Jacobina: Com 123 casos suspeitos neste ano, município liga o sinal de alerta para a disseminação da Dengue

14 de abril de 2020, 11:07

Município já registra 123 casos confirmados neste ano (Foto: Notícia Limpa)

(Da assessoria) – Jacobina tem um histórico endêmico no que diz respeito à dengue, mesmo com diversas iniciativas do Poder Público no combate a este mal. O município já possui 123 casos suspeitos de dengue neste ano, conforme informações da Secretaria Municipal de Saúde. Só nesta segunda-feira, dia 13, cinco pessoas foram hospitalizadas no Hospital Municipal Antonio Teixeira Sobrinho, com sintomas da doença causada pelo mosquito Aedes aegypti.

A secretária de Saúde de Jacobina, Mariana Valois, chama atenção para a necessidade da prevenção, pois ao obedecer os cuidados como manter quintais limpos e com os possíveis criadouros sendo descartados ou vigiados, a infecção é evitada. “A prevenção sempre é o melhor caminho, e esta iniciativa precisa partir dos moradores, limpando seus quintais e fechando suas caixas d’água”, alerta Mariana, solicitando o empenho de todos para o problema, inclusive com denúncias contra àqueles que não cumprem as determinações para se combater os focos do mosquito. “Precisamos muito da colaboração da comunidade em geral, denunciando possíveis focos do mosquito, evitando o acúmulo de água em recipientes abertos, afinal, o Aedes aegypti sofreu várias mutações ao longo dos anos, sendo também o transmissor Zika e chikungunya”, completou a secretária, informando ainda que a população pode contribuir com informações sobre os locais que inspiram cuidados,  por meio do telefone 3621-2217, da Vigilância Epidemiológica.

Dengue – A dengue é uma doença causada por um vírus do gênero Flavivírus, transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. É endêmica de zonas tropicais, sobretudo no verão e épocas chuvosas. No Brasil, as regiões Sudeste e Nordeste são as mais atingidas e anualmente o Ministério da Saúde faz diversas campanhas, alertando a população para se prevenir contra a doença.

A transmissão se dá pela picada do mosquito infectado por já ter picado outra pessoa doente. O principal transmissor é o Aedes aegypti, um mosquito de hábitos diurnos. A saliva do inseto ao entrar em contato com o sangue humano faz com que o vírus se prolifere. O mosquito se reproduz em locais de água limpa e parada, portanto, populações que morem em regiões sem saneamento básico ou que acumulem locais de água limpa e parada, estão expostas a um risco maior.

Os sintomas da dengue clássica incluem dores musculares, febre alta, dores nas juntas, vômitos, enjoos, etc. Na dengue hemorrágica, sangramentos surgem após a diminuição da febre.

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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