30 de agosto de 2021,
09:09
Caleb Wallace que organizou protestos contra uso de máscara e contra restrições, ficou infectado, mas recusou testar e se automedicou. Acabou morrendo no hospital e, agora, família pede ajuda para pagar as contas (Foto: Reprodução)
Caleb Wallace, o fundador dos 'The San Angelo Freedom Defenders', um grupo pela defesa das liberdades individuais - que recusava uso de máscara -, morreu aos 30 anos, no último sábado, com Covid-19, depois de se recusar a ser, inclusive, testado para a doença. A mulher, Jessica Wallace, pede agora ajuda para pagar as despesas médicas.
Wallace, natural de San Angelo, no Texas, começou a revelar sintomas da doença em julho, mas, conforme revelou a mulher, recusou-se a fazer o teste de diagnóstico à doença causada pelo vírus SARS-CoV-2.
A situação de saúde rapidamente se deteriorou, pois, ao invés de ser hospitalizado, Wallace optou por se automedicar com aspirina, zinco, Vitamina C e ivermectina, um antiparasitário que é utilizado em animais.
"Ele era tão teimoso", disse Jessica Wallace ao San Angelo Standard-Times. "Não queria ir ao médico, porque não queria ser parte das estatísticas com um teste Covid." Acabou sendo internado no dia 30 de julho e teve que ser ventilado no dia 8 de agosto.
"Ele vai viver para sempre nas nossas vidas e nos nossos corações", informou Jessica Wallace, este sábado, na plataforma de angariação de fundos GoFundMe, onde anuncia a morte do marido e pede ajuda para pagar as despesas de saúde que se acumularam.
O homem fundou o grupo 'The San Angelo Freedom Defenders' com o propósito de "educar e dar voz a cidadãos para que façam escolhas informadas em relação a políticas locais, estaduais e nacionais e para os encorajar a participar ativamente no seu dever de assegurar os seus direitos concedidos por Deus e protegidos constitucionalmente."
No dia 4 de julho de 2020, organizou uma manifestação anti-máscara chamada 'The Freedom Rally', um evento que dizia ser para manifestantes pacíficos que estivessem "fartos de ver as vidas controladas pelo governo." "Não estamos felizes com o estado atual da América, neste momento", terá dito aos participantes.
Em dezembro do mesmo ano, fez uma publicação no Facebook onde indicava que as máscaras não eram eficientes na proteção contra a Covid-19. "Mostrem-me ciência que explique que as máscaras funcionam. Mostrem-me provas que as escolas fechadas funcionam. Mostrem-me provas que os confinamentos funcionam", escreveu.
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28 de agosto de 2021,
10:32
Segundo especialista, incêndios fazem com que elas busquem novos locais para sobreviver. Em Morro Agudo (SP), uma cobra de cerca de 8 metros foi flagrada no meio da vegetação queimada (Foto: Reprodução)
O fenômeno de avistar sucuris pode se tornar algo cada vez mais comum. De acordo com o biólogo Pedro Favareto, a situação pode acontecer diante do aumento das queimadas. As informações são do portal G1.
Na última terça-feira (24), o administrador de uma fazenda filmou uma sucuri de cerca de 10 metros seguindo pela vegetação queimada até um brejo. O flagra foi feito em Morro Agudo, na região de Ribeirão Preto, em São Paulo.
De acordo com o biólogo, a destruição do habitat natural dos animais, que foi causada pelo fogo, leva as cobras a procurarem novos locais para conseguir sobreviver.
“Infelizmente, neste momento, estamos nos deparando com elas pela destruição do habitat. A exemplo do que aconteceu no vídeo, ela está buscando recursos em outro local. Você percebe pela cena, uma cena triste, ela andando sobre a vegetação queimada, justamente na busca de um ambiente adequado para poder sobreviver”, disse ao G1.
A prefeitura decretou estado de calamidade por conta das queimadas. Por conta do vento, do calor e do tempo seco, a propagação das chamas acontece de forma mais forte. Para Favareto, o animal só conseguiu escapar do fogo porque já estava na água quando ele começou.
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28 de agosto de 2021,
10:09
Agências de inteligência dos Estados Unidos chegaram à conclusão de que o coronavírus não foi desenvolvido para servir de "arma química", mas não conseguiram determinar a origem dele (Foto: Reprodução)
Os investigadores estão divididos sobre se o vírus surgiu na natureza ou se vazou acidentalmente de um laboratório. O relatório emitido pelo escritório que coordena as 18 agências de espionagem dos EUA, entre elas a CIA, descartou, porém, que tenha sido produzido como arma biológica.
Especialistas advertem que o tempo está se esgotando para coletar informações cruciais sobre a origem do vírus. O ministro de Relações Exteriores da China criticou o relatório, a que chamou de "anticientífico".
Divisão
O relatório do Escritório da Diretoria de Inteligência Nacional disse que não há consenso na comunidade de inteligência dos EUA sobre a origem mais provável do coronavírus.
"Todas as agências entendem que há duas hipóteses plausíveis: exposição natural a um animal infectado e incidente associado a laboratório."
De acordo com o relatório, diversas agências de espionagem acreditam que a covid-19 surgiu da "exposição natural a um animal infectado pelo coronavírus ou por um vírus progenitor similar". Mas elas apontaram "confiança baixa" nessa conclusão.
Outra agência de inteligência disse ter "confiança moderada" de que a primeira infecção humana veio de um "incidente associado a laboratório", no Instituto de Virologia de Wuhan, na China, que estuda coronavírus em morcegos há mais de uma década.
Críticas à China
O presidente americano Joe Biden divulgou uma declaração após a publicação do relatório criticando a China por não cooperar com a investigação.
"Informações críticas sobre as origens dessa pandemia existem na República Pupular da China, mas, desde o início, autoridades do governo na China têm trabalhado para impedir investigadores internacionais e membros da comunidade de saúde global de acessar (esses dados)", disse Biden.
"O mundo merece respostas, e não vamos descansar até que as tenhamos", acrescentou.
A pandemia, que já matou quase 4,5 milhões de pessoas em todo o mundo, teve início na cidade chinesa de Wuhan em dezembro de 2019.
Uma equipe da Organização Mundial da Saúde, que visitou Wuhan, concluiu neste ano que a doença provavelmente se espalhou de um animal vendido num mercado de alimentos.
Mas essa conclusão foi rebatida por alguns cientistas. Em maio, Biden pediu às agências de inteligência dos EUA para analisarem os dados e produzirem um relatório que "nos aproximasse de uma conclusão definitiva" sobre a origem do vírus.
A China, enquanto isso, tem alimentado informações infundadas de que o vírus se origou do Forte Detrick, uma instalação militar nos EUA.
Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde disse que, em breve, seria "biologicamente impossível" coletar evidências que datassem da origem do vírus.
"A janela de oportunidade para conduzir essa investigação crucial está se fechando rapidamente", alertou, pedindo que pesquisadores e governos acelerassem as pesquisas.
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27 de agosto de 2021,
08:49
O dado foi publicado na edição desta sexta-feira (27), do Diário Oficial da União. O crescimento estimado da população de 2020 para 2021 foi de 0,74%, de acordo com o IBGE (Foto: Reprodução)
A população brasileira chegou a 213,3 milhões de pessoas em 1º de julho de 2021, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, o Brasil tinha 211,7 milhões de habitantes.
O dado foi publicado na edição de hoje (27) do Diário Oficial da União. O crescimento estimado da população de 2020 para 2021 foi de 0,74%, de acordo com o IBGE.
A estimativa mostra que os estados mais populosos são: São Paulo (46,65 milhões), Minas Gerais (21,41 milhões) e o Rio de Janeiro (17,46 milhões).
O país tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes: Roraima (652,7 mil), Amapá (877,6 mil) e Acre (906,9 mil).
Agência Brasil
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26 de agosto de 2021,
20:32
A medida busca dar suporte a um dos segmentos mais impactados pela crise sanitária (Foto: Reprodução)
O governo baiano vai reduzir em 100%, até 31 de dezembro, a base de cálculo do ICMS incidente sobre os bilhetes emitidos pelas empresas de transporte intermunicipal de passageiros, de acordo com decreto assinado pelo governador Rui Costa que sairá no Diário Oficial desta sexta-feira (27). A medida busca dar suporte a um dos segmentos mais impactados pela crise sanitária, em função das medidas restritivas de circulação de pessoas, principalmente em 2020, e da baixa demanda ainda registrada.
A Bahia já reduz a base de cálculo do ICMS nessas prestações de serviço em 80%, adotando assim a carga tributária de 3,6%. A perda de arrecadação estimada com a decisão de zerar temporariamente a cobrança do imposto, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba), é de R$ 10 milhões.
A medida pleiteada pela Abemtro - Associação das Empresas de Transporte Coletivo Rodoviário do Estado da Bahia tornou-se possível por conta da adesão do governo baiano ao Convênio ICMS 53/21, celebrado em abril no âmbito do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária.“O incentivo é importante porque o setor de transporte intermunicipal de passageiros tem enfrentado sérias dificuldades financeiras com o prolongamento da crise sanitária”, afirma o governador Rui Costa.
Estado Solidário
O secretário da Fazenda, Manoel Vitório, lembra que a Bahia já vem adotando, no âmbito do Programa Estado Solidário, um série de ações destinadas a apoiar segmentos econômicos e sociais afetados pela pandemia.
São exemplos de ações já implementadas por meio do Programa Estado Solidário o pagamento de vale alimentação e bolsa presença para estudantes em situação de vulnerabilidade econômica, a isenção do pagamento de contas de água para famílias de baixa renda, a prorrogação do pagamento do IPVA para transporte escolar, de turismo e de autoescolas em 2020 e 2021, a prorrogação e parcelamento do ICMS de março e abril de 2021 e a implementação de linha especial de microcrédito para microempreendedores formais e informais.
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26 de agosto de 2021,
15:58
O evento que aconteceu no Colégio Padre Alfredo Haasler, reforçou a importância das políticas socioassistenciais (Foto: Ascom)
Aconteceu durante todo o dia desta quarta-feira (25), a 13ª Conferência Municipal de Assistência Social de Caém. O evento que aconteceu no Colégio Padre Alfredo Haasler, reforçou a importância das políticas socioassistenciais. O tema central da Conferência foi: “A Assistência Social, direito do povo e dever do estado, com financiamento para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social”.
A secretária de Assistência Social de Caém, Kelciane Moura, fez um balanço do trabalho que a sua pasta vem desenvolvendo no município para atender a população que precisa dos serviços sociais. “Estamos em um momento delicado para a Assistência Social. Tenho certeza que os desafios impostos pela pandemia foram enormes, aumentando a demanda e as dificuldades de fornecer assistência básica aos caenenses e os problemas que surgiram no último ano exigiram ainda mais dedicação e trabalho”.
Iraneide Rosa Lourenço Almeida, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, agradeceu a participação de todos na realização da 13ª Conferência, ressaltando os avanços e desafios do SUAS e a gestão da política de Assistência Social: “é uma grande responsabilidade e uma honra estar representando a sociedade civil, mais especificamente as trabalhadoras e trabalhadores do SUAS de Caém, especialmente nesse contexto de pandemia, em que o serviço público, o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), demonstraram, mais do que nunca que salvam vidas”.
O prefeito Arnaldo Oliveira ressaltou que os usuários são o início, meio e fim da política de assistência social e que não se faz política pública sem recursos financeiros e humanos. “Meu carinho especial aos usuários e usuárias da Assistência Social, meu compromisso maior é lutar todos os dias, doando o melhor de mim, para proporcionar uma vida melhor para nossa população, independente de lado político”, disse o prefeito, destacando o trabalho e a dedicação da equipe que escolheu para a sua gestão.
Estiveram presentes também secretários municipais, representante dos usuários , trabalhadores do SUAS , entidades e a sociedade em geral para discutir a política de Assistência Social.
Por conta da pandemia da Covid-19, durante a Conferência foram tomadas medidas de segurança sanitária, obedecendo protocolos de saúde como o distanciamento social e o uso do álcool em gel.
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26 de agosto de 2021,
15:06
(Foto: Opinião)
*Por Gervásio Lima -
O senso de ridículo, acompanhado dos seus parceiros, conhecidos pela alcunha de ‘Seu Insignificante’, ‘Ignorante Mor’ e ‘Dona Anta’, está assombrosamente ocupando espaços que antes eram dominados pelas senhoras ‘sensatez’, ‘empatia’ e ‘harmonia’, tornando assim habitual a tal da futilidade e da banalidade.
Valores estão propositadamente tendo seus reais significados deturpados, enquanto as inversões seguem a todo vapor e sem pudores, exalando nos quatro cantos tupiniquins os odores do ódio, do rancor e da violência exacerbados.
Metonímias têm destruído a moralidade, enfraquecendo os princípios e normas de comportamentos, prejudicando incessantemente a relação social dos indivíduos, estes, muitas vezes passando de vítimas para corresponsáveis, numa espécie de envenenamento coletivo da relação humana.
Nem mesmo o atual momento - em que a humanidade enfrenta uma pandemia responsável pela eliminação de quase cinco milhões de pessoas, além de ter deixado sérias sequelas em outras milhões que foram infectadas - tem sido suficiente para despertar a compaixão e o amor ao próximo.
Os bons exemplos se sucumbem diante da enorme quantidade dos maus, estes alimentados por elementos que têm se demonstrado cada vez piores. Contrariando o cantor e compositor baiano Gilberto Gil, infelizmente a ‘fé tem falhado’ na mesma proporção das outras duas virtudes teologais: a esperança e amor.
Mas, como o bom sertanejo descrito no livro ‘Os Sertões’ de Euclides da Cunha, aquele que prega o bem, simbolizado pela pureza do sertanejo, é, antes de tudo, um forte. Embora não demonstre da forma que muitos gostariam, tem como estilo de vida a propagação da generosidade, da piedade, da esperança e da resiliência.
Até onde tudo isso vai, "quem souber morre", como preconiza o ditado popular.
*Jornalista e historiador
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25 de agosto de 2021,
12:13
(Foto: Reprodução)
Um novo estudo realizado na Índia sugere que passar horas extra na cama não significa muito em termos de benefícios para a saúde, se não se registar também um aumento correspondente no chamado sono de boa qualidade.
A pesquisa, divulgada no The Quarterly Journal of Economics e citada pelo site Science Alert, que envolveu 452 trabalhadores de baixo rendimento econômico ao longo de um mês em Chennai, descobriu igualmente que tirar um cochilo à tarde é mais benéfico do que uma hora adicional de sono durante a noite - pelo menos nos participantes do estudo que experienciaram um sono noturno bastante perturbado.
As medições foram feitas com 'actigraphs': pequenos sensores de movimento vestíveis, capazes de monitorar os ciclos do sono que estão a suscitar cada vez mais interesse entre os cientistas.
Ao fornecer informações e incentivo, proporcionando adicionalmente melhorias nos ambientes de sono doméstico, os investigadores foram capazes de fazer com que os trabalhadores dormissem em média durante quase meia hora a mais por noite - contudo, não se registaram os benefícios esperados para a saúde.
"Para nossa surpresa, essas intervenções de sono noturno não tiveram nenhum efeito positivo em nenhum dos resultados que medimos", disse o economista Frank Schilbach, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Esses resultados incluíram cognição, produtividade, tomada de decisão e bem-estar. Em média, o número de horas de trabalho também decresceu - talvez porque mais tempo na cama significava menos tempo para trabalhar. Os voluntários foram integrados num trabalho de entrada de dados projetado exclusivamente para o estudo, onde a atenção e produtividade dos participantes poderiam ser medidas.
Esta baixa eficiência do sono parece prevenir o tipo de sono mais profundo e restaurador que pode ser tão vantajoso para a saúde em geral. Muitas pesquisas anteriores têm destacado as consequências de não dormir o suficiente todas as noites, incluindo um risco aumentado de demência.
Segundo os cientistas, estudos futuros deverão concentrar-se na qualidade do sono em vez da duração, enquanto que fatores psicológicos - como o stress e a preocupação muitas vezes enfrentados pelas famílias com rendimentos mais baixos - também deverão ser tidos em conta.
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25 de agosto de 2021,
12:01
Spencer Elden tinha quatro meses na época da foto, em 1991 (Foto: Reprodução)
Spencer Elden, o bebê que aparece na capa do disco "Nevermind" da banda Nirvana em 1991, então com quatro meses, agora, aos 30, processa a banda por exploração sexual.
De acordo com o jornal The Guardian, o processo conta com 15 réus, dentre eles a viúva do vocalista Kurt Cobain, Courtney Love, e a gravadora que lançou e distribuiu o disco.
Spencer Elden pede uma indenização de US$ 150 mil (o equivalente a R$ 787 mil) de cada uma das partes por "exploração sexual infantil comercial desde quando Elden era menor de idade até os dias atuais", diz a defesa.
Spencer Elden, hoje com 30 anos, pede indenização de US$ 150 mil (o equivalente a R$ 787 mil)
Na imagem do disco, o bebê aparece nadando pelado indo atrás de uma nota de dólar. No processo consta que Elden alega ter sofrido uma produção de pornografia infantil com sua imagem.
Danos permanentes por causa dessa exposição teriam afetado a cabeça dele o que incluiria "sofrimento emocional extremo e permanente com manifestações físicas".
O jornal aponta que Elden diz que nunca teria sido pago pela imagem estampada no projeto. Mas informações prévias davam conta de que os pais de Elden receberam cerca de US$ 200 na época.
Em entrevista em 2007, Spencer Elden disse ao Sunday Times que era "meio assustador que muitas pessoas me viram nu. Me sinto a maior estrela pornô do mundo".
Em 2016, quando completou 25 anos, o álbum "Nevermind" já havia comercializado mais de 30 milhões de cópias desde o seu lançamento.
À Folha de S.Paulo, em 2011, o fotógrafo Kirk Weddle contou que quase escolheram uma menina para a capa, tendo prevalecido a decisão da gravadora, que preferiu Elden.
A ideia original de Kurt Cobain, vocalista do grupo, era fotografar um parto na água, opção descartada por ser muito difícil. Na época, o fotógrafo pagou US$ 200 a um casal de amigos que lhe emprestou Elden, então com quatro meses.
"Spencer não sabia nadar. A mãe dele o segurou, mas ele chorou, então encerramos logo. Gastei meio rolo de filme e cinco minutos", disse.
Folhapress
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24 de agosto de 2021,
11:25
O sistema imunológico de uma criança parece estar mais preparado para a COVID-19 do que o dos adultos porque as células em seu trato respiratório superior estão em alerta máximo constante (Foto: Reprodução)
Os cientistas pegaram algumas células da mucosa nasal de 42 crianças saudáveis e infectadas e de 44 adultos. Eles analisaram, entre outras coisas, a atividade de certos genes nas células individuais.
"Queríamos entender por que a defesa contra o vírus aparentemente funciona muito melhor em crianças do que em adultos", explicou Irina Lehmann, a chefe do grupo de Epidemiologia Molecular no Instituto de Saúde de Berlim no Hospital Charité.
Os pesquisadores explicam que, para combater o vírus rapidamente, os chamados receptores de reconhecimento padrão devem ser ativados. Este sistema é mais ativo em células do trato respiratório superior infantil e em determinadas células do sistema imunológico das crianças do que nos adultos.
Se o vírus infetar a célula, o corpo produz interferons, que começam a combater a infecção. O sistema de alerta precoce dos adultos não reage tão rápido, o vírus não é combatido de forma eficaz e pode propagar-se pelo corpo.
Em caso de infecção, as crianças podem combater rapidamente o vírus antes que ele se multiplique maciçamente. Esta descoberta provavelmente explica por que as crianças têm muito menos chances de ter a COVID-19 grave.
"Aprendemos com este estudo que existem, obviamente, não só fatores de risco para casos graves da COVID-19, mas também fatores de proteção", segundo Lehmann.
Os cientistas afirmam que os resultados do estudo abrem caminho para mais pesquisas para descobrir se os pesquisadores podem estimular preventivamente uma resposta imune em pacientes em situação de risco para fornecer-lhes um nível similar de proteção como têm as crianças expostas ao vírus.
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24 de agosto de 2021,
10:43
Prefeito Arnaldo Oliveira (primeiro à esquerda), participou do lançamento de vídeo conferência (Foto: Reprodução)
Coordenado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), aconteceu na tarde desta segunda-feira (23), através de vídeo conferência, o lançamento da ‘Trilha de Educação Empreendedora’, com as participações de gestores, secretários de educação e equipes pedagógicas dos municípios de Caém, Campo Formoso, Jaguarari, Jacobina e Senhor do Bonfim.
Como parte do programa Cidade Empreendedora, o Trilha de Educação tem como objetivo, apoiar as gestões municipais na elaboração e concretização de um plano de ação para implantação e manutenção da educação empreendedora nos municípios, através de um processo de ensino e aprendizagem com metodologias que buscam o desenvolvimento das competências pessoais e implementação de projetos de empreendedorismo.
O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira, avalia a parceria entre a gestão municipal e o Sebrae como uma ação inovadora e de resultados positivos a curto e longo prazo, uma construção de oportunidades que visa o desenvolvimento social e econômico do seu município. “A educação é transformadora, um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento social e econômico de uma cidade e a oferta de empreendedorismo no currículo escolar irá contribuir e estimular o desenvolvimento de nossa cidade”, salienta o prefeito.
O secretário de Educação de Caém, Ronaldo Oliveira, que também participou do evento virtual, destaca que a educação empreendedora existe para despertar o empreendedorismo nas pessoas, utilizando técnicas que articulam o fazer e o conhecimento, o aprender fazendo. O secretário lembrou que o empreendedorismo faz parte das novas organizações curriculares, com foco na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). “A educação empreendedora está dentro do que prega a BNCC estimular o desenvolvimento a partir de competências como criatividade, observação de oportunidades de negócios, geração de fontes de renda e estímulo às novas tendências. Vamos orientar o professor quanto a transposição didática da BNCC para sua prática diária”, destacou o secretário.
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24 de agosto de 2021,
08:58
Pérez terminou a escola aos 8 anos, e agora cursa duas faculdades (Foto: Reprodução)
Com apenas 9 anos a mexicana Adhara Pérez planeja ser astronauta quando crescer. E se a maioria de nós também sonhava em voar entre as estrelas na infância, o caso da jovem natural da cidade de Véra Cruz tem um importante diferencial: com um QI de 162 que supera o quociente de grandes gênios de todos os tempos como Albert Einstein e Stephen Hawking, ambos com índice estimado em 160, Pérez já é uma sensação nos círculos acadêmicos por seus feitos impressionantemente precoces – e pelo futuro promissor que se sugere: o sonho de se tornar astronauta possivelmente se tornará realidade nesse caso.
Ainda que o ofício esteja ainda em seu futuro, o caminho da mexicana para o espaço já começou, e não é por acaso que ela veste com todo orgulho um boné da NASA em algumas de suas mais recentes publicações: em novembro próximo ela irá participar do IASP, o Programa Internacional Aéreo e Espacial, ligado à Agência estadunidense. Reunindo jovens promissores do mundo todo em Huntsville, no estado do Alabama, nos EUA, por cinco dias o programa irá reunir engenheiros da NASA e estudantes para um mergulho em temas como trabalho de equipe, solução e comunicação para a “adaptação e solução de qualquer problema inesperado”.
O boné da NASA é o primeiro sinal para o futuro pelo qual Pérez trabalha – no espaço
A participação no programa é mais um passo rumo ao futuro que deseja sem conter suas ambições, e além de viajar ao espaço, Pérez pretende participar das missões colonizadoras de Marte. Para isso ela não economiza esforços e, após concluir a escola com 8 anos, ela atualmente se dedica a dois cursos universitários: Engenharia de Sistemas na CNCI, e Engenharia Industrial na UNITEC, ambas no México. Antes de chegar ao espaço, portanto, seus planos imediatos ainda são terrenos, e a garota prodígio sonha em migrar para os EUA a fim de estudar para justamente se tornar uma astronauta.
Como era de se esperar, o caminho para chegar à Marte não é fácil, e com Pérez não foi diferente: diagnosticada com um quadro leve de Síndrome de Asperger aos 3 anos, ela sofreu bullying intenso em sua escola antes de ter seu quadro compreendido e seu potencial verdadeiramente estimulado – a situação levou a jovem a desenvolver um quadro de depressão nos primeiros anos de estudo. Felizmente tudo mudou, e hoje Instituições importantes nos EUA, como a Universidade do Arizona e a Rice University já convidaram a futura astronauta para estudar: as dificuldades financeiras da família, porém, fazem com que cada passo seja devidamente planejado – até chegar às estrelas.
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