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Avião de Bolsonaro arremete em MT por causa da fumaça de queimadas

18 de setembro de 2020, 12:35

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse hoje (18) que o avião em que ele estava teve de arremeter ao chegar a Sinop, em Mato Grosso, pois a visibilidade “não estava muito boa”. De acordo com a administradora do aeroporto, havia fumaça no momento do pouso e o piloto não tinha 100% de visibilidade da pista.

O Pantanal enfrenta uma onda recorde de incêndios e a fumaça das queimadas já chegou a outras regiões do país.

“Hoje quando o avião foi aterrissar, ele arremeteu. Foi a 2ª vez na minha vida que acontece isso, uma vez foi no Rio de Janeiro, e obviamente, algo anormal está acontecendo, no caso é que a visibilidade não estava muito boa”, disse Bolsonaro.

Na segunda tentativa, a aterrissagem da comitiva ocorreu normalmente. Além de Bolsonaro, a aeronave levava o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas e o chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

O presidente foi a Sinop para participar de um evento em homenagem ao agronegócio. Em seguida, a agenda prevê uma ida para Sorriso, também na região norte do estado, para assinatura da ordem de serviço de recapeamento da pista de Taxiway do aeroporto e para a entrega de títulos de propriedades rurais a pequenos agricultores de Nova Ubiratã (MT).

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Jacobina Mariana Oliveira e Carlos Mota são os candidatos a prefeita e vice do PT

18 de setembro de 2020, 12:13

Foto: Divulgação

O Diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) de Jacobina realizou na noite de domingo (13), a sua convenção partidária, em que oficializou o nome da odontóloga e atual presidente da agremiação local, Mariana Oliveira como candidata a prefeita e o ex-vereador Carlos Mota, o Carlinhos do PT, como vice.

Preocupados com o período pandêmico, o evento aconteceu pela plataforma Zoom e contou com a presença de dirigentes municipais, estaduais e militantes. Além das majoritárias, o Partido dos Trabalhadores também oficializou os registros de 16 pré-candidaturas à Câmara Municipal.

“Foi dado mais um passo importante para o processo eleitoral deste ano. O PT é um partido que não foge à luta e mais uma vez se coloca como forte opção  para competir e trabalhar pela construção de uma Jacobina melhor, uma cidade justa  e mais democrática. Sabemos do valor do PT e reafirmamos o seu compromisso com a sociedade e todo o povo trabalhador. Sabemos também o tamanho do desafio que vem pela frente, assim como conhecemos a força da militância e do que temos para oferecer para nossa cidade e nossa gente. Onde o PT governa dá certo.” destacou Mariana após a confirmação do seu nome como candidata.

Relação de candidatos a vereador – Almir Santos Lima (Almir Guarda), Arenilton Geraldo Santos (Quinho Grau), Carlos Augusto Freitas de Alencar (Cacá de Tote), Clovis Ferreira dos Santos (Brás), Damásio Bispo dos Santos (Damásio), Eliude da Silva Oliveira (Ellen Oliveira), Erice Santos de Jesus (Iris Santos), Gilson Pereira de Almeida de Miranda (Gilson Coração Valente), Ijani Martins da Cruz Silva (Boré do PT), Juciara da Silva Abreu Santana (Juciara Abreu), Laedson Almeida de Oliveira (Pirulito), Maria Inez Lages Gomes (Maria Inez), Maria José dos Santos Ferreira (Zélia Jacobina II), Martins dos Santos (Martins), Rafael Souza de Jesus (Rafael) e Reginaldo Francisco dos Santos (Rege da Caixa d’Água).

 

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Dada a largada para as eleições municipais em todo o país

18 de setembro de 2020, 11:59

Foi dada a largada para as eleições municipais para o Executivo e o Legislativo em todo país Todas as então pré-candidaturas foram homologadas nas convenções partidárias que aconteceram entre o último dia 31 de agosto e 16 de setembro.

Para atender às recomendações médicas e sanitárias impostas pelo cenário de pandemia provocada pelo novo coronavírus, muitos partidos políticos realizaram suas convenções em formato virtual para a escolha de candidatos e formação de coligações majoritárias. Por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as legendas tiveram que garantir ampla publicidade a todos os seus filiados, as datas e as medidas que seriam adotadas.

A campanha eleitoral, que começa oficialmente no próximo dia 26 de setembro, tem o fim das coligações nas eleições proporcionais como a grande alteração deste pleito. Ou seja: a partir agora, todas as legendas têm que ter chapa completa, sem compor com outros partidos, para eleger os vereadores, o que exigirá um reforço redobrado das legendas, tanto na formação das chapas quanto na estratégia de campanha.

Jacobina – Candidatos a prefeito e a vereador do município de Jacobina começam a se mobilizar para a disputa que acontece no dia 15 de novembro. Três candidatos buscam comandar o Executivo municipal a partir de janeiro de 2021 e mais de uma centena concorrem a uma cadeira no Legislativo. Luciano Pinheiro (DEM) tentará a reeleição com uma nova vice em sua chapa, Renata Oliveira, moradora do distrito de Caatinga do Moura. O vereador Tiago Dias (PCdoB), como já estava sendo anunciado desde a última eleição para deputado, foi oficializado como candidato a prefeito e a ex-vereadora Kátia da Saúde (Podemos) como vice. Já o Partido dos Trabalhadores (PT) disputará com uma chapa ‘puro sangue’, ao ter convencionado os nomes da atual presidente da legenda no município, Mariana Oliveira como prefeita e o ex-vereador Carlos Mota como vice.

 

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Adolescente chora sangue no Brasil. Médicos não encontram explicação

18 de setembro de 2020, 09:14

Foto: Reprodução

Uma jovem brasileira, de 15 anos, chora sangue e os médicos não conseguem encontrar explicação para que tal aconteça. A mãe, Juliana Miranda, de 36 anos, explicou ao site G1 que tudo começou no passado dia 12, quando a adolescente se queixou com dores de barriga e foi encaminhada para uma unidade hospitalar.

“Foi atendida” e voltou para casa, em Adolfo. Contudo, no dia seguinte “acordou com lágrimas de sangue a sair de um dos olhos e veio conversar comigo, assustada com a situação”, contou a mãe.

Então regressaram ao médico e, sem quaisquer dores, foi-lhe dada alta. Horas depois, prossegue a mãe, o sangue começou a sair dos dois olhos, o que levou a uma nova ida ao hospital. 

“Decidiram transferi-la para a Santa Casa de José Bonifácio, em São Paulo, onde outra médica a examinou e me disse que não poderia ajudar com o caso, porque a minha filha não estava sentindo nenhum tipo de dor. Em seguida, encaminharam-na para outro hospital”, disse Juliana à mesma publicação. 

Aqui, e após exames, os médicos também não conseguiram chegar a nenhum diagnóstico concreto sobre o que estaria a causar esta estranha condição. Recebeu alta mas irá realizar novos testes e, quando os resultados chegarem, será de novo atendida. 

 

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‘Amazônia corre risco real sob Bolsonaro’, diz ex-diretor do Inpe

18 de setembro de 2020, 08:52

Foto: MP-RO

Responsável há 30 anos pelo sistema de monitoramento via satélite da Amazônia, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) voltou a ser atacado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Após a alta recorde na 1ª quinzena de setembro das queimadas na maior floresta tropical e na maior área inundável do mundo, o Pantanal, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que os dados não seriam reais e que “alguém no Inpe é contra o governo”.

Para Gilberto Câmara, ex-diretor do Inpe e candidato ao cargo novamente, os ataques demonstram o desespero do governo frente à repercussão internacional e sua incapacidade de resolver o problema.

Em entrevista à DW Brasil, Câmara diz enxergar 1 risco real de interrupção da divulgação pública dos índices de desmatamento e queimada.

Deutsche Welle: Diante da alta das queimadas na Amazônia e em outros biomas, o vice-presidente Hamilton Mourão voltou a atacar os dados produzidos via observação de satélites pelo Inpe e afirmou que alguém no Inpe é contra o governo”. Como você, ex-diretor da instituição e candidato que concorre ao posto neste momento, olha para essas críticas? Elas têm algum fundamento?

Gilberto Câmara: É uma continuação do que já vem acontecendo desde que Jair Bolsonaro atacou Ricardo Galvão (ex-diretor do Inpe, exonerado em agosto de 2019 por rebater os ataques de Bolsonaro sobre taxas de desmatamento na Amazônia).

O Inpe está reproduzindo uma realidade, o Inpe não está fazendo política. E o Inpe mostrou que as queimadas aumentaram muito na Amazônia, apesar da promessa de que o governo agiria. Mas o governo não está agindo, de jeito nenhum. Está acontecendo uma situação em que o governo, na falta de qualquer alternativa, vai atrás de inimigos.

A lógica é: se você não está fazendo nada, tem que arrumar alguma coisa para fazer para justificar a sua falta de ação. Foi exatamente o que aconteceu no ano passado, a repetição dessa ideia de que tem um monte de inimigos no Inpe e que estão trabalhando contra o governo e que, portanto, os dados são ruins porque é o Inpe que produz. Eles não aceitam a realidade de que tudo esteja queimando.

É uma mentira total e deslavada. É uma tentativa meio desesperada, uma tentativa de desviar o foco sobre a própria incompetência do governo de agir. De certa forma é simples de entender, embora seja duro de aguentar.

Você vê riscos reais ao trabalho feito pelo Inpe e ao futuro das pesquisas desenvolvidas no instituto e a divulgação ampla e pública dos dados?

Vejo, claro. Se você admite que o Inpe é uma instituição científica séria, você não pode questionar os dados. O desespero é tal que seria preciso fechar o Inpe, fechar os dados, censurá-los, parar de produzi-los para que não tivéssemos mais os dados da Amazônia. Assim, eles (o governo Bolsonaro) poderiam produzir os próprios dados dizendo mentiras.

É um cenário real. Ele depende, evidentemente, da reação da população. Pelo Mourão, ele já teria feito isso. Mas não fez ainda porque as pessoas, a imprensa, estão preocupadas. Mas, se deixarem, Mourão faz isso.

Eu vejo riscos concretos. Porque ele está desesperado. Quem está desesperado toma decisões desesperadas.

Recentemente, o Ministério da Defesa manifestou o interesse na compra de 1 novo satélite para produzir dados sobre desmatamento da Amazônia, o que o Inpe faz há 30 anos. Essa decisão teria a ver com esse cenário que citou?

São coisas diferentes. Isso seria 1 gasto de dinheiro que não vai para lugar algum. É preciso distinguir entre o satélite e a interpretação do satélite. O ministério queria contratar 1 satélite que não vai servir para nada, porque não tem condição de medir o desmatamento da Amazônia. É 1 satélite feito para monitorar gelo, no Ártico. Um satélite finlandês, muito bom para gelo, muito ruim para floresta.

Mas isso, de novo, é aquela manobra de fake news. Eu forço uma mentira, ou uma não verdade, para desviar a atenção da realidade. Eles dizem que o que falta é satélite, o que falta é dado, mas o que falta é a fiscalização. Os dados estão aí. O Brasil já reduziu desmatamento em 80% com os mesmos dados do Inpe.

Quais seriam as consequências para o Brasil se, de fato, o governo deixasse de publicar os dados sobre desmatamento e queimada de forma aberta?

Seriam terríveis. Acaba de sair uma carta assinada por embaixadores criticando o Brasil pelo desmatamento.

Acho que o objetivo do governo é criar condições para fechar o Inpe, no sentido de que o instituto deixe de produzir dados, tirar essa função dele. O desespero está muito grande. Nós iremos viver momentos difíceis. Dependemos muito da reação da sociedade. Ano passado foi o Galvão, agora vemos isso de novo.

Consequências óbvias são que o Brasil vai aumentar sua posição de pária. E isso não vai facilitar em nada qualquer acordo comercial. Vários setores exportadores da economia dependem do fato de o governo conseguir baixar o desmatamento.

Ações no sentido de prejudicar o Inpe atingem, de fato, muito o instituto, mas prejudicam muito mais o Brasil. Só que esse governo está achando que consegue que a sociedade engula isso. Então haverá muita briga na sociedade.

Como está o processo para a escolha do novo diretor do Inpe, cargo que você já ocupou e ao qual concorre novamente?

Eu não sei o que vai acontecer. Vamos ter que esperar.

Fonte: Deutsche Welle

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas

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Pimenta é fruta ou legume?

17 de setembro de 2020, 20:11

Foto: Notícia Limpa

Nenhum dos dois.  A Pimenta é uma especiaria, um condimento culinário de sabor picante.

A pimenta faz muito bem à saúde e seu consumo é precípuo para quem tem enxaqueca. A substância química que dá à pimentao seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde. Elas provocam a liberação de endorfinas – verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.

E tem mais: as substâncias picantes das pimentas melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito antiflatulência. Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é simples, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem estudos que demonstram que a pimenta é um potente antioxidante (antienvelhecimento) e antiinflamatório. A pimenta possui até propriedades anticâncer. 

 

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Brasil realiza a maior eleição informatizada do mundo

17 de setembro de 2020, 16:25

Foto: Reprodução

 

No dia 15 de novembro, a Justiça Eleitoral realizará mais uma eleição para garantir o processo democrático de escolha dos representantes políticos em cada cidade do país. Ao todo, 147.918.483 eleitores brasileiros estão aptos a votar para prefeito e vereador em 5.568 municípios.

Pelo fato de a votação ser realizada totalmente na urna eletrônica, o processo eleitoral brasileiro é considerado a maior eleição informatizada do mundo. Em número de eleitores, o Brasil está em quarto lugar, uma vez que Índia, Estados Unidos e Indonésia, respectivamente nessa ordem, têm mais cidadãos em idade para votar. Portanto, o Brasil é a quarta maior democracia do mundo.

O sistema eletrônico de votação brasileiro é referência mundial e conta com mecanismos que garantem a segurança do voto e a liberdade democrática. Desde que foi adotada no processo eleitoral, a urna eletrônica já foi utilizada em 12 eleições bem-sucedidas, sem qualquer vestígio ou comprovação de fraude.

A informatização do processo eleitoral brasileiro eliminou manobras fraudulentas realizadas na época em que a votação era realizada em cédulas de papel.

Além disso, a Justiça Eleitoral utiliza o que há de mais moderno em termos de segurança da informação para garantir a integridade, a confiabilidade e a autenticidade do processo eleitoral.

Além de passar sistematicamente por testes públicos de segurança, as urnas dispõem de uma série de mecanismos de auditoria e de verificação dos resultados, que podem ser utilizados por candidatos, por partidos, por coligações, pelo Ministério Público, pela Ordem dos Advogados do Brasil e pela Polícia Federal, entre outras entidades, bem como pelo próprio eleitor.

A cadeia de segurança da urna eletrônica garante que sejam executados somente os softwares desenvolvidos e assinados digitalmente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proteção do sistema é feita em camadas formadas por diversas barreiras, que, em conjunto, não permitem que a urna seja violada. Qualquer tentativa de ataque causa um efeito dominó, que bloqueia o sistema e trava o equipamento.

Para as eleições deste ano, a estimativa é que mais de 700 mil candidatos disputem a preferência do eleitor. Desse total, 69.078 pessoas serão escolhidas para representar as prefeituras e as câmaras municipais. Assim, serão eleitos 57.942 vereadores, 5.568 prefeitos e 5.568 vice-prefeitos. A votação ocorrerá em 401 mil seções eleitorais e contará com o apoio de mais de 1,6 milhão de mesários.

Devido à pandemia causada pelo novo coronavírus, o horário de votação foi ampliado em uma hora: as seções eleitorais estarão abertas das 7h às 17h para receber o eleitor. Das 7h às 10h, os idosos com mais de 60 anos terão prioridade, pois são considerados do grupo de risco.

Para garantir a segurança de eleitores, de mesários e de todos os trabalhadores envolvidos com as eleições, a Justiça Eleitoral lançou um protocolo de cuidados sanitários a serem adotados no dia da votação.

Conforme o protocolo, todas as seções eleitorais terão álcool em gel para limpeza das mãos dos eleitores antes e depois da votação, e os mesários receberão máscaras, face shield (protetor facial) e álcool em gel para proteção individual. Além disso, cartazes serão afixados com os procedimentos a serem adotados por todos.

Os materiais foram doados ao TSE por importantes empresas e entidades brasileiras, evitando custos adicionais ao poder público num momento em que o foco é combater a pandemia.

A principal orientação da Justiça Eleitoral é a de que o eleitor use máscara desde o momento em que sair de casa, evite contato físico com outras pessoas e cumpra o dever cívico da forma mais ágil possível, sem permanecer tempo desnecessário nos locais de votação.

NÚMEROS CRESCENTES: Com o crescimento populacional, naturalmente, os números das eleições estão sempre aumentando. Desde a retomada da democracia após o período de ditadura militar, essa será a 10ª eleição municipal.

Em 1985, mais precisamente no dia 15 de novembro daquele ano, estavam aptos a votar cerca de 18 milhões de eleitores em 201 municípios brasileiros. Na urna de lona, eles depositaram seus votos apenas para o cargo de prefeito. Os eleitos, por sua vez, administraram tais cidades de 1º de janeiro de 1986 a 31 de dezembro de 1988.

O voto eletrônico só foi utilizado pela primeira vez em 1996, alcançando um terço dos municípios brasileiros. Nas Eleições Gerais de 1998, dois terços do país já utilizaram a urna eletrônica e, em 2000, os eleitores de todos os municípios brasileiros digitaram seu voto no equipamento.

TSE

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Projeto torna crime agressão a profissional de imprensa

17 de setembro de 2020, 16:14

Foto: Paulo Pinto AGPT

Citando levantamentos de entidades internacionais sobre crimes contra a imprensa no Brasil e exemplos de “intolerância da atual conjuntura política”, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) propõe transformar em crime as hostilidades a profissionais de imprensa no exercício de suas funções.

O texto do PL 4.522/2020 altera o Código Penal estabelecendo uma pena de detenção de um a seis meses, acrescida de multa, a quem praticar hostilidades com o objetivo de impedir ou dificultar a atuação dos profissionais de imprensa. A pena será aumentada em caso de emprego de violência ou vias de fato que se considerarem aviltantes.

Ao defender seu projeto, Contarato entende que não se pode falar em democracia quando os veículos de comunicação se veem impedidos de cumprir a missão que a Constituição lhes estabelece. Ele sublinha que nos últimos anos o Brasil tem verificado um aumento das ofensas e ameaças contra esses profissionais, resultando em atos cada vez mais violentos, e citou, como exemplo, as agressões sofridas pelo fotógrafo do Estado de S. Paulo, Dida Sampaio, em manifestação em Brasília em 3 de maio deste ano.

A justificação do senador capixaba acrescenta dados do Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), que, em ranking internacional de impunidade em crimes praticados contra a imprensa, coloca o Brasil em posição “muito próxima de países como a Síria e o Afeganistão”, e da ONG Repórteres Sem Fronteiras, segundo a qual a “deterioração do ambiente para jornalistas” fez o Brasil cair para a 107ª posição na classificação mundial de liberdade de imprensa.

Frisando que o objetivo da legislação é proteger a própria liberdade de imprensa, Fabiano Contarato acrescenta que “o Estado democrático de direito não subsiste em um cenário onde a hostilidade se transforma em arma para tentar silenciar opiniões, dados ou fatos que desagradem a um determinado grupo.”

Sobre seu projeto, o senador comentou em mensagem no Twitter: “Para combater as violências, ofensas e ameaças crescentes contra profissionais de imprensa, apresentei projeto de lei punido com prisão os agressores. Não há democracia sem liberdade de imprensa!”

Fonte: Agência Senado – Foto: Paulo Pinto/AGPT

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PlayStation 5 chegará ao Brasil em novembro; confira datas e preços

17 de setembro de 2020, 07:52

Foto: Divulgação

A Sony anunciou nesta quarta (16) a data de lançamento do PlayStation 5. O nova geração de consoles chegará aos Estados Unidos, Japão, México, Coreia do Sul, Canadá, Austrália e Nova Zelândia no dia 12 de novembro. No resto do mundo, chega no dia 19.

A versão maior do console custará US$ 499,99 e o PlayStation 5 Digital Edition, sem drive para CD, custará US$ 399,99. Os preços em reais ainda não foram divulgados.

A nova geração da Microsoft chegará às lojas no dia 10 de novembro. O Xbox Series X custará US$ 499, mas a versão menor do cosole, o Series S, vai custar US$ 299. Ainda não foram divulgados os preços no Brasil.

O anúncio ocorre um dia após a Sony Brasil ter anunciado que irá fechar em março de 2021 a fábrica de Manaus (AM), e que não vai mais vender TVs, câmeras digitais e produtos de áudio no Brasil em meados de 2021.

Segundo nota divulgada pela empresa, as demais operações do grupo, que envolvem games, soluções profissionais, música e cinema, continuam. A Sony Brasil também vai continuar com o suporte ao consumidor e irá manter a garantia dos produtos comercializados.

A empresa, que está há 48 anos no Brasil, afirma que a decisão se deve ao “recente ambiente do mercado” e visa fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios para ter uma resposta mais rápida às mudanças no ambiente externo.

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O preconceito, o racismo e a discriminação são características do irracional

17 de setembro de 2020, 07:25

*Por Gervásio Lima  – 

O conceito de beleza não se resume no porte físico, na cor da pele, no tipo de cabelo, na condição financeira, na posição profissional, na linhagem ou sobrenome. Ser ‘lindo’ é muito mais que tudo isso, é ter a condição de se comportar corretamente como um ser humano que enxerga no outro a sua semelhança, é ter a capacidade de amar e empatia, independente de classe social, raça, gênero ou religião.

A compreensão de vida não se resume em estereótipos, de imagens preconcebidas, padronizadas e generalizadas, como o próprio significado da palavra remete. Definir o sujeito a partir de seus dotes, raça ou situação social é cometer intencionalmente discriminação, racismo e preconceito. Julgar sem conhecer o julgado é perigoso e pode causar situações violentas, assim como o preconceito que geralmente está atrelado à discriminação por parte daqueles que valorizam a si próprios e deprecia os demais.

Os preconceituosos e racistas têm dificuldades em aceitar e conviver com as diferenças, e muitas vezes são medrosos, inseguros e suas atitudes chegam ao delírio, para não dizer ao ridículo. Tratar o outro com inferioridade se julgando superior é um ato insano e irracional.
Bonito é saber viver, literalmente, respeitando o diferente e as diferenças, pregando o bem sem olhar a quem. Não existe riqueza maior que amar e ser amado, ter amigos e uma família construídos com irmandade.

Não sai caro defender e trabalhar em prol da coletividade, basta não ter como regra a satisfação do ego e a lei da vantagem. A comunhão sim deve aparecer como palavra principal quando o convívio em sociedade estiver correndo algum tipo de risco.

Em momentos difíceis a reflexão faz parte do dia a dia daqueles que estão acometidos por algum tipo de situação negativa, seja em uma desilusão amorosa, um problema de saúde, perda de um ente, inseguranças, entre outras. Muitas vezes o ato de refletir serve como uma espécie de ‘antídoto’ para as intempéries da alma. Pensar é um momento de autoavaliação, oportunidade de rever atitudes e inclusive conceitos.

“Errar é humano, mas permanecer no erro é burrice…”

*Jornalista e historiador

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