Em cada período eleitoral surge alguém com o discurso de que os cidadãos devem eleger candidatos a deputado estadual ou federal que são nativos de determinado município, porque assim haveria uma representação “genuína” ou mais empenhada.
Há vários argumentos para desmontar esse discurso – que tem como meta uma facilitação da empreitada eleitoral -, a começar de um bem simples: as únicas pessoas originárias do Brasil são os indígenas e as cidades têm cada vez menos pessoas “da gema”. No caso de Vitória da Conquista as famílias ditas tradicionais são uma reduzida minoria, a população é formada em grande maioria por pessoas que vieram de fora desde dois importante eventos: a implantação da BR-116 (Rio-Bahia) e o desenvolvimento da cafeicultura.
Nos últimos 60 anos, principalmente, Vitória da Conquista foi mudando de perfil populacional e ganhando a contribuição de gente que veio de muitas partes. Estão aí os miguelenses e seus herdeiros, os sergipanos e seus descendentes. Os nordestinos descendo pela Rio-Bahia se fixaram, porque aqui já estava ficando bom. Estão pela cidade mineiros que subiram para conhecer e ficaram por fatores diversos, mas especialmente pela saudabilidade conquistense. Paulistas e outros sudestinos e sulistas também vieram, mesmo antes do grande aeroporto, atraídos pelo potencial de desenvolvimento econômico.
Imagine alguém protestar contra uma pouco provável, mas possível e legítima, candidatura do pai da prefeita Sheila Lemos, José Andrade, um dos incontáveis corajosos que saíram de São Miguel das Matas para dar pujança ao comércio conquistense. Ou dizer que, se um dia aceitasse, o médico Clodoaldo Cadete, um cientista respeitado fora e amado dentro de Conquista, não pudesse pleitear ser deputado estadual ou prefeito.
O jornalista que escreve este BLOG não poderia disputar cargo eletivo na cidade onde vive e moureja desde 1984, nem de vereador. Aliás, por falar nos representantes do povo conquistense na Câmara Municipal, entre os 23 eleitos em 2024, pelo menos 17 têm um dos pais ou os dois vindos de outras partes da Bahia e do Brasil, ou ele ou ela mesma nasceu em outra cidade. Na régua dos “nativistas” nem poderiam ser candidatos. Coloquemos na escala do município: se não nasceu no bairro ou na localidade da zona rural, não poderia nem pedir voto lá.
Mas, o argumento preponderante na direção contrária dos defensores dos candidatos da terra em detrimento dos “forasteiros” (esses que não existem mais, a não ser no preconceito) é o sistema eleitoral brasileiro. Nas eleições proporcionais, estas que acontecem este ano junto com as majoritárias de presidente, governador e senador, os candidatos que desejam se eleger precisam de votos onde for possível conseguir. A eleição se dá a partir do voto no partido, pois a primeira conta leva ao quociente eleitoral (QE), que é o número de votos que um partido precisa somar para assegurar uma cadeira na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados.
O número de votos equivalente ao quociente eleitoral nenhum deputado estadual eleito em 2022, por exemplo, conseguiu. Ivana Bastos, a mais votada do estado, teve 118.417 votos, o QE foi 125.995. A atual presidente da Assembleia Legislativa teve 21.718 votos em Guanambi, sua base eleitoral e 11.390 em Caetité, cidade onde nasceu, totalizando 33.108 votos, 28% do total obtido e somente 26% do quociente eleitoral.
A Bahia tem 417 municípios e apenas 63 deputados estaduais e 39 federais. Se um candidato faz campanha em uma cidade dizendo que a população só deve votar nele porque ele é filho da terra, o que ele dirá nos outros lugares aonde for pedir voto? Se a eleição fosse distrital, a situação poderia favorecer mais os “nativistas”, mas reduziria as opções do eleitor. Nesse sistema, o partido definiria quem concorreria por cada divisão do estado, embora ainda continuasse o sistema democrático que dá a qualquer pessoa que tenha domicílio eleitoral no município – e não necessariamente o cordão umbilical enterrado – o direito de se candidatar e pedir votos, no caso de Vitória da Conquista, a conquistenses e conquistados, como diz a prefeita Sheila Lemos.
Como são 63 cadeiras no parlamentar baiano, o entendimento é de que são 63 representantes do povo da Bahia, não de um ou dois lugares privilegiados por alta densidade de eleitores. Igualmente para o caso da representação federal.
O que um candidato ou candidata precisa apresentar para tornar-se representante de uma comunidade, são suas intenções e compromissos com os lugares onde pede voto. Um político que se lança em Vitória da Conquista a uma vaga na Assembleia Legislativa pode ir pedir voto em Belo Campo ou Maiquinique ou Irecê ou Salvador, mesmo que só tenha ido a esses lugares comer um churrasco com amigos. Não é a certidão de nascimento, ou mesmo o currículo de ações dele ou dela naquela localidade que autorizam a pedir o voto, é a perspectiva que oferece.
Aqui, vale ressaltar: trabalho feito por servidor com mandato eleitoral não gera dívida, ainda que gere reconhecimento. Ao ser eleito, o presidente, o governador, o senador, o deputado federal, o estadual, o prefeito ou o vereador passa ter dívida com o eleitor e com a comunidade – não o contrário, mesmo para os que saem comprando votos.
Quem pretende ter o voto de uma cidade e ganhar o título de seu representante, precisa demonstrar interesse coletivo, pertencimento, capacidade e compromisso. Uma certidão de nascimento não é titulo de exclusividade para nada, muito menos para a política. Estar por perto, demonstrar que estava por perto quando o município e a comunidade precisaram são requisitos. Ter competência, honestidade e vínculo com a verdade, isso é o credenciamento. O resto é balela, beira a falsidade, porque é uma falácia usada para estabelecer uma competição que não existe. Ao invés da busca pela soma é um desafio visando a exclusão.
Pensemos assim: se Vitória da Conquista decidir votar só em quem nasceu na cidade, em quem é da gema, quantos deputados teremos? Um, dois? E esse ou esses ungidos serão mais fortes, sozinhos, do que três ou quatro? E aí, mais que a contradição, reside a falácia.
Veja aqui a publicação original no Blog do Giorlando Lima:
Mais uma demonstração do compromisso da gestão de Mirangaba com o futuro das crianças, a rede municipal de ensino celebra um marco histórico na educação básica: a superação da meta de alfabetização estabelecida pelo Ministério da Educação, atingindo a marca de 55% de crianças alfabetizadas.
Os dados do Indicador Criança Alfabetizada, do Ministério da Educação (MEC), apontam que o município não apenas atingiu, como ultrapassou o índice projetado para 2025, evidenciando uma trajetória de evolução consistente e qualificada.
Para o prefeito Dirceu Mendes, esse resultado não é apenas um número, mas a prova concreta do trabalho sério e planejado da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação e que o avanço é reflexo direto de uma série de ações estratégicas focadas no aprendizado na idade certa,
“Ver nossas crianças lendo e escrevendo com fluência no tempo esperado é a nossa maior recompensa. Esse resultado reflete o esforço conjunto de professores, gestores escolares e toda a comunidade educacional. Superar a meta do MEC demonstra que estamos assegurando o direito de aprender com qualidade”, afirmou o prefeito.
A quarta edição da Feira Literária de Caém (FliCaém), realizada entre os últimos dias 8 e 9, na Praça Deputado Manoel Novaes, destacou os trabalhos desenvolvidos na comunidade escolar do município; mobilizando também unidades de ensino da rede estadual da região.
O tema da 4ª FliCaém deste ano foi: “Ler para compreender o mundo”. As exposições nos estandes apresentaram os resultados dos projetos de todas as unidades escolares, desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA) das Escolas Municipais
O evento que coincidiu com os 64 anos de emancipação política da cidade reuniu apresentações, exposições e atividades culturais. Aconteceu ainda apresentações de projetos de robótica, pesquisas sobre leitura e produções fotográficas desenvolvidas ao longo do ano letivo nas unidades escolares.
Conforme o secretário de Educação e Cultura de Caém, Ronaldo Alves, o evento foi a culminância de um trabalho intenso e de muita dedicação, desenvolvido dentro das salas de aula.
“A literatura não é apenas o ato de decifrar palavras, mas a ferramenta mais poderosa para entender quem somos e o lugar onde vivemos. Ela é o alicerce do aprendizado, e para a população, é a chave para a cidadania e a liberdade de pensamento”, ressaltou Ronaldo.
Destacam se ainda, as presenças e apoio da Fundação Pedro Calmon, instituição do Governo do Estado, a partir da Bibex (biblioteca móvel) e o Leve Leia, Grupo de Pesquisa Lefor, representantes de universidades e outras instituicões públicas e privadas, os livros de autores locais e regionais e o Grupo Pipas Literarts. Profissionais e alunos da rede pública do município, do estado e escolas privadas se juntaram à população caenense para prestigiar a FliCaém.
O Governo da Bahia deu continuidade, neste sábado (11), à série de entregas simultâneas de obras e equipamentos em diferentes regiões do estado. Enquanto o governador Jerônimo Rodrigues cumpria agenda em Ipirá, com ações nas áreas de educação, saúde e desenvolvimento rural, outras entregas foram realizadas ao mesmo tempo em Mirangaba e Salvador, somando mais de R$ 6,7 milhões em investimentos.
Em Mirangaba, os recursos foram destinados às áreas de segurança pública, saúde e desenvolvimento rural. O principal destaque foi a inauguração da nova unidade integrada da segurança pública, que reúne as sedes da Delegacia Territorial da Polícia Civil e do Pelotão do 29º Batalhão da Polícia Militar. A entrega, com investimento de R$ 2,5 milhões, foi realizada pelo subsecretário da Segurança Pública, Marcel de Oliveira.
“Seguimos trabalhando com responsabilidade e planejamento para melhorar a vida das pessoas. As unidades garantem melhores condições de trabalho e mais comodidade para os servidores e cidadãos, refletindo diretamente na qualidade do serviço”, destacou o subsecretário da Segurança Pública, Marcel de Oliveira.
Com essas duas unidades entregues, sobe para 18 o número de estruturas da Secretaria da Segurança Pública (SSP) inauguradas em 2026. Em três anos e quatro meses, 255 novos batalhões, delegacias, pelotões e Salas Lilás foram entregues.
Ações apoio à agricultura familiar e saúde
Ainda em Mirangaba, foram entregues o Mercado Municipal com Feira Livre, na sede, um investimento de mais de R$ 2,1 milhões; 40 bancadas de feira livre; 40 barracas de feira livre, ampliando a estrutura de comercialização e o apoio à agricultura familiar no município; e um veículo para Tratamento Fora do Domicílio (TFD), no valor de R$ 277,2 mil.
O novo mercado oferece mais conforto, segurança e melhores condições de trabalho para quem comercializa seus produtos, além de garantir à população um ambiente adequado para a compra de alimentos. A iniciativa também contribui para a organização da feira e amplia as possibilidades de comercialização da agricultura familiar de forma mais segura e higiênica, beneficiando moradores de Mirangaba e de cidades vizinhas.
“Tem mais de 30 anos que eu sou feirante aqui em Mirangaba. A gente já viveu aqui tempos difíceis, tempo de lama, tempo da gente estar na chuva, no sol, e hoje essa é uma grande obra que o governo está entregando à cidade de Mirangaba. Ela está tirando a gente daqueles dias difíceis que tivemos aqui”, celebrou a feirante e agricultora familiar Fábia Antônia.
“Estamos fazendo uma entrega coletiva em Mirangaba: delegacia da Polícia Militar e Polícia Civil, mas também o Mercado Municipal. É uma honra muito grande trazer um equipamento como este para Mirangaba, é um avanço na qualidade de vida, na qualidade de trabalho para todos os trabalhadores do município”, disse a titular da SDR, Bete Costa.
Para o prefeito de Mirangaba, Dirceu Ribeiro, a entrega representa um avanço histórico para o desenvolvimento rural do município. “Somos um município produtor, município que consegue ter uma produção agrícola autossustentável, e não tínhamos um espaço físico adequado para fazer a venda, para escoar a produção da zona rural”, explicou.
Salvador
Em Salvador, por meio do programa Bahia Sem Fome, foi entregue a Cozinha Solidária Rainha das Águas – Maria Anita de Carvalho, no Calabar, com investimento de R$ 1,716 milhão. A iniciativa amplia as ações de segurança alimentar e fortalecimento comunitário na capital, com estrutura de apoio voltada à população em situação de vulnerabilidade.
Morpará, no oeste baiano, passou a contar com novos equipamentos voltados ao fortalecimento da agricultura familiar. O Governo do Estado inaugurou, nesta sexta-feira (10), uma unidade de beneficiamento de mel e uma classificadora de ovos no município.
As estruturas foram implantadas por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com investimento de aproximadamente R$ 700 mil. A iniciativa busca dinamizar a economia local, com foco na agregação de valor à produção, ampliação da comercialização e aumento da renda de agricultores e agricultoras familiares.
Segundo o diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, o investimento fortalece a autonomia das comunidades rurais. “Quando se agrega valor à produção, amplia-se a renda e se garante mais autonomia para que as comunidades façam suas escolhas comerciais. Além disso, estamos falando de alimento saudável e de qualidade chegando à mesa do consumidor”, afirmou.
No povoado de Papagaio, a unidade de beneficiamento de mel já envolve cerca de 60 famílias. A estrutura inclui novos equipamentos que melhoram as condições de trabalho e a produtividade.
De acordo com a presidente da Associação dos Apicultores e Produtores Rurais da Agricultura Familiar da Comunidade Papagaio, Iranildes Martins, a mudança já é percebida na rotina da comunidade. “Agora temos um espaço mais adequado para a colheita e equipamentos melhores, como mesa e centrífuga. Isso contribuiu diretamente para melhorar a nossa renda”, destacou.
Já no povoado de Capim de Raiz, a classificadora de ovos deve beneficiar aproximadamente 100 produtores. A expectativa é de que a nova estrutura estimule a produção e amplie as oportunidades econômicas na região.
“É uma iniciativa importante porque incentiva uma atividade que já tem demanda e ainda abre novas possibilidades de geração de renda”, afirmou a presidente da Associação de Mulheres Produtoras e Artesãs, Renata Araújo.
Durante as inaugurações, as unidades também receberam o Certificado do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que garante a qualidade dos produtos e a segurança alimentar para os consumidores.
Abastecimento de água
Ainda na agenda, o Governo do Estado entregou o Sistema Integrado de Abastecimento de Água que atende as localidades de Carnaúba Grande, Moído e Rio do Peixe.
A obra beneficia 655 moradores, em 192 domicílios, e contou com investimento de R$ 785 mil, por meio da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento.
A Prefeitura de Caém dá mais um passo de excelência no cuidado com as crianças do município com a entrega nesta quinta-feira (9), do Pavilhão Infantil Jucileide Belarmina Oliveira Pacheco (Juci), um novo espaço que passa a integrar o Centro Municipal de Educação Infantil Mãe Bebê, ampliando o cuidado, o acolhimento e as oportunidades para as crianças acolhidas
Para o prefeito Arnaldinho Oliveira essa conquista representa investimento no futuro, garantindo no presente, com mais estrutura, conforto e dignidade para os pequenos de Caém, fortalecendo ainda mais a educação desde a base.
A inauguração do novo espaço da ‘creche Mãe Bebê’ fez parte das comemorações dos 64 anos da cidade e contou com presenças ilustres que muito tem feito pelo município na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara Federal, os deputados Ângelo Almeida e Lídice da Mata.
“É com imensa alegria e sentimento de dever cumprido que entregamos hoje a ampliação do Centro de Educação Infantil Mãe Bebê], um compromisso firme da nossa gestão com o futuro de nosso município. Investir na educação infantil é cuidar da base, oferecendo um ambiente seguro, moderno e lúdico para o desenvolvimento integral das nossas crianças”, destacou Arnaldinho, agradecendo o apoio recebido dos mandatos do deputado Ângelo Almeida e da deputada Lídice da Mata.
Há mais de quatro décadas, Aloísio Sales Queiroz (Doutou Aloísio) chegava à Jacobina com a missão de enxergar além. Como um dos pioneiros da oftalmologia local, fixou residência e transformou o cuidado com a visão na região. São 43 anos de uma trajetória ininterrupta, marcada pela excelência técnica e por um atendimento humanizado que atendeu milhares de pacientes em toda a macrorregião.
Da cidade de Ruy Barbosa, Doutor Aloísio chegou em Jacobina quando a oftalmologia local ainda dava seus primeiros passos. Sua influência ultrapassa fronteiras, sendo referência para todos os municípios vizinhos. Uma história de exemplo de dedicação, pioneirismo e humanização, aliado à alta tecnologia de décadas de experiência.
A “peculiaridade diferenciada” de sua consulta não está apenas nos equipamentos, mas no carinho, na atenção e na capacidade de enxergar o paciente como um todo. Um verdadeiro mestre da medicina que construiu um legado de saúde e esperança.
Atendendo gerações, Doutor Aloísio cultiva o dom de devolver o prazer de enxergar o mundo com clareza. Mais do que oftalmologista, é um médico de família, conhecido pela sua maneira única de ouvir, diagnosticar e acolher com paciência diferenciada.
Tendo seu pai como referência, a sua filha Diana Cristina Queiroz Nunes segue o mesmo caminho da medicina, o de cuidar da visão com o aprendizado iniciado em casa.
Doutor Aloísio e doutora Diana atendem na Clínica Climo, localizada na Rua Coronel Teixeira, 263, centro de Jacobina
Em um momento marcante para a gestão ambiental e inclusão social, a gestão municipal oficializou nesta quarta-feira (8), dia em que se comemorou o aniversário da cidade, o ‘Termo de Compromisso de Doação e Cessão de Uso’ em favor da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Reciclagem de Caém e Região (Caém Reciclando).
A cerimônia, realizada sob o clima de efervescência cultural, contou com as presenças do prefeito Arnaldinho Oliveira, da presidente da Caém Reciclando, Cristina Santos Ferreira, de vereadores, secretários municipais e de cooperados.
O documento assinado garante a doação de um robusto pacote de equipamentos avaliado em mais de 120 mil reais, para a modernização da coleta seletiva na cidade.
Entre os itens que passarão a integrar o patrimônio da cooperativa, estão: 10 triciclos de reciclagem com carreta, para a logística urbana;uma prensa enfardadeira vertical de 15 toneladas; uma empilhadeira hidráulica; balanças eletrônicas e 50 Big bags de alta resistência para armazenamento.
Além dos maquinários, a Prefeitura se comprometeu com a cessão de uso de um espaço para abrigar o Centro de Triagem e a sala administrativa da entidade, oferecendo aos cooperados uma infraestrutura digna e centralizada para suas operações.
O Prefeito Arnaldinho ressaltou que a iniciativa cumpre as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e fortalece a economia do município.
“Hoje não estamos apenas entregando máquinas; estamos entregando oportunidade, renda e dignidade para as famílias que vivem da reciclagem. É o planeta sendo cuidado por mãos caenenses”, destacou o prefeito, enfatizando que a assinatura do termo de compromisso durante flicarm simboliza a união entre o conhecimento e a prática sustentável.
Com a formalização do compromisso, a cooperativa agora avança para a fase final de regularização documental para o recebimento definitivo dos bens, consolidando Caém como referência regional em gestão de resíduos e apoio ao cooperativismo.
Prefeito Arnaldinho Oliveira e cooperados oficializam a parceria com a Prefeitura Municipal
O Prefeito de de Caém, Arnaldinho Oliveira, consolidou, mais uma vez, sua marca de gestão pautada na transparência e no zelo com o dinheiro público. O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) emitiu parecer favorável à aprovação das contas do exercício de 2024, marcando a oitava aprovação consecutiva desde o primeiro mandato do gestor.
A decisão técnica do TCM, que será agora encaminhada para ratificação da Câmara Municipal, reconhece que a administração do município de Caém aplicou os recursos dentro da legalidade, respeitando os limites constitucionais em áreas essenciais como saúde e educação, além de cumprir rigorosamente a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
“Aprovar contas pela oitava vez não é sorte, é planejamento e respeito ao erário. Essa sequência demonstra que nossa equipe trabalha com foco técnico e transparência absoluta, garantindo que cada centavo retorne em benefícios para a população”, destacou o prefeito Arnaldinho, completando que desde o início da nossa jornada, assumiu o compromisso de cuidar do dinheiro público com honestidade e dentro da lei. “Obrigado à nossa equipe técnica e, principalmente, a você, cidadão caenense, que confia na nossa gestão. O trabalho não para”, concluiu.
Em diversas cidades do Brasil as celebrações da Sexta-feira Santa mobilizam comunidades inteiras, unindo gerações em torno da fé. Mais do que um feriado, a data é marcada por tradições seculares, onde famílias se reúnem para manter vivos costumes transmitidos de pais para filhos como a tradicional culinária do vatapá, da quiabada, do peixe e do consumo do vinho.
Em Jacobina um dos momentos mais marcantes é a subida da Serra do Cruzeiro onde a população e visitantes encaram os degraus, com o mesmo número dos dias do ano, com persistência e fé.
Este ano a participação (subida) foi tímida, com um público bem menor que o registrado em anos anteriores. A ausência do poder público municipal foi novamente visível, com apenas prepostos da guarda municipal presente durante a manhã. A presença de equipes de socorros e de orientações aos turistas e aos cidadãos que visitaram a serra foi bastante criticada.