Homem quebra parede da casa nova e encontra boneca com recado assustador

21 de setembro de 2021, 09:57

Sentada em uma cadeira, dentro da parede, a boneca segurava um papel, no qual afirmava que o brinquedo "esfaqueou" os primeiros proprietários da casa, em 1961 (Foto: Reprodução)

Jonathan Lewis, de 32 anos, comprou um imóvel recentemente e encontrou uma boneca de pano presa na parede com um bilhete "assustador". O professor britânico recebeu as chaves na última sexta-feira (17). A casa fica localizada em Walton, no bairro de Liverpool, na Inglaterra. Lewis disse ao portal Daily Mail que encontrou um fio saindo de uma parede da cozinha. No entanto, decidiu vasculhar onde estava conectado e resolveu quebrar a parede de gesso para verificar, e acabou achando a boneca. Sentada em uma cadeira, dentro da parede, a boneca segurava um papel, no qual afirmava que o brinquedo "esfaqueou" os primeiros proprietários da casa, em 1961. "Prezado novo dono da casa, obrigado por me libertar! Meu nome é Emily. Meus donos originais moravam nesta casa em 1961. Eu não gostava deles, então eles tiveram que ir. Tudo o que eles faziam era cantar e se divertir. Era repugnante. Esfaquear foi a minha escolha de morte para eles, então espero que você tenha facas. Espero que você durma bem", afirmava o recado. De acordo com o corretor de imóveis, a cozinha havia sido restaurada mais ou menos entre quatro ou cinco anos atrás e provavelmente a nota teria sido colocada pelos antigos donos nesse período. Alguns amigos de Jonathan tentaram o convencer a colocar a casa à venda depois da descoberta, mas o homem achou a situação hilária e vai continuar na casa, "Eu provavelmente faria exatamente a mesma coisa", afirmou ao jornal.

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Caém: Programas ‘Adote uma Praça’ e ‘Adote uma Lixeira’ são aprovados por unanimidade em primeira votação

21 de setembro de 2021, 09:44

O secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Rafael Muricy apresentou o projeto na Câmara de Vereadores (Foto: Ascom/LEM)

O secretário de Agricultura de Caém, Rafael Muricy, esteve participando da sessão ordinária da Câmara de Vereadores no último dia 16, para apresentar e justificar o envio pelo Executivo Municipal dos projetos de Lei ‘Adote uma Praça’ e Adote uma Lixeira’ que têm como objetivos a conservação e embelezamento de espaços públicos através de parceria entre o Poder Público e a Iniciativa Privada, mediante permissão de uso de bem público. Conforme o secretário, o projeto se faz necessário e ‘guarda imperiosa urgência em sua tramitação para que a população caenense possa desfrutar de espaços atrativos e os espaços se tornem cada vez mais agradáveis para a circulação de moradores e visitantes’ e procura contribuir com a promoção do desenvolvimento sustentável do município de Caém; Os programas “Adote uma Praça” e “Adote uma Lixeira” no âmbito do município de Caém foram idealizados com o objetivo de promover a conservação e embelezamento de espaços públicos através de parceria entre o Poder Público e a Iniciativa Privada. O ‘Adote uma Praça’ será promovido mediante permissão de uso de bem público (espaço público), respeitados todos os critérios e exigências legais estabelecidas para a formalização do ato. As praças públicas somente poderão ser adotadas por entidades sociais ou empresas privadas do município, que poderá, através de Termo de Permissão, permitir, por tempo determinado de até dois anos, que terceiros interessados, empresas e órgãos ou entidades de direito público ou privado através do protocolo de carta de intenção, assumam os encargos de implantação de projetos ambientais, paisagísticos, urbanização, manutenção e reforma nas áreas permitidas. Adote uma Lixeira - O programa “Adote uma Lixeira” será promovido também mediante parcerias com empresas privadas e entidades sociais interessadas em financiar a instalação e manutenção de lixeiras tradicionais e seletivas nos logradouros públicos, com direito a publicidade. As lixeiras poderão ser instaladas defronte ao estabelecimento do interessado ou em qualquer outro lugar de comum acordo entre o financiador e o Poder Público municipal. Entre os objetivos do Programa "Adote uma Lixeira" estão: preservar a limpeza da cidade; garantir bom estado de conservação das áreas de lazer e logradouros públicos em geral; aumentar e consolidar o número de lixeiras na cidade; conscientizar a população sobre a importância de ter uma cidade limpa em termos de higiene e saúde, entre outros. Os projetos foram aprovados por unanimidade em primeira votação.

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Justiça obriga União a dar remédio mais caro do mundo a bebê com atrofia muscular espinhal

20 de setembro de 2021, 15:21

O bebê foi diagnosticado com AME (atrofia muscular espinhal) tipo 1, considerado o mais grave, aos três meses de idade (Foto: Reprodução)

A Justiça Federal em Pernambuco determinou neste sábado (18) que o Ministério da Saúde forneça o zolgensma -conhecido como o remédio mais caro do mundo- ao bebê, de quatro meses, Benjamin Brener Guimarães. Ele foi diagnosticado com AME (atrofia muscular espinhal) tipo 1, considerado o mais grave, aos três meses de idade, no dia 23 de agosto. Desde então, seus pais, Túlio Guimarães, 45, e Nathalie Brener Guimarães, 34, iniciaram uma campanha para arrecadar US$ 2,125 milhões, o equivalente a mais de R$ 11 milhões. Com o valor, eles pretendiam importar dos EUA a dose única do zolgensma, do laboratório Novartis Biociências S.A. O remédio, além do seu custo elevado, exige gastos com internação hospitalar do paciente, uma vez que ele só pode ser aplicado nesse locais. A decisão foi proferida, em tutela de urgência, pela juíza federal Joana Carolina Lins Pereira, titular da 12ª Vara. A União precisa cumpri-la num prazo de 20 dias. A Justiça também ordenou que a família do bebê informe em cinco dias o valor arrecadado nas campanhas para a compra do medicamento. O governo federal deverá custear o restante. Até a sexta-feira (17), o valor ultrapassava R$ 3,4 milhões. Como o Ministério da Saúde pode recorrer da decisão, a família manterá a campanha nas redes sociais. "Esse medicamento é uma terapia diferente da disponibilizada atualmente, porque corrige o defeito principal da doença e não faz um trabalho paliativo", conta o pai do bebê. "Que o governo se sensibilize e coloque à disposição esse medicamento, porque pode salvar a vida de uma criança e diminuir o sofrimento que passei e estou passando com a minha família e as outras famílias também. Eu quero curar meu filho e fazer com que as pessoas saibam mais sobre o que é a AME", completa. Benjamin não é o único bebê a lutar pelo tratamento. Segundo Fátima Braga, presidente da Abrame (Associação Brasileira de Amiotrofia Espinhal), atualmente, no país, ao menos 30 crianças estão em campanha nas redes sociais com o objetivo de arrecadar fundos para a importação do zolgensma. Mas esse número pode ser maior. "Ainda há famílias que não possuem acesso a redes sociais nem a médico que conheça a doença e prescreva o medicamento", alerta. Em agosto de 2020, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro do zolgensma para o tratamento do tipo 1, em crianças de até 2 anos, no Brasil. O acesso à droga ficou mais fácil graças à decisão da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão interministerial responsável pela definição dos preços máximos de comercialização de remédios no país. Assim, conforme a CMED definiu em dezembro do ano passado, o zolgensma não pode custar mais que R$ 2.878.906,14 no Brasil.A farmacêutica Novartis entrou então com um processo pedindo uma adequação do preço e criou um impasse. "A solicitação de precificação feita pela Novartis pautou-se no fato de o zolgensma ser uma terapia gênica inédita para a indicação, com o potencial de responder às necessidades não atendidas de AME, oferecendo aos pacientes claros benefícios clínicos no tratamento, resultados duradouros e com bom perfil de segurança", afirma o laboratório, em nota. "A empresa segue em busca de uma equalização entre a viabilização de novas tecnologias e uma precificação que seja condizente com as características técnico-científicas das novas terapias", escrevem ainda. O texto diz também que, enquanto houver a rediscussão do preço junto à CMED, não é possível a aquisição do produto em território nacional por meio da Novartis Brasil. A informação foi repetida pela assessoria de imprensa do laboratório, por telefone. A reportagem questionou a Anvisa. Ao contrário do que afirma a Novartis, de acordo com a agência, a comercialização do zolgensma está liberada, independentemente do pedido de reconsideração por parte da empresa interessada. "Não há um prazo fechado para a decisão final, porém, a empresa pode comercializar a qualquer momento, não precisa aguardar a decisão final. Está valendo o preço de R$ 2,8 milhões", afirma a Anvisa. "Esse é o fundamental papel da CMED: defender o povo brasileiro. As regras para precificar são públicas. Ela não age ao arrepio da lei. A negociação ocorre à luz do sol no interesse da cidadania, do acesso aos medicamentos", defende o médico sanitarista e professor de saúde pública da USP Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa. Rafael Robba, advogado especialista em direito à saúde e sócio do escritório Vilhena Silva Advogados, entende que o fabricante pode não comercializar o zolgensma no país enquanto discutir o preço. Porém, ele alerta, os planos de saúde devem oferecer cobertura, porque o medicamento já está registrado no país. "A legislação diz que os medicamentos de uso hospitalar têm cobertura obrigatória. Os planos se negam a cobrir por vários motivos, mas principalmente por causa do custo elevado. Isso faz com que os pacientes tenham que buscar a Justiça", explica. "Como as pretensões estão muito distantes -a Novartis querendo comercializar por mais de R$ 11 milhões e a Anvisa por R$ 2,8 milhõe-, eu acho que precisa de uma atuação mais efetiva da Anvisa no sentido de tentar negociar e conciliar um meio termo para que o paciente tenha acesso à medicação. O que também não pode é prolongar tanto esta discussão", afirma. O zolgensma pode melhorar a sobrevivência dos pacientes, reduzir a necessidade de ventilação permanente para respirar e alcançar marcos de desenvolvimento motores. Em 7 de agosto do ano passado, a bebê Marina Moraes de Souza Roda, que completou 3 anos em 1º de setembro, foi a primeira criança a receber a dose única da medicação no país. O procedimento ocorreu no Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi (zona sul). Renato Moraes de Souza, pai de Marina, comemora o progresso diário. "Depois do zolgensma, ela consegue fazer muitos movimentos novos, teve ganho de força e a questão respiratória também está estável e em progresso. Além da medicação, ela continua com as fisioterapias e tratamentos extras, o que é muito importante para a evolução da criança", afirma. A atrofia muscular espinhal é causada por uma alteração do gene responsável por codificar a proteína necessária para o desenvolvimento adequado dos músculos. A doença é rara e provoca fraqueza, hipotonia, atrofia e paralisia muscular progressiva afetando a respiração, a deglutição, a fala e a capacidade de andar. O tipo 1 acomete de 45% a 60% do total de doentes com AME e pode levar à morte. Os principais sinais e sintomas são perda do controle e das forças musculares e a incapacidade ou dificuldade para engolir, segurar a cabeça, respirar e realizar movimentos de locomoção.Quanto mais cedo diagnosticada a doença e mais breve a medicação para controle for iniciada, melhor o prognóstico. Em maio deste ano, foi sancionada a lei nº 14.154, que amplia de seis para 50 o número de doenças rastreadas pelo teste do pezinho oferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A ampliação será de forma escalonada e estabelecida pelo Ministério da Saúde. A AME estará na última etapa. A lei entrará em vigor um ano após a publicação, de acordo com o próprio ministério. Saiba como doar para o bebê Benjamin PIX Email: ameoben@hotmail.com Banco Bradesco Banco 237 Ag. 2891 Conta Poupança 1004607-6 Caixa Econômica Banco 104 Ag. 0867 Op. 1288 Conta Poupança 790093794-4 Vakinha https://vakinha.bio/2306200 GoFundMe www.gofundme.com/f/save-benjamin2021 Folhapress

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Mulher compra todos os assentos da classe executiva para que seu cachorro viajasse sozinho

19 de setembro de 2021, 16:44

Foto de Aero Icarus, CC BY-SA 2.0 (Foto: Reprodução)

Um pequeno cão maltês foi mimado ao extremo por sua dona, que comprou uma cabine inteira de classe executiva num voo da Air India, apenas para transportá-lo. O objetivo era garantir que o pequeno animal pudesse viajar com todo o luxo e privacidade, reportou o Times of India. O fato aconteceu no dia 15 de setembro, segundo a mídia indiana. Todos os 12 assentos da Executiva de uma aeronave Airbus A320 ficaram vazias, exceto uma, para que a mulher viajasse com seu cachorrinho no curto voo entre Mumbai e Chennai, que dura cerca de duas horas. As fontes citadas pela mídia local também afirmam que a dona do cão gastou cerca de US$ 3.400 para ter a seção do avião só para ela. A Air India é a única companhia aérea indiana que permite animais domésticos na cabine de passageiros. O Times of India comenta que embora os animais de estimação já tenham viajado na classe executiva da Air India antes, essa é provavelmente a primeira vez que toda a classe executiva foi reservada para voar apenas um.  O porta-voz da Air India não comentou quando questionado pelo jornal sobre detalhes do passageiro peludo. O Times publicou uma foto do cão afortunado. Aeroin

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Soldada é presa após recusar extrapolar horário por precisar amamentar

19 de setembro de 2021, 16:33

Soldada é presa por desobediência após se negar a extrapolar horário por precisar amamentar (Foto: Reprodução)

A soldada da Polícia Militar do Maranhão Tatiane Alves fez uma denúncia após ser presa, pelo próprio comandante. Nas redes sociais, ela avisou que foi detida por se recusar a trabalhar fora do horário de escala. Na PM, não há obrigação de um membro trabalhar após seu horário de expediente. Ela trabalharia até as 20h, mas perto de largar, foi ordenada a exceder o tempo de plantão. Apesar de alegar não poder ficar e estar perto do horário em que amamentaria o filho, ela acabou detida por desobediência. Em vídeo publicado por Tatiane é possível ouvir um tenente afirmando que é feito um acordo para que, se possível, a pessoa se mantenha no posto e folgue em um outro dia. Se não se chegar em um acordo, o militar não é obrigado a trabalhar além do seu horário. O caso ocorreu no dia 5 de setembro. Por volta das 20h, o comandante da equipe, o tenente Mário Oliveira, exigiu que ela continuasse trabalhando, mesmo após o horário de expediente previsto para aquele dia. “Meu filho tem 2 anos e seis meses. Eu trabalharia das 14h às 20h e precisava amamentar. Então ele [Oliveira] disse que iria ligar para o comandante do Batalhão de Turismo e depois me deu voz de prisão em flagrante por desobediência”, conta. Após ser detida, ela foi encaminhada a um alojamento de policiais no Comando Geral da Polícia Militar, em São Luís, onde ficou presa por 24h, até a expedição de um alvará de soltura solicitado por sua defesa. Assim que saiu da prisão, a PM foi comunicada de que teria que ser transferida de posto. https://youtu.be/_GE8roXWHtI

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Ex-zagueiro é sequestrado e morto

19 de setembro de 2021, 16:13

Willian Santana estava sem clube (Foto: Reprodução)

Willian Santana, ex-zagueiro do Sinop, foi sequestrado e morto na última quinta-feira (16), no Mato Grosso. Ele tinha 21 anos. A informação foi divulgada pelo portal iG. A namorada de Willian Santana contou que eles iam para uma festa de casamento, mas aconteceu o sequestro. Um dia depois, o corpo do ex-jogador foi encontrado em uma rodovia. A Polícia Militar do Mato Grosso considera que Willian foi morto a mando de uma facção criminosa. Três homens foram presos e confessaram participação no crime. IstoÉ

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Liminar impede pai que não se vacinou contra Covid de visitar filha

18 de setembro de 2021, 12:24

O caso ocorreu em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, na última segunda-feira (13) (Foto: Reprodução)

Uma decisão liminar impediu que um pai visite sua filha de um ano até que ele comprove que recebeu a vacina contra Covid e que está adotando as medidas sanitárias recomendadas pelas autoridades. O caso ocorreu em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, na última segunda-feira (13). Como tem caráter liminar, a decisão pode ser alterada caso o pai comprove a vacinação e adote os protocolos de prevenção contra o coronavírus, diz o documento. Apesar de não estar no texto, o juiz do caso, Dalmir Franklin de Oliveira Júnior, da Vara de Família, disse à repórtagem que a decisão também pode mudar se o pai apresentar justificativa médica para não ter se vacinado. "Comprovando a conclusão da vacinação do genitor, a convivência paterna será retomada, nos termos do acordo homologado pelo juízo, devendo ambos genitores empreender esforços para que I. conviva com ambos os pais, tendo em vista que deve ser resguardado sempre o melhor interesse da criança, que está acima da conveniência dos pais", diz a decisão. Até o início da tarde desta sexta-feira, o homem ainda não havia se manifestado no processo, que corre em segredo de Justiça por ser parte da Vara de Família. A reportagem não conseguiu localizar seus representantes. Em Passo Fundo, segundo anunciado nas redes sociais da prefeitura, a vacinação para a faixa etária do pai, que tem 37 anos, iniciou em 8 de julho. Segundo dados do painel do estado nesta sexta (17), o município, com pouco mais de 200 mil habitantes, tem 71% da população vacinada com pelo menos uma dose. O acordo vigente prevê guarda compartilhada da criança, única filha do casal, com residência na casa da mãe e com convivência livre com o pai mediante combinação prévia para as visitas, segundo a Defensoria Pública estadual, que representa a mãe na ação. Documentos e relatos encaminhados por ela à Defensoria apontam que, há cerca de dois meses, o pai chegou a contrair o vírus e teria sido o responsável por infectar a criança, que também teve diagnóstico positivo. A mãe, que tem 22 anos e já recebeu a primeira dose da vacina, anexou ainda elementos que mostram que o pai não estaria usando máscara e seguia frequentando bares e ambientes com aglomeração, o que pode colocar em risco a vida da menina que ainda não tem esquema vacinal para outras doenças completo, devido à faixa etária. "Ao não se vacinar, tendo a vacina à disposição, ao não utilizar máscara ou evitar aglomeração, ele fez uma opção que acaba por colocar em risco o direito à vida e à saúde da própria filha, que também são direitos constitucionais, direitos sobre quais não se pode passar por cima com o direito individual do 'simplesmente não quero me vacinar'", diz a defensora pública responsável pela ação, Vivian Rigo.O juiz Dalmir Franklin de Oliveira Júnior, que assina a decisão, conta que desde o início da pandemia viu muitos processos tratando da questão do isolamento social e muitas pessoas pedindo a suspensão do direito a visitas, devido à limitação da circulação. Na maioria das vezes, ele considerava a importância da manutenção dos vínculos familiares e entendia que a pandemia não limita esse direito, uma vez que medidas sanitárias de prevenção deveriam ser adotadas por ambos os pais, mesmo em casas diferentes. No caso em questão, porém, ele diz que analisou uma colisão entre direitos –de um lado o da convivência familiar, de outro o da saúde e integridade física da criança, dever dos pais. "No caso concreto, o que se apresentou é uma situação em que o genitor que exercia as visitas não estava adotando essas medidas, se negava à vacina", explica. "Era um genitor que não estava adotando os cuidados sanitários necessários para evitar uma contaminação e atingir a saúde da filha. Foi um caso excepcionalíssimo, em que foi suspenso o direito de convivência até que o pai demonstre que está adotando esses cuidados." Folhapress

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Médicos alertam que sepse será mais fatal do que câncer e enfartes

17 de setembro de 2021, 21:23

É provável que a sepse, uma complicação potencialmente fatal decorrente de uma infeção, mate mais pessoas até 2050 do que câncer e ataques cardíacos devido ao uso irracional de antibióticos, afirmam médicos e especialistas (Foto: Reprodução)

A sepse é uma resposta sindrômica à infeção e frequentemente culmina em morte, ocorrendo como consequência final de múltiplas doenças infeciosas um pouco por todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Um estudo publicado na revista Lancet, revelou que em 2017 foram registrados 48,9 milhões casos e 11 milhões de óbitos relacionados à sepse em todo o mundo, representando quase 20% de todas as mortes globais. "A sepse matará mais pessoas do que o câncer ou ataques cardíacos em 2050, será o maior assassino. Em países em vias de desenvolvimento como a Índia, a resistência a multi-fármacos devido ao uso excessivo de antibióticos está provavelmente ainda causando uma maior mortalidade", disse Yatin Mehta, presidente do Instituto de Cuidados Críticos e Anestesiologia, Medanta -- The Medicity, Gurugram, em declarações ao jornal Times of India.  Segundo a OMS, a sepse afeta sobretudo países de terceiro mundo, como na América do Sul, África e no sudoeste asiático.  Isso ocorre porque a condição pode ser causada por muitas doenças comuns, como dengue, malária ou até mesmo diarreia. Além do uso de antibióticos, a pesquisa recente salientou igualmente a falta de consciência e sensibilização da população para a condição, assim como a falta de cuidados de saúde que possibilitem o diagnóstico precoce. "Apesar dos avanços na medicina, os hospitais públicos atendem 50-60% dos pacientes com sepse e em choque séptico. Consciencialização e diagnóstico precoce são necessários, e o tratamento desnecessário com antibióticos deve ser evitado", sublinhou Mehta.

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Bolsonaro veta projeto de socorro a pequenos produtores rurais afetados pela pandemia

17 de setembro de 2021, 21:15

O projeto ainda previa que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deveria criar, até o fim de 2022, linhas de crédito rural para o agricultor familiar e pequenos produtores de leite, com taxa zerada de juros ao ano (Foto: Reproduçãoi)

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente projeto de lei que prevê medidas emergenciais de amparo à agricultura familiar para mitigar os efeitos econômicos da pandemia de covid-19. Pelo projeto, que foi aprovado pelo Congresso no mês passado, a União teria de pagar um auxílio de R$ 2,5 mil por família para produtores em situação de pobreza e extrema pobreza. O texto retomaria dispositivos vetados pelo governo em outro projeto de socorro a agricultores familiares aprovado em 2020, e, entre as medidas, permitiria a prorrogação de dívidas rurais até dezembro de 2022. De acordo com o texto vetado, o auxílio para agricultores familiares deve valer até 31 de dezembro de 2022. Além do valor de R$ 2,5 mil por unidade familiar, o benefício seria maior caso fosse destinado à mulher agricultora familiar (R$ 3 mil) e quando o projeto de estruturação contemplar implementação de fossas sépticas, cisternas ou outras tecnologias de acesso à água para consumo e produção de alimentos (R$ 3,5 mil). Além disso, segundo o projeto, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) deveria repassar R$ 100, com recursos da União, às entidades de assistência técnica e extensão rural que elaborarem os projetos de estruturação previstos na proposta. O projeto ainda previa que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deveria criar, até o fim de 2022, linhas de crédito rural para o agricultor familiar e pequenos produtores de leite, com taxa zerada de juros ao ano. Ainda prorrogava por um ano a renegociação e a concessão de rebates e outros benefícios a operações de crédito rural contratadas por agricultores familiares e suas cooperativas de produção. Também estipulava que, dentro do Programa de Atendimento Emergencial à Agricultura Familiar, seria dado um benefício de até R$ 6 mil anuais por unidade familiar e, em caso de mulheres agricultoras, de até R$ 7 mil para compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. O veto de Bolsonaro está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 17. Dentre as justificativas para rejeitar a matéria, o governo alegou que as medidas acarretariam em renúncia de receitas sem a apresentação da estimativa do impacto orçamentário e financeiro e das medidas compensatórias, violando regras constitucionais, fiscais e orçamentárias. Em nota, a Secretaria-Geral da República reforçou que "a proposição legislativa foi objeto de veto para fins de atendimento às normas orçamentárias e financeiras vigentes, bem como para não incidir em sobreposição de ações com os programas "Alimenta Brasil" e de "Fomento às Atividades Produtivas Rurais", inclusive, em relação à distribuição de recursos orçamentários, os quais já atendem um número significativo de pessoas que são contempladas por tais benefícios de forma perene". Estadão

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Alta na procura por pé de frango dobra o valor do alimento

17 de setembro de 2021, 08:53

Além dos pés, moela e pescoço também ganharam destaque no açougue (Foto: Reprodução)

Foi-se o tempo em que frango era mistura de quem não tem dinheiro. Com a alta nos preços dos alimentos, até o produto, rico em proteínas, começou a faltar na geladeira dos brasileiros. A solução para não abandonar de vez a comida foi migrar para partes menos nobre da galinha. Os pés, antes jogados no lixo por algumas famílias, passou a se tornar o prato principal da janta. No entanto, como já sabemos, alegria de pobre dura pouco. Com o aumento no consumo, o preço do corte mais barato aumentou 100% em atacado no mercado paulista. Outros cortes mais baratos, como moela e pescoço, também entraram no radar do consumidor. Frango inteiro mais caro Para além dos pés, o frango inteiro também ficou bem mais caro. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agronomia da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), o quilo do frango inteiro está custando por volta de R$ 8,41.  O valor representa um aumento de 43% no preço do produto. A alta é a maior registrada desde 2004, quando o CEPA começou a monitorar a oscilação de valores da mercadoria.  Pelo jeito, vai demorar para que o peito de frango volte para o prato das pessoas de classes mais baixas. Se bobear, é capaz que o pé da galinha vire um item gourmet, uma vez que o preço do alimento pode chegar a patamares que antes era ocupado por comidas consideradas nobres. Yahoo

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Brasil é o quinto país com mais diabéticos no mundo

16 de setembro de 2021, 18:43

Pesquisa mostra que olhos podem indicar o diabetes antes do diagnóstico clínico (Foto: Reprodução)

O Brasil tem 16,8 milhões de diabéticos e ocupa a quinta posição mundial em número de portadores da doença segundo dados da IDF (International Diabetes Federation).  Só perde para a China que tem 116,4 milhões, Índia com 77 milhões, EUA com 31 milhões e Paquistão com 19,4 milhões. Para o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier há evidências de que um dos efeitos colaterais da COVID entre brasileiros foi o agravamento do diabetes que está entre as principais causas de perda irreversível da visão. Isso porque, explica, dois levantamentos da Ipsos mostram que 52% ganharam peso na pandemia e o Brasil é líder mundial dos países que menos fazem atividade física. “O ganho de peso somado ao sedentarismo e stress deste período pioram o diabetes” afirma. Pesquisa A boa notícia é que pesquisadores da Indiana University descobriram biomarcadores do diabetes que permitem diagnosticar alterações na retina de um portador de diabetes antes do diagnóstico clínico. Isso porque, podem ser combinados com outros biomarcadores durante o exame da  retina pela OCT (Tomografia de Coerência Óptica). Queiroz Neto afirma que é comum pacientes descobrirem o diabetes na consulta oftalmológica, quando já surgiram as primeiras alterações nos vasos da retina. Os novos biomarcadores antecipam ainda mais o diagnóstico e por isso ajudam a preservar a visão. Sintomas O oftalmologista afirma que não é comum sentir alteração na visão no início do diabetes. Os sintomas mais frequentes são: sede excessiva, micção frequente, perda de peso e fadiga, mas não acontece com todos. Por isso, quem tem casos na família deve passar por check-up clínico periodicamente. Um simples hemograma pode evitar graves complicações. Alterações na retina Na pandemia, comenta, o tratamento de muitos pacientes sofreu descontinuidade, seja por paralização dos serviços, medo de pegar o vírus ou estrangulamento dos atendimentos no período de pico. O problema, comenta, é que não basta um bom controle glicêmico para o diabético continuar enxergando.  Depende também de quanto tempo convive com a doença. Depois de cinco anos, aumenta o risco de desenvolver edema na mácula, porção central da retina, formação de neovasos que enfraquecem a membrana ou formação de depósitos de sorbitol, uma substância que favorece o extravasamento de liquido dos vasos e leva à perda da visão. Otratamento incluir aplicação de laser, injeções antiangiogênicas e cirurgia em casos de hemorragia ou descolamento da retina. Miopia Queiroz Neto explica que quanto mais alta a glicemia, maior a viscosidade do sangue que leva à miopia. “Isso acontece com mais frequência depois das refeições quando o nível de glicose sobe”, explica. Nas mulheres, observa,  a absorção de água pelo cristalino pode ser maior por causa dos estrogênios  e levar a um grau mais alto de miopia. Períodos prolongados de jejum fazem o cristalino desidratar e a miopia desaparece. Por isso, comenta, antes de prescrever óculos, o oftalmologista verifica se o índice glicêmico está controlado. A dica do médico para manter a estabilidade da refração e glicemia é se alimentar a cada 3 horas, dando preferência aos grãos integrais, verduras e frutas em pequena quantidade. Catarata O especialista esclarece que a repetida hidratação e desidratação do cristalino alteram suas fibras, antecipando a formação da catarata, opacificação do cristalino que responde por 49% dos casos de cegueira tratável no Brasil. O único tratamento é a cirurgia em que o cristalino opaco é substituído por uma lente intraocular. “No caso de diabéticos quanto antes o procedimento é feito, melhor”, afirma. Isso porque, a catarata diminui a quantidade de luz azul que chega à retina e com isso a produção de melatonina, hormônio que regula nosso estado de alerta e sono. Resultado – Diabéticos que convivem muito tempo com a catarata ficam estressados pelas noites mal dormidas, ganham peso e maior resistência à insulina. Glaucoma Queiroz Neto afirma que o glaucoma em diabéticos é uma reação secundária da retinopatia. É caracterizado pela formação de neovasos, menor irrigação sanguínea, inflamações oculares. A dificuldade de escoamento do humor aquoso causa aumento da pressão intraocular e morte de células do nervo óptico. O especialista ressalta que o glaucoma renovascular tem evolução rápida e o campo visual perdido é irrecuperável. Por isso, é importante que toda pessoa diabética faça exames oftalmológicos anualmente. As alterações oculares que podem cegar geralmente aparecem após 10 anos mas é o tratamento contínuo que mantém a visão.

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Enem: ‘Joguei R$ 300 milhões na lata do lixo’, diz ministro sobre ausentes

16 de setembro de 2021, 18:33

Milton Ribeiro se referiu aos gastos com impressão de provas e logística para distribuir as avaliações - O conteúdo do Tribuna Online é protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Para compartilhar este conteúdo, por favor, use nossas ferramentas de compartilhamento oferecidas na página ou utilize o link https://tribunaonline.com.br/joguei-r-300-milhoes-na-lata-do-lixo-diz-ministro-sobre-ausentes-no-enem (Foto: Reprodução)

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse nesta quinta-feira, 16, que "jogou dinheiro na lata do lixo" com os estudantes que faltaram à última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ele se referiu aos gastos com impressão de provas e logística para distribuir as avaliações. O exame, realizado em meio à pandemia, em salas com ocupação superior à prometida, teve recorde de abstenção. "No outro Enem, havíamos aberto a oportunidade para muitos alunos fazerem a inscrição gratuitamente. Eles fizeram e simplesmente não compareceram na prova. Dei a eles (na inscrição deste ano) a oportunidade de justificar. Nada, zero. Simplesmente não responderam", disse Ribeiro em audiência nesta quinta-feira, 16, no Senado. "Peguei 300 milhões de reais quando comprei prova, contratei logística, impressão. Peguei 300 milhões (de reais) do MEC e joguei na lata do lixo", completou. Segundo Ribeiro, por causa da gratuidade obtida na edição passada da prova, muitos jovens faltaram. Neste ano, os alunos ausentes no último exame não conseguiram isenção na inscrição do Enem. Essa situação resultou em número de inscritos muito menor do que o verificado nos anos anteriores, puxado principalmente pela diminuição nas inscrições de alunos pobres e negros. O ministro disse que o objetivo de não conceder a gratuidade neste ano foi para "dar uma disciplina" aos jovens. "As pessoas têm de ter responsabilidade." "Meu objetivo nunca foi tolher. Estou querendo dar uma disciplina", disse Ribeiro. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, por unanimidade, a reabertura das inscrições do Enem pelo Ministério da Educação (MEC) com isenção da taxa a quem faltou na edição passada. O ministro informou que mais 45 mil alunos já se inscreveram nessa nova rodada de inscrições da prova, principal porta de entrada para o ensino superior. A edição de 2020 do Enem foi realizada em janeiro deste ano, em meio ao aumento de infecções pela covid-19 e pouco antes do pico da segunda onda, que lotou hospitais em todo o País. Apesar de o MEC prometer ocupação de 50% das salas, os aplicadores receberam planos de salas com ocupação superior, de 80%. Em alguns casos, os estudantes fizeram o exame em classes cheias, sem o distanciamento mínimo para evitar a contaminação. Também houve alunos barrados no momento do exame após as salas ultrapassarem a ocupação de 50%. Ribeiro disse ainda, no Senado, que não falta dinheiro para a educação. "Falta gestão", falou Ribeiro. A pasta, no entanto, foi a mais atingida pelo bloqueio de verbas realizado em abril pelo presidente Jair Bolsonaro. E o próprio MEC teve de apelar ao Ministério da Economia para garantir o pagamento de bolsas a pesquisadores e a realização do Enem, conforme revelou o Estadão. 'Opte por uma escola de nível técnico', diz ministro O ministro voltou a afirmar que a grande demanda do Brasil é de investimentos no ensino técnico - e não no ensino superior. Há um mês, em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, Ribeiro disse que as universidades brasileiras deveriam ser para poucos. E que os institutos federais, com ensino tecnológico e profissionalizante, serão "as vedetes" do futuro. "(O diploma de ensino superior) não é garantia de que você (jovem) sairá empregado. Por isso, opte por uma escola de nível técnico", voltou a dizer o ministro nesta quinta. "E se você tiver a vocação no futuro, de estudar, faça isso. Mas com salário, condições, equilíbrio. Você vai poder escolher o curso, quem sabe até pagar pelo curso." Apesar de dizer que o foco deve ser o ensino tecnológico e profissionalizante, os institutos federais tiveram redução de 20% no orçamento este ano e não têm recursos para laboratórios, refeitórios e bolsas, como mostrou o Estadão. Nos últimos anos, o número de alunos nessas instituições vem crescendo, mas a verba disponível não acompanha o tamanho da rede. Em 2021, o orçamento discricionário, para despesas como contas de água, luz e limpeza, baixou de R$ 2,39 bilhões, em 2020, para R$ 1,91 bilhão.

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