EMPREGO

SAC deixará de emitir carteira de trabalho a partir de março

20 de fevereiro de 2020, 19:50

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 A nova regra é válida a partir de 3 de março, conforme determinação do governo federal.

Os postos poderão realizar a emissão da carteira de trabalho prioritariamente para casos excepcionais. Por exemplo, cidadãos que serão contratados por empresas que ainda não aderiram ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhista (eSocial), por organizações não-governamentais (ONGs) e por entes da administração estadual e municipal.

Para atender à demanda por novas carteiras de trabalho, os órgãos orientam o uso da CTPS Digital. A mudança está regulamenada pela Portaria Federal nº 1.065/2019. A CTPS Digital pode ser acessada via aplicativo, disponível nos sistemas Android e iOS, ou através do SAC Digital.

Os usuários podem ter acesso à CTPS Digital na plataforma de serviços do estado, onde serão direcionados para o site do Ministério da Economia para que criem um cadastro com seus dados pessoais, sobre vida laboral e previdenciária. Caso o usuário já tenha conta de acesso único, a consulta à CTPS Digital poderá ser feita mediante número de CPF e senha.

Quem possui a carteira de trabalho física pode guardar o documento, que continua sendo uma forma de comprovar o tempo de serviço em empresas e contratos anteriores. No entanto, o documento não tem mais validade como identificação civil.

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Bahia lidera geração de empregos no Nordeste com 30.858 novos postos em 2019

25 de janeiro de 2020, 10:45

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Com 30.858 novos postos de trabalho com carteira assinada, a Bahia foi o estado do Nordeste que mais gerou empregos em 2019. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (24), a partir do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Este resultado foi o melhor dos últimos seis anos e mantém o ritmo da geração de empregos registrada em 2018, quando totalizou 30.746 novos postos, levando em consideração as declarações recebidas fora do prazo.
 
Para o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, “o resultado fez com que o estado ocupasse a quinta posição no país, além da primeira na região nordestina quanto à geração de empregos em 2019. Para se ter uma dimensão mais precisa, geramos praticamente o triplo de postos com carteira assinada do que o segundo colocado no ranking do Nordeste, que foi Maranhão, com 10.707 empregos no mesmo período”. 
 
Além de Bahia e Maranhão, os demais estados do Nordeste totalizaram acumulados positivos em 2019: Ceará (+10.319 postos), Pernambuco (+9.696 postos), Paraíba (+6.154 postos), Rio Grande do Norte (+3.741 postos), Sergipe (+2.374 postos), Piauí (+1.981 postos) e Alagoas (+731 postos).
 
“O resultado positivo da Bahia em 2019 tem as políticas públicas do Governo do Estado como indutor do desenvolvimento, com a realização de obras como a construção de hospitais, policlínicas, escolas, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, habitações populares e estradas, dentre outras. Neste ano de 2020 vamos seguir firmes na geração de emprego tanto na capital quanto no interior”, afirma o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães. 
 
No acumulado dos doze meses de 2019, com exceção da Administração Pública (-30 postos), todos os setores de atividade registraram saldos positivos: Construção Civil (+11.551 postos), Serviços (+10.046 postos), Comércio (+5.297 postos), Indústria de Transformação (+2.353 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+829 postos), Extrativa Mineral (+614 postos) e Agropecuária (+198 postos). Quanto ao saldo de emprego acumulado no ano de 2019, enfatiza-se que a RMS (+4.717 postos) e o interior (+26.141 postos) geraram postos de trabalho com carteira assinada. 
 
Foto: Camila Souza/GOVBA
(Foto: Camila Souza/GOVBA)
 
Em dezembro, quando tradicionalmente há mais demissões, foram fechados 11.374 postos de trabalho, resultado que decorreu da diferença entre 42.149 admissões e 53.523 desligamentos. Segundo a SEI, o registro para dezembro segue o predomínio na série histórica do referido mês (2009-2019). Entretanto, trata-se do melhor resultado para um mês de dezembro desde o registrado em 2013. 
 
No Nordeste, todos os estados fecharam postos com carteira assinada. A Bahia foi seguida por Pernambuco (-5.358 postos), Maranhão (-3.421 postos), Ceará (-3.396 postos), Rio Grande do Norte (-3.133 postos), Paraíba (-2.992 postos), Piauí (-2.957 postos), Alagoas (-1.159 postos) e Sergipe (-1.013 postos). No país, o saldo ficou negativo em 307,3 mil vagas.
 
Fonte: Ascom/Seplan
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VAGAS DE ESTÁGIO – Secretaria da Administração da Bahia anuncia processo seletivo para contratação de 2.838 estagiários de ensino superior em diversas áreas

26 de setembro de 2019, 13:20

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A Secretaria da Administração do Estado da Bahia – SAEB, anuncia Processo Seletivo para contratação de 2.838 estagiários de ensino superior de diversas áreas.

As vagas ofertadas são para os seguintes cursos: Administração (458); Agronomia (35); Análise de Sistemas (15); Antropologia (1); Arquitetura (30); Arquitetura e Urbanismo (4); Arquivologia (32); Artes Cênicas com ênfase em Artes Plásticas (2); Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral (2); Artes Plásticas (5); Assistente Social (2); Bacharelado em Gênero (1); Bacharelado Interdisciplinar em: Artes (5); Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral (1); Humanidades (2); Saúde (7); Biblioteconomia (35); Biomedicina (1); Botânica (2); Ciência da Computação (41); Ciência da Computação Informática/ Redes (4); Ciência da Natureza (2); Ciências Biológicas Bacharelado (35); Ciências Biológicas Licenciatura (43); Ciências Contábeis (148); Ciências Econômicas (30); Ciências Sociais (39); Cinema e Audiovisual (6); Comunicação Social (32); Comunicação Social em: Jornalismo (82); Produção Cultural (22); Publicidade e Propaganda (8); Rádio e TV (6); Relações Públicas (6); Dança (8); Desenho e Artes Plásticas (1); Design (17); Design Gráfico (25); Direito (409); Economia (3); Educação Física Bacharelado (18); Educação Física Licenciatura (40); Enfermagem (105); Engenharia Ambiental (16); Engenharia Ambiental e Sanitária (29); Engenharia Cartográfica (1); Engenharia Civil (75); Engenharias de: Computação (8); Agrimensura (4); Agrimensura e Cartográfica (2); Alimentos (3); Pesca (3); Petróleo e Gás (2); Produção (2); Produção Civil (6); Elétrica (15); Florestal (2); Mecânica (2); Química (2); Sanitária e Ambiental (2); Sanitarista (1); Estatística (7); Farmácia (31); Filosofia (9); Física Licenciatura (8); Fisioterapia (16); Fonoaudiologia (2); Gênero e Diversidade Bacharelado (2); Geografia (1); Geografia Bacharelado (10); Geografia Licenciatura (16); Geologia (9); Gestão de Eventos (2); Gestão de Recursos Humanos (9); Gestão de Redes de Computadores (2); História Bacharelado (16); História Licenciatura (21); Informática (13); Informática/ TI (10); Letras (118); Letras com Inglês (9); Marketing (6); Matemática Licenciatura (81); Medicina (31); Medicina Veterinária (25); Museologia (7); Música (3); Nutrição (18); Odontologia (3); Pedagogia (85); Produção Cultural (1); Psicologia (71); Publicidade (1); Química Bacharelado (7); Química Licenciatura (13); Rede de Computadores (6); Relações Internacionais (8); Saúde Coletiva (12); Secretariado (24); Secretariado Executivo (24); Serviço Social (60); Sistemas de Informação (44); Teatro (6); Tecnologia da Informação (2); Turismo (9); Turismo e Hotelaria (16); Urbanismo (7); Web design (10); Zootecnia (2).

Quando admitidos, os estagiários irão atuar juntos aos seguintes órgãos: ADAB; AGERBA; BAHIAGÁ; BAHIAPESCA; BAHIATURSA; CAR;CASA CIVIL; CBPM; CEPED; CERB; CONDER; CTB; DESENBAHIA;DETRAN; DPT; EGBA; EMBASA; FAPESB; FPC; FUNCEB; FUNDAC; GAB.GOV; IBAMETRO; INEMA; IPAC; IRDEB; JUCEB; PGE; PM; Poplícia Civil; PRODEB; SAEB; SDR; SEAGRI; SEAP; SEC; SECOM; SECTI; SECULT; SEDUR; SEFAZ; SEI; SEINFRA; SEMA; SEPLAN; SEPROMI; SERIN; SESAB; SETRE; SJDHDS; SPM; SSP; SUDESB; UEFS e UNEB.

A carga horária a ser cumprida são de 20 horas semanais e o valor da bolsa estágio ofertada é de R$ 455,00 a R$ 1.464,00.

As inscrições serão realizadas até o dia 4 de outubro de 2019, exclusivamente via internet, no endereço eletrônico www.programaestagio.saeb.ba.gov.br.

O prazo de validade do estágio será de um ano, sem possibilidade de prorrogação.

Demais informações podem ser obtidas por meio do edital disponível no nosso site.

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Cresce a proporção de lares sem qualquer renda proveniente do trabalho

18 de setembro de 2019, 12:04

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Durante os anos de recessão econômica e de crise no emprego, aumentou a proporção de lares brasileiros sem qualquer renda proveniente do trabalho, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). As famílias mais pobres ou simplesmente sem renda de trabalho representam mais da metade (52%) dos lares brasileiros.

No segundo trimestre de 2019, 22,4% dos domicílios do País não possuíam renda do trabalho. No segundo trimestre de 2014, quando começou a crise econômica, essa fatia era de 19,0%.

Já as famílias de renda muito baixa, que recebiam menos de R$ 1.638,70 mensais, representavam 29,6% de todos os domicílios brasileiros no segundo trimestre deste ano.

Conforme o Ipea, houve elevação acentuada do índice de Gini – medida de desigualdade de renda – desde 2016, com destaque para a desigualdade da renda do trabalho por domicílio.

O índice de Gini da renda domiciliar do trabalho subiu de cerca de 0,514 no quarto trimestre de 2014 para 0,533 no mesmo trimestre de 2018, ficando relativamente estável em 0,532 no segundo trimestre de 2019, apontou o Ipea.

“Esse aumento do Gini se deve à retomada da ampliação da desigualdade entre os extremos da renda. De forma mais concreta, enquanto no primeiro trimestre de 2019 a renda domiciliar do trabalho da faixa de renda alta era 30,1 vezes maior que a da faixa de renda muito baixa, no segundo trimestre a renda domiciliar da faixa mais alta era 30,5 vezes maior, praticamente igualando o pico da série histórica (30,6) atingido no terceiro trimestre de 2018”, ressaltou o Ipea na carta de Conjuntura sobre o mercado de trabalho divulgada nesta quarta-feira.

O levantamento do Ipea tem como base os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua, apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Os autores do estudo lembram que a grande maioria das novas vagas formais que têm sido geradas no País possui remuneração máxima de até dois salários mínimos. Apenas as duas primeiras faixas salariais – os empregos com remuneração de até um salário mínimo e de um a dois salários mínimos – vêm mantendo saldos positivos desde 2017.

“Para os demais níveis salariais, a dispensa de trabalhadores é maior que o total de admissões. Adicionalmente, nota-se que os efeitos da crise econômica sobre o mercado de trabalho, sobretudo em 2015 e 2016, geraram não apenas uma expressiva dispensa de trabalhadores como também uma queda dos salários de contratação, dado que a única faixa de emprego com saldo positivo no período era a que remunerava até 1,0 SM (salário mínimo). A partir de 2017, o país voltou a gerar vagas com salários entre 1,01 e 2,0 SMs, no entanto em proporções mais modestas”, notaram os autores Maria Andreia Lameiras, Carlos Henrique Corseuil, Lauro Ramos e Sandro Carvalho, do Ipea.

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Vou ter que trabalhar dia de domingo? Tire suas dúvidas sobre a MP da Liberdade Econômica

18 de agosto de 2019, 11:35

Foto: Getty

Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou e encaminhou ao Senado a Medida Provisória 881/19, conhecida como a MP da Liberdade Econômica.

O projeto, que nasceu no governo federal com a proposta de descomplicar a vida dos empresários do Brasil, acabou ganhando ares de reforma trabalhista ao passar pelo Congresso.

Entre os pontos aprovados pelos deputados nesta semana é o que diz respeito ao trabalho aos domingos. A medida deixou muita gente preocupada e cheia de dúvidas, como: eu serei obrigado a trabalhar de domingo? A mudança vale para todo mundo? Terei que trabalhar de segunda a segunda?

Tire todas as suas dúvidas sobre como vai funcionar o trabalho aos domingos quando e se a MP da Liberdade Econômica virar lei.

O que diz exatamente o texto da MP sobre trabalho aos domingos?

O texto aprovado pela Câmara diz, no artigo 68 da Declaração de Direitos de Liberdade Econômica: “Fica autorizado o trabalho aos domingos e feriados“.

Mas no artigo 67 diz: “Será assegurado a todo empregado um repouso semanal remunerado de vinte e quatro horas consecutivas, preferencialmente aos domingos“.

Em parágrafo único no artigo 68, diz: “O repouso semanal remunerado deverá coincidir com o domingo pelo menos uma vez no período máximo de quatro semanas“.

E o artigo 70 finaliza: “O trabalho aos domingos e nos feriados será remunerado em dobro, salvo se o empregador determinar outro dia de folga compensatória“.

Eu vou ser obrigado a trabalhar de domingo?

Não necessariamente. A medida apenas permite que qualquer empresa, de qualquer categoria, empregue funcionários aos domingos, formalizando uma prática que já existe há anos principalmente no comércio. Nenhuma empresa será obrigada a abrir de domingo, mas apenas aquelas que quiserem.

Se a empresa decidir que eu tenho que trabalhar no domingo, eu posso me recusar?

Se o patrão quiser mudar a sua escala de trabalho e você aceitar, terá que assinar um novo contrato. Se não aceitar, você pode tentar negociar com o empregador e, se não chegar a um acordo, talvez tenha que procurar outro emprego.

Vou ter que trabalhar de segunda a segunda?

Não. A MP garante que todo trabalhador tem direito a uma folga obrigatória de 24 horas consecutivas por semana, “preferencialmente” (mas não obrigatoriamente) aos domingos. Além disso, o regime de trabalho continua sendo de 44 horas semanais.

Vou poder tirar uma folga após trabalhar no domingo?

Sim. Todo trabalhador terá direito a uma folga remunerada em algum dia útil (de segunda a sexta) que compense o domingo trabalhado. O patrão também pode optar por compensar o domingo com um pagamento extra equivalente a dois dias de trabalho ao funcionário.

Eu vou ser obrigado a trabalhar todos os domingos se o patrão quiser?

Não. Pelo texto da MP, o funcionário só pode trabalhar três domingos consecutivos. Mesmo com folga durante a semana, você será obrigado a folgar em um domingo após trabalhar três seguidos.

Vou poder receber hora extra?

Sim. A MP não muda as regras para o pagamento de horas extras, que podem ser comprovadas por marcação de ponto (obrigatória, agora, para empresas com 20 funcionários ou mais). Quem trabalhar além das 44 horas semanais limitadas por lei ou das oito horas diárias, tem direito a pagamento de horas extras ou de desconto em banco de horas, regulamentado pela reforma trabalhista de 2017.

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Conheça as profissões do futuro e esteja preparado para o mercado

17 de novembro de 2018, 08:59

Foto: Reprodução

Profissionais que saibam imprimir grandes edifícios em 3D, consertar robôs domésticos e fazer roteiros de viagens para a órbita terrestre serão essenciais em poucos anos

O 8º Mapa do Ensino Superior, estudo elaborado pelo Semesp – entidade representante de instituições de ensino superior -, revela as carreiras mais desejadas no mercado de trabalho nas próximas décadas. Profissionais que dominarem conceitos de inteligência artificial, programação e computação matemática estarão em destaque.

Como aponta o levantamento, ao qual o ‘G1’ teve acesso, habilidades com tecnologia serão essenciais para todas as áreas de atuação. Criatividade, inovação, gestão e empreendedorismo também seguirão em alta para quem almeja uma posição de destaque no mercado de trabalho.

Confira doze profissões que surgirão nos próximos anos, segundo especialistas ouvidos pelo Semesp:

Agricultor digital: profissional que usa tecnologia, como drones para monitorar plantações e recursos digitais para análise das condições meteorológicas, para aprimorar os processos no campo.

Agricultor urbano: especialistas projetam um aumento no cultivo de alimentos em grandes cidades. Por isso, profissionais que dominem engenharia agrônoma, nutrição, agricultura e urbanismo podem se destacar.

Defensor da ética tecnológica:profissional que analisa a interação entre humanos, robôs e inteligência artificial, segundo conceitos filosóficos e éticos.

Gestor de novos negócios em inteligência artificial: profissional com perfil comercial para vendas e conhecimentos de programação e gestão trabalhará no desenvolvimento de programas que acelerem negócios em inteligência artificial.

Gestor de resíduos: um problema atual que precisa de uma solução urgente. O gestor de resíduos industriais atuará em parceria com o governo para pensar em políticas públicas para minimizar impactos e transformar o lixo em uma fonte de renda. Conhecimentos de engenharia química, ecologia, direito e relações públicas serão desejáveis.

Desenvolvedor de materiais educacionais online: o crescimento da educação à distância exigirá novas soluções para materiais didáticos online, como diagramação, editoração e edição de vídeo.

Especialista em impressão 3D de grande porte: profissional deverá ser capaz de operar impressoras 3D para grandes construções. Área deve, inclusive, se tornar um novo ramo da engenharia civil.

Engenheiro climático: profissionais com conhecimentos em meteorologia, engenharia agrícola, cartografia e agronomia deverão desenvolver novas tecnologias para prever e evitar desastres climáticos.

Hacker genético: profissionais com conhecimento em genética, computação, matemática, fisiologia e medicina atuarão no aperfeiçoamento do corpo humano, que deverá tornar-se mais resistente a doenças.

Controlador de tráfego: ferramentas de inteligência artificial devem auxiliar os profissionais a gerir o espaço rodoviário e aéreo ocupado por veículos autônomos e drones.

Guia de turismo espacial: especialistas em turismo na órbita da Terra serão essenciais para fazer roteiros de férias em ambientes que possam ser explorados.

Técnico de manutenção de robôs: profissional deve ser capacitado a consertar robôs de uso pessoal.

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Grupo Abril deve demitir 600 funcionários; revistas famosas vão acabar

07 de agosto de 2018, 09:55

Também devem ser descontinuadas as revistas Mundo Estranho, Elle, Cosmopolitan, Casa Claudia, Arquitetura & Construção, Minha Casa e Boa Forma –

 

Duas semanas depois de entregar a gestão do grupo à consultoria de reestruturação Alvarez & Marsal, a Abril começou nesta segunda (6) a implementar cortes de pessoal e de títulos.

A reportagem apurou que, em todo o grupo, devem ser dispensados 570 profissionais até quarta (8).

Foi apurado também que devem ser descontinuadas as revistas Mundo Estranho, Elle, Cosmopolitan, Casa Claudia, Arquitetura & Construção, Minha Casa e Boa Forma.

Em comunicado no qual anuncia a reformulação, a Abril afirma que passará a “concentrar seus recursos humanos e técnicos em suas marcas líderes: Veja, Veja São Paulo, Exame, Quatro Rodas, Claudia, Saúde, Superinteressante, Viagem e Turismo, Você S/A, Você RH, Guia do Estudante, Capricho, M de Mulher, VIP e Placar”. Não detalha quais títulos sobreviverão em versão impressa.

Segundo a nota, esses 15 títulos “somam audiência qualificada de 125 milhões de visitantes únicos por mês” -quantidade que superaria os 120,7 milhões de pessoas que acessaram toda a internet brasileira nos últimos três meses, segundo o CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil).

O comunicado argumenta que a reformulação do portfólio tem “o objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o setor de mídia”.

Abaixo, a íntegra do comunicado:”Abril anuncia reformulação

O Grupo Abril comunica que, como parte do seu processo de reestruturação, está reformulando o portfólio de marcas da editora com o objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o setor de mídia.

O processo tornou-se obrigatório para assegurar a continuidade da empresa e garantir seu futuro dentro das circunstâncias impostas por uma economia e um mercado substancialmente menores do que os que trouxeram a Abril até aqui.

Com isso, a empresa passará a concentrar seus recursos humanos e técnicos em suas marcas líderes: Veja, Veja São Paulo, Exame, Quatro Rodas, Claudia, Saúde, Superinteressante, Viagem e Turismo, Você S/A, Você RH, Guia do Estudante, Capricho, M de Mulher, VIP e Placar. Marcas que somam audiência qualificada de 125 milhões de visitantes únicos por mês e 5,2 milhões de circulação nas versões impressa e digital por mês, além de centenas de eventos.

Aos profissionais que atuaram nos títulos que estão sendo descontinuados, nosso agradecimento pela dedicação e pelo profissionalismo.

Em consonância com sua trajetória e relevância na imprensa brasileira, a Abril reafirma o seu compromisso de manter vivo o jornalismo de qualidade. Uma imprensa forte, livre e idônea em seus princípios é essencial para o desenvolvimento do Brasil e o único antídoto contra desinformação e fake news.”

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Desemprego vai a 12,7% em maio, aponta IBGE

29 de junho de 2018, 12:23

Percentual foi considerado estável em comparação à última medição, de fevereiro – 

O desemprego no país atingiu 12,7% no trimestre encerrado em maio, divulgou o IBGE na manhã desta sexta-feira (29).

O resultado representa estabilidade frente ao observado no período de três meses encerrado em fevereiro, quando a taxa de desocupação foi de 12,6%.

Na comparação de maio com igual período de 2017, houve queda de 0,6% ponto percentual na taxa, que esteve em 13,3% no período.

O resultado de maio veio ligeiramente acima da média da previsão dos analistas consultados pela agência Bloomberg, de 12,6%.

O cenário para o emprego no país segue tendência observada ao longo de 2017, quando houve queda na taxa de desemprego na esteira do aumento de trabalhos informais. O trabalho com carteira assinada continua a cair a medida que aumentam a procura e a geração de trabalhos vagas informais.

O Brasil encerrou maio com 13,2 milhões de desocupados. O indicador, que registra o contingente de desempregados que estão de fato em busca de oportunidades, teve alta de 0,9 ponto percentual frente ao trimestre imediatamente anterior. Na passagem dos trimestres, 115 mil pessoas entraram na fila do emprego.

Na comparação anual, de maio com igual período do ano passado, houve queda de 3,9% no total de desocupados. No intervalo de um ano, 536 mil pessoas passaram à condição de desocupados.

O trabalho com carteira atingiu em maio o menor nível para o mês desde o início da série histórica, em 2012. O resultado representou queda de 1,1% em relação ao observado no trimestre encerrado em fevereiro. No período, 351 mil vagas formais foram fechadas. Já no intervalo de um ano, a queda de 1,5% ou 483 mil vagas.

O trabalho sem carteira assinada era realidade para 11,06 milhões de pessoas em maio, alta de 2,9% em relação ao observado no trimestre encerrado em fevereiro. Na passagem dos trimestres, 307 mil novas pessoas obtiveram trabalhos informais. Na comparação de maio com igual período do ano passado houve alta de 5,7% ou de 597 mil novas pessoas nessa condição.

O IBGE registrou ainda que houve aumento da população fora da força de trabalho, que são pessoas em idade para trabalhar que por algum motivo não estão empregadas e nem procurando emprego. Isso pode acontecer por diversos motivos, entre eles o desalento, que é quando a pessoa desiste de procurar emprego após tentar sem sucesso se inserir no mercado de trabalho.

A população fora da força de trabalho atingiu 65,4 milhões de pessoas em maio, no maior nível da série histórica iniciada 2012, considerando somente os trimestres que são comparáveis entre si. A população nessa condição cresceu 0,7% em maio frente a fevereiro, em uma alta de 475 mil pessoas. Já no intervalo de um ano, a população fora da força de trabalho aumentou 1,6% ou 1 milhão de novas pessoas.

Com informações da Folhapress.

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Jornalismo autmatizado não ameaça empregos, diz presidente de editora

08 de junho de 2018, 10:41

(Reuters) – O uso do jornalismo automatizado, em que artigos são gerados por inteligência artificial, não representa um risco ao trabalho dos jornalistas, disse o presidente executivo da editora alemã Axel Springer, Mathias Doepfner, nesta quarta-feira.

“Isso vai tomar os empregos de jornalistas? O que nós podemos ver é exatamente o oposto. Nós agora podemos fazer coisas que nunca poderíamos pagar nos dias analógicos quando dependíamos apenas de grandes times de jornalistas”, disse Doepfner na conferência de tecnologia NOAH.

Muitas grandes companhias de mídia, incluindo a Thomson Reuters, estão testando o uso de inteligência artificial para automatizar a produção de alguns artigos com muitos dados.

A Axel Springer, editora dos jornais mais vendidos da Alemanha, Bild e Welt, usa o jornalismo automatizado para cobrir partidas de futebol de ligas alemãs inferiores.

“Nossa oferta é mais ampla, está atraindo mais leitores e não mata os empregos de jornalistas existentes. Está até os estabilizando”, disse Doepfner.

A editora, que gera 80 por cento de seu lucro central de áreas digitais, divulgou um ganho de dois dígitos no primeiro trimestre. A empresa relatou um total de 2.867 jornalistas em 2017, frente a 2.888 em 2016.

Reportagem de Emma Thomasson

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Desemprego fica em 12,9% no trimestre encerrado em abril, diz IBGE

29 de maio de 2018, 13:06

O contingente de desempregados, isto é, pessoas que procuram emprego e não conseguem, chegou a 13,4 milhões no trimestre encerrado em abril deste ano.

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,9% no trimestre encerrado em abril deste ano. O dado é da Pnad Contínua, divulgada nesta terça-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Rio de Janeiro.

Segundo o IBGE, no trimestre encerrado em janeiro, a taxa havia ficado em 12,2%. Em abril de 2017, ela foi de 13,6%. As informações são da Agência Brasil.

O contingente de desempregados, isto é, pessoas que procuram emprego e não conseguem, chegou a 13,4 milhões no trimestre encerrado em abril deste ano. Isto representa um aumento de 5,7% em relação aos 12,7 milhões de desocupados registrados no trimestre encerrado em janeiro.

Na comparação com abril de 2017, no entanto, houve uma queda de 4,5% na massa de desempregados, já que naquele período havia 14 milhões de desocupados no país.

A população ocupada chegou a 90,7 milhões no trimestre encerrado em abril deste ano, 1,1% menor do que no trimestre encerrado em janeiro (91,7 milhões), mas 1,7% acima do trimestre encerrado em abril do ano passado (89,2 milhões).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada, que ficou em 32,7 milhões, apresentou queda de 1,7% em ambas comparações temporais. Já os trabalhadores sem carteira (10,9 milhões de pessoas) mantiveram-se estáveis em relação a janeiro, mas cresceram 6,3% em relação a abril do ano passado.

Os trabalhadores por conta própria (23 milhões de pessoas) também mostraram o mesmo comportamento: permaneceram estáveis em relação a janeiro e cresceram 3,4% na comparação com abril do ano passado.

QUEDAS

Nenhum dos dez grupamentos de atividades pesquisadas teve aumento na população ocupada de janeiro para abril. Foram observadas quedas nos segmentos da Construção (-2,7%), Serviços Domésticos (-2,7%) e Comércio (-2,5%). Os demais setores ficaram estáveis.

Na comparação com abril do ano passado, houve geração de postos de trabalho apenas nos segmentos de Outros Serviços (9,1%) e Administração Pública (3,8%).

O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.182 no trimestre encerrado em abril deste ano, relativamente estável em relação a janeiro deste ano e a abril do ano passado. A massa de rendimento real habitual (R$ 193 bilhões) também ficou estável em ambas comparações temporais. Com informações da Folhapress.

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Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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