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OMS diz que transmissão de coronavírus pelo ar pode ocorrer durante procedimentos médicos

09 de julho de 2020, 17:45

Foto: Reprodução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta quinta-feira que a transmissão do novo coronavírus pelo ar pode ocorrer durante procedimentos médicos que geram aerossóis.

A agência informou que alguns relatos de casos de Covid-19 relacionados a espaços internos lotados sugeriram a possibilidade de transmissão por aerossol, combinada com a transmissão por gotículas, como em restaurantes, aulas de ginástica ou durante ensaios de coral.

A OMS reconheceu na terça-feira “evidências emergentes” da propagação do novo coronavírus pelo ar, depois que um grupo de cientistas pediu que a organização atualizasse suas orientações sobre como a doença respiratória se espalha.

(Por Ankur Banerjee, em Bengaluru) – Reuters 

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Rio de Janeiro: ‘Praias ficam proibidas até sair a vacina’, diz prefeito

09 de julho de 2020, 15:55

Foto: Ellan Lustosa/Estadão Conteúdo

O verão de 2021 pode ser de praias proibidas na cidade do Rio. O prefeito Marcelo Crivella anunciou, no início da tarde desta quinta (9) que, ao contrário do planejado no cronograma traçado anteriormente, os banhos de sol e de mar continuarão proibidos enquanto não houver uma vacina contra a Covid-19. “Locais onde não se costuma usar a máscara, como nas praias, só devem ser liberados depois da vacina “, afirmou.

“Ela está sendo testada e pode ser produzida na Fiocruz. Se a gente libera a praia e faz sol no fim de semana, a areia pode ficar lotada, os transportes para ir e voltar, também”. Segundo Crivella, autorizar a reabertura agora poderia botar em risco conquistas recentes, como a queda no índice de contaminação. O prefeito não descartou estender a proibição até o verão (“esperamos que a vacina chegue antes de março“), e anunciou que, a partir desse fim de semana vai “apertar a fiscalização” nas areias. A prática de atividades físicas individuais nos calçadões e no mar continua liberada.

“As pessoas que desrespeitarem as medidas serão multadas e podem ser levadas à delegacia”. Crivella também anunciou que as finais do campeonato carioca, disputadas por Flamengo e Fluminense nos dois próximos domingos, não terão a presença do público. Shoppings tiveram o horário de fechamento prorrogado de 18h para 22h, mas deverão continuar a abrir ao meio-dia.

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Jacobina: Em penúltimo Informativo Epidemiológico divulgado antes do toque de recolher o município contabiliza 206 casos de coronavírus

09 de julho de 2020, 15:27

Foto: Notícia Lima

O município de Jacobina continua com o número de casos confirmados do novo coronavírus aumentando. Com os 12 novos infectados anunciados no final da manhã desta quinta-feira (10), a quantidade de vítimas passa de duas centenas e somam 206. A média de cerca de 10 casos por dia, do início de julho até o momento, é a maior já registrada desde a chegada da pandemia na cidade, em 4 de abril.

A partir deste sábado (11), entra em vigor o último Decreto Municipal publicado pela Prefeitura, onde constam algumas medidas que visam combater a disseminação do coronavírus, entre elas o ‘toque de recolher’ com a proibição de circulação entre às 20 horas e 5 horas do dia seguinte, o fechamento de bares e restaurantes às 18 horas e o impedimento da venda de produtos de outras regiões nas feiras livres do município. A decisão que está assinada pelo prefeito Luciano Pinheiro é por tempo indeterminado.

Para as pessoas ouvidas pelo Notícia Limpa, a proibição de circulação durante à noite não trará resultados tão positivos quanto um limite no funcionamento do comércio durante o dia, quando as aglomerações são constantes. “Esse vírus dorme durante o dia e ataca durante à noite é?”, satiriza um leitor, ao criticar o toque de recolher em parte da noite e da madrugada.

Da abertura total do comércio, com a flexibilização do isolamento social, no último dia 30 de maio, a cidade contabiliza um acréscimo de 161 positivados. Conforme o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde, 69 pessoas estão recuperadas, 3 vieram a óbito, 118 continuam em monitoramento (com 2 internações hospitalar) e 4 aguardam resultados de exames pelo Laboratório Central da Bahia (Lacen). Na lista com os maiores números de contaminados aparecem os bairros do Leader com 22 casos, seguido por Peru e Félix Tomaz com 21 cada, Mundo Novo (15) e Centro (14).

Veja o Informativo abaixo:

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Invasão de gafanhotos é registrada na Bahia

09 de julho de 2020, 11:33

Foto: Reprodução/Facebook

Gafanhotos invadiram a casa de uma moradora de Milagres, na região sudoeste da Bahia. O episódio, no entanto, não tem relação com a nuvem que estava na Argentina .

A “nuvem de gafanhotos na Bahia”, como é conhecida na internet pode ter sido causada por mudanças climáticas, uso de agrotóxicos e falta de predadores, o que facilitou a reprodução dos insetos, segundo o G1.

O vídeo foi registrado pela moradora e ela diz que “a infestação de gafanhotos já chegou aqui na cidade de Milagres”. Veja abaixo:

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90% dos municípios baianos estão com transporte suspenso

09 de julho de 2020, 11:18

Foto: Reprodução

Cocos, Itiúba, Iuiu, Nova Fátima e São Gabriel terão o transporte intermunicipal suspenso a partir de sexta-feira (10/07). A decisão, que tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana, foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (9).

Ficam proibidas nesses municípios a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de van. O decreto ainda mantém suspensas, até 12 de julho, a circulação, a saída e a chegada de ônibus interestaduais no território baiano.

Lista de municípios

No total, a Bahia possui 376 cidades com transporte suspenso. São elas: Abaíra, Abaré, Acajutiba, Adustina, Água Fria, Aiquara, Alagoinhas, Alcobaça, Almadina, Amargosa, Amélia Rodrigues, América Dourada, Anagé, Andaraí, Andorinha, Anguera, Antas, Antônio Cardoso, Antônio Gonçalves, Aporá, Apuarema, Araçás, Aracatu, Araci, Aramari, Aratuípe, Aurelino Leal, Baianópolis, Baixa Grande, Banzaê, Barra, Barra da Estiva, Barra do Choça, Barra do Mendes, Barreiras, Barro Alto, Barro Preto, Barrocas, Belmonte, Biritinga, Boa Nova, Boa Vista do Tupim, Bom Jesus da Lapa, Bom Jesus da Serra, Boninal, Botuporã, Boquira, Brejões, Brumado, Buerarema, Buritirama, Caatiba, Cabaceiras do Paraguaçu, Cachoeira, Caculé, Caém, Caetanos, Caetité, Cafarnaum, Cairu, Caldeirão Grande, Camacã, Camaçari, Camamu, Campo Alegre de Lourdes, Campo Formoso, Canarana, Canavieiras, Candeal, Candeias, Candiba, Cândido Soares, Cansanção, Canudos, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Caraíbas, Caravelas, Cardeal da Silva, Carinhanha, Casa Nova, Castro Alves, Catu, Chorrochó, Cícero Dantas, Cipó, Coaraci, Cocos, Conceição da Feira, Conceição do Almeida, Conceição do Coité, Conceição do Jacuípe, Conde, Condeúba, Coração de Maria, Cordeiros, Coribe, Correntina, Coronel João Sá, Cotegipe, Cravolândia, Crisópolis, Cristópolis, Cruz das Almas, Curaçá, Dário Meira, Dias D’Ávila, Dom Basílio, Dom Macedo Costa, Elísio Medrado, Encruzilhada, Entre Rios, Esplanada, Euclides da Cunha, Eunápolis, Fátima, Feira da Mata, Feira de Santana, Filadélfia, Firmino Alves, Floresta Azul, Formosa do Rio Preto, Gandu, Gentio do Ouro, Glória e Gongogi.

A restrição também inclui Governador Mangabeira, Guajeru, Guanambi, Guaratinga, Heliópolis, Iaçu, Ibiassucê, Ibicaraí, Ibicoara, Ibicuí, Ibipeba, Ibipitanga, Ibirapitanga, Ibirapuã, Ibirataia, Ibitiara, Ibotirama, Ichu, Igaporã, Igrapiúna, Iguaí, Ilhéus, Inhambupe, Ipecaetá, Ipiaú, Ipirá, Irajuba, Iraquara, Irará, Irecê, Itabela, Itaberaba, Itabuna, Itacaré, Itaetê, Itagi, Itagibá, Itagimirim, Itaguaçu da Bahia, Itaju do Colônia, Itajuípe, Itamaraju, Itamari, Itambé, Itanagra, Itanhém, Itaparica, Itapé, Itapebi, Itapetinga, Itapicuru, Itapitanga, Itaquara, Itarantim, Itatim, Itiruçu, Itiúba, Itororó, Ituberá, Iuiú, Jacaraci, Jacobina, Jaguaquara, Jaguarari, Jaguaripe, Jandaíra, Jequié, Jeremoabo, Jiquiriçá, Jitaúna, João Dourado, Juazeiro, Jucuruçu, Jussara, Jussari, Laje, Lajedão, Lajedinho, Lajedo do Tabocal, Lamarão, Lapão, Lauro de Freitas, Lençóis, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Macajuba, Macarani, Macururé, Madre de Deus, Maiquinique, Mairi, Malhada, Malhada de Pedras, Manoel Vitorino, Mansidão, Maracás, Maragogipe, Maraú, Mascote, Mata de São João, Medeiros Neto, Miguel Calmon, Milagres, Mirangaba, Monte Santo, Morpará, Morro do Chapéu, Mortugaba, Mucugê, Mucuri, Mulungu do Morro, Muniz Ferreira, Muquém de São Francisco, Muritiba, Mutuípe, Nazaré, Nilo Peçanha, Nordestina, Nova Canaã, Nova Fátima, Nova Ibiá e Nova Itarana.

Estão com restrição no transporte ainda Nova Redenção, Nova Soure, Nova Viçosa, Novo Triunfo, Olindina, Oliveira dos Brejinhos, Ouriçangas, Ourolândia, Palmas de Monte Alto, Palmeiras, Paramirim, Paratinga, Paripiranga, Pau Brasil, Paulo Afonso, Pé de Serra, Pedrão, Pedro Alexandre, Piatã, Pilão Arcado, Pindaí, Pindobaçu, Pintadas, Piraí do Norte, Piripá, Piritiba, Planalto, Poções, Pojuca, Ponto Novo, Porto Seguro, Potiraguá, Prado, Presidente Dutra, Presidente Jânio Quadros, Presidente Tancredo Neves, Queimadas, Quijingue, Quixabeira, Rafael Jambeiro, Remanso, Retirolândia, Riachão das Neves, Riachão do Jacuípe, Riacho de Santana, Ribeira do Amparo, Ribeira do Pombal, Ribeirão do Largo, Rio de Contas, Rio do Pires, Rio Real, Rodelas, Ruy Barbosa, Salinas da Margarida, Salvador, Santa Bárbara, Santa Brígida, Santa Cruz Cabrália, Santa Cruz da Vitória, Santa Inês, Santa Luzia, Santa Maria da Vitória, Santa Rita de Cássia, Santa Teresinha, Santaluz, Santanópolis, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Santo Estevão, São Desidério, São Felipe, São Félix, São Félix do Coribe, São Francisco do Conde, São Gabriel, São Gonçalo dos Campos, São José da Vitória, São José do Jacuípe, São Miguel das Matas, São Sebastião do Passé, Sapeaçu, Sátiro Dias, Saubara, Seabra, Sebastião Laranjeiras, Senhor do Bonfim, Sento Sé, Serra do Ramalho, Serra Preta, Serrinha, Serrolândia, Simões Filho, Sítio do Quinto, Sobradinho, Souto Soares, Tabocas do Brejo Velho, Tanquinho, Taperoá, Tapiramutá, Teixeira de Freitas, Teodoro Sampaio, Teofilândia, Teolândia, Terra Nova, Tremedal, Tucano, Uauá, Ubaíra, Ubaitaba, Ubatã, Uibaí, Umburanas, Una, Urandi, Uruçuca, Utinga, Valença, Valente, Várzea da Roça, Várzea Nova, Varzedo, Vera Cruz, Vereda, Vitória da Conquista, Wagner, Wenceslau Guimarães e Xique-Xique.

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Jacobina: Yamana Gold e CIPAMIN seguem realizando ações para enfrentamento e combate ao coronavírus

09 de julho de 2020, 09:17

Foto: JMC

(Da assessoria) – A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração (CIPAMIN), juntamente com as equipes de RH e comunicação da Jacobina Mineração e Comércio (JMC) / Yamana e com setor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), vêm trabalhando incansavelmente e desempenhando uma série de ações essenciais no enfrentamento e combate à Covid-19. As medidas estão sendo implantadas tanto dentro da empresa, com seus funcionários e familiares, quanto fora, para toda a comunidade jacobinense.

Dentre as ações, uma blitz está sendo realizada para conscientização e orientação, reforçando a importância da lavagem das mãos, do uso de máscara, do respeito ao distanciamento social, dentre outras ações de prevenção.

Para Luiz Carlos Damasceno dos Santos, Presidente da CIPAMIN, esse trabalho é de extrema importância. “Somos a voz dos colaboradores e para os colaboradores. Uma das principais armas contra a propagação do novo coronavírus é a informação, recebida e repassada de forma responsável e correta. Temos conscientizado de que não é uma simples gripe e precisamos nos cuidar. Notamos um aumento do entendimento dos colaboradores, próprios e terceirizados, em relação à gravidade dessa doença que nos rodeia de forma invisível e todo o empenho da liderança em nos apoiar nessa batalha pela segurança e bem-estar de todos”, comenta.

Além dessas ações, a JMC/Yamana, demonstrando seu compromisso com a população da cidade, vem promovendo diversas ações como a doação de testes rápidos, equipamentos de proteção, cestas básicas, além do auxílio aos comerciantes locais por meio da redução nos prazos de pagamento aos fornecedores.

“Neste momento, impossível de prever, é necessária a união de todos e esforço para que as operações sigam com segurança, assim como a manutenção da saúde de todos os colaboradores. Nesse momento, a prevenção é o único meio de garantirmos a preservação da saúde e integridade física. Por isso, utilizamos do nosso time de apoio da CIPAMIN para auxiliar na identificação de melhorias e ações preventivas”, completa Luiz Carlos.

A previsão é que o grupo atue no combate à Covid-19 em todo o período em que a população estiver sob a ameaça da pandemia. Serão acompanhadas a evolução e dimensão do vírus, para assim ser feita a consolidação e atualização do planejamento estratégico e das ações fundamentados em fontes científicas confiáveis para orientação à comunidade.

“Continuamos fazendo tudo o que é possível para amparar e apoiar a comunidade local durante esse período difícil e solicitamos que todos mantenham as boas perspectivas. Vamos tomar todas as precauções para evitar a propagação do coronavírus e garantir que a JMC continue operando para o benefício de todos”, conclui Edvaldo Amaral, gerente-geral da JMC.

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Investimentos do Governo do Estado reforçam a atividade com o licuri em comunidades rurais baianas

09 de julho de 2020, 09:05

Foto: SDR

A partir de pesquisas científicas e investimentos públicos, o licuri, fruto de uma das palmeiras típicas do Semiárido brasileiro, que há tempos era pouco valorizado, passa a ocupar, cada vez mais, um lugar de destaque na economia de diversos municípios da Bahia, como fonte de renda para agricultores familiares. O estado da Bahia, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o maior produtor de licuri do país.

O licuri pode ser utilizado como base para diversas iguarias, a exemplo da cocada, cerveja, biscoitos, ou em diversas preparações, a partir do leite extraído da fruta batida. Além do óleo, empregado popularmente com fins medicinais ou cosmético, como hidratantes para a pele e cabelo, ou como base para a produção de outros itens de cuidados com o corpo.

Uma dessas transformações está acontecendo na comunidade da Fazenda Boqueirão da Serra Grande, no município de Monte Santo. No local, famílias vinculadas à Associação Comunitária Terra Sertaneja (Acoterra) já começam a ver as primeiras mudanças que o processo de formação para a qualificação da atividade extrativista do licuri possibilitou. A associação, mantenedora da Escola Família Agrícola (EFA) de Monte Santo, atua em 16 comunidades rurais do município, e é uma das instituições selecionadas em editais do projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial.

A agricultora Laudeci Maria de Santos, que trabalha com a quebra do licuri há cerca de 18 anos, observa as mudanças que já ocorreram na comunidade nos últimos anos, especialmente depois da valorização do produto. Laudeci conta que as ações realizadas pelo Governo do Estado incentivaram mais agricultoras e agricultores a iniciarem na atividade com o licuri, que é fonte de renda tanto com o fruto, quanto com outros produtos derivados.

A agricultora fala sobre a expectativa com a chegada, na comunidade, por meio do Bahia Produtiva, da Unidade Simplificada para Beneficiamento e Produção do Óleo do Licuri, de equipamentos e da implantação dos terreiros, que possibilitarão a secagem adequada dos frutos: “Acredito que vai melhorar a vida da gente aqui, tanto na questão do licuri, quanto no incentivo a se cuidar melhor dos licurizeiros, o que vai ajudar muito a comunidade”.

Investimentos
A Acoterra está recebendo aporte financeiro do Governo do Estado, por meio do Bahia Produtiva, da ordem de R$ 1,7 milhão. Os recursos são destinados para a implantação de uma Unidade Simplificada para Beneficiamento e Produção do Óleo do Licuri, com máquinas e equipamentos para atender à demanda das comunidades Fazenda Boqueirão da Serra Grande e Fazenda Lagoa do Pimentel, que beneficiará diretamente cerca de 40 famílias. Também são ofertados serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater), com capacitações sobre manejo da palmeira do licuri, manejo adequado da amêndoa e sobre o processo de extração de óleo.

O agente comunitário rural (ACR) do Bahia Produtiva, Magno Carvalho, que atua junto à Acoterra, prestando o serviço de Ater, conta que, no início, o óleo e a torta, que resultavam do processamento da amêndoa de licuri, eram vendidos para fábricas de sabão em Euclides da Cunha e Miguel Calmon, a preço baixos: “Com o passar do tempo, o trabalho para o melhoramento do óleo, possibilitou alcançar melhores preços”.

Carvalho conta ainda que no início o valor pago pelo quilo da amêndoa era de menos de R$ 1, em geral, pelo alto índice de rancificação do produto. Ele observa que com a qualificação da atividade, o valor pago às famílias passou a ser de R$ 3 pela amêndoa utilizada na preparação do óleo bruto, R$ 5 para o azeite e R$ 10 para a amêndoa de petiscos.

Luís José dos Santos, da comunidade rural Boqueirão da Serra Grande, já trabalha com o licuri há 50 anos e conta que sempre tem uma boa produção de licuri todos os anos, mas antigamente eles vendiam o licuri por um preço muito baixo para evitar a perda: “De dez anos para cá começou a melhorar e espero melhorar ainda mais com o projeto Bahia Produtiva, com o galpão, os terreiros e as máquinas que virão, para melhorar os preços e também a vida de quem vive na comunidade”.

Oleaginosas
Por meio do edital de oleaginosas estão sendo destinados recursos da ordem de R$ 5 milhões em 15 projetos, distribuídos em municípios como Monte Santo, Caldeirão Grande, Caém, Capim Grosso, Várzea da Roça, Filadélfia e Andorinha.

Os principais investimentos são voltados para a implantação de unidades de extração do óleo do licuri, aquisição de máquinas e equipamentos para quebrar e despelar o licuri, e unidades de processamento e armazenamento. A ação vem transformar a realidade do trabalho, em sua maioria, das mulheres que quebravam e despelavam o licuri com o auxílio de pedras.

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Jacobina: No dia em que o município chega a 194 positivados, Prefeitura anuncia toque de recolher

08 de julho de 2020, 21:36

Foto: Notícia Limpa

No dia em que o município registra 194 casos confirmados do novo coronavírus, o prefeito Luciano Pinheiro baixa um novo decreto determinando ‘toque de recolher’. A decisão que já era previsível por conta do aumento diário de número de infectados, nos últimos sete dias a quantidade de positivados subiu de 125, no dia 1º de julho, para 194 nesta quarta-feira (8).

Mesmo sem uma comprovação científica, muitos moradores acreditam que a flexibilização do isolamento social, com a abertura total do comércio, contribuiu substancialmente com o aumento de contagiados. No dia 30 de maio deste ano, quando as atividades consideradas não essenciais voltaram a funciona, o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde apontava que 45 pessoas haviam sido contaminadas; de lá para cá o aumento foi de 450 por cento, 149 casos a mais.

Toque de recolher – De acordo com o Decreto 212, publicado no Diário Oficial do Município, na tarde desta quinta-feira, está proibida a circulação de pessoas em todo o município, inclusive nas comunidades rurais, entre as 20 e 5 horas da manhã. A determinação entra em vigor a partir do próximo sábado, dia 11, A partir deste dia, os bares e restaurantes deverão encerrar suas atividades presenciais até as 18 horas. Continua proibido o transporte intermunicipal em todo o território e a venda de todo tipo de mercadorias nas feiras livres do município.

No decreto não especifica a data final para esta deliberação justificada, entre outras considerações, a necessidade de adoção de medidas para a redução do número de casos em ascensão na cidade. Conforme o documento, ‘a desobediência pode ser enquadrada como crime contra a saúde pública’.

Veja o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde de Jacobina, divulgado nesta quarta-feira (8).

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Globo informa que não vai transmitir Fla-Flu da final da Taça Rio

07 de julho de 2020, 08:10

Foto: Reprodução

A TV Globo informou que não transmitirá a partida entre Flamengo e Fluminense, marcada para esta quarta-feira (8). O jogo decidirá a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, e poderá ser o duelo decisivo da competição, já que o Flamengo venceu o primeiro turno e ficará com o título se triunfar também no segundo.

A emissora anunciou que não fará a exibição em meio a uma briga jurídica com a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro). Ela entende que o contrato de transmissão do torneio foi quebrado no momento em que a FlaTV, do Flamengo, apresentou a partida da equipe contra o Boavista, na semana passada.

A Globo diz que tinha um acordo de exclusividade e já havia dado o compromisso como rescindido na última quinta (2). No entanto, a Ferj obteve uma liminar na 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro contra a rescisão unilateral, o que obrigou a TV a transmitir o confronto entre Fluminense e Botafogo, no domingo (5).

Responsável pela decisão, a juíza Eunice Bittencourt Haddad determinou nesta segunda (6) que a liminar concedida por ela não é válida para jogos do Flamengo. O clube rubro-negro não tinha contrato com a emissora carioca, que se acertou apenas com os demais 11 times envolvidos no campeonato.

“A Globo reitera seu entendimento de que o contrato foi rescindido e reafirma que os clubes estão livres para ceder os direitos sobre seus jogos ou transmiti-los”, afirmou a TV, em nota.

Além do embate com o Boavista, o Flamengo também exibiu sua partida contra o Volta Redonda, no domingo, na FlaTV. O clube se diz amparado pela Medida Provisória 984, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e publicada no Diário Oficial do último dia 18.

A medida dá ao clube mandante a prerrogativa de comercializar seus direitos de transmissão. Até a publicação da MP, o texto da Lei Pelé previa que esse direito pertencia às duas partes envolvidas na partida.

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Cientistas fazem alerta sobre transmissão da covid-19 pelo ar

07 de julho de 2020, 07:46

Foto: Reprodução

Mais de 239 cientistas de 32 países estão pedindo à Organização Mundial de Saúde (OMS) que reveja as recomendações que tem divulgado referentes ao coronavírus, alegando que existem indícios de que a Covid-19 também se transmite pelo ar. 

De acordo com o New York Times, que teve acesso à versão inicial de uma carta aberta assinada pelas duas centenas de cientistas, há provas de que o novo vírus pode estar presente no ar através de pequenas partículas e, assim, infectar as pessoas.

Ou seja, espaços mal ventilados ou com muitas pessoas podem ser locais ainda mais propícios à propagação do coronavírus. 

Ainda segundo o documento – que deverá ser divulgado na próxima semana na revista científica ‘Clinical Infectious Diseases’, da Universidade de Oxford – a OMS apenas tem alertado para o risco de transmissão da Covid-19 pelo contato físico ou pela disseminação de pequenas gotículas respiratórias que são expelidas nos espirros, por exemplo. Os cientistas acreditam que não estão sendo consideradas gotículas menores que ficam no ar e não caem rapidamente para o chão ou superfícies, como sustenta a OMS.  

Em declarações à referida publicação norte-americana, Linsey Marr, co-signatária desta carta e especialista da Universidade Virgina Tech, nos EUA, argumentou que a maior das experiências realizadas pela OMS são feitas em ambientes hospitalares, onde há uma boa ventilação do ar. Uma situação que se opõem ao que acontece na maioria dos espaços interiores, onde “a taxa de renovação do ar é muito baixa, permitindo que o vírus se acumule no ar e represente um risco maior.”

As duas centenas de especialistas deixam ainda a sugestão de que poderia passar a ser obrigatório o uso de máscara de proteção individual no interior de espaço fechados, independentemente do distanciamento social, tal como deveriam ser adaptados sistemas de ventilação em lugares propícios aaglomeração de pessoas como escolas, lares de idosos e empresas.

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