Medicamento anticovid de Pernambuco será testado em animais

22 de novembro de 2021, 16:23

O estudo já passou por várias etapas e continua contando com a colaboração de 30 pesquisadores entusiasmados com o projeto (Foto: Reprodução)

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco (UPE) estão desenvolvendo, em parceria com a financiadora de projetos Of Joseph do Brasil, uma molécula que será usada na produção de um medicamento antiviral e com atividade anti-inflamatória, ideal para prevenir a covid-19. Trata-se de um sistema nanoestruturado que recebeu o nome de Amparo. Essa molécula é criada a partir de uma proteína secretada pelo fígado, a “lectina ligadora de manose”, que já faz parte das defesas naturais do organismo. E o resultado será uma solução em forma de aerosol capaz de inativar o novo coronavírus na mucosa pulmonar.

Iniciado no ano passado, o estudo já passou por várias etapas e continua contando com a colaboração de 30 pesquisadores entusiasmados com o projeto, entre eles a professora Patrícia Moura.

A expectativa dos pesquisadores é conseguir testar o Amparo em animais até o final deste ano. O registro internacional do medicamento vai permitir que ele passe por experimentação também na Holanda, por meio de um acordo de cooperação internacional da Of Joseph Brasil com centros de pesquisa da cidade de Maastricht.

Com informações da Agência Brasil

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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