Polícia conclui: Jairinho e mãe de Henry são culpados por morte do menino

04 de maio de 2021, 22:19

A mãe do garoto, a professora Monique Medeiros, de 33 anos, e o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de 43, foram indiciados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura contra a criança (Foto: Reprodução)

A 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro) divulgou, nesta terça-feira, 4, a conclusão do inquérito que investigou o assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, na madrugada do último dia 8 de março. A mãe do garoto, a professora Monique Medeiros, de 33 anos, e o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de 43, foram indiciados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura contra a criança. Segundo o relatório final do inquérito, a que VEJA teve acesso, houve um terceiro episódio de agressão a Henry e que, ao contrário do que tenta afirmar a defesa da professora, ela não era subjugada por Dr. Jairinho. O relatório só não traz a dinâmica do crime, que será esclarecida a partir da confissão de um dos dois.  Conversas capturadas pela polícia no celular da babá Thayna de Oliveira Ferreira com seu pai, cinco dias antes da morte da criança, mostram um episódio em que a cuidadora narra uma briga entre Dr. Jairinho e a mãe de Henry. Segundo o laudo, Monique “ameaçou ‘fuder ele’ caso ele não continuasse ‘pagando as contas dela’, o que o teria feito ficar ‘com o rabo entre as pernas’”. De acordo com o delegado Henrique Damasceno, que chefiou as investigações, isso denota que Monique “teria algum subterfúgio a lançar mão que fazia com que Jairinho se submetesse às condições por ela impostas”. O relatório diz que há indícios de que Monique teria sofrido algumas agressões por parte do parlamentar. No entanto, diz o relatório, “há provas de que ela não se sentia subjugada” pelo namorado.  Uma terceira agressão ao menino Henry veio à tona com a conclusão do inquérito. A babá Thayna conversa com seu noivo, a quem chama de “Mô”, por meio de um chat no celular no dia 2 de fevereiro. No diálogo, a cuidadora dá a entender que “aquela não foi a primeira situação de violência à qual o menino era submetido”. Os outros episódios de agressão ao garotinho já haviam sido revelados no decorrer das investigações: uma em 12 de fevereiro, quando Thayna narrou uma sessão de tortura em tempo real por Whatsapp para a mãe de Henry, e outra no final de fevereiro, cujas circunstâncias não foram totalmente comprovadas pelas autoridades. Thayna, que mentiu à polícia em seu primeiro depoimento falando de uma suposta relação harmoniosa no apartamento em que Henry morava, vai ser investigada em outro inquérito que apurará o crime de falso testemunho prestado por ela. De acordo com a polícia, Thayna omitiu “aspectos extremamente relevantes, como gritos e choros do menino (...) bem como omitiu ao menos um episódio de violência” registrados em chats do dia 2 de fevereiro. “E da outra vez fez a mesma coisa”, disse a babá na conversa, confirmando que as torturas contra Henry eram recorrentes.    Ao concluir o inquérito, a polícia pediu a conversão da prisão de Dr. Jairinho e Monique, que estavam presos desde o último dia 8 de abril em caráter temporário, para regime preventivo.  “Ao contrário do que foi dito pelos investigados havia rotina de discussões constantes entre o casal. Mesmo o segundo relato [de 12 de fevereiro] suavizou a rotina de violência que havia ali dentro. No dia 2 de fevereiro, as conversas entre babá e o noivo mostravam que parecia que, dentro do quarto, o padrasto tapava a boca do menino, que gritava ‘eu prometo’. A babá também comentou com o noivo que Henry entrou em desespero para não ir ao quarto com o padrasto, que a criança rasgou a blusa de Thayna e que o vereador pagou 100 reais a ela por isso”, disse Damasceno em entrevista coletiva na manhã de hoje.  “Monique tinha o dever de afastar o Henry do agressor, era obrigação dela e ela não fez isso. Se ela não tinha a intenção de romper o relacionamento, ela devia tirá-lo dali. Ela fez essa escolha de aceitar ou fingir que não estava vendo. Ela pediu à babá para cometer falso testemunho. Por isso ela está sendo responsabilizada criminalmente”, disse o delegado Antenor Lopes Martins Junior, diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC). Ele disse ainda que não foi possível determinar a dinâmica do crime na madrugada de 8 de março, tampouco se Monique participou, efetivamente, das agressões contra Henry. “Só uma confissão para esclarecer os detalhes da dinâmica e o papel de cada um na noite do homicídio. Não há qualquer evidência que mostre que ela foi dopada naquela noite”, declarou. Durante a coletiva de hoje, o delegado Henrique Damasceno também explicou por que a mãe de Henry não prestou novo depoimento, conforme pedia sua defesa. “É descabido o argumento de ‘calar Monique’ porque ela foi devidamente ouvida por horas na qualidade de investigada. Por lei ela terá duas oportunidades para se manifestar em juízo. No outro aspecto, temos que lembrar que o Henry foi calado e pediu ajuda, e ela nada fez. Ela teve oportunidade de se manifestar”, disse. O chefe das investigações prossegue: “Na primeira busca e apreensão estavam apenas ela e sua própria família. Ela não quis entrar em qualquer detalhe com a equipe. Nós sempre estivemos à disposição. O que temos aliás é o contrário: provas de que no escritório da defesa constituída ela coagiu a babá e pediu para que ela apagasse as mensagens e não falasse o que sabia. Não foi encontrado na investigação qualquer indício de ameaça, mesmo sendo constatado que havia desentendimento entre o casal”.  Ao concluir as investigações, a polícia fez um balanço das provas coletadas ao longo de quase dois meses de apurações. “Mais importante do que prender um político e liderança da Zona Oeste foi indiciar uma mãe que recém tinha perdido um filho de 4 anos. A investigação está tecnicamente convencida baseada em robustos elementos comprobatórios de que o casal está envolvido na morte do menino”, disse o diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital. Segundo a delegada-assistente Ana Carolina Medeiros, foram coletados 32 depoimentos, feitas três perícias no apartamento, além de diligências de busca e apreensão de celulares que trouxeram informações sobre a violência a que o menino foi submetido. “Quando as instituições trabalham de forma conjunta sem ego e vaidade o trabalho se sobressai. Todos os esforços foram feitos no sentido de dar uma resposta pronta a esse fato que deixou a sociedade brasileira estarrecida. Agora o Ministério Público do Rio vai analisar esse material e formular uma denúncia criminal”, disse o promotor Marcos Kac, que cuidará do caso. Veja

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Parker Solar se torna a nave espacial mais rápida de todos os tempos

04 de maio de 2021, 22:11

A velocidade atingida pela Sonda Solar é agora de 532 mil km/h e esteve mais perto do Sol, a uma distância de apenas 10,4 milhões de quilômetros (Foto: Reprodução)

Lembram-se da Sonda Parker Solar Probe da NASA que foi lançada em agosto de 2018?  Esta sonda superou o recorde de aproximação do Sol e tem feito aproximações ao Sol, onde chegará a cerca de 6 milhões de quilômetros de distância já em 2024. A Sonda espacial Parker Solar Probe tem de conseguir superar temperaturas de 1.127 °C. Para tal, usa um escudo térmico, feito à base de carbono, que lhe permite superar tais temperaturas. Na superfície, a temperatura do Sol atinge os 5.500ºC. Na coroa, a parte mais exterior da sua atmosfera, visível como um anel durante os eclipses, os termômetros chegam aos 2 milhões de graus Celsius. Em fevereiro de 2020, foram dois os recordes alcançados pela Sonda Solar Parker. Um deles é o fato de ser o objeto fabricado pelo humano mais rápido do Universo: 393.044 km/h. O outro foi o fato de ser a nave espacial mais próxima do Sol: 18,6 milhões de quilômetros. Recentemente esses recordes de fevereiro foram batidos. A velocidade atingida pela Sonda Solar é agora de 532 mil km/h e esteve mais perto do Sol, a uma distância de apenas 10,4 milhões de quilômetros. IstoÉ

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Argentina arrecada mais de US$ 2 bilhões em impostos sobre a riqueza

03 de maio de 2021, 17:25

A lei argentina, aprovada em dezembro passado, estabelece uma contribuição única que será tributada progressivamente sobre as pessoas cujo patrimônio supera 200 milhões de pesos (2,17 milhões de dólares) (Foto: Reprodução)

A Argentina arrecadou mais de 2 bilhões de dólares com um extraordinário imposto sobre a riqueza, pago por 80% das pessoas atingidas por esse tributo destinado a fazer face aos gastos com a pandemia do coronavírus, informou o governo nesta segunda-feira (3). A arrecadação com este imposto, promovida pelo governo do presidente de centro-esquerda Alberto Fernández, chegou a 223 bilhões de pesos (cerca de 2,252 bilhões de dólares no câmbio do dia), informou a entidade arrecadadora AFIP. A chefe da AFIP, Mercedes Marcó del Pont, indicou que “os recursos gerados serão essenciais para enfrentar as emergências sanitárias e econômicas impostas pela pandemia”. Cerca de 3.000 pessoas inadimplentes agora estão sujeitas ao controle da entidade. Desse grupo, apenas cerca de 200 recorreram à proteção judicial para não pagar o valor. Entre os que se recusaram a pagar o imposto estão alguns dos mais conhecidos magnatas do país e o jogador do Boca Juniors, Carlos Tévez, que entraram com uma ação na Justiça. A chamada “Contribuição Solidária” foi aprovada em dezembro pelo Congresso com uma alíquota de pelo menos 2% aos patrimônios de pessoas que excedam 200 milhões de pesos (cerca de dois milhões de dólares), a serem pagos uma única vez. As porcentagens vão sendo escalonadas à medida que aumenta o patrimônio até estabelecer 3,5% para quem passa de 3 bilhões de pesos (30 milhões de dólares), pagos uma única vez. O destino dos recursos divide-se entre despesas com saúde em função da pandemia, bolsas de estudo e subsídios para apoiar pequenos negócios em crise e seus trabalhadores, entre outros fins. Com uma população de 45,4 milhões de habitantes, a Argentina ultrapassou as três milhões de infecções de covid-19, com mais de 64.000 mortes.

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Bancada evangélica seria menor se igreja pagasse imposto, aponta estudo

01 de maio de 2021, 15:09

O benefício tributário ao setor religioso foi garantido pela Constituição de 1988 (Foto: Reprodução)

O número de igrejas abertas no País seria menor e a bancada evangélica no Congresso Nacional não teria chegado ao tamanho que tem hoje caso não houvesse isenção de impostos para o setor religioso. É o que aponta uma pesquisa proposta por dois economistas, da USP e do Insper, divulgada na semana passada. O benefício tributário ao setor religioso foi garantido pela Constituição de 1988. A pesquisa “A Economia Política do Pentecostalismo: Uma Análise Estrutural Dinâmica”, dos professores Raphael Corbi, da USP, e Fábio Sanches, do Insper, faz uma análise sobre efeitos práticos da política de incentivos fiscais vigente. “Eleição a eleição, a gente vê um aumento da bancada evangélica. Esse aumento tem a ver, sim, com a expansão geográfica dos templos, que por sua vez está ligada aos incentivos fiscais”, disse Corbi. A ideia foi medir a expansão das igrejas no País desde a aprovação da Constituição e projetar como esse movimento teria se dado caso elas pagassem impostos. Para isso, utilizaram modelos matemáticos já existentes, usados para indicar o peso das alíquotas de impostos variadas para o crescimento de outros setores. O estudo se baseou em dados fornecidos pelas igrejas à Receita Federal. Com uma alíquota de 34%, a taxa média cobrada das demais atividades, o total de igrejas no País, hoje de 216,3 mil, poderia ser até 74% menor. A segunda parte do estudo avaliou o impacto político dessa eventual redução. Os pesquisadores cruzaram os mesmos dados da Receita com informações do Tribunal Superior Eleitoral (5SE) sobre a eleição de candidatos da Frente Parlamentar Evangélica. E mediram a variação de votos que os candidatos da bancada tiveram em momentos anteriores ou posteriores à abertura de uma igreja em determinada região. Dessa forma, observaram que, após uma igreja ser aberta, candidatos desse grupo têm a participação nos votos subir de 2% a 3%. O fenômeno vale para as igrejas evangélicas, mas não para as católicas. A abertura de uma igreja romana não influencia os resultados eleitorais, de acordo com a pesquisa. “Fiéis de igrejas pentecostais tendem a ser mais participativos” e comparecem mais aos locais de reunião, disse Fábio Sanches, do Insper. Raphael Corbi, da USP, disse que a pesquisa “não tem julgamento de valor”. “É um artigo agnóstico no sentido de questionar se será que devemos ou não subsidiar igrejas. Não é um ataque às pentecostais. O subsídio ajuda a explicar essa ascensão meteórica dessas igrejas? Sim. Essa ascensão está associada à expansão desse grupo político? Sim. E a gente trouxe números para quantificar isso.” Contrapartida O coordenador da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara, deputado Celina de Madureira (PSD-SP), disse que as igrejas prestam uma série de serviços sociais às comunidades onde estão instaladas. “Elas fazem o que o Estado não faz.” Por isso, na avaliação dele, a isenção fiscal garantida pela Constituição é revertida em serviços. Para o deputado, o crescimento da bancada é decorrente do aumento da população evangélica no País. Mas, na avaliação dele, o aumento desse porcentual não está ligado ao crescimento da abertura de novos templos. Madureira afirmou que as projeções são de crescimento ainda maior da população evangélica no País na próxima década. Desse modo, afirmou, “a bancada evangélica vai crescer ainda mais”. Estadão

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Mãe de Paulo Gustavo pede ajuda de Irmã Dulce para curar filho

30 de abril de 2021, 16:35

O ator e humorista de 42 anos está hospitalizado desde o dia 13 de março (Foto: Reprodução)

Déa Lúcia Amaral, mãe de Paulo Gustavo que está internado em estado grave por complicações da Covid-19, publicou nas redes sociais um desenho do filho ao lado de Irmã Dulce. Ela pediu pela recuperação do ator e humorista e pelo fim da pandemia. "Santa Dulce dos pobres, interceda junto a Jesus para a cura de Paulo Gustavo e de todos os doentes. Fim da pandemia", escreveu ela na legenda da imagem. Dona Hermínia, da série de filmes "Minha Mãe É uma Peça", é a personagem mais famosa criada por Paulo Gustavo, e foi inspirada em Déa. O ator e humorista de 42 anos está hospitalizado desde o dia 13 de março. De acordo com o último boletim médico, divulgado pela assessoria de imprensa do ator na segunda-feira (26), Paulo Gustavo tem apresentado sinais de recuperação. "Há cerca de sete dias não surgem complicações relevantes, fato que aumenta as nossas esperanças na boa recuperação do paciente. Entretanto, como em outros casos graves, ocorrem oscilações no estado geral, demandando reajustes nas medicações, na ventilação mecânica e na ECMO o que ainda determina a vigilância constante da equipe multiprofissional". Ainda de acordo com o boletim médico, no domingo (25) foi detectada uma nova pneumonia bacteriana que "está sendo eficientemente tratada". Apesar disso, o ator apresenta evidências de melhora na função pulmonar e, em alguns momentos, mostra sinais discretos de interação com o meio, apesar do uso de sedativo Nos últimos dias ele precisou passar por intervenções como broncoscopias e alguns procedimentos cirúrgicos, mas a equipe dele diz que "os problemas mais urgentes foram contornados". HISTÓRICO No dia 13 de maio, completou-se um mês da internação de Paulo Gustavo. Pouco mais de uma semana após a hospitalização, no dia 21 de março, o ator precisou ser intubado porque estava com dificuldade para respirar. Na época, foi divulgado que o procedimento era uma precaução e o marido do ator, o médico Thales Bretas, disse que era "mais um passo na cura da infecção". O casal tem dois filhos. "[Paulo] foi sedado e intubado para que a cura consiga se estabelecer nos seus pulmões sem cansá-lo tanto com a falta de ar que o incomodava", disse. "Estou calmo, confiante e tenho certeza de que será um passo importante para a melhora completa do nosso guerreiro!!! Ele que é jovem, saudável, sem comorbidades e supercuidadoso, está passando por isso." O ator respondeu bem ao tratamento e teve uma evolução positiva nos dias seguintes. Porém, no dia 2 de abril, o estado de saúde dele piorou. Ele acabou precisando mudar de tratamento e passou a respirar com a ajuda de ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea), uma espécie de pulmão artificial usado apenas em casos mais graves. Dois dias depois, Paulo Gustavo precisou passar por uma pleuroscopia, para que a equipe médica pudesse verificar a condição de seus pulmões. Na ocasião, foi identificada uma fístula broncopleural, espécie de comunicação anormal entre os brônquios e a pleura. Ela foi corrigida. Na quarta-feira (7), o marido de Paulo contou que o ator teve que receber uma transfusão de sangue. Segundo ele, devido ao ECMO, o ator ficou "anticoagulando" e perdeu "um pouco de sangue". "Por isso precisou tomar algumas bolsas de sangue", explicou. Na mesma publicação, ele também incentivou as pessoas a irem doar sangue. Porém, dias depois foi realizada uma toracoscopia, na qual uma nova fístula broncopleural foi identificada e corrigida. De acordo com comunicado da assessoria de imprensa do humorista, o procedimento foi um sucesso. No dia 11, o boletim médico dizia que a situação clínica do ator continuava crítica. "Todos os profissionais têm se empenhado incessantemente pela sua recuperação", dizia a nota publicada nas redes sociais. "As diversas complicações pulmonares já demandaram procedimentos invasivos como broncoscopias, pleuroscopias e colocação de dispositivos intrapulmonares", continuou o texto. "Às fístulas broncopleurais identificadas e tratadas somaram-se a complicações hemorrágicas, mas que vêm respondendo, de certa forma satisfatória, à reposição dos fatores da coagulação deficitários." No último boletim, divulgado dia 25, foi informado que uma nova pneumonia bacteriana havia sido detectada, mas que estava "sendo eficientemente tratada".

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Google Maps mostra locais de vacinação contra covid-19 no Brasil

30 de abril de 2021, 16:31

Google Maps mostra locais de vacinação contra covid-19 no Brasil (Foto: Divulgação)

A partir de hoje (30), será possível consultar diretamente no Google Maps e na Busca do Google os locais de vacinação contra covid-19 e encontrar aqueles mais próximos de você. O novo recurso já está disponível em mais de 30 cidades do país, entre elas todas as capitais, e mostra informações e localização de mais de 1.800 pontos de vacinação. Ao longo das próximas semanas, o objetivo da empresa é acrescentar dados de outras localidades. Aos poucos, a informação a respeito da vacinação contra covid-19 oferecida pelo Google vai sendo atualizada para todo o Brasil. Para ter acesso à localização dos postos de vacinação, basta digitar,  por exemplo, “vacina covid perto de mim”, “vacina covid” ou “onde vacinar contra covid na [cidade]”.  Ao lado dessas informações, serão incluídos também detalhes informados pelos órgãos governamentais locais, como o acesso ou não a grupos específicos, a disponibilização da modalidade drive-thru ou a necessidade de agendamento. Vacinação contra covid-19: fontes oficiais Para reunir os dados sobre postos de imunização contra a doença no Brasil e disponibilizá-las na ferramenta, o Google trabalha com parceiros locais e fontes oficiais como as secretarias de saúde e agências sanitárias. É importante ressaltar que esses dados variam de acordo com o município e podem mudar com bastante frequência, estando sujeitos às instruções disponibilizadas publicamente por cada autoridade local de saúde. Desta forma, é recomendado conferir as informações no website oficial do órgão de saúde pública da sua região antes de ir ao local. Ao mostrar os pontos de imunização na Busca e no Maps, é possível conferir o link direto para a página oficial das agências sanitárias e secretarias de saúde. As pesquisas por “vacinas perto de mim” aumentaram globalmente 5 vezes desde o início do ano. Nesse sentido, as novas funcionalidades do Google Maps, vêm reforçar os esforços da empresa para ajudar as pessoas a encontrarem informações precisas, confiáveis e atualizadas sobre a imunização contra a Covid-19. A funcionalidade está disponível em iOS e Android e também na versão para computador. Abaixo, confira as cidades em que a busca por vacina contra covid-19 já está disponível.Aracaju Aracaju Belém Belo Horizonte Boa Vista Brasília Campinas Campo Grande Cuiabá Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia Guarulhos João Pessoa Macapá Maceió Manaus Natal Palmas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio Branco Rio de Janeiro Salvador São Gonçalo São Paulo Teresina Vitória São Luís

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Escorpião em sala de autoatendimento assusta clientes da Agência do BB de Jacobina (Foto)

30 de abril de 2021, 14:23

O escorpião assustou as pessoas que se aglomeravam no final da manhã desta sexta-feira (30), na sala de autoatendimento do Banco do Brasil de Jacobina (Foto: Notícia Limpa)

Não bastasse o medo de ser contaminado pelo vírus do coronavírus por conta da aglomeração, correntistas e outros clientes que estiveram na manhã desta sexta-feira (30), na sala de autoatendimento da agência do Banco do Brasil de Jacobina estiveram expostos a outro perigo, o de ser picado por um escorpião, isso mesmo que você leu, picado por um escorpião, dentro da agência que estava super lotada, sem critérios ou orientações de preposto do banco. Quando o escorpião foi avistado por uma senhora que aguardava em uma das diversas filas montadas em frente aos caixas eletrônicos, um pequeno tumulto e muitas pessoas se dispersaram do local onde o animal estava. "Isso é um absurdo, será que as taxas bancárias que pagamos não são suficientes para pagar uma empresa para dedetizar a agência?", ironizou um cliente, acompanhado pela reclamação de outra correntistas, "somos tratados como lixo, onde já se viu encontrar um animal tão venenoso em um local que deveríamos receber conforto e segurança?", questionou. O escorpião foi pisoteado e colocado em um orifício no piso da agência Escorpião - É um animal é considerado o mais perigoso entre as criaturas de sua espécie, pois é muito agressivo e seu veneno pode matar uma pessoa ou até mesmo colocá-la em estágio de coma. Covid-19 - Desconsiderando os riscos de contaminação, é comum presenciar o desrespeito com o protocolo sanitário para conter a pandemia da Covid-19. O distanciamento social é uma inverdade nas áreas comerciais de Jacobina, principalmente no centro da cidade e nas feiras livres da sede e do interior. Conforme a última atualização do Boletim Epidemiológico da Prefeitura, divulgado no Instagram oficial nesta quinta-feira, dia 29, o município de Jacobina possui 5.481 casos confirmados, 117 casos ativos, 100 aguardando resultado do Laboratório Central da Bahia (Lacen), 65 mortes e a taxa de ocupação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estava em 100%.Os números mostram que a situação ainda é grave, enquanto as medidas de prevenção estão a cada dia sendo negligenciadas, tamto pelo Poder Público, como pela população.

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Bahia: Cachorro chora ao lado do caixão da dona em velório: ‘Eram muito apegados

29 de abril de 2021, 20:50

Cão ficou ao lado do caixão da dona e chorou durante o velório em Camaçari (Foto: Reprodução)

Um cachorro flagrado participando do velório da dona em Camaçari, na Bahia, chamou a atenção de internautas nas redes sociais. Em imagens registradas, o animal aparece a postos ao lado do caixão da ex-companheira, uma idosa de 78 anos, e parece estar chorando em um dos registros. Jailson Almeida, proprietário da funerária que preparou o corpo para a despedida, publicou os registros do cachorrinho no Facebook. “Estou impressionado é com o desespero desse cachorro da família, parecendo que estava entendendo que a dona estava falecida, chorando como se fosse uma pessoa quando perde um ente querido, não queria deixar ninguém chegar próximo ao caixão”, escreveu. A tristeza do amigo de quatro patas também foi relatada por uma familiar da vítima, identificada como Luzinete Lopes Diniz. Conhecido como “Toy”, o cachorrinho chegou a ver a idosa sem vida e se desesperou com a morte da dona. No momento que o pessoal da funerária veio pegar o corpo, ele já ficou em cima, como se quisesse saber o que estava acontecendo, e muito triste. Quando o corpo retornou no caixão, o Toy não saia debaixo e do lado. As pessoas se aproximavam e ele também chegava junto como se quisesse proteger a dona”, disse Leiane Diniz da Silva, neta de Luzinete. “Foi surpreendente pela maneira como se comportou. Ele chegou a subir no caixão e dava para ouvir o choro. O Toy e a minha avó eram muito apegados. Agora, ele ficará com a minha mãe, que já dividia os cuidados com a minha avó”, concluiu Leiane.

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Vivência não é experiência

29 de abril de 2021, 19:29

(Foto: Reprodução)

*Por Gervásio Lima - A frase atribuída ao jornalista Joelmir Betting e citada pelo ex-senador Lauro Campos no início da década de 1990, “Os problemas de hoje são as soluções de ontem, que não foram executadas”, é mais um exemplo de enunciado cuja interpretação demonstra justamente o que está vivendo a população brasileira. Na verdade, o que o jornalista, corroborado pelo ex-senador, quis dizer é que toda a experiência pela qual passa uma sociedade é marcada de tal forma que no presente ou em algum momento pode contribuir ou prejudicar, a depender de determinados fatores, principalmente da atitude. As consequências dos problemas não (ou mal) resolvidos, independente de sua época, podem causar prejuízos inimagináveis, principalmente contra a vida. Em qualquer tipo de trabalho, o profissional que não realiza as tarefas pertinentes a sua função ou o faz de maneira desleixada proporcionará danos que podem ser irreparáveis. Como em uma empresa, quando os incentivos são relegados no momento que os resultados não são bons, diversos problemas podem ocorrer. Daí a importância da vivência e da convivência. Os que participam do processo saberão lidar com situações adversas, sempre buscando alternativas para conseguir melhores cenários futuros. Defender o indefensável e, ainda pior, de maneira hostil, faltando com respeito ao direito do outro, principalmente o de se manifestar ou declarar uma posição ou lado político, tem sido uma prática comum, nos mais diversos ambientes, até mesmo nas próprias residências. Tais atitudes transcendem a racionalidade, numa clara demonstração de ‘subjugação consentida’ àquele ou aquilo que age como hipócrita. Comportamentos truculentos, arrogantes e desrespeitosos têm desmascarado muitos que pregam moralidade, mas que na verdade não passam de falsos moralistas ou de falsos profetas. Defender a morte ou desdenhar da tragédia alheia, negando a realidade, é um comportamento político monstruoso, típico da insensatez e da irracionalidade de um rebanho que não sabe nem que dia é hoje. “...O povo foge da ignorância Apesar de viver tão perto dela E sonham com melhores tempos idos Contemplam essa vida numa cela...”  - Admirável Gado Novo – Zé Ramalho *Jornalista e historiador

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Brasil atinge marca de 400 mil mortes pela Covid-19

29 de abril de 2021, 13:21

Últimos 100 mil óbitos foram registrados em apenas 36 dias. Apesar de queda nas taxas de morte no momento, após endurecimento de medidas de restrição, abril foi o mês mais letal e teve mais de 2 mil vítimas diárias. (Foto: Reprodução)

O Brasil atingiu nesta quinta-feira (29) uma nova marca da tragédia sanitária dos últimos 13 meses: ultrapassou as 400 mil vidas perdidas para a Covid-19. O assustador número, que reflete o fracasso brasileiro no combate à pandemia, traz um dado ainda mais triste e revelador: o ritmo das mortes pela doença no país quadruplicou. Ele nunca havia sido tão intenso. Entre março e abril, foram 100 mil mortes registradas em apenas 36 dias. Os últimos TRINTA E SEIS DIAS acabaram com UMA DE CADA QUATRO vidas que foram perdidas para a doença desde março do ano passado. No início da tarde desta quinta, o total de mortos chegou 400.021, e o de casos confirmados, 14.541.806. A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses - 149 dias - após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses, 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses - 152 dias. Mas para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, número que agora caiu quase pela metade. As 400 mil vidas perdidas estão sendo registradas justamente no mês que mais matou pessoas: foram mais de 76 mil em 29 dias de abril. Março, o mês anterior mais letal da pandemia, teve 66.868 mortes em 31 dias. Alta taxa de mortes e jovens internados Diferentemente do mês passado, quando a média de mortes estava com tendência de alta, neste final de abril, a média de mortes está em queda, após vários estados terem adotado medidas mais duras de restrição em meio à segunda onda da Covid. No entanto, o número diário de mortes permanece num patamar muito alto: são mais de 2 mil vítimas diárias da Covid há mais de 40 dias – a maior média do mundo entre 9 de março e 25 de abril. Ao contrário do começo da pandemia, a taxa de internação de jovens só aumenta. Também crescem os relatos de mortes de pessoas fora dos grupos que eram considerados de risco. Alerta nos sistemas de saúde, aglomerações e CPI Os sistemas de saúde nos estados, que em grande parte viviam o auge do colapso ao longo de março, passam por uma leve folga no momento. As taxas de ocupação de leitos tiveram redução nas últimas semanas. No entanto, com a lentidão do ritmo de vacinação no país (leia detalhes mais abaixo) e a volta de medidas de flexibilização, o alerta continua. Diariamente no país são registradas aglomerações no transporte público das grandes cidades. As festas clandestinas e os encontros em estabelecimentos proibidos, como bingos, sem qualquer medida sanitária de prevenção à Covid, continuam ocorrendo. No Congresso, senadores instalaram nesta semana a CPI da Covid, proposta para apontar os responsáveis pela devastadora crise de saúde que a pandemia causou no Brasil. Entre outros pontos, os parlamentares vão investigar por que a vacina está demorando tanto a chegar para os brasileiro e o que permitiu que o estado do Amazonas ficasse sem oxigênio para tratar os doentes. Vacinação em ritmo lento E a vacinação segue em ritmo lento: pouco mais de 14% da população tomou a primeira dose e menos de 7%, a segunda. A meta de vacinar 1 milhão de pessoas por dia estabelecida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, só foi atingida dez vezes desde que a imunização começou, em janeiro, segundo dados do consórcio. Na quarta-feira (28), foram 1.113.247 de doses aplicadas, entre primeiras e segundas doses. A escassez de doses assusta. Nesta semana, cidades de ao menos 18 estados interromperam a aplicação da segunda dose de CoronaVac, o principal imunizante usado no país. G1

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Sputnik abre processo contra Anvisa por espalhar fake news contra a vacina russa

29 de abril de 2021, 12:44

Após a admissão do regulador brasileiro Anvisa de que não testou a vacina Sputnik V, a Sputnik V está iniciando um processo judicial de difamação no Brasil contra a Anvisa por espalhar informações falsas e imprecisas intencionalmente (Foto: Reprodução)

Na segunda-feira (26), a Anvisa decidiu não recomendar a importação excepcional e temporária da vacina russa Sputnik V devido à falta de dados e ao risco de doenças por falhas na fabricação. Fabricante da vacina Sputnik V declarou nesta quinta-feira (29) que está iniciando uma reclamação legal por difamação contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil por espalhar informações falsas sobre o inoculante russo. Na segunda-feira (26), o vice-diretor de pesquisa científica do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, fabricante do imunizante, Denis Logunov, destacou que a Federação da Rússia realiza o controle de série de tudo que é produzido pelo Centro Gamaleya e por outros fabricantes.​ ​Apesar da decisão da Anvisa de não recomendar a importação excepcional da vacina Sputnik V, o governo russo disse que continuará o diálogo sobre o imunizante com o Brasil. Sputnik no mundo A vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 foi o primeiro imunizante contra o novo coronavírus a ser registrado, em agosto de 2020. De acordo com resultados de estudos clínicos publicados em fevereiro na revista médica The Lancet, a Sputnik V tem eficácia de 91,6%. A Sputnik V já foi aprovada em 60 países de diferentes continentes, com uma população de três bilhões de pessoas. O imunizante é o segundo com maior número de aprovações no mundo. Diversos países sul-americanos já aprovaram o imunizante, incluindo o México, Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai.

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Samsung retoma da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones

29 de abril de 2021, 11:53

(Foto: Reprodução)

A Samsung tomou de volta da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones do mundo, respondendo por um quinto das vendas globais no primeiro trimestre, disse a empresa de pesquisa de mercado Canalys. A chinesa Xiaomi teve seu melhor desempenho trimestral de sua história: as remessas subiram 62%, para 49 milhões de celulares, e a fatia de mercado para 14%, levando-a para a terceira posição - atrás apenas de Samsung e Apple. No geral, as vendas globais aumentaram 27%, para 347 milhões de unidades no primeiro trimestre, com a economia chinesa se abrindo após a pandemia e o rápido lançamento da vacina nos Estados Unidos elevando as esperanças de recuperação econômica. A sul-coreana Samsung vendeu 76,5 milhões de smartphones no trimestre, e abocanhou 22% do mercado, disse a Canalys. A empresa divulgou nesta quinta-feira um aumento de 66% no lucro trimestral em seu negócio de dispositivos móveis, graças às vendas robustas de sua linha de smartphones Galaxy S21.  A Canalys afirmou que a Apple vendeu 52,4 milhões de iPhones de janeiro a março, caindo para a segunda posição, com 15% de participação no mercado.  Esse resultado veio após a empresa impressionar os consumidores chineses no trimestre de dezembro com seu novo iPhone 12 5G. A Apple afirmou na última quarta-feira que as vendas totais para a China quase dobraram.  As vendas de smartphones no trimestre de março para as marcas chinesas Oppo e Vivo também aumentaram, disse a Canalys. A Huawei, ex-número 1 e que segue acorrentada pelas sanções dos EUA, ficou em sétimo lugar, com 18,6 milhões de unidades, depois de vender sua marca Honor no ano passado. Reuters

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