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Para 42% da população, governo agiu mal em crise do óleo no litoral

23 de dezembro de 2019, 19:03

Foto: Divulgação/Agência Petrobras

Para 42% da população, o governo Jair Bolsonaro teve um desempenho ruim ou péssimo para lidar com o vazamento de óleo que atinge o litoral brasileiro desde o fim de agosto. Outros 31% consideram a ação do governo regular e 23%, ótima ou boa.

 

Já no Nordeste, região mais afetada pelas manchas de óleo, a avaliação negativa é maior. Metade da população nordestina considera ruim ou péssimo o desempenho de Bolsonaro em relação à crise.

Manchas de óleo apareceram primeiro na Paraíba e se espalharam por todos os estados nordestinos. No Sudeste, apareceu em quantidades menores no Espírito Santo no início de novembro e mais tarde no norte do Rio de Janeiro.

Os dados da pesquisa Datafolha, feita com 2.948 pessoas acima de 16 anos em 176 municípios nos dias 5 e 6 de dezembro de 2019, mostram que a maior parte dos brasileiros (92%) tomou conhecimento do maior desastre ambiental em extensão no litoral do país. O incidente afetou turismo e pesca e fez com que praias paradisíacas ficassem cobertas de grandes manchas negras.

Até o momento, 972 pontos foram afetados, e mais de cem animais morreram após contato com o petróleo –a maioria são tartarugas marinhas.

A opinião de empresários em relação às ações do governo para conter o óleo vai no caminho oposto do que pensa os brasileiros em geral. Para 46% dos empreendedores, as respostas de Bolsonaro em relação ao desastre foram consideradas ótimas. Já 60% dos estudantes consideraram-nas ruins ou péssimas.

Além de parte da população, especialistas e ambientalistas veem problemas no desempenho do governo e, durante meses, apontaram erros e cobraram atenção ao caso.

“A resposta foi muito aquém da necessária, tanto para a investigação da origem do óleo como nos processos pouco transparentes com que o Brasil conduziu essa gestão”, diz Mauricio Voivodic, diretor-executivo da ONG WWF-Brasil. “A transparência dá segurança para a população, e a falta dela deixou todos nós muito preocupados e inseguros. Estamos assim até hoje.”

O primeiro pronunciamento oficial em rede nacional sobre o vazamento de óleo ocorreu 55 dias após seu início. Um site para centralizar informações foi colocado no ar 56 dias depois. O presidente Jair Bolsonaro não visitou nenhuma das áreas afetadas – em seu lugar, foram o ministro Ricardo Salles (Ambiente) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), como presidente interino, em outubro.

Enquanto isso, o governo disparava declarações sem provas sobre o assunto. Salles insinuou, sem apresentar provas e usando uma imagem antiga, que um navio do Greenpeace poderia ser o responsável pelo vazamento de petróleo. Bolsonaro também voltou a atacar as ONGs – acusadas por ele de provocar os incêndios na Amazônia de agosto – e reclamou de um suposto silêncio das organizações em relação ao derramamento de óleo.

Enquanto órgãos ambientais estaduais e biólogos recomendavam cautela no consumo de animais e no contato com a água e a areia atingidas pelo óleo, Jorge Seif Junior, secretário de Aquicultura e Pesca, afirmou, em uma das lives semanais do presidente, a frase de repercussão que até apareceu em prova do vestibular da UECE (Universidade Estadual do Ceará): “O peixe é um bicho inteligente. Quando ele vê uma manta de óleo ali, capitão, ele foge, ele tem medo. Então, obviamente, você pode consumir o seu peixinho sem problema nenhum”.

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, um dos motivos que podem explicar a demora na ação foi a extinção pelo governo Bolsonaro, em abril deste ano, de conselhos responsáveis pela resposta a desastres com óleo. Foram extintos os comitês Executivo e o de Suporte do Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Água (PNC), criado durante a governo Dilma Rousseff (PT).

Um manual para direcionar as ações do governo e colocar ou não o PNC em prática em caso de desastre também aponta a demora da gestão Bolsonaro em agir. Com 35 perguntas, o manual ajuda a avaliar a magnitude do problema e se há necessidade de dar prosseguimento ao plano.

Entre as perguntas estão: a fonte de descarga não foi controlada? Há possibilidade de ampliar a(s) área(s) impactada(s)? Há possibilidade de o óleo causar impactos ambientais de relevante comoção social? Há possibilidade de o óleo afetar área de importância socioeconômica?

As respostas positivas para as questões acima no caso desse último vazamento indicam que o plano poderia ter sido acionado logo nos primeiros dias do desastre.

Quando isso ocorre, um coordenador operacional é designado para acompanhar o vazamento, o que só foi feito em 11 de outubro em ofício interno pelo ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente). Naquela data, 43 dias após o início das manchas, 155 locais e todos os estados do Nordeste já tinham sido afetados.

Outra prova da ação insuficiente do governo é a grande quantidade de trabalho de voluntários empenhados em limpar as praias. Muitos pescadores, moradores e donos de pousadas se arriscaram e tiraram óleo das praias com as próprias mãos, com pouca ou nenhuma proteção para as vias respiratórias e os olhos.

Especialistas alertaram para o risco de intoxicação ao respirar o óleo e ter contato com o material, e voluntários depois foram hospitalizados com ardor nos olhos, dor de cabeça forte, falta de ar, cólica, náusea e coceiras no corpo. Após meses de limpeza, relatos de exaustão e estafa mental eram comuns.

É preciso considerar, porém, que o petróleo viajou abaixo da superfície do mar, o que dificultou a sua detecção por satélite e a remoção.

O causador da crise ainda é uma incógnita. Em novembro, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em uma agência marítima no Rio, e tinha como alvo o navio Bouboulina, de bandeira grega. Ele apareceu como suspeito em análise da empresa privada Hex Tecnologia.

Na última quinta (18), porém, o coordenador-geral do Cenima (Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais), Pedro Bignelli, disse em depoimento na Câmara para a CPI do óleo que o Ibama havia rejeitado o relatório da Hex.

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Homem atira em barbeiro por causa do corte de cabelo do filho

23 de dezembro de 2019, 17:20

Foto: Reprodução

Apolícia lançou uma caça após um suspeito ter disparado sobre o funcionário de uma barbearia, no Texas (EUA), por causa do corte de cabelo feito no filho. Segundo as autoridades citadas pelo Independent o tiroteio ocorreu após uma discussão dentro do estabelecimento.

Um detetive contou a um jornal local que o barbeiro tinha ajeitado o corte de cabelo feito ao filho do suspeito, de 13 anos, de graça depois de este ter voltado ao local acompanhado pelo pai.

“O menino foi para casa e voltou ao salão. Arrumaram o corte de cabelo de graça e foi quando a discussão ocorreu”, explicou Wallace Wyatt.

O detetive descreveu o tiroteio como “um dos piores que já ouviu” e sugeriu que a criança se encontraria dentro da barbearia quando o tiroteio ocorreu. O suspeito deu três tiros na vítima antes de fugir num carro prata.

Segundo as autoridades, o barbeiro está em condição estável e é esperado que sobreviva aos ferimentos.

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Cinco Estados já têm novas regras de aposentadoria

23 de dezembro de 2019, 17:16

Foto: Reprodução

Cinco Estados já incorporaram novas regras de aposentadoria para servidores e outros quatro elevaram alíquotas de contribuição. A mobilização é sinal de que os governos, muitos em crise, não quiseram esperar a aprovação da PEC paralela no Congresso.

A equipe econômica tem monitorado a tramitação de propostas de reforma previdenciária nos Estados. Os cinco deles que já aprovaram mudanças nas regras de acesso, que incluem idade de aposentadoria e tempo de contribuição, são Acre, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Piauí. O último é governado pelo petista Wellington Dias.

Ao enviar sua proposta, Dias reconheceu que seria muito mais difícil aprovar uma reforma dessa envergadura em ano eleitoral. A reforma do Estado tem uma transição mais suave que a federal e garante economia de R$ 200 milhões ao ano.

O Espírito Santo aderiu às regras aprovadas no governo federal. A economia esperada é de R$ 2,9 bilhões em dez anos. O secretário de Fazenda do Espírito Santo, Rogelio Amorim, disse que o governo só não incorporou as alíquotas progressivas, pois, segundo ele, grande parte dos servidores recebe salários menores e pagaria contribuições abaixo das atuais. “A realidade salarial nos Estados é muito diferente da União. Teríamos arrecadação menor do que com alíquota de 14%”, afirmou.

No Rio Grande do Sul, as alíquotas progressivas serão aplicadas sobre a remuneração de servidores civis ativos e inativos, com uma diferença: os aposentados que ganham até um salário mínimo são isentos da contribuição. A expectativa é ampliar a arrecadação em R$ 600 milhões por ano. Também aprovaram elevações nas alíquotas Pernambuco, Maranhão e Alagoas.

No monitoramento do governo federal, ainda há a expectativa de que outros Estados poderão votar a reforma ou a ampliação das alíquotas ainda neste ano. Entre eles, Goiás, Pará, Ceará e Mato Grosso.

Em 2020, a expectativa é a de que sejam aprovadas reformas em Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Amazonas e Tocantins. Minas Gerais ainda precisa apresentar sua proposta à Assembleia Legislativa.

A PEC paralela foi desenhada para mexer em pontos da reforma da Previdência sem atrasar sua tramitação. A principal mudança é a inclusão de Estados e municípios, excluídos da reforma pelos deputados.

No entanto, a PEC acabou incorporando outras mudanças e pode desidratar a economia de R$ 800 bilhões esperada com as modificações que passaram a valer em novembro. Como mostrou o Estadão/Broadcast, cálculos preliminares apontam risco de elevação das despesas em R$ 43 bilhões à União nos próximos dez anos, caso a PEC seja aprovada do jeito que está.

Na área econômica, a avaliação é a de que, como os Estados estão aprovando suas próprias reformas, a melhor saída é colocar a PEC paralela – que ainda precisa passar pela Câmara – no fundo de uma gaveta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Governo federal extingue 27,5 mil cargos efetivos

23 de dezembro de 2019, 11:49

Foto: Reprodução

O governo federal extinguiu mais de 27.500 cargos efetivos do seu quadro de pessoal para organizar a estrutura de carreiras. Entre os cargos extintos pelo Decreto nº 10.185, publicado na última sexta-feira (20) no Diário Oficial da União, estão o de mateiro, discotecário, técnico de móveis e esquadrias, locutor e seringueiro. O Ministério da Economia informou que analisou cerca de 500 mil cargos para “identificar aqueles que não são mais condizentes com a realidade da atual força de trabalho federal”.

“O objetivo é evitar contratações desnecessárias e o desperdício de recursos, pois estes são cargos obsoletos e em funções que não devem mais ser repostas”, disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal, Wagner Lenhart, em nota.

De acordo com o ministério, a maior parte das atribuições dos cargos que estão sendo extintos podem ser supridas de outras maneiras, como a descentralização para outros entes da federação e a contratação indireta de serviços (terceirização).

Levantamento da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal (SGP) mostrou que do total de cargos que serão extintos, 14.227 já estão desocupados e serão suprimidos imediatamente. Ainda existem 13.384 cargos ocupados. Neste caso, a extinção ocorrerá quando essas pessoas se aposentarem. “É importante deixar claro que o servidor que ocupa um cargo “em extinção” não é afetado, nada muda para a pessoa”, explica Lenhart.

O órgão mais impactado pela medida será o Ministério da Saúde. Na pasta ocorrerá a redução de 22.476 cargos, o que representa cerca de 81% do total de cargos extintos. Apenas no cargo de Agente de Saúde Pública serão extintos 10.661 cargos.

“Isso não terá repercussão no âmbito do Ministério da Saúde e se deve, em grande parte, à extinção de cargos de natureza operacional no combate e controle de endemias e de cargos vagos de unidades hospitalares, que hoje já são de competência de outros entes federativos”, afirma o secretário.

A medida veda, ainda, a abertura de concurso público para cargos existentes no plano de cargos técnicos e administrativos das instituições de ensino. A vedação abarca cerca de 20 mil cargos do Ministério da Educação e de suas instituições federais de ensino, o que representa 68 denominações de cargos.

De acordo com Wagner Lenhart, o decreto não coloca tais cargos em extinção, apenas veda a realização de novos concursos ou o provimento adicional além das vagas previstas nos editais vigentes, garantindo a continuidade dos concursos em andamento.

Esta é a terceira vez que o governo edita decretos para extinguir cargos obsoletos, diz o ministério. Em 2018, foi publicado o Decreto nº 9.262, que extinguiu mais de 60 mil cargos. Já em abril de 2019, o governo realizou outro movimento de adequação da força de trabalho e publicou o Decreto nº 9.754, que promoveu a extinção de outros 13 mil cargos.

Com informações da Agência Brasil

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A tecnologia que permite carregar seu celular em 60 segundos

23 de dezembro de 2019, 09:40

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O ano de 2020 já promete trazer novidades que podem facilitar — e muito — o uso de tecnologia móvel, como celulares.

Uma startup israelense, a StoreDot, do empresário Doron Myersdorf, planeja desenvolver baterias capazes de recarregar um smartphone em 60 segundos ou um veículo elétrico em 5 minutos. No caso do carro, a carga seria suficiente para uma viagem de aproximadamente 500 km.

Para isso, a empresa obteve um financiamento no valor de US$ 130 milhões (cerca de R$ 531 milhões) e o apoio de uma das maiores empresas de petróleo do mundo, a BP. Não à toa, o canal Bloomberg colocou a StoreDot em uma lista de startups a se prestar atenção no ano que começa.

A previsão é de que os carregadores capazes de carregar totalmente a bateria de um celular em cinco minutos cheguem ao mercado no segundo semestre de 2020.

Sua tecnologia é baseada em uma combinação de nanotecnologias e uma nova geração de compostos orgânicos que armazenam energia com mais eficiência e segurança do que os sistemas atuais.

As baterias StoreDot usam lítio, mas substituem o grafite usado pelos fabricantes de baterias por uma mistura de metaloides, ou seja, substâncias com propriedades intermediárias entre metais e não metais.

Esses metaloides incluem silício e compostos orgânicos sintetizados em seus laboratórios.

Carregar um carro elétrico pode levar de 45 minutos a quatro horas

Barreiras para carros elétricos

Nos últimos anos, a empresa registrou 31 patentes.

Mas não apenas os smartphones se beneficiarão dessa inovação. Também a indústria de veículos elétricos.

As principais barreiras na compra de um carro com baterias elétricas são que seu alcance em quilômetros ainda é limitado e, dependendo do modelo, o reabastecimento pode levar entre 45 minutos e 4 horas.

De acordo com a Bloomberg, os veículos elétricos serão responsáveis ​​por mais da metade de todas as vendas de carros novos em 2040, à medida que os preços começarem a cair e a vida útil da bateria seja estendida.

Os fabricantes têm tentado aumentar a “densidade” química da bateria para que um carro elétrico possa viajar ainda mais com uma única carga.

Os mais recentes veículos elétricos de ponta da Tesla, Chevrolet e outros fabricantes, por exemplo, permitem viagens de quase 500 quilômetros em ótimas condições. Mas recarregar ainda é um processo lento.

É nesse ponto que a StoreDot está concentrando seus esforços.

Os laboratórios StoreDot ficam em Israel

Uma realidade

Antes de se lançar no complexo mundo dos veículos elétricos, no entanto, a empresa StoreDot começará a vender baterias para motocicletas. A companhia já fez inúmeros testes: o novo equipamento oferece um alcance de 70 quilômetros.

A razão para o foco inicial em motos ocorreu porque a bateria do carro precisará de 10 vezes mais células de energia do que a bateria de uma moto tipo scooter. Além disso, a StoreDot ainda precisa encontrar uma maneira ainda mais eficiente de resfriar o equipamento enquanto ele estiver em uso, disse Myersdorf.

O aquecimento de baterias elétricas, que levou à explosão de dispositivos Samsung Galaxy ou de motores Tesla, é outro problema que a indústria deve resolver.

Por enquanto, a Meyersdorf também garantiu ao site da ISRAEL21c que suas baterias “usam metade do cobalto” em comparação com outras ferramentas disponíveis no momento.

Isso é importante, disse o CEO, porque 60% do cobalto vêm de minas localizadas na República Democrática do Congo. Esses locais estão na mira de organizações internacionais que combatem a exploração do trabalho infantil.

“Essa tecnologia exclusiva tem o potencial de se tornar o mais recente padrão de carregamento rápido em setores como dispositivos móveis ou veículos elétricos, mas também ferramentas elétricas, brinquedos elétricos, eletrodomésticos e outros”, diz a empresa em seu site.

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Fiscalização por radares móveis deve ser retomada nesta segunda (23)

23 de dezembro de 2019, 09:27

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A fiscalização por radar3s móveis feita pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) deve ser retomada nesta segunda-feira (23) para cumprir determinação judicial.

O prazo concedido pela Justiça Federal no Distrito Federal chegou a ser estendido a pedido do governo. No dia 11 de dezembro, a Justiça suspendeu uma portaria do governo federal que proibia a fiscalização em rodovias federais com radares móveis, estáticos e portáteis.

Em nota, diz o portal G1, a PRF afirmou que “já iniciou as tratativas necessárias, alinhada com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, para efetivar o cumprimento judicial que determina a retomada do uso dos radares nos procedimentos de fiscalização do órgão”.

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Mensagem de Arnaldinho de Caém

23 de dezembro de 2019, 09:18

Não gosta de água? Dez dicas para beber mais no seu dia a dia

22 de dezembro de 2019, 14:29

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Algumas pessoas têm dificuldade em ingerir o líquido na quantidade adequada, que segundo os especialistas ronda o consumo de dois litros de água por dia.Apesar de saber que beber água é fundamental para manter a saúde em dia algumas pessoas têm dificuldade em ingerir o líquido na quantidade adequada e, por isso, deixam de aproveitar os seus benefícios.

1) Mais importante que contar quantos copos de água tomamos, devemos ficar atentos aos sinais de sede. É fundamental que beba água sempre que sinta sede, pois trata-se de um sinal que o corpo envia de que necessita de líquidos para funcionar.

2) Beber água diminui a retenção de líquidos e contribui para a redução do peso. Além disso, de acordo com um levantamento da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, a ingestão de dois a três copos de água antes das principais refeições auxilia no controlo do apetite.

3) A água também ajuda a regular a nossa temperatura corporal por meio do suor, mantendo a temperatura estável, mesmo com variações climáticas extremas.

4) O ser humano consegue sobreviver sem comida por três semanas; sem água, porém, morreríamos depois de apenas três dias, pois 75% do corpo humano é composto pelo líquido. 

5) A água mantém equilibrados os níveis de concentração de substâncias no sangue, como o sódio e o potássio, fundamentais para a contração muscular.

6) A ingestão de líquidos ajuda a manter a pele hidratada por dentro e por fora, deixando-a mais vigorosa e com brilho. O ideal é ingerir entre sete a oito copos por dia, em horários estratégicos para se ir acostumando, como, por exemplo, meia hora antes do pequeno-almoço e antes das demais refeições. Adicionalmente, esse hábito também contribui para eliminar as toxinas do corpo.

7) A água não deve mesmo ter um gosto específico, mas pode ter uma subtil diferença de percepção. Isso ocorre porque passa por caminhos em que raspa minerais das rochas e do solo e a concentração desses minerais, o PH e a temperatura são variáveis que alteram o sabor da água. Se o sabor não lhe agradar, existem formas simples de mudá-lo. Uma dica é acrescentar três rodelas de pepino, cinco folhas de hortelã e um pedaço de gengibre num litro de água. Acabando ainda por ingerir assim uma bebida detox e que acelera o metabolismo.

8) Outra boa dica é para quem gosta de fruta: misture um litro de água com cinco morangos cortados ao meio, duas rodelas de limão e três folhas de manjericão. A mistura é refrescante e extremamente perfumada, transformando o ato de beber água numa verdadeira delícia.

9) Beber água ajuda a regular o intestino, pois o sistema digestivo necessita de uma boa quantidade de água para fazer a digestão de forma adequada. Com frequência, beber água resolve os problemas de acidez estomacal e a água, em conjunto com as fibras, pode curar a prisão de ventre que, frequentemente, também é consequência da desidratação.

10) Assim como fazemos com os alimentos, se estiver fora de casa, fique atento à qualidade da água. Veja qual a procedência da mesma, se foi devidamente purificada antes de ser servida e, mesmo se tiver sido, verifique se não houve contaminação posterior, como garrafas e copos sujos, por exemplo. Uma dica é levar sempre consigo uma squeeze com água purificada.

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