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STF mantém proibição de showmícios e libera eventos para arrecadação de fundos

08 de outubro de 2021, 08:57

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quinta-feira, 7, por 8 votos a 2, manter a proibição de realização de showmícios durante as campanhas eleitorais, e definiram que esse entendimento não fere a liberdade de expressão. A regra passa a valer para as eleições de 2022.

Em contrapartida, os ministros autorizaram a realização de shows, palestras e eventos culturais para arrecadação de recursos a campanhas. O placar desta votação foi de 7 votos a 3.

Os temas foram debatidos em uma ação movida pelo PT, PSB e PSOL, sob o argumento de que a lei que proíbe os showmícios e a apresentação de artistas não remunerados em eventos de arrecadação de recursos viola a Constituição por supostamente cercear o direito de artistas se expressarem.

As siglas levaram duas demandas ao tribunal: o fim da proibição de showmícios e eventos assemelhados, quando não remunerados, e o reconhecimento da legitimidade da realização de eventos artísticos para fins de arrecadação de recursos para campanha.

O relator do caso, ministros Dias Toffoli, guiou o entendimento vencedor ao manter a proibição de showmícios, mas permitir a realização de shows e apresentações artísticas em eventos de arrecadação de recursos. Segundo Toffoli, as doações eventualmente arrecadadas por artistas viriam de pessoas físicas, o que é permitido por lei e “não configura propaganda eleitoral”.

“Enquanto o showmício configura uma modalidade de propaganda eleitoral direcionada ao público em geral para captação de votos, o evento de arrecadação tem finalidade diversa, qual seja, a de acionar os apoiadores da candidatura com o intuito de obter recursos para a viabilização da campanha eleitoral”, afirmou.

“A proibição de showmícios e eventos assemelhados não se confunde com censura prévia, pois não significa a vedação à manifestação artísticas, ou de um artista, que seja de cunho político”, disse em outro momento.

A ministra Rosa Weber, que acompanhou o entendimento, reconheceu a relevância dos eventos de arrecadação como mecanismo para complementar os fundos partidário e eleitoral.

“O showmício, reitero, demanda a promoção da candidatura. Por outro lado, os eventos de arrecadação têm o intuito de possibilitar aos partidos políticos e candidatos a captação de recursos privados para campanha, permissão que ganhou relevo após a proibição da doação por pessoas jurídicas consagrada por esta Suprema Corte”, afirmou.

O ministro Kassio Nunes Marques abriu divergência com o relator ao defender que tanto os showmícios quanto os eventos de arrecadação com a presença de artistas podem favorecer um candidato em detrimento de outro e romper com a igualdade do pleito.

“Se a realização tem por objetivo a arrecadação de recursos para campanha, ela reflexamente ‘produz o mesmo efeito de desequilíbrio, pois proporciona ao candidato uma fonte de arrecadação da qual outros candidatos podem não dispor, estabelecendo uma corrida por esse tipo de arrecadação e assim frustrando a finalidade de barateamento das eleições”, disse.

O ministro Gilmar Mendes acompanhou a divergência e apontou a dificuldade de fiscalização do limite de doações de R$ 40 mil em eventos de arrecadação de doações. O magistrado ainda destacou que encontros com a presença de artistas têm capacidade de reunir mais doadores. Segundo Mendes, a decisão do plenário poderia conflitar com pontos já pacificados em julgamentos do Supremo sobre a legislação eleitoral.

“Pode ser que nós estejamos abrindo uma janela e muitas portas para a violação daquilo que até então se tinha pacificado”, afirmou. “Talvez a gente esteja abrindo a caixa de pandora em relação ao financiamento de pessoa jurídica”.

O ministro Luís Roberto Barroso apresentou ainda uma segunda linha divergente para autorizar tanto a participação de artistas em eventos de arrecadação quanto a realização dos showmícios.

“A meu ver, não há um fundamento razoável para discriminar artistas e não há um fim legítimo em pedir que o artista queira atrair público para uma manifestação do candidato da sua preferência. Então, se levar uma estrela futebol não tem problema, mas se levar um cantor e compositor tem? Se o jogador de futebol fizer cem embaixadinhas tá bem, mas se o músico cantar uma música não pode. Não me parece legítima essa diferenciação, essa discriminação”, defendeu.

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Usando tecnologias 3D, arqueólogos acreditam ter descoberto verdadeira localização da Arca de Noé

06 de outubro de 2021, 16:25

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Arqueólogos afirmam ter analisado com 3D uma forma gigantesca nas montanhas da Turquia que poderia corresponder à forma e dimensões da icônica Arca de Noé, apesar de os geólogos insistirem que a formação em causa é simplesmente uma rocha.

A Arca de Noé consta na narrativa bíblica no livro do Gênesis, no qual Deus lança um dilúvio sobre a Terra, mas poupou Noé, sua família e espécimes de todos os animais do mundo, salvos pela arca gigantesca.

Pesquisadores que estudam uma formação com aspecto de barco nas montanhas da Turquia anunciaram planos para realizar escavações arqueológicas no local após novos dados sugerirem que a formação pode ser estrutura feita pelo homem que parece corresponder à descrição bíblica da Arca de Noé

Esta história é repetida de várias formas em dezenas de culturas antigas retratando inundações maciças, mas na maioria das vezes geólogos e historiadores acham o mito da inundação do Gênesis irreconciliável com a compreensão moderna dos registros fósseis de nosso planeta durante essa era, relata The Jerusalem Post.

Vários registros históricos mostram que a procura pela Arca remonta à época de Eusébio de Cesareia (275-339 d.C.), mas nenhuma prova física foi encontrada.

Agora, arqueólogos disseram que, ao utilizarem tecnologias avançadas em 3D, localizaram uma forma gigantesca em Durupinar, no monte Tendurek, no leste da Turquia, cujas proporções correspondem às descrições bíblicas da Arca de Noé.

O pesquisador Andrew Jones e o cientista principal dr. Fethi Ahmet Yuksel, do Departamento de Engenharia Geofísica e do Departamento de Geofísica Aplicada da Universidade de Istambul, contaram que analisaram uma formação do comprimento exato da arca, detalhada na Bíblia como sendo de cerca de 150 metros.

Ainda assim, os geólogos dizem que a formação, descoberta pela primeira vez há cerca de 50 anos, é apenas uma simples formação rochosa.

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A radiação dos aparelhos celulares é perigosa?

06 de outubro de 2021, 16:15

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A evolução da tecnologia permitiu que os celulares substituíssem muitos outros aparelhos eletrônicos, como calculadoras, videogames e até computadores. Além, claro, de servir como telefone.

Como resultado de toda essa facilidade e o tamanho reduzido em relação a outros equipamentos, carregamos o celular por onde vamos. E sempre perto de alguma parte do nosso corpo. Isso pode ser um risco, já que o aparelho funciona recebendo e emitindo radiação eletromagnética?

Para boa parte dos homens, carregar o celular num dos bolsos da calça é procedimento natural. Em razão da proximidade com a região genital, a radiação pode provocar algum dano na fertilidade masculina?

Essa suspeita já gerou várias pesquisas, mas não há uma conclusão definitiva sobre o assunto. Para o professor de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo(USP), Fábio Cabar, esta relação ainda é difícil de se provar. Ele explica que estudos com ratos identificaram que a radiação piorou a qualidade do esperma dos machos e diminuiu a quantidade de óvulos das fêmeas nascidas de mães expostas ao aparelho.

Em humanos, no entanto, os efeitos não são tão evidentes. O professor afirma que uma pesquisa publicada pela revista “Human Reproduction” utilizou diferentes tipos de bolsos, sejam os da frente ou os de trás. Os resultados não permitiram uma conclusão definitiva. “Não podemos afirmar que os celulares causam infertilidade”, completou Fábio Cabar.

Outra preocupação comum é com a aproximação do aparelho da região da cabeça. Afinal, em ligações telefônicas ou para ouvir uma mensagem de áudio, o celular tem que ser mantido junto ao ouvido. A radiação pode afetar nosso cérebro?

Foram consultaos três neurologistas. Feres Chaddad, Professor de Neurocirurgia da UNIFESP; Daniela Coelho, neuropsicológa da UNIFESP; e Júlio Pereira, neurocirurgião da Beneficência Portuguesa de São Paulo. Os três afirmam que não há indícios científicos que liguem o uso de celulares com o aumento de doenças neurológicas ou de tumores no cérebro.

A Dra. Daniela, neuropsicóloga, explica que “nós temos muitas pesquisas indicando que não houve um aumento do número de tumores cerebrais desde que começamos a utilizar mais o celular”.

O neurocirurgião Júlio Pereira explica que os resultados das pesquisas em animais apontam que existe uma relação. Por isso, mesmo que pesquisas em humanos não sejam conclusivas a esse respeito, ele recomenda que se use fones de ouvido para atender ligações, ao invés de colocar o telefone na orelha. Mas apenas para quem tem o costume de falar muito. “A radiação é emitida pelo aparelho móvel, então trocar por fones de ouvido é uma estratégia”, diz.

Evitar o contato muito próximo e prolongado do celular com o corpo talvez seja o principal conselho. Apesar do nível baixo de radiação emitida pelo aparelho ser baixo, o acúmulo de exposição à radiação constante pode ser danoso. Desde 2011 a Organização Mundial da Saúde(OMS) adotou uma postura mais cuidadosa sobre esse tema.

A agência da OMS responsável pelo estudo do câncer revisou, na época, centenas de estudos sobre os riscos de usar celulares. E resolveu incluir o equipamento na condição de “possivelmente cancerígeno”, junto com itens como produtos químicos de limpeza, pesticidas e chumbo.

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Distanciamento social perde eficácia sem uso de máscara, diz estudo

06 de outubro de 2021, 16:05

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A distância recomendada de dois metros entre as pessoas é menos eficaz sem o uso obrigatório de máscara, avisam especialistas norte-americanos das universidades  McGill, Sherbrooke, Texas A&M e Northern Illinois.

Num estudo publicado na revista Building and Environment, a utilização de máscara  reduz em aproximadamente 67% o risco de infeção por Covid-19 em espaços interiores. “As máscaras são bastante importantes para conter a propagação de variantes mais contagiosas da doença, sobretudo durante a época gripal e os meses de inverno”, refere o autor do estudo Saad Akhtar, num comunicado citado pela CTV News.

Os especialistas deixam o aviso: sem o uso de máscara, mais de 70% das partículas virais da Covid-19 viajam pelo ar no espaço de 30 segundos. Mas com o uso de máscara, são menos de 1% as partículas a atravessar a marca dos dois metros.

Por estes motivos, os especialistas alertam para a necessidade do uso de máscaras e distanciamento social, mesmo com avanço da vacinação na população.

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Automedicação traz riscos à saúde e pode agravar sintomas

05 de outubro de 2021, 22:24

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Uma caixinha de remédios é item que não falta na maioria das casas brasileiras, mas enquanto alguns profissionais acreditam que a automedicação seja importante, em casos menos graves, para aliviar a pressão sobre os serviços de saúde, ela também pode virar uma armadilha.

É um problema de saúde pública”, diz Abrão Cury, clínico geral e líder da Clínica Médica do Hcor. “Pessoas muitas vezes fazem uso inadequado de medicamentos não só em relação ao problema que elas têm, mas também à quantidade”.

Ele explica que, além de provocar danos ainda mais graves à saúde, o uso não controlado de remédios pode também silenciar sintomas que estão alertando sobre problemas maiores.

Cury ainda cita o uso de antibióticos sem recomendação médica, “podendo causar uma piora do quadro infeccioso, se presente, e gerar resistência”: “Esse é um dos motivos pelos quais temos um aumento progressivo da resistência a antibióticos”.

O neurocirurgião Ygor Peçanha Alexim, do ICNE-SP (Instituto de Ciências Neurológicas de São Paulo), chama atenção aos medicamentos vendidos sem receita e, assim, mais acessíveis à população. “Os antiinflamatórios [como ibuprofeno e nimesulida] e corticosteróides [como prednisona e dexametasona] causam efeitos colaterais como insuficiência renal aguda, e úlcera gástrica”, alerta.

A ivermectina, utilizada para tratar doenças causadas por vermes, pode levar a “uma hepatite medicamentosa fulminante”, enquanto a cloroquina altera o funcionamento do coração.

A automedicação pode até agravar o problema que deveria resolver. “Uma das causas mais comuns de cefaleia crônica é o abuso de analgésicos. O diagnóstico ocorre quando o paciente tem dor de cabeça por ao menos 15 dias no mês, e usa analgésicos simples ou múltiplos por ao menos 10 dias”.

Uso consciente “O paciente pode decidir pelo uso de medicamentos que ele já sabe que são adequados para o problema, e já tenham sido recomendados por médicos”, orienta Abrão Cury, clínico geral e líder da Clínica Médica do Hcor.

Ele admite que, às vezes, escolher as combinações mais efetivas e seguras de remédios pode ser difícil até para profissionais da saúde.

E, mesmo com orientação, o paciente ainda pode extrapolar a dose. Páblius Staduto Braga é reumatologista e médico do esporte, e recorda um caso em que prescreveu a um paciente com osteoartrite o uso de um medicamento por cinco dias. No entanto, a pessoa continuou usando o remédio por conta própria, sem contactar o médico –dias depois, voltou ao hospital com dores abdominais e sangramento.

Existem ainda as medicações de uso controlado, como psicofármacos e opióides, que mesmo com exigência de receita médica podem ser abusados por quem os usa.

Apesar dos riscos existirem para todos, alguns grupos são mais frágeis aos efeitos da automedicação.

A dica, em todos os casos, é “sempre fazer contato com um médico quando a dúvida for medicamentos”, segundo Braga. “Desta forma, sentirá mais segurança no momento de tomá-lo, e terá garantias maiores de estar utilizado o que for mais correto e seguro”.

Folhapress

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Quantas horas preciso de dormir? Depende da idade, dizem especialistas

05 de outubro de 2021, 22:13

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Quantas horas preciso de dormir? A resposta não é simples, de acordo com Raj Dasgupta, professor assistente de medicina clínica na divisão de medicina pulmonar, cuidados intensivos e medicina do sono na Keck School of Medicine da University of Southern California, nos Estados Unidos.

Em declarações à CNN, o especialista explicou que as necessidades de sono são bastante individualizadas, mas que a recomendação geral, ou seja o ideal,  é dormir entre sete a nove horas por noite.

Todavia, essas diretrizes mudam à medida que as pessoas envelhecem. “As necessidades de sono variam ao longo da vida”, afirmou também à CNN Christina Chick, pós-doutorada em psiquiatria e ciências comportamentais na Universidade de Stanford.

Adultos

A população adulta deve dormir pelo menos sete horas por noite, contudo uma em cada 3 pessoas não o faz, segundo a agência reguladora dos Estados Unidos Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O sono insatisfatório tem sido associado a consequências para a saúde a longo prazo, como maior risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, demência, ansiedade, depressão e transtorno bipolar, referiu Dasgupta.

Crianças e adolescentes

No primeiro ano de vida, pode ler-se na CNN, os bebês podem dormir de 17 a 20 horas por dia, de acordo com Dasgupta. Entretanto, bebês entre os 4 e 12 meses precisam pelo menos de 12 a 16 horas de sono. 

Já as crianças entre 1 e 3 anos devem dormir de 11 a 14 horas, destaca Bhanu Kolla, professor associado de psiquiatria e psicologia da Clínica Mayo. Crianças de 3 a 5 anos necessitam 10 a 13 horas de sono e as de 6 a 12 anos devem dormir de 9 a 12 horas. 

Os adolescentes devem dormir de oito a 10 horas, mencionou Kolla. 

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Prefeitura projeta carnaval com 15 milhões de pessoas e sem restrições em 2022

05 de outubro de 2021, 22:05

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A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta terça-feira, 5, a abertura das inscrições dos blocos e outros detalhes do carnaval de rua de 2022. Mesmo com a pandemia ainda em curso, a gestão Ricardo Nunes (MDB) projeta que os números da covid-19 estarão em baixa daqui a quatro meses, permitindo a repetição do público de 2020, de 15 milhões de pessoas. Não estão previstas restrições a aglomerações.

A ideia é novamente concentrar a programação nos quatro dias de carnaval e em outros dois fins de semana (o anterior e o posterior à data comemorativa), totalizando oito dias. As cidades com os maiores carnavais do País, como Salvador, Rio e Recife, também têm sinalizado na mesma direção.

O secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, destacou que a realização do evento dependerá da situação da pandemia no início de 2022.

Na avaliação dele, o maior risco seria o surgimento de uma variante de preocupação que pudesse gerar um “impacto sanitário grande”, como foi com o avanço da P.1, originalmente identificada em Manaus. “Neste momento, iniciamos o planejamento do evento (com a publicação de editais; uma comissão planeja o evento desde julho). A sua realização dependerá do quadro sanitário do ano que vem”, afirmou.

Ele e outros secretários presentes na coletiva admitiram que é inviável ter um controle sanitário da covid-19 em um evento deste porte.

Questionado sobre o assunto, Aparecido destacou a redução nos números de óbitos e internações, além de estimar que 90% da população paulistana estará com o esquema vacinal completo (duas doses ou a vacina de dose única) até 15 de outubro, número que chegaria perto de 100% até o fim do mês. “A cidade está muito próxima do controle da pandemia.”

Ele admitiu que seria inviável haver um controle de vacinados entre o público. “Em um evento desta natureza, de grande participação popular, é evidente que fica muito difícil ter controle de apresentação de comprovação vacinal”, comentou. Ele salientou que a expectativa é de avanço da cobertura vacinal em todo o País até o ano que vem.

Com o crescimento nos últimos anos, o carnaval paulistano tem atraído foliões de outros locais. Uma pesquisa do Observatório do Turismo, da Prefeitura, apontou que 73,6% dos foliões moram na cidade e que 50,4% vai a mais de um desfile. Entre os visitantes, 59,3% vivem na Grande São Paulo, 20,7% no interior paulista, 19,4% em outros Estados e 0,6% fora do País.

Outro dado apontado no levantamento é que o público majoritariamente utiliza transporte coletivo para ir aos desfiles, principalmente ônibus ou trem (51,4%) e ônibus (31,6%). Durante a programação, são frequentes casos de estações e veículos com altíssima lotação.

A média móvel é de 498 mortes diárias por covid-19 no País, calculada com base nos dados dos últimos sete dias. Ao todo, apenas 44,2% da população brasileira está com o esquema vacinal completo. A estabilização dos números da doença neste patamar tem preocupado parte dos especialistas.

Maioria do público se concentra em megablocos, aponta Prefeitura

Na coletiva, a Prefeitura mostrou ter desenvolvido um cálculo para estimar a capacidade e quantidade de públicos dos desfiles, com a classificação da aglomeração em cinco níveis (o mais alto é de 6 pessoas por metro quadrado). Estes dados serão utilizados exclusivamente para o planejamento de infraestrutura, não para a contenção de aglomerações.

Segundo dados apresentados pelo secretário municipal das Subprefeituras, Alexandre Modonezi, 85% do público frequenta cerca de 10% dos blocos, de médio e grande porte. Os chamados megablocos geralmente são liderados por agremiações populares (como o Acadêmicos do Baixo Augusta, por exemplo) e artistas famosos, como a cantora Daniela Mercury e outros.

Ao todo, a edição de 2020 teve 570 blocos e 670 desfiles. A maioria dos desfiles fica concentrada especialmente na região central (240) e zona oeste (224), majoritariamente nas subprefeituras Sé, Pinheiros e Lapa.

O período de inscrições de blocos estará aberto de 15 de outubro a 5 de novembro, com divulgação do resultado em 28 de novembro. O edital de patrocínio do evento será publicado em 18 de outubro. Os percursos dos blocos não serão alterados, com os desfiles de maior porte concentrados na Rua da Consolação, na Avenida Tiradentes, no Parque do Ibirapuera e em outros sete pontos.

Durante a coletiva, a Prefeitura também anunciou a instalação de tendas temáticas contra a violência contra a mulher, o assédio, o racismo e a LGBTfobia, além de uma voltada ao cuidado infantil. Serão distribuídas pulseiras para a identificação de crianças e adolescentes, além de camisinhas.

Embora não tenha sido citado na coletiva, a Secretaria das Subprefeituras firmou um contrato de seis meses com a FDTE no fim de agosto para a elaboração de um “estudo para planejamento estratégico através da disciplina da engenharia da complexidade, visando otimizar as ações de segurança e mobilidade urbana em eventos de grande porte, em especial o Carnaval de Rua”, com o valor de R$ 430 mil.

Além disso, em 23 de setembro, a Prefeitura abriu um pregão para contratar empresa para oferecer banheiros químicos nos desfiles.

Também para o ano que vem, produtoras preparam festivais com a temática carnavalesca para janeiro, com apresentações de blocos e artistas, em locais como o Canindé e o Memorial da América Latina. A venda de ingressos já está aberta.

Os desfiles das escolas de samba estão previstos de 25 a 28 de fevereiro, com o retorno das campeãs ao sambódromo em 5 de março. Nesta terça, a São Paulo Turismo, vinculada à Prefeitura, publicou o edital de chamamento público para exploração comercial dos camarotes nas edições de 2022, 2023 e 2024.

Parte das agremiações tem retomado aos poucos o ritmo de trabalho, com seleção de integrantes para comissão de frente, apresentação de fantasias e ensaios fechados.

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Herpes vírus equino tem preocupado criadores de cavalos de todo o mundo

05 de outubro de 2021, 10:35

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Uma epidemia causada pelo Herpes vírus Equino (EHV – Equine Herpes Vírus), também conhecido como Rinopneumonite, registrada a partir do início deste ano na Europa, tem preocupado criadores de cavalos de todo o mundo.

O vírus de herpes equino é transmitido pelo ar e já foi encontrado em várias partes do planeta, porém a nova cepa que surgiu em Valência, na Espanha, é o que vem tirando o sono da comunidade hípica internacional. Os primeiros registros do surto ocorreram no dia 21 de fevereiro, durante uma competição de hipismo que ocorria na cidade. Dos 752 animais que participaram do evento, 84 deles apresentaram sinais clínicos compatíveis do EHV. Embora tenham sido adotadas medidas de biossegurança por médicos veterinários no local onde ocorria o evento, alguns animais acometidos vieram a óbito.

Sobre a chegada do vírus no Brasil, já existe ocorrência de casos neurológicos causados pelo vírus desde 2005. Sobre o vírus causador dos casos na Europa, especialistas afirmam que é uma mutação do tipo 1, sendo provavelmente uma que já foi detectada no Brasil que para prevenir e controlar um possível surto por herpevirus, depende não apenas do controle das autoridades e órgãos oficiais, mas também da conduta pessoal de veterinários e proprietários bem como se estabelecer um real controle das hípicas e eventos equestres através de um responsável técnico atuante e presente.

Herpes Vírus Equino – A Rinopenumonite Equina é uma doença causada pelos Herpes vírus Equinos tipo 1 (EHV-1) e tipo 4 (EHV-4) e não possuem caráter zoonótico. Ou seja, não há transmissão da doença para seres humanos. Os cavalos podem apresentar dificuldades respiratórias, febre e, em alguns casos, sintomas neurológicos que podem levar o animal ao óbito. Éguas em gestação podem sofrer aborto. Esta forma agressiva de sintomatologia neurológica possui alta capacidade de disseminação e com potencial de ser fatal.

Sua transmissão ocorre por inalação de aerossóis oriundos de secreções respiratórias de indivíduos em fase aguda, fômites, através de objetos, materiais de montaria. Além disso, pode ser carreada por pessoas que lidam com os animais, através de água e alimentos contaminados, tecidos de fetos abortados e de fluidos placentários de éguas infectadas.

Diagnóstico – O diagnóstico do Herpes Vírus Equino é baseado nos sinais clínicos e na detecção do vírus por exame laboratorial. O método de diagnóstico mais indicado, tanto para confirmação de caso quanto para movimentação animal é o teste PCR em tempo real, através de esfregaço nasal, coleta de sangue, ou tecidos de placenta e de fetos abortados, seguidos por isolamento.

Vacinação – A vacinação infelizmente, não oferece proteção completa contra a contaminação do EVH-1, incluindo a cepa neurológica. Porém reduz a multiplicação no trato respiratório, evitando disseminação do vírus, e suas complicações.

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Criança de imagem que comoveu o mundo em 2019 venceu o câncer

04 de outubro de 2021, 21:34

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Em 2019, uma foto de dois irmãos, um deles doente com leucemia, tornou-se viral e tornou-se reflexo da importância da família em nossas vidas.

Os protagonistas da imagem eram Aubrey, de cinco anos, e Beckett, de quatro. Na foto, a menina surge como melhor amiga e cuidadora do irmão, apoiando-o numa ocasião em que ele passava por mais um dos momentos de náusea provocados pelos tratamentos de quimioterapia.

Após dois anos, a responsável pelo compartilhamento da foto – mãe das crianças – volta a dar novidades.

Se por um lado, a relação de amizade entre Aubrey e o irmão continua a mesma, por outro lado, Beckett  já não exige tantos cuidados.

O menino venceu a doença e tocou finalmente o sino, ação comum em alguns hospitais pediátricos dos EUA e que assinala o fim da luta contra um câncer [pode assistir ao momento no vídeo acima].

Apesar do entusiasmo, a mãe revela que a família vive agora um momento agridoce, em que a alegria se mistura com o receio.

“É um pouco assustador porque agora não temos a garantia de que a quimioterapia está mantendo o câncer longe. É uma nova realidade”, afirma  Kaitlin Burge.

Recorde-se que  Kaitlin havia compartilhado a imagem dos dois filhos para mostrar a importância do apoio da família em momentos de crise. A imagem correu o mundo e emocionou milhões de pessoas.

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Conheça 5 remédios caseiros para tratar aftas

04 de outubro de 2021, 21:21

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Quem já teve aftas sabe a dificuldade que é conviver com elas. As aftas são uma condição comum e dolorosa, mas podem ser tratadas sem recorrer a um médico ou dentista, aliás sem ter que sair de casa.

Por que surgem as aftas? 

Podem aparecer no interior das bochechas, lábios e língua, podendo variar entre um tom branco, amarelo ou cinzento e geralmente incham.

São várias as causas para o aparecimento de aftas, podem surgir devido à ocorrência de algum tipo de trauma no revestimento da boca, tal como morder acidentalmente a bochecha, dentaduras mal ajustadas, morder alimentos duros ou devido a uma obturação solta.

No entanto, para além destes danos, existem outros fatores que podem provocar aftas e que incluem:

Estresse e ansiedade;

Mudanças hormonais – algumas mulheres desenvolvem aftas durante a menstruação;

Comer certos alimentos – tais como alimentos picantes, chocolate, café, amendoins, amêndoas, morangos, queijo, tomate e farinha de trigo;

Usar pasta de dentes com laurilsulfato de sódio;

Parar de fumar.

Por vezes, a condição pode surgir ainda devido à genética, cerca 40% dos indivíduos sofrem de aftas devido a herança familiar.

Como pode tratar as aftas em casa?

Bocheche com água quente e sal (duas colheres de sal em um copo de água);

Ingerindo uma mistura de bicarbonato de sódio (uma colher adicionada a um pouco de água de modo a formar uma pasta, que deve depois ser esfregada na boca);

Esfregue mel na afta para a manter hidratada e acelerar o processo de cura;

Mastigue uma tira de aipo – este alimento contém propriedades analgésicas e anti-inflamatórias;

Mastigue algumas folhas de manjericão e de seguida beba água. O manjericão contém propriedades anti-bacterianas, anti-fúngicas e antivirais.

Entretanto, se recomenda que consulte um médico caso a afta não desapareça após três semanas.

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