NEGÓCIOS

Bahia receberá primeira fábrica de carros elétricos da BYD nas Américas

04 de julho de 2023, 14:18

Foto: Secom/Ba.

A primeira planta industrial nas Américas da greentech BYD – “Build Your Dreams” – para a produção de carros elétricos será instalada no município de Camaçari, na Bahia. O anúncio foi oficializado pelo governador Jerônimo Rodrigues, ao lado da CEO para as Américas e vice-presidente executiva global da companhia, Stella Li, nesta terça-feira (4), em evento no Farol da Barra, em Salvador.

A maior fabricante de carros elétricos do mundo irá investir R$ 3 bilhões para instalar três fábricas na Bahia e deverá gerar mais de 5.000 empregos diretos e indiretos. As unidades irão produzir chassis de ônibus, caminhões elétricos, veículos de passeio elétricos e híbridos, e processar lítio e ferro fosfato. A expectativa é iniciar a produção no segundo semestre de 2024.

As tratativas para a chegada da montadora na Bahia foram iniciadas em 2022, com a assinatura de um protocolo de intenções entre a BYD e o Governo do Estado. Em abril deste ano, o governador Jerônimo Rodrigues também visitou as unidades industriais da BYD nas cidades de Hangzhou e Shenzhen, na China. A atração da multinacional está alinhada com a política nacional do Governo Federal para estimular o desenvolvimento de uma indústria voltada à produção de carros elétricos e à transição energética na matriz de transportes.

Jerônimo ressaltou os diversos fatores positivos dos investimentos da gigante chinesa no estado como atração de investimentos, geração de emprego e renda para os baianos e baianas. “A BYD é uma empresa não só de veículos, é uma empresa de tecnologia, de inovação. E a Bahia está fazendo parte de um novo marco na produção de veículos, de máquinas, de ônibus. Nós estamos muito alegres, e a partir de agora, vamos trabalhar diuturnamente para que BYD possa ter apoio ainda maior do Governo do Estado”, garantiu.

O governador destacou ainda os incentivos para a implantação da BYD. “Os incentivos são de duas frentes, uma para a indústria, para garantir os estímulos para a produção. Na Bahia, temos uma lei que garante a redução do ICMS. E a BYD nos pediu a redução do IPVA. Nós estamos aqui garantindo: os carros elétricos produzidos na Bahia, que rodarem aqui na Bahia, com valores até R$ 300 mil, serão isentos de IPVA no Estado”.

A implantação de uma planta industrial na Bahia, com a mais avançada tecnologia global do setor automotivo, trará benefícios como o desenvolvimento social do estado, em decorrência do incremento da base produtiva e da geração de novos empregos e renda.

Além dos mais de 5.000 empregos, a BYD promoverá treinamento e capacitação de mão de obra especializada, prioritariamente local, que será aproveitada no processo fabril.

A contribuição do Estado da Bahia para viabilização do empreendimento inclui a concessão de incentivos fiscais até 31 de dezembro de 2032, de acordo com a legislação tributária estadual. Os benefícios baseiam-se na Lei nº 7.537/99 que institui o Programa Especial de Incentivo ao Setor Automotivo da Bahia (Proauto), e na Lei nº 7.980/2001 e Decreto n.º 8.205/2002, estaduais, que institui o Programa de Desenvolvimento Industrial e de Integração Econômica (Desenvolve).

Conforme o Secretário da Fazenda, Manoel Vitório, a política de incentivo reduz o valor do ICMS em duas etapas até 2032. Ele destaca ainda que a geração de empregos produz um efeito indireto no consumo, sobretudo porque a empresa deve atrair novos empreendimentos. “São novas pessoas no mercado, novas pessoas com mais poder de renda e consumindo, então isso gera um efeito indireto, que é mais poderoso ainda porque essa empresa tende a atrair novos empreendimentos. Além da produção de tecnologia”.

Vitório também anunciou que está prevista uma comissão de empresas que querem conhecer a infraestrutura local e avaliar possibilidades de novos negócios. “Já está prevista uma missão de empresas do entorno da BYD que querem olhar o mercado brasileiro a partir da Bahia. Há um objetivo firme do governador em estabelecer a Bahia mais ombreada com essa nova fase de desenvolvimento tecnológico global em uma perspectiva arrojada e de forma embasada”, detalhou.

Serão três unidades fabris

O complexo de Camaçari, a 50km de Salvador, será composto por três células fabris. Uma unidade dedicada à produção de caminhões elétricos e chassis para ônibus, com possibilidade de abastecer o mercado das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A outra fábrica será dedicada à produção de automóveis híbridos e elétricos, com capacidade estimada em 150 mil unidades ao ano. Nas fases seguintes, a capacidade poderá ser ampliada para chegar até 300 mil unidades por ano.

Já a terceira fábrica, será voltada ao processamento de lítio e ferro fosfato, para atender ao mercado externo, utilizando-se da estrutura portuária existente no local. Alexandre Baldy, conselheiro da BYD, explica sobre a instalação das unidades. “Sobre o complexo industrial-tecnológico em Camaçari, as tratativas sobre onde será a implantação serão divulgadas dentro de alguns dias, nós o faremos provavelmente na própria cidade de Camaçari. E se dará de forma totalmente transparente, sobre os investimentos, para que no último trimestre de 2024 consigamos produzir os primeiros automóveis a passeio elétricos e híbridos aqui no Brasil”, pontuou.

BYD no Brasil

Potência global de inovação tecnológica, a BYD protagoniza um novo capítulo da indústria automotiva na América Latina com a produção de veículos elétricos e híbridos em Camaçari. A proposta da empresa, que tem como ousada missão diminuir a temperatura do planeta em um grau, é a transição energética e a mobilidade sustentável. Uma revolução verde sem volta.

A produção nacional vai permitir preços mais competitivos e a possibilidade de um povo apaixonado por carros ter acesso a um sonho de consumo da era moderna: um elétrico na garagem.

“Este é um momento de extrema importância para a BYD nas Américas”, afirma Stella Li, presidente da BYD América. “As novas fábricas no Brasil vão permitir a introdução e aceleração da eletromobilidade no país, um movimento-chave para combater as mudanças climáticas e, de fato, melhorar a qualidade de vida das pessoas.” “A contribuição social será significativa. Queremos contratar mão de obra local este ano, para que já comecem a receber todo o treinamento e transferência de conhecimento necessários”, diz Tyler Li, presidente da BYD Brasil. “Na BYD, temos o forte compromisso de contribuir e gerar valor para os brasileiros”.

O novo complexo da BYD será um polo de atração de fornecedores de diversos tipos, seja na área de peças técnicas ou de serviços. A empresa pretende contribuir para o desenvolvimento regional, dando prioridade a fornecedores locais. Para a realização de obras civis, a empresa também vai priorizar a contratação de empresas estabelecidas na região.

Ao implantar o seu primeiro complexo industrial nas Américas para produção de veículos, a BYD Brasil se preocupa em manter premissas que direcionam sua atuação em todo o mundo: criar produtos que não emitam poluentes, projetados e executados com tecnologia de ponta e alto investimento em pesquisa e desenvolvimento, sempre em um ambiente de trabalho agradável e aconchegante para funcionários, fornecedores e visitantes.

Secom/Ba.

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Com Lula, em Brasília, Jerônimo participa do lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar

28 de junho de 2023, 13:52

Foto: Eduardo Aiache/GOVBA

O governador Jerônimo Rodrigues participou, nesta quarta-feira (28), junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, em Brasília (DF), do lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar para o período 2023/2024, que entrará em vigor no dia 1º de julho.

Com destaque para o volume de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e visando impulsionar o setor, esta edição do Plano Safra apresenta o maior montante de recursos da história: cerca de R$ 71.6 bilhões, 34% a mais que na temporada que chegará ao fim no dia 30 de junho.

Além disso, as taxas de juros foram reduzidas, beneficiando a produção de alimentos, aquisição de máquinas e a adoção de práticas sustentáveis, como o uso de biosumos, a promoção da sociobiodiversidade e a transição agroecológica. Os produtores que investirem em alimentos básicos, como arroz, feijão, mandioca, tomate, leite e ovos, entre outros, terão redução de 5% para 4% nas taxas de juros para os recursos que contratarem.

Como no caso do Plano Safra da Agricultura Empresarial, anunciado pelo Governo federal, na última terça-feira (27), os agricultores familiares que optarem por práticas sustentáveis, orgânicos, produtos da sociobioversidade, bioeconomia ou agroecologia também terão desconto nos juros – neste caso, pagarão 3% ao ano nas linhas de custeio e 4% nas de investimento.

Linhas de crédito

No âmbito do microcrédito produtivo destinado a agricultores familiares de baixa renda (Pronaf B), o enquadramento da renda familiar será elevado de R$ 23 mil para R$ 40 mil por ano, e o limite de crédito crescerá de R$ 6 mil para R$ 10 mil. O fomento produtivo rural, recurso não reembolsável voltado a agricultores em situação de pobreza, também será elevado, saindo de R$ 2,4 mil para R$ 4,6 mil.

O governador Jerônimo Rodrigues foi convidado ao palco para celebrar o Programa Nacional do Crédito Fundiário (PNCF), que oferece condições para que os agricultores sem acesso a terra ou com pouca terra possam comprar imóvel rural por meio de um financiamento de crédito rural.

Outros pontos de relevância anunciados na cerimônia desta quarta-feira incluem a ampliação do microcrédito rural para agricultores e agricultoras familiares de baixa renda, além da criação de linhas de crédito específicas e melhores condições de acesso para mulheres, jovens e povos e comunidades tradicionais. Tais medidas têm como objetivo impulsionar a produção de alimentos saudáveis e melhorar a qualidade de vida daqueles que vivem no campo.

De acordo com o ministro Paulo Teixeira, o anúncio do Plano Safra da Agricultura Familiar reforça o compromisso do governo em fortalecer o setor agrícola, oferecendo suporte financeiro e incentivos para o desenvolvimento sustentável. Essas medidas contribuirão para o crescimento da produção, a geração de empregos no campo e o fortalecimento das comunidades rurais em todo o país.

Secom/Ba.

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Montadora chinesa deve anunciar produção de carros elétricos na antiga fábrica da Ford na Bahia

28 de junho de 2023, 09:24

Foto: Reprodução

O Palácio do Planalto informou que presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá nesta quarta-feira (28), a partir das 17h30, em Brasília (DF), uma reunião com a vice-presidente Executiva da BYD e Presidente da BYD para as Américas, Stella Li, acompanhado do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. Representantes da montadora chinesa negociam a compra do complexo fabril da Ford em Camaçari (BA), num empreendimento que envolve pelo menos R$ 3 bilhões em investimentos.

A empresa da China pretende produzir veículos elétricos e híbridos na Bahia. Em abril, Lula esteve no país asiático, onde se encontrou com o diretor-executivo Wang Chuanfu, fundador da BYD. O empresário pediu que o governo brasileiro crie políticas para estimular a transição para a mobilidade elétrica e prometeu investir R$ 10 bilhões nos próximos três anos no Brasil.

No encontro, o CEO da BYD prometeu gerar 1.200 empregos diretos na Bahia com a produção de dois modelos híbridos (combustão e elétrico): o SUV Song, atualmente vendido por cerca de R$ 267 mil, e o Dolphin, “mais popular”, de R$ 199 mil.

A negociação com a empresa chinesa faz parte de um plano do governo federal para retomar a produção industrial no Brasil. Um dos programas da administração de Lula foi lançado no começo do mês e prevê R$ 1,5 bilhão em investimentos para estimular o consumo de carros. Automóveis com valores de até R$ 120 mil terão desconto de R$ 2 mil a até R$ 8 mil. Ao todo, 28 montadoras aceitaram participar do projeto para a produção de carros com preços mais baixos. Foram nove montadoras de carros, dez de caminhões e nove de ônibus. 

Em relação aos carros de passeio, demonstraram interesse em participar do programa as montadoras Renault, Volks, Toyota, Hyundai, Nissan, Honda, GM, Fiat e Peugeot. No casos caminhões, ficaram interessadas Volkswagen Truck, Mercedes-Benz, Scania, Fiat Chrysler, Peugeot Citroen, Volvo, Ford, Iveco, Mercedes-Benz Cars & Vans e Daf Caminhões.

No caso dos ônibus, nove montadoras aderiram ao programa – Mercedes-Benz, Scania, Fiat Chrysler, Mercedes-Benz Cars & Vans, Comil, Ciferal, Marcopolo, Volare e Iveco.

Brasil 247

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Agricultura familiar da Bahia conquista mercado em São Paulo e projeta resultados ainda mais expressivos na Naturaltech 2023

15 de junho de 2023, 09:15

Foto: Ascom/SDR

A maior feira de produtos orgânicos e naturais da América Latina, a Naturaltech, começou nesta quarta-feira (14) e a agricultura familiar da Bahia está pronta para conquistar mais espaço nesse evento de grande visibilidade. Com uma participação consistente nas últimas quatro edições, as cooperativas baianas têm obtido resultados positivos e a expectativa para este ano é ainda maior. 

Até o dia 17 de junho, no Parque Anhembi, em São Paulo, o Estande da Agricultura Familiar da Bahia será o palco para 15 cooperativas apresentarem a diversidade e qualidade dos produtos que vêm do caju, cacau, umbu, café, licuri, mandioca, mel, milho, palmito, abacaxi, entre outros. Uma oportunidade para os agricultores familiares mostrarem sua criatividade e inovação, conquistando um público diversificado em busca de alimentos saudáveis e sustentáveis.  

A Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) é presença registrada na Naturaltech desde 2017. Dailson Andrade, gerente de Mercados da Coopercuc, destaca a importância do evento como uma vitrine. “Na última edição, participei do fechamento de dois novos contratos com lojas especializadas em produtos saudáveis, o que resultou em uma demanda de vendas expressiva”. 

Outra cooperativa que tem se beneficiado da participação na Naturaltech é a Cooperativa Agropecuária Mista da Regional de Irecê (Copirecê). Para a gerente-geral da Copirecê, Zene Vieira, a presença da cooperativa nos anos anteriores fortaleceu sua atuação nas regiões Sul e Sudeste do país. “A procura pelos produtos da Copirecê por parte de chefs de cozinha, lojas de produtos naturais e supermercados aumentou, significativamente, gerando um crescimento de aproximadamente 17% nas vendas”. 

Através da participação na Naturaltech, as cooperativas encontraram novas parcerias e oportunidades de negócios, impulsionando o desenvolvimento sustentável e fortalecendo a economia local. O crescente interesse dos consumidores por alimentos saudáveis e produzidos de forma agroecológica tem impulsionado o mercado de produtos orgânicos e naturais, e a agricultura familiar está pronta para atender a essa demanda. 

Com experiências como a da Coopercuc e Copirecê é possível vislumbrar uma expectativa promissora para a participação da agricultura familiar da Bahia na edição 2023 da Naturaltech. A feira tem se estabelecido como um evento de projeção nacional, reunindo produtores, distribuidores, consumidores e especialistas do setor, e oferece uma excelente oportunidade para o agricultor familiar mostrar o potencial de seus produtos. 

Abertura de novos mercados  

Nesta edição, a expectativa é de que a participação da agricultura familiar da Bahia na Naturaltech seja ainda mais bem-sucedida, é o que espera o representante da Cooperativa dos Apicultores de Ribeira do Pombal (Cooarp), Evandro Peixinho. “Buscamos o escoamento da maior parte da nossa produção para o mercado interno gerando maior valor agregado. O nosso Mel Melira está fantástico fazendo muito sucesso pela beleza, qualidade e preço”.  

Com produtos de qualidade, compromisso com a sustentabilidade e o reconhecimento conquistado ao longo dos anos, as cooperativas baianas, apoiadas pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), estão preparadas para expandir seus negócios e fortalecer sua posição no mercado brasileiro de produtos orgânicos e naturais. 

As cooperativas participantes da Naturaltech são apoiadas pelos projetos Bahia Produtiva e Pró-Semiárido, executados pela CAR, empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial e do Fida, respectivamente. 

Ascom/SDR

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Mel e outras receitas caseiras para tosse funcionam mesmo?

01 de junho de 2023, 16:13

Foto: Reprodução

Com o friozinho chegando em grande parte do Brasil, especialmente no Sul e Sudeste, a tosse e a dor de garganta se tornam cada vez mais comuns. Aí, aparece todo tipo de sugestão para aliviar os sintomas: chá quente com mel, leite quente, evitar bebidas geladas… Toda família tem uma receita caseira para tosse ou dor de garganta. Mas será que essas coisas realmente ajudam a melhorar ou não passam de superstição? 

Para responder essa questão, primeiro é importante entender o que é a tosse. Como a pediatra Dra. Ana Escobar explicou ao podcast Bem Estar, a tosse é um mecanismo do nosso corpo para expulsar alguma coisa que está incomodando. O tempo seco, comum no inverno, pode incomodar as vias respiratórias — mas a tosse também pode servir para expulsar vírus e bactérias, que se proliferam nessa estação.

Pensando nisso, também precisamos diferenciar aquela tosse alérgica da tosse decorrente de infecções. A tosse alérgica é seca, sem catarro e qualquer outro sinal de infecção (como febre) — logo, um xarope calmante, um antialérgico e outras coisas para diminuir a irritação já ajudam muito. Mas se a tosse vier com secreção, a história é outra. 

Em todo caso, as receitas caseiras — como mel e limão, chás ou tomar bastante água — auxiliam na hidratação da garganta. Isso diminui a irritação e, por isso, diminui a tosse. Dessa maneira, a resposta geral para a pergunta do título é: sim, as receitas caseiras ajudam.

Como tratar a tosse causada por infecções?

Como mencionado, existe a tosse alérgica e a tosse decorrente de infecções. A primeira costuma ser mais simples de resolver e a segunda demanda mais atenção — nesse caso, os xaropes expectorantes ajudam a quebrar a secreção e facilitam a expulsão dos agentes que estão causando a infecção. 

Dito isso, é importante identificar se a infecção é viral ou bacteriana — e quem pode fazer isso é um médico. Em infecções virais, não há muito o que fazer além esperar o ciclo de atuação do vírus. Mas a hidratação da mucosa (com mel, chás e outros líquidos) diminui o desconforto, assim como as pastilhas para garganta. Muitas delas, inclusive, têm analgésicos. 

Se a infecção for causada por bactérias, pode ser necessário tomar um antibiótico. Como nos outros casos, hidratar a garganta sempre ajuda. Além disso, manter o pescoço quente causa a vasodilatação e aumenta a circulação sanguínea no local, o que também pode diminuir a dor.

Aliás, é comum dizer que tomar sorvete ou coisas geladas piora a dor de garganta — e a Dra. Ana Escobar explica que essa afirmação tem um fundamento científico. Isso porque uma das defesas da garganta é o batimento ciliar, um movimento das células da garganta. Há estudos que comprovam que o frio diminui esse movimento, diminuindo também as defesas do corpo contra infecções na garganta. Logo, é melhor evitar o frio nessa região.

Por fim, é interessante observar que a tosse está relacionada com a dor de garganta por conta das infecções, mas também pode existir na tosse alérgica. Afinal, nós deslocamos uma grande quantidade de ar quando tossimos e isso pode inflamar um pouco a garganta.

Mas, como dissemos, sua família está certa: o mel ou um chazinho sempre faz bem. Não cura a tosse, mas diminui o desconforto. 

Mega Curioso

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Petrobras anuncia redução da gasolina, diesel e gás de cozinha; veja valores

16 de maio de 2023, 11:43

Foto: Reprodução

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, anunciou nesta terça-feira, 16, a redução nos preços da gasolina, óleo diesel, e o GLP, e gás de cozinha para as distribuidoras. A mudança acontece após a estatal definir o fim da paridade de importação do petróleo e uma nova política de preços.Gasolina: – R$ 0,40 por litro (-12,6%)

Diesel A: – R$ 0,44 por litro (-12,8%)

GLP: – 8,97 por botijão de 13 kg (-21,3%)

Com essa redução, segundo a Petrobras, o preço do botijão de gás para o consumidor final pode cair abaixo dos R$ 100. O valor praticado na revenda, no entanto, não é controlado diretamente pelo governo.

As denominações “gasolina A” e “diesel A” se referem ao combustível puro – antes da mistura com álcool e biodiesel, respectivamente.

“Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”, diz a Petrobras no anúncio.

No início da manhã, a estatal anunciou uma nova política de preços para os combustíveis no mercado interno.

Com isso, fica revogada a fórmula da Paridade de Preço de Importação (PPI), baseada nas oscilações do dólar e do mercado internacional de óleo, e que contabilizava também os custos logísticos com transporte e taxas portuárias, por exemplo.

“Essa nova política, além de servir a uma política comercial adequada, que é competir internamente e tornar os preços mais atrativos para o consumidor, vai diminuir o impacto na inflação. E vai ajudar o Brasil inclusive a sensibilizar, por exemplo, o Banco Central para que a gente possa diminuir a nossa taxa de juros”, afirmou Alexandre Silveira.

“A Petrobras vai se livrar de muitas amarras que a colocavam, muitas vezes, até mal posicionada. Porque a volatilidade era obrigatoriamente cumprida por ela, muitas vezes, de forma a prejudicar o consumidor e a própria empresa. Ganha o governo, mas ganham principalmente as brasileiras e os brasileiros”, declarou.

Preços seguirão ‘referência’ internacional, diz Prates

Em seguida, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a nova política de preços da estatal não se afastará da “referência internacional dos preços”.

Segundo ele, o preço global do petróleo será considerado, mas em outro modelo. A fórmula anterior, diz Prates, era uma “abstração”.

“Estamos comunicando ao mercado um ajuste na estratégia comercial de composição de preço e nas condições de venda. Esse modelo maximiza a incorporação de vantagens competitivas, sem se afastar absolutamente da referência internacional dos preços”, disse.

“Quando digo referência, não é paridade de importação. Portanto, quando o mercado lá fora estiver aquecido, com preços fora do comum e mais altos, isso será refletido no Brasil. Porque abrasileirar o preço significa levar vantagens em conta, sem tirar nossas vantagens nacionais”, disse.

“Paridade de importação era uma abstração. Pegar preço lá fora, colocar aqui dentro como se tivesse produzido lá fora, só que na porta da refinaria daqui”, continuou.

G1

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Restaurante Maria Nordestina, em Caém, é a mais nova opção da culinária regional

26 de abril de 2023, 10:32

Foto: Divulgação

Caém acaba de ganhar um novo estabelecimento gastronômico, trata-se do Restaurante Maria Nordestina. Com o objetivo de proporcionar aos clientes uma alimentação diferenciada e de qualidade, e um bom atendimento, o novo empreendimento da cidade estará abrindo as portas neste sábado, dia 30.

Com experiência na área gastronômica, com especialidade na culinária caseira, a proprietária do Maria Nordestina, Shirley Santana, diz considerar a abertura do novo empreendimento gastronômico de Caém, literalmente, como ‘um gostoso desafio’, numa proposta simples, aconchegante e com a premissa de oferecer um espaço diferenciado para os clientes comerem a comida típica da região.

“Meus queridos amigos, a espera acabou. Convidamos as famílias caenenses e visitantes para comemorar e desfrutar conosco de um ambiente agradável, acompanhado com boa música, atendimento personalizado e, principalmente, do verdadeiro sabor da comida regional”, convida Shirley.

O Maria Nordestina conta também com uma localização privilegiada, na Rua A do Loteamento Dalva Muricy, anexo ao Posto e Pousada Primos, na principal entrada da cidade.

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KS Burguer é a mais nova sensação da cidade de Caém

14 de abril de 2023, 11:49

Caém conta com a mais nova opção de Delivery de hambúrgueres! E que baita opção em! O KS Burguer Delivery já chegou na cidade, trazendo qualidade, muito sabor e combinações de lanches perfeitas para você!

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Governo da Bahia estrutura rede de produção de café de alto padrão da agricultura familiar

14 de abril de 2023, 11:10

Foto: Ascom SDR/CAR

Nesta sexta-feira (14), Dia Mundial do Café, a agricultura familiar baiana mostra seu potencial com uma rede estruturada para a produção de café de alto padrão. Para isso, o Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), já investiu mais de R$31,7 milhões no sistema produtivo do café, nos últimos oito anos.

São investimentos que visam apoiar agricultores e agricultoras tanto na base produtiva, por meio da disponibilização de novas tecnologias como despolpamento do fruto, secagem em estufas apropriadas e Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), quanto na estruturação de um parque industrial capaz de armazenar grandes quantidades de produto nas safras e processá-los sem necessidade de terceiros. E, para garantir a qualidade dos produtos os empreendimentos apoiados contam ainda com laboratório de classificação sensorial.

A CAR vem estimulando as organizações produtivas a produzirem o café de forma mais qualificada, e que no  pós a colheita, seja tratado com todo o cuidado para se tornar um café de alto padrão, com potencial para disputar em pé de igualdade com qualquer café do mundo. Com isso, a Bahia conta hoje com 17 empreendimentos diretamente apoiados pela CAR, por meio do projeto Bahia Produtiva, localizados nos territórios Sudoeste, Médio Sudoeste, Chapada Diamantina e Extremo Sul e Costa do Descobrimento. Destes, quatro receberam recursos para a estruturação do processamento desses grãos de melhor qualidade.

O diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, ressalta que a Bahia é um importante produtor de café, sendo o terceiro maior produtor de café conilon e quarto maior produtor de café tipo arábica. Ele observa ainda que a agricultura familiar se destaca nessa produção. “Diante deste cenário, entendemos que era importante intensificar os investimentos nesse sistema produtivo vinculado a cooperativas, para que pudéssemos ter bons exemplos, intensificando a produção de café de qualidade, com identificação geográfica (IG), e que possa ofertar a agricultura familiar uma renda digna. São esses belos exemplos que queremos irradiar para todos outros estabelecimentos”.

A Cooperativa Mista de Produção e Comercialização Camponesa (CPC), localizada no Sudoeste, por exemplo, cultiva café de produção sustentável, pelos camponeses do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), com os princípios da agroecologia, respeito às comunidades e à biodiversidade local. Lá, os investimentos foram concentrados na estruturação do beneficiamento primário do café. Antes dos investimentos da CAR, o café era vendido para atravessadores por preço abaixo do mercado, agora será direcionado para a Cooperativa Mista dos Cafeicultores de Barra do Choça e Região (Cooperbac).

Parques industriais da cafeicultura

Localizada no Sudoeste, em Barra do Choça, a Cooperbac é referência na região. Além dos 323 cooperados, a cooperativa já atende a mais de nove mil agricultores (as) de todo o estado. A organização recebeu recursos para a implantação da unidade de processamento e torrefação de café, no desenvolvimento de embalagens e rótulos e outras estratégias para o acesso a mercados. Entre as marcas de café comercializadas estão o Feminino Cooperbac, o Cooperbac Premium, o Café Cooperbac Premium Orgânico, o Café Cooperbac, o Café Premium em grãos e o Café Tia Rege.

Assim como no Sudoeste, o território Chapada Diamantina possui duas organizações que cumprem o mesmo papel de concentrar a produção. A Cooperativa de Produtores Orgânicos e Biodinâmicos (Cooperbio), localizada em Seabra, que está prestes a iniciar o funcionamento da Unidade de Beneficiamento de Café, localizada na comunidade do Churé. Os produtos da Cooperbio já são comercializados em cafeterias de Salvador, Brasília e São Paulo e exportados para países como Portugal, Austrália, Inglaterra e Alemanha.

Já a Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã), em Piatã, conta com avanços e valorização do produto e é outra referência para os produtores de café da região. Os cafés especiais da Coopiatã já são referência internacional, premiados no Cup Of Excellence Brazil.

No Extremo Sul, a Cooperativa Agropecuária do Extremo Sul da Bahia (Coopaesb), destaca-se na organização das redes produtivas e possui quase 290 associados. Lá, o Movimento Sem Terra (MST) registrou a marca Terra Justa, como marca dos produtos da Reforma Agrária produzidos pelos trabalhadores e famílias Sem Terra no estado. Com os recursos investidos, a cooperativa aumentou a quantidade de produção e melhorou a qualidade do café.

Os investimentos foram realizados por meio do Bahia Produtiva, projeto executado pela CAR, empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial.

Ascom SDR/CAR

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SENAI Cimatec e Shell fecham parceria para produção de biomassa a partir da Agave

04 de abril de 2023, 09:04

Foto: Reprodução

No dia 13 de abril, a Shell Brasil e o SENAI CIMATEC lançam, em Conceição do Coité (BA), a nova fase do programa BRAVE (Brazilian Agave Development – Desenvolvimento da Agave no Brasil). Este programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) com investimento da Shell visa explorar o potencial da Agave como fonte de biomassa para a produção de etanol, biogás e outros produtos.

A nova etapa do BRAVE prevê duas frentes de atuação: os projetos BRAVE-Mec e BRAVE-Ind. O BRAVE-Mec tem como foco o desenvolvimento de soluções de mecanização para o plantio e colheita da Agave, além de desenvolver um campo experimental de testes, visando promover o cultivo e manejo de diferentes Agave, como, por exemplo, a Agave sisalana, hoje utilizada para produção de sisal, e a Agave tequilana, hoje utilizada para produção de tequila. Em paralelo, o projeto BRAVE-Ind vai desenvolver tecnologias de processamento da Agave para a produzir etanol de primeira geração e segunda geração – aquele obtido através das folhas e bagaço da planta, e outros produtos renováveis. Estes dois projetos somam-se ao Brave-Bio, projeto de pesquisa financiado pela Shell em parceria com a Unicamp, iniciado em novembro de 2022. 

Evento também terá lançamento do SENAI CIMATEC Sertão

O Programa Brave é uma das primeiras iniciativas do SENAI CIMATEC Sertão, o novo campus do SENAI CIMATEC, que tem como objetivo o desenvolvimento de tecnologias para impulsionar o avanço social, econômico e ambiental do semiárido nordestino.  

Serviço

 Evento: Lançamento do Programa BRAVE-Mec e BRAVE-Ind

Brasil 247

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