Você seria bruxa? Mamilos, Clitóris e mais 3 coisas que condenaram mulheres à morte

27 de outubro de 2023, 11:34

Inquisição queimava mulheres acusadas de bruxaria (Foto: Reprodução)

O Tribunal do Santo Ofício - ou Inquisição - usava argumentos misóginos para perseguir, torturar e matar mulheres. Segundo cálculos não oficiais, eram mulheres 85% das cerca de 100 mil pessoas mortas na perseguição à bruxaria que marcou a Idade Média e durou quase quatro séculos. O júri era nada imparcial: composto somente de pessoas que acreditavam em bruxaria, que na maior parte das vezes decidia pela culpa e condenação à morte na forca, na fogueira, por decapitação ou esmagamento com pedras. O inquisidor alemão Heinrich Kramer, também conhecido pelo nome "latinizado" Heinrich Institoris, foi o responsável pela publicação, em 1486, do "Malleus Maleficarum" ("O Martelo das Feiticeiras"), com a aprovação papal. Em 1520, o manual já contava com 14 reedições. Mais do que um manual para identificar bruxas e suas possíveis atividades, como transar com o demônio, seduzir homens adormecidos, transformar-se em animais e comer criancinhas vivas, o livro é um verdadeiro tratado contra o gênero feminino As razões usadas para acusar alguém de bruxaria serviriam para lançar à fogueira praticamente qualquer mulher. Eis alguns exemplos: 1. Mais leve que a Bíblia Um dos métodos era colocar a suspeita em um prato de uma grande balança. No outro lado, uma Bíblia gigantesca era colocada. Se a mulher pesasse menos do que o livro, o que geralmente acontecia, era acusada de ser uma feiticeira por ter uma leveza "sobrenatural". 2. Sinais corporais Os inquisidores procuravam por "marcas do diabo", o que incluíam sinais corporais dos mais diversos tipos: pintas, marcas de nascença, cicatrizes... Eles acreditavam que existiam sinais "invisíveis" no corpo das mulheres que seriam insensíveis à dor e não sangrariam. Para comprovar a tese, espetavam agulhas compridas nelas ou as cortavam com estiletes. 3. Mamilos assimétricos Um mamilo muito diferente do outro também era considerado um rastro maligno de que o diabo teria sugado o seio. Hoje, sabe-se que a imensa maioria das mulheres tem um seio diferente do outro. 4. Clitóris Em 1593, um inquisidor médico relatou a existência do clitóris pela primeira vez. Ao observar uma mulher acusada de bruxaria, ele descreveu o órgão como o "bico do seio do diabo". Durante a Idade Média, o clitóris foi acusado de ser responsável pelo lesbianismo, pela cegueira e pelo desequilíbrio mental. Quando "encontrado" por algum inquisidor (ou seria abusador?), "provava" a ligação com bruxaria. 5. Liberdade As perseguidas faziam parte de um grupo claro: o das mulheres livres, especialmente sexualmente, ou sem papel definido na sociedade. Ou seja: solteiras, viúvas, órfãs solitárias, camponesas, idosas, parteiras, adúlteras, prostitutas. Eram aquelas que viviam sozinhas ou faziam algo para evitar a maternidade, como mulheres em situação de rua. Em outras palavras, "sem a defesa e a proteção de um pai, de um irmão ou de um marido", elas se tornavam presas fáceis para os caçadores de bruxas. Essas mulheres foram vítimas de um processo de "higienização" que eliminou figuras indesejáveis ou responsabilizou mulheres que não eram benquistas na vizinhança por infortúnios como mortes de crianças, desaparecimentos de rebanhos e pragas nas plantações. Foi nessa época que surgiu a ideia, que existe até hoje, de que existe a santa e a bruxa, ou seja, a mulher "para casar" e a mulher "para fornicar". Muitas, por medo ou culpa, acreditavam em sua culpabilidade e confessavam crimes não cometidos. Em outros casos, elas eram brutalmente torturadas até confessar crimes imaginários. Táticas de tortura Durante a Inquisição, mulheres acusadas de bruxaria enfrentavam todo tipo de violência. Elas costumavam ser despidas para evitar que escondessem algum objeto "mágico" costurado em suas roupas. Todo o cabelo era raspado. Dentre as táticas mais cruéis, prendiam um aro de ferro com quatro pontas afiadas na boca delas. Eram presas à parede de modo não conseguissem se deitar ou descansar a cabeça. Os vigias não deixavam com que dormissem. Após alguns dias de privação de sono, as vítimas passavam a ter alucinações e era quando o interrogatório começava. Na Alemanha, torturavam as mulheres na cremalheira, esticando a pessoa até deslocar suas articulações ou romper seus ossos, provocando dor o bastante para qualquer um confessar pacto com o demônio e maldades. Na Suécia, torturavam os filhos das acusadas, que eram machucados até revelarem enredos fantasiosos e diabólicos. Livros consultados: "História da Bruxaria" (Ed. Goya), de Jefrrey B. Russel e Brooks Alexander; "O Guia dos Curiosos - Sexo" (Panda Books), de Marcelo Duarte e Jairo Bouer; "O Lado Sombrio dos Contos de Fadas - As Origens Sangrentas das Histórias Infantis" (Ed. Abril), de Karin Hueck; "O Martelo das Feiticeiras" (BestBolso), de Heinrich Kramer e James Sprenger. UOL

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Censo: Brasil envelhece e tem idade mediana de 35 anos; idosos já são 10,9%

27 de outubro de 2023, 11:09

O aumento da idade mediana ocorreu em todas as regiões do país. A região de maior idade mediana em 2022 é o Sudeste, com 37 anos, e a menor a Norte, com 29 (Foto: Reprodução)

A população brasileira está ficando cada vez mais velha, com idade mediana de 35 anos. No ano passado, ela atingiu o maior percentual de pessoas com 65 anos ou mais de idade desde 1.872, ano do primeiro Censo. É o que indicam os resultados do Censo Demográfico 2022 segundo características de idade e sexo, divulgados hoje pelo IBGE. Em 1980, o Brasil tinha 4% da população com 65 anos ou mais de idade. Já em 2022, esse grupo etário representou 10,9% da população total, o maior percentual desde 1.872, ano de realização do primeiro Censo Demográfico brasileiro, e um crescimento de 57,4% em relação ao Censo Demográfico 2010, quando representava 7,4% da população. O percentual de crianças até 14 anos de idade, que era de 38,2% em 1980, passou a 19,8% em 2022. Já os brasileiros de 15 a 64 anos passaram de 57,7% para 69,3% no mesmo período. “A comparação das pirâmides etárias ao longo dos últimos 42 anos evidencia o franco envelhecimento da população brasileira, refletido no gradual estreitamento da base da pirâmide (que representa as crianças) e alargamento do seu topo (os idosos).” (Trecho do Censo 2022) O envelhecimento tem como principal indutor a redução do número médio de filhos tidos por mulher. As taxas de fecundidade começam a apresentar redução a partir da década de 1960 devido a fatores como a maior inserção da mulher no mercado de trabalho e maior utilização de métodos contraceptivos. No entanto, o IBGE também atribui o fenômeno do envelhecimento à redução da mortalidade em todos os grupos etários, incluindo os idosos. Brasileiro tem 6 anos a mais que em 2010 No Brasil, em 2022, a idade mediana era de 35 anos. Já em 2010, a idade mediana era de 29 anos no país, o que evidencia o envelhecimento da população. A idade mediana — que significa a idade na qual é possível dividir a população entre os 50% mais jovens e os 50% mais velhos — é um indicador que permite acompanhar o envelhecimento de uma população. O aumento da idade mediana ocorreu em todas as regiões do país. A região de maior idade mediana em 2022 é o Sudeste, com 37 anos, e a menor a Norte, com 29. UOL

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Mulher volta a vida após ficar sete horas congelada: ‘É como se tivessem apagado as luzes’

27 de outubro de 2023, 10:52

Reconstituição realizada para retratar o fato (á esq.) junto a Jean em depoimento (à dir.) (Foto: Reprodução)

Uma americana de 62 anos contou ao canal de televisão estadunidense FOX 9 sobre o relato de sobrevivência dela. Jean Hilliard passou sete horas congelada após um acidente de carro até ser encontrada por um amigo e levada ao hospital. O caso aconteceu em 1980, quando a mulher ainda possuía apenas 19 anos. Na conversa, a idosa exclamou: “Eu sair viva foi definitivamente um milagre”. As informações são da mídia internacional. Resumo: A mulher teria perdido o controle do carro e andando até a residência de um amigo que ela acreditava morar próximo ao local; Ao chegar na casa, ele tropeçou e desmaiou, permanecendo sete horas na neve e sendo encontrada apenas no dia seguinte; Jean Hilliard foi levada ao hospital onde foi tratada com urgência pelos médicos que a descreveram como “um pedaço de carne que acabou de sair do freezer”; Até hoje a americana é a única pessoa que se tem registro a ter sobrevivido sem sequelas de um congelamento intenso. O incidente aconteceu no dia 20 de dezembro de 1980 quando Jean Hilliard voltava de uma noite com os amigos na pequena cidade de Lengby, no Minnesota. A jovem estava voltando para casa no carro do pai dela quando perdeu o controle do veículo devido à má visibilidade na estrada, causada pelo frio. Jean acreditou que estava próxima a casa de Wally Nelson, um amigo dela que morava na região. O problema é que a residência do colega estava a uma distância quatro vezes maior do que ela havia imaginado. “O que eu pensei se tratar de apenas uma noite fria era bem mais do que isso”, contou a mulher. As temperaturas no local chegaram a -22°C. Apesar da distância, a americana conseguiu chegar à casa do amigo, mas nas redondezas do imóvel, ela acabou tropeçando e desmaiando na neve. Sete horas depois, na manhã do dia seguinte, Wally Nelson saiu da residência, viu pegadas no gelo e encontrou a garota pálida, com os olhos abertos e o corpo completamente congelado. Ele a levou ao hospital, onde os médicos nem precisaram de uma maca para carregá-la até o atendimento de tão rígida que ela estava. O desespero tomou conta dos médicos que tentavam de todo modo aquecer a jovem no que era essencialmente uma tentativa de revivê-la. George Sutter, um dos doutores presentes na ocasião, descreveu a situação ao New York Times. “O corpo estava gelado, completamente sólido, quase como um pedaço de carne quando você acaba de tirá-lo do freezer.” Jean Hilliard estava com a metade de baixo do seu corpo congelada e preta, o que fez os médicos acreditarem que ela não sobreviveria e avisaram a família de que mesmo se ela conseguisse viver, teria as duas pernas amputadas. Apenas algumas horas depois, a jovem acordou e começou a conversar, à tarde ela já estava quase recuperada. A mulher teve que passar por uma estadia de sete semanas no hospital sendo avaliada pelos médicos e aprendendo a andar novamente. Até hoje, Jean Hilliard é a única pessoa que se tem registro de “voltar à vida” após congelar sem nenhuma sequela, no que ela descreve como. “É como se alguém tivesse apagado as luzes e eu dormi.” IstoÉ

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1ª Creagro entrega Certificado de Mérito a profissionais que têm contribuído com o desenvolvimento do Vale do São Francisco. Caenense é um dos homenageados

27 de outubro de 2023, 10:00

O Caenense Pedro Henrique Nunes de Oliveira, foi homenageado com o Certificado de Mérito do CREA-PE (Foto: Reprodução)

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pernambuco (Crea-PE), no mês em que se celebra o Dia do Agrônomo, realizou na noite desta quinta-feira (26), no auditório do Petrolina Palace Hotel, a primeira edição do CreAgro, com objetivo de discutir temas de relevância para a agricultura regional, com foco no desenvolvimento econômico e sustentável do Vale do São Francisco. O CreAgro marca, além da celebração, a apresentação de novas oportunidades de negócio para a fruticultura irrigada, o carro-chefe da produção econômica, principalmente de Petrolina. Um encontro com troca de conhecimentos, debates propositivos, reconhecimento profissional e incentivo ao desenvolvimento sustentável. O evento contou com a palestra “Perspectivas da Fruticultura do Vale do São Francisco, para Atender ao Mercado Chinês e Indiano”. Ministrada pelo engenheiro agrônomo, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrasfrutas), Guilherme Coelho. Em reconhecimento a seus trabalhos, desempenho e contribuições para o setor, Profissionais agrônomos indicados por suas entidades receberam Certificados de Mérito. Foram homenageados três segmentos: Revenda de Insumos Agrícolas e Consultoria e Assistência Técnica e Extensão Rural. O Caenense Pedro Henrique Nunes de Oliveira, foi homenageado com o Certificado de Mérito do CREA-PE, que celebra os ‘profissionais da agronomia que cultiva a vida, o desenvolvimento e o progresso do Vale do São Francisco’.

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Lula completa 78 anos nesta sexta; como está a saúde do presidente?

27 de outubro de 2023, 09:24

Na última semana, presidente voltou a despachar do Planalto após se recuperar de cirurgia (Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa 78 anos nesta sexta-feira (27). Ele se torna, portanto, o segundo líder mais velho dentre os países do G20 (das 20 maiores economias do mundo), atrás apenas de Joe Biden, dos EUA, que tem 80 anos. O petista, que comemora seu nono aniversário na condição de presidente da República, não tem mais a saúde do primeiro mandato , mas mostra disposição para as atribuições do cargo.  Em fevereiro, Lula se tornará o presidente mais velho a ocupar o posto no Brasil ultrapassando Michel Temer, que ficou até os 78 anos e 3 meses. Ao fim do mandato, Lula terá 81 anos. Ele já descartou uma eventual candidatura à reeleição, o que faria com que ele terminasse o mandato aos 85 anos.  A saúde do presidente, no momento, não preocupa. No início do mandato, em 25 de fevereiro, o petista fez uma ressonância na bacia, coluna e lombar no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Já em 25 março, cancelou sua viagem à China para se recuperar de uma broncopneumonia bacteriana e viral pelo vírus influenza A.  Já no fim de setembro, Lula foi submetido à cirurgia para curar as dores no quadril, causadas por uma artrose. A doença é resultado do desgaste na articulação entre a perna e o quadril. A recuperação durou três semanas, sete dias a menos do que o previsto, e ele já voltou a despachar do Planalto. Lula aproveitou o período para realizar uma cirurgia plástica, mas que também tem implicações na saúde: a retirada de gordura acumulada nas pálpebras, que além de darem aspecto de cansaço, podem atrapalhar a visão.  Tanto o procedimento do quadril quanto o dos olhos não tiveram intercorrências. Ele passou por fisioterapia nas semanas de reclusão no Alvorada e agora já sente menos dores, podendo, inclusive, subir escadas.  Lula teve câncer na laringe, em 2011, possivelmente em decorrência dos 50 anos em que foi fumante. Hoje o presidente não fuma e foi considerado curado da doença em 2012, após quimioterapia. Último Segundo IG

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Caém realiza 5ª Conferência Municipal de Educação 2023

27 de outubro de 2023, 09:16

A Conferência contou com a participação de profissionais da educação, estudantes, pais e representantes da sociedade civil e dos poderes públicos municipais. (Foto: Ascom/PMC)

Com o tema "Plano Nacional de Educação (PNE – 2024/2034): Política de Estado para a Garantia da Educação como Direito Humano, com Justiça Social e Desenvolvimento Socioambiental Sustentável". foi realizada nesta quinta-feira (26), nas instalações da Escola Padre Alfredo Hasler. Conforme o secretário de Educação de Caém, Ronaldo Alves, a Conferência é um momento de elaboração e discussão de políticas públicas voltadas para a melhoria e valorização da educação como um todo. Ele destaca a importância do Plano Nacional de Educação frente a implementação do Plano Municipal de Educação (PME), com evidência para as metas que tratam da Educação Infantil, tendo em vista as construções de creches e melhoria das atividades pedagógicas e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), com o  aumento significativo de matrículas e assiduidade dos estudantes nas aulas, o que fortalece a erradicação do analfabetismo no município. O secretário destacou também, o grande investimento na valorização dos profissionais da educação, tendo em vista, a garantia do piso salarial para os professores e reajuste salarial para os demais profissionais. O prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), que participou da abertura do evento, destacou a importância das discussões e a participação da comunidade educacional e de representantes de outras áreas que atuam no município. Segundo o prefeito, a Conferência é um espaço de reflexão e debate sobre a educação nacional partindo da realidade municipal, o que a torna de grande relevância. O gestor destacou ainda os investimentos realizados  por sua gestão na área da educação, desde intervenções físicas com reformas e ampliações de unidades escolares, como aquisições de equipamentos e a valorização dos profissionais, como o pagamento do piso do magistério. O prefeito Arnaldinho participou da abertura do evento

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Médico é acusado de estuprar pacientes após cirurgias de hemorroida

26 de outubro de 2023, 16:38

O cirurgião proctologista Paulo Augusto Berchielli, de 63 anos, teve a prisão preventiva decretada; médico está foragido da Justiça (Foto: Reprodução)

O médico proctologista Paulo Augusto Berchielli (foto em destaque), de 63 anos, é acusado de estuprar pelo menos quatro pacientes em sua clínica, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Duas delas relatam os abusos após cirurgias de hemorroida. O cirurgião está foragido após a Justiça decretar sua prisão por tempo indeterminado. O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) afirmou, nesta quarta-feira (25/10), que investiga “o profissional em questão”. No site do Cremesp, o registro profissional do médico, que está foragido da Justiça, consta como ativo. Registro profissional de médico suspeito de estupro segue ativo no Cremesp Uma das vítimas, uma enfermeira de 47 anos, afirmou ao Metrópoles que foi estuprada pelo médico logo depois de ser submetida a uma cirurgia de hemorroida, em agosto do ano passado. “Eu estava ainda grogue, por causa da anestesia. Mas lembro, em flashs, dele me colocando de bruços na maca e minha cabeça batendo na parede. Vomitei. Depois de um tempo, vi que ele limpava o pênis em uma pia ao lado da maca.” Antes do abuso, o médico teria dado mais medicação à vítima. A enfermeira acrescentou que, por causa do excesso de remédios, “apagou” quando chegou em casa, uma sexta-feira, acordando somente no domingo. “Quando acordei senti uma dor terrível na região do ânus. Ele me abusou no local onde havia feito a cirurgia. Fui em seguida na delegacia, para registrar um boletim de ocorrência.” Por ainda trajar a mesma roupa com a qual saiu da clínica de Berchielli, o vestuário foi apreendido por policiais da 5º Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), no Tatuapé, e enviado para perícia. Sumiço de calcinha A vítima afirmou que sua calcinha “desapareceu” da delegacia. Ela percebeu isso quando os laudos periciais de seu vestido foram concluídos, com resultado negativo. A enfermeira acrescentou ter ido à 5ª DDM para questionar o sumiço da peça íntima e afirmou ter sido “humilhada” por duas escrivãs. “Uma delas perguntou para a outra se ela estava com calcinha, e tirando uma da minha cara porque eu perguntei sobre a minha, que tinha desaparecido.” A calcinha finalmente apareceu, com o resultado pericial, cerca de um ano e meio depois, após o Ministério Público de São Paulo (MPSP) oferecer denúncia contra o médico e solicitar os laudos. O resultado, no laudo da calcinha, deu positivo para a presença de sêmen. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo não se posicionou sobre a suposta conduta dos policiais da 5ªDDM, assim como atualizações das investigações sobre o médico. O espaço segue aberto. Comerciante relata abuso Uma comerciante de 46 anos afirma também ter sido abusada sexualmente pelo médico Paulo Augusto Berchielli em 6 de junho deste ano, após ser submetida a uma cirurgia de hemorroida. Após o procedimento, a vítima “acordou com muitas dores no ânus e vagina”. As dores duraram por cerca de uma semana. A comerciante fez três retornos após a cirurgia. Durante um deles, o médico teria pedido para ela “dar uma voltinha”. Por causa disso, a vítima ficou com as “pernas trêmulas” e não sabia como “sair daquela situação”. Quando ela tentou subir na maca, o médico teria encostado o pênis nas nádegas da mulher. “Ele ainda apalpou minhas nádegas com o pretexto de ajudar a subir na maca”. A comerciante ainda acrescenta que o médico, “em todos os exames”, cortava o dedo indicador da luvas. Ela acredita que ele fazia isso para ter “contato físico entre o dedo e a parte íntima” da vítima. Defesa e Cremesp O advogado Daniel Leon Bialski afirma, em nota enviada ao Metrópoles, refutar e negar as acusações feitas contra o médico. O defensor disse ainda ter firme convicção de que a inocência do cirurgião “será comprovada durante o processo”. “Declaramos, ainda, que sua atuação sempre se pautou pela ética e respeito a seus pacientes, sendo reconhecido pela reputação ilibada conquistada ao longo dos mais de 40 anos de carreira, na qual atendeu e realizou procedimentos em milhares de pacientes, sem qualquer intercorrência ou acusação semelhante”, disse. O Cremesp afirmou investigar o cirurgião, “sob sigilo determinado por lei”. “O Conselho esclarece, ainda, que, até o momento, não foi notificado oficialmente sobre o mandado de prisão”, afirma o órgão. Metrópoles

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STF autoriza bancos a retomarem imóveis de devedores sem decisão judicial

26 de outubro de 2023, 16:22

Corte decide que instituições financeiras podem retomar o imóvel em caso de não pagamento de financiamento (Foto: Reprodução)

O STF (Supremo Tribunal Federal) validou nesta quinta-feira (26) a possibilidade de bancos e outras instituições financeiras tomarem, sem decisão judicial, imóveis com dívidas que estão sendo financiados. A maior parte dos ministros seguiu o voto do relator Luiz Fux, que disse em sessão desta quarta (25) que a execução extrajudicial não afasta o controle judicial, porque o devedor pode, caso verifique alguma irregularidade, acionar a Justiça e proteger seus direitos. Fux afirmou que o procedimento não é aleatório ou unilateral dos credores, porque os contratos tiveram anuência das partes. Em seu voto, Fux disse que o instrumento reduziu "o custo e a incerteza da possibilidade de obtenção de garantias imobiliárias" e "permitiu revolução no mercado imobiliário brasileiro". Ele foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso. Edson Fachin e Cármen Lúcia discordaram. Segundo Fachin, a medida "confere poderes excepcionais a uma das partes do negócio jurídico, restringe de forma desproporcional o âmbito de proteção do direito fundamental à moradia". Nesta ação, o Supremo discutia uma lei de 1997 que criou a alienação fiduciária de imóveis, que permite que o próprio imóvel que é comprado seja usado como garantia para o financiamento. O julgamento trata de contratos pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário). Caso não haja o pagamento, segundo a norma, o banco pode retomar o processo de forma extrajudicial. Ou seja, por meio de um cartório e sem necessidade de interferência da Justiça. O processo é de repercussão geral e a tese do Supremo deve ser aplicada em todos os processos semelhantes. O julgamento tem como processo de referência o recurso de um devedor de São Paulo contra a Caixa Econômica Federal. O devedor afirma, no recurso, que a permissão para que o credor retome o patrimônio sem a participação do Judiciário viola processo legal e que essa possibilidade deve ser "repudiada pelo Estado democrático de Direito". "[É] uma forma violenta de cobrança extrajudicial, incompatível com os princípios do juiz natural, do contraditório e do devido processo legal, que permite seja o devedor desapossado do imóvel financiado, antes que possa exercitar qualquer defesa eficaz", afirmou a sua defesa nos autos. No processo em questão, o TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) havia decidido que a possibilidade não viola normas constitucionais. No Supremo, tanto a Caixa como o Banco Central fizeram a defesa do instrumento. Folhapress

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Caém participa de Sessão do Conselho Estadual de Cultura e reforça pedido para tombamento das ruínas da Igreja das Figuras

26 de outubro de 2023, 15:09

Dois quadros emoldurados com as imagens da Igreja das Figuras e do Bueiro de Caém foram presenteados ao CEC (Foto: Reprodução)

O município de Caém foi convidado para participar nesta quinta-feira (26), da 1ª Sessão Ordinária da Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural(CPHAAN), do Conselho Estadual de Cultura do Estado da Bahia (CEC), no bairro do Canela, em Salvador. A Sessão é um importante instrumento do CEC e visa o andamento das pautas, estudos e pesquisas relativas à proteção e promoção do patrimônio cultural do estado. O secretário de Administração e Planejamento de Caém, Creso Júnior e a diretora Municipal de Cultura e Turismo, Mabel Mota, que se fizeram presentes a Sessão, reforçaram o pedido para tombamento das ruínas da tricentenária Igreja das Figuras de São Miguel Arcanjo, localizadas entre os municípios de Caém, Jacobina, Saúde e Mirangaba. Na oportunidade, em nome da Prefeitura Municipal de Caém, a pedido do prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), Creso e Mabel entregaram para o presidente da CPHAAN, Táta Ricardo e à Gilmar de Faro Teles, presidente do CEC, dois quadros emoldurados com as imagens da Igreja das Figuras e do centenário Bueiro da antiga linha ferroviária.

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Dobra número de crianças que acessam internet antes dos 6 anos

25 de outubro de 2023, 14:17

Atualmente, são 24% os que começaram a vida digital na primeira infância (Foto: Reprodução)

A vida online está começando cada vez mais cedo para as crianças brasileiras. Em 2015, entre os internautas de 9 a 17 anos, 11% haviam acessado a internet pela primeira vez até os 6. De lá para cá, esse número foi crescendo e mais do que dobrou. Atualmente, são 24% os que começaram a vida digital na primeira infância. Já o número daqueles que dão início ao acesso às redes quando estão mais velhos vem se reduzindo. Em 2015 eram 15% os que haviam entrado na internet pela primeira vez depois dos 12 anos. Em 2023, são 7%. O número daqueles que não lembram quando começaram a vida digital também aumentou, de 12% para 19%, o que pode indicar que mais crianças tenham iniciado no universo online quando eram muito pequenas. A pesquisa considera acessos feitos por meio de computadores, TVs, celulares e videogames. Os dados fazem parte da TIC Kids Online Brasil, pesquisa que é referência no comportamento digital na infância e na adolescência e será apresentada nesta quarta-feira (25) no 8º Simpósio de Crianças e Adolescentes na Internet, em São Paulo. Foram entrevistados presencialmente 2.704 crianças e adolescentes, de 9 a 17 anos, e seus pais ou responsáveis, entre março e julho deste ano. Realizado anualmente desde 2012 (com exceção de 2020, na pandemia), o estudo é coordenado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, que reúne representantes de governos e da sociedade civil. Os resultados apontam para um uso cada vez mais precoce da internet, o que pode trazer prejuízos ao desenvolvimento cognitivo, físico e à saúde mental, entre outros, na visão de especialistas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que bebês de até dois anos não tenham acesso às telas e que crianças de até cinco anos sejam expostas a elas, no máximo, uma hora por dia, e com conteúdo controlado pelos pais. Um outro dado da pesquisa revela que a internet está ganhando espaço com os mais novos, especialmente após a pandemia e o fechamento prolongado das escolas no Brasil. O número de usuários de 9 e 10 anos subiu quase 40%. Em 2015, eram 63% da população brasileira nessa faixa etária; em 2023, já são 87%. "A partir das evidências desse uso cada vez mais precoce, a sociedade precisa debater como garantir os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes, considerando também o ambiente digital", afirma à Folha Luísa Adib, coordenadora da pesquisa. "É preciso garantir a privacidade e a proteção dessa população. Temos que pensar em como proteger a infância e a adolescência brasileiras na era digital." O maior crescimento do uso de internet na infância e na adolescência se deu na classe DE, que passou de 56% em 2015 para 89% em 2023. Na classe C, também subiu, de 87% para 97%. Na AB, o uso já era generalizado e se mantém estável, perto de 100%. Os hábitos digitais devem acender um alerta para pais e educadores. Atividades ligadas ao consumo estão em alta, como a pesquisa para comprar produtos, feita por 61% das crianças e jovens, e mesmo as compras, realizadas por 22%. Na enxurrada de propaganda direcionada por algoritmos, 84% ficam com vontade de ter algum produto e 73% se sentem chateados quando não podem comprá-lo. Menos da metade dos pais (43%) dizem conversar com os filhos sobre as propagandas que eles veem e lhes explicam o objetivo desse tipo de conteúdo. Apenas 28% utilizam filtros ou configurações para restringir o contato das crianças com publicidade. Outros dados preocupantes: 16% afirmam ter recebido mensagens de conteúdo sexual e 9% viram imagens sexuais e já tiveram pedido de foto ou vídeo em que aparecem pelados. Sem noção dos riscos, 31% das postam ou compartilham o local onde estão, segundo a pesquisa. Chama a atenção a busca crescente, no pós-pandemia, por informações sobre sentimentos, sofrimento emocional, saúde mental e bem-estar: 34% fazem isso atualmente, ante 17% em 2021. A procura por informações sobre medicamentos também aumentou, de 17% em 2021 para 25% neste ano. Crianças e adolescentes dominam habilidades para utilizar a internet do ponto de vista técnico: baixar aplicativos (96%), conectar-se a uma rede wi-fi (93%) e salvar uma foto (91%), por exemplo. Dizem saber quais informações devem ou não compartilhar (83%) e reconhecer quando alguém está sofrendo bullying (81%). Mas fica evidente que desconhecem a complexidade do universo digital quando a metade diz acreditar que a primeira publicação que vê nas redes sociais é a última postada pelo seu contato -e não uma imposição do algoritmo a partir de informações coletadas do usuário. Além disso, 47% dizem crer que todos encontram as mesmas informações quando realizam a mesma pesquisa e 40% confiam que o primeiro resultado de uma busca é sempre a melhor fonte de informação, sem entender o papel dos algoritmos. Notícias ao Minuto

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Como nasceu a cachaça: a origem da bebida mais emblemática do Brasil

25 de outubro de 2023, 11:17

A histórica bebida brasileira ganhou até marchinha de Carnaval em sua homenagem e se tornou um símbolo do país no mundo todo (Foto: Valter Campanato - Agência Brasil)

“Se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não…”, já dizia uma famosa marchinha de Carnaval brasileira. A cachaça é uma bebida alcoólica destilada da cana-de-açúcar que tem variação de 38% a 48% de álcool, segundo a regulamentação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (Mapa). Sua origem remonta ao início da colonização do país, mas a cachaça só se tornou um produto com indicação geográfica controlada como “Cachaça do Brasil” em 2001, pelo decreto 4.062 do governo federal. Desde então, somente pode receber essa denominação a bebida produzida em solo brasileiro e seguindo certos critérios. Mas quais são as características desse destilado que fazem dele tão único? Como a cachaça surgiu? E qual drink feito de cachaça ganhou fama internacional? Descubra essas e outras curiosidades sobre a bebida ícone do Brasil, a seguir. A origem da cachaça  O historiador brasileiro Luís da Câmara Cascudo foi um dos primeiros intelectuais a se dedicar em desvendar como surgiu a cachaça e, em seu livro “Prelúdio da Cachaça”, publicado originalmente em 1968, conta que as primeiras bebidas destiladas a partir da cana-de-açúcar datam do século 16.Já em outro livro, o “200 Anos, 200 Cachaças – A Evolução da Cachaça, da Independência aos Dias de Hoje, Contada em 200 rótulos”, lançado em 2022 pelo Mapa, Gilberto Freyre Neto, cita seu célebre avó (o sociólogo, historiador e antropólogo Gilberto Freyre) ao comentar que a cachaça possui mais de 500 anos de história.   A cachaça é uma bebida destilada feita a partir da cana-de-açúcar Foto de Marcelo Casal JR. (Agência Brasil) O Instituto Brasileiro da Cachaça vai além e atribui o ano exato de 1516 para a primeira destilação de cachaça no país, na então Feitoria de Itamaracá, onde atualmente é o estado de Pernambuco, no Nordeste brasileiro.  Por conta de sua origem secular, a cachaça é considerada o 1º destilado das Américas, sendo a “mãe do rum” – cujo processo foi implementado no Caribe, precisamente na ilha de Barbados, em 1655, pelos holandeses expulsos de Pernambuco em 1654, explica uma linha do tempos sobre a bebida no site do Mapa. Quais as características da cachaça A cachaça, também popularmente conhecida como “pinga” no Brasil, é uma bebida destilada feita a partir da cana-de-açúcar com características próprias que a diferenciam de outros tipos de aguardente também feitas com a mesma matéria prima ou similares. Ela já tinha seu sabor único, mas depois de ser estabelecida por lei como a primeira Indicação Geográfica do Brasil em 2001, em decreto federal elaborado com base no Acordo TRIPS/OMC (Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, no âmbito da Organização Mundial do Comércio – a OMS), a cachaça passou a ter uma definição muito mais específica. Como esclarece o Anuário da Cachaça publicado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (Mapa), a cachaça é denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38 a 48% em volume, a 20ºC, obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar com características sensoriais peculiares, podendo ser adicionada de açúcares até seis gramas por litro (≤ 6g/L de açúcar).Por conta de sua indicação geográfica estabelecida, a cachaça já é uma bebida protegida e reconhecida como tal no Chile, no México, nos Estados Unidos e na Colômbia, como explica o site do Instituto Brasileiro da Cachaça.  A famosa “caipirinha”, o drinque feito de cachaça  Um limão fresco adorna a borda de uma caipirinha gelada, a bebida nacional do Brasil feita aqui com cachaça orgânica local. Foto de Fernando Preto Mariano Com variações de cor e sabor (já que esse destilado pode ser armazenado e envelhecido em mais de 30 tipos diferentes de madeira, resultando diferentes gostos e tons), a cachaça muitas vezes é bebida pura e em pequenos copos, sendo degustada lentamente por conta de sua alta graduação alcoólica. Mas seus apreciadores foram além e, ao longo do tempo, criaram misturas e coquetéis utilizando a cachaça como base. A mais famosa bebida com cachaça, seguramente, é a caipirinha – que é feita da combinação de gelo, açúcar, limão tahiti e cachaça. Sua origem exata é incerta. O historiador Luís da Câmara Cascudo afirma, em seu livro sobre a cachaça, que a caipirinha foi criada em meados do século 19 por fazendeiros da região de Piracicaba, cidade do interior do estado de São Paulo. As pessoas nascidas na região são popularmente chamadas de “caipira”, e daí viria a origem do nome “caipirinha”, dado ao drinque.Mas outros estudiosos atribuem sua origem ao ano de 1918 como resultado de uma possível mistura para tratar gripes surgida também no interior de São Paulo. Seria quase como um xarope, no qual se misturava cachaça, limão, alho e mel. Essa é a versão da história reconhecida pelo Instituto Brasileiro da Cachaça.O fato é que a caipirinha ganhou fama e passou a ser o drink típico do Brasil há cerca de um século e, pouco a pouco, virou também um dos símbolos do país sendo encontrado em bares e restaurantes de diversos lugares do mundo todo. Em 1995, o drinque passou a fazer parte da lista internacional de coquetéis da IBA (International Bartenders Association).  NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL

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Prefeito de Caém destaca sanção de lei federal que visa auxiliar demandas emergenciais para os municípios

25 de outubro de 2023, 11:05

Prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) (Foto: Ascom/PMC)

O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), comemora a sanção da pelo presidente Lula, da lei que estabelece medidas para auxiliar as demandas emergenciais dos estados e municípios brasileiros.. A nova regra repõe as perdas causadas pelo governo anterior, com alteração na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a queda do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no segundo semestre deste ano. O Projeto de Lei Complementar 136/2023, viabiliza a compensação de R$ 27 bilhões da União aos estados e Distrito Federal. Deste total, 25% devem ser repassados pelos estados para os municípios em até 30 dias, a partir desta terça-feira (17), data em que a lei foi sancionada. R$6,75 bilhões, será destinado exclusivamente às prefeituras. Municipalista, o prefeito Arnaldinho tem participado de movimentos promovidos pela União dos Municípios da Bahia (UPB) e Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que buscam fortalecer a autonomia e melhorias para os municípios e para os cidadãos brasileiros. “O governo do presidente Lula demonstrou mais uma vez o compromisso com o desenvolvimento e crescimento econômico do nosso país, especificamente dos municípios, ao aliviar nossas dificuldades fiscais”.

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