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Estilo de vida/Dentes

Por que tenho os dentes amarelos e manchados? Quatro causas

20 de outubro de 2019, 09:49

Depressão/Atividade Física

Sofre de depressão ou ansiedade? 3 bons motivos para praticar exercício

19 de outubro de 2019, 07:49

Nordeste/Desastre Ambiental

Procuradoria entra com ação contra a União por omissão em desastre

19 de outubro de 2019, 07:14

Por que tenho os dentes amarelos e manchados? Quatro causas

20 de outubro de 2019, 09:49

Muitos culpam o cigarro e o café pelo tom amarelado da dentição, mas nem sempre é o caso (Foto: Reprodução)

Ter um sorriso branco transformou-se numa demanda estética e, para algumas pessoas, uma verdadeira obsessão. Mas a verdade, é que nem todos conseguimos ter os dentes totalmente brancos de forma natural. Muitos culpam o cigarro e o café pelo tom amarelado da dentição, mas nem sempre é o caso. Em declarações à BBC Mundo, Óscar Castro Reino, presidente do Conselho Geral de Colégios Odontológicos de Espanha, explicou o que poderá estar a amarelecer os seus dentes: 1. Causas genéticas "A cor dos dentes depende de cada pessoa", disse Óscar Castro Reino. "Há um condicionante genético importante que define a coloração dos nossos dentes desde que nascemos", afirmou. Segundo Castro, também existem doenças congénitas "como a dentinogénese ou amelogénese imperfeita, que provocam problemas no esmalte ou na dentina, fazendo com que que estes adquiram uma cor amarelada ou até acastanhada”. "É um processo herdado, de pais para filhos", explicou. Além disso, "as alterações endócrinas de hormonas da tiroide também influenciam a cor dos dentes e podem provocar manchas e alterar a cor”. 2. O que come e bebe Alguns alimentos e bebidas têm pigmentos que podem passar pelos poros dos dentes ou, como os dentistas os chamam, os canalículos dentinários, da dentina. Os mais conhecidos são o café e o chá preto. Outros são menos óbvios: Castro cita também o chá verde, cuja pigmentação pode amarelar os dentes, o vinho tinto e os refrigerantes. O mesmo acontece com os alimentos que têm caroteno (um pigmento natural antioxidante), como tomate e cenoura. Em alguns lugares, a água também pode amarelar os dentes, por ter "quantidades grandes de flúor, cujo excesso provoca manchas nos dentes", explicou Castro. 3. Medicação e tratamentos "Alguns tipos de antibióticos, como a tetraciclina, podem provocar uma alteração durante a formação do dente, fazendo com que este se desenvolva com uma cor parda estriada", disse Castro. Outros produtos que fazem com que os dentes fiquem amarelados, segundo o especialista, são os enxaguantes bucais. Dentes com obturações de prata também podem ter a sua cor alterada, já que a obturação tem pigmentos que, segundo Castro, podem ser assimilados pelo dente e transformar a tonalidade. Quando o nervo ou polpa do dente é danificado, este também pode escurecer. 4. O passar do tempo (e a falta de cuidados) Outro fator é o tempo. À medida que envelhecemos, os dentes começam naturalmente a amarelecer. "É normal que, com a idade, os dentes percam o tom branco, pois desde que nascemos até à morte submetemos-los a uma série de condições que provocam alterações”, disse Castro. Mas também é fundamental a forma como cuidamos da dentição. E, acima de tudo, como os higienizamos. "A higiene dental tem uma grande influência não só na cor dos dentes, tal como na sua saúde em geral", explicou Castro.

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Sofre de depressão ou ansiedade? 3 bons motivos para praticar exercício

19 de outubro de 2019, 07:49

Não ficar parado é uma das formas de prevenir ou atenuar os sintomas de doenças mentais, principalmente da depressão e ansiedade (Foto: Reprodução)

Depressão e ansiedade são os transtornos mentais mais frequentes em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que globalmente mais de 300 milhões de pessoas sofram de depressão. Em casos mais graves, a patologia debilitante do foro psicológico pode levar ao suicídio. De acordo com os dados da OMS, ocorre um suicídio a cada 40 segundos. Mais de 90% dos casos de suicídio estão relacionados a distúrbios mentais, o que significa que pode ser possível evitá-los se as causas forem tratadas corretamente.  “Muitas pessoas emitem sinais de alerta antes de efetivamente tentarem o suicídio. Esses sinais não devem ser interpretados como 'chantagem emocional', mas sim como alertas para o real risco de suicídio. Preocupação com a morte, ideias suicidas, falta de esperança, culpa em excesso e pensamentos negativos são os sinais mais comuns”, explica a médica Renata Castro.  “A expressão de ideias ou intenções suicidas, como o desejo de desaparecer ou de dormir e nunca mais acordar, também são sinais claros de um potencial suicida. O isolamento (pessoal ou nas redes sociais), a mudança de comportamento, o não comparecimento ao trabalho ou às atividades sociais também podem indicar o risco de suicídio”, completa Renata. De acordo com o professor Michael Craig Miller, da Harvard Medical School, nos Estados Unidos, o tratamento para a depressão envolve psicoterapia e uso de medicamentos. Uma das alternativas não-farmacológicas para o tratamento da depressão é a atividade física. Em algumas pessoas, a prática regular de exercícios funciona tão bem quando os antidepressivos. Os três principais motivos para incentivar a atividade física para pessoas com quadro depressivo: 1. Prática de exercício e bem-estar: o exercício físico desencadeia uma cascata biológica de eventos com diversos efeitos benéficos sobre a saúde, como melhor controle da diabetes e da hipertensão e redução do risco cardiovascular. Exercícios realizados em alta intensidade liberam endorfina na corrente sanguínea, gerando sensação de bem-estar. Exercícios de baixa intensidade realizados frequentemente liberam elementos de crescimento neuronais, que criam novas conexões neurológicas. A melhoria da função cerebral faz com que nos sintamos melhor. O hipocampo é a região cerebral  que controla o nosso humor e tem um tamanho menor em pessoas com depressão. O exercício auxilia no aumento do hipocampo, otimizando as suas conexões neurais e ajudando a melhorar os sintomas da depressão. 2. Pontapé na prática de exercício para pacientes com depressão: se muitas pessoas saudáveis já se sentem relutantes em se exercitarem, começar uma atividade física é ainda mais difícil em pacientes com depressão. A depressão, em geral, é acompanhada por distúrbios do sono, cansaço, alterações do apetite e até mesmo aumento da percepção de dor em diferentes partes do corpo. É importante que o paciente tenha apoio para sair desse ciclo de inatividade. Começar aos poucos e com atividades que sejam prazerosas pode ser a chave para combater o sedentarismo em pacientes com esse distúrbio mental. Aos poucos, cinco minutos vão transformar-se em 10, 15, 20 minutos. Ainda não se sabe quanto tempo de atividade física é necessário para que o hipocampo sofra as alterações estruturais desejáveis, mas a maioria dos pacientes já exibe uma melhoria no alivio dos sintomas após algumas semanas de atividade física regular. 3. Medicina do desporto como aliada: é importante ter em conta que o exercício não é uma 'vacina' e, assim como com os benefícios cardiovasculares, os benefícios psiquiátricos da atividade física só serão mantidos se o indivíduo continuar a exercitar-se regularmente. A medicina do desporto é uma grande aliada no início e manutenção de uma vida ativa. 

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Procuradoria entra com ação contra a União por omissão em desastre

19 de outubro de 2019, 07:14

(Foto: Reprodução)

Segundo o MPF, a União está sendo omissa por protelar medidas protetivas e não atuar de forma articulada na região atingida pelos vazamentos. O MPF (Ministério Público Federal) entrou com uma ação contra a União por conta da omissão desta, segundo a procuradoria, no desastre das manchas de óleo no Nordeste. A procuradoria pede que, em 24h, seja colocado em ação o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Água.  Segundo o MPF, a União está sendo omissa por protelar medidas protetivas e não atuar de forma articulada na região atingida pelos vazamentos. Caso descumprida a implementação do plano, a ação pede multa diária de R$ 1 milhão. A ação foi ajuizada ontem (17). "Afinal, tudo que se apurou é que a União não está adotando as medidas adequadas em relação a esse desastre ambiental que já chegou a 2.100 quilômetros dos nove estados da região e é considerado o maior da história no litoral brasileiro em termos de extensão", diz a ação. O MPF afirma ainda que, apesar da extrema gravidade do desastre ambiental, a União se encontra inerte, ineficiente e ineficaz.  A ação fala ainda que servidores municipais, estaduais e federais trabalham por toda a região Nordeste, sem contudo, haver um comando organizado e com "uma omissão sem precedentes". "Apesar de planos de ação inúmeros, nada é acionado, como se o Brasil não estivesse preparado para lidar com situações dessa gravidade", diz a ação. O Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Água foi instituído durante o governo Dilma Rousseff, em 2013. A ideia do plano é organizar a atuação coordenada de órgãos para casos de incidentes com óleo, minimizando possíveis danos ambientais.  A ação do MPF pede, seguindo o plano, que sejam utilizados os recursos já previstos no plano, como dados das áreas atingidas pelo óleo e centros estruturados para resgate de fauna atingida.  Assinam a ação procuradores da república de todos os estados atingidos pelo óleo.   

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Jacobina: Obras do esgotamento sanitário têm gerado reclamações

18 de outubro de 2019, 16:20

As valas foram preenchidas até o momento com areia, o que tem provocado diversos acidentes (Foto: Notícia Limpa)

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), saneamento básico é o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeitos nocivos sobre o bem estar físico, mental e social. Trocando em miúdos, a ausência do esgotamento sanitário prejudica a saúde, em todos os aspectos. A falta de tratamento dos esgotos e condições adequadas de saneamento podem contribuir para a proliferação de inúmeras doenças parasitárias e infecciosas além da degradação do corpo da água, com a contaminação de mananciais. Daí, todo investimento nessa área tem impacto muito positivo na saúde da população e na preservação do meio ambiente. Em Jacobina, depois de vários anos após ser iniciada, a obra de esgotamento da cidade retorna e, desta vez, dá sinais que será concluída. Várias ruas, de inúmeros bairros já sofreram intervenções. Mas, mesmo sabendo da importância do sistema de esgotamento, moradores têm reclamado da maneira como o serviço vem sendo feito. As várias frentes de trabalho espalhadas pela cidade contribuem para o desconforto de moradores, pedestres e motoristas. Nos vários casos a pavimentação de paralelepípedo é retirada para a implantação da tubulação e até que seja reconstruída o buraco é preenchido por areia; o que tem causado muitos acidentes. Os motoqueiros precisam de muito equilíbrio e destreza para não cair Na tarde desta sexta-feira (18), uma moradora da rua Bela Vista, no bairro da Matriz, solicitou que o Notícia Limpa noticiasse o problema vivido por moradores de diversas ruas da cidade. Segue abaixo a queixa da moradora: Boa tarde senhor editor do site Notícia Limpa, meu nome é Rita, sou moradora da Rua Bela Vista. O motivo do meu contato é para alertar aos setores responsáveis por essa tubulação de esgoto que abriram aqui na rua, e deixaram as valas cobertas apenas por areia, sem nenhuma sinalização de perigo, sem nenhum tipo de bloqueio. O quadro é difícil, além da poeira insuportável e sufocante, vários condutores de motocicleta ao passarem ficam atolados e muitos caem. Minha casa fica de frente com uma dessas valas e já ajudei a socorrer de ontem para cá, quatro motocicletas. Não fomos informadas quando será fechada a vala, portanto, peço encarecidamente a Embasa, ou Secretaria de Obras da Prefeitura, porque não sei a quem de fato compete este serviço, que acompanhe este problema pois não podemos ficar expostos a estes perigos. Obrigada e boa tarde!   Uma das transversais da rua Bela Vista, a Professor Tavares (rua do Clube da Aurora), a vala foi preenchida apenas com areia

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Filho do ator de ‘Tarzan’ mata a mãe e tenta culpar pai pelo homicídio

18 de outubro de 2019, 12:44

Cameron Ely acabou sendo morto a tiro pela polícia (Foto: Reprodução)

Cameron Ely, filho de Ron Ely - ator que viveu o papel de 'Tarzan' em uma série dos anos 60 - esfaqueou a mãe até à morte e tentou culpar o pai pelo homicídio. O jovem ligou para o 911, serviço de emergências, e disse que o crime tinha sido cometido pelo progenitor.  As informações são reveladas pela chamada telefônica para o número de emergência, citadasbpela revista People. É relatado que um homem ligou e informou que o "pai tinha tentado atacar a mãe".  Quando chegaram ao local, os detetives encontraram Valerie, de 62 anos, morta com "diversas marcas de faca". Encontraram o suspeito, Cameron, no exterior da casa e, uma vez que "se apresentou como uma ameaça", foi morto a tiro. O crime aconteceu na casa da família, no estado norte-americano da Califórnia. O ator Ron Ely foi hospitalizado "por precaução". Ron Ely, de 81 anos, foi o primeiro 'Tarzan' na televisão. A série foi exibida canal NBC, de 1966 a 1968. Teve 57 episódios.

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Barril de óleo da Shell é achado perto de Natal

18 de outubro de 2019, 11:44

(Foto: Simone Santos/ Projeto Praia Limpa)

A Marinha confirmou nesta quinta-feira, 17, que o navio patrulha Guaíba recolheu um tambor de 200 litros de óleo na Ponta de Tabatinga, a 7,4 km da costa de Natal (RN). Este apresentava o logotipo da Shell, estava cheio e não apresentava vazamentos. Amostras do conteúdo foram enviadas para análise no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira. A Marinha ressaltou, no entanto, que "os dados disponíveis até o momento não permitem concluir se o episódio tem relação com outros tambores encontrados no litoral de Sergipe (que também tinham o logo da Shell) ou com o óleo que tem se espalhado pelas praias do Nordeste". A Shell havia informado que os tambores encontrados em Sergipe eram originalmente embalagens de lubrificantes para navios, de um tipo que não é produzido no Brasil. A empresa disse também que não havia reutilizado seus tambores. Em nota divulgada nesta quinta-feira, a Shell afirmou que recebeu a informação de que um novo barril havia sido encontrado. "Trata-se de embalagem de Omala S2 G 220, uma outra linha de lubrificantes", esclareceu, lembrando que, segundo a própria Marinha, o tambor estava fechado e não apresentava vazamento. Oriente Médio O jornal O Estado de S. Paulo obteve com exclusividade a informação de que os barris achados foram produzidos e comercializados por empresas do grupo Shell localizadas na Europa e no Oriente Médio. Em documento sigiloso, a Shell encaminhou ao governo brasileiro dados de dois compradores dos produtos encontrados no País. A primeira é a empresa Hamburg Trading House FZE, uma distribuidora com base nos Emirados Árabes, que adquiriu 20 tambores. O segundo cliente é a empresa Super-Eco Tankers Management, com base em Monróvia, na Libéria, que comprou cinco tambores do lote da Shell. O lote de tambores, que tem data de 17 de fevereiro de 2019, foi produzido em Dubai pela Shell Markets. No documento, a Shell informa que o primeiro tambor encontrado com a logomarca da empresa "não foi produzido ou comercializado pela Shell Brasil" e se trata, efetivamente, de um "produto líquido límpido, de coloração âmbar", diferente do que está invadindo o litoral do Nordeste. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Jacobina ganha a sua mais nova médica veterinária

18 de outubro de 2019, 10:53

(Foto: Álbum da família)

Jacobina acaba de ganhar mais uma médica, desta vez na área da Medicina Veterinária. Trata-se de Pamela Raieli Pinheiro Moreira, filha do casal Maria Edinaide e Raimundo Jorge Moreira (Raimundo da Lojita), que colou grau pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), no último dia 11. A tradicional cerimônia para a entrega do diploma certificando oficialmente as competências e os conhecimentos adquiridos no curso foi marcada de felicidade e muita emoção. O sentimento de dever cumprindo era facilmente visível no rosto angelical de Pamela, a primeira médica da família dos seus pais. “Um curso pouco comum, mas sempre tive afinidade com animais. Não foi fácil, mas graças a Deus, ao apoio de minha família e dos meus amigos e amigas, conseguimos conquistar mais esta importante etapa de vida. Uma luta gratificante que no final das contas valeu muito apena, pelos conhecimentos adquiridos, pelas pessoas que conhecemos e por saber que estou apta a cuidar de vidas, mesmo sendo de animais”, comemorou a nova veterinária jacobinense, que ressalta ainda que é necessário muito mais do que apenas o cuidado com os bichos para obter sucesso na área, é preciso bastante empenho e dedicação na profissão, o que para ela não será problema por ter concluído o curso que realmente gostava. Pamela compartilha a alegria com suas irmãs Leidiane e Geisiane Moreira O curso de Medicina Veterinária é uma graduação voltada para atuar no segmento do cuidado, prevenção e tratamento clínico e cirúrgico de patologias em animais domésticos e silvestres. Os professores Durval Baraúnas e Ana Catarina fizeram questão de prestigiar o momento

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Às vésperas do afastamento de Dilma, Lava Jato rejeitou delação que prenderia Temer em 2019

18 de outubro de 2019, 06:59

O ex-presidente Michel Temer em uma imagem de dezembro de 2018. (Foto: FABIO POZZEBOMAG. BRASIL)

Conversas no Telegram mostram que procuradoria não viu interesse público nas acusações contra então vice em 2016. “Você acha que o Supremo ia me autorizar?", se defende Janot. Duas semanas antes de Michel Temer assumir a presidência interinamente devido ao afastamento de Dilma Rousseff pelo processo de impeachment na Câmara em 17 de abril de 2016, a Operação Lava Jato recebeu um "anexo-bomba" de uma delação premiada que, se aceito, poderia ter mudado os rumos da história recente do país. Cobversas entre procuradores  da Lava Jato no Telegram, obtidas pelo The Intercept e analisada em conjunto com o El País, permitem rastrear o momento exato em que a procuradoria teve em mãos informações que poderiam levar a uma investigação do então vice-presidente por suspeita de corrupção. Na época, porém, os procuradores consideraram que as declarações não atendiam ao "interesse público" e não aceitaram a proposta de delação. Mas, três anos depois, essa mesma delação foi utilizada pela Lava Jato para uma ação penal contra Temer e para pedir a prisão preventiva dele, já na condição de ex-presidente. A delação, rejeitada em abril 2016 com anuência do Procuradoria Geral, mas que deu suporte à prisão de Temer em março de 2019, foi feita pelo empresário José Antunes Sobrinho, sócio da construtora Engevix, que relatou um pagamento de propina para Temer. As conversas no chat “Acordos Engevix” no Telegram mostram que os procuradores de Curitiba, Rio e Brasília receberam a proposta de Antunes em 4 de abril de 2016. O menção a Temer, que viria a ser batizada de “anexo-bomba” mais tarde, dizia que Antunes fez um pagamento de 1 milhão de reais para atender a interesses de Temer, como compensação por um contrato na usina nuclear Angra 3, da estatal de energia Eletronuclear. O pagamento, segundo Antunes, foi entregue a um amigo do ex-presidente, o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. O dinheiro não saiu direto dos cofres da Engevix para Temer, mas de uma companhia prestadora de serviço do Aeroporto de Brasília, que era controlado pela Engevix. A empresa em questão era a Alúmi. O relato não convenceu os procuradores. O pagamento, segundo Antunes, foi entregue a um amigo do ex-presidente, o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. O dinheiro não saiu direto dos cofres da Engevix para Temer, mas de uma companhia prestadora de serviço do Aeroporto de Brasília, que era controlado pela Engevix. A empresa em questão era a Alúmi. O relato não convenceu os procuradores. No dia seguinte, 5 de abril de 2016,  eles comunicaram aos advogados de Antunes que as negociações da delação estavam encerradas. “Pessoal de BSB e Lauro, o Antunes apresentou, neste momento, mais 2 anexos. Eles estão forçando a barra aqui. Informo que a opinião de CWB é contrária ao acordo”, afirmou o procurador Athayde Ribeiro, da força-tarefa de Curitiba no dia 5 de abril de 2016. Em resposta, o procurador Lauro Coelho, da então incipiente força-tarefa do Rio de Janeiro, respondeu apenas: “Ciente do teor”.

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Pesquisadores acreditam ter achado ponto de origem do óleo no Nordeste

18 de outubro de 2019, 06:47

Tecnologia usada parte dos pontos de chegada das manchas nas praias e faz o caminho para trás, estimando onde o vazamento começou (Foto: Adema/Governo de Sergipe/Divulgação)

O vazamento de óleo que atingiu todo o litoral do Nordeste do País pode ter ocorrido em uma região entre 600 km e 700 km da costa, na altura dos Estados de Sergipe e Alagoas. A estimativa foi feita por pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que trabalharam com uma tecnologia conhecida como modelagem inversa, que parte dos pontos de chegada das manchas nas praias e faz o caminho para trás, estimando o ponto de origem desse óleo. O estudo foi encomendado pela Marinha à Coppe/UFRJ. Até esta quarta-feira, 178 localidades haviam sido atingidas pelas manchas, de acordo com o Ibama. O cálculo usou como ponto de partida o mapa atualizado diariamente pelo órgão ambiental que mostra os dias e locais em que as manchas estão chegando às praias do Nordeste. Considerando as condições oceânicas, como correntes marinha, temperatura da superfície da água e os ventos, os pesquisadores desenharam o caminho para trás. Ao cruzar todas essas trajetórias, eles chegaram a uma região onde provavelmente o vazamento ocorreu. A análise permite estimar também o dia em que houve o acidente: por volta de 14 de junho. O engenheiro Luiz Landau, que coordena o Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia da Coppe, explica que trata-se de uma estimativa, mas que busca reproduzir do modo mais fiel possível as condições do evento. “Não sabemos, por exemplo, exatamente a que horas as manchas chegaram à costa, mas mesmo dentro dessas limitações, testamos vários cenários e chegamos a uma região provável da origem desse óleo”, disse Landau ao jornal O Estado de S. Paulo. O trabalho não indica exatamente um ponto específico do vazamento, mas uma região provável – um retângulo cujo lado maior tem cerca de 100 km de comprimento. “A gente considerou como se as pequenas manchas estivessem se movendo para trás até se juntarem nessa região no meio do Oceano Atlântico. Com mais investigação, podemos chegar a um raio menor, mas para dar uma resposta rápida nesse momento de crise, é o que conseguimos mostrar”, complementou o oceanógrafo Luiz Paulo Assad, colaborador do laboratório e professor do Departamento de Meteorologia da UFRJ.  

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‘Fim’ de Fortnite causa comoção nas redes sociais

17 de outubro de 2019, 11:40

Os jogadores do game levaram um grande susto! (Foto: Reprodução)

No último domingo (13), enquanto milhões de jogadores se divertiam online nos servidores do game Fortnite, um evento cataclísmico acontecia. Ao menos no mundo do virtual: um foguete subiu aos céus e criou um buraco na atmosfera que atraiu diversos meteoros à ilha onde se passa o jogo. Como se isso não bastasse, um buraco negro surgiu sugando todo o mapa e jogadores, e fim! Fortnite havia se encerrado. O jogo ficou inacessível, e quem tentasse entrar podia apenas assistir a uma transmissão quase estática que mostrava o campo gravitacional. Mas, claro, era tudo uma pegadinha que durou menos de 48 horas. Afinal, um dos games mais populares e lucrativos do momento, Fortnite já estava de volta na manhã de terça-feira (15). "O Fim", como foi chamado esse evento, serviu apenas para marcar o lançamento do Capítulo 2, que nada mais é que uma atualização do game com um novo mapa, ferramentas e atividades. E que também continua o enredo apocalíptico, iniciado lá em junho de 2017, quando foi lançado. Seguindo carona no sucesso de títulos do gênero "batte royale" - como o game PUBG - Fortnite coloca 100 jogadores para combater em uma ilha. O último jogador ou time que sobreviver é o vencedor. O jogo gratuito com micro-transações da Epic Games desbancou os rivais ao trazer ferramentas de construção e exploração. Mais de 78 milhões de pessoas logam ao menos uma vez por mês para curtir o game, que já rende centenas de milhares de dólares a cada mês para a desenvolvedora Epic Games. Tal qual uma telenovela, o jogo possui uma história viva: enquanto se desenrola, interage com o público. A diferença é que, neste caso, o próprio jogador é personagem e testemunha desse enredo, cada um à sua maneira. Um tipo de envolvimento que aliás é o charme e característica exclusiva da mídia dos games. E que cresceu à medida que as pessoas trocavam suas experiências de "fim do mundo" pelas redes sociais, ou mesmo em conversas com a família e amigos em casa, na escola, no trabalho ou na mesa de bar. Este engajamento fica ainda mais forte quando se trata do esporte eletrônico. Em julho deste ano aconteceu a primeira Copa do Mundo de Fortnite, que reuniu os melhores jogadores do mundo, incluindo alguns brasileiros. O vencedor foi um norte-americano de apenas 16 anos, Kyle "Bugha" Giersdorf, que ganhou como prêmio US$ 3 milhões (R$ 12,4 milhões). A final da competição foi acompanhada por mais de 2 milhões de expectadores pelo YouTube e Twitch, sem contar as pessoas que acompanharam pelo Twitter, Facebook ou dentro do próprio game. Com informações da Agência Brasil 

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Sistema de Avaliação de Educação Básica da Bahia (SAEB)

17 de outubro de 2019, 10:52

Acontece de 21 de outubro a 1° de novembro, a avaliação básica para estudantes da Rede Pública de Educação da Bahia. Serão avaliados os alunos do 5° ao 8° ano do Ensino Fundamental e do 3° ano do Ensino Médio.

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Jacobina: Um clube de e para ‘artistas’

17 de outubro de 2019, 09:55

O octogenário e histórico Clube dos Artistas, local onde no passado se realizavam reuniões de caráter recreativo, cultural, artístico, político e social, passa a abrigar atualmente a sede de uma associação de lojistas (Foto: Notícia Limpa)

*Por Gervásio Lima - Fundado em 1933, por um grupo de ‘artistas’, como eram chamados os profissionais liberais como os alfaiates, sapateiros, pedreiros, carpinteiros e outros, a agremiação Sociedade União dos Artistas Jacobinenses, tinha como objetivo não somente servir como um local para a realização de festas e bailes de micareta, mas de ser um local de inclusão para os associados e suas famílias. Em seu primeiro estatuto e, acredita-se, que tenha sido o único, entre outras atribuições, funcionaria integralmente no local uma escola de ensino primário e uma biblioteca com acesso para toda a comunidade. Os considerados ‘excluídos’ da época não podiam frequentar os dois clubes existentes naquele momento na cidade que eram o Clube 2 de Janeiro, fundado em 1878 e a Sociedade Filarmônica Aurora Jacobinense, fundada em 1879. Apenas os integrantes das famílias mais abastadas e as elites econômicas tinham acesso a esses espaços. Daí se deu a necessidade de se fundar um clube organizado por trabalhadores, uma espécie de ‘sociedade popular recreativa dançante’. Estatuto - O artigo 1º do Estatuto da União dos Artistas Jacobinenses, aprovado em 1933, diz: “Sob a denominação de Sociedade União dos Artistas Jacobinenses, com sede nesta cidade de Jacobina do Estado da Bahia, fica constituída pelos presentes estatutos, por tempo indeterminado, uma Sociedade Operária, cuja finalidade é socorrer aos seus associados que por moléstia ou outras circunstâncias, se acharem impossibilitados de promover os meios de melhorar a sua situação”. Após passar um período inativo, o octogenário e histórico Clube dos Artistas, local onde no passado se realizavam reuniões de caráter recreativo, cultural, artístico, político e social, passa a abrigar atualmente a sede de uma associação de lojistas. Semelhança histórica - Em um dos trechos do livro “A invenção do cotidiano na metrópole”, a professora doutora em História da Unicamp/SP, Luzia Margareth Rago, fala da vida social e do lazer na cidade de São Paulo entre os anos de 1900 e 1950: “A vida boêmia passava a exercer enorme fascínio como lugar da evasão, do diletantismo, dos prazeres, da possibilidade de escapar à normatividade da vida cotidiana que progressivamente se instaurava. Vida boêmia, espaço da imaginação e da criatividade, pensavam os intelectuais; espaço da promiscuidade e do desregramento, denunciavam os médicos”. Não muito diferente, conforme diversos depoimentos de remanescentes, a visão que a sociedade jacobinense tinha sobre os ‘clubes’ da cidade, seu papel social e seus frequentadores era praticamente a mesma. A vida boêmia era bastante concorrida. Jacobina naquele momento era um dos principais municípios da Bahia, com uma economia pujante. Além da agropecuária e garimpagem, era um grande entreposto de diversos produtos fornecidos para inúmeras cidades através da rede ferroviária. Na própria estação do trem, desativada em 1976, havia um bar, o Bar da Leste, que funcionava anexo ao prédio, onde regularmente acontecia música ao vivo. Quem partia ou quem chegava de viagem era recepcionado com ‘festa’. Saudade – Um dos frequentadores ‘Dos Artistas’, como o clube era chamado, Cosme Pereira Nascimento, o ‘Cosminho da Dires’, relembra das inesquecíveis micaretas e dos bate-papos nos inícios das noites entre amigos. “Peço que não deixem este clube morrer, mudar de nome. Esta história de 1933 não pode se acabar, ninguém é dono desse salão, ele pertence a todos os cidadãos jacobinense”, apela Cosminho. O Clube dos Artistas fica localizado entre as ruas da Conceição e São Salvador, ao lado da Igreja da Conceição. *Jornalista e historiador

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