POLÍTICA

Em nota, deputado Bira Coroa agradece seus apoiadores pela confiança

27 de janeiro de 2023, 10:56

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O deputado estadual, Bira Coroa (PT), emitiu uma nota de agradecimento para seus apoiadores pela confiança e contribuição com as ações realizadas durantes os seus mandatos no Legislativo Estadual.

Depois de um ciclo de quatro mandatos, desde 2007, Bira se despede da Assembleia Legislativa neste ano, depois de ficar entre os suplentes do seu partido ao obter pouco mais de 32 mil votos.

Respeitado entre os seus colegas de legislatura e admirado pelos seus eleitores pelos trabalhados apresentados e a luta a favor dos direitos dos menos favorecidos, Ubirajara da Silva Ramos Coroa, Bira Coroa, é biólogo por formação e professor da rede estadual de ensino.

Veja a nota do deputado Bira abaixo:

Estamos findando o quarto Mandato da Igualdade, comprometido com os interesses da sociedade baiana, e nesse momento aproveito para agradecer ao povo baiano pela votação obtida em quatro eleições, que nos garantiu a condução de quatro mandatos na Assembleia Legislativa, na condição de deputado estadual.

Agradeço a toda a minha equipe,  assessoria, os companheiros e companheiras de base, colaboradores que ajudaram a construir esse mandato ao longo desses anos. Agradeço também aos meus pares deputados e deputadas que em muitos momentos pude contar na aprovação de matérias estratégicas. Às entidades sociais e sindicais que em muitos momentos fizemos grandes parcerias. Aos municípios os quais eu estendo também agradecimento a nossos companheiros e companheiras, que estão nos diversos municípios nos nossos territórios.

Me despeço do Mandato com o sentimento de dever cumprido, que, ao longo de todo o seu tempo, foi dedicado às lutas de combate ao racismo, para afirmação e fortalecimento de políticas para melhorar a condição de vida prioritariamente dos povos comunidades tradicionais.

À nossa companheirada quilombola, parentes indígenas, marisqueiras, pescadores, fundo fecho de pasto, entre outros, que a gente sempre se colocou à disposição. Também a luta pela afirmação e equidade de gênero, que a gente nunca abriu mão. No enfrentamento ao machismo e uma sociedade desigual; na afirmação de políticas de reconhecimento e respeito, a exemplo a comunidade LGBTQIA+. Travamos um bom combate pela afirmação e direitos de cultuar as diversas religiões.

Agradeço ao meu partido, o PT, que me proporcionou poder trabalhar na Assembleia Legislativa e que nunca vacilou na defesa dos interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do nosso estado, em especial, nas lutas travadas contra as privatizações.

Continuamos na luta. O Mandato da Igualdade irá continuar nas trincheiras, no processo de militância, reforçando o nosso partido para continuar contribuindo para nosso povo, pois somos instrumentos de transformação da sociedade.

Obrigado pelo respeito e confiança no nosso Mandato!

Bira Coroa.

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Lula já pensa em possíveis candidatos para 2026; veja opções

26 de janeiro de 2023, 10:15

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Mesmo recém-empossado como presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já mira 2026 e pensa em nomes que podem sucedê-lo na próxima eleição presidencial.

O presidente já avisou que não será candidato à reeleição e busca possíveis candidatos para acabar com a dependência que a esquerda parece ter de seu nome.

Evitar retorno de Bolsonaro

Dois fatores, no entanto, fazem com que a escolha seja delicada. O primeiro, e mais importante, é o temor de ver Jair Bolsonaro (PL) ou algum de seus aliados novamente no poder.

Apesar de um governo cheio de polêmicas e decisões questionáveis, Bolsonaro segue com uma base forte e perdeu no ano passado por apenas 1,8% dos votos válidos: 50,90% a 49,10%.

Da última vez que o ex-presidente enfrentou um petista que não Lula na eleição, derrotou com facilidade Fernando Haddad no segundo turno de 2018: 55,13% a 44,87%.

“Efeito Dilma Rousseff”

Outro ponto a ser considerado é o episódio Dilma Rousseff (PT). A presidente foi eleita com tranquilidade em 2010, aproveitando os 87% de aprovação do governo Lula, mas sofreu para bater Aécio Neves (PSDB) em 2014 e acabou sofrendo impeachment dois anos mais tarde.

O objetivo do novo presidente, portanto, é buscar alguém que possua apoio popular, mas também tato político e aprovação de outras frentes para se manter no poder.

Estratégia traçada

De acordo com informações do portal UOL, Lula teria sinalizado a aliados que a proposta é “lançar” diversos presidenciáveis nos próximos anos e ver como esses nomes se destacam.

O presidente teria alertado pessoas próximas de que:

Não há garantia de acordo em torno do partido

Mesmo nomes dados como certo na disputa terão de se manter em evidência

Alguns possíveis presidenciáveis para 2026 seriam:

Geraldo Alckmin
Simone Tebet
Fernando Haddad
Flávio Dino
Rui Costa
Marina Silva
Camilo Santana
Wellington Dias

Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio

Ex-adversário, Geraldo Alckmin (PSB) é considerado um dos fatores mais importantes para a criação de uma frente ampla, que embalou a vitória de Lula no ano passado. Ele tem fácil acesso entre empresários e setores mais conservadores, mas pouco apelo popular. Prova disso é a derrota na eleição presidencial de 2006 para o próprio Lula.

Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento

Simone Tebet (MDB) passou de uma senadora menos conhecida a terceira colocada da última eleição presidencial após se destacar, principalmente, nos debates. Também foi peça-chave na eleição de Lula, com seu apoio no segundo turno, e tem fácil acesso entre setores conservadores e o agronegócio, mas sua agenda difere bastante da proposta pelo atual presidente.

Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda

Fernando Haddad (PT) é o favorito de Lula para ser seu sucessor na esquerda. Possui conhecimento técnico e intelectual e foi prefeito de São Paulo de 2013 a 2016, mas tem pouco apoio popular e vem de derrotas consecutivas em 2016 (Prefeitura de São Paulo), 2018 (Presidência da República) e 2022 (Governo de São Paulo).

Flávio Dino (PSB), ministro da Justiça e Segurança Pública

Ex-governador do Maranhão, assumiu um Ministério importante. É carismático e goza de prestígio em seu estado, mas tem pouca projeção nacional. Uma possível candidatura passaria pelo destaque obtido à frente da Justiça e Segurança Pública.

Rui Costa (PT), ministro-chefe da Casa Civil

Ex-governador da Bahia, fez o PT se estabelecer como maior potência política no estado e chegou a ser cogitado para concorrer à presidência em 2018. Tem a confiança de Lula e, como Haddad, bastante conhecimento político e teórico, mas esbarra na falta de projeção nacional.

Marina Silva (Rede), ministra do Meio Ambiente

Marina Silva (Rede) tem fácil acesso a áreas mais conservadoras e mais progressistas e o conhecimento de quem já foi candidata à presidência três vezes (2010, 2014 e 2018). No entanto, tem contra si as derrotas nos três pleitos, sem sequer chegar ao segundo turno, e a ruptura com o PT.

Correm por fora

Nomes como os dos ministros Camilo Santana (Educação) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social) correm por fora. Ambos são filiados ao PT e têm prestígio no partido e em suas regiões, mas carecem de projeção nacional e dependeriam de uma atuação de destaque em suas pastas para ganhar esse apoio popular.

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Bolsonaro se torna presença ‘tóxica’ nos EUA e é evitado por apoiadores famosos

26 de janeiro de 2023, 10:04

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Hospedado nos Estados Unidos há quase um mês, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem se isolado e é evitado por apoiadores famosos ou partidários de expressão.

Bolsonaro viajou para os EUA em 30 de dezembro de 2022, um dia antes de deixar a Presidência, e, rompendo uma tradição democrática, não passou a faixa presidencial para seu sucessor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ele tomou um avião presidencial e seguiu para Kissimmee, cidade na região de Orlando a poucos minutos dos parques da Disney, onde levou a família para uma casa de férias que pertence ao ex-lutador de MMA José Aldo, em um condomínio fechado.

No imóvel, de oito quartos, tem vivido uma situação contraditória.

O local virou ponto de peregrinação de eleitores, que viajam de diferentes partes do país para tirar uma foto com o ex-presidente. Ao mesmo tempo, no entanto, o ex-presidente não tem se encontrado com partidários ou famosos que apoiaram sua eleição.

Quando o ex-presidente viajou aos Estados Unidos, havia a expectativa de que se encontraria com o ex-mandatário americano Donald Trump, que também levantou suspeitas sem provas contra o resultado das eleições e viajou para Flórida para não participar da posse do sucessor, o democrata Joe Biden.

Esperava-se inclusive que Bolsonaro fosse à tradicional festa de fim de ano no resort do republicano, Mar-a-Lago, em Palm Beach, a menos de três horas de carro de onde está o brasileiro.

Mas, até agora, nem Bolsonaro nem seus filhos se encontraram com Trump ou com sua equipe, segundo um aliado próximo do republicano que tem contato com os Bolsonaro.

Outro assessor de Trump disse que não soube que Bolsonaro foi convidado para o Réveillon em Mar-a-Lago –na ocasião, Bolsonaro afirmou a aliados que desistiu de participar porque sua esposa, Michelle, estava cansada da viagem.

Os dois ex-presidentes tiveram boa relação no período em que conviveram no governo (2019 e 2020), e Trump gravou vídeos pedindo votos para Bolsonaro nas eleições do ano passado.

Duas das mais prolíficas apoiadoras do ex-presidente na Câmara, as deputadas Bia Kicis e Carla Zambelli, viajaram a Miami na última semana e também não se encontraram com Bolsonaro, segundo afirmaram à Folha.

“Eu fiquei só três dias em Miami, mais encontrando amigos”, disse Kicis, afirmando que viajou aos Estados Unidos para participar de uma marcha antiaborto em Washington.

Zambelli, que fez o mesmo roteiro entre Miami e Washington, afirmou à reportagem que não procurou o ex-presidente no período em que esteve na Flórida. Com relações estremecidas com Bolsonaro desde a eleição, ela afirmou que não foi a Orlando porque estava no país de férias, com o marido e filhos.

Outro apoiador passou todo o mês de janeiro em uma casa no mesmo condomínio do ex-presidente sem encontrá-lo. O apresentador do SBT Ratinho tem um imóvel a menos de dez minutos a pé da casa onde Bolsonaro está hospedado.

Ratinho fez campanha para Bolsonaro em 2022, mas disse à Folha que não visitou nem tinha interesse em visitar o ex-presidente.

“Eu passei pela casa dele várias vezes, e toda vez que eu passei ali ou era na minha saída ou na minha entrada. E coincidia com aquele horário mais ou menos que ele sai para a rua. E daí tem muita gente, eu não cheguei nenhuma vez perto dele”, afirmou.

“Acho que ele está aqui descansando, acho que veio para se afastar das pessoas, por que eu iria lá incomodar? Tem [muita gente lá na porta], mas são os fanáticos, aqueles que não têm oportunidade de falar com ele. Eu tenho a oportunidade de falar com ele a hora que eu quiser.”

Orlando é destino certo de famosos no verão brasileiro, que vão à cidade sobretudo para visitar os parques da Disney. Nesta semana, por exemplo, estavam na cidade desde artistas como Juliana Paes e Claudia Leitte até o padre Fábio de Melo.

Um brasileiro que convive com essas celebridades na cidade afirmou à Folha que mesmo artistas simpáticos ao ex-presidente têm fugido de encontrá-lo desde que ele perdeu a eleição, mas sobretudo após os ataques em Brasília em 8 de janeiro.

A avaliação é a de que sua figura agora tem sido considerada “tóxica” e que não é um momento positivo para ter uma foto ao lado de Bolsonaro.

Outros integrantes do governo também estiveram na Flórida recentemente. O ex-vice-presidente e atual senador Hamilton Mourão (PRTB-SP) foi a Miami, mas, rompido com Bolsonaro desde que gravou um pronunciamento à nação em 31 de dezembro, não procurou o ex-mandatário, segundo aliados.

O senador e ex-ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, também esteve em Miami -ele não respondeu à reportagem se encontrou Bolsonaro, mas não há registro público dos dois juntos. O ex-ministro da Justiça Anderson Torres foi preso depois de voltar de Orlando. Ele afirmou à Justiça que não se encontrou com Bolsonaro na cidade.

Também em Orlando fica a Igreja da Lagoinha, templo evangélico cujo líder, o pastor André Valadão, foi um dos mais fortes cabos eleitorais na campanha de Bolsonaro.

Valadão não respondeu à Folha se chegou a se encontrar com Bolsonaro, mas, segundo um membro da igreja, nem o ex-presidente nem seus familiares foram ao templo na cidade. Com forte presença nas redes sociais, os perfis da igreja e seus pastores não publicaram nenhum registro da família Bolsonaro no local.

Outro forte apoiador do ex-presidente, o comentarista Paulo Figueiredo, que também vive na Flórida, afirmou em rede social na última semana que ainda não havia se encontrado com Bolsonaro desde que ele foi para o país. Ele não quis conversar com a reportagem.

Até aqui, as aparições públicas do ex-presidente têm se restringido a passeios em supermercados e restaurantes de fast-food em Orlando, além de sair algumas vezes ao dia no portão da casa onde está hospedado para tirar fotos e dar autógrafos a eleitores.

A Folha de S.Paulo esteve na porta da casa do presidente por três dias nesta semana, mas Bolsonaro não quis responder às perguntas da reportagem.

Folhapress

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Rui Costa e Gleisi viram “zagueiros” de Lula contra ex-bolsonaristas

25 de janeiro de 2023, 14:32

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O ministro da Casa Civil , Rui Costa (PT-BA), e a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), se tornaram os principais protetores do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra ex-bolsonaristas. Os dois estão impedindo que antigos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) façam parte do governo federal.

Nos últimos dias, há ex-apoiadores de Bolsonaro que estão se colocando como neutros e querem cargos no governo petista.  O caso mais emblemático é do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA). Se dependesse de Lula, ele chefiaria um dos seus ministérios.

Porém, tanto Costa quanto Gleisi receberam a missão de convencer o presidente da República a não nomeá-lo ministro por causa da ligação com o capitão da reserva. A explicação é que o governo precisa contemplar quem se colocou contra o bolsonarismo.

Nos últimos dias, o assédio a Lula aumentou. Vários ex-bolsonaristas que agora se colocam como neutros tentam indicar ou ocupar cargos de segundo e terceiro escalão, mas são barrados pelo ministro e pela deputada. Ambos receberam o apelido de “zagueiros”.

Por outro lado, Rui Costa tem chamado os antigos aliados de Bolsonaro de “sem personalidade”. Na avaliação dele, se os “neutros” querem ajudar o governo, que façam isso no Congresso, mas na União só terá quem se colocou contra a política adotada pelo ex-presidente.

A postura do ministro e também de Gleisi é elogiada pelos petistas. O discurso é de união com quem pensa diferente, mas é preciso estabelecer limites para que não ocorram erros do passado.

O exemplo usado é a ministra Simone Tebet (MDB-MS). A senadora foi favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mas fez oposição a Bolsonaro e ainda apoiou Lula no segundo turno, colocando em risco sua base eleitoral no Mato Grosso do Sul. Quem teve essa postura pode fazer parte do governo, dizem aliados de Lula.

E o trabalho de Rui Costa e Gleisi ganhou ainda mais importância depois do ato golpista de 8 de janeiro em Brasília. A explicação é que José Múcio, ministro da Defesa, tentou compor com bolsonaristas e foi apunhalado pelas costas.

Lula confia em Rui Costa e Gleisi

A escolha de Rui Costa para ministro da Casa Civil foi feita pela personalidade dele. O ex-governador é visto por Lula com perfil político, mas que segue uma linha dura contra quem não faz parte dos interesses do governo. Já Gleisi é vista por Lula como uma “soldada fiel”.

Último Segundo

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Projeto de Dino quer tornar criminosas postagens terroristas nas redes

25 de janeiro de 2023, 09:39

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O ministro da Justição Flávio Dino (PSB) apresentará nesta semana um projeto de lei que visa monitorar publicações que representem risco à democracia nas redes.

A proposta visa regulamentar, através do Código Penal, com foco em conteúdos que atentem contra o Estado Democrático de Direito e transmitam mensagens que possam ser consideradas terroristas. Com informações da UOL

A medida prevê a colaboração de usuários das redes com denúncias e a notificação das plataformas, para que tomem providências contra as postagens, providenciando a remoção imediata das mensagens. A responsabilização das big techs é fundamental para o êxito da inicitativa.

Publicações contendo incitação ao golpismo e até vendas irregulares de armas seriam algumas das condutas que viriam a ser tipificadas no Código Penal, ou seja, consideradas como delituosas.

O ministro considera que as redes sociais tiveram papel relevante na organização dos atos de 8 janeiro.

A coordenadora do projeto dentro da estrutura do Ministério da Justiça é a advogada Estela Aranha, que em nota ressaltou a importância de tipificar-se esses crimes: “No ambiente online, a dificuldade é maior, por exemplo, de impor algum tipo de moderação na propagação de informações que violem a Constituição Federal, porque ainda não temos uma legislação específica sobre o tema.”

Diário do Centro do Mundo

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Jerônimo defende retomada do Pacto Federativo e mais investimentos nos Estados

13 de janeiro de 2023, 09:12

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Na tarde desta quinta-feira (12), o governador Jerônimo Rodrigues se reuniu, por videoconferência, com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e alguns governadores representantes de consórcios regionais para discutir a retomada da relação federativa entre Estados e União. O encontro antecede a reunião agendada para o próximo dia 27 com o presidente Lula. Além de Jerônimo, participaram da reunião a governadora em exercício do Distrito Federal e presidente do Consórcio Brasil Central, Celina Leão; o governador do Pará e presidente do Consórcio Amazônia, Helder Barbalho; o do Rio de Janeiro, Claudio Castro e o governador da Paraíba e atual presidente do Consórcio Nordeste, João Azevêdo.

O objetivo dos Estados é estabelecer um calendário de reuniões frequentes e temáticas, sempre valorizando a perspectiva regional, e estabelecer um calendário de parcerias e investimentos do governo federal para avançar na solução de questões como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), obras de saúde, educação, infraestrutura, entre outros setores. Também há a intenção de montar um banco de projetos para serem realizados com brevidade e apoio federal.

O governador acrescentou que, na próxima sexta-feira (20), o Consórcio da Região Nordeste já se encontrará em João Pessoa, na Paraíba para discutir esse Pacto Federativo e levar proposições de projetos que são regionais. “Por exemplo, conectividade, internet para todos os municípios, em cada canto de todo o país. É um tema que é comum. Nós temos temas que são comuns ao país inteiro e aqueles que são específicos de cada estado”, completou.

Secom/Ba

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Ex-ministro e mais bolsonaristas compartilham cadastro como suposto alistamento, e Exército desmente fake

09 de janeiro de 2023, 11:58

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O ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto, filiado ao PL, e outros apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) têm divulgado nas redes sociais uma página de comunicação do Exército como se fosse um alistamento de civis contra o resultado das eleições, incitando o cadastramento de bolsonaristas para atos golpistas. Entre eles, caçadores, atiradores esportivos e colecionadores, os (CACs).

No entanto, a página do exército divulgada não é para este fim. O endereço “Reserva Pró-Ativa” foi criado em 2015 e é utilizado por militares apenas para enviar um boletim semanal com notícias, voltadas aos reservistas. Na última segunda-feira, o ex-ministro usou seu perfil do Twitter para publicar o link da página do Exército, onde escreveu: “(a inscrição) é um cadastramento pra civis que o exército abriu agora. A participação é voluntária, recomendaria a todos os CACs a preencher também”.

Por conta do alcance das mensagens e compartilhamento que incitavam a “convocação de alistamento” nas redes, o Exército Brasileiro atualizou a página com uma mensagem desmentindo a informação compartilhada por Gilson Machado e outros bolsonaristas. A função do cadastro é entrar numa “newslatter”.

O deputado federal reeleito Girão Monteiro (PL-RN) também participou da convocação pedindo para que “cidadãos de bem, treinados e dispostos a defender a Pátria” se alistassem na página. No entanto, o post publicado em 6 de dezembro foi apagado pelo parlamentar.

“Temos convicção de que aqueles homens e mulheres que são atiradores cadastrados como CAC’s podem sim fazer parte de um efetivo mobilizável para as Forças Armadas. Afinal de contas, já são hábeis no manuseio da arma como instrumento de defesa”, escreveu o general na publicação, à época.

De acordo com informações obtidas pelo Portal UOL, por meio da Lei de Acesso à Informação, a corrente movimentou pelo menos 170 mil bolsonaristas. Ao portal, o Exército revelou que a base de assinantes da página cresceu mais de cinco vezes em duas semanas. De 36.472 inscritos no dia 5 de dezembro, para 205.628 no dia 20.

O Globo

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Rui Costa: dados colocados incorretamente sob sigilo serão divulgados

06 de janeiro de 2023, 08:16

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Rui Costa , ministro da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula da Silva , afirmou nesta quinta-feira (5) que informações colocadas incorretamente sob o sigilo de 100 anos imposto por Jair Bolsonaro (PL) serão reveladas.https://dailymotion.com/embed/playlist/x7mk2q?autoplay=1&mute=true

A fala do ministro foi feita durante uma entrevista concedida à CNN. “O que não estiver corretamente enquadrado, será divulgado”, disse. Rui pontuou que não há sigilo de 100 anos, mas sim um artigo que limita a divulgação de informações, esse sim com a validade de um século.

Na última terça-feira (3), Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União,  criticou o uso “indiscriminado e indevido” do sigilo de 100 anos estabelecido durante o último.

“A partir de hoje, a Lei de Acesso à Informação voltará a ser cumprida. O Portal da Transparência voltará a desempenhar o seu papel. Não há democracia sem um estado transparente, aberto ao dialogo e o controle social, onde o sigilo não é a regra, é a exceção”, afirmou o novo ministro.

O deputado federal Guiherme Boulos (PSOL-SP) postou nas suas redes sociais uma mensagem afirmando que o governo do petista identificou que telegramas do Ministério de Relações Exteriores estão sob o sigilo imposto sobre o ex-presidente. 

“Vai cair o sigilo de 100 anos! O governo Lula descobriu que Bolsonaro decretou sigilo sobre os telegramas do Itamaraty relacionados ao assassinato de Marielle Franco. O que será que o miliciano quer esconder?”, postou na sua conta oficial do Twitter. 

Despacho determina análise de sigilos

Nesta segunda-feira (2), foi publicado no Diário Oficial da União um despacho que dá um prazo de 30 dias para a  Controladoria-Geral da União (CGU) analisar novamente os decretos de sigilo de Jair Bolsonaro.

No Diário Oficial da União, o despacho apontou ‘diversas decisões baseadas em fundamentos equivocados’ em relação a ‘proteção de dados pessoais, segurança nacional, segurança do presidente e de seus familiares, proteção das atividades de inteligência’ .

Entre as polêmicas imposições de sigilo de Bolsonaro, baseando-se na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e Lei de Acesso à Informação , estão sigilos de 100 anos no seu cartão de vacinação, por exemplo. Além de acesso a outros processos judiciais, como o caso das ‘rachadinhas’ e informações acesso de pessoas no Palácio do Planalto.

Segundo o despacho do governo, os sigilos impostos “desrespeitaram o direito de acesso à informação, banalizaram o sigilo no Brasil e caracterizam claro retrocesso à política de transparência pública até então implementada”.

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Pablo Piauhy é o novo líder do governo na Câmara de Cáem

04 de janeiro de 2023, 10:22

Foto: Ascom/PMC

Em comunicação oficial enviada ao Legislativo municipal o prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), indicou o vereador Pablo Diego Piauhy como líder do governo na Câmara.

Pablo está em seu quarto mandato de vereador e acaba de exercer o segundo mandato de presidente da casa legislativa e irá liderar uma bancada de 6 vereadores.

Bacharel em Direito e pós graduado em direito público, Pablo é considerado um dos vereadores mais experientes do legislativo Caenense, já tendo ocupado por diversas vezes a função de líder de bancadas.

“Será uma honra representar o Poder Executivo na Câmara e poder contribuir, diante das prerrogativas do cargo, para promoção de políticas públicas que venham proporcionar melhoria na qualidade de vida da nossa população”, disse Pablo, agradecendo a confiança do prefeito Arnaldinho, se comprometendo em representar o Executivo na Câmara com responsabilidade e dedicação. “Iremos prezar sempre pelo diálogo, harmonia e colaboração institucional. Pois a função de líder do governo requer participação no dia a dia da administração pública e grande habilidade nas negociações de tramitação dos projetos, defesa das ações e identidade da gestão e colaboração na busca por resolução dos problemas administrativos”, concluiu..

Ao lado do novo líder atuará a vereadora Maria Ana (Maria de João de Quinho), como vice-líder. Representante do Povoado de Piabas,. A vereadora está em seu quarto mandato e já exerceu por duas vezes a vice-presidência da Câmara.

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Rui Costa afirma que governo correrá atrás das obras paradas no país

04 de janeiro de 2023, 09:43

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Os técnicos do Ministério da Casa Civil, a pedido do ministro Rui Costa, estão sendo orientados a desenvolver uma maneira tecnológica de catalogar as obras bancadas por recursos federais que estão paradas em todo o Brasil. Para isso, os prefeitos e governadores deverão cadastrar tais obras para fazer um balanço da atual situação, coisa que segundo Rui Costa não existe tais informações.

O que se espera é que os gestores locais informem:estágio em que a obra parou;

motivos para a interrupção;

estimativa de orçamento para a conclusão da obra;

data estimada para o fim da construção.

Com esses dados em mãos, a ideia do governo é dar prioridade as obras que estão mais avançadas, que necessitam de menos recursos e que tenham um maior impacto social e econômico com a finalização. Dentre elas, estão creches, escolas, hospitais e postos de saúde. O processo será liderado pela Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento (SAM) da Casa Civil.

A expectativa é que a plataforma esteja pronta até o fim deste mês, dando cerca de duas semanas para as gestões publicarem as informações pedidas. Segundo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um dos objetivos é terminar o maior número possível de obras públicas paradas logo no primeiro semestre, o que geraria novos postos de trabalho.

Após as informações serem coletadas, a Casa Civil deverá identificar quais são os ministérios responsáveis por cada obra, e depois serão levadas ao presidente, que então decidirá quais serão prioridade.

Para o ministro e integrantes da Casa Civil, é de suma importância dar segmento em tais obras, mas há o entendimento da existência de casos mais complexos, ao qual apenas 60 ou 90 dias serão pouco para a resolução do problema. Para isso, serão necessárias as explicações para a paralisação de cada uma delas.

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