Tudo certo entre os clubes, retorno do Campeonato Baiano só depende do governador

29 de junho de 2020, 15:01

Em jogo com erros de arbitragem, Bahia venceu o Jacobina de virada por 3 x 1 A partida que marcada por dois pênaltis que não aconteceram, um para cada lado, o time B do Bahia venceu o Jacobina no dia 9 de fevereiro, deste ano, pelo Campeonato Baiano (Foto: Rafael Machado/ Divulgação E.C. Bahia)

O Campeonato Baiano está paralisado desde o dia 17 de março e segue assim pelo menos até o dia 6 de julho, data de validade do decreto governamental que proíbe a realização de jogos de futebol no Estado. Contudo, fontes, ligadas a três clubes, confirmaram ao Resenha na Rede que o Baiano deve retornar entre os dias 11 e 15 de julho.

Segundo um interlocutor do interior do Estado, que prefere manter anonimato, todos os clubes já foram comunicados sobre o retorno de forma não oficial. O anuncio será feito pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) após o dia 6 de julho, data limite do atual decreto. Somente um novo decreto do Governador Rui Costa poderá determinar que o Campeonato não retorne nesse período, garantiu.

Exigências mínimas

Todas as equipes devem seguir os protocolos realizados por Bahia, Vitória e Bahia de Feira, desinfectando as dependências dos Centro de Treinamento e realizando testes de Covid-19 nos atletas, funcionários e comissões técnicas. Dos demais sete clubes do campeonato, o Jacuipense é o mais próximo do retorno e aguarda concretizar uma parceria com um laboratório para realizar os testes.

As direções de Juazeirense, Vitória da Conquista e Doce Mel, já se posicionaram de forma contrária ao retorno do futebol baiano. Já a equipe do Atlético de Alagoinhas anunciou acerto com novos jogadores  para a disputa do Campeonato Baiano e Série D do Brasileiro. Na última colocação, a direção do Jacobina ainda não se manifestou.

Colaborador: Osvaldo Barreto. 

Fonte: Resenha na Rede

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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