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OMS sugere limitar venda de bebida alcoólica durante a pandemia de coronavírus

15 de abril de 2020, 17:50

Foto: Reprodução

Governos deveriam limitar a venda de bebidas alcoólicas durante a quarentena, recomendou a OMS (Organização Mundial de Saúde). Segundo a entidade, o álcool reduz a imunidade, e seu consumo excessivo pode prejudicar a saúde física e mental e elevar o risco de violência doméstica durante confinamentos.

A seção europeia da OMS também afirmou que as bebidas não protegem contra o novo coronavírus, uma resposta a declarações do presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, que, numa entrevista ao jornal britânico “The Times”, recomendou vodca contra a doença.

 

“Medo e desinformação geraram um mito perigoso de que bebidas com alto teor alcoólico podem matar o coronavírus. Não matam”, afirma o comunicado da OMS.

Segundo a entidade, além de qualquer bebida alcoólica ter potencial de danificar a saúde, as mais fortes podem até matar. O produto é responsável por 3 milhões de mortes por ano no mundo, um terço delas na Europa.

A OMS também afirma que as bebidas, ao reduzirem a imunidade, podem elevar os riscos de doenças em geral. “Por isso, as pessoas devem minimizar o consumo de álcool particularmente durante a pandemia”.

Outro efeito adverso é o estímulo a comportamentos de risco ou a reduzir as precauções necessárias contra a transmissão do coronavírus.

“Pessoas com tendência ao consumo abusivo estão especialmente vulneráveis, principalmente em autoisolamento”, diz o comunicado.

Segundo a OMS, regulações já existentes, como idade mínima e proibição de publicidade, deveriam ser elevadas e reforçadas durante a pandemia. O órgão também recomenda aos governos que fortaleçam os serviços ligados ao abuso de álcool e drogas e reforcem campanhas de informação sobre os riscos.

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Câmara dá 30 dias para Bolsonaro apresentar resultado de exame de coronavírus; risco de impeachment

15 de abril de 2020, 14:25

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro tem o prazo de 30 dias para apresentar à Câmara dos Deputados o resultado dos seus exames para covid-19. O prazo foi dado pela Mesa Diretora da Casa, com base em um requerimento de informações apresentado pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG).

Bolsonaro fez os exames para detectar o novo coronavírus em 12 e 17 de março, após voltar de missão oficial nos Estados Unidos. Nas duas ocasiões, o presidente informou, via redes sociais, que os testes deram negativo para a doença, mas não exibiu cópia do resultado. Questionado pelo Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, disse que a lei garante o sigilo das informações.

O requerimento para que informe a Câmara sobre os resultados foi encaminhado ao ministro Jorge Antônio de Oliveira Francisco, chefe da Secretaria-Geral da Presidência. Caso não responda ou omita informações, tanto o ministro como o presidente poderão incorrer em crime de responsabilidade. Isso porque a lei obriga autoridades do Executivo a prestarem informações solicitadas pela Câmara ou Senado.

Na semana passada, a Presidência da República classificou a documentação dos exames de Bolsonaro como “sigilosos”, se negando a divulgar os resultados por meio de pedidos de informações feitos via Lei de Acesso à Informação.

“Por ser presidente da República, e principalmente por ter nos últimos dias mantido contatos frequentes com aglomerações populares, Bolsonaro precisa informar à população brasileira se tem ou não o novo coronavírus”, afirma o deputado Rogério Correia, que completou: “Essa informação não é de cunho pessoal, mas deve ser de domínio público, pela importância do cargo.”

Ao menos 24 pessoas que acompanharam Bolsonaro na viagem aos EUA foram diagnosticada posteriormente com a doença. Entre eles, auxiliares próximos, como o secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten, e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno.

No fim do mês passado, o presidente disse que poderia fazer um novo teste para saber se contraiu o vírus. “Fiz dois testes, talvez faça mais um até, talvez, porque sou uma pessoa que tem contato com muita gente. Recebo orientação médica”, disse ele ao deixar o Palácio da Alvorada no dia 20 de março.

O presidente tem contrariado recomendações do Ministério da Saúde com alguma frequência. No sábado, ao participar da inauguração de um hospital de campanha em Águas Lindas, em Goiás, foi ao encontro de apoiadores que se aglomeravam próximo ao local.

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Jacobina: Com prioridade para pacientes com sintomas gripais UBS’s estão funcionando até às 20h

15 de abril de 2020, 13:55

Foto: Ascom/PMJ

Com um total de 21 unidades básicas de saúde, Jacobina não tem sofrido colapso nos serviços essenciais de saúde. Priorizando pacientes com sintomas gripais, os postos implantados nos bairros e nas comunidades rurais são a principal porta de entrada para quem procura atendimento  de saúde e, durante o período de pandemia de coronavírus, os serviços foram ampliados pelo município.

“Além das atividades no período diário, temos duas unidades sentinelas funcionando até as 20h: Posto de Saúde do bairro da Matriz e a Semusa,  no bairro da Caeira. Contamos também com a vacinação em sistema drive thru (atendimento com os pacientes dentro do carro), nestes dois locais”, informa a diretora da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde de Jacobina,  a enfermeira Lígia Miranda.

Segundo Lígia, a vacinação contra Influenza H1N1 conta com atendimento diferenciado. Por precaução com o estado de saúde dos idosos, estes são imunizados em casa, proporcionando comodidade e segurança para os mesmos.

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Quarenta e cinco pessoas morrem em apenas uma residência nos EUA

15 de abril de 2020, 08:25

Foto: Reprodução

Os Estados Unidos são, neste momento, o país mais afetado de todo o mundo pela pandemia, com mais de 600 mil casos confirmados de infecção por Covid-19 e cerca de 26 mil mortes E, no estado da Virginia, registra um caso especialmente delicado.

Segundo o jornal norte-americano The New York Times, o surto encontra-se descontrolado no Canterbury Rehabilitation & Healthcare Center, um lar de idosos situado na cidade de Richmond.

Cerca de um mês após os primeiros casos de infecção terem sido detectados em dois dos cerca de 160 residentes, o novo coronavírus se espalhou e já teria causado a morte de, pelo menos, 45 pessoas.

Este já é o maior número registrado em instituições deste gênero no território norte-americano. A pandemia matou, até à data, mais de um quarto dos residentes e infectou cerca de 80%.

Jim Wright, diretor da equipe de medicina do Canterbury Rehabilitation & Healthcare Center,  alertou para a falta de meios a disposição para combater o surto: “É isso que o vírus quer. Várias pessoas com múltiplas doenças, e todos vivendo em grande proximidade. O vírus adora isso”.

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Quarta-feira é dia de se unir em oração no Brasil e na Itália pelo fim da pandemia

15 de abril de 2020, 08:15

Foto: AFP or licensors

A CNBB tem convidado a comunidade católica brasileira a rezar o Terço da Esperança e da Solidariedade toda quarta-feira, com transmissão pela TV e redes sociais. Na Itália, a corrente de oração desta quarta-feira (15), também transmitida ao vivo, será concluída com a Súplica a Nossa Senhora do Santo Rosário de Pompeia.

Pela quinta semana consecutiva, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil convida a rezar o Terço da Esperança e da Solidariedade nesta quarta-feira (15), como aconteceu nos últimos dias 1º e 8 de abril, por exemplo. A corrente nacional de oração está marcada para às 15h30 em comunhão com toda a Igreja no país.

Reze junto no Brasil

O momento de oração será transmitido pelos canais de TV de inspiração católica, emissoras de rádio e pelos perfis da CNBB no Facebook e no YouTube. Para compartilhar a união em oração pelas redes sociais, os bispos convidam a usar a hashtag adotada pelo Papa Francisco: #RezemosJuntos.

Diante da pandemia do Covid-19, o Terço da Esperança e da Solidariedade também entra em comunhão com o Pontífice no compromisso de intensificar as orações neste período unindo os fiéis do Brasil. Já na Itália, a comunidade católica vai se reunir em oração às 21h, hora italiana, (16h no horário de Brasília).

Reze junto na Itália

A oração será conduzida pelo delegado pontifício, o arcebispo Tommaso Caputo, e concluída com a Súplica a Nossa Senhora do Santo Rosário de Pompeia. Os fiéis poderão rezar junto seguindo a transmissão ao vivo pelo canal italiano católico TV2000, pela emissora InBluradio e pela página do Pontifício Santuário da beata de Pompeia no Facebook. A iniciativa ainda conta com o apoio do jornal católico Avvenire, Sir, Federação dos Semanários Católicos, Corallo e secretaria-geral da Conferência dos Bispos da Itália (CEI)

 
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Veja truques para manter os alimentos frescos por mais tempo

15 de abril de 2020, 07:56

Foto: Reprodução

Asua alface costuma estragar em dois ou três dias? Os morangos ficam com bolor muito rápido?

A Cosmopolitan reuniu alguns truques que vão fazer com que os seus alimentos saudáveis se mantenham frescos durante mais tempo.

1. Coloque papel de cozinha na alface. Colocar algumas folhas de papel de cozinha na gaveta ou no saco da alface vai absorver a umidade e impedir que esta se estrague tão rápido.

2. Não separe as bananas antes de comê-las. Manter as bananas no cacho o máximo de tempo possível antes de comê-las é um dos truques para evitar que fiquem escuras. Envolva a parte onde as bananas estão unidas (pedúnculo) com plástico aderente e separe as bananas apenas quando for comê-las. Isto fará com que durem cerca de três a cinco dias a mais.

3. Coloque uma maçã no saco das batatas. As maçãs produzem gás etileno, que mantém as batatas mais frescas e mais firmes, fazendo com que durem mais algumas semanas.

4. Mas mantenha as maçãs longe de outras frutas e vegetais. O gás etileno pode ser bom para as batatas mas é mau para quase todo o resto. Por isso, mantenha as maçãs longe da fruteira.

5. Lave os frutos vermelhos no vinagre. Os frutos vermelhos são basicamente um dos tipos de fruta mais caros e também os que mais rapidamente se estragam. Pode prolongar a vida destes frutos dando um banho numa xícara de vinagre e três de água antes de os colocar na geladeira. Assim, irá matar os fungos do bolor e as bactérias que os estragam. Mas, certifique-se de que os seca completamente antes de guardá-los.

6. Trate as ervas como se fossem um buquê. Guarde as ervas frescas num copo de água (tal como faria com as flores). Quando este método já não estiver resultando, corte as ervas delicadamente e congele-as em azeite – pode usar um recipiente vazio que usa para fazer cubos de gelo.

7. Mantenha os cogumelos num saco de papel. Os sacos de papel conservam muito melhor os cogumelos do que as habituais embalagens de plástico. Nestes sacos ficam limpos e secos e por isso duram mais tempo.

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Aprenda como fazer massa de pizza de liquidificador

14 de abril de 2020, 14:36

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Prato típico para qualquer dia da semana, a pizza é a pedida certa para curtir este tempo de isolamento com muito sabor. Por isso, sugerimos uma prática massa de pizza de liquidificador para aproveitar com os amigos e a família.

O melhor de tudo é que você pode preparar em casa esta maravilha em menos de 20 minutos e ainda escolher o recheio que preferir para deixar a sua pizza ainda mais gostosa.

Veja abaixo o modo de preparo e bom apetite!

Ingredientes

Massa

1 xícara de leite

1 ovo

2 colheres (sopa) de margarina

1 1/2 xícara de Farinha de trigo tipo I (sem fermento)

1 colher de fermento químico em pó

1 pitada de sal

Recheio

Molho de tomate a gosto

Queijo muçarela a gosto

Frango desfiado

Tomate

Azeitona

Orégano

Modo de Preparo

Coloque todos os ingredientes da massa no liquidificador e bata a massa até formar uma mistura homogênea.

Depois ponha tudo em uma forma untada e polvilhada e espalhe para que a massa não fique grossa em fina demais. Leve ao forno médio (180º) por 10 minutos.

Retire do forno e coloque o recheio. Depois leve ao forno por mais 5 minutos para derreter o queijo e sirva.

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Juízes podem assumir prefeituras se eleições forem adiadas

14 de abril de 2020, 11:52

Foto: Reprodução

A possibilidade de adiar as eleições deste ano por causa da pandemia de covid-19 no País pode levar juízes ao comando das prefeituras do País. A disputa está marcada para outubro, mas a falta de perspectiva de quando a crise se encerrará preocupa políticos e magistrados, que já discutem cenários para o caso de não ser possível a população ir às urnas neste ano.

Entre as alternativas cogitadas nos bastidores estão postergar as eleições até dezembro, unificá-las com as disputas de 2022 ou realizá-las no início do ano que vem, mas sem prorrogar mandatos dos atuais prefeitos e vereadores, o que poderia gerar contestações de adversários políticos. Nestes dois últimos cenários, a linha sucessória prevê que o juiz responsável pela comarca da cidade assuma a administração local provisoriamente em caso de ausências de prefeito, do vice e do presidente de Câmara Municipal.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), chegou a mencionar a hipótese durante uma palestra, há duas semanas. Mas a manifestação foi vista por aliados apenas como maneira de posicionar-se contra a ideia de prorrogar mandatos de prefeitos e vereadores.

No meio jurídico, a possibilidade também é vista com ressalva. Isso porque comarcas enfrentam déficit de magistrados e excesso de processos. “Não vislumbro esse cenário”, afirmou a presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, Renata Gil de Alcantara Videira.

Propostas para alterar a data das eleições por causa do novo coronavírus já foram protocoladas no Congresso. A cúpula do Legislativo, porém, só pretende abrir algum debate a respeito em meados de maio ou junho. Cabe ao Legislativo alterar a Constituição.

“Temos somente duas opções. A melhor é que esteja tudo normal em outubro. A pior é termos que aprendermos a viver dentro da normalidade, descobrir como praticar os atos do calendário eleitoral nessas novas condições”, afirmou Henrique Neves, jurista e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contrário ao adiamento.

Ainda que parlamentares promovam uma emenda constitucional, ela deverá ser judicializada porque a alteração ocorreria a menos de um ano até o domingo de votações. Portanto, é possível que o Supremo Tribunal Federal (STF) seja instado a se manifestar.

Enquanto isso, os atuais prefeitos fazem pressão. Preocupados em não serem politicamente afetados na reta final dos mandatos, eles desejam postergar os pleitos – com a prorrogação de seus mandatos – e colocam como contrapartida a chance de redestinar o dinheiro do fundo eleitoral deste ano para ações de contenção. Os R$ 2 bilhões previstos no Orçamento estão reservados para gastos de candidatos como viagens, cabos eleitorais e publicidade.

“A suspensão, neste momento, me parece adequada. Para quando? Teremos que avaliar, mas me parece que em outubro não tem como. Suspendendo, poderíamos usar o dinheiro do Fundo Eleitoral para combater a pandemia”, afirmou Glademir Aroldi, presidente da Confederação Nacional dos Municípios, entidade que representa os prefeitos.

Os políticos mergulhados nas conversas sobre a postergação argumentam que etapas importantes do calendário eleitoral concorrem com uma fase ainda aguda da doença, e ações de assistência social necessárias poderão ser interpretadas como manobras eleitorais. Citam, como exemplo, as convenções partidárias, quando as candidaturas são oficializadas, previstas para julho e início de agosto.

Além disso, prefeitos reclamam que encerrarão os mandatos em um cenário de queda na arrecadação, por conta dos impactos da redução das atividades econômicas, e de elevação de despesas, acarretada pelas medidas necessárias à contenção do vírus.

“Prefeitos vão ter que tomar medidas, principalmente nas médias e pequenas cidades, onde a epidemia não está ainda com grau muito alto. Fecham comércios e existe uma pressão forte por causa disso. Estou com pena dos gestores municipais, tenho rezado por eles”, afirmou Aroldi.

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, manifestou-se sobre o assunto na sexta-feira, 3. Prestes a assumir o TSE, defendeu a manutenção do atual calendário, mas admitiu um adiamento no máximo até dezembro.

A atual presidente da Corte, ministra Rosa Weber, também rejeita qualquer mudança de data por enquanto, mas, por via das dúvidas, criou um grupo de trabalho formado por técnicos da pasta para avaliar, semanalmente, os impactos da crise no calendário eleitoral. A primeira reunião do colegiado está prevista para esta terça-feira, 14.

A Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é contra unificar as datas das eleições. Para o presidente do colegiado, Eduardo Damian, o debate deveria ser restrito a estratégias para viabilizar as convenções partidárias em ambientes virtuais e para oferecer mais segurança aos eleitores, como ampliando horários de votação.

“Os prazos que hoje vigoram podem, mesmo que precariamente, ser cumpridos por meio do trabalho remoto. Se, porventura, a situação da pandemia não se controlar daqui a um ou dois meses discutimos uma solução razoável”, disse.

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Jacobina: Ex-vereador denuncia Embasa por não cumprir lei que isenta pagamento da conta de água

14 de abril de 2020, 11:32

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Constantemente o ex-vereador e líder comunitário Ramon Santos tem usado as redes sociais e órgãos de imprensa de Jacobina para cobrar das autoridades uma atitude enérgica contra a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), em razão, conforme ele, dos diversos prejuízos causados para a população e até mesmo para o erário público. Várias são as denúncias, sejam por desrespeito ao cidadão a partir de cobranças abusivas e de serviços não prestados e por estragos causados pela sua antiga tubulação ou pelos maus serviços de reparações.

A última denúncia de Ramon Santos se refere ao, segundo ele, ‘descumprimento por parte da fornecedora de água da cidade da Lei que determina a isenção do pagamento da conta de água no Estado da Bahia por pessoas que utilizam o consumo mínimo, durante o período da pandemia do Coronavírus (Lei nº 14.256, de 6 de abril de 2020)’.

O ex-parlamentar informou que estará protocolando a denúncia junto ao Ministério Público do Estado, solicitando que a Embasa seja obrigada a cumprir o que determina a lei e desconsidere as contas já enviadas para os consumidores, ressarcindo o valor das que já foram pagas. Ramon solicita ainda que seja disponibilizado de forma clara e fácil o acesso para a população de baixa renda como se cadastrar na Tarifa Social.

 “É preciso que os órgãos fiscalizadores tomem uma atitude enérgica contra a Embasa. A população, principalmente a menos favorecida, tem sofrido com o péssimo serviço oferecido por esta empresa em nossa cidade”, disse.

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Jacobina: Com 123 casos suspeitos neste ano, município liga o sinal de alerta para a disseminação da Dengue

14 de abril de 2020, 11:07

Foto: Notícia Limpa

(Da assessoria) – Jacobina tem um histórico endêmico no que diz respeito à dengue, mesmo com diversas iniciativas do Poder Público no combate a este mal. O município já possui 123 casos suspeitos de dengue neste ano, conforme informações da Secretaria Municipal de Saúde. Só nesta segunda-feira, dia 13, cinco pessoas foram hospitalizadas no Hospital Municipal Antonio Teixeira Sobrinho, com sintomas da doença causada pelo mosquito Aedes aegypti.

A secretária de Saúde de Jacobina, Mariana Valois, chama atenção para a necessidade da prevenção, pois ao obedecer os cuidados como manter quintais limpos e com os possíveis criadouros sendo descartados ou vigiados, a infecção é evitada. “A prevenção sempre é o melhor caminho, e esta iniciativa precisa partir dos moradores, limpando seus quintais e fechando suas caixas d’água”, alerta Mariana, solicitando o empenho de todos para o problema, inclusive com denúncias contra àqueles que não cumprem as determinações para se combater os focos do mosquito. “Precisamos muito da colaboração da comunidade em geral, denunciando possíveis focos do mosquito, evitando o acúmulo de água em recipientes abertos, afinal, o Aedes aegypti sofreu várias mutações ao longo dos anos, sendo também o transmissor Zika e chikungunya”, completou a secretária, informando ainda que a população pode contribuir com informações sobre os locais que inspiram cuidados,  por meio do telefone 3621-2217, da Vigilância Epidemiológica.

Dengue – A dengue é uma doença causada por um vírus do gênero Flavivírus, transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. É endêmica de zonas tropicais, sobretudo no verão e épocas chuvosas. No Brasil, as regiões Sudeste e Nordeste são as mais atingidas e anualmente o Ministério da Saúde faz diversas campanhas, alertando a população para se prevenir contra a doença.

A transmissão se dá pela picada do mosquito infectado por já ter picado outra pessoa doente. O principal transmissor é o Aedes aegypti, um mosquito de hábitos diurnos. A saliva do inseto ao entrar em contato com o sangue humano faz com que o vírus se prolifere. O mosquito se reproduz em locais de água limpa e parada, portanto, populações que morem em regiões sem saneamento básico ou que acumulem locais de água limpa e parada, estão expostas a um risco maior.

Os sintomas da dengue clássica incluem dores musculares, febre alta, dores nas juntas, vômitos, enjoos, etc. Na dengue hemorrágica, sangramentos surgem após a diminuição da febre.

 

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