Jacobina: Yamana Gold e CIPAMIN seguem realizando ações para enfrentamento e combate ao coronavírus

09 de julho de 2020, 09:17

Medidas são adotadas tanto interna quanto externamente na comunidade de Jacobina (Foto: JMC)

(Da assessoria) – A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração (CIPAMIN), juntamente com as equipes de RH e comunicação da Jacobina Mineração e Comércio (JMC) / Yamana e com setor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), vêm trabalhando incansavelmente e desempenhando uma série de ações essenciais no enfrentamento e combate à Covid-19. As medidas estão sendo implantadas tanto dentro da empresa, com seus funcionários e familiares, quanto fora, para toda a comunidade jacobinense.

Dentre as ações, uma blitz está sendo realizada para conscientização e orientação, reforçando a importância da lavagem das mãos, do uso de máscara, do respeito ao distanciamento social, dentre outras ações de prevenção.

Para Luiz Carlos Damasceno dos Santos, Presidente da CIPAMIN, esse trabalho é de extrema importância. “Somos a voz dos colaboradores e para os colaboradores. Uma das principais armas contra a propagação do novo coronavírus é a informação, recebida e repassada de forma responsável e correta. Temos conscientizado de que não é uma simples gripe e precisamos nos cuidar. Notamos um aumento do entendimento dos colaboradores, próprios e terceirizados, em relação à gravidade dessa doença que nos rodeia de forma invisível e todo o empenho da liderança em nos apoiar nessa batalha pela segurança e bem-estar de todos”, comenta.

Além dessas ações, a JMC/Yamana, demonstrando seu compromisso com a população da cidade, vem promovendo diversas ações como a doação de testes rápidos, equipamentos de proteção, cestas básicas, além do auxílio aos comerciantes locais por meio da redução nos prazos de pagamento aos fornecedores.

“Neste momento, impossível de prever, é necessária a união de todos e esforço para que as operações sigam com segurança, assim como a manutenção da saúde de todos os colaboradores. Nesse momento, a prevenção é o único meio de garantirmos a preservação da saúde e integridade física. Por isso, utilizamos do nosso time de apoio da CIPAMIN para auxiliar na identificação de melhorias e ações preventivas”, completa Luiz Carlos.

A previsão é que o grupo atue no combate à Covid-19 em todo o período em que a população estiver sob a ameaça da pandemia. Serão acompanhadas a evolução e dimensão do vírus, para assim ser feita a consolidação e atualização do planejamento estratégico e das ações fundamentados em fontes científicas confiáveis para orientação à comunidade.

“Continuamos fazendo tudo o que é possível para amparar e apoiar a comunidade local durante esse período difícil e solicitamos que todos mantenham as boas perspectivas. Vamos tomar todas as precauções para evitar a propagação do coronavírus e garantir que a JMC continue operando para o benefício de todos”, conclui Edvaldo Amaral, gerente-geral da JMC.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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