliar o acesso a certos tipos de armas ou flexibilizar a posse por decreto. Em entrevista, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendeu que seu pai, Jair Bolsonaro, faça um decreto definindo de forma clara o que é "efetiva necessidade", cuja declaração é exigida atualmente pela Polícia Federal. A possibilidade de mudança do estatuto pelo presidente, contudo, não é consenso entre especialistas. Alguns alertam que isso seria "legislar por decreto", o que poderia ser questionado juridicamente. Com informações da Folhapress.

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Câmara aprova aumento de pena para maus-tratos a animais

11 de dezembro de 2018, 16:19

(Foto: © Reuters)

Hoje, há punição de três meses a um ano de prisão para quem praticar maus-tratos, ferir ou mutilar animais. Pela proposta, essa pena será ampliada para um a quatro anos de detenção A Câmara aprovou nesta terça-feira (11) um projeto de lei que amplia punições para casos de maus-tratos a animais. O texto segue para análise do Senado. Hoje, há punição de três meses a um ano de prisão para quem praticar maus-tratos, ferir ou mutilar animais. Pela proposta, essa pena será ampliada para um a quatro anos de detenção. O texto ainda traz agravantes de pena, com ampliação do prazo de prisão de um sexto a um terço para casos de zoofilia ou se o animal morrer. Nos últimos dias, um caso de maus-tratos envolvendo uma cadela que acabou morrendo após agressão em um supermercado em Osasco (SP) gerou reação e protestos. O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para apurar responsabilidades na morte da cadela Manchinha, resgatada ferida de uma unidade do Carrefour em Osasco. Apontado como responsável por ferimentos no animal, o segurança da loja foi afastado preventivamente durante as investigações e foi ouvido pela Polícia Civil. Segundo a Secretaria de Segurança, ele disse que acertou a cadela com a barra de alumínio de forma não intencional, no estacionamento do mercado. O Carrefour reconheceu o "grave problema" e informou que está colaborando com as autoridades e que não se eximirá das responsabilidades. Com informações da Folhapress.

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Os benefícios de comer um dente de alho por dia

11 de dezembro de 2018, 16:10

Comer alho regularmente ajuda a melhorar a digestão e faz com que o organismo absorva melhor os nutrientes dos alimentos Oalho é um dos remédios naturais mais antigos e populares do mundo, e já era utilizado por Hipócrates - considerado o pai da medicina ocidental - há mais de 2 mil anos, para tratar inúmeras doenças. O que faz do alho um superalimento são uma série de compostos sulfurosos como a alicia e o dialil sulfito, os mesmos que conferem ao vegetal seu odor característico, além de possuir uma alta concentração de vitaminas A, C, B6 e B1, e dos minerais selênio, manganês, ferro, magnésio, fósforo, cobre e potássio. Poderoso anti-inflamatório, o alho possui ainda propriedades anti-fúngicas. Para que as propriedades do alho sejam potencializadas, o ideal é consumi-lo cru, já que com o calor do cozimento as suas capacidades benéficas podem reduzir consideravelmente.

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Apenas lembranças?

06 de dezembro de 2018, 12:29

Tardes de comilança e afeto na casa da avó (Foto: Omario Brunelleschi)

*Por Gervásio Lima  -     É provável, ou praticamente certeza, que o passado seja a fase mais importante da vida. É nele que se encontra o nascimento e diversas outras importantes passagens essenciais para que tudo que encontramos no presente tenha sido possível. O passado é passado quando se remete ao ruim, mas quando o bem o acompanha ele se torna presente e elemento indispensável para o futuro. O pretérito pode ser, literalmente, perfeito e imperfeito e às vezes mais que perfeito e o pior, ou melhor, independe exclusivamente da própria vontade. O que passou na verdade é uma lição, podendo ser interpretada de inúmeras formas. A parte ruim do aprendizado é excluída; aquilo que contribuiu de alguma forma fica em ‘standby’ (em espera), para caso seja preciso ser usado em algum momento e tudo que for de positivo deve ser multiplicado e compartilhado, tanto com os afetos e até mesmo pelos ‘não afetos’. Os eventos que ocorreram em algum momento da vida servem como sementes para reflexões e até mesmo para mudanças que possam irradiar durante todo o tempo. As lembranças, 'redundantemente' falando, nostálgicas e reminiscentes são salutares. Viajar ao passado faz bem para o corpo e para o coração; ‘acalenta, afaga e acalma a alma’. Lembrar de um familiar, de um amigo, de colegas de escola, das brincadeiras de infância e de outros tantos momentos marcantes às vezes dói, mas na maioria das vezes faz mesmo é um bem danado. A lembrança é um bem para àquele que sabe viver o presente e um pesadelo para quem vive preocupado com o futuro. O que acontece no agora gerará conseqüência com o que vai acontecer nestante. Ou seja, o que fazemos hoje poderá nos trazer boas lembranças amanhã. Para que o hoje seja o antônimo do tropeço do ontem é necessário seguir e praticar o óbvio: fazer o bem sem olhar a quem. Lembrança é vida, é existência, é mais presente que passado. A pior sujeira é aquela construída para o futuro. A escuridão sempre chega após um dia iluminado. A luz do sol é uma boa lembrança do dia quando cai a noite. A saudade inicia no crepúsculo. Mas é você que ama o passado E que não vê É você que ama o passado E que não vê Que o novo sempre vem... Como Nossos Pais - Antonio Belchior *Jornalista e historiador

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Crivella nega apoio a Barco de Iemanjá e revolta umbandistas

04 de dezembro de 2018, 14:22

(Foto: © Alexandre Macieira/ Riotur)

'Sinto-me profundamente decepcionada com o trato desrespeitoso', diz presidente da Congregação Espírita Umbandista do Brasil, Mãe Fátima Damas Assim como no ano passado, a Prefeitura do Rio, comandada por Marcelo Crivella, decidiu não apoiar o Barco de Iemanjá. A procissão que vai do Estácio, no Centro da cidade, à Praia de Copacabana, na Zona Sul, já virou tradição, chegando à sua 14ª edição em 2018. Conforme apurado pelo jornalista Ancelmo Gois, do 'Globo', o evento será realizado no dia 29 de dezembro. A Congregação Espírita Umbandista do Brasil está fazendo uma vaquinha para custeá-lo. "Sinto-me profundamente decepcionada com o trato desrespeitoso, por mais um ano, com o patrimônio imaterial de nossa cidade", disse a presidente da congregação, Mãe Fátima Damas.

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Brasil sobe dez posições em ranking de países com maior risco climático

04 de dezembro de 2018, 14:15

O país passou de 89º para 79º em 2017, na comparação com 2016 Eventos extremos como secas e chuvas intensas, com deslizamentos de terra, têm sido cada vez mais frequentes no Brasil e já deixam o País numa situação mais vulnerável em termos de perdas. É o que mostra a nova edição do Índice Global de Risco Climático, elaborado pela organização Germanwatch e lançado nesta terça-feira (4) na Conferência do Clima da ONU que ocorre em Katowice (Polônia). O Brasil subiu dez posições no ranking de países mais impactados por eventos climáticos extremos, passando de 89º para 79º em 2017, na comparação com 2016. O ano passado, de acordo com o levantamento, foi o campeão em perdas relacionadas ao clima. Pelo menos 11.500 pessoas morreram em decorrência de eventos climáticos extremos, que levaram a prejuízos de cerca de US$ 375 bilhões. O principal vetor das perdas e danos foi a temporada de furacões particularmente forte que atingiu o Mar do Caribe. Tanto que Porto Rico e Dominica foram os países que, respectivamente, ocupam o primeiro e o terceiro lugar no ranking. Ambos foram fortemente atingidos pelo furacão Maria, um dos furacões que mais causou mortes e prejuízos já registrados. "Tempestades recentes com níveis de intensidade nunca antes vistos tiveram impactos desastrosos", afirmou David Eckstein, da Germanwatch, principal autor do índice, em comunicado distribuído à imprensa. O segundo país no ranking foi o Sri Lanka. Lá, chuvas excepcionalmente fortes causaram inundações que mataram 200 pessoas e deixaram centenas de milhares de pessoas desabrigadas. Esse tipo de evento - tempestades e suas diretas implicações, como inundações e deslizamentos de terras - foi a principal causa de dano em 2017. Entre os dez países mais afetados, quatro foram atingidos por ciclones tropicais. Apesar de os países em desenvolvimento estarem entre os mais afetados e também serem os que mais têm dificuldade para se recuperar (oito dos dez mais afetados são nações com baixa renda), o aumento do risco também se observa em países ricos. Portugal, por exemplo, passou da 21ª posição no ranking em 2016 para a 11ª na edição deste ano, por causa dos incêndios florestais. No caso dos Estados Unidos, a mudança foi ainda maior: saltaram da 28ª posição para a 12ª, também como reflexo dos furacões. De 1998 a 2017, Porto Rico, Honduras e Mianmar foram as nações mais afetadas, de acordo com o índice de longo prazo. Neste período, globalmente mais de 526.000 mortes foram diretamente ligadas a mais de 11.500 eventos climáticos extremos. Os danos econômicos foram de aproximadamente US$ 3,47 trilhões. Para o futuro, a tendência é que esses eventos piorem no mundo inteiro com a intensificação das mudanças climáticas, alerta o relatório. Com informações do Estadão Conteúdo.

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Novo currículo do ensino médio é aprovado e aguarda homologação

04 de dezembro de 2018, 13:55

O prazo de implementação da base será de dois anos Mesmo considerada ainda limitada, a versão final da Base Nacional Comum Curricular do ensino médio foi aprovada nesta terça-feira (4) pelo CNE (Conselho Nacional de Educação). O Ministério da Educação precisa homologar o texto, que nem foi divulgado. A homologação deve ocorrer dia 14. O prazo de implementação da base será de dois anos. Isso depende também das redes estaduais e escolas privadas. A base é um documento que vai nortear o que alunos do ensino médio, de escolas públicas e privadas, devem aprender. A etapa é considerada um dos maiores gargalos da educação básica. O governo Michel Temer buscava terminar este mandato com a base aprovada, a despeito da avaliação de especialistas e de vários conselheiros de que o documento ainda tem falhas. Além de encerrar um processo de discussão curricular iniciado em 2014, ainda no governo Dilma Roussef (PT), a aprovação desta terça representa um passo crucial para a implementação da reforma do ensino médio, outra bandeira do governo Temer. A reforma do ensino do médio aprovada pelo governo de forma acelerada em 2016, por meio de medida provisória, flexibiliza a etapa e o prazo de implantação se inicia dois anos após a homologação da base. Havia o temor de que, sem a base aprovada, a implementação da reforma pudesse perder força. Ainda não há detalhes sobre como a equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), vai lidar com o tema. No programa de governo apresentado nas eleições, Bolsonaro promete mudar o texto. "Não foi tentativa de aprovar antes do governo que virá, é uma politica de Estado que vem desde o PNE [Plano Nacional de Educação, aprovado em 2012]", diz a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Smole. "O que virá depois é de responsabilidade de quem virá depois." A base referente à educação infantil e ensino fundamental foi aprovada em dezembro de 2017 e já está em implementação em estados e municípios. O texto final do ensino médio foi aprovado à revelia de um dos relatores, professor Chico Soares, que se retirou da função e se absteve da votação por discordar do resultado final. Entre as críticas, está a omissão das menções às disciplinas, uma vez que a base do ensino médio só fala em áreas de conhecimento. Para ele, a ausência de referências de transição do esquema atual de disciplinas para um sistema por áreas vai ser um entrave para implementação. "O CNE recebeu a manifestação de vários grupos da sociedade brasileira sobre a necessidade de contemplar as disciplinas no projeto de reforma do ensino médio. Há razões epistemológicas que as sociedades científicas estão evidenciando, há as limitações da formação dos atuais professores, que os gestores anunciam. Há os argumentos sindicais e jurídicos sobre os contratos de trabalho dos professores", declarou. "Desconsiderar todas estas manifestações e apagar as disciplinas do projeto não me parece adequado nem prudente." Soares não assinou o relatório, ficando apenas como relator o conselheiro Joaquim Neto. Soares ainda criticou a ausência de referências teóricas para embasar as decisões. O ex-membro do CNE César Callegari também havia se retirado da relatoria por discordar dos trabalhos. Audiências públicas para discutir a base foram suspensas por manifestações de professores e alunos. Durante a reunião desta terça, vários conselheiros falaram que o texto aprovado era a "a base possível de ser aprovada". Sem divulgação, a reunião ocorreu em auditório praticamente esvaziado. A versão final da base do ensino médio, ainda não publicada oficialmente, só traz detalhamento de habilidades em português e matemática. As áreas de ciências da natureza e ciências humanas só são contempladas com a descrição de competências gerais. Essa disposição já havia sido criticada. Com a reforma do ensino médio, a etapa passou a ser dividida em dois blocos. Uma parte comum, em que os conteúdos são vinculados à base, e outra em que os alunos escolhem entre cinco áreas (caso haja oferta nas escolas): linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e ensino técnico. Segundo Kátia Smole, haverá um documento separado com referências sobre essas áreas para apoiar os estados a construírem os currículos. "Os próximos passos são de muito trabalho e entra uma série de ações para aproximar e ajudar os sistemas e redes", diz. O MEC vai apresentar um programa de apoio à implementação. Para Alice Ribeiro, do Movimento pela Base, a versão aprovada trouxe avanços com relação ao texto que chegou ao CNE. "Há avanços importantes como uma maior conexão entre as duas bases e nova redação das habilidades para torná-las mais claras". Após os dois anos de implantação, há prazo de três anos para a base ser revista. O texto já deve servir de fundamento para próximo ciclo do programa de livros didáticos do governo. Com informações da Folhapress.

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Papa Francisco preocupado que ‘moda’ da homossexualidade invada a Igreja

02 de dezembro de 2018, 11:43

Papa Francisco beija testa de criança no Vaticano, em 1º de dezembro de 2018

O papa Francisco está "preocupado" com o número de sacerdotes e religiosos homossexuais, estimando que a Igreja Católica poderia se ver invadida pela "moda" da homossexualidade, segundo revelou um livro de entrevistas publicado na Itália neste sábado (1). "A homossexualidade é um assunto muito sério que deve ser discernido adequadamente pelos candidatos" ao sacerdócio e à vida religiosa, declarou o pontífice argentino no livro intitulado "A força de uma vocação", que será publicado em 10 idiomas. "Em nossas sociedades, inclusive, parece que a homossexualidade está na moda e esta mentalidade, de certo modo, também afeta a vida da Igreja", acrescentou. "É algo que me preocupa". Após a sua escolha em 2013, o papa Francisco adotou um tom mais acolhedor com os homossexuais, lançando sua agora famosa frase "Quem sou eu para julgar?" e recebendo casais homossexuais. Mas a sua postura sobre a homossexualidade continua sendo a da Igreja. Um documento oficial de 2005 proíbe o acesso ao sacerdócio de qualquer homem com tendências homossexuais, apesar de muitos bispos optarem por fazer vista grossa, especialmente devido à drástica queda das vocações, em grande parte no mundo ocidental. No livro de entrevistas, Francisco pede aos responsáveis dos seminários e noviciados que mantenham os olhos abertos e, inclusive, detectem candidatos que poderiam desenvolver "mais tarde" essas "tendências". "Na vida consagrada e no sacerdócio, não há lugar para este tipo de afeto, por isso a Igreja recomenda que as pessoas com este tipo de tendência profundamente arraigada não sejam aceitas no ministério ou na vida religiosa", explicou o pontífice argentino. Os homossexuais que já são sacerdotes ou religiosos "devem ser estimulados a viver plenamente o celibato e, sobretudo, serem totalmente responsáveis, sem buscar criar escândalos em sua comunidade ou entre os fiéis que vivem uma vida dupla", acrescenta o papa. "É melhor que renunciem ao sacerdócio ou à vida consagrada do que vivam uma vida dupla", insistiu.

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Preguiça baiana dá doutorado a uma paulista!!!

26 de novembro de 2018, 07:52

Por Girimias Dourado  -   "Preguiça baiana" é faceta do racismo. A famosa "malemolência" ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na USP. A pesquisa que resultou nessa tese durou quatro anos. A tese, defendida no início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de "festa eterna". Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. "Quem se diverte é o turista", diz a antropóloga. O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas,que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista. A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que consideravam os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão????). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando- os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de "proteção" dos seus empregos. Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem. "Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil", diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: "A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo". Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente "Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades." O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na américa latina. Para tirar as conclusões acerca da origem do termo "preguiça baiana", a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnavaal na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval), uma empresa, com sede no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil). Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados "desocupados" (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13° lugar. Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o estado e inflado a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos, financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor). Faça o favor de encaminhar este artigo ao maior número possível de pessoas. Para que, desta forma, possamos acabar com este estereótipo de que o baiano é preguiçoso. Muito pelo contrário, somos dinâmicos e criativos. A diferença consiste na alegria de viver, e por isso, sempre encontramos animação para sair, depois do expediente ou da aula, para nos divertir com os amigos.

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