Juiz condena Japonês da Federal à perda do cargo e multa de R$ 200 mil por contrabando

18 de julho de 2020, 19:40

Ishii foi condenado por envolvimento em uma quadrilha composta por 22 agentes da PF, quatro servidores da Receita Federal e dois policiais rodoviários federais (Foto: Reprodução)

O juiz Sérgio Luis Ruivo Marques, da 1ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu, condenou o agente Newton Hinedori Ishii, conhecido como o "japonês da federal", à perda do cargo e pagamento de multa de R$ 200 mil por facilitação de contrabando. shii foi condenado por envolvimento em uma quadrilha composta por 22 agentes da PF, quatro servidores da Receita Federal e dois policiais rodoviários federais. Eles atuariam em um esquema de facilitação de contrabando pela fronteira entre Brasil e Paraguai. “Há que se ressaltar que o réu Newton Hinedori Ishii é determinado, quando o assunto é cobrar propina para facilitar o contrabando/descaminho. No caso, Newton Japonês escolheu o tipo de mercadoria que aceitaria facilitar e, ainda, fixou o preço da propina a ser cobrada pela omissão na atribuição de combater o crime que lhe foi conferida pelo Estado”, disse o juiz. O julgador citou ainda um telefonema interceptado com autorização judicial em que o agente informa a placa de um veículo para que um policial corrupto deixe de fiscalizar ou simule a fiscalização, beneficiando a quadrilha de contrabando. Ícone Newton Hinedori Ishii começou a trabalhar na Polícia Federal em 1976, mas ficou famoso quando começou a Operação Lava Jato, em 2014. Ficou conhecido por suas aparições ao lado de famosos alvos da Operação Lava Jato no momento em que eram conduzidos à carceragem da Polícia Federal. Conduziu presos famosos como Marcelo Odebrecht, João Vaccari e José Dirceu. O "japonês da federal" se tornou o símbolo dos anseios do Brasil pelo fim da corrupção. Era o rosto da operação Lava Jato.  Com a imagem muitas vezes atrelada às ações da Lava Jato, Ishii chegou a inspirar marchinhas e máscaras no carnaval de 2016. “Ai meu Deus, me dei mal, bateu na minha porta o Japonês da Federal”, diz a música. Aposentado, ultimamento Newton Ishii vinha ministrando palestras motivacionais.   

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Nova nuvem de gafanhotos pode chegar ao Brasil: entenda os riscos

18 de julho de 2020, 19:31

As autoridades brasileiras soaram alerta em função de uma nova nuvem de gafanhotos, agora no Paraguai, com potencial destrutivo para as plantações (Foto: Reprodução)

Segundo entomóloga e engenheira agrônoma Adriana Labinas, uma eventual frente fria, com chuvas e ventos fortes, poderia evitar o deslocamento da nuvem de gafanhotos para o país. As autoridades brasileiras soaram alerta em função de uma nova nuvem de gafanhotos, agora no Paraguai, com potencial destrutivo para as plantações. Os insetos estavam nesta sexta-feira (17) no Parque Nacional Defensores del Chaco, a cerca de 300 quilômetros da fronteira do Brasil. O Serviço Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal e de Sementes do Paraguai (Senave), alertou que os gafanhotos podem se movimentar para as regiões na fronteira com Bolívia e Argentina, ou para a fronteira entre Brasil e Bolívia com o Paraguai. A entomóloga e engenheira agrônoma Adriana Labinas, professora-coordenadora do Laboratório de Entomologia Agrícola do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade de Taubaté (Unitau), explicou para Sputnik Brasil que nuvens de gafanhotos preferem temperaturas mais elevadas, que propiciam o desenvolvimento do inseto. Além disso, ausência de chuvas e de ventos facilitam muito o deslocamento das nuvens. Quando, no entanto, as condições se invertem, com frio, chuvas e ventos fortes, ocorre "um desfavorecimento da biologia e uma alteração do comportamento dos insetos". "Da última vez, quando tivemos notícias da formação de nuvens de gafanhotos vindo do Uruguai eram justamente essas as expectativas de mudança climática, com chuva, frio e o vento que nós gostaríamos que se instalassem para conter o deslocamento da nuvem", disse Adriana Labinas. Segundo a engenheira agrônoma, os gafanhotos competem com o homem pelo pelo mesmo produto, pois são insetos fitófagos e têm o hábito de se alimentar de plantas. Portanto, o risco das nuvens de gafanhotos no Brasil está associado ao prejuízo para os agricultores e pecuaristas. "Nesse momento, esses insetos passam então a assumir o status de praga agrícola, e por isso devem ser combatidos e controlados adequadamente. Neste momento acho que a melhor medida de controle que nós poderíamos ter inicialmente é uma medida do governo. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no dia 24 de junho, emitiu uma portaria declarando estado de emergência fitossanitária em função do risco do surto desta praga de Schistocerca cancellata, o gafanhoto, na região dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina", destacou a interlocutora da Sputnik Brasil. Para Adriana Labinas, se as medidas de controle seguirem a portaria expedida pelo ministério, "as chances de sucesso do controle aumentam muito", em função de um esforço organizado pelo governo federal. A agrônoma também garantiu que os insetos não representam risco direto para o ser humano ou para os animais, mas alertou para uma possível diminuição da oferta de alimento, ou da condição econômica de uma população. "O risco direto à saúde, tanto do ser humano, quando dos animais criados, não existe. Existem alguns relatos de desconforto auditivo no momento da chegada da nuvem e também existem relatos de desconforto visual, porque a paisagem fica alterada. Mas o risco que essas nuvens mais representam é para a produção agrícola", concluiu a entrevistada.

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Navio será cortado ao meio com 4.200 carros zero quilômetro dentro

18 de julho de 2020, 12:20

A embarcação tem quase 200 metros de comprimento e altura de um prédio de sete andares (Foto: Reprodução)

Quase um ano depois de tombar na saída do porto de Brunswick, no estado da Geórgia (Estados Unidos), finalmente começará a remoção do navio coreano MV Golden Ray com uma carga de 4 200 automóveis zero quilômetro. Segundo o UOL, Os veículos das marcas Hyundai e Kia continuam dentro do navio e muito possivelmente serão destruídos, mesmo aqueles que não foram danificados no acidente nem inundados pelo mar, na operação. Isso porque, para poder ser removido, o navio terá que ser cortado em pedaços. Cortar o navio inteiro, através de uma colossal estrutura que vem sendo preparada desde que o MV Golden Ray tombou nas margens do estreito de Saint Simons, na madrugada de 8 de setembro do ano passado é a única maneira de removê-lo. A A embarcação tem quase 200 metros de comprimento e altura de um prédio de sete andares. Estima-se que ainda haja centenas de carros em perfeito estado dentro do navio avariado. Mas não há como removê-los. O navio será partido em oito pedaços, como se fosse um pão sendo fatiado. Mas, segundo as empresas dona do navio e da carga, não há como impedir que os automóveis sejam afetados – e, eventualmente, também cortados ao meio, pelo vai e vem das correntes. Após ser fatiado, as oito partes do MV Golden Ray serão transportadas em barcaças até um estaleiro, onde o navio será remontado e recuperado. Segundo a empresa de seguros responsável pelo caso, só os automóveis valem cerca de 80 milhões de dólares.

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Bahia tem nove empregadores em atualização da Lista Suja do trabalho escravo

18 de julho de 2020, 08:58

De acordo o Ministério Público do Trabalho na Bahia, das nove empresas e pessoas físicas baianas flagradas na prática, cinco são da área urbana (Foto: Divulgação/Ministério Público do Trabalho )

O Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) aponta um dado que ainda perdura na história do povo brasileiro e mais parece uma ferida aberta: a escravidão. Isso mesmo, aquele regime perverso de exploração do homem por outro homem, que teoricamente, foi abolido do Brasil, em 1888. Na mais recente atualização da Lista Suja do Trabalho Escravo do Governo Federal, um cadastro negativo de empregadores com processos concluídos em que se comprovou a prática ilegal, a Bahia aparece com nove contratantes que foram flagrados mantendo pessoas em condições análogas à escravidão, 132 anos após a Lei Áurea e a pseudo abolição. De acordo o MPT-BA, das nove empresas e pessoas físicas baianas que integram a lista, cinco são da área urbana. Para o procurador Ilan Fonseca, coordenador regional de combate ao trabalho escravo do Ministério Público do Trabalho na Bahia, “a fiscalização encontra cada vez mais esse tipo de prática ilegal dentro das grandes cidades”. Dentre os empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condição semelhante à de escravos, estão empresas de transporte rodoviário, construtoras e organizadoras de eventos, totalizando 45 trabalhadores resgatados de tal situação aviltante. “Estamos muito preocupados com a precarização das condições de trabalho nesse período de pandemia e muito atentos a casos que exijam a presença das equipes de fiscalização. As operações seguem, como a que foi feita há dois meses em Serrinha, e os casos devem ser denunciados ao MPT ou ao Disque 100 para que possamos apurar”, avaliou o procurador. Trabalhadores resgatados O procurador lembra ainda que a Bahia tem uma rede de combate ao trabalho escravo bem estruturada, com participação efetiva e constante de representantes não só do MPT e da auditoria-fiscal do trabalho, mas também do Governo do Estado, e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). No ano passado, as operações no estado resultaram em 35 pessoas resgatadas. Ilan Fonseca citou dois casos recentes e muito sensíveis, envolvendo o trabalho escravo doméstico. Um deles foi na Bahia e resultou na condenação em primeira instância da patroa que mantinha uma doméstica em condição  semelhante à de um escravo por quase 30 anos e o outro foi o resgate de uma empregada, num apartamento de alto padrão na cidade de São Paulo. A patroa, uma executiva da Avon, mantinha  por duas décadas uma idosa de 61 anos em situação análoga à servidão moderna, sem registro em carteira de trabalho, sem férias, sem 13º salário. Em troca do trabalho em tempo integral, a mulher recebia algum alimento e moradia, sem salário propriamente dito. Quarto onde a idosa vivia em São Paulo não tinha banheiro e abrigava objetos amontoados Indicadores da condição análoga a escravidão contemporânea Os principais indicadores da condição análoga à de escravos são as seguintes: falta de fornecimento de água, sanitários adequados, oferta de alojamentos precários, que trazer risco à vida e ao bem-estar dos empregados, salários inferiores ao mínimo e jornadas exaustivas. A Comissão Pastoral da Terra e sindicatos de trabalhadores são as principais fontes para a identificação de casos suspeitos, mas o cidadão também pode denunciar. Além das implicações trabalhistas, o empregador também pode responder criminalmente por submissão de pessoas ao trabalho forçado. Em 2019, o Ministério Público do Trabalho ingressou na Justiça do Trabalho, em São Paulo, com ações civis públicas contra o Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander por negligenciamento do risco socioambiental,  ao conceder crédito a empresas e pessoas físicas relacionados a exploração de trabalho escravo. Confira quais são os empregadores baianos na Lista Suja Alan Cassio Ramos Santos / Residencial Ecológico Juerana, Avenida João da Sunga, s/n, Porto Seguro/BA; Amarílio Souza Santos / Fazenda Cachoeira do Espinho e Fazenda Samanta, rodovia BA-506, Zona Rural SN, Vila da Jangada, Cardeal da Silva/BA; Chaves Agrícola e Pastoril Ltda / Fazenda Diana, Zona Rural, Uruçuca/BA; Márcia Nascimento Dias Fazenda Eldorado, Distrito de Vila Brasil, Una/BA; Marcos José Souza Lima Rodeio 100 limites, São José do Jacuípe/BA; Passos 3 Construções e Serviços Ltda / EPP Obras de manutenção predial no Porto de Ilhéus e Alojamento de trabalhadores situado na Rua Rotary, Cidade Nova, Ilhéus/BA; Projecamp Engenharia Ltda / ME Obra na Praça Desembargador Montenegro, nº 7, Centro, Camaçari/BA; São Miguel Construções Ltda / Canteiro de obras do Centro Esportivo Unificado, Bairro Nossa Senhora da Vitória, Ilhéus/BA; Viação Campo Verde Transporte E Turismo Ltda / Garagem de Ônibus, Rodovia Jorge Amado, Km 12, Ilhéus/BA.

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Entidade médica desaconselha cloroquina contra coronavírus

18 de julho de 2020, 08:25

Uso de medicamentos antimalária no combate à pandemia deve ser urgentemente abandonado, para evitar gasto ineficaz de dinheiro público, insta Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Governo rebate. (Foto: Reprodução)

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) anunciou ser contra o uso da cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, dizendo ser "urgente e necessário" esses medicamentos antimalária serem inteiramente abandonados no tratamento da covid-19. Citando estudos recém-publicados em revistas científicas, a organização médica alertou que o fármaco não deve ser recomendado ou utilizado em nenhuma fase da infeção, nem para sua prevenção. No comunicado divulgado nesta sexta-feira (17/07), ela aconselha o Ministério da Saúde, municípios e estados a avaliarem as indicações de uso das drogas, evitando gastar "dinheiro público em tratamentos que são comprovadamente ineficazes". Questionado sobre essa posição, em coletiva de imprensa o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Hélio Angotti Neto, rebateu que o governo brasileiro recebeu várias manifestações e estudos por organizações e especialistas, favoráveis e contrários ao uso da cloroquina, e que leva em consideração todas as informações enviadas. Angotti Neto criticou o que chamou de "politização" do debate em torno da cloroquina no tratamento da covid-19: "Há uma série de inconsistências nestas críticas e lamentamos muito esta polarização. A polarização tem gerado desconforto entre pacientes e médicos. Eu novamente peço, vamos respeitar a competência dos nossos profissionais de saúde, vamos respeitar o direito deles de prescrever e o direto do paciente de procurar aquele tratamento que entende ser correto." Substâncias polêmicas Segundo o site de notícias G1, em 29 de junho o Ministério da Saúde enviou um ofício à Fiocruz e a outras instituições federais, pedindo ampla divulgação do tratamento da covid-19, com o uso da cloroquina nos primeiros dias dos sintomas. A orientação foi enviada quando estudos já haviam concluído que a cloroquina não é eficaz no combate à doença. Os pesquisadores ficaram surpresos ao receber a orientação do ministério. No documento, o órgão pede "ampla divulgação do tratamento, considerando que ele integra a estratégia do Ministério da Saúde para reduzir o número de casos que cheguem a necessitar de internação hospitalar". Assim, seria essencial "considerar a prescrição de cloroquina ou hidroxicloroquina, mediante livre consentimento esclarecido do paciente com covid-19, para tratamento nos primeiros dias dos sintomas, no âmbito do SUS". O ofício é assinado pelo coronel do Exército Luiz Otavio Franco Duarte, secretário de Atenção Especializada à Saúde, que não é médico, informa o G1. Dentro de seu programa de avaliação do efeito de cinco grupos de medicamentos contra o vírus Sars-cov-2, no início de julho a Organização Mundial da Saúde (OMS) interrompeu os testes com cloroquina / hidroxicloroquina, depois de estudos não indicarem qualquer benefício para os portadores da doença. Segundo números do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados nesta sexta-feira, foram notificadas mais 1.163 mortes por covid-19 no Brasil em 24 horas. Com isso, o total oficial de óbitos pela doença chega a 77.851. O país também registrou mais 34.177 casos, elevando o total para 2.046.328. Na quinta-feira, ele ultrapassara a marca de 2 milhões de casos, menos de um mês depois de registrar oficialmente o primeiro milhão.

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Veja datas de novas parcelas do auxílio emergencial de R$ 600

17 de julho de 2020, 15:25

Quem começou a receber o benefício em abril e já recebeu a terceira parcela terá o dinheiro da quarta parcela depositado entre os dias 22 de julho e 26 de agosto (Foto: Reprodução)

O governo federal divulgou nesta sexta-feira, 17, o calendário de pagamento das parcelas extras do auxílio emergencial de R$ 600 e R$ 1.200. Quem começou a receber o benefício em abril e já recebeu a terceira parcela terá o dinheiro da quarta parcela depositado na Poupança Digital Social da Caixa entre os dias 22 de julho e 26 de agosto, conforme o mês de aniversário. O saque estará liberado entre 25 de julho e 17 de setembro. A quinta parcela será depositada entre 28 de agosto e 30 de setembro, também de acordo com o mês de nascimento. Já os saques serão liberados entre 19 de setembro e 27 de outubro. Os beneficiários do programa Bolsa Família recebem a quarta parcela do auxílio emergencial a partir da próxima segunda-feira, 20, conforme o calendário habitual do programa. Confira abaixo as datas da quarta e quinta parcelas do auxílio emergencial para quem começou a receber o benefício em abril: 4ª parcela do auxílio emergencial Depósito em conta poupança 22 de julho: nascidos em janeiro 24 de julho: nascidos em fevereiro 29 de julho: nascidos em março 31 de julho: nascidos em abril 5 de agosto: nascidos em maio 7 de agosto: nascidos em junho 12 de agosto: nascidos em julho 14 de agosto: nascidos em agosto 17 de agosto: nascidos em setembro 19 de agosto: nascidos em outubro 21 de agosto: nascidos em novembro 26 de agosto: nascidos em dezembro Liberação para saque 25 de julho: nascidos em janeiro 1º de agosto: nascidos em fevereiro e março 8 de agosto: nascidos em abril 13 de agosto: nascidos em maio 22 de agosto: nascidos em junho 27 de agosto: nascidos em julho 1º de setembro: nascidos em agosto 5 de setembro: nascidos em setembro 12 de setembro: nascidos em outubro e novembro 17 de setembro: nascidos em dezembro 5ª parcela do auxílio emergencial Depósito em conta poupança 28 de agosto: nascidos em janeiro 2 de setembro: nascidos em fevereiro 4 de setembro: nascidos em março 9 de setembro: nascidos em abril 11 de setembro: nascidos em maio 16 de setembro: nascidos em junho 18 de setembro: nascidos em julho 23 de setembro: nascidos em agosto 25 de setembro: nascidos em setembro 28 de setembro: nascidos em outubro e novembro 30 de setembro: nascidos em dezembro Liberação para saque 19 de setembro: nascidos em janeiro 2 2 de setembro: nascidos em fevereiro 29 de setembro: nascidos em março 1º de outubro: nascidos em abril 3 de outubro: nascidos em maio 6 de outubro: nascidos em junho 8 de outubro: nascidos em julho 13 de outubro: nascidos em agosto 15 de outubro: nascidos em setembro 20 de outubro: nascidos em outubro 22 de outubro: nascidos em novembro 27 de outubro: nascidos em dezembro  

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Jorge Jesus deixa o Flamengo

17 de julho de 2020, 15:11

Técnico terá vínculo de três anos e receberá 3 milhões de euros por temporada no clube português (Foto: Reprodução)

O treinador acaba de acertar contrato de 3 anos com o Benfica, de Portugal, por $ 3 milhões de euros por temporada, ou R$ 16 milhões. O time português ainda paga a multa e também o que o técnico recebeu de luvas: $ 1 milhão de euros. No Flamengo, em 1 ano e 3 meses, com um time com vários jogadores que vieram da Europa, Jesus ganhou 1 Supercopa Sul-Americana, 1 brasileiro, 1 Taça Rio, 1 Carioca e 1 Libertadores. Ele foi vice-campeão mundial perdendo para o Liverpool, em 2019. Na expectativa nunca aventada pelos grandes times europeus, Jorge Jesus volta ao Benfica depois de 5 anos. Jamais ganhou um campeão  europeu: Liga Europa ou Liga dos Campeões. Conquistou apenas campeonatos portugueses. Fonte: TVI24  – Portugal

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Capim Grosso: População não respeita o isolamento e o distanciamento social contra o coronavírus

17 de julho de 2020, 12:04

Mesmo com restrições mais rígidas para conter a disseminação do coronavírus população não respeita o isolamento e o distanciamento social (Foto: Notícia Limpa)

Na contra mão de todas as orientações e determinações das autoridades e profissionais das áreas sanitárias e de saúde, boa parte da população de Capim Grosso não tem levado a sério a pandemia do novo coronavírus. O desrespeito com as medidas de prevenção adotadas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado chegam a ser gritantes. O município contabilizava até o fechamento desta matéria, no início da manhã desta sexta-feira (17), 289 casos confirmados da Covid-19 e 4 óbitos em consequência da doença, números considerados altíssimos, sendo maior inclusive que a quantidade de infectados do vizinho Jacobina, que possui o dobro da população e registrava 267 casos no mesmo dia. Mas os números não tem assustado todos os moradores da cidade. Nossa reportagem esteve em Capim no final da tarde de quinta-feira (16), e pode perceber in loco os relatos da falta de cuidados para evitar a disseminação do vírus. Podemos constatar a grande movimentação de pessoas nas ruas e o pior, em cada dez pessoas apenas uma fazia o uso de máscara de proteção facial. Flagrados muita gente fazendo caminhada às margens da BR 324 em grupos, sem obedecer o distanciamento social, como se a doença não existisse. Foi possível constatar ainda que nas principais entradas e saídas da cidade, pela BR 324, não existem barreiras sanitárias, o acesso é totalmente livre. Conforme decreto estadual de 13 de julho de 2020, assinado pelo governo da Bahia e oficializado pelo Município, foi determinado o toque de recolher durante a noite e madrugada e o fechamento do comércio local, exceto os serviços considerados essenciais e em especial as atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia. A medida é válida até este domingo (19). Uso de máscara- A principal forma de contaminação pelo coronavírus é de pessoa para pessoa, através de gotículas expelidas quando uma pessoa infectada espirra, tosse ou fala – mesmo que essa pessoa não esteja apresentando sintomas. Daí a importância do uso generalizado das máscaras. De acordo com estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doença dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), o uso de máscaras é capaz de conferir mais proteção do que apenas o distanciamento social ou a higienização das mãos. O uso de máscaras foi mais eficaz do que o aumento da lavagem das mãos. Cerca de 62% dos que relataram lavar as mãos regularmente foram infectados, em comparação com 65% daqueles que não lavam as mãos regularmente (queda de 3%). Isso não quer dizer que se deve apenas usar máscara e esquecer das outras medidas e sim que se deve adotar todas elas. “Aqueles que relataram tomar medidas preventivas tiveram uma taxa de infecção menor do que aqueles que não relataram tomar essas medidas”, concluiu o estudo.

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Bahia: TCM julga e multa ex-prefeito que morreu há quase 1 ano

17 de julho de 2020, 07:04

Foi determinado ao ex-prefeito, falecodo, o ressarcimento, com recursos pessoais, deste valor. (Foto: Reprodução)

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), em sessão realizada por meio eletrônico, na quinta-feira, 16/07, julgou parcialmente procedente o termo de ocorrência formulado pela 2ª Inspetoria Regional de Controle Externo contra o ex-prefeito de Ipirá, Aníbal Ramos Aragão (período de 01/01/2016 a 10/02/2016 e de 23/04/2016 a 09/08/2016), em razão da ausência de encaminhamento de inúmeros diversos processos de pagamento, no montante de R$ 4.978.989,26. O relator do parecer, conselheiro Raimundo Moreira, multou o ex-prefeito em R$2 mil. A nota triste é que Aníbal, que era pré-candidato a prefeito, morreu em um trágico acidente de carro no dia 12 de agosto de 2019, na BA-052, conhecida como Estrada do Feijão. O processo levou 3 anos para ser julgado. Na defesa, o gestor encaminhou parte dos processos de pagamentos apontados como ausentes durante a sua prestação de contas. Todavia, não foram localizados, nos autos, seis processos de pagamentos, no montante de R$83.555,96. Por esse motivo, foi determinado ao ex-prefeito o ressarcimento, com recursos pessoais, deste valor. Durante a análise dos processos de pagamentos encaminhados, a relatoria constatou falhas na formalização processual e nas fases de liquidação e pagamento da despesa orçamentária. Isto em razão da ausência das certidões de regularidade perante os fiscos Federal, Estadual e Municipal, de regularidade do FGTS e de débitos trabalhistas – exigências obrigatórias e condição prévia para a realização do pagamento. Além disso, houve prejuízo ao exercício do controle externo, uma vez que o envio, fora do prazo da documentação, inviabilizou o exame dos processos na época própria. Cabe recurso da decisão? Fonte: Ascom TCM/BA

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Estudo de Oxford associa Hidroxicloroquina ao agravamento de casos de Covid-19 e mortes

16 de julho de 2020, 16:42

Testes clínicos com o medicamento haviam sido suspensos no início de junho (Foto: Reprodução)

Resultados preliminares publicados nesta quarta-feira (15), de um estudo liderado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, associaram o uso da hidroxicloroquina a piora do quadro e morte pela Covid-19 em 1,5 mil pacientes com a doença. Os ensaios que testavam o medicamento contra a doença fazem parte do conjunto de ensaios clínicos "Recovery", que analisa vários remédios para a Covid-19 em 11 mil pacientes britânicos. O braço com a hidroxicloroquina começou os testes no dia 25 de março, mas foi suspenso no início de junh,, quando os cientistas anunciaram que não houve benefício no uso dele para a infecção. Segundo o estudo, que ainda não passou por revisão de outros cientistas (a chamada "revisão por pares"), a hidroxicloroquina não reduziu a mortalidade e foi associada a períodos de internação mais longos e risco aumentado de morte ou necessidade de ventilação mecânica para o paciente. "Embora preliminares, esses resultados indicam que a hidroxicloroquina não é um tratamento eficaz para pacientes hospitalizados com Covid-19", dizem os cientistas de Oxford. Eles destacam, ainda, que as estatísticas constatadas no estudo "descartam qualquer possibilidade razoável de benefício significativo de mortalidade" pelo uso do remédio. Os pesquisadores pontuaram, entretanto, que os resultados se aplicam a pacientes hospitalizados com a doença, e não ao uso do remédio para prevenção (profilaxia) ou em casos leves de Covid-19. Para avaliar a substância, foram comparados 1.561 pacientes que tomaram o medicamento com outros 3.155 que não tomaram (o grupo controle). A hidroxicloroquina é usada para tratar doenças autoimunes, como o lúpus, e alguns tipos de malária. O principal risco no uso do remédio, disseram os pesquisadores, é para o coração, podendo causar arritmias. Esse efeito pode ser agravado se o remédio for usado em associação com a azitromicina, um antibiótico. A Organização Mundial de Saúde (OMS) também chegou a testar o medicamento, mas suspendeu os ensaios de forma definitiva há cerca de um mês, depois de uma suspensão temporária e de retomar as tentativas. Ensaios Recovery Os ensaios Recovery são um conjunto de testes feitos com mais de 11 mil pacientes internados por Covid-19 no Reino Unido. As pessoas são divididas, de forma aleatória, entre os seguintes tipos de tratamento: 1 Lopinavir-Ritonavir (comumente usado para tratar o HIV) 2 Dexametasona em baixa dose (um tipo de esteroide, usado em várias doenças para reduzir a inflamação) 3 Hidroxicloroquina, que é usada para tratar malária e algumas doenças autoimunes, como o lúpus (ensaio suspenso e que não demonstrou eficácia) 4 Azitromicina (antibiótico) 5 Tocilizumab (tratamento anti-inflamatório administrado por injeção) 6 Plasma convalescença  (coletado de doadores que se recuperaram da Covid-19, com anticorpos para o novo coronavírus (Dars-CoV-2). Fonte: G1  

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Rússia produzirá vacina experimental contra Covid-19 em massa neste ano, diz fundo de saúde

16 de julho de 2020, 11:44

Cientista pesquisa potencial vacina contra Covid-19 em São Petersburgo (Foto: Reprodução)

 A Rússia planeja produzir 30 milhões de doses de uma vacina experimental contra Covid-19 domesticamente neste ano, e tem potencial de fabricar outras 170 milhões de doses no exterior, disse o chefe do fundo de saúde soberano do país. O primeiro teste da vacina com humanos, feito com 38 pessoas durante um mês, terminou nesta semana. Pesquisadores concluíram que ela é segura e induz uma reação imunológica, mas que a intensidade da reação ainda não está clara. Um teste de Fase 3 maior com vários milhares de pessoas deve começar em agosto, disse o chefe do Fundo de Investimento Direto Russo, (RDIF), Kirill Dmitriev. "Acreditamos que, com base nos resultados atuais, ela será aprovada na Rússia em agosto e em alguns outros países em setembro... o que pode torná-la a primeira vacina do mundo a ser aprovada", disse ele à Reuters em uma entrevista. Mais de 100 vacinas possíveis estão sendo desenvolvidas e testadas para se tentar deter a pandemia. Ao menos duas estão na Fase 3 final de testes com humanos, uma da China e outra do Reino Unido, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O teste de Fase 3 russo será realizado na Rússia e em dois países do Oriente Médio, detalhou Dmitriev, e começará depois que um teste de Fase 2 menor com 100 pessoas for encerrado no dia 3 de agosto. Fonte: Reuters 

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Médico que defendeu vermífugo contra covid-19 está internado em UTI

16 de julho de 2020, 09:52

O cirurgião, que contraiu o novo coronavírus, liderou uma campanha de médicos goianos para distribuição de medicamentos para "prevenção" (Foto: Reprodução)

O médico Joaquim Inácio Melo Júnior – que afirmou durante entrevista na TV Serra Dourada, retransmissora do SBT em Goiás, que estava infectado pelo novo coronavírus, mas estava reagindo “muito bem” graças ao uso do vermífugo ivermectina – deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta quarta-feira (15). O isolamento de Joaquim terminaria no domingo.   O cirurgião liderou uma campanha de médicos goianos para distribuição de medicamentos para “prevenção” da COVID-19. Eles chegaram a doar 1,8 mil kits numa paróquia em Aparecida de Goiânia no dia 5 deste mês.    A Sociedade Goiana de Infectologia e o Conselho Regional de Farmácia fizeram alertas contrários à campanha dos médicos.   O método sugerido pelo médico durante entrevista não tem nenhum respaldo cientifico.   Durante a entrevista, que viralizou nas redes sociais, Melo Júnior informou que ele não chegou a procurar médicos especialistas no início da doença e que tomou o vermífugo como prevenção, assim como o receitou para mais de 100 pacientes.  

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