POLÍTICA

Prefeito de Caém fala do primeiro ano de gestão durante entrevistas à emissoras de rádio da região

23 de dezembro de 2021, 11:26

Foto: Ascom/PMC

O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), concedeu nesta semana, entrevistas às emissoras Paiaiá FM, sob o comando do radialista Nilson Miranda, Jaraguá FM, com João Batista Ferreira e Jacobina FM, com Geyder Gomes, onde abordou uma série de questões relativas ao município.

Durante a entrevista, o prefeito fez um balanço do primeiro ano de seu segundo mandato à frente do Executivo municipal, e destacou as principais ações de seu governo e os planos para os próximos períodos. Para Arnaldinho este ano que se encerra foi muito produtivo para o município de Caém, pois a gestão superou muitos desafios.

Entre as ações citadas, destacou a redução de gastos, o pagamento salarial em dia e as intervenções nas áreas que considera essenciais como a Saúde, Educação, Agricultura e Assistência Social. “Hoje estamos com as contas da prefeitura mais equilibradas e podemos o que nos deixa mais tranquilos para implantar políticas públicas para melhorar a qualidade de vida da população”, declarou.

O chefe do Executivo também aproveitou a oportunidade para interagir e tirar dúvidas dos ouvintes. “É muito importante esse contato com a população para trazer as informações das ações da prefeitura”, destacou.

Ao término das entrevistas, Arnaldinho aproveitou para expressar profundo sentimento às famílias e às vítimas da Covid-19; encerrando com votos de um feliz Natal e um Ano Novo repleto de realizações ao povo de Caém e de toda região.

Segue um resumo dos assuntos abordados pelo prefeito divididos por secretarias municipais:

SAÚDE – Na pasta da Saúde várias foram as ações que tornaram o município como o que mais investiu proporcionalmente em toda a região. Considerado como uma das ações mais relevantes, o prefeito ressaltou o retorno das cirurgias eletivas no Hospital Municipal Doutora Josefa Monteiro, com procedimentos como cesarianas, histerectomias, laqueaduras tubárias, reconstrução de períneo e vasectomias e as contratações de profissionais como médicos obstetra, ginecologista, anestesista, enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionista, instrumentador cirúrgico e outros. Foi destacado também as ações voltadas para o enfrentamento a covid como testagens em massa da população.

EDUCAÇÃO – Com a Educação não foi diferente, o gestou elencou uma série de realizações, entre elas reformas e ampliações de unidades escolares na sede e na zona rural, como a da Escola Professor Arnóbio Oliveira; adequação de ambientes e cantinas aos protocolos sanitários contra a Covid-19, criação do Centro de Atendimento Educacional Especializado; implantação do Programa Saúde na Escola e reforma e manutenção de toda a frota de veículos, principalmente do transporte escolar.

AGRICULTURA – Na área da Agricultura, principal responsável pela economia local, os trabalhos foram intensos, o que melhorou significamente a produção e o escoamento dos produtos produzido por agricultores familiares. Se credita essa melhora a capacitações, através de palestras, cursos, implantações efetivas de políticas públicas e aquisições de veículos e equipamentos destinados à entidades rurais. Através da Secretaria da Agricultura Municipal, foi implantado e regulamentado o Selo de Inspeção Municipal – (SIM); revitalização dos conselhos de desenvolvimento sustentável, cursos e assistência técnica rural (ATER) e aumento da adesão ao Garantia Safra

ASSISTÊNCIA SOCIAL – A Assistência Social de Caém teve melhorias significativas em toda a sua área de atuação. Revitalizado e ampliado os serviços, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem fortalecido a convivência com as famílias e a comunidade em geral, é um exemplo na qualidade no atendimento cidadão. A inclusão de comunidades quilombolas na Fundação Palmares e as conquistas através desta inclusão e de outras parcerias, já foram distribuídas dezenas de toneladas de cestas básicas para a população carente.

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Entregas de títulos e honrarias marcam o encerramento do Calendário Legislativo de Caém (Fotos)

16 de dezembro de 2021, 16:26

Foto: Ascom/PMC

Entregas de títulos e honrarias marcam o encerramento do Calendário Legislativo de Caém

A Câmara de Vereadores de Caém realizou nesta quinta-feira (16), sessão solene de encerramento das atividades legislativas de 2021, com entregas de títulos de Cidadão Caenense e moções honrosas para pessoas que fazem parte da história do município a partir das mais variadas contribuições.

Um dos agraciados foi o bioquímico Jorge Samuel Mendes Moraes, em reconhecimento aos serviços prestados e pela sua aproximação com a cidade, seja como empresário, mas como também por sua identificação com o lugar onde morou e foi alfabetizado. Bastante emocionado, Jorge Samuel lembrou da sua infância e das amizades que construiu em Caém. “Me sinto feliz pela homenagem. Nunca neguei minha relação com Caém, pois foi aqui que morei entre meus três e seis anos de idade e fui alfabetizado. Confesso que de todas as cidades que morei, Caém é que mais me marcou e marca até hoje. Esta cidade está no meu dna”, disse Jorge Samuel, agradecendo a homenagem: “esta honraria extrapolou meus limites de emoção”.

O prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), destacou a parceria entre o Executivo e o Legislativo Municipal, agradecendo o envolvimento e o compromisso dos vereadores e de toda a sua equipe em trabalhar pelo desenvolvimento de Caém. “Quero agradecer aos vereadores pela parceria com o Executivo, estendendo aos nossos secretários pois sem os quais não conseguiríamos êxito nas ações e projetos desenvolvidos ao longo desse ano. Agradeço também a cada setor e a cada servidor, todos têm a mesma importância”, salientou.

Durante seu discurso o prefeito anunciou a realização do pagamento do 13º salário para os servidores contratados e comissionados, fato inédito na história administrativa do município. Na área física, Arnaldinho disse comemorar a assinatura da ordem de serviço que acontecerá antes do Natal, para início das obras do complexo poliesportivo que irá revitalizar a área do Estádio Municipal, onde será construída piscina semiolímpica, campo com gramado sintético, iluminação, alambrados, quadra de vôlei de areia e pista de atletismo e outras benfeitorias.

Encerrando a solenidade, o presidente da Câmara Pablo Piauy agradeceu aos presentes e o empenho dos demais vereadores para que a produção parlamentar em 2021 fosse satisfatória. “Quero agradecer a todos que nos acompanharam ao longo do ano, principalmente os colegas vereadores e todos os colaboradores desta Casa, que contribuíram para que tivéssemos um ano muito produtivo. Desejo a todos um feliz natal, sempre de unidade familiar, e que tenhamos um 2022 de muitos objetivos concretizados”.

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Prefeito de Caém retorna à Brasília em busca de benefícios para o município

14 de dezembro de 2021, 14:59

Foto: Reprodução

O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), se encontra em Brasília onde participa da Mobilização Municipalista que acontece nesta terça (14) e quarta-feira (15), em Brasília. Promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o evento tem como objetivo, a luta pela aprovação de pautas prioritárias para os municípios brasileiros.

De acordo ao prefeito de Caém a articulação dos gestores, tem gerado resultados importantes, como o reforço das finanças municipais, considerado imprescindível para viabilizar o atendimento de demandas locais. “A proposta é concentrar esforços nos últimos dias de atuação do Congresso Nacional em 2021, antes do recesso parlamentar, para viabilizar medidas importantes para as gestões municipais”, disse Arnaldinho, destacando a importância da mobilização permanente dos prefeitos, “é importante o contato direto com os parlamentares, é uma oportunidade de cobrar o compromisso com as pautas que vêm sendo apresentadas”, concluiu.

Além das atividades da CNM, Arnaldinho ressaltou ainda que durante sua estadia na Capital Federal irá visitar gabinetes de órgãos federais em busca de benefícios para o seu município. “Iremos aproveitar nossa presença em Brasília para buscar benefícios e apresentar demandas de Caém”, disse.

Os gestores cobram que o Congresso Nacional conclua a votação de matérias determinantes para as prefeituras, como: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021 (parcelamento dos débitos previdenciários), a PEC 122/2015 (encargo vinculado ao repasse), a PEC 13/2021 (mínimo da educação em 2020), o Projeto de Lei (PL) 3339/2021 (regulamentação do Fundeb), o PDL 290/2019 (Organizações Sociais fora do limite de pessoal), entre outras.

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Prefeito participa da solenidade de entrega de títulos de ‘Cidadão Caenense’

09 de dezembro de 2021, 15:47

Foto: Ascom/PMC

O prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) participou, na manhã desta quinta-feira (9), da entrega do título de Cidadão Caenense promovida pela Câmara de Vereadore. Na sessão solene, realizada na Câmara de Vereadores foram contemplados moradores que, de alguma forma, colaboram ou colaboraram para o desenvolvimento da cidade.

O prefeito Arnaldinho que compôs a mesa durante a sessão, fez questão de destacar as qualidades dos homenageados. “Trata-se de uma justa homenagem e parabenizo os vereadores por isso. São exemplos de cidadãos que se preocuparam e se preocupam com a sociedade como um todo e com a família. Entendemos a importância de valorizar e homenagear aqueles que contribuíram ao longo da história do nosso município para o seu desenvolvimento”, disse o prefeito.

O presidente da Câmara, Pablo Piauy falou sobre os homenageados e destacou que são pessoas engajadas em prol do município. “Parabenizo a todos, pois são cidadãos que se dedicaram e ainda se dedicam pelo bem de todos os caenenses”, comentou, ressaltando em seguida a parceria entre o Executivo e o Legislativo municipal. Para o vereador, a aproximação entre os dois poderes tem contribuído efetivamente para que os benefícios para a população aconteçam de forma clara e o mais democraticamente possível. “Gostaria de parabenizar o prefeito Arnaldo Oliveira pela postura democrática e a forma transparente que está conduzindo nosso município. Será sempre um prazer receber a visita do chefe do Executivo nesta casa legislativa”, salientou Pablo.

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Prefeito de Caém participa em Brasília de movimento em prol dos municípios

09 de novembro de 2021, 16:23

Foto: UPB

Buscar de solução para a crise nos municípios, este é o objetivo dos gestores públicos de todo o Brasil que participam nesta terça e quarta-feira (09 e 10) da mobilização municipalista, em Brasília, convocada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com o apoio das associações municipalistas estaduais, entre elas a União dos Municípios da Bahia (UPB).

Entre as principais reivindicações estão o parcelamento em 240 meses da dívida da previdência, a aprovação da PEC 122/2015, que impede a criação de obrigações aos municípios sem apontar fonte orçamentária; a PEC 13/2021 da não obrigatoriedade do investimento mínimo constitucional na educação, durante a pandemia em que as escolas estiveram fechadas; o Projeto de Lei (PL) 3339/2021 sobre a regulamentação do Fundeb e o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 290/2019, que exclui as organizações sociais do limite de gasto com pessoal.

Conforme o prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), que participa da mobilização no Distrito Federal, um dos principais pontos das reivindicações é o parcelamento da dívida dos municípios com a previdência. “Para que consigamos equilibrar as finanças do nosso município, uma das opções é o parcelamento da dívida com a previdência. Não conseguimos fazer obras com recursos próprios porque praticamente tudo o que o município arrecada é para pagar dívidas herdadas”, ressaltou Arnaldinho.

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Após dizer na ONU ter acabado com a corrupção, Bolsonaro admite ‘problemas em alguns ministérios’

27 de setembro de 2021, 17:05

Foto: Reprodução

Com o governo bombardeado por denúncias de irregularidades, envolvendo, principalmente, as compras de vacinas contra a covid-19, o presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta segunda-feira, 27, que a corrupção não acabou em seu governo. “Eliminou-se a corrupção? Obviamente que não. Podem acontecer problemas em alguns ministérios? Podem, mas não será da vontade nossa”, afirmou o presidente durante evento da Caixa Econômica Federal que marca o início das celebrações dos mil dias de mandato.

A declaração destoa do que afirmou o próprio Bolsonaro na abertura da 76ª Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), na última terça-feira. Na ocasião, em discurso acompanhado por líderes mundiais, o chefe do Executivo chegou a dizer que o Brasil estava há dois anos e oito meses “sem qualquer caso concreto de corrupção” – o que, aliás, o Estadão demonstrou estar entre várias mentiras e alegações falsas do presidente na fala em Nova York.

“Nós vamos buscar maneiras de, obviamente, apurar o caso (de corrupção) e tomar providências cabíveis com outros poderes sobre aquele possível ato irregular. Mas diminuiu muito a corrupção no Brasil, muito”, declarou Bolsonaro nesta segunda-feira.

Há ao menos dois casos de suspeita de corrupção em investigação no governo federal. Em maio, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão que envolveram o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim, e a cúpula do órgão ambiental por suspeitas de corrupção e favorecimento no contrabando de produtos ambientais. A suspeita é que os agentes públicos atuaram de forma a fragilizar a fiscalização e para permitir contrabando de madeira extraída de forma ilegal.

O Ministério Público Federal e a PF também investigam suspeitas de corrupção no contrato do Ministério da Saúde para comprar a vacina indiana Covaxin, com intermediação da empresa Precisa Medicamentos. O País pagaria US$ 1,6 bilhão por 20 milhões de doses – US$ 15 por unidade, o maior valor entre todas as vacinas. A Covaxin nem sequer tem autorização da Anvisa para aplicação. O contrato foi suspenso pelo próprio governo após a revelação das suspeitas de corrupção.

A PF abriu inquérito em julho para saber se o presidente cometeu prevaricação – quando um agente público deixa de cumprir com suas obrigações – após ser informado de suspeitas envolvendo o contrato pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) e seu irmão, Luis Ricardo, funcionário do Ministério da Saúde. Na ocasião, segundo o parlamentar, o presidente disse que iria pedir uma investigação sobre o caso, mas não levou a denúncia aos órgãos de investigação.

“As pressões no passado eram enormes, em governos anteriores. Hoje existem (pressões)? Existem, mas bem menores”, acrescentou, dizendo, ainda, em tom positivo, que há hoje um ministério “cada vez mais casando com o Legislativo”. O presidente não esclareceu, contudo, a qual pasta se referia e também ignorou as dificuldades do Executivo na articulação com o Congresso.

A bandeira do combate à corrupção foi um dos pilares da campanha do atual presidente nas eleições de 2018. Em seu primeiro discurso na ONU após ser eleito, em 2019, Bolsonaro chegou a citar que a presença do ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro, seu então ministro da Justiça, era a garantia de que seu governo priorizaria o tema. Moro, porém, foi demitido e acusou o presidente de tentar influenciar na Polícia Federal para favorecer seus filhos.

Forças Armadas

Em seu discurso, nesta segunda-feira, o presidente também destacou que as Forças Armadas não cumpririam ordens absurdas. “Se eu der ordens absurdas, vão cumprir? Não. Nem a mim, nem a governo nenhum. As Forças Armadas têm de ser tratadas com respeito”, disse o chefe do Executivo.

O presidente não citou nenhum fato específico da atuação dos militares em seu governo, mas já foi acusado no tentar fazer uso político das Forças Armadas, a exemplo do desfile de blindados que cruzou a capital federal no mesmo dia em que a Câmara se preparava para votar (e rejeitar) a adoção do voto impresso. A declaração de Bolsonaro nesta segunda remete a este e outros episódios em que a disposição das Forças Armadas embarcarem numa eventual ruptura democrática foi questionada. Como revelou o Estadão/Broadcast, ainda em julho, o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, mandou recado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), por meio de um interlocutor, de que não haveria eleições em 2022 sem o voto impresso. A proposta acabou rejeitada em agosto.

Ainda durante o discurso desta segunda-feira, Bolsonaro voltou a dizer que não gostaria de ver a gasolina e o dólar nos níveis atuais, mas ressaltou que não resolve tudo sozinho e que o cenário ainda pode piorar. “Alguém acha que eu não queria gasolina a R$ 4 ou menos? O dólar a R$ 4,50 ou menos? Não é maldade da nossa parte, é a realidade”, afirmou Bolsonaro. “Tem um ditado que diz ‘nada está tão ruim que não possa piorar’. Não queremos isso.”

Passaporte da vacina

Bolsonaro voltou a questionar medidas como o passaporte da vacina contra a covid-19 em seu discurso, apelou a uma retórica de defesa da liberdade para criticar a exigência do imunizante e negou ser contrário à vacina. “Se estivesse contra, não teria assinado a medida provisória de dezembro do ano passado destinando R$ 20 bilhões para comprar vacina. Mas nós respeitamos a liberdade. Por mais que me acusam de atos antidemocráticos, são apenas acusações, ninguém mais do que eu respeita o direito de todos. A vacina não pode ser obrigatória”, afirmou.

Durante a viagem para participar do evento da ONU na semana passada, Bolsonaro foi o único líder nacional entre as 20 maiores economias do mundo que não tomou a vacina contra covid-19 e quebrou a regra da organização comparecendo presencialmente ao evento sem estar imunizado. O presidente também protagonizou episódios como o em que a comitiva brasileira comeu pizza na calçada e fez refeição na área externa de uma churrascaria para escapar do passaporte vacinal de Nova York. Na cidade, a comprovação de vacinação é obrigatória para a entrada em diversos estabelecimentos, como restaurantes.

O chefe do Planalto ainda citou os casos da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do advogado-Geral da União, Bruno Bianco, e de seu filho Eduardo Bolsonaro, que testaram positivo para covid-19 na última semana, para reforçar o discurso que coloca em dúvida a importância e eficácia das vacinas contra a doença. “Ainda é uma grande incógnita isso aí”, disse.

Brevemente, defendeu o uso de medicamentos, sem especificar quais, para tratar a doença, ao mencionar o caso do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que contraiu covid-19 durante a viagem aos Estados Unidos em que acompanhou o presidente. Desde 2020, Bolsonaro defende remédios sem eficácia comprovada contra a covid-19, como a ivermectina e a hidroxicloroquina.

“Falei a ele [Queiroga] o seguinte: você vai seguir o protocolo do Mandetta e esperar sentir falta de ar para procurar um médico ou vai partir para um medicamento ou outro qualquer agora?”, afirmou.

Estadão

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Bolsonaro agora descarta golpe, promete não melar eleições e defende urnas eletrônicas

24 de setembro de 2021, 08:47

Foto: Reprodução

Isolado politicamente e em baixa nas pesquisas sobre a avaliação de seu governo e a corrida eleitoral de 2022, o presidente Jair Bolsonaro disse à revista Veja que não existe nenhuma chance de tentar um golpe no país.

“Daqui pra lá, a chance de um golpe é zero. De lá pra cá, a gente vê que sempre existe essa possibilidade”, disse o presidente em entrevista à revista Veja.

“De lá pra cá é a oposição, pô. Existem 100 pedidos de impeachment dentro do Congresso. Não tem golpe sem vice e sem povo. O vice é que renegocia a divisão dos ministérios. E o povo que dá a tranquilidade para o político voltar”, completou.

Ao falar sobre as eleições de 2022, disse que não irá “melar” a disputa e até elogiou decisões recentes do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“Olha só: vai ter eleição, não vou melar, fique tranquilo, vai ter eleição. O que o Barroso está fazendo? Ele tem uma portaria deles, lá, do TSE, onde tem vários setores da sociedade, onde tem as Forças Armadas, que estão participando do processo a partir de agora. As Forças Armadas têm condições de dar um bom assessoramento.”

“Com as Forças Armadas participando, você não tem por que duvidar. Eu até elogio o Barroso, no tocante a essa ideia – desde que as instituições participem de todas as fases do processo”, completou.

Folhapress

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Caém: Dia 28 de setembro passará a ser comemorado o ‘Dia Municipal do Garimpeiro’

22 de setembro de 2021, 11:59

Foto: Ascom/PMC

“Uma pequena homenagem frente a enorme contribuição que essa classe de trabalhadores prestou para o município. Esses bravos homens e mulheres que para cá vieram com suas famílias ou aqui constituíram, merece o reconhecimento da população Caenense. O dia 28 de setembro irá tirar do anonimato e resgatará a história desses verdadeiros guerreiros”, salientou o vereador Gildo Jesus dos Santos (Lolinha) ao justificar a apresentação do projeto de lei que institui o ‘Dia Municipal dos Garimpeiros’, em Caém.

Lolinha lembrou ainda que a prática da garimpagem foi por muitos anos a principal atividade econômica de Caém, antes mesmo do município ser emancipado. “A prática de garimpagem era a principal fonte de renda das famílias do nosso município, sendo a produção mineral algo intrínseco e historicamente presente na vida da população até os dias atuais”, concluiu.

Outrora já foi explorado em terras caenenses diversos minerais, com destaque para o cristal branco, manganês, quartzito verde, quartzito rosa, ametista e principalmente ouro.

O projeto de lei do ‘Dia do Garimpeiro’ foi aprovado por unanimidade e sancionado pelo Executivo Municipal. De acordo o projeto, ‘os órgãos competentes municipais ficam autorizados a organizar atividades em conjunto com associações, sindicatos de trabalhadores, empresas e, ou, outras instituições da esfera pública ou privada que lembrem a data.

Na manhã desta quarta-feira (22), o vereador Gildo Jesus acompanhou o momento da assinatura do prefeito Arnaldo Oliveira que sancionou a lei que institui o Dia do Garimpeiro em Caém. “Este é um momento histórico e de grande importância para nosso município. Esta homenagem é mais do que justa. A partir deste ano todos aqueles que contribuíram com a povoação e a economia de nossa cidade será lembrado. O vereador Gildo está de parabéns pela apresentação do projeto”, disse o prefeito.

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Vereador da oposição adere ao grupo do prefeito Arnaldinho em Caém

16 de setembro de 2021, 17:53

Foto: Notícia Limpa

O governo do município de Caém apresenta bons sinais de aprovação e o fato reflete na classe política do município. Nesta quinta-feira (16), o vereador eleito pela oposição, Joelson de Jesus (Khel Goleiro – PSD), anunciou adesão à bancada governista e passou a partir de agora a dar sustentação à gestão do prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho – PSB),

Khel goleiro anunciou a adesão durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores. Segundo ele, a decisão de integrar o grupo do prefeito Arnaldinho se deu por entender que a sua gestão vem realizando um trabalho a altura dos anseios dos caenenses, ‘uma amostra disto é o grande índice de aprovação’. Ele disse ainda que a intenção é fortalecer o trabalho do prefeito, contribuindo com o desenvolvimento do município.

O prefeito Arnaldinho recebeu a notícia com entusiasmo. Para o chefe do Executivo de Caém, a chegada do vereador Khel irá somar positivamente e que apesar se tratar de um parlamentar novo na política tem demonstrado maturidade como legislador, o que contribuirá para a busca de melhorias e o desenvolvimento de Caém. “É uma honra poder contar com o apoio do vereador Khel. Rapaz novo, mas que já demonstrou compromisso com seus eleitores e com a sua cidade natal. Sua adesão vem contribuir e qualificar nosso grupo. Seja bem-vindo amigo”, salientou o prefeito Arnaldinho.

Em razão da nova adesão, a bancada governista passou a contar com seis dos nove membros do legislativo local.

Nas urnas, Khel Goleiro conseguiu 326 votos, equivalente a 5,21% dos votos válidos. Dentre os concorrentes ele foi o sexto mais bem votado.

Prefeito Arnaldinho e seu vice, Silmar Matos, pousam com a bancada de vereadores da situação
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Alunos com deficiência “atrapalham” o aprendizado de outros alunos, diz ministro da Educação

17 de agosto de 2021, 16:57

Foto: Reprodução

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse em entrevista ao programa Novo Sem Censura, da TV Brasil, na 2ª feira (9.ago.2021), que a inclusão de alunos com necessidades especiais “atrapalham” o aprendizado de outras crianças sem a mesma condição.

“A questão da criança, da deficiência, que é uma das questões que passa pelo nosso ministério foi tratada. E eu acho também, por razões mais ideológicas do que técnicas, [que] ela foi rejeitada por um grupo que fez um pouco mais de barulho e o assunto foi levado ao STF . O assunto está lá para análise porque se julgou que a nossa lei era uma lei excludente.  Uma lei que não olhava com carinho para os deficientes e suas famílias, mas ao contrário”, disse, informando que pessoas de sua equipe tem deficiência.

Continuou, dizendo que “no passado, primeiro, não se falava em atenção ao deficiente. Simples assim. Eles fiquem aí e nós vamos viver a nossa vida aqui. Aí depois esse foi um programa que caiu para um outro extremo, o inclusivismo. O que que é o inclusivismo? A criança com deficiência era colocada dentro de uma sala de alunos sem deficiência. Ela não aprendia. Ela atrapalhava, entre aspas, essa palavra falo com muito cuidado, ela atrapalhava o aprendizado dos outros porque a professora não tinha equipe, não tinha conhecimento para dar a ela atenção especial. E assim foi. Eu ouvi a pretensão dessa secretaria e faço alguma coisa diferente para a escola pública. Eu monto sala com recursos e deixo a opção de matrícula da criança com deficiência à família e aos pais. Tiro do governo e deixo com os pais”.

Nessa mesma entrevista, Ribeiro disse que a  “universidade deveria ser para poucos, nesse sentido de ser útil à sociedade”. Segundo ele, os institutos federais, que formam técnicos, serão a “grande vedete” do futuro, ou seja, os protagonistas.

O ministro afirmou ainda que, em países como a Alemanha, poucos fazem universidade. “Tenho muito engenheiro ou advogado dirigindo Uber porque não consegue colocação devida. Se fosse um técnico de informática, conseguiria emprego, porque tem uma demanda muito grande”, disse.

Ribeiro falou ainda sobre ideologia política de educadores e reitores. “Não é no meio de uma guerra que a educação pode progredir. Se a gente for discutir com os professores sobre a ideologia deles, a gente nunca vai chegar a um consenso”, disse.

O ministro também voltou a defender o retorno do ensino presencial nas escolas. “Nós estamos vivendo um tempo em que a educação foi tomada por um viés político e ideológico. […] Infelizmente, alguns maus professores -a grande maioria está querendo voltar e se preocupa com as crianças- fomentam a vacinação deles, que foi conseguida; agora [querem a imunização] das crianças; depois, com todo o respeito, para o cachorro, para o gato. Querem vacinação de todo jeito. O assunto é: querem manter escola fechada”, declarou.

Poder 360

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