A mudança de sede da final da Libertadores obriga a Conmebol a correr com a preparação do estádio. O Monumental Universitario está longe de estar pronto a três dias da decisão entre Flamengo e River Plate: faltam desde faixas com as marcas da competição e de patrocinadores até cadeiras que ainda estão sendo colocadas. O clima no local é de obras de última hora.
A Conmebol tinha investido em uma pequena reforma no Estádio Nacional de Santiago, que receberia o jogo. Por isso a resistência em trocar de local. Enfim, no início de novembro, uma reunião selou alteração para Lima, após semanas de convulsão social no Chile.
Por conta dos preparativos de última hora, a Conmebol não deixou veículos entrarem no estádio ontem (terça-feira), sendo exceção os donos de direitos da competição como Fox Sports e Globo. A instrução era clara de que o Monumental ainda não deveria ser mostrado enquanto não estivesse pronto.
Na área externa, ainda havia acessos de entrada sendo instalados, placas com as marcas da Libertadores encostadas nas grades e operários dando mão de tinta na pintura marrom clara da arquibancada. Patrocinadores do Universitario ainda tinham suas marcas exibidas, sem ainda presença dos parceiros comerciais da Conmebol.
Internamente, uma questão é que, quando o estádio foi escolhido, havia vários assentos quebrados que tiveram de ser substituídos, o que ainda está ocorrendo no início desta semana. Os assentos são do tipo que era usado em estádio mais antigos no Brasil, sem encosto.
A administração do Monumental informou que alugou o estádio e, a partir daí, tudo tem corrido por conta da Conmebol. Não havia uma renovação no local desde a sua construção, há 20 anos. Embora seja um estádio novo, o Monumental tem uma aparência envelhecida, talvez fruto da sua arquitetura mais antiga e dessa falta de manutenção. As grades externas têm arames farpados no topo, algo também já abolido em equipamentos mais modernos.
A escolha de Lima ocorreu por ter sido uma opção de emergência com falta de alternativas, pelo Monumental ser um estádio de grande capacidade (receberá 60 mil pessoas) e pelo melhor acesso da capital peruana. Lima, de fato, tem boa estrutura para receber os turistas.
O acesso ao estádio, no entanto, é bem complicado. Há uma pista com apenas duas vidas na avenida conhecida por engarrafamentos na cidade. A chegada em jogos grandes costuma ser caótica, segundo moradores locais.
Aprovação da Lei Áurea em 13 de maio de 1888 contou com discurso de senadores que evocavam o medo de uma revolta negra e de uma reforma agrária no país.
“De um traço de pena se legisla que não existe mais tal propriedade [o escravo] (…) enfim senhores, decreta-se que neste país não há propriedade, que tudo pode ser destruído por meio de uma lei, sem atenção nem a direitos adquiridos, nem a inconvenientes futuros!”. Com estas palavras inflamadas João Mauricio Wanderley, o Barão de Cotegipe, líder da bancada escravagista no Senado, criticou a Lei Áurea em 12 de maio de 1888, às vésperas de sua aprovação. O parlamentar baiano aproveitou a sessão que discutia a abolição para lançar mão de um discurso de medo, associando a libertação dos escravos a uma temida reforma agrária. “Sabeis quais as consequências? Não é segredo: daqui a pouco se pedirá a divisão das terras, do que há exemplo em diversas nações, desses latifúndios, seja de graça ou por preço mínimo, e o Estado poderá decretar a expropriação sem indenização!”.
A sessão do Senado que aprovou a Lei Áurea.ARQUIVO SENADO
À época a causa abolicionista contava com grande apoio em diversos setores urbanos da sociedade — inclusive por parte da princesa Isabel de Orleans e Bragança, responsável pela sanção final da Lei e que ocupava o trono durante a ausência do imperador dom Pedro II. Isso não impediu que um grupo de parlamentares ligados ao agronegócio sustentado pela mão de obra escrava tentasse barrar o texto: seis senadores, dentre eles Cotegipe, e nove deputados foram voto vencido na questão em 1888, de acordo com os arquivos do Senado. As transcrições das sessões constam nos arquivos da Casa, e podem ser acessados livremente. À época o Senado contava com 71 integrantes (10 a menos do que a composição atual), que se dividiam entre o partido liberal e o conservador. Todos eram escolhidos pelo Imperador à partir de uma lista tríplice enviada pelas províncias. A tramitação da Lei Áurea foi breve, sendo finalizada nas duas casas em cinco dias – incluindo sábado e domingo, dias nos quais o parlamento se encontra às moscas em 2019.
O Barão de Cotegipe traçou na tribuna do Senado um quadro de grave crise social e econômica caso a Lei fosse aprovada. “Tenho conhecimento das circunstâncias da nossa lavoura, especialmente das províncias de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, e afianço que a crise será medonha. A verdade é que há de haver uma perturbação enorme na paz durante muitos anos”, disse. Durante a sessão que antecedeu a aprovação da abolição da escravidão, Cotegipe leu um panfleto que supostamente estava sendo distribuído por liberais no campo e na cidade: “Os ventos nos trazem as ideias vivificadoras da nossa reabilitação; a liberdade religiosa; a regularização da legislação em todos os seus ramos; a difusão de ensino; a universalidade do voto; a desenfeudalização da propriedade [o fim do latifúndio]”. Após a leitura deste trecho, o barão concluiu, em tom sombrio “eis aqui, senhores, o que nos espera. Preparemo-nos para esses novos combates”.
O desprezo de Cotegipe para com os escravos e sua iminente liberdade fica claro durante a sessão. Em dado momento, o senador Candido de Oliveira o interrompe durante a sessão para corrigir o termo usado pelo barão. “Não há mais libertos [ex-escravos, termo usado pelo Barão], são cidadãos brasileiros”, diz o abolicionista ao colega. Em meio a risos, Cotegipe responde: “São libertos; mas direi, se quiser, até que são ingleses”.
Os senadores brasileiros não estavam alheios ao que ocorria nas demais colônias onde a escravidão havia sido abolida. O parlamentar pernambucano João Alfredo Correia Oliveira, proprietário de terras, evocou a situação dos Estados Unidos. “Podem ser muito sedutoras as glórias de Lincoln [ex-presidente dos EUA que assinou a Proclamação de Emancipação dos Escravos] e seu partido, inundando de sangue o solo da pátria [a decisão de Lincoln levou à Guerra Civil no país], acumulando ruínas, destruindo brusca e violentamente a propriedade servil, de que o Estado tinha maior culpa que os particulares”.
Além do conflito que se desenrolou nos EUA, o senador temia que se repetisse aqui o que houve por lá, onde em algumas ocasiões o Governo “não admitiu indenização [aos ex-senhores de escravos], nem permitiu entre os antigos senhores e os libertos nenhuma condição de serviços temporários, e até confiscando as demais propriedades daqueles”. No Brasil não foram pagas indenizações aos ex-donos de escravos – e nem aos ex-escravos, como defendia a ala mais progressista do Senado. Por fim, Oliveira conclui: “Senhores, muito infeliz foi o Brasil, herdando esta instituição; porém, mais infeliz será se a sua extinção não for conseguida mediante sabias cautelas e previsões, de modo que não acarrete graves perturbações”.
Alguns parlamentares defensores da escravidão tentaram dar um verniz humanista ao seu posicionamento conservador. “A proposta que se vai votar é inconstitucional, antieconômica e desumana”, afirmou o senador Paulino de Souza, em 12 de maio. Para Souza, ele mesmo um proprietário rural, a Lei Áurea era desumana “porque deixa expostos à miséria e à morte os inválidos, os enfermos, os velhos, os órfãos e crianças abandonadas da raça que quer proteger”, que uma vez libertos não contariam mais com a proteção do seu senhor.
O senador lança mão de uma comparação com a Revolução Francesa, que pôs fim à monarquia no país europeu, e aproveita para alfinetar seus colegas conservadores que apoiam a Lei: “Esse governo revolucionário [da França] não se animou a praticar o que em plena tranquilidade e em uma época regular, vai-se em poucas horas, praticar no Brasil, não sob a direção, mas com a cumplicidade de homens políticos que se dizem conservadores”. De acordo com Souza, “o Governo regular do Brasil que, em contraposição àquele Governo revolucionário, faz decretar, de um dia para outro, a abolição imediata, pura e simples, sem uma garantia para os proprietários, espoliando-os da propriedade legal”.
Alguns deputados abolicionistas cometeram erros ao traçar um panorama do que viria com o fim do regime escravocrata no Brasil. Manoel Francisco Correia, do Paraná, tentou prever o que aconteceria após a abolição. Suas palavras, vistas à luz da situação de discriminação, racismo e violência que o negro ainda sofre no Brasil do século XXI, não poderiam soar mais equivocadas: “A escravidão será em poucos anos apenas uma sombra no passado, sem perturbar com desastres e ruínas as alegrias do futuro”.
A Yamana Gold foi premiada no 13º Encontro anual do programa Na Mão Certa, promovido pela Childhood Brasil que aconteceu ontem, 18 de novembro, em São Paulo.
Além de receber reconhecimento por ser signatária da iniciativa, a companhia foi considerada referência por conta do trabalho de combate à exploração sexual infantil que está realizando no município de Jacobina, na Bahia.
Ao longo do ano de 2019, a Yamana realizou diversas atividades com colaboradores, fornecedores e população de Jacobina e região sobre o tema “Violência sexual contra crianças e adolescentes “, entre elas blitz, palestras, cinema e rodas de conversa. Essas iniciativas reforçam o compromisso, assumido em sua Estratégia de Sustentabilidade, de contribuir para o desenvolvimento dos municípios onde está presente.
Isadora Cerqueira e Cassiana Queiroz, analista de comunidades e assistente de comunidades, respectivamente
Para Isadora Cerqueira, Analista de Comunidades da Yamana, a empresa investe no que acredita. “A Yamana acredita nessa causa e por isso investe em conscientização e capacitação de redes de proteção, que envolvem desde seus colaboradores, a fornecedores e líderes de associações comunitárias para que juntos possam proteger a crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade”.
Uma tribo indígena que vem lutando há 15 anos para preservar terras de onde retira sua alimentação conseguiu uma vitória, na segunda-feira, quando a pressão pública fez com que o grupo hoteleiro português Vila Galé cancelasse os planos de construir um resort de luxo no litoral da Bahia.
Com uma população de 4.631 indígenas, a tribo Tupinambá de Olivença luta desde 2003 para que sua terra seja declarada como reserva. A Fundação Nacional do Índio (Funai) aprovou o pedido em 2009, e a Justiça decidiu unanimemente em favor aos tupinambás em 2016.
No entanto, a tribo ainda precisa da assinatura final do Ministério da Justiça e do presidente Jair Bolsonaro para que o status de proteção do território se torne oficial. Apesar dos múltiplos pedidos, nada foi feito desde 2016.
Na semana passada, o Conselho Nacional de Direitos Humanos demandou que o governo Bolsonaro acelere a demarcação final da terra Tupinambá, localizada na Mata Atlântica no sul da Bahia.
O presidente ainda não manifestou qualquer decisão sobre o caso específico, mas declarou em diversas ocasiões que não pretende conceder mais territórios para grupos indígenas, alegando que há “muita terra para poucos indígenas”.
O Vila Galé informou que um empresário local ofereceu-lhe o terreno em 2018. Representantes dos governos municipal e estadual aprovaram o projeto, assim como o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). O grupo hoteleiro anunciou o projeto em seu site, indicando que a inauguração estava prevista para 2021.
O CEO da companhia, Jorge Rebelo de Almeida, insistentemente negou a existência de qualquer presença indígena no local em questão, uma alegação reiterada por um comunicado divulgado à imprensa portuguesa na segunda-feira.
“No local e em um raio de muitos quilômetros, não havia nem há qualquer tipo de ocupação/utilização, nem sinais de qualquer atividade extrativista por parte de quem quer que seja. Não existe qualquer reserva indígena decretada para esta área, nem previsão de a vir a ser”, afirmou o comunicado.
A pressão sobre o segundo maior grupo hoteleiro de Portugal cresceu após um documento divulgado pelo The Intercept em 27 de outubro, no qual a Embratur manifestava “interesse no encerramento do processo de demarcação de terras indígenas” da tribo Tupinambá de Olivença na área de construção do hotel, que traria 200 milhões de reais e geraria cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos.
Em resposta ao documento e às pressões políticas, públicas e da imprensa portuguesa, a companhia insistiu que aguardaria até a decisão final do Ministério da Justiça e de Bolsonaro.
No comunicado de segunda-feira, entretanto, a companhia informou que abandonaria o projeto por não querer que seu hotel siga em frente “com a iminência de um ‘clima de guerra'”, que classifica como “injusto” e “sem fundamento”.
De acordo com a Constituição brasileira, que garante o direito indígena sobre as terras ancestrais, e um decreto presidencial de 1996, qualquer construção em território já demarcado pela Funai pode ser confiscada sem compensação.
“Este projeto de hotel é totalmente ilegal. O direito dos índios à terra independe da sua demarcação”, disse Juliana Batista, advogada do Instituto Socioambiental, uma organização não governamental que defende os direitos indígenas. Ela acrescentou que autoridades locais seguiram adiante e licenciaram o projeto do hotel sem envolver agências federais.
A famosa, histórica e principal cidade da região grega da Maceônica, Thessaloniki (ou Tessalônica), recebeu no início do mês de novembro (8,9 e 10), capoeiristas de diversas partes do mundo para comemorar o 19º aniversário do Grupo de Capoeira Jacobina Arte; agremiação fundada pelo jacobinense Marcos Paulo Almeida Brandão, o mestre Pitbull, que reside atualmente na Grécia.
Construída no séc. XVI, a Torre Branca foi adotada como símbolo de Thessaloniki
O evento que foi realizado no Centro Cultural de Thessaloniki reuniu alunos, contramestres e mestres de capoeira que atuam na Europa e no Brasil. Foram três dias de festa e muita roda de capoeira para marcar uma importante data para o esporte e cultura Brasileira e Mundial, proporcionado por um perseverante jacobinense que acreditou e conseguiu realizar a façanha de disseminar uma das principais e positivas heranças dos escravos africanos para países do Ocidente e do Oriente, levando sempre o nome da sua cidade natal, a qual é homenageada com o nome do grupo.
Mestre Pitbull
“Sinto-me uma pessoa realizada, por fazer o que gosto e por está contribuindo em apresentar este esporte que na verdade é uma arte cultural. Nestes 19 anos de fundação, o Jacobina Arte só tem a agradecer a todos que nos acompanham e que acreditam em nosso trabalho. Obrigado aos amigos, alunos e professores. Vamos comemorar que a festa é nossa; a festa é de quem pratica e apóia a capoeira”, comemora mestre Pitbull, finalizando com a afirmação: “mais do que um esporte, a capoeira é uma forma de expressão cultural que reúne história, tradição e muitos benefícios para saúde”.
A bandeira de Jacobina é presença marcante nos eventos
O contramestre Torneiro foi o responsável pela organização das comemorações deste ano, que contou ainda com as presenças dos seus parceiros, mestre Parafuso (França), mestre Ligeirinho, Formado Urso, os professores Falcão, Malandro, Corpo Fechado e os contramestres Torneiro, Gavião e Montanha (Grécia),contramestre Santo (Turquia), contramestre Abadá (Croácia), graduado Furacão (Áustria). O também jacobinense, contramestre Drácula que atua em Jacobina foi um dos convidados. Já o professor mestre Lourival, primeiro instrutor de Pitbull, foi um dos homenageados.
Encontro dos mestres Lourival e Pitbull
CAPOEIRA – Presente na cultura brasileira desde o tempo dos escravos, a capoeira é mais do que um esporte, é um miste de luta, arte, dança, ritmos e música, em uma roda cheia de gingado ao som do berimbau. Espalhada pelo Brasil, inicialmente a fim de trazer proteção, a capoeira também pode proporcionar benefícios não só para a mente.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira, 19, uma operação para investigar um esquema criminoso de venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores gdo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 40 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Barreiras, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia, na Bahia, e em Brasília.
Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) com o objetivo de desarticular o esquema criminoso. Também estão sendo cumpridas determinações de afastamento de quatro desembargadores e de dois juízes de suas funções. A operação, batizada de “Faroeste”, apura crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de ativos, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico de influência.
Mais de 200 policiais federais, acompanhados por Procurados da República, participam da operação e cumprem os mandados em gabinetes, fóruns, escritórios de advocacia, empresas e nas residências dos investigados. Procurado, o TJ-BA ainda não se manifestou.
O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Gesilvaldo Britto, negou recurso ao Estado e manteve a liminar que dá direito às empresas São Luiz e Falcão Real de operarem linhas de ônibus. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (18). Gesivaldo Britto não considerou os argumentos do Estado. Segundo a Agerba [agência estadual que regula transportes], os contratos foram rompidos pelo vencimento da concessão, e não por descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como havia sido manifestado pelas empresas. São Luiz e Falcão Real chegaram a dizer que o rompimento teria sido causado também por perseguição do ex-diretor executivo da Agerba, Eduardo Pessoa, que seria contrário às companhias.
A ordem do presidente do TJ-BA também deixa suspensa a licitação que escolheria a nova companhia para operar as 36 linhas de ônibus sob responsabilidade das companhias. Entre os itinerários oferecidos constavam Salvador x Juazeiro [via Capim Grosso], Senhor do Bonfim x Ponto Novo, Feira de Santana x Juazeiro, Juazeiro x Miguel Calmon [via Capim Grosso], Jacobina x Itaberaba e Jacobina x Amargosa [via Milagres]. A licitação estava marcada para o dia 3 de setembro, mas uma liminar obtida pelas empresas derrubou a abertura da concorrência.
Ao pedir a suspensão da liminar, a Agerba defendeu que a decisão gerava insegurança jurídica já que, para que não haja interrupção na prestação do serviço público, seria obrigada a deflagrar procedimento simplificado para contratação por dispensa emergencial de licitação. O texto aponta ainda que a decisão “põe em risco e ordem e segurança públicas, pois impede a realização de importante licitação para concessão de serviços de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros no Estado da Bahia, mantendo a precariedade da prestação do serviço por empresas que não tem contrato vigente e cometem irregularidades na prestação do serviço, pondo em risco a segurança de passageiros, motoristas, transeuntes e todos aqueles que estejam expostos aos perigos criados pela má prestação do serviço”.
Porém, Gesivaldo considerou que, como o juízo de primeiro grau determinou a continuidade da operação do serviço pelas requeridas, que são concessionárias/ permissionárias do serviço público “há relevante lapso temporal”, não existiria o risco de interrupção na prestação do serviço ou prejuízo à população. Também apontou que não havia risco às finanças públicas, já que o referido procedimento licitatório ainda se encontra em fase inicial e, por causa da liminar, não houve sequer a Sessão de Abertura.
Apesar de conceder a liminar, o juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública havia apontado que a Agerba deveria realizar, no prazo de 90 dias, “a vistoria de todos os veículos da parte Autora, elaborando relatório detalhado, com a finalidade deste Magistrado avaliar a realidade do estado de conservação da frota”. “Ainda, mantendo in totum o poder de polícia e fiscalizatório da Ré, se na vistoria for constatado que há veículo sem condições seguras de rodagem, a partir de prévios critérios técnicos, que seja possibilitado prazo de regularização para a parte Autora, com vedação de sua utilização comercial para transporte de passageiros dos veículos vistoriados, sob pena de apreensão (CTB, art. 230, XVIII), até regularização”.
INCIDENTES
Desde que a possiblidade de rompimento da concessão, foram registrados casos de incêndios em ônibus das duas empresas. No dia 6 de setembro, um ônibus da Falcão Real que fazia a linha Juazeiro X Salvador pegou fogo próximo ao distrito de Carnaíba do Sertão. Dezesseis dias depois, em Miguel Calmon, no Piemonte da Diamantina, um ônibus também ficou destruído após incêndio. Já no dia 6 de outubro, 15 ônibus foram consumidos por um incêndio dentro da garagem da Falcão Real/São Luiz em Jacobina, também no Piemonte da Diamantina.
O primeiro cenário envolve um ataque maciço do Exército americano usando todos os meios disponíveis, incluindo armas nucleares.
O segundo cenário envolve uma série de etapas, cujo principal objetivo é colocar a Rússia em isolamento econômico. Este método foi projetado para “conduzir a uma mudança de liderança política”.
Adversário à altura
De acordo com o jornalista Antony Konyushevsky, a probabilidade de tal conflito militar é bem real, pois Washington pode precisar urgentemente de uma guerra de maior envergadura.
Os Estados Unidos devem “tentar dominar o país junto com seu espaço geopolítico”, uma vez que a Rússia é vista como a adversária mais provável, opina o autor do artigo.
Por outro lado, a publicação destaca que, em circunstâncias extremamente difíceis, a Rússia “conseguiu realizar várias jogadas de mestre”, dando como exemplo o sucesso na Síria, estabelecendo relações com a Turquia e Israel, enquanto Washington “sofreu uma derrota humilhante no Oriente Médio”.
As uvas são excelentes para o coração e ricas em antioxidantes que ajudam na redução do processo de oxidação do mau colesterol. Além disso, são um laxante natural pela presença de fibras dietéticas.
As suas propriedades trazem múltiplos benefícios para a saúde e a sua versatilidade faz com que seja uma das frutas mais populares do mundo. Tanto pode ser consumida crua, em passas, serve para fazer geleias, sucos, xaropes e, claro, vinho.
Estão entre as frutas mais calóricas, mas não é por isso que deve deixar de consumi-las. Conheça os seus benefícios:
Visão: Os antioxidantes presentes na uva ajudam na redução de ocorrência de doenças, tais como a degeneração macular e a catarata. Estes antioxidantes também ajudam a retardar o processo de oxidação e perda de visão.
Coração: As uvas aumentam o nível de óxido nítrico, que reduz a coagulação do sangue. Os flavonoides presentes no fruto ajudam na redução do processo de oxidação do mau colesterol e na proteção das paredes das artérias em caso de aumento da pressão arterial.
Pele: Por serem ricas em vitamina C, são excelentes para a saúde da pele. Os antioxidantes presentes nas uvas defendem o processo de oxidação dos radicais livres, desacelerando o processo de envelhecimento.
Cabeça: Muito úteis contra a enxaqueca e dores de cabeça, pois facilitam o transporte de oxigênio e nutrientes para essas células.