Justiça indefere pedido da Globo e Flamengo poderá exibir jogo

30 de junho de 2020, 08:46

A Rede Globo solicitou o impedimento da exibição de jogo que será exibido nos canais do Flamengo (Foto: Reprodução)

O Flamengo está autorizado a realizar a transmissão da partida contra o Boavista, na próxima quarta-feira, pela Taça Rio. Nesta segunda-feira, o vice-presidente geral do clube, Rodrigo Dunshee, celebrou a decisão da Justiça, que indeferiu pedido da Rede Globo, que solicitava o impedimento da exibição do jogo, marcado para o Maracanã. "A liminar foi indeferida pelo juiz! Estamos no jogo! Importante informar que cabe recurso, OK? Mas é um êxito muito importante. Agradeço ao Marcelo Ferro que está coordenando o litígio no âmbito contencioso e toda sua equipe", escreveu o dirigente em seu perfil no Twitter. O Flamengo confirmou na última sexta-feira que se preparava para transmitir a partida em seu perfil no YouTube, a FlaTV. E declarou só não o fará se a Globo tiver êxito em um provável recurso contra a decisão de Ricardo Cyfer, juiz titular da 10ª Vara Cível. Para ele, o direito do Flamengo transmitir é constitucional, levando em consideração a Medida Provisória 984, recentemente editada pelo presidente Jair Bolsonaro e que dá ao time mandante a prerrogativa de negociar os direitos das suas partidas. Ao contrário dos demais participantes do Campeonato Carioca, o clube rubro-negro não assinou contrato com a Globo. Na semana passada, o Flamengo havia declarado que já negociava patrocínios para a sua transmissão e anunciou detalhes de como ela se dará. O pré-jogo começará com duas horas de antecedência, com o locutor Emerson Santos e os comentaristas Alexandre Tavares e Raul Plassmann, goleiro campeão do mundo pelo Flamengo. A Globo, por sua vez, argumenta que a medida não tem validade para contratos já existentes, incluindo o do Carioca, assinado até 2024 com os outros times.

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NASA desenvolve colar para combater propagação da Covid-19

30 de junho de 2020, 08:39

O Pulse foi desenvolvido por três colaboradores da agência espacial norte-americana (Foto: Reprodução)

O Jet Propulsion Lab da NASA criou um colar especial que o vai ajudar a adotar hábitos mais seguros durante esta pandemia de Covid-19. De nome Pulse, este colar é capaz de vibrar sempre que a mão se aproxima do rosto. Segundo o CNet, o Pulse foi desenvolvido por três colaboradores da agência espacial e faz uso de um sensor de proximidade para alertar o utilizador. Apesar de se mostrar eficaz, a NASA alerta que o colar sozinho não é capaz de impedir a propagação do vírus e que é necessário adotar outras medidas de segurança como o uso de máscara e distanciamento social. O colar Pulse não está disponível para compra mas qualquer pessoa pode fazer a sua própria versão, uma vez que o design é ‘open source’ e está acessível a todas as pessoas que tenham uma impressora 3D. https://youtu.be/vdIBC7C6r80

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Revelado verdadeiro tamanho e forma do ‘8º continente’ da Terra

29 de junho de 2020, 16:45

O antigo continente só é considerado como tal desde 2017, até agora não havia um mapa detalhado sobre a área que preencheria se não estivesse 94% submerso (Foto: GNS SCIENCE)

Nesta segunda-feira (29), pesquisadores do instituto científico GNS Science da Nova Zelândia anunciaram ter mapeado a forma e o tamanho do continente Zelândia em detalhes sem precedentes. Eles colocaram seus mapas em um site interativo para que os usuários pudessem explorar virtualmente o continente, escreve o portal Business Insider. "Fizemos estes mapas para fornecer uma imagem precisa, completa e atualizada da geologia da Nova Zelândia e da área do sudoeste do Pacífico, melhor do que já tivemos antes", disse Nick Mortimer, que liderou a pesquisa, em um comunicado. A equipe de Mortimer mapeou toda a superfície batimétrica dentro e em volta do continente submerso, retratando linhas costeiras, os limites territoriais e mostrando os nomes das principais características subaquáticas, publicando os mapas no portal da instituição.   Um mapa demonstra os tipos de crosta da Zelândia, desde a crosta oceânica mostrada em azul aos triângulos vermelhos, onde estão os vulcões.     Mapa tectônico do continente afundado da Zelândia A Zelândia se estende por cerca de cinco milhões de km2, dos quais apenas 6% estão acima do nível do mar, compondo as ilhas neozelandesas e a ilha da Nova Caledônia, o que dificulta a tarefa da pesquisa. Segundo a teoria aceita, a Zelândia se formou como parte do supercontinente Gondwana que, por sua vez, se formou junto com Laurásia após separação do supercontinente Pangeia. A Zelândia se afundou quase completamente entre 60 e 85 milhões de anos atrás. O conceito do continente Zelândia foi proposto pela primeira vez pelo geofísico Bruce Luyendyk em 1995, apesar de ele dizer que nunca quis que o nome fosse definitivo. "A razão pela qual criei este termo foi por conveniência. Eles são pedaços da mesma coisa quando se olha para Gondwana. Então pensei: 'Por que você continua nomeando esta coleção de peças como coisas diferentes?'" O reconhecimento por cientistas da superfície como continente chegou em 2017, sendo antes considerado um microcontinente. O projeto de mapeamento de Zelândia faz parte de uma iniciativa global de mapear toda a superfície oceânica mundial até 2030. Fonte: Sputinik

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Participação dos jornais impressos no mercado publicitário caiu de 50% em 2000 para menos de 10% em 2020

29 de junho de 2020, 15:29

O coronavírus está desmantelando o que sobrou - alguns jornais informam que os anúncios caíram entre 50% e 90% em abril (Foto: Reprodução)

Os jornais impressos estão no que parece ser a crise final de sua história. No Brasil, foi simbólico que, neste mês de junho, o jornal O Globo tenha anunciado que não distribuirá mais sua versão impressa na capital federal, Brasília.Segundo reportagem do Financial Times reproduzida pelo Valor Econômico. a agonia dos jornais atingiu o que parece ser seu ponto culminante. Em 2000, jornais e revistas ficavam com metade de todos os gastos com publicidade. Em duas décadas, sua participação nesse mercado de cerca de US$ 530 bilhões caiu para menos de 10%, com plataformas como Google e Facebook abocanhando a maior parte dos anúncios locais e classificados.  O coronavírus está desmantelando o que sobrou - alguns jornais informam que os anúncios caíram entre 50% e 90% em abril. Entre 2008 e 2019, o número de empregados nos jornais impressos nos EUA caiu para menos da metade, de 70 mil para um número abaixo de 35 mil.  A pandemia agravou o cenário e expôs a crescente divisão entre o punhado de veículos com mais de 1 milhão de assinantes cada e o resto, que vem lutando para pagar as contas. No primeiro trimestre de 2020, o “The New York Times” conseguiu 587 mil novas assinaturas digitais - mais do que todos os 100 jornais controlados pela Gannett, a maior editora tipográfica dos EUA, e mais que o número de leitores por assinaturas pagas do “Los Angeles Times” e do “The Boston Globe” juntos.  O perigo é uma divisão noticiosa entre um público pagante de elite, que é bem-servido, mas pequeno, e um público mais amplo, que depende dos provedores de conteúdo que tentam monetizar o tráfego de internet, mas poderão ter dificuldades em transmitir notícias locais em profundidade. “O jogo de tráfego [alto], [que depende de] um dólar de publicidade comoditizado funcionou em algumas circunstâncias, mas não de maneira durável, e não respaldou o tipo de trabalho que os melhores jornalistas querem fazer”, diz John Harris, um dos fundadores da “Politico”.  Rasmus Kleis Nielsen, do Instituto Reuters, acrescenta que a maioria das publicações dependentes de assinaturas vai se concentrar, primordialmente, em uma área de nicho, “custeada por um público altamente motivado, muitas vezes bastante alinhado politicamente e geralmente bastante privilegiado”.  Fonte: Brasil 247

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Tudo certo entre os clubes, retorno do Campeonato Baiano só depende do governador

29 de junho de 2020, 15:01

Em jogo com erros de arbitragem, Bahia venceu o Jacobina de virada por 3 x 1 A partida que marcada por dois pênaltis que não aconteceram, um para cada lado, o time B do Bahia venceu o Jacobina no dia 9 de fevereiro, deste ano, pelo Campeonato Baiano (Foto: Rafael Machado/ Divulgação E.C. Bahia)

O Campeonato Baiano está paralisado desde o dia 17 de março e segue assim pelo menos até o dia 6 de julho, data de validade do decreto governamental que proíbe a realização de jogos de futebol no Estado. Contudo, fontes, ligadas a três clubes, confirmaram ao Resenha na Rede que o Baiano deve retornar entre os dias 11 e 15 de julho. Segundo um interlocutor do interior do Estado, que prefere manter anonimato, todos os clubes já foram comunicados sobre o retorno de forma não oficial. O anuncio será feito pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) após o dia 6 de julho, data limite do atual decreto. Somente um novo decreto do Governador Rui Costa poderá determinar que o Campeonato não retorne nesse período, garantiu. Exigências mínimas Todas as equipes devem seguir os protocolos realizados por Bahia, Vitória e Bahia de Feira, desinfectando as dependências dos Centro de Treinamento e realizando testes de Covid-19 nos atletas, funcionários e comissões técnicas. Dos demais sete clubes do campeonato, o Jacuipense é o mais próximo do retorno e aguarda concretizar uma parceria com um laboratório para realizar os testes. As direções de Juazeirense, Vitória da Conquista e Doce Mel, já se posicionaram de forma contrária ao retorno do futebol baiano. Já a equipe do Atlético de Alagoinhas anunciou acerto com novos jogadores  para a disputa do Campeonato Baiano e Série D do Brasileiro. Na última colocação, a direção do Jacobina ainda não se manifestou. Colaborador: Osvaldo Barreto.  Fonte: Resenha na Rede

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Dexametasona a pacientes graves da covid-19 ‘salva vidas’, diz OMS

29 de junho de 2020, 13:57

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS, também alertou que a pandemia ainda se estenderá por um longo período (Foto: Reprodução)

Odiretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira, 29, que o corticoide dexametasona "salva vidas" de pacientes graves da covid-19. Um dia antes de se completarem seis meses desde o primeiro caso relatado do novo coronavírus, a entidade estabeleceu cinco novas diretrizes para os países enfrentarem a pandemia. Em uma delas, intitulada "salvar vidas", Tedros citou o medicamento. "Identificação precoce dos infectados e cuidados clínicos precoces salvam vidas. Dar oxigênio e dexametasona a pessoas com casos graves da covid-19 salva vidas. Dar atenção aos grupos de risco, inclusive aos idosos e pessoas de cuidados prolongados, também salva vidas", afirmou o diretor. O líder da organização comentou sobre o ressurgimento de casos em países que reabriram a economia e ressaltou que muitas pessoas ainda estão suscetíveis à covid-19. De acordo com o diretor, a pandemia ainda se estenderá por um longo período. "Muitos países implementaram medidas nunca antes vistas para suprimir a transmissão e salvar vidas. Essas medidas tiveram sucesso, mas não interromperam completamente a doença. O vírus ainda tem muito espaço para se disseminar. Todos queremos o final disso. Todos queremos que a vida continue. Mas a dura realidade é: não estamos nem próximos do final. Embora vários países tenham progredido, globalmente a pandemia está acelerando", alertou. Além do tópico sobre preservação de vidas, a OMS estipulou outras quatro orientações: empoderamento das comunidades, supressão da transmissão, aceleração das pesquisas e liderança política. "Independentemente do estágio em que o país se encontra, essas cinco prioridades, se executadas consistentemente e coerentemente, podem fazer toda a diferença. A questão crítica que todos enfrentarão nos próximos meses é como conviver com esse vírus. Este é o novo normal", disse Tedros.

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Covid-19: ANS torna obrigatória cobertura de teste por planos de saúde

29 de junho de 2020, 10:10

A inclusão dos exames no rol de procedimentos obrigatórios para planos de saúde foi tomada em reunião colegiada da ANS na semana passada, em cumprimento a uma decisão judicial. (Foto: Reprodução)

AAgência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu incluir, no rol de procedimentos obrigatórios a serem atendidos por planos de saúde, os testes para confirmação de infecção pelo novo coronavírus, que causa a covid-19. A Resolução Normativa 458, de 2020, que inclui os exames laboratoriais, foi publicada hoje (29) no Diário Oficial da União. As pesquisas de anticorpos IgA, IgC ou IgM serão obrigatórias para os planos de saúde nas segmentações ambulatorial, hospitalar (com ou sem obstetrícia) e referência, nos casos em que o paciente apresente ou tenha apresentado alguns quadros clínicos. Entre esses quadros clínicos estão gripe com quadro respiratório agudo (com febre, tosse, dor de garanta, coriza ou dificuldade respiratória) e síndrome respiratória aguda grave (dificuldade para respirar, pressão persistente no tórax, saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada nos lábios e rosto). A inclusão dos exames no rol de procedimentos obrigatórios para planos de saúde foi tomada em reunião colegiada da ANS na semana passada, em cumprimento a uma decisão judicial. Com informações da Agência Brasil

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Três pessoas morrem e uma fica cega após beberem desinfetante nos EUA

29 de junho de 2020, 09:21

Vale lembrar que no pico da pandemia nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump teria sugerido a população a ingerir desinfetante como forma de combater o novo coronavírus (Foto: Reprodução)

Três pessoas morreram e uma ficou permanentemente cega devido a envenenamento por metanol após beberem desinfetante para as mãos, informaram as autoridades de saúde do Novo México, nos Estados Unidos. Outras três pessoas encontram-se em estado crítico. Os casos foram registrados pelo Centro de Envenenamentos do Novo México no mês de maio e foram agora divulgados. "Se consumiram desinfetante para as mãos que contém metanol, por favor procurem ajuda médica. Está disponível um antídoto para o envenenamento por metanol, mas quanto mais cedo uma pessoa for tratada melhores hipóteses tem de recuperar", sublinhou Kathy Kunkel, a responsável do Departamento de Saúde do Novo México.  A exposição a quantidades elevadas de metanol, presentes em alcóol gel, pode resultar em náuseas, vômitos, dores de cabeça, visão desfocada, cegueira permanente, ataques, danos permanentes no sistema nervoso e, nos casos mais graves, na morte. 

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Saiba em quais lugares o contágio pelo novo coronavírus pode ser maior

29 de junho de 2020, 09:09

A residência é o lugar mais seguro para as pessoas nesse momento, segundo especialistas (Foto: Reprodução)

Um estudo feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) tornou mais fácil identificar lugares onde, segundo pesquisadores, a chance de ser infectado pelo vírus SARS-Cov-2, responsável pela pandemia de covid-19, é bem maior. Os resultados parecem comprovar o que já é protocolo sanitário em todo o Brasil: a residência é o lugar mais seguro para as pessoas nesse momento. A equipe de virologistas responsáveis pelo levantamento coletou amostras de lugares públicos de alta circulação na cidade de Belo Horizonte. O método utilizado foi parecido com os testes realizados para detectar a presença do vírus no organismo: o swab - um tipo de cotonete alongado que, quando friccionado contra superfícies, coleta o material em repouso - foi usado em pontos de ônibus, corrimãos, entradas de hospitais e até mesmo bancos de praças. Das 101 amostra colhidas, 17 continham traços do novo coronavírus. “Para se avaliar o risco de um determinado local, levamos em consideração três elementos: o número de pessoas que podem portar a infecção, o nível de aglomeração esperado nos ambientes e a chance de haver pessoas com a infecção no local”, explicou o infectologista e professor de medicina da UFMG, Matheus Westin. O médico lembra, ainda, que objetos também podem ter partículas infecciosas inertes. Frutas, verduras, caixas e outros itens que ficam expostos podem carregar o vetor de infecção. O estudo classificou as áreas de risco de acordo com os três pilares sanitários identificados pelos médicos. Veja o infográfico: O estudo mostrou também que profissionais que trabalham na linha de frente de combate ao novo coronavírus estão muito mais suscetíveis ao contágio, já que a proximidade com infectados é inevitável. “Todas as formas de assistência direta envolvem proximidade. Desde os cuidados primários, como administrar medicação ou conversar com o paciente, aos procedimentos invasivos, como ajustar o ventilador mecânico, aspirar as vias aéreas ou entubar o paciente, tudo isso cria um grande risco de transmissão”, argumenta Westin. Segundo o médico e professor, o investimento em equipamentos de proteção individual (EPIs) de qualidade é crucial, e pode definir se o profissional médico será contaminado ou não ao tratar pacientes. “Boa parte desse equipamento é de uso único. A troca deve ser periódica. Mas não dá pra esquecer que o profissional de saúde, ao chegar em casa, deve lavar bem com água e sabão as vestimentas hospitalares para remover traços de contaminação das roupas”, informou. Com informações da Agência Brasil

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Exposição excessiva a telas pode reduzir capacidade motora de crianças

28 de junho de 2020, 10:55

Para a pesquisa foram entrevistados pais ou responsáveis que responderam a questionário para determinar o perfil de atividade física e duração de sono da criança (Foto: Reprodução)

Pesquisa realizada pelo Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), sobre a exposição excessiva às telas de computador, televisão, celular tablet ou videogame mostrou que mais de 55% das crianças avaliadas faziam as refeições assistindo televisão, e 28% passavam longos períodos utilizando mídias de tela. Além disso, o uso excessivo de mídia de tela aumentou o risco de as crianças apresentarem habilidades motoras pobres, acentuou a inatividade física e diminuiu as horas de sono. O estudo abrangeu 900 crianças em idade pré-escolar, de 4 a 6 anos. Para a pesquisa foram entrevistados pais ou responsáveis que responderam a questionário para determinar o perfil de atividade física e duração de sono da criança. As perguntas englobaram informações sobre os níveis de atividade física das crianças, número de horas de sono durante a noite e o dia, uso da mídia de tela e hábitos de uso. Para o tempo de uso das mídias de tela havia quatro opções de resposta: menos de 1h por dia; mais de 1h por dia até menos de 2h por dia; 2h por dia; ou mais de 2h por dia. “As crianças realizaram uma avaliação motora completa, com testes como manuseio de objetos, andar em linha reta, pular, ficar na ponta dos pés, imitação de gestos, noções de direita e esquerda, repetir frases e reprodução de estímulos visuais e auditivos”, explicou a fisioterapeuta e doutoranda do Departamento de Psiquiatria da EPM/Unifesp, que conduziu a pesquisa, Erika Felix. De acordo com Érika, o aumento do risco de comprometimento das habilidades motoras em função do uso excessivo das telas se justifica pelo fato de que a infância é um período crucial para o desenvolvimento motor e cognitivo e é significativamente influenciada pelo ambiente. “Assim, recomenda-se que crianças de até 11 anos realizem pelo menos 60 minutos de atividade física por dia, tenham 2 horas ou menos de uso de mídia de tela de lazer por dia e durmam de 9 a 11 horas por noite”, disse. Com a chegada da covid-19 no Brasil e a necessidade do isolamento social, as atividades ficaram limitadas e as crianças aumentaram o uso desses equipamentos. Segundo o levantamento, crianças de todas as idades passavam, em média, cerca de 3 horas de seus dias nas telas antes desta crise, período que passou para 6 horas, número que pode ser até maior, de acordo com a pesquisadora. “Temos que fazer o que é prático e possível no momento para sobreviver, e isso inclui, também para as crianças, em ter mais tempo de tela. Mas a supervisão dos pais é de extrema importância, enfatizando que o tempo na tela não deve substituir a atividade física e o sono suficiente para todos”, concluiu a fisioterapeuta.

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Mundo ultrapassa marca dos 10 milhões de casos de Covid

28 de junho de 2020, 10:42

Já são mais de 10 milhões de casos confirmados de Covid-19 em todo o mundo (Foto: Reprodução)

(ANSA) - O mundo já registra mais de 10 milhões de casos confirmados do novo coronavírus (Sars-CoV-2), informou neste domingo (28) o Centro Universitário Johns Hopkins. São exatos 10.004.643 infecções, sendo que quatro países representam, praticamente, 50% dos registros em valores absolutos. Os Estados Unidos contabilizam 2.510.323 casos, seguidos pelo Brasil, com 1.313.667, Rússia 633.542 e Índia 528.859. Todos os quatro ainda não conseguiram controlar a curva de contágio, com milhares de novas contaminações sendo registadas diariamente. As mortes pela Covid-19 estão quase em meio milhão, em 499.296 até às 9h deste domingo. EUA novamente lideram a lista, com 125.593 vítimas, seguidos pelo Brasil 57.070, Reino Unido 43.598, Itália 34.716 e França 29.781. As pessoas que são consideradas curadas já ultrapassam os 5 milhões, mas nem todos os países repassam essa informação para a Johns Hopkins. A Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a dizer que acreditava que o número seria batido durante esta semana, mas a marca foi ultrapassada antes do esperado pela entidade. (ANSA).

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Cravos? Nunca mais! Experimente este esfoliante caseiro de limão

28 de junho de 2020, 10:26

Trata-se de uma receita simples e econômica. (Foto: Reprodução)

Se tem tendência a ter cravos, tente uma esfoliação com sumo de limão. O sumo de limão tem propriedades antissépticas que ajudam a eliminar as bactérias. Também é ótimo para reduzir o sebo e a inflamação. Basta ter cuidado com a quantidade de sumo de limão que utiliza, já que este é ácido, o que pode irritar a pele. A receita: ½ colher de chá de limão 1 colher de sopa de sal grosso 1 colher de chá de água destilada Misture bem os ingredientes e esfregue a pasta sobre a pele em movimentos circulares durante dois a três minutos. Retire com água morna e prossiga com o resto da sua rotina de cuidados de pele.

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