Novo coronavírus não foi criado pelo homem nem modificado geneticamente, aponta inteligência dos EUA

30 de abril de 2020, 19:45

A teoria foi impulsionada por apoiadores do presidente Donald Trump, que no início do mês voltou a atacar a China e a Organização Mundial da Saúde (OMS) (Foto: Reprodução)

 

Os serviços de inteligência dos Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (30) terem chegado à conclusão de que o novo coronavírus teve origem na China, mas “não foi criado pelo homem, nem modificado geneticamente”.
 
Os serviços de inteligência ainda buscam “determinar se a epidemia começou por meio de contato com animais infectados ou se foi resultado de um acidente de laboratório em Wuhan”, cidade chinesa onde surgiu a pandemia, assinala a Direção Nacional de Inteligência (DNI) em comunicado.
 
Ainda no texto, o DNI diz que continuará analisando com rigor as informações que surgirem sobre o novo coronavírus. O comunicado público é divulgado depois que o presidente Donald Trump disse que não descartava pedir uma compensação a Pequim pela pandemia.
 
Segundo a imprensa americana, Trump pediu aos serviços de inteligência que determinassem a origem do vírus, atribuído a um mercado de Wuhan antes do surgimento de suspeitas de falha de segurança em um laboratório da cidade.
 
Segundo uma pesquisa recente da Pew Research, 29% dos americanos acreditam que o vírus foi criado em laboratório e, destes, 23% acham que intencionalmente.
 
EUA investigava a China
 
De acordo com reportagem divulgada pela emissora Fox News no início de abril, Oficiais da Inteligência e da Segurança Nacional dos Estados Unidos estão investigando se o novo coronavírus foi criado em um laboratório da cidade chinesa de Wuhan.
 
A teoria foi impulsionada por apoiadores do presidente Donald Trump, que no início do mês voltou a atacar a China e a Organização Mundial da Saúde (OMS) por conta da pandemia mundial.  
 
Em resposta, no dia 16 de abril, o Ministério das Relações Exteriores da China disse não existir provas de que o coronavírus, que já infectou mais de 2 milhões de pessoas no mundo, foi produzido em um laboratório. 
 
O porta-voz da pasta, Zhao Lijian, fez o comentário em resposta a uma pergunta sobre acusações de que o coronavírus teve origem em um laboratório da cidade chinesa central de Wuhan, onde a epidemia surgiu no final de 2019.
 
Apesar de não abordar diretamente os comentários de Trump, Zhao disse aos repórteres que as autoridades da OMS “disseram diversas vezes que não há prova de que o novo coronavírus foi criado em um laboratório”. 
 
 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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