NEGÓCIOS

Uma segunda-feira em Caém (Fotos)

06 de março de 2023, 15:39

Foto: Gervásio Lima

Por Gervásio Lima

Espaço para comercialização de produtos oriundos basicamente da agricultura familiar, local para reencontrar conterrâneos, bater papo e, para muita gente, ambiente de lazer; estas são as características dos mercados municipais, as feiras livres das cidades do interior.

Dia de feira é considerado um ‘dia de festa’, quando moradores da zona rural visitam as sedes dos seus municípios, seja para vender ou para comprar os mantimentos da semana.

Mesmo com o advento dos hortifrutigranjeiros e açougues, fora ou dentro de supermercados, o costume de ir em um dia específico ‘fazer a feira’ ainda persiste em muitas cidades e dependendo da região, é indispensável o uso do ‘aió’, ‘bocapiu’ ou ‘cofo’, cestas de palha de ouricuri usada para carregar compras nas feiras.

A feira livre é cultura, é diversidade e lazer, onde o social se mistura com o capital de forma de igualdade. Feira livre é sobrevivência, mas também um centro de convivência.

Quer comprar a verdura na barraca de Biúca, o requeijão na mão de Zé de Maria, escolher pimenta no tabuleiro de Dona Zeni, saborear o pastel de Matusalém com o caldo de cana da engenhoca de Regi e depois comer uma galinha caipira ou um delicioso bode cozido no box da Íris?

Isso é tão simples quanto os autores responsáveis em tornar a feira da cidade de Caém em realidade todas as segundas-feiras. Vale a pena conhecer.

*Jornalista e Historiador

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China assumirá antiga fábrica da Ford na Bahia com investimento de R$ 3 bilhões

03 de março de 2023, 17:07

Foto: Reprodução

Em meados de fevereiro, foi ventilado que empresários chineses estavam negociando a compra da antiga fábrica da Ford na Bahia. Agora, as tratativas avançaram, e a BYD – maior fabricante de carros elétricos do mundo – entrou em acordo com a marca norte-americana para assumir o Polo Automotivo em Camaçari (BA), segundo o UOL.

De acordo com a mídia, o anúncio oficial está programado para o próximo mês pela presidência da empresa. Já na próxima semana, uma comitiva chinesa chegará ao estado para estudar o modelo de negócio, confirmar o número de produtos, a fábrica de automóveis, ônibus e caminhões e beneficiamento de lítio, assim como analisar o início da produção para 2024.

Para que o negócio avance, a BYD investirá cerca de R$ 3 bilhões na instalação de três fábricas no estado, gerando cerca de 1.200 empregos diretos (número a ser confirmado, segundo a mídia). Para começar, o planejamento industrial terá como objetivo a produção de 30 mil veículos, podendo chegar à capacidade produtiva de 150 mil unidades ano.

O Song 1.5 de dois motores (elétrico 179 cv e a combustão 110 cv) deverá ser o carro de largada, de média 38,4 Km/l na cidade e 28,1 Km/l na estrada, com a empresa chinesa explorando o mercado de carros híbridos e elétricos.

Ainda segundo a mídia, em concordância com o primeiro cronograma, todas as unidades começarão a ser implantadas no próximo semestre.

Duas delas devem estar concluídas em setembro de 2024, com início de operação em outubro. A terceira tem conclusão prevista para dezembro do mesmo ano, com início de operação em janeiro de 2025, dado que ainda precisa de validação do time chinês.

Para atrair os empresários do gigante asiático, o estado da Bahia incluiu a concessão de incentivos fiscais até 31 de dezembro de 2032. Entre as contrapartidas assumidas pela BYD está a elaboração de um plano de negócios detalhado, que deverá ser aprovado pelo estado nordestino.

Ao mesmo tempo, a empresa promoverá o treinamento e a capacitação de mão de obra especializada prioritariamente local, e a cada seis meses após a assinatura do protocolo – e até a entrada em operação das unidades industriais – deverá informar à Secretaria de Desenvolvimento Econômico sobre o estágio do empreendimento e a previsão de implantação.

Brasil 247

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Manteiga de primeira qualidade produzida em Várzea Nova chega ao mercado com nova embalagem

02 de março de 2023, 09:47

Foto: Divulgação

Já está nas prateleiras de estabelecimentos comerciais de mais de 100 municípios baianos, a nova manteiga da Cooperativa de Produção Agropecuária de Giló e Região (Coopag), localizada no município de Várzea Nova.

Uma manteiga de primeira qualidade, feita com 100% creme de leite, sem conservantes, aromatizantes e corantes, produzida por famílias agricultoras que prezam pelo cuidado e dedicação no processo de criação do gado leiteiro. Além disso, tem uma maturação maior, o que traz um sabor diferenciado.

O produto possui o Selo de Identificação de Produtos da Agricultura Familiar da Bahia (SIPAF) e o Selo de Inspeção Estadual (SIE), que garante a inspeção, fiscalização e controle dos produtos de origem animal, quanto aos aspectos higiênico-sanitários e tecnológicos, contribuindo para a oferta de produtos com qualidade para o consumo humano, além de viabilizar a comercialização da produção em todo o estado.

De acordo com o diretor-comercial da Coopag, Fred Jordão, a nova embalagem surgiu a partir da necessidade de apresentar melhor a qualidade do produto. “Tínhamos um produto muito bom, mas com uma embalagem muito simples. Criamos uma roupagem digna e compatível com a qualidade do nosso produto, agregando maior valor. Essa nova embalagem veio para mostrar que a Coopag está buscando e brigando pelo seu espaço e competindo com grandes marcas”.

Em Salvador, a manteiga e os demais produtos da cooperativa, como queijos e iogurtes, são comercializados no Empório da Agricultura Familiar, localizado no Mercado do Rio Vermelho, e no site do Mercaf.com.br.

A Coopag é apoiada pelo Governo do Estado, por meio do projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que destinou mais de R$ 4 milhões em investimentos, revertidos em assistência técnica e extensão rural (ATER), aquisição de máquinas e equipamentos, ampliação e requalificação de laticínio e estruturação de uma queijaria para o beneficiamento dos produtos derivados do leite.

Ascom/Car

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Há risco de comprar nas Lojas Americanas?

24 de fevereiro de 2023, 09:22

Foto: Reprodução

Sempre compro nas Lojas Americanas, no entanto, depois da recuperação judicial estou com medo de continuar comprando. Há algum risco para o consumidor? Fernanda Almeida, Realengo.

O mercado brasileiro foi surpreendido com o escândalo envolvendo uma possível fraude contábil nas Lojas Americanas, onde as dívidas da companhia ultrapassam os R$ 40 bilhões, levando a empresa a ingressar com um pedido de recuperação judicial.

O advogado Fábio Ferraz explica que a recuperação judicial é uma medida prevista na legislação brasileira, em que a empresa em dificuldades financeiras apresenta a seus credores um plano de recuperação do negócio, que inclui desde o pagamento de seus débitos, os quais na grande maioria dos casos são realizados em longo prazo, tendo ainda carência no início do pagamento e deságios.

O impacto das medidas tomadas pela empresa afetam principalmente seus credores, pois com o deferimento pelo judiciário, todos os credores ficam impedidos, pelo prazo de 180 dias, de executar as dívidas, o que prejudica principalmente os pequenos fornecedores, que na maioria dos casos, entregaram os pedidos realizados à empresa e não receberam o pagamento.

“A empresa ainda vai apresentar o plano de recuperação judicial ao judiciário e aos credores, que em assembleia, votam pela aprovação ou não e caso não seja aprovado, a falência da empresa é decretada, o que não deve ocorrer, já que os grandes credores que são os bancos devem votar pela aprovação do plano de recuperação”, pontua o advogado tributarista.

Os consumidores estão atentos ao que vem acontecendo, mas apesar do cenário ruim, não devem se preocupar em realizar novas compras na empresa, pois as operações continuam sem qualquer restrição, salienta o advogado Átila Nunes do serviço www.reclamar adianta com br.

Notícias ao Minuto

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Umbu da Caatinga baiana pode ser encontrado em grande rede de supermercados

07 de fevereiro de 2023, 11:22

Foto: Ascom/CAR

O umbu in natura cultivado por agricultores e agricultoras familiares vinculados à Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), localizada no município de Uauá, do território Sertão do São Francisco, está nas gôndolas da rede de supermercados do grupo Carrefour.

A primeira remessa de três mil quilos da fruta foi entregue, neste mês de fevereiro, no Centro de Distribuição do grupo, situado na cidade de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. Os produtos serão comercializados em todas as lojas da rede de supermercado na região Nordeste.

No ano passado, a cooperativa realizou a primeira entrega para a rede. Foram cinco toneladas de umbu in natura. Para o presidente da Coopercuc, Adilson Ribeiro, a perspectiva para 2023 é ainda maior. “Estamos levando o padrão de uma fruta do Semiárido para a mesa dos brasileiros”.

Este ano, a perspectiva da safra do umbu é de 80 toneladas. Um aumento de pelo menos 10 toneladas em comparação ao ano anterior. A fruta é vendida in natura e também utilizada na produção, durante todo o ano, de doces, geleias, compotas, cervejas e demais produtos. Alguns desses produtos também já se encontram em diversos estabelecimentos dessa e de outras redes de supermercado e lojas especializadas.

A Coopercuc recebe apoio do Governo do Estado, por meio dos projetos Bahia Produtiva e o Pró-Semiárido, executados pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).  No total, já foram destinados recursos da ordem de R$ 6 milhões. Os projetos contam com cofinanciamento do Banco Mundial e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), respectivamente.

Os investimentos são destinados à ampliação da capacidade da cooperativa para o acesso ao mercado, com ampliação da agroindústria, aquisição de novos equipamentos, como pasteurizador, desenvolvimento de rótulos e embalagens, certificações na categoria de produtos veganos, construção do laboratório onde é realizada a análise dos produtos, assistência técnica e extensão rural (ATER), entre outros. Com os investimentos, agricultores e agricultoras familiares garantem a sua renda com o fruto da terra.

Em Salvador, os produtos da Coopercuc podem ser adquiridos também por meio da venda online no site Mercaf (mercaf.com.br) e no Empório da Agricultura Familiar, localizado no Mercado do Rio Vermelho (Antiga Ceasinha).

Secom/Ba.

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Loja da Agricultura Familiar é inaugurada em Capim Grosso

27 de janeiro de 2023, 09:35

Foto: Ueslaine Sousa SDR/CAR

A Agricultura Familiar da Bahia ganhou mais um espaço voltado à comercialização de produtos de cooperativas, grupos e associações comunitárias rurais, fabricados com matérias-primas oriundas dos quintais e roçados de famílias agricultoras. A loja, que foi inaugurada nesta quinta-feira (26), em Capim Grosso, é um empreendimento da Cooperativa de Produção da Região do Piemonte da Diamantina (Coopes), financiado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio do projeto da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Pró-Semiárido, com o aporte de cerca de R$ 400 mil.

A loja representa a conquista da Coopes e de seus associados, a partir da valorização do licuri, principal matéria-prima dos produtos expostos no espaço. “Essa história não começou aqui, ela vem de muito tempo. Essa conquista representa a história das quebradeiras de licuri aqui da nossa região, em uma época em que o licuri não era valorizado”, destacou Robenor Araújo, dirigente da cooperativa fundada em 2005.

Ao consumir os produtos expostos na loja os consumidores terão acesso à alimentação saudável, agroecológica e/ou orgânica e irão contribuir para a geração de renda, o bem-estar e a qualidade de vida das famílias produtoras.

Além dos derivados do licuri, o espaço dispõe de produtos fabricados a partir do beneficiamento de produtos como mandioca, mel, milho, leite, umbu e outras frutas e derivados do leite, dentre outros, além de artesanatos e uma lanchonete, onde é possível fazer um lanche ou reunir amigos em um happy hour. “A inauguração da loja da Coopes é um marco para o projeto Pró-Semiárido nos Territórios Bacia do Jacuípe e Piemonte da Diamantina. Este espaço permitirá aos grupos produtivos vinculados ao projeto escoar suas produções, comercializar e gerar renda para as famílias”, pontuou Rejane Magalhães, coordenadora local do Pró-Semiárido.

O apoio do projeto Pró-Semiárido possibilitou, ainda, a adequação da estrutura anexa à loja, utilizada para o processamento do licuri, conforme exigências da Vigilância Sanitária. “Nós só temos a agradecer por este sonho realizado”, comemorou a presidente da Coopes, Francelma Lima.

O lançamento contou com as presenças do prefeito de Capim Grosso, Silvado Rios, do gerente regional do Sebrae, Geron Pereira, representantes de sindicatos, associações, entidades, movimentos ligados à Agricultura Familiar e da equipe que atua no projeto Bahia Produtiva, da CAR, além dos cooperados e cooperadas da Coopes, que abrilhantaram o evento com cantigas e a representação da quebra artesanal do licuri. O Pró-Semiárido é uma ação de combate a pobreza rural do Estado da Bahia, executada pela CAR, empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e cofinanciada pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).

SDR/CAR

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Você gosta de produtos exclusivos e de excelente qualidade?

17 de janeiro de 2023, 09:10

Foto: Divulgação

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(74) 3621-4376

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Projeto Bahia Produtiva alcança execução financeira recorde

04 de janeiro de 2023, 09:31

Foto: SDR/CAR

O projeto do Governo do Estado, Bahia Produtiva, alcançou uma execução financeira recorde durante o exercício do ano de 2022. Foram investidos R$ 414 milhões em uma estratégia diferenciada de apoio ao processo de inclusão produtiva, uma ação que promove o aumento de renda e gera oportunidades para agricultores e agricultoras familiares, além de populações quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais distribuídas em toda a Bahia. 

O Bahia Produtiva se tornou referência nacional, a partir da aplicação de investimentos consistentes em ações como o serviço qualificado de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e o fomento à base de produção, com insumos e equipamentos voltados para o fortalecimento de sistemas produtivos, a exemplo da fruticultura, mandiocultura, piscicultura, avicultura, apicultura e meliponicultura, ovinocaprinocultura, bovinocultura de leite e oleaginosas.   

Nos últimos oito anos foram aplicados um total de US$ 260 milhões em investimentos, alcançando mais de 170.205 mil beneficiários, distribuídos em 342 municípios de todos os Territórios de Identidade da Bahia. 

De acordo com o coordenador do Bahia Produtiva, Fernando Cabral, esse resultado demonstra uma excelente performance do projeto. “O Bahia Produtiva é considerado referência tanto no Brasil, quanto no exterior. É um projeto premiado pela Cofiex (Comissão de Financiamentos Externos), como a melhor prática de captação internacional. E pelo Banco Mundial foi avaliado como altamente satisfatório, em função dos seus resultados e da sua estratégia. É uma nota máxima e é inédita em projetos apoiados pela instituição financeira internacional”. Cabral afirma ainda que o reconhecimento do projeto é fruto de uma estratégia acertada e de uma equipe comprometida e altamente qualificada.  

Maria Juçara Monteiro, que atua como assessora financeira do Bahia Produtiva, observa que a excelente execução do projeto se deve ao fato de ter gestores imbuídos em dar suporte à equipe e captar recursos de contrapartida para o cumprimento de todos os compromissos assumidos. “Atrelado a essa gestão, o projeto conta com uma assessoria financeira estruturada e 16 contadores que dão suporte à gestão financeira em todos os Territórios. Contamos com uma equipe altamente especializada e avanço nos sistemas de acompanhamento e execução dos subprojetos, como implantação do sistema Comprova, SOL e sistema informatizado de prestação de contas”.  

O projeto também investiu em ações de acesso à água e implantou 182 sistemas de água, 26.105 novas ligações de água canalizadas e 5.297 sistemas de ligações de água canalizadas foram recuperadas. Além disso, foi executado um conjunto de políticas públicas complementares para a autonomia das comunidades rurais, a exemplo da regularização fundiária e ambiental de imóveis rurais, em parceria com outras instituições governamentais. 

O Bahia Produtiva, resultado do acordo de empréstimo entre o Governo da Bahia e o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), é executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). 

Ascom SDR/CAR

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Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária injeta R$ 3,5 milhões na agricultura familiar baiana

19 de dezembro de 2022, 15:20

Foto: SDR/CAR

O Parque Costa Azul, em Salvador, recebeu mais de 50 mil pessoas durante o período de 14 a 18 de dezembro, na 13ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, onde os visitantes puderam conhecer as inovações e diversidade da agricultura familiar da Bahia.  

O evento foi um sucesso de público e de vendas. Foram R$ 3,5 milhões injetados na economia dos municípios da Bahia com a comercialização de cerca de 2.300 produtos diversos, inovadores, sustentáveis e criativos de 220 associações e cooperativas, de todos os Territórios de Identidade do estado. 

O titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia (SDR), Jeandro Ribeiro, afirmou que a expectativa foi superada. “Quem veio à Feira se enriqueceu muito, pois os visitantes levaram para casa a história da agricultura familiar. A expectativa é que a 14ª seja melhor ainda, maior, mais robusta, com mais histórias. Isso é resultado de um trabalho de políticas públicas realizadas nos últimos 16 anos e do entendimento da sociedade que a agricultura familiar é um vetor de desenvolvimento econômico e representa muito o sucesso do estado da Bahia”. 

Para o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, afirmou que o evento foi positivo para agricultores e agricultoras. “Nós tivemos um volume muito bom em vendas. A população de Salvador compareceu e, isso, nos entusiasma a continuar fazendo essa grande feira da agricultura familiar na capital. Já estamos organizando a próxima e queremos organizar também as Feiras Territoriais em cada Território de Identidade e chegar ao fim do próximo ano, em Salvador, com essa grandiosidade da diversidade da agricultura familiar da Bahia”.  

A Feira trouxe para a capital diversos lançamentos como cerveja de mel de cacau, caju, mandioca, rapadurinha, pão de queijo, queijo, cafés, panetone de licuri, entre outros. Além da comercialização dos produtos realizados em 27 armazéns de todos os Territórios de Identidade, o evento contou com Praça Gastronômica e atrações musicais.  

O presidente da Cooperativa da Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju), de Ribeira do Pombal, lançou na Feira a Cerveja de Caju. “Um sentimento de gratidão e de muito reconhecimento por um produto da agricultura familiar. Nessa Feira, trouxemos o lançamento da cerveja que teve uma grande aceitação pelo público. Muita gente vindo conhecer. Está agradando a todos paladares. Tivemos um faturamento de R$ 100 mil na Feira, beneficiando todos nossos agricultores. Quando a cooperativa comercializa e ganha mais, gera mais renda para os agricultores que estão no campo, fazendo com que eles produzam mais e coloquem o produto na mesa do consumidor”. 

A produtora de derivados de chocolate, de Igrapiúna, Acássia Martins, vendeu cerca de 350 quilos de chocolate. Um retorno financeiro de R$ 15 mil. “Participo da Feira desde 2018 e, nesta edição, encontrei vários clientes que retornaram para comprar novamente. Eu vendo não só produtos, mas histórias”. 

Sobre a Feira 

A 13ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária foi promovida pelo Governo do Estado, por meio da SDR, em parceria com a Federação da União das Cooperativas da Agricultura Familiar (Federação Unicafes – Bahia). O evento conta com o apoio da Bahiatursa, Conder e secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Planejamento (Seplan), e Educação (SEC). 

Ascom – SDR/CAR

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Gerente da Agência do Sicoob Sertão de Caém destaca a chegada da instituição no município

13 de dezembro de 2022, 14:51

Foto: Notícia Limpa

Abertura da Agência do Sicoob Sertão de Caém, esta foi a pauta da entrevista ao radialista André Luís, do Programa Espaço Aberto da Rádio Paiaiá FM, concedida por Luís Paulo Melo, gerente da nova instituição financeira que chega oficialmente no município nesta quinta-feira (15).

O representante da cooperativa de crédito falou sobre os serviços que serão oferecido, como abrir contas correntes e sobre o funcionamento da agência. Segundo Luís, todos os serviços que qualquer instituição financeira oferece, o Sicoob também irá disponibilizar na agência de Caém. Além das instalações modernas, os clientes contarão com atendimento presencial e com caixas eletrônicos de última geração.

“Os clientes poderão fazer suas transações financeiras através de um atendimento de qualidade à altura do que a população de Caém e de outros municípios merecem. Estamos prontos para oferecer o que existe de melhor em instituição financeira”, ressaltou Luís, destacando que o Sicoob Sertão é grato pela receptividade dos caenenses e pelo apoio dispensado pelo prefeito Arnaldo Oliveira. “Iremos ser recíprocos com a população de Caém”, concluiu.

A abertura da Agência do Sicoob em Caém se deu pela incansável busca do atual prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) por uma instituição financeira para tapar a lacuna deixada pela saída do Banco do Brasil do município, que fechou suas portas sem dar satisfação para a população. Depois de quase dois anos , o esforço do chefe do executivo municipal se torna em realidade.

A partir das 9 horas, de quinta-feira (15), um café da manhã para o público em geral e apresentações culturais, com as presenças dos sambadores Silvano e Zé de Beté e a Fanfarra Musical de Caém, marcarão a inauguração da Agência do Sicoob Sertão da cidade.

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