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‘O Rei Leão’ já é maior estreia do cinema na história

19 de julho de 2019, 16:49

Foto: Reprodução

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Já em cartaz no Brasil, a nova versão de “O Rei Leão” chega aos cinemas americanos nesta sexta-feira (19) com uma arrecadação de US$ 94,5 milhões (mais de R$ 350 milhões). O longa já é sucesso na China e abre como o maior lançamento da história.

“O Rei Leão” estará em 4.725 salas ao redor do mundo. Um recorde, segundo a revista americana Mojo. Esse número supera a estreia de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), que abriu em pouco mais de 4.300 salas e rendeu US$ 169 milhões (mais de R$ 630 milhões) no primeiro fim de semana, e, ainda, outro título da Disney, o live-action “A Bela e a Fera” (2017), que abriu em 4.210 salas.

Já em cartaz na China, onde já rendeu US$ 54 milhões (mais de R$ 200 milhões), o filme também já estava em cartaz na França, Alemanha, Holanda, Austrália, Nova Zelândia e outros, como o Brasil, fazendo a arrecadação chegar aos US$ 94,5 milhões nesta quinta-feira (18).

Até o final deste fim de semana, todos os outros mercados já terão recebido o longa em seus cinemas. A expectativa é que a arrecadação só do primeiro fim de semana chegue próximo aos US$ 200 milhões (mais de R$ 750 milhões). 

ÁLBUM DE BEYONCE FOI DIVULGADO

Junto da estreia oficial, sai também o álbum que Beyoncé preparou em homenagem à animação.  “The Lion King: The Gift”. Além da já divulgada “Spirit”, o disco tem músicas inéditas com participações de Jay-Z, Kendrick Lamar, Pharrell Williams, Salatiel, Childish Gambino (Donald Glover), Wiz Kid e até Blue Ivy, a filha de 7 anos da cantora. 

Em entrevista ao programa Good Morning America, a cantora falou sobre o álbum: “Essa trilha sonora é uma carta de amor para a África. Quis ter a certeza de que encontramos os melhores talentos dali e não apenas usar uns sons, fazendo a minha interpretação deles. Nós meio que criamos o nosso próprio gênero”, afirmou a cantora.

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Tomar mais de 3 xícaras de café por dia eleva risco de pressão alta

17 de julho de 2019, 11:47

Foto: Reprodução

Em pequena quantidade, a bebida pode trazer benefícios e ajudar a evitar doenças cardiovasculares  –  

Qual a quantidade de café que pode ser tomada por dia por quem tem predisposição a ter pressão alta e que não vai ser prejudicial? Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) com 533 pessoas da cidade de São Paulo apontou que mais de três xícaras, das de 50 ml, podem aumentar em até quatro vezes a possibilidade de o problema se manifestar. Tomar até três xícaras, no entanto, traz benefícios e ajuda a evitar doenças cardiovasculares.

Pós-doutoranda no Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP), a nutricionista Andreia Machado Miranda, principal autora do estudo, disse que os hábitos do indivíduo e a predisposição genética, isoladamente, já são fatores de risco conhecidos para a pressão arterial, mas ela e a equipe de pesquisadores se debruçaram nos impactos do consumo excessivo de café por pessoas saudáveis, mas com predisposição genética a ter hipertensão.

Para isso, utilizaram como base o Inquérito de Saúde do Município de São Paulo (ISA-Capital 2008), que foi realizado com 3 mil pessoas. “É um estudo muito completo com dados de estilo de vida, coleta de sangue e de DNA, informações bioquímicas e aferição da pressão arterial. Definimos como pressão arterial normal valores abaixo de 140 por 90 milímetros de mercúrio (mmHg). Acima disso, era considerado pressão alta”, explica a pesquisadora.

O grupo desenvolveu escores genéticos de risco e analisou o consumo de café dos participantes (menos de uma xícara, entre uma e três xícaras, e mais de três xícaras), além da pressão arterial deles.

“O consumo médio foi de duas xícaras e meia de café por dia. Nenhum dos participantes relatou o consumo de café descafeinado e quatro indivíduos falaram que consomem café expresso. O café é complexo. Ele é constituído por mais de 2 mil compostos químicos, entre eles, a cafeína, que aumenta os níveis da pressão arterial.”

A pesquisa mostrou que o grupo que tinha a pontuação mais elevada no escore genético e que bebia mais de três xícaras de café, a possibilidade de ter pressão alta era quatro vezes maior do que de quem não tinha a predisposição.

“Como a maior parte da população não sabe se tem a predisposição, porque são dados de exames que não são habitualmente feitos, a pesquisa pode ajudar toda a população a saber qual o consumo adequado que deve ser feito de café”, diz Andreia, que já realizou estudos sobre os efeitos do consumo da bebida.

Efeito protetor

“Em todos os nossos estudos, constatamos o efeito protetor para a parte cardiovascular. O café é rico em polifenóis, compostos bioativos que têm ação no organismo e só existem nos alimentos de origem vegetal. O organismo não produz. Diversos estudos têm mostrado uma contribuição na redução de doenças crônicas, como a cardiovascular. Por causa do poder antioxidante, melhora a vasodilatação e permite que a pressão arterial não aumente.”

Outro estudo realizado por Andreia apontou que o consumo de uma a três xícaras por dia traz benefícios para a saúde cardiovascular, como a regulação de um aminoácido chamado homocisteína, que está relacionado com episódios de enfarte e acidente vascular cerebral (AVC).

A pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicada na revista Clinical Nutrition.

O próximo passo do estudo é verificar o impacto do consumo de café em pacientes que já têm doenças cardiovasculares. “Agora, vamos identificar os efeitos nos pacientes que já sofreram um episódio de enfarte agudo do miocárdio ou angina instável e qual vai ser o impacto na sobrevida desses pacientes”, disse.

A previsão é de analisar, no período de quatro anos, dados de 1.085 pacientes atendidos no Hospital Universitário da USP.

 

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Carteiro enterrou milhares de cartas em bosque na Holanda

14 de julho de 2019, 12:27

Foto: AFP

A polícia holandesa encontrou milhares de cartas enterradas em um bosque em buracos cavados por um carteiro do grupo postal Sand, identificado nesta sexta-feira.

A descoberta ocorreu na quarta-feira, depois que a polícia foi alertada por uma pessoa que caminhava pelo bosque perto de Laren (centro) e que percebeu um monte de terra e a ponta de uma pá.

Após escavar o local, a polícia encontrou uma “quantidade importante” de cartas em oito buracos de um metro de profundidade. Algumas cartas estavam enterradas há semana.

“A maior parte eram contas, revistas e propagandas”, disse à AFP a porta-voz da Sand, Margot van de Coterlet.

Dois dias depois dessa descoberta, o grupo postal indicou que havia identificado o culpado, um carteiro cuja identidade não será revelada para proteger sua integridade.

“Ele é alguém que infelizmente não respeitou a nossa ética de trabalho, tomaremos as medidas necessárias”, disse Van de Coterlet, sem especificar as motivações do carteiro.

As cartas que ainda estiverem em boas condições serão enviadas aos seus destinatários com várias semanas de atraso. Aquelas em más condições serão destruídas, de comum acordo com os remetentes.

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Samsung é acusada de ter enganado clientes com smartphones

04 de julho de 2019, 13:02

Foto: Reprodução

A comissão de defesa do consumidor da Austrália considera que a empresa exagerou nas capacidades de resistência à água dos seus smartphones

A Comissão Australiana do Consumidor e Competitividade (a ACCC) acusou a Samsung de enganar os consumidores relativamente à resistência de água dos seus smartphones. A empresa será agora julgada em tribunal.

“A ACCC alega que os anúncios da Samsung anunciam erradamente ou representam mal o uso adequado ou exposição para os smartphones Galaxy em todos os tipos de água, incluindo água do oceano e piscinas e não seriam afetados por este tipo de exposição a água”, pode ler-se no comunicado do presidente da ACCC, Rod Sims, partilhado pela Reuters.

São mais de 300 os anúncios que a entidade destacou, os quais datam desde 2016. Alguns dos anúncios mostram que os smartphones Galaxy têm certificação IP68 e resistem a ‘mergulhos’ de 1.5 metros durante 30 minutos. Porém, é precisamente aqui que está a queixa da ACCC, que aponta que a utilização não é adequada para água de oceanos.

No entanto, a Samsung já se posicionou e informou que vai defender as suas práticas de marketing em tribunal.

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As aparências enganam

27 de junho de 2019, 17:01

Foto: Reprodução

*Por Gervásio Lima  –  Algumas pessoas ficam ‘cegas’ a julgar apenas pela aparência, pela maneira que se apresenta ou é apresentado um semelhante. A função que exerce, a condição financeira e até o sobrenome (descendência) do julgado não têm sido, e nunca serão, parâmetros para identificar um ‘171’ (aquele que engana para conseguir benefícios próprios). O bandido nem sempre é reconhecido em um primeiro momento, pois muitas vezes as aparências enganam.

A honestidade de alguém não está relacionada a estereótipos do tipo ‘padrão televisivo’ e sim ao seu caráter. Assusta saber que a farsa nunca esteve tão presente e o pior, profissionalizada e em todos os setores da sociedade.

A verdade tem perdido espaço para a mentira e a cólera desenfreadas, patrocinadas propositalmente para criar um ambiente generalizado de hostilidade; mesmo a falsidade com o objetivo de obter vantagens para satisfazer interesses ou sentimentos pessoais e causar danos a outrem sendo crime, independente da posição social de que a comete.

O ‘feérico’ (mundo da fantasia, mágico, deslumbrante e fantástico), se tornou uma realidade perigosa, uma incógnita. Fazendo analogia do momento de turbulência vivido no Brasil atual e uma telessérie: a espera pelas cenas dos próximos capítulos é angustiante, pois o enredo apresentado até o momento remete às catástrofes antes do fim, já que se sabe que os bons mocinhos são na verdade bandidos ‘empoderados’ pelo artista principal.

Tudo que é vaticinado a partir do que é apresentado com certa antecedência inevitavelmente acontecerá. O ódio, a perseguição, a incapacidade, a mentira e até mesmo os espetáculos dignos de apresentações de personagens circenses caracterizam governos que pregam a democracia e a moralidade para uma plateia que segura a vaia para valorizar o ingresso comprado. E com vergonha de criticar o espetáculo tão aguardado espectadores ignoram a realidade deparada e criticam apresentações prestigiadas e vivenciadas por uma maioria no passado.

Acreditar que ‘uma mentira contada diversas vezes se torna realidade’ no momento onde o acesso à informação e a tecnologia predominam através das mais diversas plataformas de comunicação é subestimar a capacidade dos que procuram a verdade. Sustentar mentiras e coincidências escusas repetidamente é uma pratica meliante que em algum momento será desmascarada por quem de direito.

 

Forte é o povo!

*Jornalista e historiador

 

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Serviço ruim é um mau negócio

23 de janeiro de 2019, 11:56

*Por Gervásio Lima – Respeito, este é o principal sentimento quando o assunto é relação humana. A partir desta premissa se desenvolvem outras empatias que geralmente estão arraigadas no sujeito, mas por fatores avessos à sua personalidade muitas vezes o que se construiu dá lugar à comportamentos que nem sempre condizem com sua conduta social, moral e profissional.  O respeito está sempre acompanhado da verdade, da atenção e da educação, por tanto para que a recíproca seja verdadeira entre as partes, em qualquer situação, é preciso que se observe os desejos e, principalmente, o direito de ambas.
O respeito na prestação de serviços, por exemplo, não pode ser uma qualidade do prestador e sim uma obrigação do mesmo. Não cumprir com o que se propôs a fazer no Código Penal é caracterizado como estelionato (enganação, golpe, fraude…) e para o baiano é ‘xibunguice’, ou seja enrolação e lorota, estando quem comete passível de ser excomungado (expulso do convívio) e não ser nunca mais procurado profissionalmente. O mau atendimento do prestador de serviço o torna uma figura mal vista e desacreditada perante a sociedade.
Os argumentos citados anteriormente se referem ao indivíduo, que geralmente desprovido de vergonha, comete falhas inaceitáveis no cumprimento do que se combinou. Mas ‘cara de pau’ não é apenas o autônomo, o problema não é uma prerrogativa somente sua. Empresas consideradas de grande porte, e que muitas vezes chegam a se autodeclarar de ‘excelência’, cometem freqüentes vacilos juntos aos seus clientes ou usuários, causando prejuízos de todos os tamanhos e formas.
É inaceitável qualquer tipo de mau serviço, mas quando envolve empresas que possuem a permissão do Estado para a prestação de determinado serviço se torna incompreensível. A concessão para exploração de serviços rodoviários intermunicipais para algumas empresas de ônibus está entre as incompreensões. Como não fiscalizar e até mesmo cassar a outorga de empresas que fazem o transporte de seres humanos sem o mínimo respeito possível, com veículos sem manutenção, com documentações atrasadas, sem conforto, que cobram por um serviço e oferece outro (se paga o valor por um serviço executivo e viaja no inferior ao convencional), que não valorizam se quer seus colaboradores (motoristas, cobradores, guichegistas e outros), que exclui linhas e horários sem comunicar às agências reguladoras, que não cumprem decisões judiciais?
Quem estaria sendo omisso, o órgão responsável pela regulação dos serviços do transporte público, ou os usuários que não une forças e se mobiliza para publicizar o problema e mudar a situação? Cada qual com sua responsabilidade.
Enquanto a sociedade não conhecer o poder que possuem as ações realizadas a partir do coletivo não conseguirá as mudanças almejadas.


*Jornalista e historiador

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O homem é produto do meio?

20 de janeiro de 2019, 15:39

*Por Gervásio Lima

Que os filhos sejam corretos, honestos, respeitosos, estudiosos e trabalhadores, esses são os desejos de todas as famílias tradicionais brasileiras. Tais palavras que corroboram para que essas vontades aconteçam de fato são as mais utilizadas quando são apresentados os fundamentos da vida para crianças e jovens na etapa da educação de valores morais e éticos.

Diversos fatores contribuem para que as pessoas sofram influência externas à sua educação familiar, a saber, entre as causas mais prováveis seria a falta da própria família no que diz respeito à presença eminente deste principal aglomerado humano. O homem sofre interferência do meio em que vive, sim, mas os fatores internos podem ‘corromper’ a sua índole. Com base nesta realidade e de acordo o decorrer da sua trajetória de vida é possível entender o comportamento e preferências sobre determinados assuntos de um indivíduo? Não necessariamente.

A busca pelo politicamente correto é uma constante na sociedade moderna, mesmo não sendo algo natural, fruto da criação familiar e de ensinamentos cristãos. Seguir as normas e leis estabelecidas evita preconceitos e discriminações, e consequentemente algum tipo de problema policial e judicial. Talvez por esse motivo reine a hipocrisia.

O ódio capitaneado pelas classes dominadoras através de uma irresponsável mídia capitalista e egoísta tem contribuído para o aumento de uma série de situações negativas em todo o mundo, provocando verdadeiras ‘catástrofes’ sociais. A ânsia desenfreada pelo poder e o dinheiro destruiu, destrói e destruirá o que vinha sendo construído há milhares de anos, como a dignidade e a paz humana.

Os valores estão ameaçados inclusive pelos que ‘pregam a palavra’. Por tudo que tem acontecido e se prenuncia, viver, literalmente na essência da palavra, será algo difícil e atormentador, mas não se deve se entregar. Ao lutar com esperança e fé, realizando boas ações, não será preciso culpar o ‘mundo’ pela vida que leva.

Conforme as concepções do filósofo, teórico político e escritor suíço, Jean-Jacques Rousseau, “a natureza humana é boa, logo, é o meio em que o homem está inserido que definiria quais as suas possibilidades”. Ou seja, ele seria o produto do meio. Levando em consideração esses pontos, seria a sociedade então que o corromperia.

“… Meu som te cega, careta, quem é você?
Que não sentiu o suingue de Henri Salvador
Que não seguiu o Olodum balançando o Pelô
E que não riu com a risada de Andy Warhol
Que não, que não e nem disse que não…” –Reconvexo – Caetano Veloso

* Jornalista e historiador

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Quem conversa demais dá bom dia a cavalo

09 de janeiro de 2019, 22:12

*Por Gervásioo Lima

Vergonha não é assumir que não sabe fazer e sim querer fazer o que não sabe, assim como é inaceitável do ponto de vista ético e moral demonstrar ser aquilo que verdadeiramente não o é. Mudar o comportamento de acordo o lugar, o dia e a hora para satisfazer o público do momento beira ao cúmulo da demagogia e da  hipocrisia. Vender aquilo que não possui ou que não pode entregar é um ato abominável e irresponsável, característico dos que, mesmo que encubados, se acham acima de tudo e de todos.

Lobos em peles de cordeiros, ‘mordendo e assoprando’ durante todo o tempo, sem selecionar suas potenciais vítimas, estão espalhados discriminatoriamente por todo o mundo. Judas, falso profeta, romãozinho, são expressões usadas habitual e popularmente para definir aquilo ou aquele que não presta; que faz o mal travestido do bem (acende uma vela para Deus e outra para o satanás).

Conforme um antigo provérbio, ‘a corda sempre arrebenta do lado do mais fraco, sem explicar quem seria o mais fraco e se o arrebente seria positivo ou negativo para este está em desuso. Nos tempos atuais tal frase não se aplica por diversos motivos, entre eles o fato de não se aceitar o preconceito e a discriminação impregnados em expressões escravocratas e burocratas.

Movimentos onde os ‘pseudos fracos’ se reúnem em busca do bem comum têm conseguido mudar a história, vide a recente greve dos caminhoneiros no Brasil e os ‘Coletes Amarelos’ na França. Os protestos com a participação em massa dos que se sentem oprimidos e excluídos estão mudando a maneira dos governantes enxergarem os menos favorecidos. Na verdade, forte é o povo.

A partir do momento que a vaidade pessoal seja substituída pelo sentimento coletivo, dos direitos e deveres iguais, as nações alcançarão a harmonia e o principal papel da cidadania. Forte é aquele que não é influenciável, que possui sua própria opinião. Por tanto não é preciso apoquentar com o que ver, ler ou ouve. Faz bem sempre lembrar que ‘quem fala demais dá bom dia a cavalo’, ou seja chega a um ponto que não sabe o que diz, excede nas palavras e acaba assemelhando-se a um equino. Como dizem os mais velhos, dar-se a tempo ao tempo.

Todo ser humano tem direito de ter seus próprios pensamentos, objetivos, sonhos e vontades de acordo com suas próprias crenças e valores e, não porque outros assim o querem. Para isso, é essencial conhecer a si mesmo, seus pontos fortes, diferenciais, habilidades e enxergar-se de maneira positiva.

“No Brasil de hoje, os cidadãos têm medo do futuro. Os políticos têm medo do passado” Chico Anysio (1931 – 2012).

*Jornalista e historiador

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