Alimentos que jamais deve comer quando está com fome

30 de janeiro de 2020, 12:19

Comer a primeira coisa que lhe aparece à frente quando está com fome é um grande erro (Foto: Reprodução)

Esteve tão ocupado durante o dia que passou várias horas sem comer e agora está com uma fome de leão? Apesar de não ser ideal passar mais do que três a quatro horas sem comer, é possível remediar a situação, desde que não faça as escolhas erradas.

Batata frita. Além de não ser nada saudável, nem nutritiva, a batata frita só vai saciar a fome por salgados e sal, ou seja o corpo vai pedir mais comida, especialmente doces, para conseguir a glicose necessária para ter energia.

Suco de laranja. Se a ideia é saciar a fome, é preferível comer uma laranja do que beber o seu suco, isto porque os carboidratos líquidos são menos saciantes do que os sólidos. Mais ainda, no suco falta a fibra presente na fruta, que promove a saciedade através da digestão lenta dos açúcares simples. 

Alimentos picantes. Quando está sem comer nada há várias horas, não é boa ideia ingerir alimentos , picantes já que estes podem irritar o estômago. 

Café. O café faz com que o estômago produza ainda mais ácido, aumentando a inflamação e contribuindo para que fique com a barriga inchada, sinta desconforto e náuseas.

Queijo. Regra geral, sente fome porque o corpo tem os níveis de açúcar baixos e necessita urgentemente de energia. A melhor forma de suprimir essa necessidade é consumir algum tipo de carboidrato, de preferência complexo (grãos integrais), mas que também contenha fibra e proteína para manter os níveis de energia estáveis por mais tempo. O queijo não só não tem carboidratos como contém compostos de proteína que combinados com a grande quantidade de sódio, vão deixá-lo ainda com mais fome! 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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