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Google Maps mostra locais de vacinação contra covid-19 no Brasil

30 de abril de 2021, 16:31

Foto: Divulgação

A partir de hoje (30), será possível consultar diretamente no Google Maps e na Busca do Google os locais de vacinação contra covid-19 e encontrar aqueles mais próximos de você. O novo recurso já está disponível em mais de 30 cidades do país, entre elas todas as capitais, e mostra informações e localização de mais de 1.800 pontos de vacinação.

Ao longo das próximas semanas, o objetivo da empresa é acrescentar dados de outras localidades. Aos poucos, a informação a respeito da vacinação contra covid-19 oferecida pelo Google vai sendo atualizada para todo o Brasil.

Para ter acesso à localização dos postos de vacinação, basta digitar,  por exemplo, “vacina covid perto de mim”, “vacina covid” ou “onde vacinar contra covid na [cidade]”.  Ao lado dessas informações, serão incluídos também detalhes informados pelos órgãos governamentais locais, como o acesso ou não a grupos específicos, a disponibilização da modalidade drive-thru ou a necessidade de agendamento.

Vacinação contra covid-19: fontes oficiais

Para reunir os dados sobre postos de imunização contra a doença no Brasil e disponibilizá-las na ferramenta, o Google trabalha com parceiros locais e fontes oficiais como as secretarias de saúde e agências sanitárias. É importante ressaltar que esses dados variam de acordo com o município e podem mudar com bastante frequência, estando sujeitos às instruções disponibilizadas publicamente por cada autoridade local de saúde.

Desta forma, é recomendado conferir as informações no website oficial do órgão de saúde pública da sua região antes de ir ao local. Ao mostrar os pontos de imunização na Busca e no Maps, é possível conferir o link direto para a página oficial das agências sanitárias e secretarias de saúde.

As pesquisas por “vacinas perto de mim” aumentaram globalmente 5 vezes desde o início do ano. Nesse sentido, as novas funcionalidades do Google Maps, vêm reforçar os esforços da empresa para ajudar as pessoas a encontrarem informações precisas, confiáveis e atualizadas sobre a imunização contra a Covid-19. A funcionalidade está disponível em iOS e Android e também na versão para computador.

Abaixo, confira as cidades em que a busca por vacina contra covid-19 já está disponível.Aracaju

Aracaju

Belém

Belo Horizonte

Boa Vista

Brasília

Campinas

Campo Grande

Cuiabá

Curitiba

Florianópolis

Fortaleza

Goiânia

Guarulhos

João Pessoa

Macapá

Maceió

Manaus

Natal

Palmas

Porto Alegre

Porto Velho

Recife

Rio Branco

Rio de Janeiro

Salvador

São Gonçalo

São Paulo

Teresina

Vitória

São Luís

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Escorpião em sala de autoatendimento assusta clientes da Agência do BB de Jacobina (Foto)

30 de abril de 2021, 14:23

Foto: Notícia Limpa

Não bastasse o medo de ser contaminado pelo vírus do coronavírus por conta da aglomeração, correntistas e outros clientes que estiveram na manhã desta sexta-feira (30), na sala de autoatendimento da agência do Banco do Brasil de Jacobina estiveram expostos a outro perigo, o de ser picado por um escorpião, isso mesmo que você leu, picado por um escorpião, dentro da agência que estava super lotada, sem critérios ou orientações de preposto do banco.

Quando o escorpião foi avistado por uma senhora que aguardava em uma das diversas filas montadas em frente aos caixas eletrônicos, um pequeno tumulto e muitas pessoas se dispersaram do local onde o animal estava. “Isso é um absurdo, será que as taxas bancárias que pagamos não são suficientes para pagar uma empresa para dedetizar a agência?”, ironizou um cliente, acompanhado pela reclamação de outra correntistas, “somos tratados como lixo, onde já se viu encontrar um animal tão venenoso em um local que deveríamos receber conforto e segurança?”, questionou.

O escorpião foi pisoteado e colocado em um orifício no piso da agência

Escorpião – É um animal é considerado o mais perigoso entre as criaturas de sua espécie, pois é muito agressivo e seu veneno pode matar uma pessoa ou até mesmo colocá-la em estágio de coma.

Covid-19 – Desconsiderando os riscos de contaminação, é comum presenciar o desrespeito com o protocolo sanitário para conter a pandemia da Covid-19. O distanciamento social é uma inverdade nas áreas comerciais de Jacobina, principalmente no centro da cidade e nas feiras livres da sede e do interior.

Conforme a última atualização do Boletim Epidemiológico da Prefeitura, divulgado no Instagram oficial nesta quinta-feira, dia 29, o município de Jacobina possui 5.481 casos confirmados, 117 casos ativos, 100 aguardando resultado do Laboratório Central da Bahia (Lacen), 65 mortes e a taxa de ocupação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estava em 100%.
Os números mostram que a situação ainda é grave, enquanto as medidas de prevenção estão a cada dia sendo negligenciadas, tamto pelo Poder Público, como pela população.

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Bahia: Cachorro chora ao lado do caixão da dona em velório: ‘Eram muito apegados

29 de abril de 2021, 20:50

Foto: Reprodução

Um cachorro flagrado participando do velório da dona em Camaçari, na Bahia, chamou a atenção de internautas nas redes sociais. Em imagens registradas, o animal aparece a postos ao lado do caixão da ex-companheira, uma idosa de 78 anos, e parece estar chorando em um dos registros.

Jailson Almeida, proprietário da funerária que preparou o corpo para a despedida, publicou os registros do cachorrinho no Facebook. “Estou impressionado é com o desespero desse cachorro da família, parecendo que estava entendendo que a dona estava falecida, chorando como se fosse uma pessoa quando perde um ente querido, não queria deixar ninguém chegar próximo ao caixão”, escreveu.

A tristeza do amigo de quatro patas também foi relatada por uma familiar da vítima, identificada como Luzinete Lopes Diniz. Conhecido como “Toy”, o cachorrinho chegou a ver a idosa sem vida e se desesperou com a morte da dona.

No momento que o pessoal da funerária veio pegar o corpo, ele já ficou em cima, como se quisesse saber o que estava acontecendo, e muito triste. Quando o corpo retornou no caixão, o Toy não saia debaixo e do lado. As pessoas se aproximavam e ele também chegava junto como se quisesse proteger a dona”, disse Leiane Diniz da Silva, neta de Luzinete.

“Foi surpreendente pela maneira como se comportou. Ele chegou a subir no caixão e dava para ouvir o choro. O Toy e a minha avó eram muito apegados. Agora, ele ficará com a minha mãe, que já dividia os cuidados com a minha avó”, concluiu Leiane.

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Vivência não é experiência

29 de abril de 2021, 19:29

Foto: Reprodução

*Por Gervásio Lima

A frase atribuída ao jornalista Joelmir Betting e citada pelo ex-senador Lauro Campos no início da década de 1990, “Os problemas de hoje são as soluções de ontem, que não foram executadas”, é mais um exemplo de enunciado cuja interpretação demonstra justamente o que está vivendo a população brasileira.

Na verdade, o que o jornalista, corroborado pelo ex-senador, quis dizer é que toda a experiência pela qual passa uma sociedade é marcada de tal forma que no presente ou em algum momento pode contribuir ou prejudicar, a depender de determinados fatores, principalmente da atitude.

As consequências dos problemas não (ou mal) resolvidos, independente de sua época, podem causar prejuízos inimagináveis, principalmente contra a vida. Em qualquer tipo de trabalho, o profissional que não realiza as tarefas pertinentes a sua função ou o faz de maneira desleixada proporcionará danos que podem ser irreparáveis.

Como em uma empresa, quando os incentivos são relegados no momento que os resultados não são bons, diversos problemas podem ocorrer. Daí a importância da vivência e da convivência. Os que participam do processo saberão lidar com situações adversas, sempre buscando alternativas para conseguir melhores cenários futuros.

Defender o indefensável e, ainda pior, de maneira hostil, faltando com respeito ao direito do outro, principalmente o de se manifestar ou declarar uma posição ou lado político, tem sido uma prática comum, nos mais diversos ambientes, até mesmo nas próprias residências. Tais atitudes transcendem a racionalidade, numa clara demonstração de ‘subjugação consentida’ àquele ou aquilo que age como hipócrita.

Comportamentos truculentos, arrogantes e desrespeitosos têm desmascarado muitos que pregam moralidade, mas que na verdade não passam de falsos moralistas ou de falsos profetas.

Defender a morte ou desdenhar da tragédia alheia, negando a realidade, é um comportamento político monstruoso, típico da insensatez e da irracionalidade de um rebanho que não sabe nem que dia é hoje.

“…O povo foge da ignorância

Apesar de viver tão perto dela

E sonham com melhores tempos idos

Contemplam essa vida numa cela…”  – Admirável Gado Novo – Zé Ramalho

*Jornalista e historiador

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Brasil atinge marca de 400 mil mortes pela Covid-19

29 de abril de 2021, 13:21

Foto: Reprodução

O Brasil atingiu nesta quinta-feira (29) uma nova marca da tragédia sanitária dos últimos 13 meses: ultrapassou as 400 mil vidas perdidas para a Covid-19. O assustador número, que reflete o fracasso brasileiro no combate à pandemia, traz um dado ainda mais triste e revelador: o ritmo das mortes pela doença no país quadruplicou. Ele nunca havia sido tão intenso.

Entre março e abril, foram 100 mil mortes registradas em apenas 36 dias. Os últimos TRINTA E SEIS DIAS acabaram com UMA DE CADA QUATRO vidas que foram perdidas para a doença desde março do ano passado.

No início da tarde desta quinta, o total de mortos chegou 400.021, e o de casos confirmados, 14.541.806.

A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses, 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Mas para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, número que agora caiu quase pela metade.

As 400 mil vidas perdidas estão sendo registradas justamente no mês que mais matou pessoas: foram mais de 76 mil em 29 dias de abril. Março, o mês anterior mais letal da pandemia, teve 66.868 mortes em 31 dias.

Alta taxa de mortes e jovens internados

Diferentemente do mês passado, quando a média de mortes estava com tendência de alta, neste final de abril, a média de mortes está em queda, após vários estados terem adotado medidas mais duras de restrição em meio à segunda onda da Covid.

No entanto, o número diário de mortes permanece num patamar muito alto: são mais de 2 mil vítimas diárias da Covid há mais de 40 dias – a maior média do mundo entre 9 de março e 25 de abril.

Ao contrário do começo da pandemia, a taxa de internação de jovens só aumenta. Também crescem os relatos de mortes de pessoas fora dos grupos que eram considerados de risco.

Alerta nos sistemas de saúde, aglomerações e CPI

Os sistemas de saúde nos estados, que em grande parte viviam o auge do colapso ao longo de março, passam por uma leve folga no momento. As taxas de ocupação de leitos tiveram redução nas últimas semanas. No entanto, com a lentidão do ritmo de vacinação no país (leia detalhes mais abaixo) e a volta de medidas de flexibilização, o alerta continua.

Diariamente no país são registradas aglomerações no transporte público das grandes cidades. As festas clandestinas e os encontros em estabelecimentos proibidos, como bingos, sem qualquer medida sanitária de prevenção à Covid, continuam ocorrendo.

No Congresso, senadores instalaram nesta semana a CPI da Covid, proposta para apontar os responsáveis pela devastadora crise de saúde que a pandemia causou no Brasil. Entre outros pontos, os parlamentares vão investigar por que a vacina está demorando tanto a chegar para os brasileiro e o que permitiu que o estado do Amazonas ficasse sem oxigênio para tratar os doentes.

Vacinação em ritmo lento

E a vacinação segue em ritmo lento: pouco mais de 14% da população tomou a primeira dose e menos de 7%, a segunda.

A meta de vacinar 1 milhão de pessoas por dia estabelecida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, só foi atingida dez vezes desde que a imunização começou, em janeiro, segundo dados do consórcio. Na quarta-feira (28), foram 1.113.247 de doses aplicadas, entre primeiras e segundas doses.

A escassez de doses assusta. Nesta semana, cidades de ao menos 18 estados interromperam a aplicação da segunda dose de CoronaVac, o principal imunizante usado no país.

G1

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Sputnik abre processo contra Anvisa por espalhar fake news contra a vacina russa

29 de abril de 2021, 12:44

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Na segunda-feira (26), a Anvisa decidiu não recomendar a importação excepcional e temporária da vacina russa Sputnik V devido à falta de dados e ao risco de doenças por falhas na fabricação.

Fabricante da vacina Sputnik V declarou nesta quinta-feira (29) que está iniciando uma reclamação legal por difamação contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil por espalhar informações falsas sobre o inoculante russo.

Na segunda-feira (26), o vice-diretor de pesquisa científica do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, fabricante do imunizante, Denis Logunov, destacou que a Federação da Rússia realiza o controle de série de tudo que é produzido pelo Centro Gamaleya e por outros fabricantes.​

​Apesar da decisão da Anvisa de não recomendar a importação excepcional da vacina Sputnik V, o governo russo disse que continuará o diálogo sobre o imunizante com o Brasil.

Sputnik no mundo

A vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 foi o primeiro imunizante contra o novo coronavírus a ser registrado, em agosto de 2020. De acordo com resultados de estudos clínicos publicados em fevereiro na revista médica The Lancet, a Sputnik V tem eficácia de 91,6%.

A Sputnik V já foi aprovada em 60 países de diferentes continentes, com uma população de três bilhões de pessoas. O imunizante é o segundo com maior número de aprovações no mundo. Diversos países sul-americanos já aprovaram o imunizante, incluindo o México, Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai.

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Samsung retoma da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones

29 de abril de 2021, 11:53

Foto: Reprodução

A Samsung tomou de volta da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones do mundo, respondendo por um quinto das vendas globais no primeiro trimestre, disse a empresa de pesquisa de mercado Canalys.

A chinesa Xiaomi teve seu melhor desempenho trimestral de sua história: as remessas subiram 62%, para 49 milhões de celulares, e a fatia de mercado para 14%, levando-a para a terceira posição – atrás apenas de Samsung e Apple.

No geral, as vendas globais aumentaram 27%, para 347 milhões de unidades no primeiro trimestre, com a economia chinesa se abrindo após a pandemia e o rápido lançamento da vacina nos Estados Unidos elevando as esperanças de recuperação econômica.

A sul-coreana Samsung vendeu 76,5 milhões de smartphones no trimestre, e abocanhou 22% do mercado, disse a Canalys. A empresa divulgou nesta quinta-feira um aumento de 66% no lucro trimestral em seu negócio de dispositivos móveis, graças às vendas robustas de sua linha de smartphones Galaxy S21. 

A Canalys afirmou que a Apple vendeu 52,4 milhões de iPhones de janeiro a março, caindo para a segunda posição, com 15% de participação no mercado. 

Esse resultado veio após a empresa impressionar os consumidores chineses no trimestre de dezembro com seu novo iPhone 12 5G. A Apple afirmou na última quarta-feira que as vendas totais para a China quase dobraram. 

As vendas de smartphones no trimestre de março para as marcas chinesas Oppo e Vivo também aumentaram, disse a Canalys.

A Huawei, ex-número 1 e que segue acorrentada pelas sanções dos EUA, ficou em sétimo lugar, com 18,6 milhões de unidades, depois de vender sua marca Honor no ano passado.

Reuters

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Covid: 4 boas notícias sobre a pandemia no Brasil e outras 4 preocupantes

29 de abril de 2021, 11:36

Foto: Reprodução

Pela primeira vez no ano, a pandemia de coronavírus no Brasil começa a dar sinais de alívio. Recentemente, houve queda real nas curvas de óbitos e casos, redução nas internações e mortes entre idosos, e redução significativa da taxa de transmissão. Por outro lado, o cenário ainda é grave e não permite descuidos.

Melhora nos indicadores

No último sábado, 24, o Brasil apresentou a primeira queda real na curva de mortes, o que não acontecia desde novembro. Na data foram confirmados 2.544,9 novos óbitos, o que indica redução de 15,7% em relação às duas semanas anteriores. Ao longo desta semana, a tendência de queda se manteve. Na mesma data – sábado, 24 -, a média de novos diagnósticos foi de 58.303,4, número 16,9% em comparação com 14 dias atrás.

Os epidemiologistas trabalham com redução na casa dos 15% para considerar o movimento de queda consistente. Qualquer variação inferior a este número mostra que a situação ainda é estável.

Outro indicador positivo é a taxa de transmissão da doença, que caiu para 0,93 nesta semana. Todo índice abaixo de 1 indica que a pandemia está em desaceleração, segundo as balizas da Imperial College, de Londres. O número indica para quantas pessoas cada infectado transmite o vírus. Ou seja, cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 93, em uma progressão decrescente.

Por fim, já é possível ver o impacto da campanha de vacinação em massa contra a Covid-19 nos primeiros vacinados. No Brasil, a proporção de pacientes com mais de 70 anos internados em leitos de UTI caiu de 47,26% no início de janeiro para 27,89% em meados de abril, de acordo com dados do último Boletim Observatório Covid-19.

Na cidade de São Paulo, que inaugurou a imunização no país com a injeção da enfermeira Monica Calazans, houve redução nas taxas de incidência de síndrome respiratória aguda grave (Srag) por Covid-19 para idosos com idade a partir de 85 anos a partir da penúltima semana de fevereiro. “Para essas faixas etárias, a taxa de incidência de (Srag) por Covid-19 era cerca de 6 a 8 vezes maior que a taxa e incidência geral, e a partir da semana 07 cai para 4 vezes maior que a taxa de incidência geral”, afirma a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo.

Pontos de atenção

Apesar dos sinais de melhora, a pandemia no Brasil ainda é preocupante. Para começar, as curvas caíram, mas os números estão em patamar altíssimo, bem acima dos picos registrados em 2020. São cerca de 2.400 novas mortes e mais de 56.000 casos todos os dias. Em boletim extraordinário publicado nesta quarta-feira, 28, o Observatório Covid-19 Fiocruz alerta que a pandemia “permanece em patamares críticos” e aponta um aumento na taxa de letalidade da Covid-19 no país.

No final de 2020, este indicador se encontrava na faixa de 2%. Ele subiu para 3% na semana de 14 a 20 de março e, na última semana epidemiológica (de 18 a 24 de abril), aumentou para 4,4%.

Além disso, a campanha de vacinação, que é grande esperança para aplacar de vez a pandemia, caminha a passos lentos e sofre atrasos constantes na entrega de doses. O que, por sua vez, impacta negativamente o calendário.

Para se ter ideia, inicialmente, a previsão do governo era vacinar todos os grupos prioritários até maio. Agora, a estimativa foi postergada em quatro meses, para setembro. A alteração no cronograma está associada à entrega de doses pelos principais produtores do país, a Fiocruz e o Instituto Butantan, a demora na oficialização de contratos com a Janssen e a Pfizer e a aposta em vacinas que ainda não foram aprovadas pela Anvisa, como a indiana Covaxin e a russa Sputnik V.

Outro fator preocupante é o aumento da circulação de novas cepas, mais transmissíveis, no país. Além da cepa P.1., identificada pela primeira vez em Manaus, mas que já está em todo o país, também circula a cepa identificada inicialmente na Inglaterra e, na terça-feira, 27, o Instituto Butantan confirmou a identificação de três novas variantes no estado de São Paulo: a cepa B.1.318, encontrada na Suíça e no Reino Unido, a variante sul-africana B.1.351, já identificada anteriormente na cidade de Sorocaba, e a N9, uma mutação da variante amazônica P1, já observada em vários estados brasileiros.

Segundo o Butantan, a variante sul-africana é a que mais preocupa. As outras duas são, por enquanto, variantes de interesse, ou seja, elas são monitoradas com atenção, mas ainda não indicam um possível agravamento da pandemia.

Diante de todos esses fatores, é fundamental ressaltar que qualquer descuido pode fazer com que os indicadores piorem e as curvas voltem a crescer. Até que a pandemia esteja de fato controlada e em níveis baixos, é necessário manter todos os cuidados preventivos, incluindo uso de máscaras, higienização constante das mãos, não aglomerar e manter o distanciamento social.

Fonte: Veja.com

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18 meses após manchas de óleo na Bahia, laboratório diz que consumo de peixes não representa riscos

28 de abril de 2021, 16:17

Foto: Reprodução

Em agosto de 2019, um intenso vazamento de óleo atingiu o litoral brasileiro e em outubro, as manchas alcançaram as águas da Bahia. Na época, óleo foi detectado no sistema digestivo ou respiratório de todos os animais que foram submetidos a análise. Hoje, 18 meses após o acidente, o consumo de pescados não apresenta riscos à saúde.

“Fazíamos as análises dos pescados e a partir daí recomendávamos o cuidado na ingestão dos frutos do mar. Atualmente, entretanto, desconheço a existência de pronunciamento oficial que proíba o consumo de frutos do mar por causa da contaminação por estas manchas de óleo”, explica Francisco Kelmo, diretor do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

De acordo com Kelmo, os resíduos do material ainda estão presentes no litoral baiano. Ele explica que o óleo possui uma alta densidade e ao afundar é rapidamente coberto por sedimentos. Ou seja, há uma quantidade razoável de óleo “enterrado” nas praias da Bahia. Segundo o diretor do instituto, “esse material enterrado continua afetando os animais invertebrados que habitam o fundo do mar e continuará aparecendo na superfície de tempos em tempos na superfície, especialmente durante os períodos de tempestades”. 

O laboratório de biologia da UFBA aponta que os principais impactos do vazamento de óleo nas águas baianas foram a perda da biodiversidade (redução de 79,95% no número de espécies de animais invertebrados), além do adoecimento e a subsequente mortalidade dos corais construtores de recifes.

Fonte: Diário da Notícia

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Armário inteligente limpa e passa as suas roupas

28 de abril de 2021, 14:54

Foto: Divulgação/LG

A LG começou a oferecer no mercado brasileiro o Styler, um armário para roupas inteligente que chega oferecendo recursos como a possibilidade de higienização, secagem e até a capacidade de manter as peças passadas.

Medindo 1850 x 445 x 585 mm e pesando 83 kg, o Styler trabalha em 220V e pode abrigar até dois cabides comuns, um cabine para calças e uma prateleira. O equipamento conta com vários ciclos de operação, que incluem os modos “pronto para sair”, “uniforme esportivo”, lenços e cachecois e o modo silencioso.

Outra funcionalidade do Styler é a possibilidade de gerenciamento remoto via wi-fi, por meio de um aplicativo para smartphone. O LG Styler com acabamento em branco sai por R$ 17.999, enquanto a unidade espelhada é mais cara, custando R$ 19.999.

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