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Maior do mundo: aeroporto ‘estrela-do-mar’ começa a operar em Pequim (Vídeo)

25 de setembro de 2019, 14:34

Foto: AFP 2019 / STR

Inicialmente, estava previsto que o aeroporto começasse a funcionar no dia 30 de setembro, mas, segundo a imprensa, os primeiros voos vão ser iniciados no dia 25 de setembro, ou seja, hoje.

O diretor da construção do aeroporto, Li Jianhua, disse que todas as empresas aéreas que fazem a parte da aliança SkyTeam, se mudarão para o novo aeródromo, enquanto as empresas membros da Star Alliance manterão suas operações no Aeroporto Internacional de Pequim-Capital.

O Aeroporto Internacional de Pequim-Daxing é localizado a 46 quilômetros do centro de Pequim.

O novo aeroporto tem quatro pistas de aterrissagem.

Está previsto que, até 2025, o novo aeroporto receberá até 620 mil voos anuais, o que implicaria um fluxo de passageiros de até 72 milhões por ano.

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Augusto Aras diz que Lava Jato é ‘um marco’, mas reconhece excessos

25 de setembro de 2019, 14:27

Foto: Pedro Ladeira/Folha Press

Ao ser questionado sobre a Operação Lava Jato, o subprocurador afirmou que a força-tarefa é um importante marco no combate à corrupção, mas destacou que sempre reconheceu os excessos.

De acordo com ele, a Lava Jato “traz boas referências em torno de investigações, tecnologias, modelos e sistemas, mas é preciso que nós percebamos que toda e qualquer experiência nova traz também dificuldades”.

“Eu sempre apontei os excessos, mas sempre defendi a Lava Jato, porque a Lava Jato não existe per se. A Lava Jato é o resultado de experiências anteriores, que não foram bem-sucedidas na via judiciária”, afirmou o subprocurador Gustavo Aras.

“Esse conjunto de experiências gerou um novo modelo, modelo esse passível de correções, e essas correções eu espero que possamos fazer juntos, não somente no plano interno do Ministério Público, mas com a contribuição de senadores e senadoras, porque é fundamental que nós aprimoremos o combate, o enfrentamento à macrocriminalidade”, acrescentou.

Augusto Aras também destacou que em sua eventual gestão “não faltará independência”, mas observou que é preciso trabalhar com respeito e harmonia com os demais poderes para evitar “confrontos”.

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Corpo de universitária desaparecida em Bariri é encontrado

25 de setembro de 2019, 14:17

Foto: Polícia Civil/Divulgação/Redes Sociais/Reprodução

A Polícia Civil encontrou nesta quarta-feira, 25, o corpo da universitária Mariana Forti Bazzaque estava desaparecida desde a manhã de ontem, 24. A jovem aceitou a ajuda de um estranho para trocar o pneu furado de seu veículo em Bariri, interior de São Paulo, após sair de uma academia de ginástico. Desde então, os familiares não conseguiram mais contato com a universitária. O autor do crime foi preso na noite de terça-feira.

Uma câmera de segurança instalada na fachada do prédio registrou a abordagem. O homem a abordou e teria se oferecido para fazer a troca, pedindo a ela que levasse o carro até uma chácara do outro lado da avenida. As imagens mostram que, uma hora depois, o veículo saiu da chácara, mas não é possível identificar o condutor. O carro foi achado vazio em uma cidade vizinha.

Sem ter notícias da jovem, que deixou de atender o celular, a família recorreu à polícia. A Polícia Militar iniciou buscas na região, usando cães farejadores e um helicóptero. O namorado de Mariana, Jefferson Viana, contou que a jovem havia ligado para falar do pneu furado e até enviou uma foto do rapaz trocando o pneu.

O delegado da Polícia Civil Durval Izar Neto, que ficou responsável pelo caso, pediu as imagens da câmera e identificou o suspeito. Ele foi encontrado escondido no telhado de uma casa, em Itápolis, cidade da região. O suspeito tem passagens por sequestro, estupro e tentativa de latrocínio, tendo saído da prisão há um mês. O delegado pediu a prisão temporária do rapaz.

Ouvido durante a madrugada desta quarta-feira, 25, ele teria negado o envolvimento no sumiço da jovem. Pela manhã, a polícia continuava as buscas pela jovem, que eram acompanhadas pela família. Após a polícia encontrar um jovem em uma área canavial em uma cidade próxima a Bariri, amigos e familiares lamentaram a perda da jovem.

(Com Estadão Conteúdo)

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O telefonema que pode causar o impeachment do presidente Donald Trump

25 de setembro de 2019, 12:09

Foto: Reprodução

O fim da terça-feira (24) foi de tensão nos Estados Unidos. A presidente da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, anunciou a abertura de um processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. “Ninguém está acima da lei”, disse a congressista em pronunciamento oficial no qual anunciou a medida.

O movimento acontece a pouco mais de um ano das eleições americanas de 2020, quando o republicano tentará a reeleição. Até agora, 203 representantes se manifestaram a favor da abertura do processo. Para aprová-lo, é necessária a maioria simples da casa, que é composta por 435 congressistas e controlada por uma maioria democrata.

No centro da polêmica não está a Rússia, cujas relações com Trump são investigadas por uma suposta interferência nas eleições presidenciais em 2016, mas sim a Ucrânia. Tudo começou em 12 de agosto quando uma denúncia anônima feita por uma pessoa que seria da comunidade de inteligência dos Estados Unidos. De acordo com essa fonte, Donald Trump teria conversado ao telefone com o líder de outro país e “feito uma promessa”.

A história, no entanto, só veio à tona um mês depois, em 18 de setembro, quando o jornal americano The Whashington Post noticiou a existência daquela denúncia. Aos poucos, novas informações vieram à tona, revelando que o líder em questão seria o presidente da Ucrânia,  Volodymyr Zelensky, e que a ligação teria acontecido em 25 de julho.

O tema da conversa teria sid o Joe Bid, ex-presidente dos Estados Unidos na gestão de Barack Obama e atual líder das pesquisas de intenção de votos para 2020 entre os pré-candidatos democratas. Até o momento, o maior rival de Trump na busca pela reeleição no ano que vem. Dias antes da ligação, os EUA congelaram o envio de ajuda militar para a Ucrânia alegando preocupações com “corrupção”.

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Sabonete ou gel de banho? Nem um, nem outro

25 de setembro de 2019, 08:50

Foto: Reprodução

Essa pode ser uma questão que você não leve muito em consideração na hora de comprar. Mas estudos revelam que a água é, por si só, suficiente para a limpeza da pele, sendo que o sabonete ou o gel de banho só devem entrar em ação nos casos de maior sujeira, como acontece após o contato com a terra, o óleo ou tinta, segundo especialista.

Isso porque os sabonetes deixam a pele suave, hidratada e limpa a ponto de eliminarem as bactérias e micróbios presentes na pele. O sabonete ou gel de banho são a presença garantida na hora do banho, mas podem, na verdade, ser prejudiciais.

À revista norte-americana Time, o especialista Robynne Chutkan explica por que as pessoas não devem se lavar diariamente com estes produtos de higiene pessoal.

Em primeiro lugar, diz, o contato com poeira e sujeira do dia a dia  “ensina o ‘microbioma’ a reconhecer os germes amigos e os inimigos”. Em segundo lugar, o ‘poder’ de limpeza dos produtos de banho faz com que sejam eliminados micróbios e bactérias fundamentais para o bem-estar e para a saúde.

Segundo o especialista, não há, porém, qualquer mal em usar sabonete ou gel de banho, desde que estes sejam orgânicos e não antibacterianos, os mais vendidos e procurados pelos consumidores. Estes antibacterianos são os que mais possuem componentes químicos e tóxicos, podendo assim prejudicar a pele ao invés de apenas limpar.

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Marinha apreende madeira em empresa ligada a tenente-coronel do Pará

25 de setembro de 2019, 08:41

Foto: Reprodução

HAMBURGO, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – Uma operação comandada pela Marinha no marco da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ambiental apreendeu 962 toras sem origem legal comprovada em Breves (222 km a oeste de Belém). A proprietária da madeireira, presa em flagrante, é mulher de um tenente-coronel da Polícia Militar do Pará.

A apreensão na madeireira Reka ocorreu no dia 13 deste mês e teve o apoio da Receita Federal, da Dema (Delegacia do Meio Ambiente) e da Semas (Secretaria de Meio Ambiente). Além das toras, a fiscalização encontrou uma carvoaria clandestina e descarte irregular de resíduos sólidos.

Durante a vistoria, o gerente da madeireira admitiu que não tinha como comprovar a origem legal da madeira. Os agentes da Semas encontraram duas irregularidades: receptação de madeira sem comprovação de origem e o uso de créditos florestais fictícios, lançados no sistema estadual Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais) para esquentar madeira ilegal.

O gerente confessou também que as 146 toras de maçaranduba apreendidas foram compradas de ribeirinhos. Todas estavam abaixo do diâmetro mínimo de 50 cm exigido pela legislação. O funcionário foi preso em flagrante junto com a proprietária, Elizabeth Ferreira da Silva de Oliveira. Ambos foram soltos no dia seguinte mediante pagamento de fiança de um salário mínimo.

Oliveira é mulher do tenente-coronel da PM Helderley Souza de Oliveira. Desde a manhã de terça-feira (24), a reportagem tentou entrar em contato com ele por meio da assessoria de imprensa do governo do Pará e da PM, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Ao justificar a decisão, o juiz Enguellyes Torres de Lucena, da Primeira Vara de Breves, afirmou que ambos “são de baixa periculosidade social, tendo os flagranteados domicílio fixo, emprego lícito, não pesando contra eles quaisquer ordens de prisão ou respondendo procedimentos criminais”.

A madeireira Reka tem um longo histórico de irregularidades. Só no Ibama, constam seis multas aplicadas à empresa desde 2001, totalizando R$ 922 mil, sem correção. As duas multas mais altas foram aplicadas em 5 de agosto de 2009 pelos mesmos motivos apontados pela fiscalização deste ano: origem não comprovada de madeira e lançamento de informações falsas no sistema.

A multa mais baixa dessas duas, de R$ 280,8 mil, foi parcelada e continua sendo paga até hoje. A mais alta, de R$ 600 mil, está em grau de recurso mesmo após mais de dez anos. A Reka tem certidão negativa de embargo no Ibama, ou seja, está apta a operar. A empresa também aparece como ativa no Ceprof (Sistema de Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais), gerido pela Semas.

Na manhã desta terça, a reportagem enviou uma solicitação de esclarecimento sobre a situação da Reka via assessoria de imprensa do governo do Pará, mas não obteve resposta. A madeireira está localizada na zona rural de Breves, cidade na calha do rio Amazonas, e não possui telefone listado. A reportagem não conseguiu localizar a empresária nem o seu advogado.

A GLO ambiental, renovada por mais 30 dias na semana passada, autoriza o emprego das Forças Armadas em ações de combate a crimes ambientais e a incêndios na região amazônica. A iniciativa do governo Jair Bolsonaro (PSL) foi uma resposta à intensa pressão internacional sofrida pelo Brasil em razão do aumento das queimadas e do desmatamento neste ano.

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Jacobina, é preciso ressignificar e ordenar as novas e antigas áreas comerciais

24 de setembro de 2019, 20:50

Foto: Notícia Limpa

Com o aumento do número de desemprego no Brasil, muitos trabalhadores têm procurado a sobrevivência financeira no trabalho informal. É cada vez maior o número de pessoas se virando com ‘bicos’, prestando serviços ou vendendo mercadorias nas ruas ou pela internet. As calçadas estão cheias de ambulantes e invasões de barracas nos centros comerciais tomaram conta na maioria das cidades brasileiras.

Em Jacobina não é diferente, aumentou consideravelmente a quantidade de pessoas que vivem na informalidade. Basta fazer uma visita nas principais áreas comerciais da cidade para encontrar inúmeras opções de produtos sendo comercializados por trabalhadores que não contam com vínculo empregatício que garanta um salário fixo mensal.

O que aumentou também em Jacobina foi a quantidade de barracas e food trucks comercializando alimentos e bebidas. Este tipo de atividade começou timidamente no espaço conhecido como Sambódromo, numa laje construída sobre o Rio do Ouro, na Praça Castro Alves, e hoje já é possível encontrar em diversos locais da cidade.

Além de alimentação, cresceu o número de prestadores de serviços, como chaveiros, em parte da calçada que margeia o Rio Itapicuru Mirim, nas proximidades da Ponte Manoel Novaes, na Avenida Orlando Oliveira Pires. Informações dão conta que todos os estabelecimentos que ocupam o Sambódromo serão relocados para as imediações do Mercado Municipal (Mercado Velho), onde será construída uma ‘Praça de Alimentação’.

Na terça-feira (24), às 16 horas, a ‘Casa de Informações Turísticas’, localizada na entrada da cidade, se encontrava fechada

A preocupação dos que ainda sonham com uma política efetiva do turismo na cidade é com a sua apresentação, principalmente com a padronização dos seus serviços. Tem si cobrado, por exemplo, um programa de ordenamento no Mercado Velho, preservando a sua arquitetura e adequando seu interior e o seu entorno com intervenções que possam proporcionar bem estar para as pessoas que o exploram comercialmente e visitantes.

A ‘favelização’ com a falta de padrão dos estabelecimentos comerciais na beira do Rio Itapicuru Mirim é uma das preocupações de parte da população de Jacobina

A falta de padronização dos novos e antigos estabelecimentos comerciais que estão sendo instalados em diversos pontos da cidade tem sido motivo de reclamação por apresentar poluição visual, principalmente para quem entra na cidade através BR 324, sentido de Capim Grosso.

Um projeto de ordenamento irá humanizar e enobrecer as áreas antes consideradas desvalorizadas. Quanto ao Mercado Municipal, além da necessária humanização, sem descaracterizar a sua estética, seria um reconhecimento à sua importância histórica. Com um processo de revitalização os espaços urbanos irão, inevitavelmente, se ressignificar e consequentemente, valorizar.

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Feira de Literatura de Jacobina movimenta a arte e a cultura na cidade

24 de setembro de 2019, 14:27

Foto: Ascom/AJL

A Academia Jacobinense de Letras (AJL) realizou durante os dias 19, 20 e 21 de setembro, a terceira edição da Feira de Literatura de Jacobina (III FLIJA ), que proporcionou a interação com a comunidade, a partir do diálogo da literatura com diversas artes e saberes – ciência, música, teatro, artes visuais, culturas populares e tradicional –, celebrando encontros e valorizando distintas experiências.

Durante os três dias de programação aconteceram várias atividades artísticas e culturais, com destaque para a Mesa Redonda “Fotografia e imprensa no sertão: Olhares e escritas nas pesquisas sobre Jacobina”, apresentada pelo professor/doutor Valter Oliveira, do Núcleo de Estudos de Cultura e Cidade da Universidade do Estado da Bahia, Campus IV (NECC/UNEB); contação de histórias, promovido pelo Grupo de Pesquisa, Linguagem, Estudos Culturais e Formação do Leitor (LEFOR/UNEB Campus IV), que é coordenado pela professora/doutora Denise Dias; as Palestras “Trajetória de Itapeipu pra Salvador com escala em Jacobina”, proferida pelo jacobinense Antônio Luiz Moreira de Oliveira (Cardoso) membro da Academia de Cultura da Bahia e membro da Confraria Artistas e Poetas pela Paz e “Movimento Acadêmico nos Municípios Baianos”, proferida pelo advogado e escritor Benjamin Batista de Macedo Filho, presidente da Academia de Cultura da Bahia (ACB) e da Federação das Academias de Letras e Artes da Bahia (FALA BAHIA).

Como parte da programação, aconteceu também o Papo Literário com escritores jacobinenses, apresentação teatral com as peça “O Auto da Compadecida”, apresentada pelo Grupo Dionísio Artes; apresentação musical com o Grupo de Câmara Arte de Tocar com maestro Jal Nunes e a instrumentista Lua Nunes; Mostra Fotográfica coletiva “Os rios em Jacobina: entre olhares e vivências” com fotógrafos do Projeto de Extensão Aprendendo com os Rios;distribuição do Jornal “A Letra”; Cultura e Dança Cigana, com os Ciganos Sinti Mário Santos e Vera Diorgenes; apresentação do documentário “A História do Teatro – Memórias das Artes Cênicas em Jacobina”, seguida de mesa redonda o cineasta Paulo Mascarenhas, o ator e diretor Jotta Esse e o Sarau Galpão Payayá Homenageando as autoras Conceição Evaristo e Elisa Lucinda e com os lançamentos dos livros “Poesia e Texto Livre” do escritor Leo Resende, “Com amor e rebeldia se faz poesia” do escritor jacobinense Maicon Douglas.

Conforme o presidente da AJL, Ivan Aquino, a III FLIJA alcançou plenamente as expectativas, pois, além participação dos acadêmicos, escritores e artistas locais, contou também com uma excelente participação de público. “A diversidade de eventos culturais enriqueceu bastante a III FLIJA. O evento foi um sucesso superou todas as expectativas”, comemorou Invan..

Com informações da Ascom/AJL.

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Resíduos de cobre de 3.000 anos provam que reino bíblico existiu, diz estudo

24 de setembro de 2019, 13:47

Foto: Reprodução

Análises das minas de cobre em Edom – uma área histórica nas modernas nações da Jordânia e Israel ao sul do mar Morto – são vistas como evidência de que o estado mencionado no primeiro livro da Bíblia cristã, o Gênesis, existiu. Edom aparece no livro como um estado que existia “antes dos reis governarem os filhos de Israel”.

A palavra hebraica Edom significa “vermelho”, e o nome da área está associado a Esaú, o filho mais velho do patriarca Isaac, porque ele tinha um olhar avermelhado no nascimento. Aliás, a paisagem montanhosa de Edom brilha com uma tonalidade avermelhada.

A terra é rica em cobre e já foi o lar de muitos em busca de minas de cobre. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego e da Universidade de Tel Aviv estudaram pilhas de resíduos deixadas nas minas de cobre nos dois principais centros de produção, Faynan e Timna, localizados a cerca de 100 quilômetros de distância um do outro.

Produção de cobre

A pesquisa concluiu que o início da produção de cobre provavelmente começou na região com o Novo Reino Egípcio, então superpotência regional, por volta do século XIII a.C.

Os egípcios teriam sido levados a abandonar Edom após o declínio da civilização em meados do século XII a.C., quando o Mediterrâneo Oriental atravessava o período misterioso do colapso da Idade do Bronze Final. No entanto, a produção de metais ainda continuou em Edom após a saída do Egito “em uma escala industrial” e até melhorou.

Uma comparação entre os dados de Faynan e Timna mostrou que os dois locais deram um “salto tecnológico” na tecnologia de fundição ao mesmo tempo, algo que os pesquisadores dizem indicar que ambos eram geridos por uma autoridade central.

“O impressionante acordo síncrono entre a tecnologia em Timna e Faynan, evidente já no século XI a.C. […] sugere que um órgão político abrangente já existia na região neste momento”, diz o estudo. “Uma maior centralização deste corpo político é evidente nas mudanças observadas em relação a 1000 a.C.”.

Discussão científica

Os dois locais teriam começado simultaneamente a introduzir fortificações, o que foi provavelmente ditado pela necessidade de defesa do Estado contra inimigos externos.

Esta nova teoria desafia a visão de muitos arqueólogos de que a terra foi povoada por uma aliança perdida de tribos na virada do primeiro milênio a.C., e se enquadra na história bíblica de um reino edomita.

Não há consenso universal sobre as conclusões do estudo  “Podem os nômades do deserto, mesmo uma formação territorial de nômades do deserto, sem centros urbanos, ser descritos como um ‘reino’?”, indagou Israel Finkelstein, um arqueólogo da Universidade de Tel Aviv ao The Times.

O professor Tom Levy, da Universidade da Califórnia, autor do estudo, ressaltou que a pesquisa se baseou em uma arqueologia mista com ciência da computação, engenharia e ciências naturais.

“Os dados nos levaram a um lugar onde o registro arqueológico realmente coincide com muitos aspectos da Bíblia Hebraica e do Edom bíblico. Isto foi uma surpresa para nós”, concluiu o professor.

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A retirada da Petrobras da Bahia é inadmissível

24 de setembro de 2019, 12:50

Foto: Reprodução

*Por Josias Gomes –

Sob qualquer pretexto. Não existe justificativa econômica, logística ou ganho de nenhuma natureza para a estatal e os seus servidores. Muito pelo contrário, a medida é entendida como outra perseguição política à Bahia.

A pergunta que fica é, onde está a responsabilidade social dos dirigentes da Petrobras? Anualmente investem milhões em propaganda e projetos sociais para passarem a imagem de que a empresa tem compromisso com a sociedade, mas ao mesmo tempo querem virar as costas para milhares de servidores e funcionários que têm as suas carreiras e vidas vinculadas à Bahia.

O prejuízo econômico com a retirada da Petroleira no Estado é incalculável, sofreremos com a ausência de investimentos, a demissão em massa de terceirizados e a falência de diversas empresas que dependem da existência da Petrobras, além de perdas dolosas de arrecadações de municípios e do Estado.

Não vamos deixar este absurdo acontecer! Formamos uma ampla frente a favor da Petrobras que vai desde sindicatos e petroleiros até parlamentares, sociedade civil e o Consórcio Nordeste.

O presidente do Consórcio, companheiro Rui Costa, posicionou-se de forma contundente: “Definimos por um conjunto de ações, de solicitação de agenda com ministros, presidente da Petrobras, enfim, um calendário de ações onde nós, governadores do Nordeste, vamos manifestar posição muito clara contra a retirada de investimento dessa importante empresa que é a Petrobras, onde o petróleo nasceu. Não justifica retirar investimentos do Nordeste e da Bahia. Vamos buscar junto ao executivo federal, direção da Petrobras e ao Congresso Nacional”.

Não vamos permitir que este desgoverno destrua a Petrobras. O primeiro ataque frontal é no Nordeste. No entanto, sabemos que o Capitão Mentira e Paulo Guedes querem entregar a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo ao capital privado!
O petróleo é nosso! A Petrobras é nossa! Venceremos!

*Deputado Federal (licenciado) do PT/Bahia e atualmente titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

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