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Em guerra infantil contra a China, Trump proíbe o Tik Tok nos Estados Unidos

01 de agosto de 2020, 09:38

Foto: Reprodução

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (31) que a rede social TikTok será proibida nos Estados Unidos.

Segundo o presidente norte-americano, a proibição poderá entrar em vigor a partir de 1º de agosto e será implementada devido a “temores de segurança”. Para isso, poderia recorrer a uma ordem executiva ou ao uso de poderes econômicos emergenciais.

“Quanto ao TikTok, vamos proibi-lo nos Estados Unidos […] Bem, eu tenho autoridade para fazê-lo. Posso fazê-lo com uma ordem executiva ou com isso”, disse o presidente, referindo-se ao uso de poderes econômicos de emergência.

Os planos para proibir as operações de redes sociais chinesas no território norte-americano surgiram após vários senadores republicanos terem sugerido que a China poderia interferir nas eleições presidenciais dos EUA por meio do TikTok, que é uma plataforma para publicação de vídeos musicais curtos.

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Licuri e caju produzidos na Bahia são destaques na estreia do ‘Rural Produtivo’ da TVE

31 de julho de 2020, 15:34

Foto: SDR

O  primeiro episódio do ‘Rural Produtivo’ vai mostrar a importância da preservação dos licurizais e a grandiosidade do licuri e os seus derivados, além do manejo do caju. O programa estreia neste sábado (01), às 14h, na TVE, semanalmente vai incentivar o consumo dos produtos da agricultura familiar e agroecológicos, e abordará ainda dados sobre colheita, manejo e meteorologia, clima e ecologia, políticas públicas de assistência técnica rural, iniciativas da agroecologia, cultura popular e receitas culinárias.

Conhecido popularmente por diversos nomes, o licuri é um fruto do licurizeiro, planta nativa da Caatinga que garante o sustento de muitas famílias do semiárido. 80% da produção nacional do coquinho sai da Bahia. O programa vai mostrar depoimentos de produtores e a tradição na colheita da atividade, que é fonte de renda para a agricultura familiar, na comunidade do Alto do Capim, em Quixabeira, Centro Norte do Estado.

Em Ribeira do Pombal, por meio do Projeto Bahia Produtiva, o Semiárido baiano recebeu investimentos para a cajucultura. Ainda neste programa, agricultores familiares falam dos impactos na produção, colheita, transporte e logística, que possibilitaram a expansão dos produtos no mercado nacional e no exterior.

A produção é resultado de uma parceria da TVE com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e será exibida também em horários alternativos, às segundas-feiras, às 6h30, e às quintas-feiras, às 20h, e poderá ser assistido também pelo site www.tve.ba.gov.br/tveonline, do Youtube.com/tvebahia e do Facebook.com/tvebahia.

SERVIÇO:

‘Programa ‘Rural Produtivo’
Estreia: sábado (01), às 14h. Horários alternativos: segundas-feiras, às 6h30, e quintas-feiras, às 20h
Onde: TVE, Youtube, Facebook e no www.tve.ba.gov.br/tveonline

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Pelo WhatsApp: Câmara municipal aprova aumento de salário para vereadores, prefeito, vice e secretários

31 de julho de 2020, 15:02

Foto: Reprodução

Os vereadores de Congonhal, no Sul de Minas, aprovaram um aumento de até 80% nos salários dos agentes políticos da cidade. Os novos valores para prefeito, vice, secretários e vereadores passarão a vigorar a partir de 2021, durante a nova Legislatura.

Os vencimentos dos vereadores receberam o maior percentual de reajuste, passando dos atuais R$ 1.108,00 para R$ 2 mil, um acréscimo de 80%. Já o aumento dado para os cargos de secretários municipais ficou em 77%, saindo de R$ 2.100,00 para R$ 3.700,00.

Os salários do prefeito e do vice-prefeito receberam o mesmo percentual de aumento, 47%. O subsídio pago ao prefeito passará de R$ 8.200 para R$ 12 mil. Já o vice receberá um valor mensal de R$ 4 mil. Este ano está em R$ 2.730.

A proposta foi aprovada por unanimidade dos votos dos nove vereadores da Câmara e já foi sancionada pelo prefeito Rubens Vilela (Lei Ordinária nº 1.481). A sessão foi realizada em 23 de junho, através de um grupo de WhatsApp. Devido à pandemiad a COVID-19 não estão sendo realizadas as reuniões presenciais.

Até a publicação desta reportagem, a maioria da população da cidade, de 12 mil habitantes, que fica ao lado de Pouso Alegre, desconhecia que tal projeto tinha sido aprovado. Além das sessões serem em grupos privados de WhatsApp, o site da Câmara está desatualizado e não traz informações sobre projetos em tramitação ou votados recentemente.

Um morador ouviu uma conversa sobre a votação e pediu uma reportagem para apurar o assunto.

Justificativa para os aumentos

O presidente da Câmara, vereador Moisés Ferreira Vaz, justifica que era preciso votar a alteração no subsídio do prefeito porque a prefeitura está com dificuldades para contratar médicos para atuar no município, já que ninguém pode receber um salário acima do teto pago ao chefe do executivo municipal.

“Tivemos problema no final do ano passado com médicos deixando de trabalhar no município porque não podem receber acima do salário do prefeito, que estava em torno de R$ 8 mil e com desconto caía para cerca de R$ 7 mil”, conta o vereador.

Da mesma forma, diz o presidente do Legislativo, “hoje aqui não consegue contratar um secretário de saúde com formação técnica porque não tem salário suficiente, que está em R$ 2.100”.

Já quanto ao salário dos vereadores é o tempo sem aumento mesmo. Segundo a Câmara, a última votação de reajuste nos subsídios dos vereadores foi há 14 anos, em 2006. Já os salários do prefeito e do vice receberam um aumento em 2012.

A Câmara informa ainda que foi realizado um levantamento sobre os valores pagos em outros municípios da região. “A câmara nossa aqui é uma das mais enxutas, talvez, de Minas Gerais”, diz o presidente do Legislativo.

“A próxima gestão iria ficar travada se não fosse feita a votação de aumento. A gente não votou salário para nós. Votamos para a próxima gestão. A gente usou a coerência e a responsabilidade que nos compete para que o ajuste fosse feito para que próxima Legislatura e a próxima gestão não tenha problema”, finaliza o presidente da Câmara.

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Bíblia passou por ‘Photoshop’ no século XVI para agradar rei inglês, segundo pesquisador

31 de julho de 2020, 14:50

Foto: Pixabay / Emphyrio

homas Cromwell, autor de versão diferente de uma imagem, foi ministro chefe do rei inglês Henrique VIII, sendo uma figura-chave na Reforma Protestante que ocorreu na Inglaterra do século XVI.

Uma cópia da Grande Bíblia do século XVI dada a Henrique VIII foi manipulada por Thomas Cromwell, afirma o pesquisador israelense Eyal Poleg, da Universidade Queen Mary de Londres.

A cópia pessoal do rei da Grande Bíblia, que tem sido mantida na biblioteca do Colégio de São João na Universidade de Cambridge, Reino Unido, desde o século XVII, foi analisada com a ajuda de um microscópio digital e técnica de raios X por Poleg e pela pesquisadora sênior Paola Ricciardi para concluir que tinham sido feitas certas “manipulações” no livro.

“Foi realizado de forma tão profissional que são necessários um microscópio e uma boa fonte de luz para vê-lo”, explicou Poleg ao jornal Haaretz. “O que aconteceu no século XVI, na corte de Henrique VIII, se assemelha ao Photoshop de hoje.”

As escrituras foram dadas ao governante inglês, mas seu conselheiro real próximo, Thomas Cromwell, rompeu os laços com a Igreja Católica e criou a Igreja da Inglaterra. A primeira tradução da Bíblia hebraica, chamada de Grande Bíblia, foi então publicada em 1539, para ser distribuída às igrejas de todo o país e lida durante os serviços religiosos.

Segundo Poleg, “foi a primeira vez que todas as igrejas do reino foram ordenadas a comprar as Escrituras Sagradas em língua inglesa”.

Manipulação do retrato

Cromwell teve um papel importante durante o processo da Reforma Inglesa, e também foi imortalizado em uma das ilustrações das escrituras impressas. No entanto, o cientista observa que ele pode eventualmente ter ficado cauteloso com sua representação no livro, que é explicado pelo fato de que existem algumas diferenças significativas entre seu retrato na versão da Bíblia distribuída às igrejas e o que foi dado ao rei, impresso em livro de 1539.

Na versão original, o conselheiro político foi retratado como dando cópias do livro sagrado ao povo comum, algo que ele poderia ter temido que não seria aprovado pelo rei, nota Poleg. Assim, na versão das escrituras dadas a Henrique VIII, a que foi mantida na biblioteca da universidade, a imagem foi redesenhada para mostrar Cromwell recebendo a Bíblia do rei.

“Cromwell, com seus sentidos políticos aguçados, mudou a imagem para agradar Henrique VIII”, diz Poleg. “Ele reconheceu o risco que enfrentava e a falta de desejo do rei em apoiar a distribuição das escrituras para o povo comum.”

Outras manipulações alegadamente incluíram as mudanças feitas em uma ilustração de uma mulher, alegadamente para torná-la mais identificável como Jane Seymour, a esposa “amada” de Henrique VIII, que morreu logo após ter dado à luz seu filho, o rei Eduardo VI.

“Com a ajuda de análises avançadas, descobrimos que seu vestido era colorido com listras prateadas, e sua cabeça era decorada com uma folha dourada, o que a tornou uma figura mais distinta na ilustração”, diz o historiador, argumentando que o gesto foi aparentemente feito com o mesmo propósito, para agradar o rei.

Apesar de tudo, Henrique VIII acabou mais tarde retirando seu apoio em distribuir a Grande Bíblia entre o povo comum, e aprovou mesmo leis para impedir as mulheres e as pessoas das classes mais baixas de lê-la. Ele também ficou desapontado com seu principal ministro Cromwell, que foi declarado traidor depois que o rei se casou com Ana de Cléves. Cromwell foi decapitado em 1540, depois de menos de 10 anos no cargo.

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Efeitos da COVID-19 serão sentidos nas próximas décadas, adverte diretor da OMS

31 de julho de 2020, 14:43

Foto: Reprodução

O surto global do novo coronavírus é o tipo de desastre cujos efeitos durarão muitos anos, disse o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta sexta-feira (31).

“A pandemia é uma crise de saúde que ocorre uma vez no século, cujos efeitos serão sentidos nas próximas décadas”, afirmou Tedros em uma reunião do comitê de emergência da OMS, de acordo com comentários divulgados pela entidade.

A pandemia matou mais de 670 mil pessoas desde que surgiu em Wuhan, na China, com mais de 17 milhões de casos diagnosticados.

Estados Unidos, Brasil, México e Reino Unido foram particularmente afetados nas últimas semanas pela COVID-19, já que seus governos se esforçaram para encontrar uma resposta eficaz – muitas vezes questionando a ciência e os profissionais de saúde.

As economias foram atingidas pelas restrições de bloqueio introduzidas para restringir sua expansão, enquanto muitas regiões temem uma segunda onda.

Enquanto isso, mais de 150 empresas farmacêuticas estão trabalhando com vacinas, embora seu primeiro uso não possa ser esperado até o início de 2021, informou a OMS na semana passada.

Embora o conhecimento sobre o novo vírus tenha avançado, muitas perguntas permanecem sem resposta e as populações permanecem vulneráveis, explicou Tedros na sexta-feira (31).

“Os primeiros resultados dos estudos de sorologia [anticorpo] estão mostrando uma imagem consistente: a maioria das pessoas do mundo permanece suscetível a esse vírus, mesmo em áreas que sofreram surtos graves”, declarou.

“Muitos países que acreditavam ter passado pelo pior agora estão enfrentando novos surtos. Alguns que foram menos afetados nas primeiras semanas agora estão vendo um número crescente de casos e mortes”, concluiu.

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Médico aponta arma para paciente e é preso por porte ilegal

31 de julho de 2020, 12:41

Foto: Reprodução/Facebook

No Rio, um médico apontou uma arma para um paciente e foi preso.

Aconteceu na quinta, 30, em um consultório na Barra da Tijuca.

O pneumoligista Enio Studart atendia um paciente que teve coronavírus há dois meses.

O paciente conta que pediu para ser atendido porque se sentia muito cansado.

Segundo seu relato, durante a consulta os dois se desentenderam por conta de um exame para detectar o coronavírus. Enio teria questionado a qualidade do teste.

O médico, então, sacou uma arma de uma mochila e a apontou para o paciente, enquanto o ameaçava.

O paciente saiu da clínica e chamou a Polícia Militar. Foram em seguida para a 16ª DP, na Barra da Tijuca.

O médico já se encontrava no local para dar a sua versão dos fatos.

A polícia confrontou os relatos e desconfiou da versão do profissional de saúde.

Assim, decidiu investigar o carro do médico.

E, no veículo, encontrou um arsenal: um revólver, uma pistola, um soco inglês, duas facas, munições de diferentes calibres e um carregador de pistola.

A partir dessa apreensão, o médico que apontou uma arma para o paciente foi preso em flagrante por ameaça e porte ilegal de arma de fogo.

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Aprenda a fazer o seu desodorizante caseiro para clarear as axilas

30 de julho de 2020, 21:28

Foto: Reprodução

O desodorizante é um dos produtos da cosmética que provavelmente deixa a maioria das pessoas mais reticente quando se fala em experimentar uma opção natural. 

Sobretudo porque queremos nos sentir seguras e ter a certeza que o aroma não nos abandonará antes do dia chegar ao fim, além da possibilidade de formação de manchas nessa zona tão delicada. 

Ingredientes

– ¼ de xícara de bicarbonato de sódio;

– ¼ de xícara de amido de milho;

– 4 colheres (sopa) de óleo de coco. 

Para melhores resultados pode ainda acrescentar:

– 10 gotas de óleo essencial de lavanda ou eucalipto;

– 5 gotas de azeite ou 1 cápsula de vitamina E. 

Preparação

Aqueça um pouco o óleo de coco de modo que fique em estado líquido. Misture todos os ingredientes e coloque-os num recipiente limpo de desodorizante de barra ou num frasco de boca larga para aplicar o desodorizante com os dedos.

Dica

Se tiver um odor muito forte, deve utilizar 20 gotas de eucalipto, com propriedades antibacterianas, antifúngicas, antisépticas e que ativa a circulação.

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Com mil mortes por dia, por que há tantos indiferentes?

30 de julho de 2020, 16:41

Foto: Reprodução

O total de mortes diárias por covid-19 no País equivale à queda de três grandes aviões comerciais lotados, mas o número não choca mais. De norte a sul, brasileiros descumprem regras de isolamento social e voltam à rotina, em praias, restaurantes e festas, como se estivessem à margem da tragédia mundial. Embora a média oscile, o país está próximo de mil mortos por dia desde o começo de junho.

Em média, grandes aviões comerciais levam até 300 pessoas, entre tripulação e passageiros. No último grande acidente aéreo no Brasil, em julho de 2007 – o avião da TAM que não conseguiu pousar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e bateu no prédio -, 199 pessoas morreram e houve comoção nacional. Por que paramos de nos chocar com número tão alto de perdas na pandemia?

Conforme o site Our World in Data, que acompanha a pandemia em tempo real pelo mundo, o Brasil está na faixa das mil mortes diárias há seis semanas, desde meados de junho. Os Estados Unidos permaneceram nessa condição por oito semanas, a partir de meados de abril. Nenhum outro país ficou nesse patamar por tanto tempo.

“É como se estivéssemos anestesiados frente ao grande número de mortes”, avalia o sociólogo Rodrigo Augusto Prando, da Universidade Mackenzie. “Depois de um período de crise, todos clamam pela volta do normal e, até como sentido de autodefesa, a pessoa para de olhar o número de mortes. Cansadas, tristes, chegam à conclusão de que a vida tem de seguir, daí o termo novo normal. Estamos vivendo a normalidade dentro da anormalidade”.

Para o psiquiatra Daniel Martins de Barros, professor da Universidade de São Paulo (USP) e colunista do Estadão, os brasileiros estão normalizando os óbitos. “Não estou minimizando as mortes por covid, mas todo dia no Brasil morrem mais de três mil pessoas por causas diversas. São 100 mil óbitos, mais ou menos, por mês no País. É normal que as pessoas morram. O susto da covid, o desespero que ela trazia, não era pelas mortes na sociedade”, aponta. “O grande susto era o jeito que morriam, sem condições para serem atendidas por falta de vaga na UTI, então morriam dentro de casa. Era o medo porque aconteceu em alguns lugares de pessoas morrerem em casa, por medo de sair, porque não tinham assistência, etc.”

Poder da imagem

Para o filósofo Roberto Romano, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a pandemia realça a “tremenda ambivalência” humana. “Temos ao mesmo tempo gestos magnânimos, simpatias e heroísmo, mas também momentos de pequenez, egoísmo, autossatisfação com a maldade, o prazer em fazer o mal”, diz. “Essa duplicidade depende muito das condições de comunicação, visualidade e proximidade do fato. Se um parente próximo estiver no Boeing que caiu, a reação é de consternação, tristeza e até de revolta. Quando o fato não está no campo visual, de percepção imediata, essa reação se torna cada vez mais tênue.” Na pandemia, explica, a notícia das mil mortes é só um número. “Você não vê aquilo acontecendo, como os destroços de um Boeing, das Torres Gêmeas (atentado nos EUA, de 2001)”, exemplifica.

Romano define a educação como fundamental para que a sociedade reaja de forma evoluída, mesmo diante de uma tragédia. “Se você é educado para reagir de maneira mais simpática, tende a rejeitar a criminalidade que está dentro de você. Como disse (o filósofo grego) Platão, temos de ensinar aos jovens a diferença entre a caça aos animais e ao ser humano. Se não tiver lei, educação e ciência, você está em estado da natureza, um devorando o outro.” 

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Desrespeitando decreto que proíbe o transporte interestadual, ônibus da Gontijo transporta passageiros de São Paulo para Jacobina e Miguel Calmon (fotos)

30 de julho de 2020, 16:16

Foto: Notícia Limpa

Na edição do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (30), o governador Rui Costa ratifica o Artigo do Decreto que suspende a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans , principalmente de ônibus interestaduais, em 391 municípios no território do Estado da Bahia. A decisão, conforme o documento, ‘tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana’.

Apenas 22 municípios baianos estão com os serviços de transportes liberados. Todos eles têm 14 dias ou mais sem novos casos de COVID-19 confirmados, fruto da efetividade da adoção da política de isolamento e distanciamento social. Na lista do Decreto nº 19.881, de 29 de julho de 2020, publicado no DO da Bahia, as cidades de Jacobina e Miguel Calmon continuam na lista das localidades que estão proibidas de receber serviços de transportes intermunicipais e interestaduais, mas não é o que tem acontecido na prática.

No final da manhã desta quinta-feira um ônibus da empresa Gontijo que faz linha entre as cidades de São Paulo e Miguel Calmon foi parado na barreira sanitária instalada na entrada de Jacobina com 21 passageiros oriundos da capital paulista. Conforme informações do motorista do veículo, que tem sua identidade preservada, 18 passageiros desembarcaram na cidade e 3 seguiriam para Miguel Calmon.

A reportagem do Notícia Limpa presenciou o momento em que os passageiros estavam desembarcando, ao lado do ponto de Informações Turísticas de Jacobina. De acordo os profissionais de saúde que se encontravam de serviço na Barreira Sanitária, todos os passageiros tiveram suas temperaturas checadas e assinaram um termo onde se comprometeram a cumprir o período de quarentena por um período de até 14 dias, se apresentarem sintomas gripais. “Iremos monitorar os isolamentos”, disse um agente de saúde.

 

Sem qualquer restrição, o ônibus de placa OQH 2672, com licença do município de Curvelo em Minas Gerais, que havia saído às 21 horas do último dia 28 da cidade de São Paulo, chegou ao seu destino final, Miguel Calmon, no início da tarde de hoje, dia 30.

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Fake news divulgada por deputada do PSL é desmentida pelo Governo da Bahia

30 de julho de 2020, 07:52

Foto: Reprodução

O Governo da Bahia divulgou na noite desta quarta-feira (29), que é falsa a informação divulgada pela Carla Zambelli, do PSL de São Paulo e ligada ao presidente Jair Bolsonaro, de que o Governo Federal teria repassado R$ 831 milhões para o Governo do Estado da Bahia investir na luta contra a pandemia do novo coronavírus.

Conforme os dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-BA), foram repassados ao governo baiano apenas R$ 400,6 milhões, na forma de recursos emergenciais vinculados ao enfrentamento da crise sanitária. Do total de R$ 958,2 milhões destinados até agora ao combate aos efeitos do coronavírus pelo Estado da Bahia, R$ 557,6 milhões foram provenientes de recursos próprios do Governo do Estado.

Portanto, os recursos extraordinários do Governo Federal para a Bahia equivalem a menos da metade do valor divulgado pela deputada nas redes sociais e pelo aplicativo WhatsApp de forma massiva nesta quarta-feira (29).

É importante ressaltar que esses investimentos só foram viabilizados a partir de iniciativa parlamentar, no âmbito do Congresso Nacional.

Fonte: Blog Giorlando Lima 

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