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Apesar do apelo de Bolsonaro, caminhoneiros mantêm paralisação

31 de janeiro de 2021, 15:23

Foto: Reprodução

Apesar dos apelos do presidente Jair Bolsonaro, a paralisação dos caminhoneiros autônomos a partir desta segunda-feira (1º) será mantida, afirmou ao Broadcast o presidente do Conselho Nacional dos Transportadores Rodoviários de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, acrescentando que a duração do movimento é “indeterminada” e que 22 Estados participam do conselho. Dias afirma que a redução ou zeragem do PIS/Cofins sobre o diesel, cogitada pelo governo, não seria suficiente para terminar com a greve, porque o principal problema é a política de paridade ao preço internacional adotada pela Petrobras.

“Quem teria a culpa de desabastecimento do País se o movimento se prolongar por 3, 4, 5 dias, como foi na época do presidente Michel Temer, quando durou 11 dias, não são os caminhoneiros, é quem é responsável pela pasta. Se o presidente chamar para conversar no primeiro dia e resolver, todo mundo volta a trabalhar no dia seguinte. Até agora não teve diálogo com Conselho Nacional ou com a categoria.”

No sábado (30), Bolsonaro pediu que a categoria não entrasse em greve e disse que todo mundo perderia se isso acontecesse, “o Brasil todo”. Questionado sobre o apelo do presidente, Dias afirmou que entende que o presidente não pode incitar greves, mas reclamou que “não chegou nada para categoria de autônomos” nos primeiros dois anos de governo. “Não podemos deixar passar este ano, o ano que vem é de eleição, senão os caminhoneiros vão continuar no submundo.”

O presidente do CNTRC também disse que a categoria não irá bloquear as estradas, deixando faixas livres. “Vamos fazer a manifestação dentro da lei. Temos o direito de conscientizar a categoria. Somos um País democrático e está na Constituição o direito de fazer manifestação livre.”

Uma liminar concedida pela Justiça Federal do Rio no sábado proíbe caminhoneiros em greve de bloquear, mesmo que parcialmente, a rodovia BR-101, que margeia o litoral do País. A decisão vale para todo o trecho da BR-101 no Rio. Uma decisão liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedida na sexta-feira (29), já havia proibido bloqueios da Rodovia Presidente Dutra, trecho da BR-116 que liga São Paulo ao Rio.

Além do fim da política de paridade ao preço internacional dos combustíveis, a pauta de reivindicações da categoria tem outros nove pontos, mas outro tema urgente, segundo Dias, é a modificação da redação do projeto 4199/2020, o BR do Mar, que, segundo o dirigente, dá vantagem para empresas estrangeiras no transporte de cabotagem, o que favorecia a contratação de empresas frotistas para fazer o frete em detrimento de caminhoneiros autônomos. “Os caminhoneiros estão preocupados em perder emprego”, diz ele, argumentando que não foi avaliado o impacto social do projeto e nem as condições da categoria nos portos do País, que fica “ao relento”.

A pauta também discute aposentadoria especial para a categoria, o cumprimento do piso mínimo do frete, estabelecido em 2018 após a paralisação de 11 dias, respeito à jornada de trabalho e maior fiscalização da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), entre outras reivindicações.

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Vinho brasileiro tem salto histórico no ano de pandemia

31 de janeiro de 2021, 15:14

Foto: Reprodução

Em um ano muito difícil para a economia brasileira, o mercado de vinhos foi na direção oposta e deu um salto histórico em 2020. O consumo per capita subiu 30% no País, em meio ao isolamento social, chegando à máxima de 2,78 litros para cada habitante com mais de 18 anos. No entanto, o ano foi especialmente positivo para o nicho historicamente menos prestigiado das vinícolas nacionais: o de vinhos finos. Segundo a Ideal Consulting, que acompanha a evolução do setor, as vendas desses produtos dobraram.

Excluindo os espumantes da conta, o mercado brasileiro ainda está bastante concentrado nos vinhos de mesa, explica Felipe Gualtaroça, presidente da Ideal Consulting. Esse produto – associado principalmente aos garrafões de 5 litros, mas não mais restrito a eles – representa 63% da produção nacional, enquanto o produto importado abocanha mais 31%. Resultado: o vinho local produzido a partir de uvas viníferas só representa 6% do consumo total (veja quadro abaixo).

Uma confluência de fatores contribuiu para o mercado como um todo, mas principalmente os vinhos brasileiros de preço mais alto, tivessem uma expansão de consumo fora da curva em 2020. O principal deles foi a alta do dólar, que se manteve bem acima de R$ 5 por boa parte do ano. No entanto, as vinícolas nacionais se beneficiaram também de uma melhor distribuição – tanto no varejo tradicional quanto no e-commerce – e pela qualidade da safra 2019/2020, que garantiu a oferta de um produto de melhor qualidade nesse momento de experimentação.

“Foi uma chance para o consumidor se livrar do preconceito que tinha em relação ao vinho fino brasileiro”, diz Gualtaroça. O especialista lembra que a safra que está sendo colhida neste momento também é considerada de qualidade superior à média brasileira graças à condição climática favorável.

Espumantes. Enquanto o vinho fino local ainda tem um caminho ladeira acima, os fabricantes de espumante já haviam conseguido cair no gosto do consumidor brasileiro. Hoje, as vinícolas locais dominam o mercado nacional de espumantes. Durante a pandemia, esse peso do produto local se ampliou ainda mais: passou de 81%, em 2019, para 84%, no ano passado.

Membro do conselho da família Valduga – que reúne seis das principais marcas de vinho e espumantes do País, como Casa Valduga, Casa Madeira e Ponto Nero -, Jones Valduga diz que o ano de 2020 “com certeza foi atípico”. O empresário projeta que será possível manter em 2021 o ritmo de expansão agregado de 25% do ano passado. “A Ponto Nero, que trabalha exclusivamente com espumantes, cresceu 30% em 2020. E estamos vendo também um aumento do interesse por nossos vinhos branco e rosé.”

Sócio-proprietário da vinícola Luiz Argenta, da cidade gaúcha de Flores da Cunha, o empresário Deunir Argenta, que também é presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), diz que o “alento” percebido de 2020 veio em boa hora: “Vínhamos quase sem crescimento – em 2017, 2018 e 2019, praticamente o mercado se estagnou”, aponta.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Mineração sustentável: mineradora baiana é a primeira a participar do programa padrão de sustentabilidade canadense

30 de janeiro de 2021, 09:26

Foto: Ascom JMC

(Da assessoria) – A unidade da JMC Yamana Gold, em Jacobina, na Bahia, é a primeira mina brasileira a participar do padrão de sustentabilidade desenvolvido pela Associação de Mineração do Canadá (Mining Association of Canada- MAC). O programa da Associação de Mineração do Canadá ‘Towards Sustainable Mining’ – TSM ou ‘Rumo à Mineração Sustentável’ é um programa de sustentabilidade reconhecido mundialmente que apoia as empresas de mineração no gerenciamento de riscos ambientais e sociais importantes. O processo de implementação dura cerca de três anos e a Yamana já concluiu o primeiro ano que consiste no cumprimento de vários requisitos básicos e auto-avaliações para suas unidades na América do Sul, incluindo as operações de Jacobina. Há um cronograma de trabalho em andamento para as atividades previstas nas próximas etapas.

“Ser sustentável é uma premissa para trabalhar no ramo da mineração hoje em dia. A Yamana possui programas muito intensos voltados à sustentabilidade do setor e esse é um grande passo para que continuemos trabalhando com alto desempenho, segurança e responsabilidade socioambiental. Nossas ações visam refletir um conjunto de valores que compartilhamos com nossos empregados e comunidades, incluindo honestidade, transparência e integridade”, afirma Ivan Rigoletto, diretor de Saúde, Segurança e Sustentabilidade da Yamana.

A adesão da Yamana Gold em participar do programa ocorre de forma voluntária. “Participar do TSM vai além das exigências legais e fortalece o compromisso contínuo das práticas e indicadores de sustentabilidade empresarial para as mineradoras”, reforça Rigoletto. O IBRAM já está em tratativas para trazer o programa TSM para seus associados no Brasil.

Sustentabilidade

A Yamana trabalha na busca constante da eficiência operacional para ser sustentável. A utilização racional dos recursos naturais é uma premissa para o desenvolvimento dos negócios no município de Jacobina. O reuso da água em todos os processos da empresa, a reciclagem do lixo orgânico com a implantação de uma usina de compostagem em parceria com uma cooperativa local, o controle da poluição atmosférica por meio de programas específicos para este fim, além da garantia do bem-estar da biota e das comunidades que vivem no entorno da mineradora fazem parte do dia a dia da empresa.

Desde 2012 existe o Instituto de Desenvolvimento Socioambiental com o objetivo de fortalecer e aumentar ainda mais o alcance dos programas voltados à sociedade e ao meio ambiente. A criação do instituto teve como base a consolidação e os excelentes resultados das ações educacionais, sociais, ambientais e culturais, por meio das quais milhares de pessoas foram beneficiadas.

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Dica: Tire manchas da roupa e tecidos com vinagre

30 de janeiro de 2021, 08:33

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Vinagre, palavra originária do francês antigo ‘vin aigre‘ou vinho azedo, conforme explica um artigo da autoria da apresentadora e guru de lifestyle Ana Maria Braga, publicado no seu blog no site da Globo, é uma substânciaresultante de duas fermentações: alcoólica e acética. O produto é obtido a partir de qualquer fonte que contenha açúcar, como por exemplo uva, maçã ou arroz.

Utilizado desde a antiguidade para limpar e conservar os alimentos, o vinagre é atualmenteusado sobretudo como tempero. Porém, continua a ter outras utilidades verdadeiramente surpreendentes.

Vinagre contra as manchas

Segundo Ana Maria Braga, para retirar nódoas de tecidos basta colocar a peça em questão de molho numa mistura de quatro xícaras (chá) de água, duas colheres (sopa) de detergente líquido e três colheres (sopa) de vinagre durante 10 minutos. Em seguida, lave normalmente.

Já se for uma mancha de suor, deve nesse caso deixar a roupa de molho em 250 ml de água morna com uma colher (sopa) de vinagre e depois lavar normalmente. Como vê, é fácil!

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Bahia passa de 10 mil mortos por Covid-19 e quantidade de novos casos é quase o dobro nos últimos dez dias

29 de janeiro de 2021, 17:46

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 34 óbitos e 4.173 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,7%). O total de mortos pela doença passa a 10.021, representando uma letalidade de 1,72%. Neste mês de janeiro ocorreram 574 óbitos e 84.225 novos casos de pessoas infectadas pelo coronavírus. O número é ainda deve terminar menor que dezembro, que teve 94.583 casos, mas é clara a tendência de alta: nos últimos dez dias foram 37.556, quase o dobro do mesmo período do mês passado (19.688).

De acordo com  o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), em 24 horas foram recuperados 3.262 paciente e dos 581.880 casos confirmados desde o início da pandemia, 559.616 já estão curados e 12.243 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

A Sesab contabiliza ainda 969.648 casos descartados e 136.748 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (29).

ÓBITOS

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 34 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. Dentre os 10.021 óbitos, 56,57% ocorreram no sexo masculino e 43,43% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,95% corresponderam a parda, seguidos por branca com 19,63%, preta com 14,77%, amarela com 0,63%, indígena com 0,14% e não há informação em 9,88% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 70,88%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,05%).

Retirado do Blog de Giorlando Lima 

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Xiaomi apresenta tecnologia para carregar bateria à distância

29 de janeiro de 2021, 14:30

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Os fios estão cada vez mais perto de serem extintos. A Xiaomi apresentou nesta sexta-feira, 29, uma tecnologia capaz de carregar a bateria de aparelhos a metros de distância. Segundo a fabricante chinesa, o sistema, chamado de Mi Air Charge, consegue carregar vários dispositivos a 5W ao mesmo tempo – obstáculos físicos aparentemente não reduzem a eficiência de carregamento.

A empresa não especificou o limite de distância para o carregamento, mas disse que o sistema funciona em um “raio de vários metros”.

A ideia é que o Mi Air Charge funcione tanto para celulares quanto para outros dispositivos tecnológicos, como relógios e pulseiras inteligentes. Uma das grandes apostas da Xiaomi nos últimos anos tem sido a casa conectada, e essa nova tecnologia parece uma ferramenta para integrar ainda mais diferentes aparelhos.

O sistema funciona com antenas de cinco fases integradas, que conseguem indentificar onde está o dispositivo a ser carregado. Além disso, uma matriz de controle composta por 144 antenas transmite ondas milimétricas com a energia diretamente ao aparelho.

A Xiaomi disse ao site The Verge que nenhum produto comercial com a tecnologia será lançado neste ano – não há previsão de quando o Mi Air Charge chegará ao mercado.

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Estados e prefeituras cancelam ponto facultativo do carnaval para frear pandemia

29 de janeiro de 2021, 14:20

Foto: Reprodução

Governos estaduais e prefeituras têm anunciado nas últimas semanas o cancelamento do ponto facultativo do período do carnaval. A decisão ocorre meses após a suspensão das festividades em fevereiro e tem o objetivo de desestimular aglomerações e festas clandestinas em meio ao aumento de casos da covid-19 no País.

A segunda, 15, a terça-feira, 16, e a quarta-feira (até as 14 horas), 17, são consideradas pontos facultativos pelo governo federal, o que está oficializado em portaria do Ministério da Economia de 30 de dezembro. Há gestões municipais e estaduais, contudo, que consideram parte das datas como feriado.

Entre os governos que tomaram a medida de suspensão, estão alguns dos principais destinos brasileiros para os festejos de carnaval, como Bahia,Pernambuco,Ceará e Minas Gerais. “Em razão da pandemia e do cancelamento da festa em fevereiro, o Estado e a Prefeitura da capital entendem que não há motivo para decretar ponto facultativo nos dias mencionados acima”, justificou o governo baiano.

Justificativa semelhante foi divulgada por Minas Gerais: “A medida tem por objetivo desestimular viagens e a ocorrência de eventos que possam gerar aglomeração e provocar o aumento de infecções pelo coronavírus.” No caso do Piauí, a suspensão contempla a segunda e a quarta-feira.

A determinação também foi anunciada por municípios de diferentes portes, como Florianópolis, Ouro Preto, Porto Alegre. Governo e Prefeitura de São Paulo suspenderam ponto facultativo no carnaval.

Nas cidades com maior histórico de festas de rua, também há uma preocupação para evitar festejos clandestinos. Em Olinda, por exemplo, está prevista uma operação integrada com o governo estadual e Polícia Militar para monitorar o descumprimento das normas de distanciamento nos principais pontos da cidade.

“As guarnições de segurança que executam o patrulhamento diário, (…) já estão cientes e treinadas para a abordagem e dispersão imediata, a qualquer indício de movimentação deste porte”, informou a gestão.

Nem todos os governos devem aderir à medida. No Distrito Federal, por exemplo, o ponto facultativo está mantido e as festividades em estacionamentos estão permitidas desde que os foliões permaneçam dentro de automóveis, em uma espécie de carnaval “drive-in”. No Rio de Janeiro, por sua vez, a terça de carnaval é considerada feriado até o momento.

Além disso, a realização de um carnaval fora de época no segundo semestre, como algumas prefeituras anunciaram em 2020, dificilmente deve se confirmar. A Prefeitura do Rio, por exemplo, confirmou que não terá desfiles de escolas de samba e blocos de rua neste ano e lançou o apoio a uma campanha chamada “Unidos pelo distanciamento”.

Salvador apontou que “tudo depende de como vai se comportar a proliferação do vírus e a imunização das pessoas”.

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Coca-Cola lança versões com café brasileiro mas não as disponibiliza no Brasil

29 de janeiro de 2021, 12:33

Foto: Kauê Vieira

A nova Coca-Cola com Café acaba de chegar ao mercado dos EUA como uma das grandes apostas da gigante dos refrigerantes para 2021, e com ela vai também um tanto do Brasil: um dos principais produtos de exportação nacional, é com o café brasileiro que a nova receita da Coca é feita. Curiosamente, porém, não há previsão para a chegada do produto ao mercado de onde veio sua principal matéria prima. A Coca-Cola com Café por enquanto não será lançada no mercado brasileiro.

A novidade virá em três variações: Blend escuro, Baunilha e Sabores de caramelo. Cada latinha contém 69 miligramas de café – o dobro da medida em uma Coca normal – e também serão oferecidas versões zero, sem açúcar mas com o ânimo oferecido pelo sabor e a dose de cafeína. Segundo Jaideep Kibe, vice-presidente da empresa, a nova receita está sendo vista como um lançamento de vanguarda, capaz de abrir um novo filão no mercado. “Trata-se de um híbrido verdadeiramente único e inovador, que irá abrir pioneiramente uma nova categoria que estamos chamando de ‘cafés refrescantes’”, comentou.

O produto é anunciado como “infundido com café brasileiro”, e foi lançado inicialmente no mercado japonês com imenso sucesso em 2017. Desde então, vem sendo testado em outros mercados como Itália, Austrália e Vietnã – o êxito de tais lançamento levou o produto ao mercado dos EUA. “Não é somente um teste de um produto e uma fórmula, mas também da embalagem certa, e que estamos compreendendo o que os consumidores procuram em uma bebida”, explicou Brandan Strickland, diretor de marketing da marca na América do Norte.

O lançamento nos EUA se dá depois de dois anos de testes – não por acaso: um outro produto similar, misturando Coca-Cola e café, já foi testado no país em 2006, mas descontinuado dois anos depois – a crítica da época afirmou que a bebida trazia um gosto residual muito forte – e outras receitas semelhantes já chegaram importados por aqui. As pesquisas com a nova receita, porém, foram promissoras com o público estadunidense: 80% dos participantes afirmaram que comprariam o produto.

Fonte: Hypeness 

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A super dica para espantar as moscas das frutas

29 de janeiro de 2021, 11:34

Foto: Reprodução

As drosófilas ou ‘moscas da fruta’, alimentam-se de frutas maduras ou em processo de decomposição, e embora possam incomodar são completamente inofensivas.

Porém, e se não as suporta nada tema porque há solução. No programa Mais Você da TV Globo, a apresentadora Ana Maria Braga, partilhou uma dica simples e eficaz para espantar as drosófilas da sua fruteira.

Para tal, basta cortar um limão ao meio e enterrar no próprio limão pequenos pedaços de cravo-da-índia.

Em seguida, coloque as duas metades do limão na fruteira, com os cravos virados para cima, e eles farão o papel de afastar os insetos da fruta. Fácil!

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Médicos acusados de retirar órgãos de criança viva são julgados em BH

28 de janeiro de 2021, 13:44

Foto: Álbum de família

São julgados nesta quinta-feira em Belo Horizonte, três dos médicos acusados de retirar os órgãos de um menino de 10 anos ainda vivo, há 21 anos. O crime, que ficou conhecido como Caso Pavesi, ocorreu em Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. 

A sessão é realizada no Primeiro Tribunal do Júri, no Fórum Lafayette, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O júri é presidido pelo juiz Daniel Leite Chaves, que indeferiu requerimentos dos advogados dos médicos pedindo a suspensão da sessão e questionando depoimentos de testemunhas por videoconferência.

O conselho de sentença é formado por seis homens e uma mulher. A sessão estava marcada para as 9h, mas começou com atraso, por volta das 11h. Segundo a assessoria de imprensa do Fórum Lafayette, neste processo, há quatro médicos acusados, mas um deles conseguiu o desmembramento do caso e deve ser julgado posteriormente. 

Em outubro do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) de anular condenação dos cinco médicos envolvidos no Caso Pavesi. Os réus haviam sido condenados pelo crime de remoção de órgãos seguida de morte. Agora, vão a júri popular por crime doloso contra a vida, ou seja, com intenção de matar. 

A decisão foi do ministro Ribeiro Dantas. Para ele, “não houve dúvidas de que os médicos removeram os órgãos da vítima, causando-lhe dolosamente a morte como conse-quência”. Além disso, o ministro afirmou que os médicos agiram com consciência e vontade não apenas de remover os órgãos, mas também de matar a criança.

Segundo a Justiça, eles foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado e por remover órgãos ou partes do corpo de uma pessoa em desacordo com a lei, tendo como agravante a idade da vítima, menor de 14 anos.

Caso Pavesi 

Em abril de 2000, Paulo Veronesi Pavesi, de 10 anos, foi atendido por uma equipe médica depois de sofrer traumatismo craniano ao cair de uma altura de 10 metros do prédio onde morava. Ele foi levado ao Hospital Pedro Sanches, mas, após alguns problemas durante a cirurgia, foi encaminhado à Santa Casa da cidade, onde morreu.

O pai da criança desconfiou das circunstâncias da morte depois de receber uma conta do hospital de quase R$ 12 mil. Algumas informações apontavam a cobrança de medicamentos para remoção de órgãos, que, na verdade, deve ser paga pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o Ministério Público, a equipe médica teria constatado a morte encefálica, mas as investigações apontaram que o laudo foi forjado e houve várias irregularidades durante o atendimento. Os envolvidos foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

“Na denúncia, consta que cada profissional cometeu uma série de atos e omissões voluntárias com a intenção de forjar a morte do menino para que ele fosse doador de órgãos”, diz o Tribunal de Justiça de Minas Gerais. “Estão entre as acusações a admissão em hospital inadequado, a demora no atendimento neurocirúrgico, a realização de uma cirurgia por profissional sem habilitação legal, o que resultou em erro médico, e a inexistência de um tratamento efetivo e eficaz. Eles são acusados também de fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino”, informa o TJMG.

Dois anos após a morte de Paulo, a Santa Casa da cidade foi descredenciada a fazer remoção e transplantes de órgãos. A MG Sul Transplantes, entidade gestora dos procedimentos no município, foi extinta.

Com informações do Portal Terra

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