Muita emoção no 5º Encontro da família Oliveira Araújo

18 de novembro de 2018, 16:42

(Foto: Família)

Dias inesquecíveis, assim se resume os momentos do quinto encontro de membros da família Oliveira Araújo, que iniciou na noite de quinta-feira (15), em Jacobina, até este domingo (18).

Cerca de 70 pessoas, descendentes do casal Pio Antônio de Araújo (Seu Pio) e Maria Cecília de Oliveira Araújo (Dona Nenen), oriundos de diversas cidades do Brasil e de países como Portugal e Austrália viveram e reviveram momentos nostálgicos e históricos, com visitas às propriedades rurais e residências que contam o início da vida dos matriarcas e patriarcas da família.

O início dos happy days (dias felizes) aconteceu em um restaurante da cidade, mas os acontecimentos mais marcantes ficaram por conta das visitas, a partir da manhã de sexta-feira (16), a locais como a Fazenda Ema, localizada na divisa dos municípios de Jacobina e Miguel Calmon, próximo ao povoado de Tapiranga, onde nasceram os 14 filhos do casal Pio e Nenen. “Foi neste local onde tudo começou. É muita emoção poder conhecer in loco o lugar onde meus tataravós viveram e criaram a mãe o meu avô”, disse a jovem Natállia Vieira Nascimento Lima, que faz parte da quarta geração dos netos.

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Crianças, Jovens, adultos e idosos se ‘misturaram’ reviveram e conheceram histórias até então desconhecidas por muitos.
Uma suculenta feijoada, em homenagem à Sinésia Oliveira, terceira filha de Pio e Nenen e falecida no ano 2000, reuniu o grupo no Chalé Monte Tambor ao som da dupla Ruan e Ralf.


No sábado (17), a confraternização aconteceu na comunidade de Itaitú (Riachão), com direito à banho na Cachoeira de Arapongas e um delicioso almoço no Boteco da Vila, animado com o show de Maíra Cajé.

Neste domingo (18), a família foi acolhida na residência do casal João Dias e Edilene Barros Araújo Dias, em Jacobina, onde foi oferecido um concorrido churrasco, com direito a Chopp estupidamente gelado e outros petiscos.

 

Sobrinhos, filhos, netos, bisnetos, tataranetos… de Zezinho Mutueira, Cecília, Sinésia, Antonio, Lalá, Anatilde, Dalba, Dote, Roque, Vavá, Lili, Bebé, Carlito e Manelito, que não se viam há muito tempo ou até mesmo nem se quer se conheciam, tiveram a oportunidade única de viver quatro emocionantes dias com o único membro da família vivo, a Tia Dote que mesmo com seus 90 anos participou ativamente do evento.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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