90% dos municípios baianos estão com transporte suspenso

09 de julho de 2020, 11:18

A decisão, que tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana (Foto: Reprodução)

Cocos, Itiúba, Iuiu, Nova Fátima e São Gabriel terão o transporte intermunicipal suspenso a partir de sexta-feira (10/07). A decisão, que tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana, foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (9). Ficam proibidas nesses municípios a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de van. O decreto ainda mantém suspensas, até 12 de julho, a circulação, a saída e a chegada de ônibus interestaduais no território baiano. Lista de municípios No total, a Bahia possui 376 cidades com transporte suspenso. São elas: Abaíra, Abaré, Acajutiba, Adustina, Água Fria, Aiquara, Alagoinhas, Alcobaça, Almadina, Amargosa, Amélia Rodrigues, América Dourada, Anagé, Andaraí, Andorinha, Anguera, Antas, Antônio Cardoso, Antônio Gonçalves, Aporá, Apuarema, Araçás, Aracatu, Araci, Aramari, Aratuípe, Aurelino Leal, Baianópolis, Baixa Grande, Banzaê, Barra, Barra da Estiva, Barra do Choça, Barra do Mendes, Barreiras, Barro Alto, Barro Preto, Barrocas, Belmonte, Biritinga, Boa Nova, Boa Vista do Tupim, Bom Jesus da Lapa, Bom Jesus da Serra, Boninal, Botuporã, Boquira, Brejões, Brumado, Buerarema, Buritirama, Caatiba, Cabaceiras do Paraguaçu, Cachoeira, Caculé, Caém, Caetanos, Caetité, Cafarnaum, Cairu, Caldeirão Grande, Camacã, Camaçari, Camamu, Campo Alegre de Lourdes, Campo Formoso, Canarana, Canavieiras, Candeal, Candeias, Candiba, Cândido Soares, Cansanção, Canudos, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Caraíbas, Caravelas, Cardeal da Silva, Carinhanha, Casa Nova, Castro Alves, Catu, Chorrochó, Cícero Dantas, Cipó, Coaraci, Cocos, Conceição da Feira, Conceição do Almeida, Conceição do Coité, Conceição do Jacuípe, Conde, Condeúba, Coração de Maria, Cordeiros, Coribe, Correntina, Coronel João Sá, Cotegipe, Cravolândia, Crisópolis, Cristópolis, Cruz das Almas, Curaçá, Dário Meira, Dias D'Ávila, Dom Basílio, Dom Macedo Costa, Elísio Medrado, Encruzilhada, Entre Rios, Esplanada, Euclides da Cunha, Eunápolis, Fátima, Feira da Mata, Feira de Santana, Filadélfia, Firmino Alves, Floresta Azul, Formosa do Rio Preto, Gandu, Gentio do Ouro, Glória e Gongogi. A restrição também inclui Governador Mangabeira, Guajeru, Guanambi, Guaratinga, Heliópolis, Iaçu, Ibiassucê, Ibicaraí, Ibicoara, Ibicuí, Ibipeba, Ibipitanga, Ibirapitanga, Ibirapuã, Ibirataia, Ibitiara, Ibotirama, Ichu, Igaporã, Igrapiúna, Iguaí, Ilhéus, Inhambupe, Ipecaetá, Ipiaú, Ipirá, Irajuba, Iraquara, Irará, Irecê, Itabela, Itaberaba, Itabuna, Itacaré, Itaetê, Itagi, Itagibá, Itagimirim, Itaguaçu da Bahia, Itaju do Colônia, Itajuípe, Itamaraju, Itamari, Itambé, Itanagra, Itanhém, Itaparica, Itapé, Itapebi, Itapetinga, Itapicuru, Itapitanga, Itaquara, Itarantim, Itatim, Itiruçu, Itiúba, Itororó, Ituberá, Iuiú, Jacaraci, Jacobina, Jaguaquara, Jaguarari, Jaguaripe, Jandaíra, Jequié, Jeremoabo, Jiquiriçá, Jitaúna, João Dourado, Juazeiro, Jucuruçu, Jussara, Jussari, Laje, Lajedão, Lajedinho, Lajedo do Tabocal, Lamarão, Lapão, Lauro de Freitas, Lençóis, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Macajuba, Macarani, Macururé, Madre de Deus, Maiquinique, Mairi, Malhada, Malhada de Pedras, Manoel Vitorino, Mansidão, Maracás, Maragogipe, Maraú, Mascote, Mata de São João, Medeiros Neto, Miguel Calmon, Milagres, Mirangaba, Monte Santo, Morpará, Morro do Chapéu, Mortugaba, Mucugê, Mucuri, Mulungu do Morro, Muniz Ferreira, Muquém de São Francisco, Muritiba, Mutuípe, Nazaré, Nilo Peçanha, Nordestina, Nova Canaã, Nova Fátima, Nova Ibiá e Nova Itarana. Estão com restrição no transporte ainda Nova Redenção, Nova Soure, Nova Viçosa, Novo Triunfo, Olindina, Oliveira dos Brejinhos, Ouriçangas, Ourolândia, Palmas de Monte Alto, Palmeiras, Paramirim, Paratinga, Paripiranga, Pau Brasil, Paulo Afonso, Pé de Serra, Pedrão, Pedro Alexandre, Piatã, Pilão Arcado, Pindaí, Pindobaçu, Pintadas, Piraí do Norte, Piripá, Piritiba, Planalto, Poções, Pojuca, Ponto Novo, Porto Seguro, Potiraguá, Prado, Presidente Dutra, Presidente Jânio Quadros, Presidente Tancredo Neves, Queimadas, Quijingue, Quixabeira, Rafael Jambeiro, Remanso, Retirolândia, Riachão das Neves, Riachão do Jacuípe, Riacho de Santana, Ribeira do Amparo, Ribeira do Pombal, Ribeirão do Largo, Rio de Contas, Rio do Pires, Rio Real, Rodelas, Ruy Barbosa, Salinas da Margarida, Salvador, Santa Bárbara, Santa Brígida, Santa Cruz Cabrália, Santa Cruz da Vitória, Santa Inês, Santa Luzia, Santa Maria da Vitória, Santa Rita de Cássia, Santa Teresinha, Santaluz, Santanópolis, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Santo Estevão, São Desidério, São Felipe, São Félix, São Félix do Coribe, São Francisco do Conde, São Gabriel, São Gonçalo dos Campos, São José da Vitória, São José do Jacuípe, São Miguel das Matas, São Sebastião do Passé, Sapeaçu, Sátiro Dias, Saubara, Seabra, Sebastião Laranjeiras, Senhor do Bonfim, Sento Sé, Serra do Ramalho, Serra Preta, Serrinha, Serrolândia, Simões Filho, Sítio do Quinto, Sobradinho, Souto Soares, Tabocas do Brejo Velho, Tanquinho, Taperoá, Tapiramutá, Teixeira de Freitas, Teodoro Sampaio, Teofilândia, Teolândia, Terra Nova, Tremedal, Tucano, Uauá, Ubaíra, Ubaitaba, Ubatã, Uibaí, Umburanas, Una, Urandi, Uruçuca, Utinga, Valença, Valente, Várzea da Roça, Várzea Nova, Varzedo, Vera Cruz, Vereda, Vitória da Conquista, Wagner, Wenceslau Guimarães e Xique-Xique.

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Jacobina: Yamana Gold e CIPAMIN seguem realizando ações para enfrentamento e combate ao coronavírus

09 de julho de 2020, 09:17

Medidas são adotadas tanto interna quanto externamente na comunidade de Jacobina (Foto: JMC)

(Da assessoria) - A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração (CIPAMIN), juntamente com as equipes de RH e comunicação da Jacobina Mineração e Comércio (JMC) / Yamana e com setor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), vêm trabalhando incansavelmente e desempenhando uma série de ações essenciais no enfrentamento e combate à Covid-19. As medidas estão sendo implantadas tanto dentro da empresa, com seus funcionários e familiares, quanto fora, para toda a comunidade jacobinense. Dentre as ações, uma blitz está sendo realizada para conscientização e orientação, reforçando a importância da lavagem das mãos, do uso de máscara, do respeito ao distanciamento social, dentre outras ações de prevenção. Para Luiz Carlos Damasceno dos Santos, Presidente da CIPAMIN, esse trabalho é de extrema importância. “Somos a voz dos colaboradores e para os colaboradores. Uma das principais armas contra a propagação do novo coronavírus é a informação, recebida e repassada de forma responsável e correta. Temos conscientizado de que não é uma simples gripe e precisamos nos cuidar. Notamos um aumento do entendimento dos colaboradores, próprios e terceirizados, em relação à gravidade dessa doença que nos rodeia de forma invisível e todo o empenho da liderança em nos apoiar nessa batalha pela segurança e bem-estar de todos”, comenta. Além dessas ações, a JMC/Yamana, demonstrando seu compromisso com a população da cidade, vem promovendo diversas ações como a doação de testes rápidos, equipamentos de proteção, cestas básicas, além do auxílio aos comerciantes locais por meio da redução nos prazos de pagamento aos fornecedores. “Neste momento, impossível de prever, é necessária a união de todos e esforço para que as operações sigam com segurança, assim como a manutenção da saúde de todos os colaboradores. Nesse momento, a prevenção é o único meio de garantirmos a preservação da saúde e integridade física. Por isso, utilizamos do nosso time de apoio da CIPAMIN para auxiliar na identificação de melhorias e ações preventivas”, completa Luiz Carlos. A previsão é que o grupo atue no combate à Covid-19 em todo o período em que a população estiver sob a ameaça da pandemia. Serão acompanhadas a evolução e dimensão do vírus, para assim ser feita a consolidação e atualização do planejamento estratégico e das ações fundamentados em fontes científicas confiáveis para orientação à comunidade. “Continuamos fazendo tudo o que é possível para amparar e apoiar a comunidade local durante esse período difícil e solicitamos que todos mantenham as boas perspectivas. Vamos tomar todas as precauções para evitar a propagação do coronavírus e garantir que a JMC continue operando para o benefício de todos”, conclui Edvaldo Amaral, gerente-geral da JMC.

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Investimentos do Governo do Estado reforçam a atividade com o licuri em comunidades rurais baianas

09 de julho de 2020, 09:05

O licuri pode ser utilizado como base para diversas iguarias, a exemplo da cocada, cerveja, biscoitos, ou em diversas preparações, a partir do leite extraído da fruta batida (Foto: SDR)

A partir de pesquisas científicas e investimentos públicos, o licuri, fruto de uma das palmeiras típicas do Semiárido brasileiro, que há tempos era pouco valorizado, passa a ocupar, cada vez mais, um lugar de destaque na economia de diversos municípios da Bahia, como fonte de renda para agricultores familiares. O estado da Bahia, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o maior produtor de licuri do país. O licuri pode ser utilizado como base para diversas iguarias, a exemplo da cocada, cerveja, biscoitos, ou em diversas preparações, a partir do leite extraído da fruta batida. Além do óleo, empregado popularmente com fins medicinais ou cosmético, como hidratantes para a pele e cabelo, ou como base para a produção de outros itens de cuidados com o corpo. Uma dessas transformações está acontecendo na comunidade da Fazenda Boqueirão da Serra Grande, no município de Monte Santo. No local, famílias vinculadas à Associação Comunitária Terra Sertaneja (Acoterra) já começam a ver as primeiras mudanças que o processo de formação para a qualificação da atividade extrativista do licuri possibilitou. A associação, mantenedora da Escola Família Agrícola (EFA) de Monte Santo, atua em 16 comunidades rurais do município, e é uma das instituições selecionadas em editais do projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial. A agricultora Laudeci Maria de Santos, que trabalha com a quebra do licuri há cerca de 18 anos, observa as mudanças que já ocorreram na comunidade nos últimos anos, especialmente depois da valorização do produto. Laudeci conta que as ações realizadas pelo Governo do Estado incentivaram mais agricultoras e agricultores a iniciarem na atividade com o licuri, que é fonte de renda tanto com o fruto, quanto com outros produtos derivados. A agricultora fala sobre a expectativa com a chegada, na comunidade, por meio do Bahia Produtiva, da Unidade Simplificada para Beneficiamento e Produção do Óleo do Licuri, de equipamentos e da implantação dos terreiros, que possibilitarão a secagem adequada dos frutos: "Acredito que vai melhorar a vida da gente aqui, tanto na questão do licuri, quanto no incentivo a se cuidar melhor dos licurizeiros, o que vai ajudar muito a comunidade". InvestimentosA Acoterra está recebendo aporte financeiro do Governo do Estado, por meio do Bahia Produtiva, da ordem de R$ 1,7 milhão. Os recursos são destinados para a implantação de uma Unidade Simplificada para Beneficiamento e Produção do Óleo do Licuri, com máquinas e equipamentos para atender à demanda das comunidades Fazenda Boqueirão da Serra Grande e Fazenda Lagoa do Pimentel, que beneficiará diretamente cerca de 40 famílias. Também são ofertados serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater), com capacitações sobre manejo da palmeira do licuri, manejo adequado da amêndoa e sobre o processo de extração de óleo. O agente comunitário rural (ACR) do Bahia Produtiva, Magno Carvalho, que atua junto à Acoterra, prestando o serviço de Ater, conta que, no início, o óleo e a torta, que resultavam do processamento da amêndoa de licuri, eram vendidos para fábricas de sabão em Euclides da Cunha e Miguel Calmon, a preço baixos: “Com o passar do tempo, o trabalho para o melhoramento do óleo, possibilitou alcançar melhores preços”. Carvalho conta ainda que no início o valor pago pelo quilo da amêndoa era de menos de R$ 1, em geral, pelo alto índice de rancificação do produto. Ele observa que com a qualificação da atividade, o valor pago às famílias passou a ser de R$ 3 pela amêndoa utilizada na preparação do óleo bruto, R$ 5 para o azeite e R$ 10 para a amêndoa de petiscos. Luís José dos Santos, da comunidade rural Boqueirão da Serra Grande, já trabalha com o licuri há 50 anos e conta que sempre tem uma boa produção de licuri todos os anos, mas antigamente eles vendiam o licuri por um preço muito baixo para evitar a perda: "De dez anos para cá começou a melhorar e espero melhorar ainda mais com o projeto Bahia Produtiva, com o galpão, os terreiros e as máquinas que virão, para melhorar os preços e também a vida de quem vive na comunidade". OleaginosasPor meio do edital de oleaginosas estão sendo destinados recursos da ordem de R$ 5 milhões em 15 projetos, distribuídos em municípios como Monte Santo, Caldeirão Grande, Caém, Capim Grosso, Várzea da Roça, Filadélfia e Andorinha. Os principais investimentos são voltados para a implantação de unidades de extração do óleo do licuri, aquisição de máquinas e equipamentos para quebrar e despelar o licuri, e unidades de processamento e armazenamento. A ação vem transformar a realidade do trabalho, em sua maioria, das mulheres que quebravam e despelavam o licuri com o auxílio de pedras.

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Jacobina: No dia em que o município chega a 194 positivados, Prefeitura anuncia toque de recolher

08 de julho de 2020, 21:36

A movimentação nas ruas da cidade é considerada alta, inclusive na parte da manhã (Foto: Notícia Limpa)

No dia em que o município registra 194 casos confirmados do novo coronavírus, o prefeito Luciano Pinheiro baixa um novo decreto determinando ‘toque de recolher’. A decisão que já era previsível por conta do aumento diário de número de infectados, nos últimos sete dias a quantidade de positivados subiu de 125, no dia 1º de julho, para 194 nesta quarta-feira (8). Mesmo sem uma comprovação científica, muitos moradores acreditam que a flexibilização do isolamento social, com a abertura total do comércio, contribuiu substancialmente com o aumento de contagiados. No dia 30 de maio deste ano, quando as atividades consideradas não essenciais voltaram a funciona, o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde apontava que 45 pessoas haviam sido contaminadas; de lá para cá o aumento foi de 450 por cento, 149 casos a mais. Toque de recolher – De acordo com o Decreto 212, publicado no Diário Oficial do Município, na tarde desta quinta-feira, está proibida a circulação de pessoas em todo o município, inclusive nas comunidades rurais, entre as 20 e 5 horas da manhã. A determinação entra em vigor a partir do próximo sábado, dia 11, A partir deste dia, os bares e restaurantes deverão encerrar suas atividades presenciais até as 18 horas. Continua proibido o transporte intermunicipal em todo o território e a venda de todo tipo de mercadorias nas feiras livres do município. No decreto não especifica a data final para esta deliberação justificada, entre outras considerações, a necessidade de adoção de medidas para a redução do número de casos em ascensão na cidade. Conforme o documento, ‘a desobediência pode ser enquadrada como crime contra a saúde pública’. Veja o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde de Jacobina, divulgado nesta quarta-feira (8).

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Globo informa que não vai transmitir Fla-Flu da final da Taça Rio

07 de julho de 2020, 08:10

A emissora anunciou que não fará a exibição em meio a uma briga jurídica com a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)

A TV Globo informou que não transmitirá a partida entre Flamengo e Fluminense, marcada para esta quarta-feira (8). O jogo decidirá a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, e poderá ser o duelo decisivo da competição, já que o Flamengo venceu o primeiro turno e ficará com o título se triunfar também no segundo. A emissora anunciou que não fará a exibição em meio a uma briga jurídica com a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro). Ela entende que o contrato de transmissão do torneio foi quebrado no momento em que a FlaTV, do Flamengo, apresentou a partida da equipe contra o Boavista, na semana passada. A Globo diz que tinha um acordo de exclusividade e já havia dado o compromisso como rescindido na última quinta (2). No entanto, a Ferj obteve uma liminar na 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro contra a rescisão unilateral, o que obrigou a TV a transmitir o confronto entre Fluminense e Botafogo, no domingo (5). Responsável pela decisão, a juíza Eunice Bittencourt Haddad determinou nesta segunda (6) que a liminar concedida por ela não é válida para jogos do Flamengo. O clube rubro-negro não tinha contrato com a emissora carioca, que se acertou apenas com os demais 11 times envolvidos no campeonato. "A Globo reitera seu entendimento de que o contrato foi rescindido e reafirma que os clubes estão livres para ceder os direitos sobre seus jogos ou transmiti-los", afirmou a TV, em nota. Além do embate com o Boavista, o Flamengo também exibiu sua partida contra o Volta Redonda, no domingo, na FlaTV. O clube se diz amparado pela Medida Provisória 984, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e publicada no Diário Oficial do último dia 18. A medida dá ao clube mandante a prerrogativa de comercializar seus direitos de transmissão. Até a publicação da MP, o texto da Lei Pelé previa que esse direito pertencia às duas partes envolvidas na partida.

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Cientistas fazem alerta sobre transmissão da covid-19 pelo ar

07 de julho de 2020, 07:46

Especialistas pedem, numa carta aberta, que a OMS reavalie algumas das recomendações contra a propagação do novo vírus (Foto: Reprodução)

Mais de 239 cientistas de 32 países estão pedindo à Organização Mundial de Saúde (OMS) que reveja as recomendações que tem divulgado referentes ao coronavírus, alegando que existem indícios de que a Covid-19 também se transmite pelo ar.  De acordo com o New York Times, que teve acesso à versão inicial de uma carta aberta assinada pelas duas centenas de cientistas, há provas de que o novo vírus pode estar presente no ar através de pequenas partículas e, assim, infectar as pessoas. Ou seja, espaços mal ventilados ou com muitas pessoas podem ser locais ainda mais propícios à propagação do coronavírus.  Ainda segundo o documento - que deverá ser divulgado na próxima semana na revista científica 'Clinical Infectious Diseases', da Universidade de Oxford - a OMS apenas tem alertado para o risco de transmissão da Covid-19 pelo contato físico ou pela disseminação de pequenas gotículas respiratórias que são expelidas nos espirros, por exemplo. Os cientistas acreditam que não estão sendo consideradas gotículas menores que ficam no ar e não caem rapidamente para o chão ou superfícies, como sustenta a OMS.   Em declarações à referida publicação norte-americana, Linsey Marr, co-signatária desta carta e especialista da Universidade Virgina Tech, nos EUA, argumentou que a maior das experiências realizadas pela OMS são feitas em ambientes hospitalares, onde há uma boa ventilação do ar. Uma situação que se opõem ao que acontece na maioria dos espaços interiores, onde “a taxa de renovação do ar é muito baixa, permitindo que o vírus se acumule no ar e represente um risco maior.” As duas centenas de especialistas deixam ainda a sugestão de que poderia passar a ser obrigatório o uso de máscara de proteção individual no interior de espaço fechados, independentemente do distanciamento social, tal como deveriam ser adaptados sistemas de ventilação em lugares propícios aaglomeração de pessoas como escolas, lares de idosos e empresas.

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Brasil ultrapassa a marca de 65 mil mortes por coronavírus

06 de julho de 2020, 20:48

As novas mortes foram registradas no Ceará (21), Distrito Federal (16), Goiás (33), Minas Gerais (29), Mato Grosso do Sul (5), Pernambuco (20), Rio Grande do Norte (33), Roraima (3), São Paulo (56) e Tocantins (4) (Foto: Reprodução)

OBrasil registrou 220 mortes e 8.766 infectados pelo novo coronavírus no balanço divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa às 13h desta segunda-feira, 6, ultrapassando o total de 65 mil óbitos pela doença. Ao todo, 65.120 vidas foram perdidas para a covid-19 e 1.613.351 contaminados pela doença desde o início da pandemia, segundo dados do levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde na manhã desta segunda-feira. As novas mortes foram registradas no Ceará (21), Distrito Federal (16), Goiás (33), Minas Gerais (29), Mato Grosso do Sul (5), Pernambuco (20), Rio Grande do Norte (33), Roraima (3), São Paulo (56) e Tocantins (4). Desde que as regras de isolamento e distanciamento sociais foram flexibilizadas em meio à pandemia, pelo menos 12 capitais brasileiras viram seus índices de infecções aumentarem. Em São Paulo, a reabertura da economia com o Plano SP também fez o registro de mortes acelerar e atingir o maior número de vítimas fatais na última quinzena de junho. Ainda no domingo, 5, o Estado ultrapassou a marca de 320 mil infectados e 16 mil óbitos, mas nos últimos dias os números apresentaram uma desaceleração. Consórcio de veículos de imprensa O balanço de óbitos e casos no Brasil é resultado da parceria entre jornalistas dos seis meios de comunicação, que uniram forças para coletar junto às secretarias estaduais de Saúde e divulgar os números totais de mortos e contaminados. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia. Mesmo com o recuo do Ministério da Saúde, que voltou a divulgar o consolidado de casos e mortes, o consórcio dos veículos de imprensa continua com o objetivo de informar os brasileiros sobre a evolução da covid-19 no País, cumprindo o papel de dar transparência aos dados públicos. O órgão informou, no início da noite deste domingo, que o Brasil contabilizou 602 óbitos e mais 26.051 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Com isso, segundo o Ministério da Saúde, no total são 1.603.055 mortes e 64.867 casos confirmados pelo coronavírus. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados. Mortes no mundo O Brasil é o segundo do mundo com maior número de casos e mortes por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que possuem 2,8 milhões de infecções confirmadas e 129,7 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. Veja os números abaixo: - Estados Unidos: 129,9 mil - Brasil: 65 mil - Reino Unido: 44,3 mil - Itália: 34,8 mil - México: 30,6 mil - França: 29,8 mil - Espanha: 28,3 mil - Índia: 19,6 mil - Irã: 11,7 mil - Peru: 10,5 mil Infectados no mundo - Estados Unidos: 2,8 milhões - Brasil: 1,6 milhão - Índia: 697,4 mil - Rússia: 686 mil - Peru: 302 mil - Chile: 295 mil - Reino Unido: 286,9 mil - México: 256 mil - Espanha: 250,5 mil - Irã: 243 mil

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Jacobina: Aumento de número de mortes e casos confirmados de coronavírus preocupam a população

06 de julho de 2020, 15:50

O município de Jacobina teve uma alta de certa de 270 por cento no número de casos depois da reabertura total do comércio (Foto: Notícia Limpa)

O aumento do número de casos do novo coronavírus passa a ser uma das maiores preocupações da população jacobinense nos últimos dias. Dia último dia 30, até o final da manhã desta segunda-feira, dia 6 de julho, a quantidade de infectados no município passou de 115 para 168 casos, uma média de quase 8 casos por dia. Da abertura total do comércio, depois do decreto que flexibilizou o isolamento social que entrou em vigor no dia 30 de maio, o número de positivados que era de 45 contaminados contabiliza até o momento 168, uma alta de cerca de 270 por cento. Na manhã desta segunda-feira foi anunciada terceira morte por Covid-19 em Jacobina, trata-se de Cleonice Maria Soares da Silva, de 67 anos. A vítima estava internada em um hospital em Salvador. Conforme o Informativo epidemiológico divulgado hoje pela  Secretaria Municipal de Saúde, 58 pessoas estão curadas do novo coronavírus, 3 estão internadas e 90 se encontram em isolamento em suas residências. Veja Informativo abaixo:

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Sr. do Bonfim: Prefeito assina decreto de toque de recolher; multa para quem desobedecer o decreto pode chegar até R$3 mil reais

06 de julho de 2020, 11:31

A pena é aumentada de um terço, se o agente é funcionário da saúde pública ou exerce a profissão de médico, farmacêutico, dentista ou enfermeiro. (Foto: Reprodução)

Seguindo as mesmas medidas adotadas por alguns municípios desde o início da pandemia, Senhor do Bonfim dará início ao primeiro decreto de toque de recolher, restringindo a circulação de pessoas em vias públicas a partir dessa segunda-feira (06), entre 20h e 5h. Em razão do toque de recolher fica terminantemente proibida a circulação e permanência de pessoas nos parques, praças públicas municipais, ruas e logradouros, objetivando evitar contatos e aglomerações, no período de 06 a 19 de julho (15 dias). Segundo o decreto assinado pelo prefeito,Carlos Brasileiro, o toque de recolher é para confinamento domiciliar obrigatório, ficando terminantemente proibida a circulação de pessoas e veículos, exceto nos casos; deslocamento para ida a serviços de saúde em situação de urgência/emergência ou farmácia para compra de medicamentos; situações em que fique comprovada a urgência ou emergência do deslocamento; deslocamento de servidores, funcionários e colaboradores, no desempenho de suas funções, que atuem nas unidades públicas ou privadas de saúde, das estruturas das Forças Policiais e de Segurança Pública e patrimonial; e os postos de combustíveis, unidades de pronto antedimento em saúde e hospitais. Para proprietário de estabelecimento de comercial que descumprir o decreto, a multa poderá chegar a R$ 3.000,00 (três mil) em caso de residencia, no primeiro momento momento, será cobrado multa de R$500,00 (quinhentos reais), e suspensão do alvará de funcionamento. Se a policia encontra alguma pessoa em via publica depois das 20h, a pessoa será advertida verbalmente, em caso de reincidência, será levada para a delegacia, podendo pagar multa de R$500,00 até R$3.000,00. Fonte: Ivan Silva Notícias 

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Padre diz que Bolsonaro é ‘bandido’ e eleitores devem pedir perdão a Deus (Vídeo)

05 de julho de 2020, 18:52

Durante a missa on-line na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, em Artur Nogueira, no interior de São Paulo, o religioso rezou pelos mortos, lembrou que o país está sem um ministro da Saúde em meio à pandemia que matou até agora quase 65 mil brasileiros, e afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “não presta”, é “bandido” (Foto: Reprodução)

O padre Adélio Tagliaferro fez um sermão que está repercutindo fortemente na internet neste domingo (5).  Durante a missa on-line na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, em Artur Nogueira, no interior de São Paulo, o religioso rezou pelos mortos, lembrou que o país está sem um ministro da Saúde em meio à pandemia que matou até agora quase 65 mil brasileiros, e afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “não presta”, é “bandido” e os eleitores deveriam pedir perdão a Deus por ter votado nele. Adélio afirmou que Jesus Cristo morreu crucificado por dizer a verdade e que por isso, agora ele está falando sobre o assunto durante o sermão: “Não quero sofrer represália nenhuma, não é essa a minha intenção de jeito nenhum. Só que a verdade é a verdade, e, como disse Jesus, proclamem sobre os telhados aquilo que é verdadeiro. Não tenho medo. Coragem, disse Jesus no Evangelho de hoje. Coragem! Isso é difícil, sim. É muito difícil, mas nós precisamos acordar e nos despertar para aquilo que está acontecendo no nosso país, a destruição do nosso povo, que vai aos postos de saúde e são destratados. É uma pena que estejamos nesta situação. Não precisaríamos disso, mas não é fácil, nós sabemos disso”. https://youtu.be/AYAeS8HVuPI

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Cientistas descobrem nova espécie de perereca-de-bromélia na Bahia

05 de julho de 2020, 18:08

Com isso, já estão contabilizadas 14 espécies diferentes desse pequeno anfíbio que nasce, cresce, reproduz e morre em meio às bromélias (Foto: Reprodução)

Foi ouvindo o som que saía de bromélias localizadas a 20 metros de altura, em árvores remanescentes da Mata Atlântica baiana, que o professor Mirco Solé, do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (BA), teve seu primeiro contato com aquilo que, 13 anos depois, seria mais uma de suas seis descobertas científicas: a Phyllodytes magnus, uma nova espécie das chamadas pererequinhas-de-bromélia. Com isso, já estão contabilizadas 14 espécies diferentes desse pequeno anfíbio que nasce, cresce, reproduz e morre em meio às bromélias. Pesquisas já comprovaram que pelo menos uma dessas espécies tem como uma de suas fontes de alimento larvas de mosquitos que transmitem doenças como dengue, zika ou chikungunya. “De fato as pererequinhas-de-bromélia desempenham função ecológica que beneficia o ser humano”, disse o professor. “Dentre elas [as 14 espécies já descobertas] têm uma que já foi estudada, e da qual sabemos que os girinos conseguem se alimentar de larvas de mosquitos. Ela atua como controlador biológico de larvas de mosquitos que transmitem dengue, zika ou chikungunya, que se desenvolvem nas axilas de bromélias.” Uma das primeiras dificuldades que os pesquisadores tiveram para avançar os estudos foi o acesso à copa das árvores, localizadas 20 metros acima do solo, onde ficam as bromélias que servem de habitat para essa espécie, que chega a medir 4 cm. “Isso foi por volta de 2007, em Uruçica [município a cerca de 40km de Ilhéus], quando fazíamos o inventário dos anfíbios a pedido da dona de uma RPPN [Reserva Particular do Patrimônio Natural, um tipo de unidade de conservação particular]. Foi ali que, pela primeira vez, ouvimos o canto diferenciado dessa perereca que tem sua vida intimamente ligada às bromélias”, lembrou o pesquisador. O canto citado por Solé é emitido pelos machos da espécie como estratégia de atração de fêmeas à sua bromélia. Posteriormente, foram encontrados outros indivíduos da espécie na Estação Ecológica Estadual de Wenceslau Guimarães e no Parque Estadual da Serra do Conduru, ambos na Bahia. “Começamos então um estudo de taxonomia integrativa no qual analisamos a morfologia externa, genética, o canto e até a morfologia interna dos animais. Chegamos à conclusão de que se tratava de uma espécie nova para a ciência. Batizamos de Phyllodytes magnus”, disse o professor Solé, referindo-se aos termos que significam quem entra nas folhas e grande, respectivamente. “Parece um nome muito pretensioso para uma pererequinha de apenas quatro centímetros. Porém, se levarmos em conta que a maioria das 14 espécies do grupo não alcança três centímetros, o magnus é um verdadeiro gigante no reino dos anões”, destacou o professor do Programa de Pós-Graduação em Zoologia da UESC, Iuri Ribeiro Dias. As pererequinhas-de-bromélia são animais que se encontram unicamente no Brasil. Com exceção de uma espécie que chega até o Rio do Janeiro, todas as demais são essencialmente nordestinas. O estudo identificou um distanciamento genético superior a 6% em relação a outras pererequinhas-de-bromélia. Além do tamanho, a Phyllodytes magnus se distingue por possuir tom amarelo pálido, um canto diferente, pele granulosa na região dorsal e pela ausência de uma listra escura na lateral do corpo, comum a outras espécies do grupo. “Descrever espécies novas é o que chamamos de ciência básica. É só a partir da descrição científica que podemos investir em outros tipos de pesquisas mais aplicadas. As pererequinhas-de-bromélia se alimentam, sobretudo, de formigas. Formigas dispõem de um verdadeiro arsenal químico de defesa, como, por exemplo, o ácido fórmico. As pererecas podem ou eliminar essas substâncias ou bioacumular elas, a ponto de, inclusive, usá-las para sua própria defesa”, informou Solé. "Essas substâncias podem ser pesquisadas e, quem sabe, serem futuramente utilizadas para desenvolver remédios”, disse o professor de nacionalidades alemã e espanhola, que chegou ao Brasil em 1998. Com a descoberta, novas perguntas surgem sobre a espécie e, com isso, a expectativa é de que novos estudos sejam implementados. “Primeiramente queremos entender se o que temos descoberto para uma das espécies de pererecas-de-bromélias – o fato de elas conseguirem se alimentar de larvas de mosquito – é uma peculiaridade dessa única espécie ou se é um padrão para todas as espécies do gênero”, afirmou o pesquisador. Segundo ele, caso se confirme que todas as espécies atuam como biocontroladores de mosquitos “ficará mais fácil explicar a importância de preservá-las para a sociedade." Para isso serão feitos experimentos no Laboratório de Herpetologia Tropical da UESC, informou. “Acreditamos que a nova espécie possa ocorrer em outros locais de Mata Atlântica da Bahia. Porém, como os últimos fragmentos dessa floresta estão sendo destruídos a um ritmo acelerado, a sobrevivência da espécie pode estar comprometida”, complementou.

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