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Mulher encontrada morta em casa foi vítima dos próprios cães

06 de novembro de 2019, 09:47

Foto: Reprodução

Mulher tinha resgatado os dois Grand Danois há dois anos e um estava mais agressivo, de acordo com o companheiro, mas ela não o quis abandonar. Incidente aconteceu no estado norte-americano de Ohio.

 

Mary foi encontrada sem sentidos pelo companheiro, Mark Matthews, que estava viajando fazia dois dias. A mulher estava numa poça de sangue, no banheiro, e tinha várias marcas de mordidas nas pernas e nos braços.

Ela foi levada para o hospital, mas acabou não resistindo aos ferimentos, uma vez que tinha perdido muito sangue.

As autoridades esclarecem que Mary conseguiu pôr os cães fora de casa antes de ter ficado sem sentidos, mas não se apercebeu da gravidade dos seus ferimentos. Em casa, foram encontradas provas de que ela mudou roupa e tentou limpar o sangue com toalhas.

Segundo a polícia Mary sofria de alcoolismo crônico e tomava vários tipos de medicação, fato que poderá explicar a sua ausência de ação perante os ferimentos. “Devido ao seu histórico, acreditamos que ela poderia não estar com o julgamento desimpedido para avaliar a severidade dos seus ferimentos e não chamou ajuda”, afirma o relatório policial, publicado pela CNN.

Não se sabe o que teria motivado o ataque, mas os dois animais – dois Grand Danois “grandes mas magros” – foram encontrados pela polícia no quintal da residência, levados para um veterinário e sofreram eutánisa.

O companheiro da vítima afirmou que os cães foram resgatados por ela num abrigo para animais, dois anos antes. Mark disse que um deles, porém, estava ficando muito agressivo, tendo mordido o seu braço uma vez. “Eu queria me livrar dele, mas ela não deixou. Ela adorava animais”, afirmou o homem.

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Suplementos vitamínicos podem alterar resultados de exames

06 de novembro de 2019, 09:43

Foto: Reprodução

Muitos pacientes acreditam que por ser um suplemento alimentar não é necessário passar essa informação no momento do exame, mas alguns produtos contêm doses que ultrapassam o indicado e podem interferir nos resultados.

 

Os brasileiros estão cada vez mais vaidosos. Só em 2018, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Suplementos Nutricionais e Alimentos para Fins Especiais (Brasnutri), o setor registrou faturamento de R$2 bilhões, 8,5% a mais do que no ano anterior. Para esse ano, a expectativa é encerrar o ano com crescimento acima de 11%.

Um dos suplementos que tem conquistado cada vez mais adeptos são os chamados suplementos vitamínicos. Vendidos em cápsulas e em pó, muitos são indicados para evitar a queda de cabelo, fortalecimento das unhas, melhoria do bem-estar geral e ganho de energia nas academias.

Apesar dos benefícios que são oferecidos, o uso de alguns suplementos de forma inadequada ou com doses que ultrapassam o recomendável podem causar alguns efeitos indesejados, como alteração de resultados de exames, como é o caso da Biotina. Conhecida também como vitamina B7, ela atua na formação da pele, unhas e cabelo, na utilização dos hidratos de carbono e na síntese de ácidos graxos.

“O problema é que a Biotina que é vendida nas farmácias possuem doses que podem ultrapassar 600 mg por dia, sendo que o Institute of Medicine (USA), afirma que a ingestão adequada é de 35 a 70 μg/dia”, explica o Dr. Rafael Padovani, biomédico do Laboratório Rocha Lima.A ingestão da Biotina em doses que ultrapassam o indicado pode acarretar em alterações em resultados de exames. “O problema é que muitos pacientes consideram a Biotina como um suplemento alimentar e ignoram esta importante informação quando perguntamos sobre utilização de medicamentos no momento do seu cadastro no laboratório, e isso pode alterar os resultados dos exames”, ressalta Padovani.

Na nossa alimentação, as Biotinas provem principalmente da gema de ovo, fígado, rins, nozes, cereais integrais e alguns vegetais. O suplemento de Biotina em doses que variam de 2 a 15 mg/Kg/dia é indicado no tratamento de algumas doenças genéricas raras, como deficiência da enzima biotinidase, doença mitocondrial neonatal e doenças dos gânglios da base responsiva e tiamina.

“O avanço da tecnologia tornou os equipamentos analíticos muito precisos e exatos, somado ao rigor de uma certificação de Acreditação pelo PALC – Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos, podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que a maioria dos resultados incoerentes e de difícil interpretação podem ser atribuídos a interferentes exógenos, como esses suplementos”, finaliza o biomédico.

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Comissão aprova que igrejas possam receber recursos via Lei Rouanet

06 de novembro de 2019, 09:09

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

A Comissão de Cultura da Câmara de Deputados aprovou nesta segunda (4) um projeto de lei que reconhece a música religiosa e eventos promovidos por igrejas como manifestações culturais que podem utilizar mecanismos de fomento via Lei Rouanet.

Trata-se de um texto substitutivo a um projeto de 2015, do deputado Jefferson Campos (PSB-SP). O projeto original pedia o reconhecimento da “música gospel como manifestação cultural”, no âmbito da Lei Rouanet.

O relator Vavá Martins (Republicanos-PA), em parecer, pediu a substituição da palavra “gospel” por “religiosa”.

A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo, ou seja, caso aprovada, vai direto para o Senado sem precisar passar pelo plenário da Câmara.

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Netflix deixará de funcionar em algumas televisões da Samsung

06 de novembro de 2019, 09:06

Foto: Reprodução

Um representante da Netflix veio a público comunicar que algumas televisões da Samsung deixarão de ser compatíveis com o aplicativo do serviço de streaming, um abandono que se deve a limitações técnicas.

“No dia 2 de dezembro, a Netflix deixará de ser suportada por um número de dispositivos antigos devido a limitações técnicas. Notificamos todos os membros afetados com mais informação a respeito de dispositivos alternativos que suportamos para que continuem usando a Netflix sem impedimentos”, pode se ler no comunicado da Netfix partilhado pelo BGR.

Entretanto, uma página de apoio ao cliente da Samsung confirma que alguns modelos deixarão de ser compatíveis com a Netflix, não especificando ainda assim quais são os dispositivos.

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Silvio Santos é criticado por saudação nazista: ‘inapropriado’

05 de novembro de 2019, 14:00

Foto: Reprodução

Silvio Santos, 88, foi criticado após fazer uma saudação nazista, usada por Adolf Hitler, em seu programa no SBT no último domingo (3).

As criticas surgiram não apenas dos internautas, mas de entidades como a Federação Israelita do Estado de São Paulo. Apesar de não se manifestar oficialmente, a Fisesp divulgou uma declaração do presidente executivo, Ricardo Berkiensztat.

“Tenho certeza que ele não fez isso com a intenção de macular a questão de nazismo ou como manifestação de ódio, porém foi uma brincadeira totalmente inapropriada e um tema com o qual não se brinca, ainda mais Silvio Santos, que tem origem judaica”.

A polêmica aconteceu quando Silvio promoveu um jogo de perguntas e respostas com a plateia de seu programa, no qual uma das questões era “qual o nome do pai de Hitler”. Neste momento, ele usou a saudação nazista.

O programa do último domingo era uma gravação de Silvio que já estava pronta. Ele passou as últimas três semanas sem gravar por conta de uma virose que o tirou até do Teleton, pela primeira vez em 21 anos. Seu retorno é aguardado na sede do SBT nesta terça-feira (5).

De acordo com a emissora, há pelo menos quatro programas para serem exibidos nos próximos domingos até o final de novembro. O repouso de Silvio não afetaria em nada o andamento da programação. A ideia é que ele volte para gravar o programa que vai ao ar em dezembro.

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Tema da redação do Enem, acesso ao cinema é desigual e concentrado no Sudeste

05 de novembro de 2019, 13:56

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Nesse domingo (3.nov.2019), o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) mobilizou mais de 3,9 milhões de candidatos em todo o Brasil, de acordo com balanço do Ministério da Educação. O número equivale a 76,9% dos 5,1 milhões de inscritos – esta é a edição com menor número de inscritos desde 2010. Um dos tópicos da 1ª etapa do exame foi a redação, que teve como tema a “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”.

Em resposta ao ministro da educação, Abraham Weintraub, que classificou a prova como “a cara do governo Bolsonaro”, a UNE (União Nacional dos Estudantes) destacou os cortes no setor audiovisual brasileiro. Em tuíte publicado logo ao fim da 1ª prova do exame, a instituição atribuiu “nota zero” às propostas do governo para a área da cultura.

Segundo o presidente da UNE, Iago Montalvão, a crítica se refere à alegada “ironia do tema” escolhido para a redação. “Demonstra a inversão do papel do Estado em garantir a democratização ao acesso do cinema. Isso se manifesta muito pela desestruturação da Ancine. Uma maneira de enfraquecer a produção cinematográfica”, comentou.

Os dados disponibilizados pelo Observatório Brasileiro do Cinema e Audiovisual mostram a concentração de salas de cinema na região Sudeste, que abriga 1.761 salas. No Nordeste, são 103.578 habitantes por sala: são só 548 telas de cinema em toda a região. Segundo assessoria da Ancine (Agência Nacional de Cinema), no entanto, há “1 crescimento bom” do setor nos estados nordestinos.

O Estado de São Paulo é o principal centro de produção, distribuição e exibição de conteúdos audiovisuais do país. O governo paulista acaba de lançar o ProAV-SP (Programa de Investimento no Setor Audiovisual de São Paulo), com R$ 200 milhões em linhas de crédito e investimento para empresas do setor.

Segundo o secretário da Cultura de São Paulo, Sérgio Sá Leitão, “é importante que os jovens reflitam sobre temas culturais, sobretudo a ampliação do acesso”.

O setor audiovisual contribui hoje em 0,46% do PIB brasileiro. São mais de 300 mil postos de trabalho. “A redação do Enem estimula positivamente essa reflexão. Mais acesso à cultura significa mais desenvolvimento humano e econômico”, afirmou o secretário.

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Presidente da Ancine é acusado de estelionato e falsidade ideológica

05 de novembro de 2019, 13:34

Foto: Pedro França / Agência Senado

O diretor-presidente da Ancine, Christian de Castro, foi denunciado pelo Ministério Público Federal, nesta segunda-feira (4), por crimes crimes de falsidade ideológica, estelionato, uso de documento falso e crime contra ordem tributária. O órgão ainda requer que ele pague R$ 569 mil por dano moral coletivo.

No dia 30 de agosto, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que afastava Castro da Anine. Ele já estava sendo denunciado pelo MPF por denunciação caluniosa, prevaricação, violação de sigilo funcional e associação criminosa. 

No dia 25 de outubro, contudo, ele conseguiu liminar junto ao Tribunal Regional Federal da Segunda Região, para retornar às suas funções na agência reguladora.

A nova acusação diz que Castro constituiu uma empresa do ramo audiovisual com laranjas. Ele teria criado a empresa Supro Limited em 1999, nas Ilhas Virgens Britânicas, por intermédio do escritório Zuñiga y Associados, localizado no Panamá, para que a empresa não ficasse em seu nome.

“Em seguida à constituição da offshore, o denunciado constituiu outra empresa, denominada Supro do Brasil Ltda, cuja sociedade constava como sócia a empresa Supro Limited e o próprio Christian”, continua o documento.

Em 2008 e 2009, Castro teria feito falsa declaração à Junta Comercial de São Paulo omitindo que era o sócio-administrador da Supro Limited, para manter a empresa em funcionamento, com CNPJ válido. Ele ainda teria apresentado uma ata de uma falsa assembleia na qual os funcionários do escritório Zuñiga y Asociados, fingindo serem diretores da Supro Limited, “dariam para Christian uma procuração com total poderes”.

Ainda de acordo com o MPF,  Castro fez uma alteração contratual na Supro do Brasil Ltda para que não mais constasse como parte da sociedade. Em 2017 ele estava sendo cogitado para o cargo de diretor da Ancine e “queria evitar que seu nome fosse rejeitado para o cargo por suas ligações com empresas offshore”. Em seu lugar, entrou sua mulher, Marta Zimpeck.

Christian de Castro teria dado declaração falsa à Receita Federal do Brasil, omitindo que detinha participação societária e era o sócio-administrador da Supro Limited e da Supro do Brasil.

A denúncia lista ainda que ele prestou declaração falsa à Comissão de Ética da Presidência da República, “ao preencher e assinar, em 27 de janeiro de 2018, DCI (Declaração Confidencial de Informações) omitindo que era sócio” das empresas.

Castro nega as acusações. “A defesa de Christian de Castro Oliveira informa que todos os fatos serão esclarecidos perante a Justiça, não procedendo a acusação formulada pelo MPF”, disse o advogado Tiago Lins e Silva. 

Com informações da Folhapress

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EUA pedem mais informações sobre carne bovina do Brasil e mantêm veto ao produto

05 de novembro de 2019, 06:15

Foto: Reteurs

(Reuters) – Os Estados Unidos solicitaram informações adicionais ao governo brasileiro sobre a carne bovina do Brasil e estabeleceram que uma nova inspeção à indústria terá que ser realizada, antes de eventual liberação de embarques do produto in natura aos norte-americanos, segundo informações do Ministério da Agricultura nesta segunda-feira.

Um relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) foi disponibilizado ao governo brasileiro na última quinta-feira, mas as informações frustraram representantes do governo de Jair Bolsonaro.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou a jornalistas que o governo não esperava a manutenção de veto dos EUA.

Para tentar convencer o governo dos EUA a liberar o produto do Brasil, maior exportador global de carne bovina, a ministra Tereza Cristina marcou uma viagem para o próximo dia 17, quando deverá se encontrar com o secretário de Agricultura norte-americano, Sonny Perdue.

A ministra pretende tratar da questão e “acredita que os dois países têm bom relacionamento e chegarão a um entendimento”, segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura.

Os EUA suspenderam as importações de carne bovina in natura do Brasil em meados de 2017, após a detecção de inconformidades nas importações, na esteira de um escândalo de fiscalização sanitária, que envolveu pagamento de propinas por empresas a fiscais.

Em meio às negociações para voltar a exportar carne bovina in natura, o Brasil já concordou em conceder uma cota de 750 mil toneladas em importações de trigo isenta de tarifas para todos os países, incluindo os EUA, normalmente os principais fornecedores dos brasileiros fora do Mercosul.

A cota, contudo, ainda não foi regulamentada.

Além disso, em outro aceno aos EUA, o Brasil elevou em setembro para 750 milhões de litros, ante 600 milhões anteriormente, uma cota para importações anuais de etanol sem tarifa.

Os EUA são os principais exportadores de etanol para o Brasil.

(Por Roberto Samora, com reportagem adicional de Maria Carolina Marcello em Brasília)

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Bebida de arroz: vantagens e desvantagens em relação ao leite de vaca

05 de novembro de 2019, 06:01

Foto: Reprodução

Rica em hidratos de carbono, sem lactose ou gluten. É a bebida de arroz que está fazendo sucesso no momento, e se junta ao time de outras queridinhas dos intolerantes à lactose, como o “leite” de aveia, amêndoa,  soja ou coco. 

Esta bebida é uma opção segura não só para aqueles que são intolerantes à lactose mas também para os que têm alergia à proteína do leite. Atualmente, é muito fácil encontrá-la nos supermercados. 

Vantagens da bebida de arroz:

Contém hidratos de carbono simples e complexos

Ajuda a prevenir doenças cardiovasculares dado o baixo teor de gordura saturada

Ajuda a controlar a pressão arterial

Não contém lactose, facilitando a digestão e sendo uma opção para intolerantes 

Não contém gluten, sendo uma boa opção para celíacos

Aumenta a produção de glóbulos vermelhos no sangue (devido ao ferro adicionado)

Contém um baixo teor de gordura, sendo esta uma vantagem em relação ao leite de vaca.

Desvantagens da bebida de arroz:

Baixo teor de proteína, importante na manutenção e preservação da massa muscular

Baixo teor de gordura, pode dificultar a absorção das vitaminas lipossolúveis A e D

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‘Censura não se debate, censura se combate’, diz Cármen Lúcia

05 de novembro de 2019, 05:58

Foto: Reprodução

“Há uma Constituição democrática em vigor, e é responsabilidade de todos impedir que a liberdade seja de novo restringida, cerceada ou cassada”, declarou.

 

Aministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu no início da tarde desta segunda-feira, 4, a audiência pública que vai subsidiar a análise da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 614, proposta pela Rede Sustentabilidade contra o Decreto 9.919/2019, da Presidência da República, que altera a estrutura do Conselho Superior do Cinema. Esta é a 27.ª audiência pública realizada pelo STF.

A audiência está sendo realizada na sala de sessões da Segunda Turma do STF e transmissão pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal do STF no Youtube.

As informações estão no site do Supremo. Ao abrir a audiência, Cármen enfatizou que o objetivo não é debater a censura no cinema. “Censura não se debate, censura se combate”, ela afirmou.

A ministra destacou que o Brasil venceu os tempos em que não era permitido pensar, produzir ou criar livremente.

“Há uma Constituição democrática em vigor, e é responsabilidade de todos impedir que a liberdade seja de novo restringida, cerceada ou cassada”, declarou.

Durante a tarde desta segunda e a manhã de terça, 5, serão ouvidos especialistas, representantes do poder público e da sociedade civil e pessoas com experiência e autoridade no setor brasileiro responsável pela criação, pela produção e pela divulgação de todas as formas democráticas de expressão artística, cultural e de comunicação audiovisual.

Conhecimentos técnicos

Cármen explicou como o STF utiliza as audiências públicas para se abastecer de conhecimentos técnicos aprofundados e específicos como forma de subsídio para o julgamento de ações que impugnam a validade constitucional de determinadas normas.

Na ADPF 614, a Rede alega que o decreto tem como objetivo censurar a produção audiovisual brasileira por meio do esvaziamento do Conselho Superior do Cinema, responsável pela implementação de políticas públicas de desenvolvimento da indústria cinematográfica nacional.

Segundo Cármen, “o ser humano precisa produzir o Direito para viver com civilidade e produzir cultura para viver com humanidade”.

“A cultura é a expressão da história de cada povo, que se conta pelo teatro, pela música, pela literatura, pelo cinema, pela pintura, pela dança. Nunca vi a história de qualquer povo ser narrada em moedas”, disse.

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