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Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Lúcio Vieira

11 de abril de 2018, 10:53

Além dele, integrantes do colegiado também decidiram recomendar o prosseguimento das investigações que podem levar à perda dos mandatos de Celso Jacob e Paulo Maluf

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) a continuidade dos processos para perda de mandato de três deputados: Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Celso Jacob (PMDB-RJ) e Paulo Maluf (PP-SP). Foram aprovados os pareceres preliminares que recomendam o prosseguimento das investigações.

Com isso, os deputados processados terão dez dias úteis para apresentar defesa por escrito. Os prazos começam a correr depois que forem notificados.

No caso do deputado João Rodrigues (PSD-SC), o processo ficou suspenso porque o relator, deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL), está de atestado médico até dia 19 de abril. “Ou suspendo o andamento ou designo novo relator, mas até por economia de prazo prefiro aguardar o retorno”, disse o presidente do conselho, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA).

Lúcio Vieira Lima

O processo contra Lúcio Vieira Lima, investigado pela Polícia Federal por crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e peculato, foi o mais debatido. O parecer foi aprovado por 12 votos a 2.

O relator, deputado Hiran Gonçalves (PP-RR), mudou seu voto para acatar toda a representação da Rede e do Psol. Inicialmente, ele queria analisar apenas a possível apropriação indevida por Lúcio Vieira Lima de parte dos salários de servidores de seu gabinete. Mas foi convencido por outros parlamentares a analisar também possível quebra de decoro por ocultação, em um apartamento em Salvador, de R$ 51 milhões atribuídos ao ex-ministro e ex-deputado Geddel Vieira Lima, irmão do parlamentar acusado.

“Afastar os principais fatos da investigação é colocar em xeque a credibilidade e a própria existência do conselho”, disse o deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que apresentou voto em separado – incluído pelo relator – pela representação como um todo. Já o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que acolher apenas um aspecto limita o escopo da representação.

Na opinião de Hiran Gonçalves, a comissão usou dois pesos e duas medidas para analisar o caso. “Muitos defenderam que Lula não deveria ser preso antes do trânsito em julgado, mas, quando se trata do deputado [Lúcio Vieira Lima], antes de haver julgamento já se defende que seja cassado.”

Outros casos

Nove deputados votaram para continuar o processo contra Celso Jacob e um pelo arquivamento, como recomendou o parecer do deputado Sandro Alex (PSD-PR). Jacob foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a sete anos e dois meses em regime semiaberto por crimes de falsificação de documento público e dispensa irregular de licitação quando era prefeito de Três Rios (RJ). Ele cumpre pena desde junho de 2017. A representação contra Jacob foi feita pela Rede Sustentabilidade.

No caso de Paulo Maluf, o parecer do deputado João Marcelo Souza (PMDB-MA) pela continuação do processo foi aprovado pela unanimidade dos presentes: dez votos. Maluf está afastado do mandato e cumpre pena de prisão domiciliar por motivos de saúde, depois de ter sido condenado no ano passado pelo STF a sete anos e nove meses de reclusão e perda do mandato por crime de lavagem de dinheiro. Nenhum advogado de Maluf participou da reunião.

Escolhido relator

No início da reunião do Conselho de Ética, o deputado Benjamin Maranhão (SD-PB) foi escolhido como relator da representação em desfavor do deputado Alberto Fraga (DEM-DF). O Psol, autor do pedido, quer a cassação do mandato de Fraga por ele ter publicado em rede social uma notícia falsa sobre a vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro.

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Governo pede penhora de bens de Ratinho por dívida milionária de IR

11 de abril de 2018, 10:42

O apresentador deve R$ 74 milhões.

 

Ratinho está com sérios problemas com o governo brasileiro. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, órgão do Ministério da Fazenda, pediu que os bens do apresentador, incluindo uma fazenda e possível aeronave, fossem penhorados até que sua dívida de R$ 74 milhões com o Imposto de Renda seja quitada.

A assessoria do apresentador se explicou, depois de informações divulgadas pela Época.

“A execução contra o apresentador é relativa a uma discussão sobre o tema de tributação de artistas, atletas e jornalistas, sendo que, no caso dele, se trata de uma bitributação de impostos, pois todos os tributos sobre os valores cobrados já foram devidamente pagos na pessoa jurídica. Inclusive o apresentador, como prova da sua boa fé, já ofereceu bens em garantia à Fazenda Nacional em montante muito superior ao discutido”, diz a nota

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Filha de Eduardo Cunha faz post indignada com preço de casaco importado

11 de abril de 2018, 10:33

Bárbara Cunha mostrou no Instagram uma peça que custa R$ 769

Bárbara Cunha, filha da jornalista Claudia Cruz e de Eduardo Cunha, ex-deputado preso e acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, fez um post em seu InstaStories mostrando-se indignada com o preço de um casaco da marca espanhola Zara.

A estudante de 20 anos mostrou o valor da peça, R$ 769. “Só eu estou chocada com os preços da Zara? Sempre achei a marca (por mais que copie grifes cada vez mais e de forma cada vez mais descarada) uma ótima opção trendy para looks do dia-a-dia ou peças mais básicas de preço acessível, o que justificava a qualidade péssima de maioria das roupas”, escreveu, ao postar uma foto do casaco.

“Por esse preço compro roupas mais bonitas e originais, de qualidade infinitamente melhor em milhares de outras lojas”, declarou.

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Anvisa proíbe venda de chocolates, água mineral e queijo; veja marcas

11 de abril de 2018, 10:23

A Anvisa proibiu no início desta semana a comercialização de lotes de água mineral, queijo e barras de chocolate.

Água mineral

O lote 1702 da Água Mineral Natural, da marca Santa Rita do Sapucaí, apresentou resultado insatisfatório para Pseudomonas aeruginosa, uma bactéria que pode causar infecções.

A Água Mineral Natural é fabricada pela empresa Fonte Azul indústria, Comércio e Empreendimentos Imobiliários Ltda., e teve o lote 1702, com data de fabricação 13/09/2017, data de validade 13/09/2018, proibido.

Queijo

Já a empresa Indústria de Laticínios Santa Tereza Eirel, constatou a presença da bactéria Listeria monocytogenes em três lotes de diferentes produtos. A bactéria pode causar doenças em seres humanos. O comunicado de recolhimento foi emitido pela própria fabricante.

As empresas devem promover o recolhimento dos estoques existentes no mercado referentes aos lotes citados.

Barras de chocolate

A agência também proibiu a venda de 4 lotes do chocolate Barra de Confeiteiro ao Leite, da marca BEL. A empresa ZD Alimentos S.A. encaminhou o comunicado de recolhimento voluntário do produto após verificar a presença de filamentos metálicos em lotes do produto.

Com a medida, os lotes da Barra de Confeiteiro ao Leite, da marca BEL, estão proibidos de serem comercializados em todo o território nacional. A empresa deve recolher os estoques existentes no mercado. Com informações do Portal Anvisa.

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A moda agora é irracionalizar

05 de abril de 2018, 13:37

Por Gervásio Lima

O comportamento humano, por mais racional que se acredita ser, surpreende e assusta àqueles que procuram entender ou compreendê-lo. Atitudes intoleráveis estão se tornando comuns entre os viventes que outrora eram considerados seres inteligentes. Atos deploráveis não são mais prerrogativas dos ‘brutos’, estão presentes no cotidiano e não selecionam suas vítimas. Os que nunca tiveram o direito de acesso à informação passaram a acreditar apenas no que passa na televisão.

A globalização mudou a forma das pessoas ver e viver o mundo, principalmente do ponto de vista cultural, econômico e social. O acesso às mais diversas formas de comportamento e pensamento tem contribuído positivamente e negativamente para a formação da sempre buscada sociedade justa. A maneira como estão sendo interpretadas as mensagens enviadas pelos inúmeros meios físicos e até mesmo subjetivos tem causado um reboliço na vida de muita gente. A capacidade de pensar está sendo substituída pela facilidade de encontrar pensamentos pré-estabelecidos. Os sujos passaram a falar bem mais dos mal lavados, enquanto os erros justificam outros. Paladinos da moralidade, salvadores da pátria e até mesmo falsos profetas permeiam e emitem pareceres como sendo absolutos e verdadeiros. Anticristos prenunciam o apocalipse? Só a Bíblia explica.

A moda não é mais vestir uma calça ‘boca de sino’, fumar cigarro Malboro, possuir um ‘LP’ do Beatles, ir à uma sessão matinê no cinema ou se divertir no parque ao som de Roberto Carlos. Muitos acontecimentos que marcaram épocas ficaram démodé e viraram apenas reminiscências. A emancipação intelectual ora se confunde e o que se espera do outro se transforma em decepção. A incapacidade de discernir o certo do errado é considerado um retrocesso para os que não viveram sem a internet e um provedor global de filmes e séries? A banalização da violência e da corrupção, a extinção dos pudores e do conceito de família estão entre as principais pautas dos meios de comunicação que têm deixado de formar para deformar opiniões e, o pior, estão conseguindo.

O ódio preocupa pela sua disseminação desenfreada e por está sendo capitaneado por um leque de setores que gozavam de confiança e respeito. A teatralização ocorrida em volta de fatos políticos transforma o Brasil em um verdadeiro ‘país mambembe, com sua população passando de meros expectadores para protagonistas, mesmo não sabendo os objetivos das tramas que se envolveu.

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.

Martin Luther King

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População desempregada soma 13,121 milhões de pessoas, diz IBGE

29 de março de 2018, 14:41

Há menos 426 mil desempregados em relação ao ano anterior.

O Brasil tinha 13,121 milhões de pessoas em busca de emprego no trimestre encerrado em fevereiro. Mas houve melhora em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 29.

Há menos 426 mil desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um recuo de 3,1%. O total de ocupados cresceu 2,0% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,745 milhão de postos de trabalho.

O contingente de inativos avançou 0,6%, 378 mil pessoas a mais nessa condição.

Como consequência, a taxa de desemprego passou de 13,2% no trimestre até fevereiro de 2017 para 12,6% no trimestre encerrado em fevereiro de 2018.

O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,9% no trimestre terminado em fevereiro. Com informações do Estadão Conteúdo.

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Violência no Rio aumentou após intervenção federal na segurança

28 de março de 2018, 10:52

Foto: © Ricardo Moraes/Reuters

Dados relacionados a roubos de cargas e veículos, bem como homicídios, cresceram.

Estatísticas relacionadas à violência no Rio de Janeiro revelam aumento da criminalidade na cidade desde o início da intervenção federal na segurança pública.

Dados publicados pelo jornal O Globo mostram que, entre 16 de fevereiro, dia da assinatura do decreto por parte do presidente Michel Temer, até 16 de março, o número de homicídios subiu de 111 para 113 na comparação com igual período do ano passado; os roubos de carros cresceram 19%, com 1.954 ocorrências; e os roubos de cargas foram incrementados em 12%, indo de 281 para 317.

Na comparação com os 30 dias anteriores, entre 18 de janeiro e 15 de fevereiro, os roubos de cargas, de veículos e os homicídios cresceram 3%, 8% e 6%, respectivamente.

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Facebook muda política de privacidade e usuário poderá deletar dados

28 de março de 2018, 10:39

Foto: GETTY IMAGES

Mergulhado em um escândalo envolvendo a utilização irregular de dados que já significou a perda de US$ 100 bilhões em valor de mercado em menos de duas semanas, o Facebook anunciou nesta quarta-feira (28) uma série de mudanças na política de privacidade para dar aos usuários mais controle sobre suas informações.

Antes da entrada em vigor da nova regulação da União Europeia sobre proteção de dados, em maio, a rede social vai incluir um novo menu que permitirá editar informações que os usuários compartilham e deletar dados. Também possibilitará que baixem seus dados e transfiram para outros serviços.

“A última semana mostrou o quanto precisamos trabalhar para garantir que nossas políticas sejam respeitadas, e ajudar as pessoas a entender como o Facebook funciona e as escolhas que elas têm sobre seus dados”, afirmaram, em comunicado, Erin Egan, vice-presidente responsável pela privacidade do Facebook, e Ashlie Beringer, diretora jurídica adjunta da rede social. Com informações da Folhapress.

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Caixão de 2.500 anos antes ignorado pode dar pistas sobre Antigo Egito

28 de março de 2018, 10:30

SYDNEY (Reuters) – Acadêmicos australianos podem ajudar a desvendar mistérios a respeito do Antigo Egito depois de descobrirem que um caixão de 2.500 anos antes considerado vazio pode conter os restos de uma múmia.

A Universidade de Sydney adquiriu o caixão 150 anos atrás, e uma série de acadêmicos o classificou incorretamente como vazio.

O erro só foi descoberto por acaso no final do ano passado, quando acadêmicos mais jovens retiraram a tampa do caixão e encontraram os restos esfarrapados de uma múmia.

A descoberta oferece aos cientistas uma oportunidade quase única de testar o cadáver.

“Podemos começar a fazer algumas perguntas íntimas que estes ossos despertarão sobre patologia, dieta, doenças, sobre o estilo de vida desta pessoa – como viveu e morreu”, disse Jamie Fraser, curador sênior do Museu Nicholson da Universidade de Sydney.

Múmias inteiras geralmente são mantidas intactas, o que limita seus benefícios científicos. Uma recompensa adicional é a possibilidade de os restos serem de uma mulher distinta de uma época pouco conhecida, afirmou Fraser.

Hieróglifos mostram que a ocupante original do caixão era uma mulher chamada Mer-Neith-it-es, que acadêmicos acreditam ter sido uma alta sacerdotisa no ano 600 a.C., a última época em que o Egito foi governado por egípcios nativos.

“Sabemos pelos hieróglifos que Mer-Neith-it-es trabalhou no templo de Sekhmet, a deusa com cabeça de leoa”, contou Fraser.

“Existem algumas pistas em hieróglifos, na maneira como a mumificação foi feita e no estilo do caixão que nos dizem como este templo de Sekhmet pode ter funcionado”.

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Amazônia pode ter sido lar de um milhão de pessoas antes de 1500

28 de março de 2018, 10:26

Foto: Por Hazel WARD,AFP

Áreas da Amazônia que antes se acreditava terem sido desabitadas podem ter sido o lar de até um milhão de pessoas nos séculos anteriores à chegada de Cristóvão Colombo, segundo uma nova pesquisa arqueológica.

Cientistas da Grã-Bretanha e do Brasil descobriram evidências de centenas de aldeias fortificadas na floresta tropical longe dos principais rios – áreas até então consideradas intocadas pela civilização humana antes da chegada dos europeus, no final do século XV.

As conclusões, publicadas nesta terça-feira na revista científica Nature Communications, chegam após a descoberta de extensas obras de terraplanagem e fortificações em outra região do Brasil, na fronteira com o Peru.

Os pesquisadores agora acreditam que essas habitações pré-colombianas podem se estender por uma área de 400.000 quilômetros quadrados, e podem ter sido o lar de 500.000 a um milhão de pessoas.

A descoberta de 81 novos sítios arqueológicos que datam de 1250-1500 – entre eles 104 grandes terraplanagens geométricas – foi baseada em parte em imagens de satélite.

Escavações em 24 locais descobriram cerâmicas, machados de pedra polida e amostras de solo fertilizado, assim como antigos poços de lixo, chamados de sambaquis.

Analisando os restos de carvão e cerâmica escavada, os pesquisadores descobriram que um trecho de 1.800 quilômetros do sul da Amazônia esteve continuamente ocupado de 1250 até 1500 por pessoas que viviam em aldeias fortificadas.

– Rituais cerimoniais? –

Com enormes extensões da Amazônia ainda inexploradas por arqueólogos, as descobertas desafiam a suposição de que as comunidades antigas viviam necessariamente nas planícies aluviais próximas aos principais rios.

“Há um equívoco comum de que a Amazônia é uma paisagem intocada, lar de comunidades nômades e dispersas”, disse Jonas Gregorio de Souza, pesquisador do departamento de arqueologia da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha.

“Este não é o caso. Descobrimos que algumas populações longe dos grandes rios são muito maiores do que se pensava anteriormente, e essas pessoas tiveram um impacto no meio ambiente que ainda podemos encontrar hoje”.

Os pesquisadores acreditam que existiam entre 1.000 e 1.500 vilarejos fechados na área, com dois terços dos locais ainda a ser descobertos.

Os locais variavam em tamanho, desde áreas cercadas por valas feitas pelo homem – também conhecidas como geoglifos – de 30 metros de diâmetro, até estruturas de 400 metros de diâmetro ao redor de uma praça circular que irradiava estradas afundadas.

Ainda não está claro para que esses misteriosos geoglifos – quadrados, circulares ou hexagonais – eram usados.

“É possível que eles tenham sido usados ​​como parte de rituais cerimoniais”, escreveram os pesquisadores.

– Reavaliando a história –

As aldeias eram encontradas frequentemente perto ou dentro dos 81 geoglifos pesquisados. As terraplanagens provavelmente foram feitas durante secas sazonais, permitindo que as árvores fossem removidas da área, especula o estudo.

“As áreas mais secas ainda tinham solos férteis, onde os agricultores teriam podido cultivar e plantar árvores frutíferas, como a de castanha-do-pará”, afirmou.

Alguns geoglifos também eram interconectados através de uma rede de estradas construídas ao longo de muitos anos.

Pesquisas anteriores descobriram 450 geoglifos similares no estado do Acre, que faz fronteira com o Peru, no oeste da Amazônia, abrangendo 13.000 quilômetros quadrados, mas poucos artefatos foram encontrados.

“Precisamos reavaliar a história da Amazônia”, disse o professor José Iriarte, também da Universidade de Exeter.

“Certamente não era uma área habitada apenas perto das margens de grandes rios, e as pessoas que moravam lá mudaram a paisagem. A área que pesquisamos tinha uma população de pelo menos dezenas de milhares”.

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