Cientistas determinam qual foi o pior ano de sempre para se viver

17 de novembro de 2018, 10:31

(Foto: © DR)

Você até pode achar que este ano não está indo bem, mas 2018 está sem dúvida alguma longe de ser o pior ano

Se alguém lhe perguntar qual terá sido até o momento o pior ano da História para se estar vivo, o que diria? 1347 talvez? Quando a peste negra assolou a Europa ou os anos do Holocausto, entre 1941 e 1945?

Ou ainda 1918, o ano em que começou a Gripe Espanhola? – pandemia esta que na altura matou mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo.

Não, está errado.

Cientistas afirmam que o pior ano de sempre da História foi 536 E.C.

“Foi provavelmente o início de um dos piores períodos de sempre para se estar vivo, senão o pior ano”, explicou Michael McCormick, professor de arqueologia e de história da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, em declarações à revista norte-americana Science Magazine.

Ele e uma equipe de pesquisadores dizem que não se registraram quaisquer sinais de melhorias econômicas até o ano de 640 E.C.

Foi em 536 que teve início o reinado Bizantino do imperador Justiniano ‘O Grande’, e apesar de à partida não estar acontecendo nada digno de nota – genocídios ou pragas fatais – um estranho fenômeno teve lugar…

De acordo com os registros, um misterioso nevoeiro surgiu no céu, bloqueando o Sol e fazendo com que as temperaturas subissem perigosamente. O acontecimento terá gerado o caos global durante vários anos, provocando secas, danos nas colheitas, neve durante o verão na China e fome extrema geral.

McCormick revela que existem provas geológicas que sugerem que erupções vulcânicas catastróficas terão estado na origem desses trágicos acontecimentos.

Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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