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Qual sabonete deve usar para realizar a higienização diária da face?

01 de agosto de 2019, 10:31

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Dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff explica qual a diferença entre os principais produtos de limpeza da pele disponíveis no mercado e esclarece em que casos cada um deles é mais indicado – 

Grande parte das pessoas já sabe que a higienização diária da face é fundamental para remover as inúmeras impurezas que se acumulam na pele ao longo do dia e que acabam contribuindo para o envelhecimento precoce do tecido cutâneo.

O problema é que para realizar esta ação muitas pessoas tendem a utilizar o mesmo sabonete que usam para o corpo, o que, segundo a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, não é o correto. “A pele da face é muito mais sensível que a pele do corpo, sendo assim deve ser higienizada com um sabonete específico para a região. Isso por que os sabonetes para a face possuem uma ação mais suave na pele, já que são compostos por surfactantes, ou seja, substâncias de efeito detergente menos agressivas do que as utilizadas nos sabonetes corporais”, explica.

Porém, a distinção entre sabonetes corporais e faciais não é a única que devemos prestar atenção na hora da escolha dos produtos para realizar a higienização facial. É importante ficar atento também ao tipo do produto, que se dividem em sabonetes ou loções de limpeza.

“Os sabonetes faciais tendem a ser os mais utilizados pois são os que possuem maior ação de limpeza na pele. Podendo apresentar-se em forma líquida, em barra, creme, gel ou espuma, estes produtos possuem diversos princípios ativos, sendo usados para higienizar desde a pele seca até a mais oleosa, dependendo da composição de cada um”, afirma a especialista. “Já as loções de limpeza são higienizadores faciais mais suaves, pois contém menos ou nenhum surfactante, sendo então indicadas para pessoas que sofrem de pele sensível ou para ajudar a remover a maquiagem, por exemplo.”

De acordo com a dermatologista, é importante ainda fazer a distinção destes produtos com os esfoliantes e tônicos faciais, que são constantemente utilizados para realizar a higienização facial diária quando a indicação de ambos é, na verdade, outra. “Os esfoliantes são produtos formulados com grânulos que promovem uma ação física sobre a pele, ajudando a remover células mortas presentes na superfície do tecido cutâneo, além de auxiliar no desentupimento dos poros. No entanto, por serem mais abrasivos, estes produtos não devem ser utilizados diariamente, devendo ser usados no máximo duas vezes por semana para evitar que ocorra o aumento da produção de oleosidade pela pele devido ao efeito rebote”, destaca a médica.

Com relação ao tônico facial, este produto, como o próprio nome já diz, tem como principal função tonificar a pele do rosto, para que, após a limpeza, o tecido fique com o pH mais próximo de seu pH original. Sendo assim, ele deve ser aplicado sempre após a higienização da pele com o sabonete ou loção.

De qualquer forma, saber exatamente qual tipo de sabonete facial é o mais indicado para você é algo difícil, pois, além da enorme quantidade de produtos disponíveis no mercado para este fim, a escolha depende das características especificas da pele de cada um. “Logo, a maneira mais fácil de descobrir qual o sabonete facial ideal para você é através da consulta com um dermatologista. Apenas ele poderá realizar uma avaliação completa de sua pele e indicar o produto mais adequado para o seu caso”, finaliza a Dra. Paola Pomerantzeff.

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‘Tenho a maior honra de ser chamada de paraíba’, diz Maria Bethânia

01 de agosto de 2019, 10:16

Foto: Reprodução

‘Tenho a maior honra de ser chamada de paraíba’, diz Maria Bethânia

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A primeira música que Maria Bethânia interpreta no show “Claros Breus” –que tem apresentações nesta sexta (1º) e neste sábado (2) no Credicard Hall, em São Paulo– é “Pronta pra Cantar”. Escrita por Caetano Veloso, tem um título autoexplicativo. A última, já no bis, é “Encanteria”, de Paulo César Pinheiro, dos versos “moço, apague essa candeia/ deixa tudo aqui no breu/ quero nada que clareia/ quem clareia aqui sou eu”.

Em cerca de 30 músicas, ela faz um percurso no qual há zonas claras e escuras e que termina com uma aposta na luz.”Sinto o mesmo tesão de cantar, a mesma alegria, a mesma necessidade”, assegura, aos 73 anos, num estúdio em São Conrado, na zona sul carioca. “Gosto de desafiar minha coragem. Naturalmente, a vida traz situações em que a gente pode não estar cantarolando. Mas pode estar cantando. E denunciando. O palco é um palanque como outro qualquer, uma tribuna.”

Bethânia não costuma falar abertamente de política. Mas não deixa de se manifestar em muito do que canta. “Claros Breus” –que não marca lançamento de disco, pois este será gravado até o fim do ano– foi preparado em quatro shows realizados no Manouche, uma casa de cem lugares, no Rio de Janeiro. No show da quinta passada, ela inseriu “Caipira de Fato”, do repertório de Inezita Barroso, antes de “Águia Nordestina”, inédita de Chico César.

Dias antes, o presidente Jair Bolsonaro usara o termo “paraíba” para se referir aos nordestinos, além de vetar recursos para o Maranhão. “Como nordestina, me dói, não gosto que falem mal de minha terra e das minhas pessoas. Um austríaco não vai gostar se falarem que o Tirol é uma merda”, diz. “O Brasil é um país. Se você o preside, preside o país inteiro. Mas eu tenho a maior honra de ser chamada de ‘paraíba’.”

Na última segunda, Bolsonaro disse que poderia contar ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, como o pai dele morrera em 1974. E, embora documentos provem que Fernando Santa Cruz desapareceu depois de ser preso por militares, o presidente afirmou que o assassinato foi cometido por militantes de esquerda.

“Eu tive irmão exilado [Caetano Veloso], amigos meus foram embora, alguns desapareceram. É difícil ouvir isso como uma coisa simples, como se não fosse nada. Muito duro. Fico preocupada. Estou preocupada”, afirma.

A preocupação vem de outros acontecimentos recentes, como a morte de um cacique waiãpi, no Amapá –cujo assassinato foi desacreditado por Bolsonaro–, e os conflitos em penitenciária no Pará, que resultaram em ao menos 58 detentos mortos, sendo 16 decapitados. “A crueldade está muito grande. É preciso jogar água fria. Não sei como fazer isso. Vou cantando, me expressando, reagindo. As coisas têm que acontecer. É isso ou morrer.” Ela volta a falar de coragem. “A vida exige coragem sempre. É preciso coragem para chegar a uma situação que traga alegria.” 

A expressão “claros breus” deriva do verso “eu e meus breus”, de “A Flor Encarnada”, inédita de Adriana Calcanhotto. A canção é de uma “desolação total”, nas palavras de Bethânia. “Mas é uma canção. Tem claridade porque é canção. A música clareia.”

Como sempre, há uma dramaturgia no repertório. O parceiro de roteiro já foi Fauzi Arap. Nos últimos tempos, vem sendo Bia Lessa. 

Depois de um início mais sombrio, vêm “De Todas as Maneiras”, de Chico Buarque, e um clima de boemia, com, por exemplo, “Sábado em Copabacana”, de Dorival Caymmi e Carlos Guinle, e “Gota de Sangue”, de Angela Ro Ro. “É um tipo de noite que tem a ver com o claro, não com o breu”, ressalta. “Quando cheguei ao Rio, nos anos 1960, a noite era pura luz. Era uma cidade luminosa. Hoje o Rio é escuro à noite.”

A temporada no Manouche serviu para matar saudade de quando cantava em boates, no Rio de Janeiro e em São Paulo, entre elas Cave, João Sebastião Bar e Blow-Up. No Credicard Hall, ela incluirá “Ronda”, de Paulo Vanzolini.

Mesmo com um palco grande, a ideia é fazer um show tão íntimo quanto possível, com cantora e banda atuando próximas. Os músicos são Jorge Helder, no contrabaixo, Carlinhos 7 Cordas, nos violões, Marcelo Galter, ao piano, Pretinho da Serrinha e Luisinho do Jêje, ambos nas percussões. A direção musical é do baiano Letieres Leite, da Orkestra Rumpilezz.

Faz sentido que “Luminosidade”, também inédita de Chico César, tenha sido um dos pontos de partida de “Claros Breus”. Outro foi “Sinhá”, de João Bosco e Chico Buarque, que a cantora exalta como “um acontecimento”. “Ela diz ‘choro em iorubá, mas oro por Jesus’. É um retrato de todos nós, brasileiros, inquietos, que precisamos de fé.”

O bloco que remete à escravidão e, também, a coragem e ao brilho de negros conhecidos e anônimos ainda tem o samba-enredo com que a Mangueira venceu o último Carnaval. Antes do fim do ano, Bethânia lançará um álbum em homenagem à verde-e-rosa.

Pode ser estranho ver Betânia cantando “Evidências”, sucesso do sertanejo pop, lançado há três décadas por Chitãozinho & Xororó. Ela repete assim o que fizera com “É o Amor”, em 2005, quando foi alvo de críticas.

“Acho que já me patrulhavam antes de eu nascer. É assim a vida. O que não pode é deixar de se fazer o que se quer. Nem eu de cantar nem os outros de patrulhar.”

De João Gilberto, morto no mês passado, Bethânia recorda as longas conversas por telefone, nas quais ele cantava para ela. “Acho que morreu como viveu. Foi um suspiro. É como ele cantava. Deitado, disse: ‘Acho que eu tive uma tontura’. E morreu.”

Depois de São Paulo, a cantora viaja para a cidade natal, Santo Amaro da Purificação, na Bahia, aonde diz ir sempre que pode. Em setembro faz shows em Portugal. Já teve um apartamento em Lisboa, mas se desfez. “Quero Santo Amaro, quero Brasil. Minha terra está precisando mais de mim do que eles.”

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Dois milhões de pessoas pedem libertação de extraterrestres da área 51

01 de agosto de 2019, 10:06

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A área 51 é conhecida por guardar segredos dos extraterrestres – 

Dois milhões de pessoas prometeram se juntarem no dia 20 de setembro para invadirem uma base da Força Aérea dos Estados Unidos, para conhecerem e libertarem os extraterrestres que supostamente estão naquele lugar.

Segundo noticia a agência Efe, a ideia começou como uma brincadeira na rede social Facebook, mas os militares já avisaram que não será permitida a entrada a civis na Área de Teste 51, localizada perto do Aeroporto de Homey e do lago Groom, no estado do Nevada.

Durante várias décadas, os aficionados de objetos voadores não identificados e de supostas visitas de extraterrestres alimentaram especulações em torno das operações militares secretas na Área 51.

Uma das teorias sobre o local é que estão ali depositados os restos de uma suposta nave extraterrestre que teria caído em Roswell, no Novo México, em julho de 1947.

A base em questão não está classificada como uma área secreta, mas todas as investigações e operações ali realizadas são consideradas como de máximo segredo e a Agência Central de Inteligência (CIA) reconheceu publicamente a existência dessa instalação pela primeira vez em 2013.

Em junho, um utilizador do Facebook lançou a ideia de uma mobilização em massa de civis para libertar os extraterrestres, com o título de “Vamos invadir a Área 51: Não podem nos parar”.

“Vamos nos encontrar na atração do Alien Tourist Center e coordenar a nossa entrada. Se corrermos juntos, podemos nos mover mais depressa do que as balas”, é possível ler na convocação que é concluída com uma mensagem contundente: “Vamos ver os alienígenas”.

As reações à ideia são várias, desde o entusiasmo daqueles que acreditam realmente na presença de extraterrestres na base militar até à publicação de ‘memes’ com imagens de figuras verdes e vários símbolos da cultura “freak”, como o personagem Sheldon Cooper, da série de TV “Big Bang Theory”.

Por outro lado, a convocação deixou os 54 habitantes de Rachel, a localidade mais próxima da Área 51, preocupados.

Rachel tem apenas quatro negócios e uma pousada e o último posto de gasolina encerrou no ano de 2006, onde quem quiser ali chegar deve abastecer os seus veículos em Alamo, a 80 quilômetros de distância.

Na pousada de Rachel já não há quartos disponíveis, assim como em Alamo, onde todos hotéis já estão com lotação esgotada.

O chefe da polícia do Condado Lincoln, Kerry Lee, admitiu à estação de televisão norte-americana CNN que as autoridades terão várias dificuldades em controlar o grupo enorme de pessoas que tenciona se deslocar à Área 51.

“Poderíamos lidar com cerca de mil pessoas, mas com grandes dificuldades. Que o céu nos proteja se 5.000 pessoas vierem. Isso duplicaria a população de todo o condado”, declarou o chefe da polícia.

Outra preocupação de Lee é o perigo intrínseco na área desértica, em pleno Verão e com recursos de resgate limitados.

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EUA separaram 900 crianças imigrantes de seus pais no último ano, diz ONG

31 de julho de 2019, 11:51

Foto: David J. Phillip

Governo é acusado de usar pequenos delitos para justificar prática; organização apresentou ação judicial para solucionar casos

Ao menos 900 crianças imigrantes foram separadas de suas famílias na fronteira dos Estados Unidos com o México desde junho de 2018, apesar de uma ordem judicial para o governo de Donald Trump interromper prática, informou nesta terça-feira 30 um grupo de direitos humanos.

A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) apresentou uma ação à Justiça para tentar solucionar os casos. A denúncia feita em San Diego diz que o governo está acusando os pais de delitos menores, como infrações de trânsito e negligência, para seguir separando as crianças na fronteira.

“O governo está separando sistematicamente um grande número de famílias com base em antecedentes penais menores (dos pais), em acusações altamente duvidosas de incapacidade e em erros na identificação das relações de boa-fé entre pais e filhos”, diz a ação da ACLU.

O documento, apresentado na Corte do Distrito Sul da Califórnia, lembra que um juiz federal ordenou em 28 de junho de 2018 o fim da política de “Tolerância Zero”, que permitia a separação das crianças detidas com seus pais imigrantes ilegais após atravessarem a fronteira com o México.

Desde então, e até 29 de junho deste ano, segundo a ação judicial, as autoridades do governo “separaram mais de 900 crianças, inclusive bebês”.

Um pai foi afastado de sua filha de um ano porque ele não trocou a fralda dela, exemplificou a ACLU.

Em outro caso, uma menina de três anos de idade foi separada do pai sob a alegação de que ele não podia provar que ela era realmente sua filha. A família fez um teste de DNA que confirmou o vínculo, mas nesse período a garota foi abusada sexualmente enquanto estava detida.

Outro menino, de quatro anos, foi separado porque seu pai tinha um problema de fala que o impediu de responder às perguntas dos agentes da Patrulha da Fronteira, de acordo com a queixa.

A situação dos menores imigrantes foi um dos pontos mais questionados do governo Trump, que ficou no olho do furacão após a separação de menores de suas famílias e de denúncias sobre as condições de detenção de milhares de crianças imigrantes, a maioria delas não acompanhadas.

Após o anúncio de implementação da política de “Tolerância Zero”, uma medida promovida em maio de 2018 pelo ex-procurador-geral Jeff Sessions, mais de 2.800 crianças foram separadas de seus pais no ano passado, até que o juiz federal Dana Sabraw ordenou a reunificação em junho do ano passado.

O problema se aprofundou quando o governo admitiu que outras milhares de crianças foram separadas antes de abril de 2018, sem deixar claro um número exato.

Trump determinou o fim da política de “Tolerância Zero” em 20 de junho do ano passado, mas sem que tenha ficado claro se todos os menores foram reunidos com suas famílias.

(Com EFE e AFP)

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Sarampo causa graves alterações na visão

31 de julho de 2019, 11:38

Foto: Reprodução

Transmissão durante a gravidez pela placenta pode cegar o bebe. Nos primeiros meses de vida pode causar lesões na córnea e outros problemas

AOMS (Organização Mundial da Saúde)  coloca o Brasil entre os países com menor orçamento para a saúde. Como se não bastasse o baixo orçamento, parte da população acredita que as vacinas podem fazer mal à saúde. Prova disso é o surto de sarampo no Brasil. depois do país ter eliminado o vírus em 2016.

“As piores sequelas da doença acontecem na visão de crianças, especialmente quando o vírus é transmitido ao feto durante a gravidez, através da placenta”, alerta o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier. Isso porque, o bebê nasce com catarata congênita, doença que responde por 4 em cada 10 casos de perda da visão na infância.

Por isso, ressalta,  mulheres em idade fértil que nunca tiveram sarampo ou que não sabem se foram imunizadas nos primeiros anos de vida e adultos que não tomaram a vacina devem procurar pela imunização e tomar as duas doses de vacina no intervalo de um mês.  Quem já passou dos 50 anos não precisa ser vacinado porque a maioria das pessoas nesta faixa etária já teve sarampo e por isso é imune à doença. 

Sequelas da catarata congênita

O médico explica que entre crianças ou idosos as características da catarata são idênticas: o cristalino do olho fica opaco e impede que as imagens cheguem à retina, levando à cegueira se não for tratada.

A diferença é que no caso da catarata congênita a visão está em desenvolvimento. Por isso a falta de diagnóstico logo no início da vida pode acarretar outras doenças. Uma delas é a ambliopia ou olho preguiçoso que acontece quando só um olho é atingido pela catarata. “O esforço visual para enxergar com o olho de melhor visão anula o desenvolvimento do outro”, afirma.  Outras alterações na visão que podem ser causadas catarata congênita são: nistagmo (movimentos não coordenados dos olhos), estrabismo (desalinhamento dos olhos), fotofobia (aversão à luz) e dificuldade de fixação do olhos.

Diagnóstico

Queiroz Neto afirma que o diagnóstico da catarata congênita é feito através de um exame barato e indolor. Trata-se do teste do olhinho, que deve ser realizado logo que o bebê. O problema é que não é obrigatório em todo país e uma projeto de lei que tramitava no senado pela obrigatoriedade foi arquivado este ano. Por isso, a recomendação aos pais é checar se o recém-nascido passou pelo exame na maternidade, independente do estado em que foi realizado o parto. O oftalmologista explica que o exame é  feito com um oftalmoscópio, espécie de lanterna com a qual o médico joga luz sobre o olho do bebê. Quando a luz emite um reflexo vermelho contínuo significa que o olho é saudável. Se o reflexo for descontínuo ou não for emitido indica catarata congênita.

Tratamento

“A única forma de tratar a catarata congênita é a cirurgia com implante de uma lente intraocular que substitui o cristalino opaco também é indicada no tratamento da catarata infantil” explica. O procedimento, comenta, deve ser só feito quando o bebê completa três meses. Isso porque, proporciona melhor recuperação da função visual e pode induzir ao glaucoma se for realizado antes .

“Após a cirurgia, o comprometimento dos pais é essencial para que a criança tenha boa visão”, alerta.  Isso porque, é necessário estimular o desenvolvimento da visão e ter acompanhamento com um oftalmologista a cada 3 meses após a cirurgia.

Lesão na córnea

“O sarampo contraído antes de tomar a primeira dose da vacina pode causar lesões na córnea e em alguns casos requer transplante para garantir a recuperação da visão”, alerta. A dica do médico para evitar sequelas mais graves nos bebês é manter atenção sobre os sintomas típicos do sarampo: manchas brancas na mucosa da boca, febre, tosse, coriza, febre alta e manchas vermelhas no rosto, atrás da orelha e depois no tronco. Bebês com estes sintomas devem ter acompanhamento de um oftalmologista, salienta.

Prevenção entre gestantes

O único remédio para sarampo é a vacina. As dicas do oftalmologista para gestantes se protegerem da doença durante a gravides são:

  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Sempre que possível evitar aglomerações ou locais pouco arejados.
  • Não compartilhar copos, talheres e alimentos.
  • Lavar as mãos com frequência com água e sabão, ou então utilizar álcool em gel.
  • Procurar não levar as mãos à boca ou aos olhos.
  • Manter os ambientes frequentados, sempre limpos e ventilados.
  • Proteger a boca e o nariz quando espirrar ou tossir.
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Jennifer Aniston gasta R$ 1 milhão com sua beleza por ano

31 de julho de 2019, 11:30

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A informação estará no livro que conta a vida dela e que será lançado por Ian Halperin

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A atriz Jennifer Aniston, 50, gasta anualmente só para manter a beleza o equivalente a R$ 1 milhão. A informação estará no livro que conta a vida dela e foi confirmada pelo autor, Ian Halperin, ao jornal britânico Daily Mail.

No livro Friends With Benefits, segundo ele, fica exposto que a atriz se preocupa muito com a parte estética. Após a separação com o ator americano Justin Theroux, 47, ela preferiu investir na saúde, em sessões de terapia e em tratamentos cosméticos com laser para a pele.

O livro também vai abordar o romance com Brad Pitt e a reação dela ao saber que o então namorado estava conhecendo melhor Angelina Jolie. A imprensa, à época, começou a comparar as duas atrizes e isso a deixou chateada.

O autor disse ao jornal britânico que só quando Aniston posou quase sem roupa para a edição de 2009 da revista GQ é que havia superado a traição. Porém, Pitt e Aniston são amigos hoje em dia e até já foram colocados como possíveis novos namorados. Pitt marcou presença no aniversário da amiga de 50 anos e deu a ela uma mansão.

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Pesticidas tóxicos usados no Brasil ‘afetam pessoas do mundo todo’, diz especialista

31 de julho de 2019, 09:44

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A adoção de pesticidas altamente tóxicos no Brasil – o governo aprovou 262 até agora este ano e afrouxou as regulamentações sobre o que é considerado “extremamente tóxico” – está afetando as pessoas fora de suas fronteiras, segundo especialistas.

“Os pesticidas proibidos pela União Europeia (UE) estão sendo fabricados na UE e, em seguida, voltam para os cidadãos da UE, nos alimentos que ingerimos”, disse Oliver Tickell, membro do Green Economic Institute à RT.

Como um dos maiores exportadores de soja do mundo, o Brasil fornece uma quantidade significativa de alimentos que o gado e outros animais em todo o mundo consomem. Consumidores europeus comendo um suculento bife não têm ideia de que a criatura que estão comendo pode ter sido nutrida com soja pulverizada com pesticidas altamente tóxicos.

“Isso não é apenas um problema para o Brasil e para o povo brasileiro e pessoas expostas no campo a esses pesticidas e consumidores e agricultores”, alertou Tickell. “Isso está realmente afetando as pessoas em todo o mundo através das exportações agrícolas do Brasil”.

A Anvisa, agência reguladora de saúde pública brasileira, realçou as regulamentações de pesticidas na semana passada para que apenas aqueles químicos com potencial letal possam ser classificados como “extremamente tóxicos”, provocando uma enorme reação de grupos ambientalistas, organizações de direitos humanos e defensores da segurança alimentar.

O fervoroso governo pró-negócios do presidente Jair Bolsonaro já aprovou 262 pesticidas este ano, 82 dos quais são classificados como “extremamente tóxicos”, enquanto ele segue as promessas de campanha para demolir as regulamentações ambientais e abrir terras protegidas para mineração e agricultura.

Dezenas de pesticidas proibidos ou estritamente regulamentados na UE, incluindo o paraquat e o clorpirifos, já eram permitidos para uso no Brasil antes de Bolsonaro assumir o poder, e país usa aproximadamente 400.000 toneladas de pesticidas por ano, segundo a ONG Human Rights Watch.

Enquanto a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, negou categoricamente que o Brasil usa mais pesticidas do que qualquer outro país, atribuindo tais alegações à “manipulação de dados” e acusando críticos de “terrorismo”, o EcoWatch afirma que o país consome mais pesticidas per capita do que qualquer outro país.

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‘Pular’ café da manhã traz risco de engordar, diz estudo

31 de julho de 2019, 09:33

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A pesquisa foi realizada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paul

“Pular” o café da manhã está relacionado a um aumento em indicadores de obesidade entre adolescentes. Essa é a principal conclusão de um estudo publicado na revista Scientific Reports. A pesquisa foi realizada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com pesquisadores europeus.

Com base em levantamentos com meninos e meninas entre 12 e 18 anos, o estudo identificou a relação entre abolir o café da manhã e aumento no Índice de Massa Corporal (IMC), na circunferência da cintura e na razão cintura/altura – indicadores ligados à obesidade.

Para os levantamentos, 3.528 jovens europeus e 991 brasileiros relataram seus hábitos cotidianos. Os dados foram casados com medidas de peso dos participantes. Considerando o tempo de sono dos jovens, foi calculado o impacto do café da manhã, do tempo em frente às telas e da falta de atividade física vigorosa nos indicadores de obesidade.

“Mesmo dormindo bem, se o adolescente ‘pula’ o café da manhã, aumenta o peso e a circunferência da cintura. O comportamento de ‘pular’ o café da manhã se associou a um aumento nesses marcadores (de obesidade) muito expressivamente”, explicou uma das autoras do estudo, a epidemiologista Elsie Costa de Oliveira Forkert, do Grupo de Pesquisa em Risco Cardiovascular e Ambiental, da Faculdade de Medicina da USP.

Segundo Elsie, o impacto do fator café da manhã nos índices de obesidade foi até maior do que o efeito dos outros comportamentos avaliados pela pesquisa – como o tempo de tela e a falta de exercícios físicos. Estudos anteriores já haviam apontado a importância da primeira refeição do dia no desenvolvimento dos jovens. O hábito de deixar de lado a primeira refeição do dia é comum entre adolescentes.

Estima-se que 20% abram mão do desjejum. Entre meninas, esse comportamento é ainda mais habitual – 44,5% das europeias e 37,8% das brasileiras. Entre meninos, o porcentual cai para 35,9% e 34,6%, respectivamente. Segundo Elsie, a diferença pode estar ligada à busca pelo emagrecimento para fins estéticos.

Acontece que restrições causam efeito contrário. “Não entrando alimento, o organismo libera hormônios contra reguladores. Ele entende que a reserva está pequena e segura um pouco mais”, diz Elsie. Outra razão é que, se o jovem deixa para comer no meio do dia, escolhe alimentos de baixo valor nutricional e mais calóricos, o que contribui para o ganho de peso.

Dia a dia

“O que vejo no dia a dia é que muitos não tomam o café da manhã, mas comem na escola. E, quando compram, não é a melhor opção, é um sanduíche pronto, refrigerante, leite com chocolate e açucarado, suco de fruta adoçado, isso quando não compram coxinha, esfirra”, diz o endocrinologista Mario Kehdi Carra, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Mas as famílias relatam dificuldades em lidar com a falta de apetite dos jovens no início do dia. “Na maioria das vezes, só tomo leite. Até tento comer, mas não sinto fome”, conta o estudante Pietro Affonso, de 14 anos. “Até posso sentir fome durante a aula, daí dou uma beliscada no lanche (pão com patê).”

Segundo Andressa Heimbecher, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, é preciso que os pais investiguem a causa da falta de fome – ela pode estar ligada, por exemplo, a um jantar muito calórico ou até a problemas de refluxo. Para ela, o café em casa também é vantajoso sob outro ponto de vista. É o momento em que pais podem observar como os filhos comem e propor mudanças. “O comportamento alimentar das crianças é o espelho dos pais. Se ele não senta para tomar café não transmite o exemplo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Cansado de mensagens de voz? Esta função do WhatsApp ajuda a converter áudio em texto

30 de julho de 2019, 13:02

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Basta você clicar em um ícone de microfone embaixo, ou à direita ou à esquerda do teclado do aplicativo.

O serviço de mensagem instantânea WhatsApp oferece muitas funções úteis para seus usuários. No entanto, algumas delas são pouco conhecidas. É o caso do ícone que transforma voz em texto.

Assim, se você gosta de mensagens de voz, mas seu interlocutor as odeia (ou vice-versa), esta função poderia ser muito útil para ambos.

Para usar é necessário abrir o teclado do aplicativo e buscar um ícone de microfone que se encontra embaixo, no canto direito ou esquerdo, dependendo da versão.

Ao apertar o ícone e falar, sua voz se converte em texto. Cuidado para não confundir o ícone que se usa para enviar mensagem de voz que se encontra mais acima no teclado.

Para converter a voz em texto, o WhatsApp utiliza tecnologia de aprendizagem automática que funciona muito bem. Ademais, é possível começar a escrever uma mensagem e logo continuar com a voz.

Infelizmente, esta tecnologia não é capaz de colocar pontuação sozinha. Para isso você terá que ditar a pontuação em voz alta para que o aplicativo a adicione.

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ICMBio apresenta plano para reintroduzir ararinha-azul à natureza até 2024

30 de julho de 2019, 10:06

Pássaro é considerado extinto em seu habitat e há registro de 166 exemplares vivendo em cativeiro no mundo – apenas 13 no Brasil – 

 

OInstituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, divulga, nesta terça-feira 30, os detalhes do segundo ciclo do Plano de Ação Nacional (PAN) para a conservação da ararinha-azul, espécie nativa da caatinga brasileira que é considerada extinta na natureza desde 2000. O projeto, anunciado em portaria no Diário Oficial da União, pretende reintroduzir a ave à sua área de ocorrência original até julho de 2024, com ao menos uma soltura experimental.

Alvo de caçadores e traficantes de animais por anos, o pássaro é originário de uma pequena área do interior baiano, entre os municípios de Juazeiro e Curaçá, em uma das regiões mais quentes e áridas do território brasileiro. Considerado um símbolo nacional, o raro animal ganhou fama com a animação americana Rio, distribuída pela 20th Century Fox e dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha, na qual a ararinha Blu é retratada como o último macho da espécie e deve deixar o cativeiro nos Estados Unidos para reproduzir no Brasil.

Na realidade, há registro atualmente de 166 exemplares de ararinhas-azuis pelo mundo, mas nenhum nos Estados Unidos – são 13 no Brasil, 147 na Alemanha, dois na Bélgica e quatro em Singapura. Ainda neste ano, é esperado que 50 delas sejam repatriadas em uma parceria do ICMBio com a ONG alemã Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP). Na natureza, embora tenha sido relatada uma aparição  do pássaro em 2016, o animal é considerado extinto.

Projetos públicos são executados para evitar a extinção da espécie desde 1986, quando pesquisadores constaram a existência de apenas três ararinhas-azuis selvagens. Um primeiro ciclo do plano de ação nacional do ICMBio foi encerrado em 2017, com êxito parcial no objetivo de aumentar a população em cativeiro, reativar o habitat e iniciar a reintrodução à natureza já em 2021. O instituto considera que 60% das ações planejadas foram realizadas, enquanto 20% tiveram problemas em seu andamento e outras 20% não foram concluídas ou iniciadas.

O segundo ciclo pretende realizar ao menos uma soltura experimental de ararinhas-azuis até 2024, além de desenvolver novos estudos necessários à reintrodução e reduzir a captura e o comércio ilegal de animais silvestres na região. Além da ação humana, as condições naturais da caatinga – com imprevisibilidade de água e recursos alimentares – e a ocorrência de predadores, como o falcão-de-coleira, são ameaças à reintrodução e reprodução do pássaro.

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