Jerônimo desmente ACM Neto sobre campus da Uneb em Ipirá e diz que ex-prefeito desconhece a Bahia (VÍDEO)

23 de setembro de 2026, 16:24

O governador Jerônimo Rodrigues desmentiu, nesta quarta-feira (23), a afirmação feita por ACM Neto durante visita a Ipirá de que o ex-prefeito de Salvador teria participado da implantação de um campus da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) no município. Segundo Jerônimo, o candidato do União Brasil desconhece a realidade do estado e faltou com a verdade ao falar sobre a presença da universidade na região. “Meu opositor ACM Neto foi para Ipirá. Eu vou ter que mandar um mapa para ele. Ipirá fica na Bacia do Jacuípe”, afirmou Jerônimo, em sabatina em uma emissora de televisão de Salvador. O governador também corrigiu a declaração de que ACM Neto teria sido responsável pela implantação de um campus na cidade. “Ele disse: ‘fomos nós que fizemos uma Uneb’ na cidade. Não existe prédio da Uneb em Ipirá, candidato”, explicou Jerônimo. A declaração de ACM Neto ocorreu durante uma agenda em Ipirá nesta semana, quando ele afirmou que uma de suas prioridades seria “reabrir” um campus da universidade estadual no município, que teria sido inaugurado, segundo ele, por uma iniciativa enquanto era deputado. Uneb também desmente ACM Neto A própria Uneb afirma, em nota, que não houve processo de criação de um campus da universidade em Ipirá. De acordo com a instituição, a criação de um campus depende de decisão do Conselho Universitário (Consu), sua instância máxima deliberativa, e não houve tramitação de processo dessa natureza relacionado ao município. A universidade afirma que já foram realizadas atividades em Ipirá com cursos e ofertas específicas de programas especiais de formação. Ainda segundo a Uneb, as instalações utilizadas foram cedidas pelo município. Durante a entrevista, Jerônimo firmou o compromisso de trabalhar para criar, junto ao Governo Federal, a Universidade Federal da Bacia do Jacuípe.

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Eleições 2026: confira 6 dicas para ajudar a escolher seus candidatos

23 de setembro de 2026, 14:47

Conheça critérios que podem auxiliar na escolha dos representantes (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A menos de duas semanas do primeiro turno das Eleições de 2026, muitos eleitores ainda não definiram em quem vão votar. Neste ano, a tarefa de escolher, entre tantos candidatos, aqueles mais aptos a representar os interesses da população, contou com mais um complicador: as notícias relacionadas ao caso Master e à crise do Supremo Tribunal Federal (STF) reduziram o debate das propostas.  A Agência Brasil ouviu especialistas que indicaram caminhos que podem ajudar eleitores a escolherem seus candidatos com mais critérios, buscando aqueles mais alinhados a seus interesses e visões de mundo, além de evitar armadilhas como os “puxadores de voto” e propostas genéricas. Saber quem financia as campanhas, quais são as propostas de cada candidato e de que forma elas vão impactar a realidade prática de cada eleitor são estratégias para um voto responsável.  1) Eu, o eleitor  Antes de avaliar as propostas ou o currículo dos candidatos é importante olhar para si mesmo e para sua coletividade. Alguns questionamentos podem guiar essa reflexão: A qual grupo social e econômico eu pertenço? Com quais ideologias e visões de mundo eu me identifico? Quais problemas eu espero que o Poder Público priorize?   João Feres Júnior Doutor em Ciência Política da IESP UERJ. Foto: João Feres Júnior/Arquivo Pessoal - João Feres Júnior/Arquivo Pessoal Em política, nem sempre os interesses convergem. Um empresário, um trabalhador assalariado e um profissional autônomo não necessariamente avaliam do mesmo jeito uma proposta como, por exemplo, o fim da escala 6x1.  Homens e mulheres podem ter urgências distintas. Elas, inclusive, são mais da metade (53%) do eleitorado. Ainda assim, na atual legislatura, ocuparam apenas 15 das 81 cadeiras do Senado e 91 dos 513 assentos da Câmara dos Deputados.  Não existe governo que agrade a todos o tempo todo. Toda decisão política implica escolhas distributivas. Quem governa pensando no bem comum tem que necessariamente administrar conflitos decorrentes de interesses divergentes, avaliando os impactos de suas ações.  “Por isso é fundamental o eleitor saber quais são seus interesses políticos e econômicos”, diz o professor de Ciência Política da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, João Feres Júnior.  Ele destaca que muitos eleitores não têm clareza quanto aos seus próprios interesses – nem certeza de que, uma vez eleitos, os candidatos os representarão de fato.  “Claro que há prioridades em relação às representações. Há partidos e candidatos que optam por atender prioritariamente aos mais pobres. Outros fazem políticas que beneficiam principalmente os mais ricos. E muitos eleitores não sabem, de fato, quais são suas prioridades. Principalmente porque, idealmente, o eleitor deve procurar se informar da melhor forma possível, mas, na prática, ele nem sempre tem acesso a informações de qualidade – principalmente quanto às boas práticas políticas, já que a imprensa está mais interessada em cobrir os escândalos”, pondera.   2) O que faz um político?  Compreenda as atribuições de cada cargo; o que cada candidato, se eleito, poderá ou não fazer, de acordo com a lei. Passo básico, mas essencial para evitar frustrações e reduzir as chances de cair em falsas promessas — como um candidato a deputado prometendo construir um hospital ou pavimentar ruas, algo que cabe ao Poder Executivo decidir e executar – ou seja, presidente, governadores e prefeitos.   “Parte das pessoas tem pouca informação sobre as competências dos legisladores”, diz a socióloga Débora Messemberg, professora da Universidade de Brasília (UnB).  “Um senador ou um deputado federal têm muito poder para indicar a destinação das verbas públicas, seja porque aprova o Orçamento [da União], seja por meio de emendas [parlamentares]. Só que eles não executam [as políticas públicas]. Saber isso importa. Até porque, os candidatos [ao Poder Legislativo] que prometem fazer obras, construir não sei o que lá, estão dando uma clara demonstração negativa”, pondera Débora.  A saber, compete:  Ao Presidente da República: Exercer o Poder Executivo e a direção da administração federal; nomear e exonerar ministros de Estado e ocupantes de outros cargos da administração federal; comandar as Forças Armadas; enviar ao Congresso Nacional, anualmente, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e a proposta de orçamento; sancionar, promulgar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso Nacional, bem como expedir decretos presidenciais que tratem da organização e funcionamento da administração federal; manter relações com Estados estrangeiros; celebrar tratados e convenções internacionais, entre outras coisas.  Aos Governadores: Nomear e exonerar secretários estaduais; sancionar, promulgar ou vetar leis aprovadas pela Assembleia Legislativa estadual; decretar e executar a intervenção nos municípios; administrar a segurança pública no estado, inclusive nomeando os dirigentes das polícias Militar e Civil, bem como a rede estadual de ensino; os hospitais regionais e a infraestrutura de rodovias estaduais entre outras atribuições.  Aos Deputados: O deputado federal atua no Congresso Nacional; o estadual, na Assembleia Legislativa do seu estado e os distritais, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Cabe a eles, entre outras coisas, aprovar e modifica leis, fiscalizar o Poder Executivo (federal, estadual ou distrital, conforme o caso) e participar da elaboração do orçamento público (definindo para onde vão os recursos por meio de emendas e votações).  Aos Senadores: Representar, no Congresso Nacional, a unidade federativa pela qual foi eleito; discutir, votar e aprovar leis federais; sabatinar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), diretores de agências reguladoras e julgar autoridades etc  3) Ações valem mais que palavras  Avalie o currículo, o histórico e as propostas do candidato.  Quem o financia ou o apoia?  Quais partidos compõem sua coligação e de que setores vêm seus principais apoios (grandes corporações, instituições financeiras, sindicatos, movimentos sociais)?  As propostas que ele apresenta atacam a raiz dos problemas ou não passam de discursos genéricos?  Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Francisco Uribam Xavier de Holanda, professor da Univ. Fed. do Ceará (UFC) Foto: Francisco Uribam/Arquivo pessoal - Francisco Uribam/Arquivo pessoal Para o professor de Ciência Política da Universidade Federal do Ceará (UFC), Francisco Uribam Xavier de Holanda, analisar o conteúdo de campanha dos candidatos não é algo simples, pois exige um tempo de que a maioria dos eleitores não dispõem. Ainda assim, é algo da maior relevância.  “Para a maioria das pessoas, é difícil encontrar tempo para fazer isso. Além do mais, é muito complicado para o cidadão se inteirar de algo tão sofisticado quanto os processos de financiamento de campanha, o uso do fundo partidário e os financiamentos privados – que muitas vezes são camuflados”, alerta Uribam.  Ele também destaca que quase a totalidade dos candidatos elabora seus discursos e propostas com base em pesquisas eleitorais, raramente esclarecendo quais interesses e grupos realmente defendem.  Se o candidato já ocupa um cargo político, verificar seu histórico e como ele votou ou atuou em projetos relevantes pode ajudar o eleitor a identificar incoerências, discursos vazios ou falsas promessas.  “De certa forma, a campanha política é feita para manufaturar a vontade do eleitor, que tem que, a partir de sua condição de vida, pensar quem é que, quando chega ao poder, faz alguma coisa que ele percebe que lhe beneficia. Se eu tenho um filho pequeno e não tenho condições de pagar uma escola particular, quem são os políticos que não só incluem em seus programas a defesa das escolas públicas, mas que, se já tiveram oportunidade, fizeram com que estas chegassem ao meu bairro, à minha cidade?”, destaca Uribam.  As propostas de governo, bem como a declaração de bens e a prestação de contas, com a relação de todos os doadores de campanha, podem ser consultados no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  4) Alinhamento partidário  Naiara Sandi de Almeida Alcântara, professora da UFPA. Foto: Naiara Sandi/Arquivo pessoal No sistema político brasileiro, ninguém atua de forma isolada. Mesmo que nem todos os partidos tenham uma linha ideológica clara, é de se esperar que seus filiados demonstrem um alinhamento mínimo, uma disciplina partidária.  “Cada partido tem seu programa, sua posição política e compõe uma bancada”, destaca a cientista política Naiara Sandi de Almeida Alcantara, professora da Universidade Federal do Pará (UFPA).  Para Naiara, isso fica mais perceptível no Poder Legislativo, já que, em muitas votações, vale a chamada orientação de bancada – recomendação dada pelo líder partidário aos parlamentares de seu partido ou bloco parlamentar para que se posicionem ou votem em determinado sentido.  Ou seja, um candidato pode se apresentar com um discurso e, quando eleito, se alinhar à diretriz partidária, mesmo que contrariamente aos interesses que prometeu defender.  “Daí a importância de o eleitor conhecer não só as propostas e as trajetórias individuais dos candidatos, mas também as posições que o partido ao qual o candidato é filiado costuma adotar; seu programa e a quais outros partidos ele está associado”, acrescentou a cientista política.  Para avaliar os partidos com rigor, o eleitor deve procurar observar:  Como a legenda tem votado;  As pautas que o partido historicamente apoia;  Sua consistência ideológica;  Suas alianças com outros partidos nesta e em outras eleições.  5) Puxadores de voto  Em 2010, Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, obteve mais de 1,35 milhão de votos, tornando-se o candidato a deputado federal mais votado do Brasil naquele ano. Em sua estreia na política, Tiririca ajudou a eleger outros três candidatos à Câmara dos Deputados, seus correligionários.  Embora não fosse uma novidade, o fenômeno passou a ser chamado de Efeito Tiririca. Isso é possível porque no chamado sistema proporcional (que, no Brasil, é usado na escolha de deputados federais, estaduais e distritais, além de vereadores, nas eleições municipais) os candidatos são eleitos conforme o chamado quociente eleitoral. O cálculo é ainda mais complicado que o nome.  Funciona assim:  O total de votos válidos registrado em seu estado ou no Distrito Federal é dividido pelo número de assentos a que a unidade federativa tem direito. (Exemplo: se houver, em um estado com direito a dez cadeiras na Câmara dos Deputados, um total de 2 milhões de votos válidos, o quociente eleitoral será de 200 mil votos).  Depois, os votos que todos os candidatos de um mesmo partido ou federação receberam são somados e divididos pelo quociente eleitoral. (Seguindo o exemplo, uma legenda ou federação cujos candidatos totalizarem 800 mil votos terá conquistado quatro assentos, ocupados por seus filiados mais votados e que tenham cumprido a cláusula de barreira individual — ao menos 10% do quociente eleitoral).  Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - Rodrigo Stumpf/Arquivo pessoal Ou seja: os chamados “puxadores de voto” carregam consigo, de carona, outros candidatos. “Por isso, muitas vezes, os partidos buscam celebridades, artistas ou atletas de grande visibilidade, capazes de receber grande número de votos, para fortalecer a legenda e auxiliar na eleição de outros candidatos menos votados”, explica o cientista político Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).  Segundo ele, nos últimos anos, mudanças na legislação eleitoral impuseram algumas barreiras à eleição de candidatos pouco votados, como, por exemplo, a exigência de uma votação mínima. Mesmo assim, é preciso estar atento a fim de evitar arrependimentos futuros.  “É importante o eleitor saber qual a nominata [lista oficial] do partido. E, se for o caso, que não vote [em determinada legenda] motivado por uma única pessoa”, acrescenta González. “Também é importante lembrar que o número [da candidatura] não identifica só o candidato, mas também seu partido. Com isso é possível saber quem são os demais candidatos deste partido e quem, potencialmente, pode vir a ser eleito com os votos dados a uma celebridade.”  6 – No dia da votação  O 1º turno das eleições deste ano acontecerá em 4 de outubro. Em todo o Brasil, cerca de 158,7 milhões de eleitores aptos a votar ajudarão a eleger os futuros deputados federais, estaduais ou distritais; dois senadores para cada unidade federativa; governadores e o presidente da República.  No dia da votação, o eleitor pode levar consigo um papel com os nomes e os números dos candidatos ou candidatas de sua preferência e consultá-lo na cabine de votação para evitar esquecimentos.  Ao contrário da “colinha”, o celular tem que ficar de fora da cabine de votação. Também é proibido votar portando máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que permita ao eleitor registrar seu voto. Se necessário, a pessoa deve deixar o aparelho com os mesários. Em vigor desde 2009, a proibição foi adotada para, segundo o TSE, proteger o sigilo e o livre exercício do direito ao voto. "Admitir o registro visual do exercício do voto poderia expor parte dos eleitores ao aliciamento por candidatos que não respeitam as regras para as eleições. Esses candidatos estariam diante de uma forma para captação ilícita de votos e, consequentemente, para corrupção, ante a possibilidade de obterem comprovação, por meio de imagens e vídeos, de que determinado eleitor lhe atribuiu o voto", sustenta o tribunal.  Qualquer cidadão poderá usar broches, adesivos e camisetas, limitando-se a fazer manifestação de apoio individual e silenciosa, inclusive com bandeiras políticas. Já a manifestação coletiva ou ruidosa é proibida, bem como a abordagem, o aliciamento e qualquer método para tentar influenciar outros eleitores.  Cada pessoa tem o direito de se ausentar do serviço pelo tempo necessário para votar, sem prejuízo no salário. Pessoas com mais de 80 anos têm preferência sobre os demais eleitores, independentemente da ordem de chegada à seção eleitoral. Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem ser auxiliadas por alguém de sua escolha no momento de votar.  Agência Brasil

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Jornal Nacional leva caso ACM Neto ao país após STF quebrar sigilos no caso Master (VÍDEO)

23 de setembro de 2026, 11:27

‎O Jornal Nacional, da Rede Globo, levou ao noticiário nacional mais um capítulo das investigações envolvendo ACM Neto (União Brasil) (Foto: Reprodução)

‎‎O Jornal Nacional, da Rede Globo, levou ao noticiário nacional mais um capítulo das investigações envolvendo ACM Neto (União Brasil). Desta vez, no caso Banco Master: o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do candidato ao governo da Bahia. As medidas, que estavam sob segredo, vieram a público em documento encaminhado pelo ministro ao presidente do STF, Edson Fachin.‎‎ACM entrou no caso Master depois que investigações identificaram pagamentos do banco e da Reag para sua empresa de consultoria. A situação ganhou outra dimensão com a proposta de delação de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Master. Vorcaro afirmou que ACM e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, atuavam na captação de recursos de institutos de previdência para o banco em troca de 10% dos valores investidos. Segundo o relato, os negócios teriam criado uma obrigação de até R$ 200 milhões com os dois políticos, embora Vorcaro não tenha informado quanto teria sido efetivamente pago. A proposta de delação foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República por falta de informações inéditas e de garantias para ressarcimento dos valores das fraudes.‎‎A revelação da quebra dos sigilos surge quando ACM já enfrenta outra frente de investigação. Na Operação Overclean, a Polícia Federal identificou 232 chamadas de WhatsApp entre ele e José Marcos de Moura, o “Rei do Lixo”, entre agosto e dezembro de 2024. Moura foi indiciado por corrupção, fraude em licitação e desvio de dinheiro.‎‎A investigação aponta ainda diálogos sobre indicações para cargos públicos. Segundo a PF, Moura teria dito que precisava consultar ACM antes de definir indicações para a Prefeitura de Belo Horizonte. Os investigadores sustentaram que ACM apareceria numa posição política superior à de Moura dentro da estrutura investigada. A PF chegou a pedir busca e apreensão contra o ex-prefeito, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República, mas o ministro Kassio Nunes Marques negou a medida por considerar insuficientes os elementos apresentados para uma diligência dessa natureza.‎‎Não é a primeira vez que relações políticas e empresariais de ACM chegam ao centro de investigações ou questionamentos públicos. Durante sua administração em Salvador, a Folha de S.Paulo revelou que empresas pertencentes a parentes de integrantes ou aliados de sua gestão receberam centenas de milhões de reais em contratos municipais.

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Caém ganha Base Descentralizada do Samu em dia histórico para a saúde municipal

22 de setembro de 2026, 10:29

A entrega aconteceu na manhã desta segunda-feira (21) e contou com as presenças da comunidd e autoridades municipais (Foto: Reprodução)

O município de Caém viveu um dia histórico para a administração pública nesta segunda-feira (21). A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, entregou a nova Base Descentralizada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), um serviço essencial para toda a população. De acordo com o prefeito Arnaldinho Oliveira, a nova estrutura representa mais agilidade, cuidado e segurança nos momentos em que a comunidade mais precisa. "A inauguração da base do Samu fortalece o atendimento de urgência e emergência, ampliando de forma significativa a assistência à nossa população", destacou o gestor. O prefeito também enfatizou a importância das parcerias que tornaram o projeto realidade: “Primeiramente, agradeço a Deus por nos permitir viver mais essa conquista. Minha gratidão também ao Governo Federal, ao Governo do Estado e aos nossos deputados, parceiros fundamentais para continuarmos levando melhorias para o nosso povo”. A chegada do Samu foi amplamente comemorada pelos moradores e pela equipe local de saúde, que agora contam com um reforço crucial para salvar vidas.

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Sob El Niño, primavera deve ter calor, seca e tempestades severas

22 de setembro de 2026, 08:31

Fenômeno agrava estiagem em uma metade do país, e temporais na outra (Foto: Tânia Rêgo)

A primavera de 2026 chega ao Hemisfério Sul nesta terça-feira (22), às 21h05, com previsão de altas temperaturas e formação rápida de tempestades severas no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a influência do El Niño deve acentuar a seca nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Já no Sudeste e no Sul do país, a projeção é de que o fenômeno vai agravar o excesso de chuvas. “O El Niño tem potencial para influenciar as condições climáticas no Brasil durante a primavera, especialmente nas regiões Sul, Norte e Nordeste”, afirma o meteorologista do Inmet, Mozar de Araújo Salvador. Nesta primavera, o El Niño tem mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria de muito forte e 75% de chance de ser o evento mais forte registrado desde 1950, conforme as projeções do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA). Segundo Mozar Salvador, a influência do fenômeno El Niño na primavera deste ano faz com que a estação ganhe diferentes contornos em relação aos anos anteriores. “De modo geral, as temperaturas devem ficar elevadas, podendo ultrapassar a média para o período em praticamente todo o Brasil, variando de intensidade conforme a região”, conclui. Temporais e seca Durante a primavera, o fluxo de umidade vinda da Amazônia fica mais intenso, levando chuvas para o centro-sul da Região Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país. Na Região Sul, também devem ocorrer Complexos Convectivos de Mesoescala – um aglomerado de tempestades em formato circular. Segundo o meteorologista do Inmet, esses sistemas fazem com que haja significativa probabilidade de chuvas acima da média na Região Sul, assim como em parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste. “Nessas duas últimas regiões, os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul podem se destacar com maiores volumes de chuvas”, complementa Salvador. Rio Negro, no bairro São Raimundo, em Manaus, durante maior seca em 121 anos, em 2023. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Por outro lado, o norte da Região Nordeste, especialmente o norte do Piauí e o noroeste do Ceará, deve receber menos chuvas. “Nas Regiões Norte e Nordeste, há maior potencial para chuvas mais irregulares, resultando em déficit de chuvas em grande parte dessas regiões. Também há possibilidade de predomínio de déficit de chuva no centro-norte de Mato Grosso e no norte de Goiás”, afirma Salvador. Equinócio A primavera do Hemisfério Sul começa quando o planeta alcança o equinócio de setembro ─ dia do ano em que os Hemisférios Norte e Sul recebem a mesma incidência de raios solares, tendo dia e noite com a mesma duração.  O fenômeno se repete duas vezes por ano: em março e em setembro, marcando o início da primavera ou do outono. Ao longo dos próximos três meses, os dias passarão a ficar cada vez mais longos no Hemisfério Sul, até que seja atingido o solstício de dezembro, às 18h50 do dia 21, dando início ao verão. No Hemisfério Norte, ocorre o oposto: o equinócio de setembro inicia o outono, e as noites ficam cada vez mais longas até que o inverno comece em dezembro. Agência Brasil

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ACM Neto e Bruno Reis têm cinco dias para explicar ao TRE-BA pagamento da Prefeitura de Salvador a perfis de fofoca que atacam Jerônimo

21 de setembro de 2026, 18:09

Juiz cita contratos, processos de pagamento, além de relações entre agências e terceiros (Foto: Reprodução)

ACM Neto (União Brasil) e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), terão cinco dias para se defender no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia sobre a utilização de recursos e estrutura de comunicação da Prefeitura de Salvador para beneficiar eleitoralmente a candidatura do ex-prefeito ao Governo da Bahia. O desembargador eleitoral Isaías Vinícius de Castro Simões determinou a citação dos representados, levantou o segredo de justiça e mandou encaminhar o processo à Procuradoria Regional Eleitoral. A representação é formalmente classificada como conduta vedada a agente público, prevê a cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado. A decisão aponta que o caso exige análise de um conjunto amplo de elementos, incluindo contratos administrativos, processos de pagamento, relações entre agências de publicidade e terceiros, publicações em perfis digitais e dados técnicos de conexão. A Prefeitura de Salvador contratou agências e influenciadores que posteriormente publicaram conteúdos favoráveis a ACM Neto e críticos ao governador Jerônimo Rodrigues, inclusive sobre a Ponte Salvador-Itaparica. A representação enumera três decretos de suplementação orçamentária da Secretaria Municipal de Comunicação de quase R$ 40 milhões e aponta cinco perfis: @fofocasalvador, @kikikisalvadorsv, @lucasfofoquei, @comediabaiana e @fofoqueibrasiloficial.

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Investigada por fraude no IPTU da Prefeitura de Salvador é presa ao desembarcar da Espanha

21 de setembro de 2026, 11:59

(Foto: Pedro Moraes / Ascom-PCBA)

Uma quinta pessoa investigada por participação no esquema de fraude no IPTU desarticulado pela Operação Valor Venal foi presa no sábado (19), no Aeroporto Internacional de Salvador. A mulher, de 60 anos, foi localizada por equipes da Polícia Civil dentro de uma aeronave, no momento em que retornava da Espanha. A investigada é uma das duas consultoras apontadas nas apurações como integrante da estrutura responsável pela articulação das fraudes. Segundo as investigações, ela atuava diretamente nas tratativas com proprietários de imóveis e na formalização dos contratos relacionados à revisão do IPTU. A mulher também é apontada como uma das líderes do grupo e articuladora do esquema. A prisão ocorreu dois dias após a deflagração da Operação Valor Venal, realizada na quinta-feira (17), em Salvador. Na primeira fase da ação, quatro pessoas foram presas: dois despachantes, uma consultora e uma ex-servidora com vínculo terceirizado, apontada como responsável pela execução das alterações no cadastro imobiliário da Secretaria Municipal da Fazenda de Salvador (SEFAZ). Além disso, quatro servidoras da Secretaria Municipal foram afastadas das funções por determinação judicial. Atuação no esquema Segundo a apuração, os despachantes eram responsáveis pela captação de proprietários de imóveis e terrenos de alto padrão interessados na redução do IPTU. Após a contratação, os clientes eram encaminhados para as consultoras, que participavam das negociações e formalizavam os contratos. As duas consultoras são apontadas como responsáveis por uma parcela significativa da articulação com os proprietários e pela condução das operações que resultavam nas alterações dos dados dos imóveis. Segundo as investigações, elas também ficavam com a maior parte dos valores pagos pelos clientes. Fraude no IPTU As investigações apontam que o grupo atuava na alteração de informações cadastrais de imóveis no sistema da SEFAZ, modificando dados como ano de construção e outros atributos utilizados no cálculo do valor venal. As mudanças provocavam a redução do valor atribuído às propriedades e, consequentemente, do IPTU devido. Entre dezembro de 2024 e janeiro de 2026, cerca de 700 imóveis foram beneficiados pelas alterações, com reduções de até 90% no valor venal. No mesmo período, a investigação identificou ocultação patrimonial superior a R$ 1,2 bilhão, considerando a diferença entre os valores reais dos imóveis e aqueles registrados no sistema após as alterações fraudulentas. O município deixou de arrecadar aproximadamente R$ 20 milhões em razão das fraudes, segundo as investigações. A Operação Valor Venal é realizada pelo Núcleo Especializado no Combate aos Crimes Econômicos e Contra a Ordem Tributária (NECCOT), unidade vinculada ao Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO-LD).

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Folha de SP distorce fatos e induz leitor ao erro sobre helicóptero usado pela campanha de Jerônimo

21 de setembro de 2026, 08:33

O helicóptero usado pela campanha de Jerônimo Rodrigues foi fretado da RG8 Táxi Aéreo. As despesas com a locação de aeronaves está declarada à Justiça Eleitoral, já tendo sido pago R$ 207,5 mil. A própria Folha de S.Paulo publica essas informações, mas escolhe um título que tenta vincular a aeronave a um empresário sem apresentar prova de que ele tenha cedido, pago ou disponibilizado o helicóptero à campanha. O próprio empresário, inclusive, negou qualquer participação na contratação. A documentação da contratação foi entregue à repórter antes da publicação. A Folha sabia que a RG8 era a proprietária da aeronave, sabia que houve pagamento pelo fretamento e tinha os documentos em mãos. Mesmo assim, publicou um título que induz o leitor a uma conclusão que a própria reportagem não comprova. Em período eleitoral, distorções desse tipo são ainda mais graves. Jornalismo exige rigor, responsabilidade e compromisso com os fatos, não insinuações construídas à margem das próprias informações apuradas. Quando o título contradiz os dados apresentados pela reportagem, quem perde é o leitor e o direito da sociedade a uma informação correta.

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Foto de estudantes com suástica em rede social de colégio gera indignação e alerta jurídico em Jacobina

19 de setembro de 2026, 09:48

A fotografia foi usada para ilustrar um texto sobre uma atividade pedagógica (Foto: Redes Sociais)

Uma publicação em uma rede social do Colégio Oásis, localizado em Jacobina, causou forte repercussão negativa e repúdio na comunidade local. A imagem, que ilustrava uma atividade pedagógica sobre a Segunda Guerra Mundial, mostrava dois alunos com o símbolo da suástica desenhado nos braços. Após receber denúncias de leitores indignados, a reportagem apurou os desdobramentos jurídicos e pedagógicos do caso. O limite entre o pedagógico e a ilegalidade Especialistas jurídicos alertam que publicações dessa natureza em redes sociais são altamente perigosas, mesmo quando associadas a trabalhos escolares. De acordo com advogados consultados, a conduta caminha por uma linha jurídica tênue e pode resultar em punições severas, tanto por violação das regras das plataformas digitais quanto pela legislação brasileira. No Brasil, o uso do símbolo é regulamentado pela Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989). O artigo 20, § 1º, estabelece como crime: "Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo." Pena: Reclusão de dois a cinco anos e multa. Embora a lei exija o chamado "dolo específico" — ou seja, a intenção real de divulgar ou exaltar o regime nazista — para configurar o crime, juristas apontam que estampar o símbolo no próprio corpo e expô-lo publicamente na internet extrapola o bom senso educacional. Nesses casos, a polícia ou o Ministério Público podem interpretar a postagem como uma tentativa de normalizar o símbolo, o que justifica a abertura de uma investigação criminal imediata. *Recomendações para apresentações seguras* A orientação jurídica e pedagógica é que, mesmo em projetos que visem criticar o regime ou retratar a história, nunca é necessário estampar a suástica no próprio corpo. Para realizar atividades escolares de forma segura e dentro da legalidade, recomenda-se o uso de: Livros didáticos e fotografias históricas da época; trechos de documentários autorizados; cartazes textuais, apresentações de slides (como PowerPoint) ou maquetes que contextualizem o período sem alusões visuais desnecessárias na pele. O posicionamento do Colégio Oásis Procurada pela redação, a direção do Colégio Oásis manifestou-se por meio de uma representante via WhatsApp. A instituição confirmou a realização de um projeto literário baseado no livro O Diário de Anne Frank, mas afirmou, inicialmente, desconhecer maiores problemas sobre a situação. De acordo com a representante, a escola foi notificada por terceiros a respeito das fotos com o símbolo nazista e, assim que tomou conhecimento, solicitou a exclusão imediata do conteúdo. A direção convidou a equipe de reportagem para uma visita presencial ao colégio a fim de dialogar e prestar novos esclarecimentos sobre o ocorrido.

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ABERRAÇÃO RELIGIOSA – Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço

18 de setembro de 2026, 15:43

Aberração, segundo o dicionário de Michaelis, entre outras definições, é “um desvio aberrante ou perverso de qualquer conduta, norma ou padrão estabelecidos; extravio de espírito, ideias, de juízo, extravagância de conceito”. Pois bem, o que observamos atualmente, em termos de conduta religiosa, é uma das mais absurdas e incompreensíveis aberrações. A profanação do sagrado e espiritual, de acordo com os princípios cristãos, tornou-se regra e não exceção. Muitos dos que deveriam pregar o amor, a paz e a igualdade, armam-se com o escudo do ódio, com a armadura da intolerância e com a espada da vingança. Hipócritas, apregoaria Jesus, correndo o risco de ser apedrejado por esses que se autointitulam mensageiros do cristianismo e autênticos cristãos, reivindicando para si o respeito e toda autoridade espiritual. Na verdade, são autênticos aproveitadores da ignorância dos incautos, como bem observou o apóstolo Paulo: “porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos…” (Romanos 16: 18-19). Vivendo no luxo e muitas vezes em total luxúria, um dos sete pecados capitais, segundo a tradição cristã, esses falsos moralistas e aproveitadores da ingenuidade de muitos cristãos sinceros e fiéis, utilizam-nos como massa de manobra em benefício (enriquecimento) próprios, já que nem eles praticam o que pregam. E o pior e mais intrigante é que os verdadeiros líderes, que não se utilizam de tais artifícios, nada fazem para frear o ímpeto perverso desses exploradores da fé. Algumas dessas lideranças, muitas vezes reproduzem as mesmas sandices para os seus fiéis, induzindo-os a praticarem os mesmos erros. Atentam contra a própria concepção cristã, que vem se tornando desacreditada por conta da prática nefasta desses oportunistas, conhecidos como falsos profetas. Em resumo, o próprio Cristo - cuja mensagem central era focada na igualdade, na fraternidade e no amor -, não sobreviveria a tamanha hipocrisia e insensatez. Seria novamente crucificado por muitos dos que se intitulam fiéis e autênticos defensores do cristianismo. É uma lógica muito simples e cruel. Zuca Assunção

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Sob liderança do prefeito Dirceu, Consórcio Piemonte da Diamantina inaugura sede administrativa e amplia articulação regional

18 de setembro de 2026, 10:54

A solenidade reuniu prefeitos e prefeitas, vereadores, representantes do Governo do Estado, dirigentes de consórcios, instituições de saúde e segurança e diversas entidades parceiras (Foto: Consórcio Piemonte da Diamantina)

O Consórcio Piemonte da Diamantina inaugurou nesta quinta-feira (17), em Jacobina, sua nova sede administrativa e operacional, consolidando uma nova etapa do projeto de fortalecimento institucional e de ampliação das ações em benefício dos municípios consorciados. A solenidade reuniu prefeitos e prefeitas, vereadores, representantes do Governo do Estado, dirigentes de consórcios, instituições de saúde e segurança e diversas entidades parceiras. Entre os presentes estiveram Saulo, secretário de Infraestrutura do Estado; Elizabeth Costa, secretária de Desenvolvimento Territorial; Sivaldo Rios, presidente da Fec G Também foram realizadas entregas de kits e equipamentos, resultado da articulação e das parcerias construídas pelo Consórcio para fortalecer as estruturas e os serviços oferecidos nos municípios. À frente desse processo, o presidente Dirceu Mendes Ribeiro tem conduzido uma agenda de fortalecimento do Consórcio, ampliando o diálogo com prefeitos, Governo do Estado, órgãos públicos, entidades e instituições parceiras. A estratégia tem como foco transformar a força da união regional em projetos, investimentos e ações concretas para os municípios. “Esse momento representa uma conquista coletiva. Nosso papel é aproximar os municípios, construir pontes com o Estado e com as instituições e transformar essas parcerias em resultados. O Consórcio precisa ser cada vez mais forte, organizado e atuante para responder às demandas do nosso território”, destacou Dirceu. A inauguração marca, portanto, não apenas a entrega de uma nova estrutura, mas o fortalecimento de um projeto de gestão que aposta na cooperação, na articulação institucional e na união dos municípios como caminhos para promover o desenvolvimento do Piemonte da Diamantina. Prefeito de Mirangaba e presidente do Consórcio Piemonte da Diamantina Prefeito de Caém, Arnaldinho Oliveira Prefeito de Umburanas, Fabrício Lopes Texto e Fotos: Consórcio Piemonte da Diamantina

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Confira os 10 candidatos a deputado federal e estadual mais votados no Piemonte da Diamantina na eleição de 2022; Território possui mais de 160 mil eleitores

18 de setembro de 2026, 09:58

O município de Jacobina possui 61.882 eleitores (Foto: Gervásio Lima)

A Bahia possui mais de 11,3 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições de 2026, o que correspone a cerca de 76,1% dos habitantes, conforme estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado tem 39 cadeiras na Câmara Federal e 63 na Assembleia Estadual. Os nove municípios que compõem o Território Piemonte da Diamantina possuem 160.041 (cento e sessenta mil e quarenta e um) eleitores aptos a votar na eleição de 2026, número suficiente para eleger dois deputados federais e quatro deputados estaduais, conforme a média da eleição passada. Veja a quantidade de eleitores por município: Caém 8.177 Jacobina 61.882 Mirangaba 12.717 Miguel Calmon 20.066 Ourolãndia 14.374 Saúde 9.185 Serrolândia 11.062 Umburanas 11.682 Várzea Nova 10.896 CONFIRA A VOTAÇÃO DOS DEZ PRIMEIROS CANDIDATOS MAIS BEM VOTADOS NA ELEIÇÃO PARA DEPUTADO FEDERAL E DEPUTADO ESTADUAL NA ELEIÇÃO DE 2022 NOS TRÊS MAIORES COLÉGIOS ELEITORAIS DO PIEMONTE DA DIAMANTINA: Os 10 deputados federais mais votados em Jacobina Mariana Oliveira (PT): 11869 votos (27,40%) Daniel (PCdoB): 6170 votos (14,24%) Elmar Nascimento (UNIÃO BRASIL): 4219 votos (9,74%) Antonio Brito (PSD): 3082 votos (7,11%) Capitão Alden (PL): 1297 votos (2,99%) Bacelar (PV): 1014 votos (2,34%) Alex Santana (Republicanos): 941 votos (2,17%) Roberta Roma (PL): 936 votos (2,16%) Deputado Dal (UNIÃO BRASIL): 928 votos (2,14%) Dr André (PDT): 763 votos (1,76%) Os 10 deputados estaduais mais votados em Jacobina Juliano Cruz (Solidariedade): 10073 votos (23,24%) Junior Muniz (PT): 5367 votos (12,38%) Katia da Saúde (PSB): 5054 votos (11,66%) Marcelino Galo (PT): 2837 votos (6,54%) Neusa Cadore (PT): 1475 votos (3,40%) Adolfo Menezes (PSD): 1094 votos (2,52%) Manassés (PROGRESSISTAS): 893 votos (2,06%) Cafu Barreto (PSD): 825 votos (1,90%) Samuel Junior (Republicanos): 783 votos (1,81%) Rebeca Martins (PL): 653 votos (1,51%) Os 10 deputados federais mais votados em Miguel Calmon Antonio Brito (PSD): 4799 votos (32,29%) Elmar Nascimento (UNIÃO BRASIL): 2249 votos (15,13%) Roberta Roma (PL): 744 votos (5,01%) Mariana Oliveira (PT): 722 votos (4,86%) Joseildo Ramos (PT): 642 votos (4,32%) Alexandre Aleluia (PL): 384 votos (2,58%) Delegada Thais (UNIÃO BRASIL): 379 votos (2,55%) Marcelo Nilo (Republicanos): 315 votos (2,12%) Alex Santana (Republicanos): 287 votos (1,93%) Marcelo Guimarães Filho (UNIÃO BRASIL): 278 votos (1,87%) Os 10 deputados estaduais mais votados em Miguel Calmon Adolfo Menezes (PSD): 3802 votos (25,48%) Dr. Ceuci (PT): 1775 votos (11,89%) Junior Nascimento (UNIÃO BRASIL): 1338 votos (8,97%) Maria Del Carmen (PT): 868 votos (5,82%) Vitor Azevedo (PL): 805 votos (5,39%) Eduardo Salles (PROGRESSISTAS): 513 votos (3,44%) Samuel Junior (Republicanos): 302 votos (2,02%) Pablo Barrozo (PSDB): 296 votos (1,98%) Marcelinho Veiga (UNIÃO BRASIL): 276 votos (1,85%) Cafu Barreto (PSD): 214 votos (1,43%) Os 10 deputados federais mais votados em Ourolândia Roberta Roma (PL): 2084 votos (20,05%) Claudio Cajado (PROGRESSISTAS): 1145 votos (11,02%) Joseildo Ramos (PT): 1124 votos (10,81%) Bacelar (PV): 666 votos (6,41%) Elisangela (PT): 606 votos (5,83%) Arthur Maia (UNIÃO BRASIL): 560 votos (5,39%) João Carlos Bacelar (PL): 532 votos (5,12%) Jorge Solla (PT): 432 votos (4,16%) Alex Santana (Republicanos): 423 votos (4,07%) Gabriel Nunes (PSD): 253 votos (2,43%) Os 10 deputados estaduais mais votados em Ourolândia Katia Bacelar (PL): 1811 votos (17,43%) Maria Del Carmen (PT): 990 votos (9,53%) Manassés (PROGRESSISTAS): 942 votos (9,07%) Pedro Tavares (UNIÃO BRASIL): 762 votos (7,33%) Marcinho Oliveira (UNIÃO BRASIL): 467 votos (4,50%) Adolfo Menezes (PSD): 404 votos (3,89%) Vitor Azevedo (PL): 367 votos (3,53%) Samuel Junior (Republicanos): 360 votos (3,47%) Marcelinho Veiga (UNIÃO BRASIL): 344 votos (3,31%) Marcelino Galo (PT): 339 votos (3,26%)

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