Papa pede que se ouça ‘grito do pobre sufocado pelo do rico’

18 de novembro de 2018, 11:04

(Foto: Reprodução)

Francisco fez declaração pela ‘Jornada Mundial dos Pobres’

O papa Francisco afirmou neste domingo (18) que “a injustiça é a raiz da pobreza” e pediu para os fiéis ouvirem o “grito dos pobres, cada dia mais forte, mas também menos escutado, sufocados pelo barulho de alguns ricos” A declaração foi dada durante a missa na Basílica de São Pedro, no Vaticano, pela ocasião da 2ª edição da Jornada Mundial dos Pobres, dia instituído pelo Pontífice.

“O clamor dos pobres é diariamente cada vez mais forte, mas a cada dia menos escutado, já que é dominado pelo barulho de alguns ricos, que são cada vez menos, mas mais rico”, alertou.

Francisco também pediu para os fiéis clamarem por “graça para ouvir o grito de quem vive em águas tumultuosas”. “É o grito dos muitos Lázaros que choram, enquanto diversos ricos fazem banquetes com aquilo que justamente pertence a todos”, acrescentou.

A celebração contou com a presença de pelo menos seis mil pessoas, entre elas sem-abrigo, indigentes, imigrantes, além de voluntários e representantes das associações que prestam diariamente assistência às minorias.

Na homilia, o líder da Igreja Católica ainda ressaltou que Deus pede para todos os cristãos reconhecerem “aqueles que têm fome e sede, o estrangeiro e o despojado da sua dignidade, o doente e detido”.

“Vejamos o que sucede em cada uma das nossas jornadas: entre tantas coisas, fazemos alguma gratuitamente, fazemos alguma coisa àqueles que não têm como corresponder?”, questionou Francisco.

Logo depois da missa, Jorge Mario Bergoglio participou de um almoço coletivo com mais de três mil pobres. Segundo dados da Oxfam, organização britânica que reúne instituições de combate à pobreza, pelo menos 3,7 bilhões de cidadãos – metade da população global – não registraram aumento em sua riqueza no ano passado. (ANSA)

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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