Afinal, quantas bananas devemos comer por dia?

29 de novembro de 2020, 10:49

Tudo o que é de mais... (Foto: Reprodução)

As bananas são uma fruta incrivelmente popular - e não é de se admirar. São convenientes, versáteis e um ingrediente básico em muitas cozinhas em todo o mundo. Embora as bananas sejam um alimento saudável e rico em nutrientes, comer demais pode ser prejudicial. Como em tudo, comer muito de um único alimento pode contribuir para o ganho de peso e deficiências nutricionais. Assim, segundo a Healhline, uma a duas bananas por dia é considerada uma ingestão moderada para a maioria das pessoas saudáveis.  

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“Se quiser ter Natal em 2021, não vá a festas neste ano”, adverte sanitarista

28 de novembro de 2020, 16:31

A advertência é do médico sanitarista Gonzalo Vecina. Fundador e ex-presidente da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) (Foto: Reprodução)

“A pandemia vai durar o ano que vem inteiro. A questão das festas de fim de ano é bem simples. A pergunta a ser respondida é: você quer festejar o Natal de 2021? Se for sim, não festeje o de 2020. Se for não, vá para o Natal de 2020. Quem sabe você arrume um encontro com o coronavírus e com as consequências daí oriundas para você e para as pessoas que você ama. Não tem como explicar isso de forma diferente”. A advertência é do médico sanitarista Gonzalo Vecina. Fundador e ex-presidente da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), ele fala ao Tutaméia sobre perspectivas para a vacina, aponta os erros de Bolsonaro, descreve a inação do Ministério da Saúde, critica as aberturas promovidas por governos, alerta para os riscos que corre a agência e examina a questão da pandemia de um ponto de vista panorâmico. Ex-secretário de saúde da cidade de São Paulo, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP), Vecina examina as consequências econômicas e sociais da pandemia. Saúda os movimentos de solidariedade que surgiram no início do ano, mas declara: “Não tem como construir um mínimo de dignidade só com filantropia e solidariedade. Se não tiver Estado, teremos barbárie. Não tem a menor dúvida disso”. Para ele, será preciso distribuir dinheiro para os mais pobres, “jogar dinheiro de helicóptero”, como defendem muitos economistas de diferentes matizes. “A sociedade vai ter que passar por essa crise para chegar do lado de lá. Ou vai renovar o auxílio emergencial, ou vai ter algum outro tipo de auxilio, ou vamos ter que colocar esse presidente para fora, que é uma hipótese que é muito louvável e que deve ser considerada. O substituto não é grande coisa, mas talvez faça menos bobagem do que ele”. “Não tem como construir um mínimo de dignidade só com filantropia e solidariedade. Se não tiver Estado, teremos barbárie. Não tem a menor dúvida disso”. Para ele, será preciso distribuir dinheiro para os mais pobres, “jogar dinheiro de helicóptero”, como defendem muitos economistas de diferentes matizes. “A sociedade vai ter que passar por essa crise para chegar do lado de lá. Ou vai renovar o auxílio emergencial, ou vai ter algum outro tipo de auxilio, ou vamos ter que colocar esse presidente para fora, que é uma hipótese que é muito louvável e que deve ser considerada. O substituto não é grande coisa, mas talvez faça menos bobagem do que ele”. Fonte: Brasil de Fato

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Cientista explica por que, mesmo após contato com doentes, algumas pessoas não contraem COVID-19

28 de novembro de 2020, 08:57

(Foto: Reprodução)

Não são somente os anticorpos que permitem ao organismo se proteger do coronavírus, afirma especialista. Em entrevista ao portal MK, o especialista russo Sergei Ivanov comentou casos em que pessoas permaneceram saudáveis mesmo após contato com indivíduos  infectados com o novo coronavírus. "Simplesmente, elas não são suscetíveis a este coronavírus", esclareceu Ivanov. O microbiologista acrescentou que especialistas do Instituto de Epidemiologia e Microbiologia Pasteur, localizado na cidade russa de São Petersburgo, chegaram a esta conclusão após terem analisado o comportamento do vírus. Eles notaram que alguns médicos que trabalham em 'zonas de grande risco' não ficam infectados mesmo depois de muitos meses", revelou o entrevistado. A pandemia da COVID-19 está presente em todos os continentes do globo. Segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA), já foram registrados mais de 61 milhões de casos e 1,4 milhão de falecimentos devido a complicações da infecção. Atualmente, os Estados Unidos, Índia e Brasil são os países mais afetados pelo número total de casos. Sputinik 

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Professora é condenada por querer se casar com aluna de 12 anos

28 de novembro de 2020, 08:45

Allison Chilton foi indiciada por abuso de menor. (Foto: Reprodução)

Uma professora americana de 27 anos foi condenada a cinco anos de prisão por assediar e manifestar desejo de se casar com uma aluna de 12 anos. Allison Chilton foi indiciada por abuso de menor. O caso aconteceu em 2017 em uma escola de ensino médio no condado de Oakbrook, na Califórnia (EUA), mas a sentença só saiu esta semana. De acordo com a rede WCSC, as investidas da professora de artes foram descobertas pelo pai da menina, que teve acesso a mensagens trocadas por elas via celular. Em uma das mensagens, Allison escreveu à aluna: “Eu quero ser a sua mulher”. Outras mensagens enviadas pela professora sugeriam que as duas tivessem contato sexual. Investigadores descobriram que Allison e a aluna tiveram encontros a sós na escola durante o recesso do ano letivo. Após cumprir a pena de reclusão, Allison terá que passar cinco anos em condicional. A professora também teve o nome incluído na lista de criminosos sexuais da Califórnia. Como denunciar casos de abuso infantil Há algumas formas de denunciar casos de violência sexual a menores de idade: Disque 100 Como nos casos de racismo, homofobia e outras violações de direitos humanos, qualquer cidadão pode fazer uma denúncia anônima sobre casos abuso infantil pelo Disque 100. A denúncia será analisada e encaminhada aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos, respeitando as competências de cada órgão. Aplicativo Proteja Brasil Depois de instalar o aplicativo gratuito em seu celular, o usuário rapidinho, respondendo um formulário simples, registra a denúncia, a qual será recebida pela mesma central de atendimento do Disque 100. Se quiser acompanhar a denúncia, basta ligar para o Disque 100 e fornecer dados da denúncia. Ouvidoria Online O usuário preenche o formulário disponível aqui e registra a denúncia, a qual também será recebida pela mesma central de atendimento do Disque 100. Se quiser acompanhar a denúncia, basta ligar para o Disque 100 e fornecer dados da denúncia. ONGs Se for possível, procure Organizações que atuam para o combate ao problema, como o ChildFund Brasil e a Childhood Brasil. Safernet A Safernet é uma organização social que recebe denúncias de crimes que acontecem contra os direitos humanos na internet, incluindo pornografia infantil e tráfico de pessoas. Conselho Tutelar O Conselho Tutelar é responsável pelo atendimento de crianças e adolescentes ameaçados ou violados em seus direitos. Pode aplicar medidas com força de lei. A denúncia pode ser feita por telefone ou pessoalmente, na sede do conselho. Encontre o telefone do Conselho Tutelar mais próximo digitando “Conselho Tutelar + o nome do seu município” no Google. CREAS / CRAS Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) realizam o atendimento em atenção básica à população em geral, e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) oferecem o atendimento de média complexidade, que inclui o atendimento psicossocial a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Acesse o site do Ministério da Cidanania, localize as unidades por Estado ou município. Ministério Público Responsável pela fiscalização do cumprimento da lei. Os promotores de justiça têm sido fortes aliados do movimento social de defesa dos direitos da criança e do adolescente. Todo Estado conta com um Centro de Apoio Operacional (CAO), que pode e deve ser acessado na defesa e garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. No site da Childhood Brasil você encontra o contato do MP de todos os estados brasileiros. Catraca Livre 

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Senha “123456” é a pior senha mais usada no mundo

28 de novembro de 2020, 08:26

(Foto: Reprodução)

De acordo com uma nova pesquisa, as pessoas ainda estão usando senhas fáceis de hackear como “123456789”, a palavra “senha” e “iloveyou”. Das 200 piores senhas, “123456” é a mais comumente usada em 2020, com 2.543.285 pessoas que a escolheram. Leva menos de um segundo para decifrar, mostra uma pesquisa da NordPass, uma empresa de gerenciamento de senhas. Apesar de vários lembretes de especialistas em segurança cibernética, NordPass diz que depois de comparar a lista das senhas mais comuns de 2020 com a de 2019 , há pouca ou nenhuma diferença – ou seja, não aprendemos muito. A lista de senhas foi criada por uma empresa terceirizada especializada em pesquisa de violação de dados, disse NordPass. No total, eles examinaram um banco de dados com 275.699.516 senhas. A novidade no top 10 deste ano é “picture1” e “senha”, isso mesmo “senha” em português está entre as 10 mais escolhidas. As 10 principais senhas mais comuns foram: 1. 123456 2. 123456789 3. picture1 4. password 5. 12345678 6. 111111 7. 123123 8. 12345 9. 1234567890 10. senha Se sua senha estiver na lista, provavelmente é hora de fazer uma alteração. Tente evitar o uso de palavras de dicionário, combinações de números previsíveis ou sequências de combinações de teclado adjacentes, disse NordPass. E nem é preciso dizer – mas em nenhuma circunstância você deve usar uma senha com base em quaisquer dados pessoais, como seu número de telefone, data de nascimento ou nome. NordPass sugere alterar suas senhas a cada 90 dias com uma mistura de letras maiúsculas e minúsculas e criar uma senha diferente para cada uma de suas contas.

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Mandados de busca e prisão preventiva são cumpridos em LEM e João Dourado em operação contra suposto esquema de corrupção eleitoral

26 de novembro de 2020, 13:39

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão em LEM (Foto: Reprodução)

Um candidato a vice-prefeito de Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, foi alvo na manhã desta quinta-feira (26) de operação da Polícia Federal que visa apurar suposto esquema de corrupção eleitoral no pleito deste ano. São cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, 4 mandados de busca e apreensão de aparelhos celulares e um mandado de prisão preventiva. As ordens judiciais foram expedidos pelo juízo da 205ª Zona Eleitoral de Luís Eduardo Magalhães e são cumpridos naquela cidade e também em João Dourado, na região de Irecê. Durante as investigações, que tiveram início em 12 de novembro, foram revelados indícios de que os envolvidos receberam propostas em dinheiro para abandonarem o partido ao qual pertenciam, com o objetivo de polarizar a disputa eleitoral entre dois candidatos. O nome da operação, Desertor, faz alusão àquele que abandona suas convicções, seu compromisso ou a causa de que era defensor. Os investigados devem responder pelo crime de corrupção eleitoral, previsto artigo 299 do Código Eleitoral. Fonte: Com informações do Bahia Notícias e G1

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Covid acelera, mas apagão de dados prejudica medir exatamente quanto

26 de novembro de 2020, 11:11

A base de dados do Ministério da Saúde vem enfrentando problemas de atualização (Foto: Reprodução)

Por diferentes fontes, é possível depreender que a Covid-19 está acelerando mais uma vez no estado de São Paulo, especialmente na Grande São Paulo, assim como em outras regiões do país. É difícil, porém, mensurar de quanto é o crescimento, devido a um sério problema na base de dados do Ministério da Saúde. Entre a primeira e a segunda semana deste mês, houve apagão no sistema que mostra a situação de casos e de mortes. A pasta informou que uma das possibilidades para a queda no sistema foi um ataque hacker. Por isso, por ao menos cinco dias boa parte dos novos casos e de novas mortes não foi computada. Esses são dois dos principais indicadores para se avaliar a extensão da pandemia. Devido ao problema técnico, o estado de São Paulo chegou a registrar nenhuma nova morte ou novo caso por cinco dias, sendo que a média no fim de outubro ficava na casa dos 5.000 novos casos diários e mais de 100 mortes. Quando o sistema voltou, os dados que não haviam sido inseridos passaram e entrar junto com os atuais, o que inflou a contabilização. Assim, de zero novos casos diários, o estado de São Paulo saltou para 21 mil no dia 10 de novembro (o maior da série histórica). A instabilidade nos dados prejudica diversas formas de monitoramento da doença no país, pois leva a uma aceleração que, na verdade, está influenciada por dados antigos (e, no período anterior, houve queda irreal). Por exemplo, o monitor de aceleração da Covid, do jornal Folha de S. Paulo, considera acumulado de 30 dias de casos confirmados para classificar o estágio da pandemia, dando mais peso para os dias mais recentes. No começo deste mês, devido ao apagão de dados, não havia nenhum estado no estágio acelerado e 21 estavam no desacelerado. Nesta quarta (25), devido à inserção dos dados antigos, eram 6 estados acelerados e 9 desacelerados. Problema semelhante enfrentam outras formas de monitoramento, como a média móvel adotada por diferentes veículos de comunicação e o cálculo do Rt (taxa de transmissão), que estima para quantas pessoas um infectado está transmitindo a doença. A base do Rt é o número de novos casos. No cálculo feito pelo Imperial College, por exemplo, a taxa no Brasil caiu para 0,68 (a menor desde abril) no início de novembro. Duas semanas depois, saltou para 1,30, o maior número desde maio (esse dado significa que 100 infectados estão passando a doença para 130 pessoas, segundo essa estimativa). Não é possível saber o que é aceleração real do coronavírus no Brasil e o que é efeito do problema com a contabilização de novos casos e mortes. Por outras métricas, é possível verificar que a situação parece mesmo estar piorando. Dados da Secretaria de Saúde de São Paulo mostram que houve aumento de 30% de internações em UTIs na Grande São Paulo, devido à Covid, em relação a duas semanas atrás. O tamanho dessa expansão, porém, será conhecida apenas daqui a alguns preciosos dias.

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Vazamento no Ministério da Saúde expõe dados de 16 milhões de pessoas

26 de novembro de 2020, 11:02

Hospital Regional da Asa Norte, referência para a covid-19 em Brasilia; pacientes de unidades públicas e privadas foram expostos (Foto: Reprodução)

O vazamento de senhas de sistemas eletrônicos do Ministério da Saúde expôs os dados pessoais de 16 milhões de brasileiros que se submeteram a testes para covid-19. Foram divulgados dados pessoais como CPF, endereço, telefone e doenças pré-existentes. As informações foram publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo nesta 5ª feira (26.nov.2020). Entre as pessoas que tiveram os dados expostos estão os chefes do Executivo e do Legislativo, ministros do governo federal e 17 governadores. Eis algumas delas: Jair Bolsonaro, presidente da República; Eduardo Pazuello, ministro da Saúde; Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania; Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos; João Doria (PSDB), governador de São Paulo; Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara; Davi Alcolumbre, presidente do Senado. A exposição das informações não foi causada por ataque hacker, mas sim decorrente de uma ação de Wagner Santos, funcionário do Hospital Albert Einstein que tinha acesso liberado aos bancos de dados do Ministério da Saúde. Ele trabalhava em projeto de parceria com a pasta e ficava baseado na sede do ministério. Santos publicou em seu perfil pessoal da plataforma GitHub, em 28 de outubro, uma lista com usuários e senhas que davam acesso aos bancos de dados de pessoas testadas, diagnosticadas e internadas por covid-19 no Brasil. Os bancos de dados traziam, além das informações pessoais, detalhes sobre o histórico clínico dos pacientes. As pessoas que tiveram os dados vazados foram examinadas em unidades de saúde tanto da rede pública quanto da privada, pois a notificação de casos suspeitos ou confirmados de covid-19 é obrigatória a todas as unidades hospitalares. Ao jornal O Estado de S.Paulo, o Hospital Albert Einstein e o Ministério da Saúde disseram que as chaves de acesso foram trocadas nos sistemas e que uma investigação interna será aberta pelo hospital para apurar as responsabilidades. O hospital afirmou que “1 colaborador teria arquivado informações de acesso a determinados sistemas sem a proteção adequada”. O hospital diz ter comunicado o Ministério da Saúde para que “fossem tomadas as medidas para assegurar a proteção das referidas informações”. De acordo com o Ministério da Saúde, o Hospital Albert Einstein confirmou que houve falha humana, e não do sistema. O órgão disse que está realizando “o rastreamento de possíveis sites ou ciberespaços onde os dados podem ter sido replicados”. O funcionário Wagner Santos disse que publicou a planilha de senhas em seu perfil na plataforma GitHub para a realização de teste na implementação de um modelo, porém esqueceu de remover o arquivo da página pública.

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Falta de justificativa por não votar impede expedição de documentos

25 de novembro de 2020, 05:59

O voto é obrigatório para pessoas com mais de 18 anos e menos de 70 (Foto: Reprodução)

Ocidadão que não votar nestedomingo(29), no segundo turno das eleições municipais, deverá justificar a ausência no pleito em até 60 dia na Justiça Eleitoral. A apresentação de justificativa de ausência em cada turno de votação deve ser feita separadamente. O voto é obrigatório para pessoas com mais de 18 anos e menos de 70. Conforme explicado em matéria daAgência Brasil, o procedimento pode ser feito nositeda Justiça Eleitoral ou pelo aplicativo e-Título. Também é possível apresentar requerimento para a justificativa em qualquer zona eleitoral ou enviar a justificativa por via postal ao juiz da zona eleitoral em que está inscrito. O termo deve seracompanhado de documento que comprove a ausência. Não votar e não justificar a ausência na eleição podem criar uma série de dificuldades no dia a dia dos eleitores. De acordo com o Código Eleitoral, o cidadão não consegue tirarsegundavia da carteira de identidade e nem expedir passaporte. Se for funcionário público ou empregado de estatal, poderá ficar sem receber o pagamento do salário. Também não poderá obter empréstimos em bancos oficiais e nem receber benefícios previdenciários. A lei impede a matrícula em estabelecimento de ensino público, a inscrição em concurso público e ser investido de cargo ou função pública. A lei ainda proíbe a participação emconcorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios. Saiba mais sobre as consequências de não apresentar a justificativa no site do Tribunal Superior Eleitoral. Com informações da Agência Brasil

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Black Friday 2020: data também é vista como oportunidade de entrar no ensino superior, aponta Google

24 de novembro de 2020, 17:30

(Foto: Reprodução)

De acordo com um estudo realizado pelo Google entre agosto e setembro, 24% de 600 entrevistados que pretendem comprar na Black Friday querem aproveitar a data para procurar por oportunidades e ofertas nas universidades privadas. Segundo o Head de Negócios para Educação do Google Brasil, Guilherme dos Anjos, instituições de ensino que apostaram na Black Friday de 2019 “colheram expressivos resultados” de matrículas e a tendência promete se fortalecer em ano de pandemia. “Em um ciclo tão diferente e sem previsibilidade de como a demanda vai se comportar, torna-se fundamental apresentar o ensino superior como opção para compra no período em que as pessoas estão com maior interesse em bons negócios”, afirma Dos Anjos. Segundo o levantamento, alguns motivos - além da procura por bons negócios - ajudam a explicar a relevância do setor de ensino superior na Black Friday 2020. Um deles é o adiamento das provas do Enem para janeiro de 2021, cujos resultados serão divulgados apenas no fim de março, o que altera a previsibilidade tradicional de matrículas. Outro fator que sugere o aumento na procura por descontos em universidades durante a Black Friday é o sonho de cursar uma faculdade no próximo ano, um plano que foi adiado por muitos durante a pandemia. “Descontos são artifícios comuns na dinâmica do setor de educação pois o volume de matrículas é bastante sensível ao preço ofertado. Aproveitar a data para criar condições com que mais pessoas possam estudar não vai afetar negativamente a imagem da marca, muito pelo contrário”, explica Dos Anjos. Veja algumas das ações divulgadas em diferentes universidades de São Paulo. Anhanguera Entre os dias 26 de novembro e 30 de dezembro, a Anhanguera oferece descontos de até 50% em graduações presenciais para os alunos que passarem no vestibular. A oferta é válida até o fim do curso. No mesmo período, quem optar por cursar a modalidade semipresencial pagará a mensalidade no valor de R$ 199 durante todo o curso. As ofertas não são válidas para os cursos de Medicina, Medicina Veterinária e Odontologia em todas as unidades e para os cursos de Ciências Contábeis e Administração da Faculdade Anhanguera Osasco. Anhembi Morumbi Até o dia 30 de novembro, a faculdade permanece com a campanha Top Friday, em que oferece descontos de até 60% durante todo o curso para inscrições no processo seletivo. A oferta não é válida para todos os cursos e modalidades, sendo necessário consultar no ato da inscrição. FMU A campanha Best Friday FMU oferece bolsas de até 70% no primeiro semestre e bolsas de até 50% no restante do curso para inscrições até 30 de novembro. É necessário consultar informações como modalidade, turno e campus. Unopar De 26 de novembro a 30 de dezembro, a faculdade oferece até 50% nos cursos de graduação presencial para quem ingressar no vestibular e mensalidades no valor de R$ 199 na modalidade semi presencial. Os descontos serão aplicados até o final do curso. Fonte: Estadão

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Afinal, tem problema deixar o celular carregando oa noite toda?

24 de novembro de 2020, 17:24

(Foto: Reprodução)

A situação descrita a seguir é completamente normal para a maioria das pessoas que possui um smartphone: usamos o aparelho o dia todo e sua carga chega ao fim do dia quase “morrendo”. Para garantir que no dia seguinte tenhamos o dispositivo ao nosso lado ainda “vivo”, é comum deixarmos ele conectado ao carregador a noite toda para “abastecer suas energias”. Mas você já parou para pensar no quanto a pratica de deixar o smartphone plugado na tomada consome de energia? E, considerando que a maioria dos aparelhos demora uma média de duas horas para carregar completamente, não seria um desperdício mantê-lo conectado? Para nossa sorte, David MacKay, professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra, estudou sobre o assunto e presenteou-nos com a respostas definitivas sobre o assunto. O que precisa ser respondido Além de estudar o reflexo nas finanças da prática de deixar o smartphone plugado a noite toda, David MacKay também procurou a resposta de o quanto pode ser prejudicial para o bolso deixar o próprio carregador conectado. Afinal, nem todos tiram da tomada o dispositivo após o celular alcançar os 100% de carga. Outra preocupação de muitos usuários e que também foi respondida por MacKay é o impacto do tempo conectado na bateria do smartphone. Afinal, não são raros os casos envolvendo aparelhos que simplesmente explodiram quando estavam plugados na tomada carregando. “É como ajudar o Titanic com uma colher de chá” Sem rodeios, o professor foi bastante claro em sua conclusão sobre o carregador conectado na parede (sem o smartphone): “Desligar obsessivamente o carregador é como socorrer o Titanic com uma colher de chá. Desligue-o, mas, por favor, tenha ciência de quão pequeno esse gesto é”. Quando o aparelho está conectado e se mantém assim a noite toda, a situação muda um pouco de figura. O consumo aumenta, mas não o suficiente para causar preocupações. Caso ele fique conectado depois de atingir os 100% de carga – situação em que ele consome aproximadamente 2,4 W –, o montante gasto ao final de um ano não deve ultrapassar US$ 5,3 (aproximadamente R$ 14). Porém, multiplique isso pela quantidade de pessoas em uma casa e já podemos ter um valor considerável. Pode explodir? A respeito da possibilidade de o aparelho explodir quando conectado à tomada, MacKay é igualmente categórico em afirmar que a chance é muito pequena. Os aparelhos e carregadores modernos cortam boa parte da energia que corre entre os dispositivos depois que a carga está completa. Isso acaba evitando sobrecargas e outros problemas que podem prejudicar ambos. E como já sabemos, o “efeito memória” nas baterias de íon de lítio (componente que integra as baterias de hoje) já não existe mais. Porém, todos os componentes (carregadores e baterias) têm um ciclo de vida que pode ser decrescido se deixarmos ambos conectados. No entanto, esse tempo, geralmente, é maior do que o período no qual o aparelho vai permanecer com a pessoa. Salvando o dia Apesar do baixo impacto de deixar o smartphone conectado a noite toda, ainda podemos afirmar que essa não é a solução ideal que concilia sustentabilidade e comodidade. No entanto, um aspecto que está chegando aos poucos nos dispositivos mais recentes pode representar a “salvação” para esses casos. O carregamento rápido, recurso que já integra boa parte dos aparelhos recém-lançados, promete acabar com as longas horas de carregamento dos smartphones. Com a promessa de levar a carga de 0 a 50% em poucos minutos, a funcionalidade parece ser a opção para abandonarmos de uma vez por todas a prática de mantermos o celular conectado a noite toda. Fonte: TecMundo

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Caso Carrefour: polícia identifica contradição em depoimento de funcionária

24 de novembro de 2020, 17:19

A Polícia Civil está investigando se uma funcionária do Carrefour mentiu em depoimento sobre a morte de João Alberto de Freitas, que foi espancado por seguranças do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, na última quinta-feira (19) (Foto: Reprodução)

Em depoimento, a responsável pelos seguranças da loja, Adriana Alves Dutra, afirmou que o policial militar temporário, Geovane Gaspar da Silva, que foi preso após a morte de João Alberto, era cliente da loja e não um funcionário da empresa de segurança. De acordo com a apuração já realizada pela investigação, Geovane Gaspar era funcionário da empresa de segurança contratada pelo Carrefour. "O que nós observamos é que houve declarações contraditórias. Resta até o final do inquérito [saber] se essas contradições foram motivadas por algo que se queria encobrir ou não", declarou a delegada Roberta Bertoldo, citada pelo G1. Adriana Alves Dutra teria declarado também que pediu várias vezes para que João Alberto de Freitas fosse solto pelos homens, o que não foi registrado nos arquivos de vídeo apurados na investigação. "Inicialmente se apontou que João havia agredido fisicamente uma mulher no interior do estabelecimento, mas as câmeras de segurança mostraram que não houve essa agressão, que, na verdade, houve um certo mal entendido entre um gesto que ele teria feito a uma fiscal que decorre dessa situação, então inúmeras questões vêm sendo ditas, ou desditas, ou não comprovadas", acrescentou a delegada. A Polícia Civil informa que está aguardando a autorização da Justiça para ter o depoimento dos dois seguranças envolvidos na morte de João Alberto, Geovane Gaspar da Silva e Magno Braz Borges, presos desde a noite de quinta-feira (19). Eles ainda não se pronunciaram à polícia sobre o caso.

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