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Mitos e verdades sobre a depilação a laser

12 de outubro de 2019, 11:09

A depilação a laser é uma alternativa mais duradoura em relação aos processos tradicionais, que recomem à lâmina ou à cera por exemplo.

Para quem tem duvidas acerca do procedimento estético, a supervisora técnica da clínica Vialaser, Jessica Santos da Luz, explicou à Globo quais são os principais mitos acerca da remoção dos pelos com laser.

Muitas pessoas acreditam que a depilação a laser não pode ser realizada no verão, o que não é verdade. O procedimento pode ser feito em qualquer estação do ano, devendo seguir as recomendações médicas específicas em relação à exposição ao sol. “É importante ressaltar e recomendar o uso dos protetores solares, aliás, não só no verão mas também durante todo o ano. Os raios UV podem causar manchas, envelhecimento precoce e diversos outros malefícios”, explica Jéssica.

Há quem dica que são necessárias apenas cinco sessões. Esta afirmação é um mito. Embora 30% dos pelos sejam removidos a cada sessão, estes só são atingidos pelo laser quando estão na fase ativa. “Os pelos em fase ‘dormente’ não são atingidos. Por isso, a indicação é que a pessoa interessada faça 10 sessões para que todos os pelos da região escolhida sejam atingidos e caiam”, aponta a especialista. 

A depilação a laser deve ser realizada por profissionais altamente especializados. Devido à maior durabilidade e ao processo menos doloroso que procedimentos tradicionais, é uma opção interessante para quem simplesmente não gosta de ter pelos. 

Dicas para realizar a depilação a laser:

1. Mantenha a pele hidratada com protetor solar FSP (mínimo 30) sempre que necessitar de se expor ao sol.

2. Não se depile com pinça, cera ou qualquer método, pelo menos trinta dias antes da sessão.

3. Se possível, apanhe sol antes das 10h e após as 16h.

4. Não falhe nenhuma sessão. 

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Itaberaba: I Oscar da Chapada homenageará atletas e personalidades do esporte da Bahia

12 de outubro de 2019, 10:47

A cidade de Itaberaba, na Bahia, sediará no dia 22 de novembro, deste ano, o I Cerimonial Oscar da Chapada, onde serão homenageados os melhores do esporte, em diversas modalidades, da Chapada Diamantina. A solenidade acontecerá a partir das 19:30h, no Espaço Buffet Algo Mais e contará com a apresentação do jornalista esportivo e narrador de futebol, Thiago Mastroianni.

Aguardo com grande expectativa, o Oscar da Chapada já é considerado como um dos mais importantes eventos esportivos da Bahia. Serão homenageadas, além de atletas, personalidades que contribuíram e ainda contribuem com o esporte no Estado. Entre os destaque está o mestre de capoeira Lourival Souza, figura bastante conhecida na região de Jacobina (Piemonte da Chapada). Professor Lourival, como era chamado pelos seus alunos, foi o responsável em descobrir o talento de inúmeros atletas de capoeira que atualmente atuam em diversas partes do planeta, principalmente na Europa, como o mestre Pitbull (Marcos Paulo), do Grupo Jacobina Arte, que possui academias na Grécia, França, Croácia, Áustria, Alemanha, Indonésia, Itália e África do Sul.

Diversas celebridades do esporte brasileiro, principalmente baiano já confirmaram presença na cerimônia. Desportistas, artistas e jornalistas têm gravado vídeos em apoio ao evento, como o coordenador médico do Esporte Clube Bahia, Luiz Sapucaia, o jornalista esportivo Tiago Mastroianni, o técnico de futebol Quintino Barbosa (Barbosinha), o músico e mestre Tonho Matéria e Caipora integrante do Jacobina Arte da Croácia.

O idealizador e coordenador do Oscar da Chapada Diamantina é o desportista César Augusto Vaz Sampaio, popular César Pisquila, ex-presidente da Liga Desportiva de Itaberaba (LDI).

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Conheça os milagres de Irmã Dulce, a 1ª santa brasileira

11 de outubro de 2019, 16:54

O processo da causa de canonização da religiosa baiana Maria Rita Lopes Pontes, a Irmã Dulce (1914-1992), foi iniciado em janeiro de 2000 e seu primeiro milagre foi validado pela Santa Sé em 2003, pelo então papa João Paulo 2º.

O milagre reconhecido teria acontecido na cidade de Itabaiana, em Sergipe, quando as orações à religiosa teriam feito cessar uma hemorragia em Claudia Cristina dos Santos, que padeceu durante 18 horas após dar à luz ao seu segundo filho. 

Em abril de 2009, o então papa Bento 16 concedeu o título de Venerável à freira baiana, que se tornou a “Bem-aventurada Dulce dos Pobres”. Ela foi beatificada dois anos depois em uma cerimônia religiosa que reuniu 70 mil pessoas em Salvador.

Já a cura instantânea da cegueira de um homem de cerca de 50 anos foi o milagre ratificado pelo Vaticano para a canonização da religiosa baiana.

Irmã Dulce será canonizada neste domingo (13), em cerimônia chefiada pelo papa Francisco, no Vaticano, após ter dois milagres reconhecidos pela Igreja Católica. Ela será a primeira santa brasileira.

MILAGRES

O primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce foi a sobrevivência de uma parturiente desenganada pelos médicos, após religiosos e fieis orarem para que a religiosa baiana intercedesse pela vida da paciente.Segundo os registros usados no processo de beatificação, a mulher foi identificada como a sergipana Cláudia Cristiane dos Santos, que deu à luz ao segundo filho em 11 de janeiro de 2001.

O parto ocorreu no Hospital Maternidade São José, em Itabaiana (SE). O local era dirigido por freiras da mesma congregação de Irmã Dulce e não tinha UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Logo após o parto, dizem dois relatórios de médicos que participaram do procedimento, Cláudia apresentou um quadro gravíssimo de hemorragia. Nos relatórios, os médicos afirmam que as possibilidades de tratamento se esgotaram ao longo das 28 horas em que a paciente foi submetida a três cirurgias. Cláudia, contudo, sobreviveu.

Pela versão apresentada e que sustentou a beatificação pelo Vaticano, a mudança no quadro ocorreu porque o padre José Almi de Menezes rogou a Irmã Dulce, de quem era devoto, o salvamento da paciente. Ele pediu que uma imagem da religiosa fosse levada à maternidade. Durante as orações, a hemorragia parou -o que, na associação feita pelos religiosos, se constituiu como o milagre reconhecido pelo Vaticano.

No processo de investigação, o caso foi analisado por dez médicos brasileiros e seis italianos, e nenhum deles encontrou uma explicação científica para a sobrevivência e a recuperação tão rápida da paciente sergipana.

O segundo milagre reconhecido pelo Vaticano e que levou à canonização pelo papa Francisco é a cura instantânea da cegueira de um homem de cerca de 50 anos. O paciente, que não teve o nome divulgado, conviveu com a cegueira durante 14 anos e voltou a enxergar de forma permanente desde 2014.

A cura teria acontecido em um dia em que este paciente estava com uma conjuntivite e com dores agudas nos olhos e clamou por Irmã Dulce por uma solução. No dia seguinte, ele teria voltado a enxergar.”Não tinha explicação. Era um paciente que estava cego e que de um dia para o outro volta a enxergar, sem explicação”, afirma Sandro Barral, médico das Obras Sociais Irmã Dulce e que foi perito inicial da causa.

O paciente – que antes de ficar cego trabalhava na área de informática – caminhava com a ajuda de uma guia e tinha acabado de receber um cão-guia que havia sido treinado exclusivamente para acompanhá-lo no dia a dia.

Antes de ser encaminhado para Roma, o caso foi analisado por oftalmologistas de Salvador e de São Paulo, que examinaram pessoalmente o paciente e não encontraram explicação para a cura. “Tem uma coisa que é ainda mais espetacular: os exames dele são de um paciente cego. Porque tem lesões pelas quais o paciente não deve enxergar. E ele enxerga”, afirmou Sandro Barral.

O milagre foi avaliado por uma comissão de médicos em Roma, que também não encontrou explicação científica para o acontecimento. Na sequência, o caso foi analisado por uma comissão de teólogos e depois por uma comissão de cardeais.

TRAJETÓRIA

Nascida em 1914 em Salvador, Irmã Dulce, que ficou conhecida como “anjo bom da Bahia”, teve uma trajetória de fé e obstinação na qual enfrentou as rígidas regras de enclausuramento da Igreja Católica para prestar assistência a comunidades pobres de Salvador, trabalho que realizou até a morte, em 1992.

Ingressou na vida religiosa como noviça na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, em São Cristóvão (SE). 

Em Salvador, passou a se dedicar a ações sociais. Em 1959, ocupou um galinheiro ao lado do Convento Santo Antônio e improvisou uma enfermaria para cuidar de doentes. Foi o embrião das Obras Sociais Irmã Dulce, que atualmente atende uma média de 3,5 milhões de pessoas por ano.

QUEM FOI IRMÃ DULCE

Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, conhecida como Irmã Dulce, nasceu em 1914, em Salvador. Responsável por construir uma das maiores obras de assistência social gratuita do país, a freira era chamada de “anjo bom da Bahia”. Morreu em 1992, aos 77 anos.

MilagresIrmã Dulce teve dois milagres reconhecidos pelo Vaticano. Em 2001, as orações em seu nome teriam feito cessar uma hemorragia de uma mulher de Sergipe que padeceu durante 18 horas após dar à luz o seu segundo filho. Em 2014, um maestro baiano voltou a enxergar após 14 anos de cegueira.CanonizaçãoNeste domingo (13), a freira será canonizada pelo papa Francisco, em cerimônia realizada no Vaticano. Com isso, se tornará Santa Dulce dos Pobres, a primeira brasileira a ser declarada santa pela Igreja Católica.

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Manchas de óleo chegam a praias de Salvador

11 de outubro de 2019, 15:15

Foto: Reprodução

Oóleo que se espalha pelo litoral nordestino chegou na madrugada desta sexta-feira, 11, às praias em Salvador. De acordo com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), foram observados resquícios da substância, apontada como petróleo cru, nas praias de Piatã, uma das mais frequentadas por banhistas, na capital baiana, e de Vilas do Atlântico, no município vizinho de Lauro de Freitas.

A Empresa de Limpeza Pública da cidade, a Limpurb, também observou manchas na Praia do Flamengo e Jardim dos Namorados, essa última localizada no bairro da Pituba.

A Limpurb informa que disponibilizou uma equipe de 75 agentes para realizar a limpeza dessas áreas. Eles estão trabalhando em regime de plantão de 24 horas para realizar o monitoramento de toda a orla da capital.

Segundo o Inema, em todo o Estado, já são 19 as praias contaminadas pelo óleo.

Um vazamento de petróleo cru se espalha pelos nove Estados do Nordeste. O poluente foi identificado em uma faixa de mais de 2 mil quilômetros da costa brasileira. O governo federal afirma que análises já apontaram ser petróleo cru, de origem desconhecida e de tipo não produzido no Brasil.

Considerado o maior episódio de vazamento de óleo no Brasil em termos de extensão, o desastre ambiental que atingiu pelo menos 139 pontos nos nove Estados do Nordeste pode causar impacto na saúde humana, ainda que em escala pequena, quando comparada aos danos ao ecossistema local.

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Caém: Moradores da região do Bom Jardim reclamam de fechamento de creche

11 de outubro de 2019, 11:17

Foto: Notícia Limpa

Instalações físicas em perfeito estado, pintura nova e com mobiliário novo, assim se encontra a Creche Mãe Bebé, da localidade de Monteiro, comunidade rural pertencente ao município de Caém, próximo ao Bom Jardim. Rodeada por mato, abandonada, sem cuidadores e principalmente sem crianças, essa também é a Creche Mãe Bebé, que funcionou, de acordo informações de moradores do local, até o final de 2016.

É inacreditável, mas é verdade. O Notícia Limpa esteve visitando o estabelecimento educativo no final da manhã de terça-feira (8), e constatou o total abandono do que poderia ser um importante instrumento social para os moradores de Monteiro e adjacências, já que muitos pais utilizam os serviços da creche por não ter tempo integral disponível para os cuidados das suas crianças.

Os cerca de mil moradores que habitam aquela região estão desprovidos de um local adequado para deixar seus filhos enquanto trabalham; situação que tem gerado muita reclamação e indignação em saber, inclusive, que dispõem de infraestutura mas não podem contar com o equipamento funcionando. Vários são os lamentos das famílias. “Na creche os nossos filhos tinham as refeições, tiravam um soninho, tomavam banho e brincavam com os cuidados das professoras”, conta uma mãe que pediu para não ser identificada.

Papel da creche – Muitos pais preferem deixar seus filhos na creche do que sob cuidados de uma babá, por entender que a criança se socializa melhor convivendo com outras crianças e por achar um risco deixá-los sob cuidado de uma só pessoa. Na creche se ministra apoio pedagógico e cuidados às crianças com idade até o fim dos seus três anos.

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Professor de religião é acusado pelo estupro de nove meninas

11 de outubro de 2019, 07:41

Foto: Reprodução

Um professor de religião de 41 anos está preso desde o última dia 20 acusado de estuprar nove meninas, com idades entre 8 e 13 anos, de uma igreja evangélica em Amparo (a 133 km de SP). Na última terça-feira (8), a Polícia Civil concluiu a identificação de todas as vítimas. 

Segundo o delegado Fernando Ramon Betrucelli Moralez, os abusos foram descobertos quando uma das meninas comentou com a mãe que havia “sido tocada” nas partes íntimas pelo acusado. “O suspeito, até então, era uma pessoa acima de qualquer suspeita. Casado, com dois filhos, frequentador da igreja desde 2002 e professor de religião”, afirmou o titular do 2º DP da cidade. 

Após a mãe de uma das vítimas tomar conhecimento do suposto abuso, comunicou o fato ao pastor da 1ª Igreja Batista. Moralez acrescentou que o pastor chamou o professor de religião para confirmar a denúncia. Quando o suspeito foi questionado sobre o abuso, ele teria confessado. Por causa disso, a mãe da jovem registrou um boletim de ocorrência, em 19 de setembro. 

O professor foi chamado à delegacia, onde segundo o delegado confessou oito crimes. No dia 20, a prisão temporária de 30 dias do acusado, solicitada pela polícia, foi decretada pela Justiça. “Solicitamos a prisão dele, pois havia a suspeita de ele fugir da cidade”, afirmou o delegado.

O acusado teria informado à polícia que, nos últimos três anos, cometeu os abusos contra as vítimas em eventos da igreja, como festas e em um acampamento de férias, e também quando o suspeito ficava sozinho na sala de aula com as menores. As investigações continuam para identificar eventuais novas vítimas.

Moralez disse ainda que o professor de religião está preso em Sorocaba (99 km de SP), para que sua integridade física “seja garantida”. Dos nove casos, ele já foi indiciado por sete. 

OUTRO LADO

A 1ª Igreja Batista de Amparo afirmou “estar triste”, além de condenar as nove acusações feitas contra seu agora ex-professor de religião. “Lidamos com o fato como tem que se lidar: informando e dando apoio às famílias das vítimas e procurando a polícia e Ministério Público”, afirmou por telefone um representante da igreja, que não se identificou.

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TSE pede números que fizeram disparos pelo WhatsApp nas eleições

11 de outubro de 2019, 07:33

O ministro Jorge Mussi, corregedor da Justiça Eleitoral no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou nesta quinta-feira (10) que todas as operadoras de telefonia celular informem os números das linhas usadas por quatro agências de comunicação suspeitas de terem feito disparos em massa pelo WhatsApp durante a eleição de 2018.

As operadoras terão três dias, a partir da data da notificação, para responder ao tribunal. A determinação se estende a sócios de 3 das 4 agências de comunicação suspeitas.

A decisão foi no âmbito de uma Aije (ação de investigação judicial eleitoral) ajuizada pelo PDT após a publicação de reportagem do jornal Folha de S.Paulo intitulada “Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp”, em 18 de outubro de 2018.

A ação investiga se a campanha do então candidato e hoje presidente da República, Jair Bolsonaro, se beneficiou de algum modo dessa prática, que é considerada ilegal.

Além dessa Aije, existe uma outra, ajuizada pela chapa do candidato derrotado Fernando Haddad (PT), que trata do mesmo tema e pede a cassação do diploma de Bolsonaro caso seja confirmado o abuso de poder econômico em seu benefício.

As agências alvo da medida são Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market, citadas na reportagem de outubro de 2018. Dessas, somente o sócio da Quickmobile Peterson Querino não foi alvo da determinação de Mussi.

Querino foi excluído das ações que tratam do assunto no TSE porque, segundo o ministro, a Justiça não conseguiu localizá-lo para intimá-lo para apresentar defesa.

A partir dos números registrados em nomes das agências de comunicação, o ministro deverá buscar saber se o WhatsApp bloqueou essas linhas ou adotou outras medidas relacionadas a elas.

No entanto, reportagem da Folha de S.Paulo, de dezembro de 2018, mostrou que agências compravam centenas de chips de celular e os registravam em nome de terceiros, de forma fraudulenta, e não em nome próprio ou de seus sócios, como mostrou documento de um ex-funcionário da Yacows apresentado por ele à Justiça do Trabalho e obtido pelo jornal.

Portanto, a medida de obter os números registrados em nome das agências tende a ser pouco eficaz para a investigação sobre disparos em massa na campanha.

Conforme noticiou a Folha de S.Paulo na terça-feira (8), o WhatsApp admitiu nesta semana, pela primeira vez, que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas.

“Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios maciços de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas”, afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo, na Colômbia. 

Em 19 de outubro de 2018, um dia após a publicação da primeira reportagem sobre o tema, o aplicativo enviou notificação extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market determinando que parassem de fazer envio de mensagens em massa, como também informou o jornal à época.

Nas ações no TSE, a campanha de Bolsonaro negou ter contratado ou solicitado que empresários contratassem agências para efetuar disparos maciços pelo WhatsApp. 

A decisão de Mussi foi tomada de ofício, sem que as partes pedissem esse tipo de produção de provas, como a jurisprudência da corte autoriza, segundo o ministro. 

Outras medidas solicitadas pelo PDT, autor da ação, como quebras de sigilo, não foram autorizadas porque, segundo Mussi, não se pode tomar decisões nesse sentido com base em notícias de jornal.

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Criança de 9 anos é acusada de matar cinco pessoas nos EUA

10 de outubro de 2019, 11:29

Foto: Reprodução

Uma criança de 9 anos foi detida por assassinar três crianças e dois adultos em um trailer no estado americano do Illinois. Ela também foi indiciada por incêndio culposo, segundo o jornal The Guardian. O nome e o sexo da criança não foram divulgados.

Entre as vítimas estão um homem de 34 anos, uma mulher de 69 anos, uma criança de um ano e outras duas crianças de apenas dois anos. O crime aconteceu em um trailer na cidade de Goodfield, a cerca de 240 quilômetros de Chicago, no dia 6 de abril.

Uma criança tão jovem não era acusada de assassinato em massa desde 2006. A polícia, agora, espera descobrir mais detalhes do suspeito, inclusive se tinha algum tipo de relacionamento com as vítimas.

A criança receberá um advogado e será analisada antes do julgamento. De acordo com as leis do estado de Illinois, um suspeito menor de 10 anos não pode ser detido e nem ser levado a júri público. No mês passado, uma criança de 9 anos também foi acusada de atirar na mãe no estado americano de Michigan, vizinho a Illinois.

 

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Prefeito de Florianópolis sanciona lei que proíbe venda e uso de agrotóxicos na cidade

10 de outubro de 2019, 07:51

Projeto foi aprovado pelos vereadores em setembro deste ano e ainda depende de regulamentação para entrar em vigor.

 

O prefeito de Florianópolis Gean Loureiro (sem partido) decidiu sancionar integralmente a lei que proíbe qualquer tipo de produção agrícola, pecuária ou extrativista que utilizem agrotóxicos na cidade. A proposta partiu da Câmara de Vereadores e havia sido aprovada em setembro.

Com a sanção do prefeito, a Capital de Santa Catarina passa a ser conhecida como “Zona Livre de Agrotóxicos”, conforme prevê o texto da lei. A lei impõe que qualquer tipo de defensivo agrícola que tenha na fórmula componentes que possam ter propriedades cancerígenas, mutagênicas ou carcinógenas estão proibidos de serem armazenados, vendidos ou utilizados, sob pena de multa.

Para entrar definitivamente em vigor, falta apenas a regulamentação, que deverá ficar pronta em 180 dias. O decreto da prefeitura deverá definir, entre outras coisas, o valor da multa a ser cobrada de quem infringir a lei.

A nova legislação prevê que apenas insumos agrícolas destinados exclusivamente à produção orgânica possam ser comercializados no município.

A iniciativa foi apresentada na Câmara pelo vereador Marquito (PSOL). Ele defende que a proposta tem como objetivo fomentar a produção orgânica e agroecológica no município.

Em muitos bairros afastados do Centro, ainda há produtores de hortaliças e até pequenas criações de gado.

Venda de produtos não está contemplada

A lei que foi sancionada por Gean Loureiro trata exclusivamente da produção agropecuária da cidade. Em nenhum ponto do texto consta algum tipo de proibição à venda de itens de feitos em outros lugares e que possam ter algum tipo de agrotóxico no processo produtivo.

Por outro lado, a própria lei prevê que o município incentive a produção rural orgânica e sustentável, bem como dar incentivos fiscais aos agricultores, para que eles possam fazer a transição dos modelos industriais para o cultivo de produtos sem o uso dos agrotóxicos. A medida, segundo o texto, tem como objetivo minimizar o impacto para os produtores locais.

Principais pontos do projeto

– Institui e define como Zona Livre de Agrotóxicos a produção agrícola, pecuária, extrativista e as práticas de manejo dos recursos naturais de Florianópolis.

– Veda a produção, a comercialização e o uso de quaisquer agrotóxicos, sob qualquer tipo de mecanismo ou técnica de aplicação, considerando o grau de risco toxicológico dos produtos utilizados.

– Quem descumprir a lei será penalizado, inicialmente, com advertência. Depois, será aplicada multa.

– Caberá à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Planejamento e Desenvolvimento Urbano a fiscalização e a aplicação das penalidades e multas previstas na lei.

– A definição sobre o valor da multa ficará a cargo do Poder Executivo na regulamentação da lei.

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Chocolate da Bahia é premiado em São Paulo durante congresso nacional para mulheres

10 de outubro de 2019, 06:38

Foto: Reprodução

O chocolate da marca Natucoa, com teor de 70% cacau, produzido pela Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), foi um dos premiados no Prêmio Brasil Artesanal 2019 Chocolate, realizado durante o 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que acontece, até esta quarta-feira (09), em São Paulo, com o tema AGIR – Ação Global: Integração de Rede. A iniciativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).

Foram premiados chocolates artesanais fabricados por mulheres, a partir de amêndoas de cacau produzidas na Bahia. O chocolate da Natucoa ficou em 3º lugar, entre os cinco premiados, incluindo chocolates produzidos em São Paulo (1º colocado), Bahia (2º e 3º), Minas Gerais (4º) e Bahia (5º colocado). O prêmio integra o Programa de Alimentos Artesanais e Tradicionais do Sistema do CNA e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e tem o objetivo de valorizar os chocolates artesanais produzidos por mulheres.

A Coopessba já vem trabalhando há tempo para a melhoria da qualidade da amêndoa do cacau e o aumento da produção, mas, a partir da seleção no edital de Alianças Produtivas do Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), foi possível contratar uma técnica agrícola, que está prestando assistência técnica às 127 famílias atendidas pela cooperativa, além de possibilitar a contratação de mais duas profissionais que estão atuando na qualificação da base produtiva e nas ações voltadas para gestão e acesso ao mercado, que estão viabilizando o aumento da renda das famílias produtoras de cacau e a melhoria na qualidade da amêndoa de cacau.

“Com os investimentos foi possível focar no aumento da produtividade e trabalhar para a produção do cacau de qualidade. Participar do concurso e estar entre as cinco colocadas para nós é uma grande satisfação e gratificação. Agradecemos muito aos investimentos feitos por meio da CAR/SDR, no âmbito do Bahia Produtiva. Trabalhando com foco, tentando levar cada vez mais qualidade para as mesas das pessoas, com produtos feitos sem conservante, aromatizantes e com preço acessível, para que também os produtores possam consumir esses produtos já processados”, destacou Carine Assunção, presidente da Coopessba, explicando que a premiação chega mesmo sendo a marca Natucoa sendo nova no mercado, com menos de um ano de divulgação.

A Copessba, que possui cerca de 80% do quadro da diretoria composto por mulheres, foi contemplada neste ano de 2019 com o selo de certificação da Identificação Geográfica (IG) do Cacau, que garante a qualidade e a rastreabilidade desse cacau, com numeração de lote, identificando o produtor e localização. A cooperativa está em processo de certificação participativa de produção orgânica. Por meio do edital, os investimentos na cooperativa são da ordem de R$ 1,1 milhão, que incluem ações como a ampliação da capacidade produtiva e o desenvolvimento de nova marca e embalagens.

De acordo com o assessor do Bahia Produtiva, Guilherme Martins, a qualidade da amêndoa de cacau é o grande ativo das cooperativas da agricultura familiar que atuam com essa cultura: “Investimentos na qualificação da base produtiva, nas melhorias dos processos de gestão, de rastreabilidade, de certificação, são fundamentais para o melhor posicionamento dos produtos no mercado. A premiação é um excelente resultado do projeto e sinaliza que a parceria entre cooperativa, governo e empresas parceiras é assertiva e permite um melhor posicionamento dos produtos em mercados mais competitivos, que valorizam a qualidade, a origem e os valores de sustentabilidade que estão presentes na linha da Natucoa”.

A Coopessba, sediada em Ilhéus, produz ainda o achocolatado em pó Choco Vita, os chocolates Natucoa nas versões 56%, 70% e 80% de cacau, nibs, cacau em pó, chocolate em pó e geleia de cacau.

Ascom/SDR-BA

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