POLÍTICA

Secretários participam de sessão da Câmara de Vereadores de Caém

12 de agosto de 2022, 10:08

Foto: Ascom/PMC

A sessão ordinária desta quinta-feira (11), da Câmara de Vereadores de Caém, foi marcada pelas presenças dos secretários Antônio Carlos Oliveira e Silmar Matos . Os responsáveis pelas pastas da Saúde e Infraestrutura, respectivamente, apresentaram um balanço das ações, investimentos e resultados até o momento da gestão municipal. Além de apresentar informações sobre a dinâmica das secretarias, responderam perguntas de parlamentares.

Entre outros assuntos, Antônio Carlos destacou o trabalho desenvolvido e o esforço para oferecer o melhor na área da Saúde para a população. Segundo o secretário, mesmo encontrando a saúde desorganizada, a atual gestão tem trabalhado incansavelmente para melhorar o atendimento aos cidadãos, como a expansão dos serviços e a garantia dos funcionamentos das unidades básicas de saúde da sede e do interior do município.

O responsável pela Infraestrutura, Silmar reconheceu algumas dificuldades em poder atender de imediato as demandas por conta das limitações de recursos e maquinários, e pela grande extensão territorial do município. Conforme Silmar, muitas intervenções vem sendo realizadas. Com relação às recuperações de estradas vicinais, o chefe da pasta destacou os serviços que já foram realizados e os que estão na programação e que, segundo ele, os problemas apresentados serão resolvidos.

Silmar agradeceu a recepção dos vereadores, ressaltando que o Legislativo Municipal é um órgão de grande importância para o cumprimento da administração pública na sociedade. “A sessão foi muito positiva tanto para apresentar as nossa ações, bem como ouvir as sugestões dos vereadores, pois o diálogo e a transparência são valores da atual gestão para construir um novo tempo em Caém”, ressaltou Silmar.

Para o líder do governo na Câmara, vereador Lolinha, a visita dos secretários ao Legislativo Municipal é mais uma demonstração da transparência e do respeito com a população por parte da gestão do prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho). “Foi possível observar durante a explanação dos secretários que o município de Caém, a pesar do recebimento de poucos recursos financeiros, tem um investimento muito alto em todas as secretarias, e que os projetos e as ações desenvolvidas pelas pastas vão refletir muito no futuro. Está de parabéns toda a equipe do prefeito Arnaldinho pelos trabalhos desenvolvidos em nossa cidade”, salientou Lolinha.

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O que pode acontecer com candidato que divulgar fake news nas eleições

12 de agosto de 2022, 08:13

Foto: Reprodução

A divulgação de fake news durante o período eleitoral deste ano pode ter consequências graves a candidatos, podendo resultar até mesmo na perda do mandato caso seja eleito. É o que determina uma resolução publicada em 2021 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em que define especificamente questões relativas a propaganda e condutas ilícitas nas campanhas.

De acordo com a norma, é proibido divulgar ou compartilhar “fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinja a integridade do processo eleitoral”. O texto da norma diz o seguinte:

“É vedada a divulgação ou compartilhamento de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinja a integridade do processo eleitoral, inclusive os processos de votação, apuração e totalização de votos, devendo o juízo eleitoral, a requerimento do Ministério Público, determinar a cessação do ilícito, sem prejuízo da apuração de responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação”.

Ou seja, caberá aos juízes eleitorais analisarem os casos envolvendo a divulgação de notícias falsas. Assim, será o magistrado quem dirá se uma fake news levada por um candidato ao horário eleitoral, por exemplo, terá como consequência uma multa, a perda do tempo de propaganda ou, até mesmo em um caso mais drástico, a cassação do registro da candidatura.

Mas a punição não será aplicada apenas àqueles que divulgar fake news no horário eleitoral. Em maio, durante um evento realizado no TSE, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o candidato que divulgar fake news em redes sociais capazes de influenciar o eleitor deve ter o registro cassado. Moraes será o próximo presidente da Corte, e assume na próxima terça-feira, dia 16.

De acordo com a Lei da Inelegibilidade, o uso indevido dos meios de comunicação, além de abuso de poder político e de autoridade são práticas ilegais. Foram essas condutas que, em 2021, fizeram com que o plenário do TSE cassasse o mandato e tornasse inelegível o deputado estadual eleito pelo Paraná em 2018 Fernando Francischini, que divulgou notícias falsas contra o sistema eletrônico de votação. Ele foi o primeiro parlamentar a perder o mandato por ataques ao sistema eleitoral.

No dia da eleição de 2018, Francischini fez uma live para espalhar a notícia falsa de que duas urnas estavam fraudadas e aparentemente não aceitavam votos no então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro. Na transmissão, ele também afirmou que urnas tinham sido apreendidas e que ele teria tido acesso a documentos da Justiça Eleitoral que confirmariam a fraude.

No vídeo analisado pelos magistrados, Francischini diz que está “estourando em primeira mão” uma informação a seus seguidores e que estaria “com toda documentação da própria Justiça Eleitoral” que comprovaria a fraude em duas urnas eletrônicas.

Na ocasião do julgamento, o relator do caso no TSE, ministro Luís Felipe Salomão, que à época estava na Corte, entendeu que a conduta de propagar desinformação pode configurar uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político. Essa foi a primeira vez que a Corte discutiu essa questão. O ministro classificou as informações divulgadas por ele como “absolutamente falsas” e “manipuladoras”, e que levaram a erro milhões de eleitores.

Para o advogado especialista em Direito Eleitoral Luiz Eduardo Peccinin, a resolução que dispõe sobre ataques ao sistema eleitoral em si está apenas normatizando aquilo que a jurisprudência do TSE já consolidou após o caso Francischini. Ele pondera, no entanto, que a eficácia da norma dela só virá com a devida fiscalização e agilidade na apuração dessas infrações pela Justiça Eleitoral.

“Não somente o Ministério Público deve estar aparelhado para verificar esses ataques, mas também os demais partidos e candidatos, que possuem legitimidade para atuar frente a qualquer ilícito eleitoral”, explica o especialista.

Na avaliação do jurista, a divulgação de ataques infundados e fake news sobre as urnas eletrônicas ou o sistema eleitoral na propaganda é proibida, podendo ser removida imediatamente pela Justiça Eleitoral e o candidato ainda responder criminalmente pela mensagem.

“Além disso, em casos nos quais se reconheça a gravidade da ilicitude, tais ataques podem ser considerados abuso de poder e dos meios de comunicação, levando à cassação do registro ou mandato do candidato, além de 8 anos de inelegibilidade a partir dessas eleições”, diz.

Luiz Fernando Casagrande Pereira, coordenador-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), estima que a resolução do TSE a respeito da propagação de fake news pelos candidatos ainda seja “desconhecida”, mas passe a ser tornar cada vez mais popular ao longo da campanha eleitoral. No entendimento do especialista, essa aplicação maior das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral deve vir acompanhada de uma menor tolerância a ataques feitos sobretudo ao sistema eleitoral.

“É importante frisar, contudo, que a Justiça Eleitoral não veda, nem proíbe, a expressão de críticas ou opiniões ao sistema de votação. O que se entende por ilícito de fake news contra o sistema eleitoral são aquelas afirmações sem fundamentos, que fazem acusações sem provas, buscando minar a credibilidade do processo de votação”, aponta Casagrande Pereira.

Último Segundo

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Candidato a deputado no Pará declara fortuna de R$ 448 milhões, com R$ 39 mi em espécie

11 de agosto de 2022, 17:06

Foto: Reprodução

O empresário e candidato a deputado estadual pelo PP do Pará, Ailson Souto da Trindade, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que possui um patrimônio de R$ 448.447.364,52, sendo que desse valor, R$ 39 milhões é em dinheiro vivo.

Segundo levantamento do portal Uol, a fortuna o candidato paraense teve um crescimento exponencial desde a primeira vez que concorreu a um cargo político em 2012.

Na época, Ailson foi candidato a vereador pelo município de Porto de Moz, e declarou ao TSE um patrimônio que somava R$ 15 mil: um terreno avaliadoem R$ 10 mil e R$ 5 mil em outros bens. No mesmo ano, ele obteve apenas 135 votos e não conseguiu se eleger para a Câmara de Vereadores da cidade.

Com 10 anos depois, o patrimônio do empresário teve um salto exponencial, cresceu cerca de 29 mil vezes, e soma R$ 448.447.364,52. De acordo com a assessoria de Ailson, a fortuna é fruto da mudança e ramo o empresário.

“Após a eleição de 2012, o candidato mudou completamente o seu ramo de atuação. Antes empresário do ramo de eletrônicos, hoje ele atua como empresário do setor imobiliário, especialmente na compra e venda de lotes de terra e construção de casas. Obteve sucesso a partir da exploração de atividades, o que propiciou a atuação de outro ramo empresarial como o ligado a aluguel de aeronaves”, disse a assessoria.

Com a declaração, Ailson é um dos candidatos brasileiros com um dos maiores patrimônios, ultrapassando até o candidato a presidência Felipe D’ Avila do Partido Novo, que tem o maior patrimônio declarado entre os concorrentes a cadeira da presidência da república.

UOL

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Rui Costa assina ordem de serviço para início das obras do asfaltamento da estrada entre Gonçalo, em Caém, à BR 324

09 de agosto de 2022, 20:04

Foto: Ascom PMC

O governador da Bahia, Rui Costa, autorizou na manhã desta quinta-feira (9), durante evento em Senhor do Bonfim, a pavimentação asfáltica entre o distrito de Gonçalo e a BR 324 (Paraíso).

O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) foi convidado pelo governador para acompanhar a assinatura da ordem de serviço que homologa a licitação da obra ocorrida em meados do mês passado.

A empresa vencedora do certame deverá iniciar os trabalhos do asfaltamento nos próximos dias.

O prefeito que estava acompanhado por uma comitiva do município, composta por representantes de Gonçalo, do vice-prefeito Silmar Matos e dos vereadores Lolinha, Kenhu Goleiro, Roni, Dona Maria e Orlando do Beijú, comemorou a concretização de um sonho de mais de 30 anos dos moradores da maior comunidade do município.

“Agradecemos o empenho dos nossos representantes nos legislativos estaduais e federal e principalmente ao governador Rui Costa por realizar este antigo sonho da população de nosso município. Obrigado governador”, agradeceu Arnaldinho.

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Senhor do Bonfim ganha novo Complexo para Polícia Civil e Departamento de Polícia Técnica

09 de agosto de 2022, 13:36

Foto: Notícia Limpa

Foram construídas as novas sedes da 19a Coorpin, da Delegacia Territorial e da Coordenadoria Regional de Polícia Técnica, com necrotério.

Para facilitar o atendimento dos mais de 79 mil habitantes da cidade de Senhor do Bonfim, na região Norte do estado, foi entregue na tarde desta terça-feira (9), pelo governador Rui Costa, e pelo secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino, o novo Complexo da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Com investimento de 5,6 milhões de reais, o Governo do Estado construiu novas sedes para a 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) para a Delegacia Territorial e para a Coordenadoria Regional de Polícia Técnica (CRPT).

O complexo, que funcionava às margens da BR-407, ganhou endereço novo, na Avenida da Agricultura, bairro do Derba.

Polícia Civil e DPT

No prédio de dois andares funcionará a sede da 19º Coorpin, que conta com o efetivo de 51 servidores, além de seis viaturas e, também a Delegacia Territorial (DT). A estrutura possui recepção, salas de delegados, de audiência, de investigação, de custódia e de reconhecimento, além de copa, alojamentos feminino e masculino, cartório, almoxarifado e banheiros.

Já o Departamento de Polícia Técnica (DPT), situado em uma estrutura ao lado da PC, conta com consultório de sexologia, salas de protocolo, arquivo e de custódia, além de laboratório, alojamentos e coordenação. Outra estrutura construída foi o necrotério, com espaço para geladeiras e necropsia.

“Estivemos aqui no início da obra e estamos muito felizes com o resultado. A Polícia Civil e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) ganharam excelentes estruturas, compatíveis com o empenho e dedicação destas duas importantes instituições de defesa social”, ressaltou o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino.

Também participaram da solenidade o subsecretário da SSP, delegado Hélio Jorge Paixão, a delegada-geral da PC, Heloísa Brito, o diretor do Departamento de Polícia Técnica, Edson Reis, entre outras autoridades.

Além da unidade de Senhor do Bonfim, a SSP já entregou novas Delegacias nas cidades de Alagoinhas, Laje, Itiruçu, Maracás, Lafaiete Coutinho, Camaçari e Feira de Santana. No total, cerca de R$ 250 milhões foram investidos em novas estruturas.

Secom/Ba

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Presidente da Câmara de Caém rebate denúncias: “mais uma forma de intimidação”

03 de agosto de 2022, 11:42

Foto: Notícia Limpa

Conforme matéria postada em um site de notícia da região de Jacobina, nesta terça-feira (2), o presidente da Câmara de Vereadores de Caém, Pablo Diego Andrade Piauhy, foi denunciado no Ministério Público Federal (MPF), por suspeita de falsificação de documentos para contrair empréstimos consignados.

Em um pronunciamento divulgado em redes sociais e encaminhado para a imprensa regional, o vereador chamou de caluniosa e irresponsável a acusação. Segundo ele, não existem motivos para a denúncia, pois a transparência e a legalidade fazem parte da sua vida enquanto cidadão e como homem público, e que durante os quatro mandatos de vereador confiados pela população do município sempre prezou a verdade e a honradez.

Pablo considera a denúncia como uma forma de intimidação pelo fato do mesmo ter autorizado a abertura de um processo disciplinar por falta de decoro parlamentar contra um colega de cadeira na Câmara Municipal e que irá tomar as medidas cabíveis contra o que chama de uma grande injúria e difamação.

“Autorizo a qualquer cidadão e aos vereadores a fazer uma investigação e analisar todas as documentações. Quero tranquilizar a todos que confiam em nosso trabalho, pois estamos sendo vítimas de uma armação que tem como único objetivo nos intimidar por não termos cedido a pressões para abortar um processo legislativo disciplinar contra um colega vereador. Todos que me viram nascer, me viram crescer, sabem da minha índole, conhecem a nossa família, sabem da nossa reputação, ao contrário do denunciante”, ressaltou.

O edil relata que estava decidido em se dedicar à sua profissão de formação, a de advogado, mas diante dos acontecimentos irá trabalhar para que a população de Caém não seja enganada em troca de dinheiro. “Infelizmente, por proveito próprio estão deixando de lado o amor pelo município para apoiar pessoas que não têm condições morais para administrar nossa cidade. Vamos dar um basta nos que acreditam que pode comprar nossa integridade. Estamos firmes e fortes e continuaremos lutando pela melhoria da qualidade de vida de nossa população”, disse Pablo.

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PF entra na segurança de Lula e classifica petista como nível de risco máximo

27 de julho de 2022, 09:37

Foto: Reprodução

A entrada dos agentes do órgão no esquema de proteção ao petista foi definida na sexta-feira (22), um dia depois da homologação dele como candidato pelo PT.

Os policiais começaram a atuar no mesmo dia, engrossando uma equipe que tem também integrantes do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) -como ex-presidente, Lula tem direito à proteção do órgão.

Três delegados da PF, escolhidos por consenso entre a campanha de Lula e a instituição federal, serão os responsáveis pela segurança, que pode reunir dezenas de policiais _o número é tratado como sigiloso.

Os delegados são Andrei Augusto Passos Rodrigues, Rivaldo Venâncio e Alexsander Castro Oliveira. Rodrigues será o coordenador da equipe. Oliveira, o chefe operacional, e Venâncio, operacional substituto.

O coordenador da equipe fez a segurança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010 e era próximo do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo.

O esquema de segurança e os nomes dos agentes destinados para a missão vinha sendo discutido desde junho com o PT. Os policiais, no entanto, só poderiam entrar em ação depois da homologação da candidatura.

A PF assinou um protocolo com a campanha de Lula, representada pelo advogado Cristiano Zanin Martins, na própria sexta (22). E explicou, na ocasião, que a situação do ex-presidente foi classificada no nível de risco máximo -ou seja, ele terá que ser acompanhado diariamente por uma segurança reforçada em todos os eventos a que comparecer, e até mesmo em atividades rotineiras.

O órgão detalhou que trabalha com uma escala de risco de um a cinco -Lula foi enquadrado no nível mais alto.

O ranking de risco leva em consideração, por exemplo, o quanto o candidato é conhecido pela população, e se já sofreu ou não ameaças.

O petista tem sido alvo constante de ataques.

Na semana passada, um homem chegou a ser preso por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) depois de divulgar um vídeo em que afirmava que iria “caçar” Lula, integrantes da esquerda e membros do STF.

Em junho, um outro bolsonarista invadiu o hotel em que Lula e o candidato a vice, Geraldo Alckmin, lançavam as diretrizes que servirão de base para seu programa de governo.

A coordenação da campanha de Lula festejou a entrada da PF, já que até agora, além do GSI, seguranças particulares estavam acompanhando os petistas nos eventos.

Os petistas consideram que o órgão é extremamente profissional e zeloso na segurança dos candidatos a presidente da República. E confiam nos delegados escolhidos para a missão.

Andrei Augusto Passos Rodrigues é delegado há quase 20 anos. Foi secretário extraordinário de Segurança de Grandes Eventos, responsável pela Copa do Mundo em 2014 e pelos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio. Atualmente, é chefe da Divisão de Relações Internacionais da Polícia Federal.

Oliveira, por sua vez, atua hoje na corporação como coordenador de Repressão a Crimes Violentos, Tráfico de Armas, Crimes contra o Patrimônio e Facções Criminosas. Já Venâncio é delegado no Paraná.

Outros candidatos também vão receber o reforço da PF em suas seguranças.

O presidente Jair Bolsonaro, por estar no cargo, tem um esquema diferente, reservado aos chefes de estado e coordenado pelo GSI.

Folhapress

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Em três anos e meio, Rui Costa é o governador que mais cumpriu promessas no Brasil

27 de julho de 2022, 09:13

Foto: Reprodução

Rui Costa mantém a liderança como governador que mais cumpriu promessas feitas durante a campanha eleitoral de 2018. De acordo com balanço nacional divulgado pelo G1, nesta quarta-feira (27), Rui realizou 54 compromissos em três anos e meio de mandato.

Entre as promessas cumpridas estão a construção da ponte entre Barra e Xique-Xique, a implantação de 1,6 mil quilômetros de rede de abastecimento de água, os projetos artísticos e esportivos nas escolas estaduais e o sistema de videomonitoramento em locais com grande concentração de pessoas.

“Nós trabalhamos em toda a Bahia para que os investimentos estejam sempre perto de nossa gente. Essa liderança é motivo de orgulho. Mesmo com a pandemia do coronavírus e com um país mergulhado em forte crise política e econômica, nós conseguimos ampliar a oferta de serviços para os baianos. Com muita cautela e responsabilidade, seguiremos avançando”, afirma Rui.

O gestor baiano aparece à frente dos governadores de São Paulo (30 promessas cumpridas), Paraíba (28), Amazonas (24) e Pará (22).

O levantamento do G1 é baseado no programa de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em entrevistas e debates. No primeiro mandato, de 2015 a 2018, Rui também foi o governador que mais cumpriu promessas de campanha no Brasil.

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Candidaturas laranjas de mulheres levam à cassação de vereadores em todo o país

27 de julho de 2022, 08:32

Foto: Jacobina 24 horas

O esquema de candidaturas laranjas de mulheres para driblar a cota mínima de gênero já levou à cassação de 17 vereadores, desde 2020, nos três maiores colégios eleitorais do país. As punições ocorreram porque partidos inscreveram representantes femininas para alcançar o índice de 30%, exigido em lei, mas as campanhas foram fictícias — como consequência, os votos na chapa foram invalidados. Levantamento do GLOBO em processos nos Tribunais Regionais Eleitorais de Rio, São Paulo e Minas Gerais identificou casos em que as postulantes sequer sabiam que estavam concorrendo ou se empenharam pela eleição de outros nomes, incluindo familiares.

Em Conceição do Pará (MG), o vereador Roberto Carlos Silveira (PV) teve o mandato cassado — três suplentes da sigla também tiveram a posse vetada. Em um áudio gravado por uma adversária na disputa, a candidata Maristela Galvão (PV), que teve três votos, reconheceu que emprestou o nome apenas para preencher a cota, sem interesse de concorrer. A defesa dela alega que a prova é ilícita, porque a conversa foi gravada sem autorização prévia.

Também em Minas, Marcos Antônio da Silva (PSC) perdeu o mandato em Ouro Fino após a denúncia de uma das seis mulheres lançadas pelo partido. A candidata laranja participou de um churrasco da sigla, assinou uma lista de presença e alega que, posteriormente, foi lançada sem o seu consentimento. Ela diz não ter assinado a ficha de filiação e que soube estar concorrendo por meio de um conhecido na cidade, que viu o nome dela na lista de um site local. O PSC negou as acusações e disse que a baixa votação de mulheres é uma característica do município. Além deste caso, um homem foi lançado candidato no gênero feminino, em uma ação “acidental”, de acordo com a legenda.

Na cidade de Itaobim (MG), o vereador Luiz Gustavo Alves Brandão (Avante) foi cassado. Duas candidatas, Adriana Dias e Roseli Dias, despertaram suspeitas porque as urnas registraram zero votos, não gastaram com publicidade e sequer compareceram aos eventos da sigla. Ao ser questionada, Adriana disse que fez campanha via WhatsApp. Já Roseli informou que parou com a iniciativa porque o marido ameaçou se separar. As duas afirmam que assinaram papéis sem ler por “confiarem no partido”.

“A criação de incentivos para as candidaturas e representatividade das mulheres na política, seja por meio de cotas na nominata ou pela reserva de fundo eleitoral para financiamento não são acompanhadas da efetiva eleição de mulheres”, analisa a cientista política Mayra Goulart, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). “A mulher ainda tem o lugar preferencial de atuação na esfera privada, enquanto os homens, na pública. Por isso, vemos um esvaziamento da lei: os recursos acabam sendo usados para promover candidatos homens.”

Campanha em família

No caso de Itapecerica (MG), o vereador Raimundo Nonato Mendes (Solidariedade) foi destituído quando a Justiça Eleitoral tomou conhecimento de que duas das candidatas da sigla, as irmãs Thais Nascimento e Estefânia Nascimento, trabalharam pela eleição do pai, Marcos Almeida Rocha. Além do vínculo sanguíneo, também consta no processo um áudio de Estefânia, no qual diz não ter interesse em se candidatar e que estaria emprestando seu nome. O juiz destacou que Nonato estava presente na convenção municipal do partido, em setembro de 2020, e por isso, tinha ciência da situação. Em Serrana (SP), o vereador Maximiliano dos Reis (PTB) também perdeu o diploma. Mariana Leão e Adelina Lourenço, respectivamente esposa e cunhada do candidato Edson Barbosa, concorreram ao pleito, mas fizeram campanha para ele.

Jacobina (Ba)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por maioria, decidiu pela retotalização dos votos para vereador nas Eleições Municipais de 2020 no município de Jacobina, decretando nulos os votos obtidos pelo partido Progressistas (PP). Com isso, o vereador eleito pela legenda, Tom do Povão, deixou a Câmara. Em seu lugar, assumiu o guarda civil municipal que foi candidato a vereador pelo PT, Almir dos Santos Lima.

Último Segundo/IG

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Eleições 2022: o que é pesquisa estimulada?

26 de julho de 2022, 12:56

Foto: Reprodução

Com as  eleições se aproximando, você provavelmente já deve ter visto alguma pesquisa eleitoral. As coletas de dados são muito comuns durante o período eleitoral, e muitas vezes podem influenciar as decisões dos partidos e candidatos antes mesmo da oficialização das candidaturas – sendo altamente influentes para o percurso das disputas políticas.

No Brasil, existem vários tipos de levantamento para a sondagem de intenção de votos. Os mais comuns são as pesquisas estimuladas e as pesquisas espontâneas – e é interessante compreender como cada uma dessas abordagens funciona para interpretar os resultados de forma mais satisfatória.

Nas pesquisas estimuladas, os entrevistados são apresentados a uma lista de opções antes de responderem aos questionários. Dessa forma, é possível verificar quais alternativas são as mais relevantes.

Aplicada ao contexto eleitoral, nas pesquisas estimuladas são passados os nomes de eventuais candidatos – e a partir das respostas dos entrevistados, é possível saber quais lideram a disputa segundo o eleitorado.

Mesmo que as pesquisas estimuladas limitem as ações dos entrevistados, elas acabam sendo mais simples de apurar e também são menos passíveis de respostas do tipo “não sei ou não quero responder”.

A ordem das perguntas é importante na pesquisa estimulada?

Sim. Por conta do seu caráter ‘limitado’, as pesquisas estimuladas devem ser elaboradas com bastante cuidado, já que a ordem das questões pode influenciar e mudar o totalmente o resultado de um levantamento.

Por exemplo, no caso das pesquisas eleitorais, não é aconselhável pedir uma avaliação do governo vigente antes de perguntar as intenções de voto para as eleições – um avaliação negativa pode influenciar o entrevistado a escolher um candidato que ele não votaria, apenas para não contradizer a resposta anterior.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, os entrevistados respondem às perguntas sem nenhum material de apoio – ou seja, ela é ideal para medir o grau de relevâcia e de envolvimento do participante com determinado assunto.

Esse tipo de abordagem pode ser mais difícil de ser interpretado pelos institutos de pesquisa pois abre margem para mais respostas inconclusivas.

Último Segundo

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