Pesquisa revela que 42% dos alunos podem abandonar faculdades privadas

12 de junho de 2020, 08:08

De acordo com a pesquisa, o emprego ser afetado pela pandemia pesa como fator de decisão para deixar os estudos para 60% dos entrevistados (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), em parceria com a empresa de pesquisas educacionais Educa Insights, aponta que 42% dos estudantes matriculados no ensino superior privado podem ter que deixar os estudos. O principal motivo para o possível abandono é não conseguir pagar as mensalidades, seja porque o emprego foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, seja porque os pais ou responsáveis não conseguirão arcar mais com os custos. O estudo faz parte da terceira etapa da pesquisa Coronavírus e Educação Superior: o que pensam os alunos e prospects da Abmes. Ao todo, foram entrevistados 644 estudantes e 963 potenciais alunos entre os dias 28 e 31 de maio. A pesquisa aponta que 52% dos estudantes matriculados querem continuar estudando não importa o cenário. Essa porcentagem caiu em relação a primeira etapa da pesquisa, realizada em março, quando era 57%. Outros 42% dizem querer continuar estudante, mas reconhecem que há risco de desistirem. Esse percentual era 37% em março. Outros 4% disseram que provavelmente irão desistir do curso e 2% que irão desistir por conta do cenário atual. De acordo com a pesquisa, o emprego ser afetado pela pandemia pesa como fator de decisão para deixar os estudos para 60% dos entrevistados. Já a dificuldade dos responsáveis arcarem com os custos pesa para 22%. Apenas 8% dizem que pretendem desistir porque a faculdade não migrou as aulas para o ensino a distância. “Esse desafio tem que ser endereçado pelas instituições”, diz o diretor presidente da Abmes, Celso Niskier. “A gente tem recomendado [para as instituições de ensino] que sejam identificados os grupos que têm maior risco por perda de renda e emprego e que sejam oferecidas alternativas, que seja analisado caso a caso”. A entidade diz que além dos descontos, têm buscado alternativas de financiamento tanto para os estudantes quanto para as instituições de ensino, para que possam arcar com as despesas do período. No levantamento, 22% dos entrevistados informaram ter perdido o emprego em função da pandemia. No levantamento anterior, feito em abril, esse percentual era de 20%. As novas matrículas também preocupam. O estudo mostra que caiu de 22% para 14%, entre março e maio, a porcentagem dos potenciais alunos que planejam começar o curso no segundo semestre deste ano. Cerca de um terço, 36%, pretende adiar o ingresso no ensino superior para o começo de 2021; 7% para o segundo semestre de 2021; e, 43% decidirão quando a situação se normalizar.

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Ativista que denunciou Neymar por homofobia recebe ameaça de morte

12 de junho de 2020, 07:54

O jogador Neymar, depois de uma audiência em uma delegacia no Rio de Janeiro, no dia 6 de junho de 2019 (Foto: Reprodução)

Agripino Magalhães, ativista LGBT+, afirmou que está recebendo ameaças de morte, depois que denunciou Neymar e alguns ‘parças’ pelo crime de homofobia contra Tiago Ramos , ex-namorado de Nadine Gonçalves, mãe do jogador. O rapaz deu entrada nesta quinta-feira, 11, em um pedido de inquérito no Ministério Público para apurar as ligações que vem recebendo desde que entrou nas Justiça contra o atleta. “Recebi mensagens pesadas nas redes sociais, mas comecei a ficar assustado mesmo com as ligações telefônicas. As pessoas me ameaçam e demonstram saber da minha rotina, da minha vida. Estou com medo”, contou à colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia. Agora, Agripino espera que seu advogado entre com um pedido de medida protetiva caso as ameaças continuem. O ativista pede uma indenização de R$ 2 milhões, que serão destinados a uma ONG LGBTQ+. ENTENDA O CASO Na madrugada de 5 de junho, veio à tona um áudio de Neymar falando sobre Tiago Ramos, seu então padrasto, em que xinga o modelo e fala sobre uma suposta briga com Nadine Gonçalves, que fez o rapaz machucar a mão em um vidro. “Ela está lá com o namoradinho dela, que dá o c*. Ele deu uns tocos no vidro da varanda… e ela fala pra mim que ele tropeçou da escada e foi apoiar, mas da escada para o vidro que está quebrado é muito longe, tá ligado?”, disse ele insinuando que Nadine estivesse correndo perigo mas preferindo acobertar o então parceiro. Os amigos de Neymar ofereceram ajuda caso ele precisasse e continuaram o papo sugerindo uma vingança contra Tiago. “Vamos matar, enfiar um cabo de vassoura no c* dele”, falou um deles.

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Bolsonaro vetará extensão do coronavoucher se Congresso fixar valor em R$ 600

12 de junho de 2020, 07:13

O programa só pode ser estendido mediante a aprovação do Congresso Nacional. O governo ainda não enviou sua proposta (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta 5ª feira (11.jun.2020) que vetará a prorrogação do auxílio emergencial se o Congresso decidir pela manutenção do valor atual, de R$ 600. O governo federal quer pagar duas parcelas extras no valor de R$ 300 cada. Alguns congressistas, incluíndo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendem a manutenção dos R$ 600 mensais. “Na Câmara por exemplo, vamos supor que chegue uma proposta de duas [parcelas] de R$ 300. Se a Câmara quiser passar para R$ 400, R$ 500, ou voltar para R$ 600, qual vai ser a decisão minha? Para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto”, disse Bolsonaro. O auxílio emergencial paga R$ 600 por adulto que não esteja empregado, não receba seguro-desemprego ou aposentadoria e tenha renda familiar de até 3 salários mínimos. Em lares com mães solteiras, o auxílio é de R$ 1.200. Nesse formato, o benefício custa R$ 154 bilhões por trimestre. O programa só pode ser estendido mediante a aprovação do Congresso Nacional. O governo ainda não enviou sua proposta.

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Bahia registra mais 38 mortes e ultrapassa marca de mil óbitos por Covid-19

11 de junho de 2020, 20:21

Estado registra 1.013 mortes pelo coronavírus. Do total de infectados, 4.845 são profissionais da saúde. Boletim desta quinta (11) contabiliza 38 novas mortes (Foto: Reprodução)

Bahia ultrapassou hoje (11) a marca de mil óbitos pela Covid-19, segundo último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Em 24 horas, foram registrados 38 mortes pela doença, totalizando 1.013 óbitos, e 1.206 casos confirmados, totalizando 33.891.Ao todo, 14.610 pacientes já se recuperaram da doença e 18.268 indivíduos permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.Na Bahia, 4.845 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.Os casos confirmados ocorreram em 347 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (55,85%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Itajuípe (9.077,16), Ipiaú (8.785,12), Uruçuca (7.797,65), São José da Vitória (7.247,66) e Salvador (6.512,44).

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Com o coronavírus e comércio aberto, Jacobina amanhece o Corpus Christi sem tradicionais tapetes (Fotos)

11 de junho de 2020, 17:13

A movimentação foi pequena no centro das cidade na manhã desta quinta-feira (11) (Foto: Notícia Limpa)

Uma das comemorações mais importantes do calendário da Igreja Católica passou literalmente despercebida em Jacobina. O Corpus Christi é celebração de um dos princípios de mais prestígios do catolicismo, o Sacramento da Eucaristia e ocorre exatamente 60 dias após a Páscoa. A data é feriado na maior parte do país e celebrada obrigatoriamente em uma quinta-feira, como uma simbologia pelo fato de que a Última Ceia ocorreu em uma quinta-feira, segundo a tradição. Em Jacobina o Corpus Christi é considerado um dos principais festejos católicos da cidade, sendo inclusive inserido no calendário do turismo religioso do município, assim como a subida à Serra do Cruzeiro na Sexta-feira da Paixão, a Festa do Divino Espírito Santo e as procissões de São Benedito, Santo Antonio e Nossa Senhora da Conceição. Os tradicionais tapetes que enfeitavam as ruas por onde passava a procissão, neste ano não pode ser confeccionados por conta das medidas de prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. Os tapetes de Corpus Christi são uma prática comum em muitas partes do país, representando símbolos e cenas importantes da fé católica. Os tapetes são confeccionados a partir de vários produtos, como serragem, borra de café, areia e outros. Mas, além das orientações para o isolamento social, que impediu a realização da cerimônia de Corpus Christi, o fato de o comércio da cidade ter funcionado normalmente nesta quinta-feira (11), confundiu até mesmo os católicos praticantes, principalmente aqueles que trabalham em instituições privadas, já que o Dia de Corpus Christi não é reconhecido como feriado em Jacobina. Já os órgãos públicos, obedecendo a determinações superiores e ao Decreto Municipal que declarou a data como Ponto Facultativo não funcionaram. A abertura dos estabelecimentos comerciais no Dia de Corpus Christi na cidade gerou reclamação por boa parte da população. Para muitas pessoas a data poderia ser respeitada pelos comerciantes não só pelo fato da simbologia religiosa, mas como mais um momento para se promover o isolamento e o distanciamento social neste momento em que o número de infectados tem aumentado a cada dia no país, com Jacobina tendo uma média de um infectado por dia. “É muito apelo e apego ao dinheiro em detrimento à saúde. Antes de tudo temos que respeitar a vida. Só perceberão que o momento é delicado quando a doença chegar a seus lares ou atingir pessoas queridas como pais, irmãos, tios, primos e amigos”, disse uma comerciária que pediu para não ser identificada.

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Na crise, alimentação pesa ainda mais para as famílias pobres

11 de junho de 2020, 13:13

As famílias mais pobres gastam cerca de 22% do orçamento com alimentação (Foto: Reprodução)

Mesmo após o segundo mês consecutivo de deflação, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a alta dos preços dos alimentos - de 0,24% em maio, vindo de um aumento de 1,79% em abril - indica que as famílias mais pobres terão a renda ainda mais comprometida pela pandemia. Quando os alimentos sobem em um momento de alta de salários, esse gasto acaba amortecido pelo ganho de renda. No cenário atual, no entanto, a perda de dinheiro das famílias, sobretudo para as de menor renda, é expressiva e a alta dos custos de alimentação pesam ainda mais. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as famílias mais pobres gastam cerca de 22% do orçamento com alimentação. E uma outra pesquisa, do Instituto Plano CDE, aponta que 50% das famílias das classes D e E, de baixa renda, perderam mais da metade da renda desde o início da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. "A crise, do ponto de vista de desigualdade de renda, é catastrófica. Muitos profissionais, ainda com redução de salário, puderam se adaptar para trabalhar em casa. Para os mais pobres, só restou tentar o auxílio emergencial", diz o economista da Universidade de Brasília (UnB) José Luis Oreiro. Especialista em inflação, o economista da Universidade de São Paulo (USP) Heron do Carmo lembra que há um problema de oferta de alimentos, por conta do clima mais seco e muitos produtos estão sujeitos a choque de preços. "Pesou mais para as famílias mais pobres. Como é um gasto básico, não há uma queda abrupta do consumo, mas o consumidor procura, na medida do possível, racionalizar as compras." Pelo IPCA, itens como frutas (-2,10%) tiveram queda de preços, mas houve altas de produtos, como cebola (30,08%), batata-inglesa (16,39%), feijão carioca (8,66%) e carnes (0,05%). André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), concorda que a alta dos alimentos, apesar de destoar dos demais preços, vem em um momento cruel. "A alta de 0,24% poderia parecer pouco, se a renda tivesse se mantida estável. O problema é quando a renda desaparece, por conta da pandemia, e comer fica mais caro." Ele avalia que os preços dos alimentos devem ter uma nova alta em junho, por conta de um aumento da demanda por carnes por parte da China, que já começou o processo de reabertura após a quarentena. "Essa nova alta dos alimentos, porém, ainda não deve ser suficiente para que a inflação como um todo suba, devemos ter mais um mês de deflação em junho." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Prefeita de Campo Formoso testa positivo para o coronavírus (Vídeo)

10 de junho de 2020, 18:49

Prefeita Rose Menezes (Foto: Reprodução)

A prefeita do município de Campo Formoso, Rose Menezes, gravou um vídeo nesta quarta-feira (10), para comunicar que contraiu o coronavírus. Em depoimento com pouco mais de um minuto de duração a gestora confirmou o que já suspeitava há alguns dias. Segundo Rose, todas as medidas de isolamento e distanciamento social estão tomadas, adotando todo o protocolo recomendado pelas autoridades de saúde. "Comuniquei a todas as pessoas que tiveram contato comigo e pedi que também fizessem o isolamento por precaução e cautela", relata a prefeita, que informa ainda que não apresentou sintomas da Covid-19 é que contribuirá trabalhando em home office, ou seja a partir de casa. "Continuamos conduzindo o destino do nosso município,  como também a coordenação do combate ao coronavírus através da minha casa", disse. A timoneira campo-formosense aproveitou para reforçar  a necessidade de a população ficar em casa. "Só saiam se for necessário e se sair, redobrem os cuidados", alertou. Rose encerra se pronunciamento evocando a Deus pela cura dos infectados. "Peço a Deus por todas as pessoas que foram contabilizadas, por todos os profissionais da Saúde, que estão na linha de frente para preservar e cuidar da saúde de todos  os nossos munícipes e todos os brasileiros. Rezem por todos nós", finaliza. [video width="640" height="352" mp4="https://noticialimpa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/VID-20200610-WA0078.mp4"][/video]

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Primeira mulher que foi ao espaço vai ao ponto mais profundo do oceano

10 de junho de 2020, 17:55

Kathy Sullivan, astronauta e oceonógrafa, foi a primeira mulher a andar no espaço e, no último domingo (7), atingiu o ponto mais profundo do oceano (Foto: Brad Barket/Getty Images)

Kathy Sullivan, a primeira mulher a andar no espaço, se tornou agora, aos 68 anos, a primeira mulher a atingir o ponto mais profundo do oceano. No último domingo (7), a astronauta e oceanógrafa mergulhou a 35.810 pés (cerca de 10.915 metros) a fundo da Depressão Challenger, o ponto mais baixo da superfície terrestre, de acordo com a EYOS Expeditions, a empresa que coordenou a logística da missão. Sullivan e o explorador Victor L. Vescovo passaram cerca de uma hora e meia no local. Lá, a dupla capturou imagens e, depois de quatro horas de viagem até a superfície, contatou um grupo de astronautas da Estação Espacial Internacional, localizada a cerca de 409 quilômetros da Terra. “Como uma oceanógrafa e astronauta, esse foi um dia extraordinário, vendo a paisagem lunar da Depressão Challenger e depois comparando anotações com os meus colegas na Estação Espacial Internacional sobre nossa extraordinária nave espacial”, declarou Sullivan em comunicado publicado pela EYOS Expeditions na última segunda-feira (8). Seu colega congratulou Sullivan pela conquista em seu perfil no Twitter. “Acabei de voltar da Depressão Challenger! Minha co-pilota foi a Dr. Kathy Sullivan — agora a primeira mulher a ir até o fundo do oceano e uma ex-astronauta como administradora da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional! Parabéns a ela! Essa foi a minha terceira vez nas profundezas. Ótimo trabalho da equipe, Triton e EYOS”, escreveu. https://twitter.com/VictorVescovo Continua após a publicidade Sullivan se juntou à Nasa em 1978 como parte do primeiro grupo de astronautas estadunidenses a incluir mulheres. Em outubro de 1984, ela se tornou a primeira mulher a andar no espaço. Sua paixão pelo oceano vem de antes de se tornar astronauta. De acordo com o site especializado em história espacial, Collect Space, Sullivan participou de uma das primeiras tentativas de usar um submersível para estudar os processos vulcânicos que formam o oceano.  

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Jacobina: Cidade tem uma média de 1 infectado pelo coronavírus por dia desde a confirmação do primeiro caso em 4 de abril

10 de junho de 2020, 15:29

Jacobina chega a 62 casos confirmados de coronavírus nesta quarta-feira (10) (Foto: Notícia Limpa)

Conforme o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde de Jacobina, divulgado no final da manhã desta quarta-feira (10), mais quatro casos de coronavírus foram confirmados na cidade que acumula agora 62 testes positivos, uma alta considerada expressiva. Segundo o informativo institucional, 28 pessoas estão curadas da doença e 7 exames estão aguardando resultado do Laboratório Central da Bahia (Lacen). Do dia 4 de abril, quando foi confirmado o primeiro caso de coronavírus no município, até o dia 30 de maio deste ano, haviam sido confirmados 45 infectados, uma média de pouco mais de 1,2casos por dia. Neste intervalo de tempo os estabelecimentos comerciais considerados não essenciais ficaram fechados por três semanas e nos demais dias tiveram seus funcionamentos com horários reduzidos, das 8 às 14 horas. Com a flexibilização da quarentena que vinha sendo adotada no município, permitindo a reabertura de todos os estabelecimentos comerciais, inclusive bares, o número de infectados aumentou; de sábado, dia 30 de maio, quando a abertura do comércio foi liberada, até esta quarta-feira (10), o número subiu de 45 para 62 testes positivos para a Covid-19, uma média de mais de 1,4 casos diários. Depois de o prefeito Luciano Pinheiro ter criticado a falta de propostas e manifestação das entidades que representam os comerciantes local, como a Associação Comercial e Industrial de Jacobina (Acija) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), junto à Prefeitura Municipal, é possível ver em alguns pontos da cidade, desde esta terça-feira (9), ‘cavaletes’ com mensagens orientativas com o objetivo de chamar a atenção para os cuidados para a prevenção contra o coronavírus, como a necessidade do uso de máscara e de se evitar aglomerações. (Veja foto no final da matéria). O Brasil ainda não atingiu o pico de casos do novo coronavírus, mas estados e cidades do país já anunciaram planos de flexibilização das quarentenas e de retomada das atividades econômicas, o que preocupa cientistas devido às chances de piora na crise sanitária. Em muitos lugares, o relaxamento das medidas de restrição tem significado um agravamento da pandemia. Em Jacobina, por exemplo, depois da reabertura do comércio, os casos da doença aumentaram. “Existem coisas que precisam ser feitas. Você não pode substituir a quarentena por nada. Você precisa substituir a quarentena por uma comunidade muito profundamente educada, comprometida, engajada e empoderada. Nós precisaremos mudar nosso comportamento pelo futuro previsível”, disse Michael Ryan, diretor do programa de emergências da OMS (Organização Mundial de Saúde), em fala sobre o relaxamento das quarentenas.

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Câmara aprova projeto que exige uso de máscaras nas ruas

10 de junho de 2020, 07:32

Medida visa evitar a infecção do coronavírus. Multa pelo descumprimento da regra será definida por estados e municípios (Foto: Reprodução)

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (09) projeto de lei que obriga a população a usar máscaras de proteção facial em ruas, espaços privados de acesso público e no transporte público enquanto durar o estado de calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus. Segundo a Agência Câmara de Notícias, o projeto especifica que a obrigação de usar as máscaras se estende ao serviço de transporte por aplicativos, aos táxis, ônibus, assim como aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados, além de estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos, escolas e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. O texto proíbe, no entanto, a aplicação da multa à população economicamente vulnerável. O projeto vai agora para a sanção presidencial.

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Aprenda a fazer 3 sucos que curam a ressaca na mesma hora

10 de junho de 2020, 07:20

(Foto: Reprodução)

Achef Shanti, do Condessa Bistrô, em São Paulo, explicou para a revista "Marie Claire" três receitas de sucos que acabam com a ressaca na mesma hora. Suco energizante Ingredientes: 1 manga palmer ou 1 manga sem fiapo; 1 pedaço de 1 cm de gengibre ralado; 1 colher (café) de pólen; 1/2 colher (café) de canela; água mineral a gosto. Modo de preparo: Bata a manga, o gengibre e o pólen com o mínimo de água mineral (o suco deve ficar bem grosso). Coloque a canela dentro do copo e sirva. Suco antioxidante Ingredientes: 1 cenoura; 1/2 beterraba; 1 laranja; 1 maçã. Modo de preparo: bata no liquidificador a cenoura, a beterraba, a laranja e a maçã, com 2 pedras de gelo, deixando o suco consistente e refrescante. Suco Cura Ressaca Ingredientes: 250 g de abacaxi; 5 gotas de limão; 1 talo de capim santo; 4 folhas de hortelã; 100 ml de água de coco. Modo de preparo: No liquidificador, bata todos os ingredientes com gelo e sirva.

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Guedes confirma prorrogação do auxílio emergencial por dois meses

09 de junho de 2020, 14:24

O auxílio é um benefício financeiro concedido pelo governo federal a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados (Foto: Reprodução)

Oministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou hoje (9) que o auxílio emergencial será prorrogado por mais dois meses, conforme já havia sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e que, durante esse tempo, o setor produtivo pode se preparar para retomar as atividades, com a adoção de protocolos de segurança. “E depois [a economia] entra em fase de decolar novamente, atravessando as duas ondas [da pandemia e do desemprego]”, disse Guedes, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo. O auxílio é um benefício financeiro concedido pelo governo federal a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, e visa fornecer proteção no período de enfrentamento à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19. Inicialmente, a previsão era o pagamento de três parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). Na semana passada, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que a eventual prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses deve elevar o custo do programa para um valor entre R$ 202 bilhões e R$ 203 bilhões. Com informações da Agência Brasil

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