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Dois sucos que reduzem a azia e combatem a inflamação

07 de agosto de 2020, 17:24

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Orefluxo estomacal é um dos problemas digestivos mais comuns, provocando sintomas incômodos que vão desde a sensação de ardor na parte superior do esôfago até à boca, explica um artigo publicado no portal Nueva Mujer. 

Esta condição causa adicionalmente inflamação, gases, e outros problemas mais graves dependendo do tipo de alimentação ingerida e cuidados. 

Aliás, segundo o Nueva Mujer, alguns sucos são perfeitos para acalmar a acidez e inclusive evitá-la. Eis duas opções:

Suco de papaia e linhaça

Ingredientes

– Papaia;

– Linhaça;

– Água;

– Mel. 

Preparação

Coloque a papaia, a linhaça, água e mel no liquidificador. Bata até obter uma mistura homogênea e beba. 

Suco de maçã, pepino e aloé vera

Ingredientes

– Maçã;

– Pepino;

– Aloé Vera;

– Água;

– Mel.

Preparação

No liquidificador adicione a polpa de aloé vera com os demais ingredientes. Misture bem e está pronto para beber. 

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Pandemia acelera o fim da imprensa escrita no mundo

07 de agosto de 2020, 09:12

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O declínio da imprensa escrita acelerou no mundo desde o início da crise do novo coronavírus: a audiência digital dos jornais disparou, mas as vendas de exemplares em papel registraram queda expressiva ou foram suspensas em alguns casos. 

A crise de saúde dificulta o transporte dos jornais aos pontos de venda e a possibilidade dos clientes de obter os exemplares.

“A crise acelerou, praticamente sem margem para dúvidas, a transição para um futuro 100% digital”, afirma o relatório de 2020 do instituto Reuters. Afeta uma indústria já enfraquecida pela queda das vendas e da publicidade, suas dias principais fontes de faturamento.

No Brasil e México alguns jornais abandonaram provisoriamente o papel e se concentraram no suporte digital, ou pularam algumas edições.

Nas Filipinas, 10 dos 70 jornais que integram o Instituto da Imprensa (PPI) encerraram as atividades devido à pandemia. 

“São tempos difíceis: não há anunciantes e ninguém lê os jornais”, declarou à AFP o diretor executivo da PPI, Ariel Sebellino. Os pequenos jornais locais, que registraram quedas expressivas nas vedas após as medidas de confinamento, são os mais afetados. “A indústria está cercada”, lamentou.

Em todos os continentes, o desaparecimento progressivo das edições impressas afeta toda a cadeia de produção: dos jornalistas até os pontos de venda das publicações, passando pelos produtores de papel, gráficas e distribuidores.

No Reino Unido, as principais publicações ganharam 6,6 milhões de leitores on-line no primeiro trimestre, um recorde.

Mas a maioria dos jornais não recuperou o número de vendas em papel. “Esta é a maior ameaça para a indústria mundial da informação desde a crise econômica de 2008”, advertiu a revista especializada Press Gazette (que abandonou o papel em 2013). Um total de 250 jornais locais fecharam as portas no país entre 2005ey 2018: um em cada três jornalistas pode perder o emprego.

– Audiência de nicho? –

Nos Estados Unidos, dezenas de jornais fecharam ou anunciaram fusões com os concorrentes locais desde o início da crise, segundo o instituto Poynter. Os jornais americanos demitiram metade de seus funcionários entre 2008 e 2019, de acordo com o instituto Pew.

Os jornais gratuitos, como Metro e Destak no Brasil ou o 20 Minutes na França, também suspenderam temporariamente sua publicação. Eram financiados com publicidade e distribuídos em zonas de grande densidade.

Na Alemanha, “antes da crise do coronavírus, todas as editoras ganhavam dinheiro, apesar do número de exemplares vendidos em queda constante”, afirmou à AFP o presidente da Federação de Jornalistas, Frank Überall. 

“Hoje é muito diferente, mas a imprensa escrita tem um futuro brilhante pela frente. Muitos leitores ainda querem o jornal na mão. E as pessoas mais velhas, em particular, ainda não usam o digital em larga escala”, completou.

“Apesar da impressão cara”, argumenta Gilles Dechamps, diretor de uma gráfica ao norte de Paris, “é importante para os leitores e anunciantes” ter exemplares no ponto de venda. Ele cita o caso do France-Soir e do Métro, que abandonaram o papel na França e dos quais “ninguém se lembra”.

Durante os últimos 30 anos, os jornais já tentaram diminuir a dependência do papel com a redução de formatos, diversificando e investindo na internet. Mas a maioria não encontrou uma solução.

“Inclusive em mercados muito pequenos, Facebook e Google ficam com 75% da receita digital”, destaca Penelope Abernathy, ex-vice-presidente do Wall Street Journal e do New York Times, professora de Economia dos Meios de Comunicação na Universidade da Carolina do Norte. “A mídia divide as migalhas”.

As maiores publicações conseguem seguir adiante: o New York Times viu seu faturamento on-line superar pela primeira vez a receita em papel no segundo trimestre.  

Para sobreviver, os menores poderiam ter que ser mais curtos e mais caros. As revistas que foram lançadas com sucesso em papel nos últimos anos apontam uma audiência de nicho.

“O impresso sobreviverá de alguma forma”, diz Penelope Abernathy, que compara os jornais com os livros, que sobrevivem ao suporte digital. 

Há um futuro na assinatura, para as revistas, para os grandes jornais alguns dias por semana, “e recordaremos com nostalgia da era dos jornais”, conclui Abernathy.

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Homem que gravou vídeo mostrando Ceasa vazia tinha intenção de enganar, conclui Polícia Civil

07 de agosto de 2020, 08:57

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A investigação da Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que um vídeo divulgado em março, mostrando a Ceasa (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais), em Contagem, supostamente vazia e alertando para “riscos de desabastecimento em virtude das medidas de isolamento” foi produzido com a intenção de enganar. Edson Venâncio, de 48 anos, responsável pela gravação, foi autuado e responderá por contravenção penal.

O inquérito deu conta de que Venâncio manipulou as gravações para dar a impressão de que a Ceasa estava vazia. Entretanto, câmeras de segurança mostraram que o vídeo foi feito no momento de fechamento do estabelecimento, quando os produtos são retirados e estocados. Na época, a versão de Venâncio foi desmentida pela imprensa.

O caso aconteceu em março, logo no início das medidas de isolamento social. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a compartilhar o vídeo em redes sociais, mas apagou e pediu desculpas. Na época, Venâncio foi ouvido pela Polícia Civil e afirmou não esperar que “o material ganhasse tanta proporção “e muito menos que “chegasse até Bolsonaro”.

Edson Venâncio responderá pela Lei de Contavenções Penais. O caso está no Juizado Especial Criminal de Contagem, que pode condená-lo a prisão ou pagamento de multa.

Estado de Minas

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Ministério da Defesa barra fiscalização do Ibama contra garimpo ilegal no PA

06 de agosto de 2020, 18:53

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O Ministério da Defesa proibiu, na manhã desta quinta-feira (6), a decolagem de três helicópteros do Ibama estacionados na base aérea da Serra do Cachimbo, no sudoeste do Pará.

As aeronaves integram uma operação contra o garimpo ilegal de ouro na região. Na véspera, agentes do órgão ambiental haviam destruído equipamentos para extração do mineral dentro da Terra Indígena Munduruku.
A ordem foi dada pelo major-brigadeiro do Ar Arnaldo Augusto do Amaral Neto à diretoria do Ibama, aparentemente em reação a protestos.

Na quarta (5), garimpeiros chegaram a fechar temporariamente o aeroporto de Jacareacanga após o órgão ambiental federal ter destruído dez PCs (retroescavadeiras) em garimpos dentro da TI Munduruku, segundo balanço extraoficial. Cada uma das máquinas está avaliada em cerca de R$ 500 mil.

Nesta quinta, um grupo de garimpeiros mundurucus embarcou em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) em Jacareacanga rumo a Brasília, onde fariam reuniões com o governo federal sobre o assunto. Lideranças indígenas contrárias ao garimpo, no entanto, não foram convidadas a participar das discussões.
A paralisação da fiscalização expõe divergências na atuação do Ibama e das Forças Armadas, responsáveis pela Operação Verde Brasil 2, de combate a ilícitos ambientais na Amazônia. Os militares têm se oposto à destruição de equipamentos de infratores ambientais, prática permitida pela atual legislação.

BEZERRO DE OURO

Em ação independente, a Polícia Federal de Santarém (PA) desatou nesta quinta a Operação Bezerro de Ouro, contra um grupo criminoso envolvido na extração ilegal de ouro na TI Munduruku. Os 30 agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão em Novo Progresso e em Morais Almeida, distrito de Itaituba, epicentro do garimpo ilegal na Amazônia.
Além disso, a pedido da PF, a Justiça Federal determinou o sequestro de bens de R$ 7,8 milhões dos investigados, todos eles não indígenas.

O garimpo ilegal de ouro tem aliciado mundurucus e provocado grande destruição nos afluentes do rio Tapajós, conhecido mundialmente pelas praias de Alter do Chão, perto de Santarém, no oeste do Pará.

Uma perícia da PF calculou que os garimpos ilegais de ouro despejam no rio Tapajós o equivalente a um acidente da Samarco a cada 11 anos. Os sedimentos alteram a cor até da água nas praias de Alter, localizadas a centenas de quilômetros, na foz –o Tapajós desagua no rio Amazonas.

O garimpo e a mineração são ilegais em terras indígenas, mas a atividade tem aumentado em meio ao aumento do preço do ouro e a promessas do presidente Jair Bolsonaro de regularizar a atividade –uma proposta do governo tramita no Congresso.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Ministério da Defesa não respondeu aos pedidos de esclarecimento até a conclusão deste texto.

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Jacobina: Obra de esgotamento sanitário descaracteriza calçadas na cidade

06 de agosto de 2020, 17:38

Foto: Notícia Limpa

A não reconstrução das calçadas danificadas com as obras de implantação do sistema de esgotamento sanitário de Jacobina tem sido motivo de reclamação por parte de moradores. Eles reivindicam que sejam mantidas as originalidades, ou seja, que os ‘passeios’ sejam entregues da forma que foram encontrados antes das intervenções.

Ladrilhos e outros materiais utilizados como revestimentos dos pisos são quebrados para a instalação das caixas de esgoto, geralmente na porta das residências, e não são reconstruídos com os mesmos materiais ou similares. “Eles simplesmente quebram tudo, não importando como o material aplicado e o custo que tivemos para revestir e depois cobrem a parte deteriorada com cimento”, reclama uma moradora da Rua Professor Tavares, no Bairro da Matriz.

A parte danificada para a instalação da rede de esgoto é na maioria das vezes coberta por uma massa de cimento

Outra queixa é em relação a forma da escolha das calçadas que recebem a requalificação com a sua forma original. Nossa reportagem tem recebido diversas denúncias de que somente as que pertencem à empresas como agências bancárias, escritórios de advocacia e consultórios médicos estão recebendo um serviço diferenciado. “Pode observar se os passeios em frente ao Banco do Brasil e de outras empresas localizadas no centro da cidade não foram refeitos da mesma forma que era antes, já na porta de nossas casas eles fazem qualquer tipo de baboseira para tapar os buracos”, disse Maria Augusta Sarafin, que, segundo ela, terá que gastar do próprio bolso para consertar o passeio da sua residência.

Conforme o secretário de Infraestrutura do município, Rodrigo Jacobina, a empresa responsável pela execução da obra de esgotamento sanitário da cidade, a Maf Escave, tem a obrigação de entregar o piso urbano, a pavimentação, e as calçadas da residência da mesma forma que encontrou, inclusive com o mesmo material, mas quando não for possível encontrar os mesmos materiais pré-existentes deve-se substituir na sua totalidade por outro similar. O secretário informou ainda que profissionais da pasta estão exclusivos para a fiscalização das obras e que diversas notificações de multas já foram emitidas contra a Maf e a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa).

Através de contato telefônico com o escritório da Maf, em Salvador, um preposto da empresa informou que desconhecia as denúncias e pediu que o responsável pela obra de Jacobina fosse contatado. Nossa equipe ligou para o número informado, mas não foi atendida.

O Notícia Limpa reserva espaço para que a Maf ou a Embasa possam se posicionar sobre o caso.

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Brasil tem 436 padres diocesanos infectados covid-19; mortes somam 21

06 de agosto de 2020, 14:04

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Levantamento realizado pela Comissão Nacional dos Presbíteros (CNP), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), mostra que 436 padres diocesanos foram infectados pelo novo coronavírus, sendo que, deste total, 21 morreram por causa da doença. A maioria já se recuperou e alguns ainda estão internados em estado grave. Os dados contabilizados até a última sexta-feira, 31, apontam um aumento de 11% em relação ao último balanço divulgado dois dias antes, quando o registro era de 368 padres testados positivos para a covid-19.

Os números podem ainda ser maiores, já que algumas dioceses ainda estão atualizando seus registros. “No último balanço foram incluídos dados de três dioceses que estavam faltando. Outras ainda estão levantando informações”, afirma o padre José Adelson da Silva Rodrigues, presidente da CNP.

Além disso, os dados levaram em consideração apenas os padres diocesanos, não constando o número de sacerdotes religiosos, que fará parte de outro balanço. “Até o dia 15 de agosto, queremos apresentar outro levantamento para ter um realidade mais visível, inclusive com dados dos religiosos (fiéis), além dos diocesanos”.

O pároco descarta possível relação da reabertura de Igrejas Católicas com o aumento de casos entre padres. “Seguindo as recomendações para fechamento, não estávamos fazendo missas para o público em geral, mas as atividades administrativas não pararam. Além disso, algumas dioceses ainda estão atualizando seus registros. Com isso, o número hoje já deve ser maior.”

Os dados mais recentes foram consolidados com base em consulta aos 18 regionais da CNBB, que reúnem 278 dioceses e arquidioceses do País.

O regional Sul 1 da entidade, que engloba o Estado de São Paulo, com 45 circunscrições religiosas, registrou o maior número com 72 infectados e 1 óbito pela covid-19. Deste número, o regional Norte 2 da CNBB, que compreende os Estados do Pará e Amapá, registra o maior número de mortes, ao todo 6, em decorrência da doença. Nos dois Estados, incluindo os óbitos, 64 padres foram contaminados pelo vírus. Somente em Belém do Pará, 36 padres foram contaminados e 4 morreram.

A entidade também não tem o número exato de quantos padres estão internados em estado grave, mas a maioria já se recuperou.

O padre Flávio Herculano da Arquidiocese de Natal, de 45 anos, faz parte das estatísticas. Ele foi testado positivo para a doença no mês passado. Embora estivesse tomando todos os cuidados, ele continuou frequentando a igreja para assuntos administrativos. “Um grupo reduzido, equipe de apoio mesmo. Mas quando foi no dia 15 de julho, eu comecei a ter tosse seca e febre”.

No dia seguinte, ele foi a um hospital de referência da doença. “Pediram para manter isolamento social, fiz o exame e deu positivo. Foram três dias de mal estar, com fraqueza e me alimentava mal”. Apesar da idade, por ter diabete e pressão alta, o religioso faz parte do grupo de risco da doença. “É uma experiência muito ruim, felizmente não precisei ficar internado e, depois de três dias, os sintomas foram diminuindo. Ver que pessoas estão morrendo desta doença, cria muito medo na gente, mas com medicação e confiança em Deus, eu consegui me recuperar. Estou fazendo meus exercícios, tentando melhorar as taxas de diabete. Da covid-19, estou curado”.

Apesar da alta médica, o padre Flávio ainda permanece no isolamento social. “Mais de 20 dias isolado. É um momento para refletir sobre nossas vidas e atitudes. Um verdadeiro retiro”. O pároco está ansioso para o retorno de suas atividades. “Volto no próximo domingo, 9, para a missa do Dia dos Pais”. Somente a missa aos domingos foi retomada, há algumas semanas com um padre de outra comunidade, já as reuniões permanecem de forma online. Assim como os religiosos, todos os fiéis são orientados sobre todas as medidas de segurança para evitar o contágio do novo coronavírus.

Ainda de acordo com o levantamento, 12 bispos foram testados positivos, sendo que Dom Aldo Pagotto, da Diocese de Emérito da Paraíba, e Dom Henrique Soares da Costa, da Diocese de Palmares, em Pernambuco, morreram. Apesar das medidas de precaução adotadas, muitos padres estão com receio de retomar as cerimônias religiosas. “A maioria fica com medo. Temos padres com problemas de saúde e idosos que fazem parte do grupo de risco. Em alguns casos, conversamos para que eles mesmos se preservem. Sempre, vendo o que é melhor para cada um deles”, disse o padre José Adelson.

“Cada diocese fez um decreto passando orientações aos fiéis como uso de máscara, importância do distanciamento de 1,5 metros e uso de álcool em gel. As igrejas foram sinalizadas com orientações e tapete de higienização, sendo um para limpar (ao pisar) e outro para secar os sapatos”, explica o padre.

Nem todas as Igrejas Católicas voltaram a atender os fiéis. No Nordeste, Paraíba, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte planejam reabrir a partir desta semana. “Cada Estado faz seu cronograma, dependendo do número de casos. Se número aumentar, novo fechamento não está descartado”, reforça o pároco.

Embora não haja uma contagem exata, estima-se que haja mais de 26 mil padres no Brasil, segundo última pesquisa realizada há dois anos.

Outras religiões

Na comunidade muçulmana, há registro de dois casos da doença, segundo o sheik Mohamad Bukai da Mesquita do Brasil. “Um sheik foi internado para uma cirurgia e foi contaminado pela covid-19 no próprio hospital. Outro é médico e frequenta muitos hospitais. Pegou a doença e ficou dois meses internado. Ambos estão bem atualmente.”

De acordo com a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, há 60 sheiks, 90 mesquitas e mussalas (salas de oração) e 80 centros islâmicos no Brasil. Atualmente, existem entre 1 milhão e 1,5 milhão de muçulmanos no País.

Durante os meses em que as mesquitas ficaram fechadas, orações e reuniões internas eram feitas de forma online. Com a permissão de reabertura no último mês, as mesquitas voltaram a receber fiéis, no entanto, restrições foram adotadas.

“Há quase um mês, reabrimos as mesquitas, mas com número bem reduzido somente às sextas-feiras. Com distanciamento respeitado, 30% da capacidade de lotação, sem a presença de jovens e idosos. Cada um traz seu tapete. Temos também cabine para higienização na entrada das mesquitas”, disse o sheik Mohamad Bukai.

Com 120 mil judeus, o Brasil abriga a segunda maior população judaica da América Latina e a décima maior do mundo. Diante da pandemia do coronavírus, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) e suas federadas tomaram todas as medidas para conter a disseminação do vírus.

Em março, sinagogas, escolas, entidades judaicas e clubes foram fechados e os serviços religiosos em diversas sinagogas passaram a ser transmitidos de forma online. “Neste momento, algumas delas já estão em fase de reabertura, seguindo rígidos protocolos de segurança”, disse o presidente do Conib, Fernando Lottenberg.

Segundo a Conib, 115 pessoas da comunidade judaica morreram de covid-19. Não há detalhamento apenas de religiosos.

Estaďão 

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EUA trabalham duro para que Maduro saia do poder até o fim do ano, diz diplomata americano

06 de agosto de 2020, 09:09

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Em audiência no Senado dos EUA, o enviado especial do país para a Venezuela, Elliott Abrams, ressaltou que Washington está somando esforços para conseguir o afastamento de Maduro do poder.

Além disso, a administração do presidente Donald Trump está disposta a dialogar com o presidente venezuelano somente para tratar de sua saída do poder.

“Com Maduro estamos dispostos a falar de sua saída. Se quer ficar na Venezuela ou ir embora, mas de nenhuma maneira falaremos com ele sobre sua permanência no poder”, afirmiu Abrams, citado pelo portal Infobae.

O diplomata americano também estipulou um prazo para a eventual saída de Maduro.

“Esperamos que não siga no poder após o final do ano e estamos trabalhando duro para que isso aconteça”, acrescentou.

Pressão

Apesar da atual política de sanções e pressão contra Caracas, Abrams conclamou os países para adotarem medidas ainda mais duras contra Maduro, entre elas restrições de viagem.

“Necessitamos de mais sanções, sanções pessoais, do tipo que o Canadá, a União Europeia e os países do Tratado do Rio fizeram”, disse o diplomata.

Por outro lado, os EUA reforçaram seu apoio ao lider oposicionista e autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó.

Para tanto, o título de presidente interino de Guaidó continuará sendo reconhecido pelos EUA, publicou o portal Stars and Stripes, citando Abrams.

Sputinik 

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Sabe o que é apendicite? Descubra os sintomas

06 de agosto de 2020, 07:46

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O apêndice é um pequeno órgão em forma de bolsa localizado no começo do intestino grosso que tem a missão de enfrentar infecções locais. Em alguns casos, ele pode sofrer com uma inflamação aguda, a chamada apendicite, localizada na região lateral e inferior direita do abdome.

Diante desse tipo de problema, a única opção é partir para a cirurgia na qual o apêndice é retirado. O quadro é evolutivo e, se não for tratado adequadamente, pode levar a complicações sérias.  “Por isso, o ideal é que o especialista examine o paciente o quanto antes”, diz André Augusto Pinto, cirurgião geral e bariátrico.

“Por causa da pandemia, muitas pessoas que estão apresentando sinais de apendicite estão demorando em se dirigir ao hospital, o que pode ser perigoso e, como o tratamento é sempre cirúrgico, não há outra opção”, alerta.

Conheça os principais sintomas da doença e, diante de qualquer um deles, converse com seu médico:

1 – Dor progressiva, que começa leve e se intensifica e ocorre de maneira difusa na região do abdômen e depois se concentra na sua lateral direita;

2 – Febre.

3 – Inapetência.

4 – Parada na eliminação de gases e fezes.

5 – Náuseas e vômitos.

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Muito frio e chuvas fazem a população da região de Jacobina lembrar o clima de outrora

05 de agosto de 2020, 14:35

Foto: Notícia Limpa

Os índices pluviométricos e as baixas temperaturas registradas na região de Jacobina neste ano de 2020 têm chamado atenção. Em mais de 20 anos não havia chovido tanto e com tanta freqüência. Em Jacobina a média histórica mensal que é de 90 mm, tem sido ultrapassada desde o ano passado, com destaque para a chuva torrencial do dia 2 de abril quando o volume de água chegou a quase 200 mm em algumas áreas da cidade, causando diversos estragos, como queda de pontes, desabamentos de casas e destruições de calçamentos.

Nos últimos dias a novidade é o aparecimento do sol, este que há vários anos era uma constante, com a estiagem castigando a produção de alimentos e prejudicando a criação de bovinos e caprinos. Junto com a chuva, a população tem ‘sofrido’ para acostumar com o frio atípico que vem sendo registrado. Durante algumas noites desde o mês maio, a temperatura chegou a 16°C, com sensação térmica de 12°C, índice muito baixo para uma região localizada no semiárido e com o clima tropical como preponderante, quando geralmente a pluviosidade no verão é maior que no inverno.

A temperatura média de Jacobina que é de 24.0ºC, este ano deverá contrariar as estatísticas, assim como a média de pluviosidade anual que é de pouco mais de 800 mm. Enquanto isso, os moradores recorrem aos ‘capotes’ e aos edredons e ‘cobertas de retalhos’ que se encontravam esquecidos nos armários há muito tempo.

“Misericórdia, está fazendo frio demais. Não lembro em ter sentido tanto frio em Jacobina”, reclamou a comerciária Clarice Almeida, moradora de Jacobina, sendo seguida com a mesmo opinião da sua conterrânea, a auxiliar de serviços gerais Maria do Rosário, “muito frio e muita molhação, minha casa está cheia de mofo. Nunca passei tanto tempo encasacada como neste ano”, disse.

História – Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes aos períodos de 1961 a 1970, 1973 a 1980, 1986 a 1989 e a partir de 1993, a menor temperatura registrada em Jacobina foi de 9,6 °C em 21 de agosto de 1966, e a maior atingiu 38,9°C em 19 de dezembro de 1994. Já o maior acumulado de precipitação (chuva) em  24 horas foi de 142,4mm em 6 de janeiro de 1994, com o recorde para um único mês ocorrido em março de 1997, com 821,7 mm.

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Pastor Valdemiro: MPF quer que religioso pague indenização por prometer cura da Covid-19

05 de agosto de 2020, 10:10

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Por meio de uma ação civil pública, o Ministério Público Federal (MPF) quer que o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, pastor Valdemiro Santiago, pague indenização por prometer cura da covid-19. O religioso vendia sementes de feijão com a falsa promessa que curariam a doença causada pelo novo coronavírus.

O MPF pede uma indenização de R$ 300 mil por danos sociais e coletivos que teriam sido causados pela prática. De acordo com o órgão, santiago divulgou vídeos em que afirma que ao plantar os feijões as pessoas seriam curadas da doença causada pelo coronavírus. Os grãos eram vendidos, ainda de acordo com a promotoria, por valores que variavam de R$ 100 a R$ 1 mil.

Em um trecho do vídeo, transcrito na ação, o pastor diz que laudos médicos comprovariam a eficácia dos feijões. “Você que me escuta aí e agora, cê viu na última reunião de bispos e pastores ? Apresentando com exame, um laudo médico, de gente curada de coronavírus, em estado terminal né, podemos dizer assim…gravíssimo, num estado muito avançado e Deus operou e fez maravilhas … E tá ali o exame para quem quiser”, diz Santiago, segundo transcrição de sua fala incluída na ação.

Para o Ministério Público, Santiago abusou da fé das pessoas para conseguir dinheiro. “No contexto em que foram proferidas as declarações resta evidente a prática abusiva da liberdade religiosa, na medida que incentiva os supostos fiéis ou interessados na aquisição das sementes de feijão, na crença de estarem curados, inclusive com o objetivo de angariar recursos financeiros dos fiéis”, diz o MPF.

A Agência Brasil não conseguiu contato com o pastor Valdemiro Santiago ou sua assessoria para comentar o caso.

Com informações da Agência Brasil

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