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Denúncia do MP-RJ contra Flávio Bolsonaro gera repercussão na mídia internacional

04 de novembro de 2020, 15:22

Foto: Reprodução

Adenúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) repercute na mídia internacional nesta quarta-feira, 4. O filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa por um esquema de “rachadinha” no seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Os veículos internacionais destacam os reflexos da denúncia para a imagem do presidente da República. O Financial Times, por exemplo,classifica o incidente como um “constrangimento” para o presidente. O jornal relembra que há poucas semanas, o mandatário afirmou ter dado fim à corrupção no Brasil ao falar sobre o fim da Lava Jato.

Bloomberg também citou a operação ao relembrar o afastamento do ex-ministro Sérgio Moro após o presidente ter sido acusado de querer interferir na Polícia Federal para blindar o filho mais velho das investigações. Para o jornal, a denúncia do MP-RJ é “mais uma dor de cabeça jurídica” para o mandatário, que segundo a publicação, se elegeu com uma “forte plataforma anti-corrupção em 2018”.

Na mesma linha, o britânico The Guardian compara o presidente com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, ao dizer que Bolsonaro se apresentou na campanha eleitoral como um “forasteiro da política e cruzadista anticorrupção que tiraria o Brasil da lama”. Essa reputação tem se desfeito por causa de suspeitas em relação a Flávio, assim como denúncias contra os outros filhos, Carlos e Eduardo Bolsonaro, “envolvendo irregularidades financeiras e disseminação de informações falsas”, segundo o veículo.

“O caso aumentou a tensão política no Brasil, colocando a família Bolsonaro contra o Judiciário e a mídia”, diz a notícia do Wall Street Journal sobre o caso. O jornal destacou a ameaça do presidente a uma jornalista em agosto após ser perguntado sobre transferências bancárias feitas por Fabrício Queiroz à primeira dama, Michelle Bolsonaro. Queiroz é um dos 16 ex-funcionários de Flávio Bolsonaro mencionados na denúncia do MP-RJ.

Sobre o ex-assessor, o veículo argentino Clarín relembra que Queiroz foi preso em junho do ano passado na residência de um dos advogados da família Bolsonaro. O texto, originalmente publicado pela agência EFE, diz que “o caso não afeta diretamente o chefe de Estado”, mas destaca que foram as investigações desse caso que identificaram os depósitos feitos de Queiroz para a primeira dama.

Ainda sobre ele, o também argentino La Nación menciona que algumas linhas de investigação ligam o ex-assessor, que cumpre prisão domiciliar, “às temidas milícias paramilitares do Rio de Janeiro”. O veículo pontuou ainda que “essa é a primeira denúncia contra um membro da família Bolsonaro desde que o mandatário assumiu o cargo em 2019”.

Fonte: Notícias ao Minuto 

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Trágico ou cômico? A escolha é sua

04 de novembro de 2020, 14:38

* Por Gervásio Lima  –  
Seria trágico se não fosse cômico, ou seria cômico se não fosse trágico? Para o momento que vive o mundo, em especial o Brasil, essas celebres frases se encaixam de trás para frente e de frente para trás; tão confusa e bagunçada a vida de boa parte da população. A forma da pronuncia não seria o fato relevante neste instante. Como na matemática, ‘a ordem dos fatores não altera o produto’, ou seja, na soma de dois diferentes números, não importa a ordem em que estejam, o resultado é sempre o mesmo.

Incerteza, atribulação, intolerância, medo e outros sentimentos ruins estão permeando cotidianamente as sociedades. A ansiedade e a angústia convivem lado a lado, provocando apreensões e sofrimentos coletivos. Incitação ao ódio, disputa de poder, perda de direitos, desemprego, fundamentalismo, intolerâncias religiosas, de raça e de gênero, violência desenfreada e a pandemia são os principais temas da atualidade, onde a falta de empatia é uma realidade e já está causando prejuízos nas relações humanas.

O cômico se transformou em sátiro e ao invés de engraçado e fazer rir (expressando alegria) passou a ser maledicente e sarcástico. Piadas de mau gosto, com significados dúbios são contadas irresponsavelmente até mesmo por aqueles que deveriam ser e dar exemplos, mas preferem pregar o conflito embasado em mentiras descabidas.

Como uma espécie de ‘tsunami cívico’, comportamentos indecorosos têm levado o Brasil a um desastre moral nunca visto na história, com perdas de credibilidade, identidade e de protagonismo em diversas áreas. De lugar de destaque no mundo, a ‘nação canarinho’ sucumbe ao fracasso.

Errar sem saber que está errando é inocência, enquanto que saber quer irá cometer um erro é um ato criminoso e desumano. Criar condições para que o semelhante sofra é ir de encontro a todos os princípios sociais e bíblicos, para os cristãos. Viver em comunidade é dividir o espaço de forma igualitária, agindo de forma que todos sejam beneficiados com os mesmos direitos. O individualismo tem tornado as pessoas cada vez mais egoístas e instaurando um inédito desequilíbrio social.

Está aí o tamanho da responsabilidade da escolha consciente daqueles que serão os representantes nas câmaras e prefeituras dos municípios brasileiros. Ao se encontrar com a urna eleitoral, na cabine de votação, é bom lembrar que a soberba é um dos piores defeitos do ser humano. Na Escritura Sagrada “a soberba precede a queda, comanda as intenções do mentiroso e dirige a vida do ladrão”, por tanto é sempre bom atentar para o que está escrito: ‘o orgulho leva à destruição, e o espírito arrogante, à ruína’.


* Jornalista e historiador

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Covid-19: Afinal, devo usar luvas além de máscara?

03 de novembro de 2020, 16:24

Foto: Reprodução

Ouso de luvas descartáveis parece ser uma tendência crescente entre os cidadãos que tentam se proteger do novo coronavírus. Contudo, será que a utilização deste acessório é realmente necessária para travar a pandemia?

Não, a maioria das pessoas não necessita de usar luvas em espaços públicos, conforme explica um artigo publicado no jornal San Francisco Chronicle.

Anne Liu,médica de doenças infecciosas e professora associada clínica na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, afirma que a probabilidade do uso de luvas evitar o contágio pelo novo coronavírusé “bastante menor do que ao usar máscara”.

Por uma razão específica: se por um lado, alguns micróbios não conseguem sobreviver na pele humana; por outro lado, determinados germes prosperam e multiplicam-se nos materiais comumente utilizados no fabrico das luvas, comenta a especialista.

“A minha preocupação é que as pessoas quando usam luvas tenham uma falsa sensação de segurança, e se sintam mais relaxadas quanto às duas coisas principais que estão sendo encorajadas pelas autoridades de saúde atualmente: manter o distanciamento social e lavar as mãos”, diz Liuao San Francisco Chronicle.

A médica conta que já viu indivíduos na rua de luvas esfregando a testa, tocando nos óculos, mexendo na carteira e em seguida tocando em superfícies partilhadas, e que assistiu ainda a outros comportamentos de risco que espalham ativamentegermes e derrotam o intuito inicial de usar o acessório.

Mais ainda, as luvas têm de ser adequadamente retiradas das mãos para segurança dos utilizadores, evitando a propagação do víruse tal consiste em virá-las ao contrário durante a remoção e jogá-las de imediato no lixo.

“É simplesmente melhor não usar luvas, tenha sempre gel desinfetante e use-o com frequência”, salienta Liu.

Fenyong Liu, professor de doenças infecciosas naBerkeley’s School of Public Health, na Universidade de Berkeley, na California, partilha a mesma opinião.”Basta lavar e desinfetar as mãos regularmente”, reforça. “Não há necessidade em usar luvas”.

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Bahia sedia maior evento da gastronomia mundial: vem aí o Terra Madre Brasil

03 de novembro de 2020, 15:43

Foto: Divulgação/SDR

Com atividades gratuitas para agricultores familiares, educadores, formadores de opinião e cozinheiros, vem aí a 3ª edição do Terra Madre Brasil (TMB), que acontece entre os dias 17 e 22 de novembro de 2020, em formato online. É o maior evento da gastronomia mundial, e vai reunir as Comunidades Slow Food no Brasil.

Inteiramente dedicado à comida de verdade, o Terra Madre traz rodas de conversa, diálogos, oficinas do gosto, espaços educativos dedicados à cultura alimentar, apresentações artísticas, entre outras atrações, que têm o intuito de compartilhar ideias e questões, projetos da sociedade civil, políticas públicas e alianças com o setor privado, na busca de estratégias comuns, em um contexto de celebração da riqueza, da sociobiodiversidade de diferentes culturas alimentares do Brasil.

Participam da programação a ativista Bela Gil, o presidente da Associação Slow Food do Brasil, Georges Schnyder, o fundador do movimento Slow Food, Carlo Petrini, a ativista e jornalista Soledad Barruti (Argentina), e muita gente ligada ao segmento. Serão realizadas apresentações artísticas, show com nomes como Chico César e Alessandra Leão, documentários e muito bate-papo.

O Terra Madre Brasil 2020 será uma correalização da Associação Slow Food do Brasil e do Governo do Estado da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

O coordenador de Inteligência de Mercado do projeto Bahia Produtiva, Guilherme Souza, explica a importância de um evento como esse em Salvador: “Essa nova relação entre quem consome e quem produz encontrou na Bahia um ambiente próspero a partir de políticas públicas que valorizam a agricultura familiar, personagem central pelo lado da oferta nesta relação. Salvador é a cidade no Estado que concentra o maior número de consumidores e que, a partir do evento, e no seu legado, pode se transformar em um local onde esse conceito possa se tornar um ativo, um valor. Então, para a cidade são fundamentais eventos dessa natureza, que produzam legados para além dos dias de atividades”.

São mais de 50 atividades, 800 pessoas já pré-inscritas, 300 agricultores familiares e camponeses, além de milhares de ativistas de vários lugares do mundo, que aguardam pela edição brasileira do Terra Madre. Confira a programação completa no site www.terramadrebrasil.org.br

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Um asteroide metálico vale US$ 10 quintilhões, mais que toda a economia da Terra

02 de novembro de 2020, 22:53

Foto: Reprodução

Um asteroide descoberto no século XIX com órbita no cinturão entre Marte e Júpiter pode ser mais valioso que toda a economia da Terra. Um estudo publicado semana passada no Planetary Science Journal revelou que 16 Psyche, de 225 quilômetros de diâmetro, é inteiramente formado por ferro e níquel, que valeriam na cotação dos metais cerca de US$ 10 quintilhões.

O valor representa mais de 10 mil vezes o valor do PIB (produto interno bruto) do mundo inteiro em 2019 —que, segundo o Banco Mundial, foi de US$ 87 trilhões. Mas não há planos para minerar o gigante espacial. Por isso esse número é apenas curioso e não realmente prático.

“Nós já observamos meteoritos que são formados majoritariamente por metal, mas o Psyche pode ser único por ser um asteroide totalmente feito de ferro e níquel” — afirmou Tracy Becker, pesquisadora do Southwest Research Institute e líder do estudo.

A novidade é que ele está enferrujando. “Fomos capazes de identificar pela primeira vez em qualquer asteroide o que pensamos serem bandas de absorção ultravioleta de óxido de ferro”, disse Tracy Becker. “Esta é uma indicação de que está acontecendo um processo de oxidação no asteroide, o que pode ser resultado dos ventos solares atingindo a sua superfície.”

Para comprovar as observações realizadas pelo Hubble, a Nasa prepara o lançamento de uma espaçonave que viajará até o asteroide, como parte de um esforço maior para compreensão das origens dos núcleos planetários.

A missão está programada para 2022, com chegada no asteroide prevista para 2026. Como asteroides metálicos são relativamente raros, o 16 Psyche oferece aos cientistas uma oportunidade única para observar como seria o núcleo de um planeta.

 

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Por que os EUA votam sempre numa terça-feira de novembro?

02 de novembro de 2020, 17:43

Foto: Reprodução

No século 19, a agenda dos americanos era cheia, de modo que havia dificuldade para definir qual o melhor dia para escolher o novo presidente. A lei que define a terça-feira como o dia da votação nos EUA, assinada em 1845, foi feita para se encaixar na rotina da época.

Na quarta, era a vez de ir às compras, em feiras e mercados, o que também envolvia pequenas viagens. E o sábado ficou de fora por ser o dia sagrado dos judeus.

A lei também determina que a votação ocorra na terça-feira após a primeira segunda-feira de novembro, de modo a evitar coincidência com a festa de Todos os Santos, em 1º de novembro.E novembro foi escolhido por ser um período entre o final das colheitas e antes do inverno no hemisfério norte, cujas tempestades rigorosas dificultam as viagens.

Nos anos 1840, ir à urna era um evento, para o qual as pessoas colocavam suas melhores roupas e muitas vezes levavam a família, embora apenas os homens brancos pudessem votar.

Mantida desde então, a opção pela terça-feira gera criticas. A principal delas é que a data é atualmente um dia cheio de atividades, o que exige que os eleitores encontrem tempo para ir à sessão eleitoral em meio à rotina de trabalho ou de aulas. O dia da votação não é um feriado no país.

Com as dificuldades de acesso, muita gente não vai. Na segunda metade do século 19, o comparecimento gravitava em torno de 70% a 80% dos adultos aptos a votar. Desde 1968, esse número fica quase sempre abaixo de 60%. O voto nos EUA não é obrigatório.

A decisão pela mudança de data cabe ao Congresso. A Constituição americana não define a data nem as condições para a realização das eleições. Assim, antes da lei de 1845, cada estado escolhia um período diferente para a escolha presidencial, o que gerava confusão.

Algumas iniciativas foram criadas nos últimos anos para tentar mudar o dia de votar, sem sucesso. O principal argumento é o de que realizar a votação aos fins de semana ou em um feriado levaria mais gente à urna, aumentando a participação popular.

Já os defensores da terça dizem que se trata de uma tradição centenária e que seria mais difícil recrutar trabalhadores para atuar nas seções aos fins de semana.

Neste ano, a pandemia de coronavírus tem ajudado a modificar esse cenário. Com o medo de contágio e de aglomerações no dia 3 de novembro, houve campanhas para estimular a participação pelo correio, e mais estados passaram a permitir votação antecipada. Neste ano, 45 dos 50 estados americanos adotaram o modelo, segundo levantamento do site Business Insider.

Nessas regiões, as seções ficam abertas por dias ou semanas antes do dia oficial do pleito. Lá, os eleitores depositam as cédulas que receberam pelo correio ou obtêm uma na hora, a depender do estado.

Assim, em vez de escolher apenas um dia da semana, os americanos podem acabar expandindo de vez o modelo de votação em várias datas possíveis, opção mais condizente com uma época de rotinas cheias, porém mais flexíveis. Até a publicação desta reportagem, 94 milhões de pessoas já haviam participado do pleito antes da data oficial, um recorde, de acordo com dados compilados pelo US Elections Project.

No Ocidente, o domingo é o dia mais comum para escolher um novo governo. A data é a preferida na América Latina e na Europa. Já o sábado tem poucos adeptos, como Austrália e Nova Zelândia.

A votação em dias de semana é mais frequente em locais que um dia foram colônias do Reino Unido –que vota numa quinta-feira. Canadá e Guiana preferem as segundas. A África do Sul, as quartas-feiras.

A Irlanda costuma eleger políticos em sextas-feiras. Na Índia, onde há cerca de 900 milhões de pessoas aptas a votar, a votação é feita em várias datas, em etapas espalhadas entre dias úteis e fins de semana.

Fonte: Folhapress 

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Mulher perde 15 dentes após procedimento incorreto: “sinto vergonha de sorrir”

02 de novembro de 2020, 15:01

Foto: Reprodução

A autônoma Michele Lima, de 38 anos, perdeu 15 dentes por conta de um procedimento odontológico realizado incorretamente. De acordo com ela, há cerca de três meses, seus dentes começaram a quebrar e ela precisou arrancá-los. As informações são do G1.

Michele, que mora em Santos, no litoral de São Paulo, contou ao G1 que teve fraturas na mandíbula após sofrer um acidente de trânsito. Na época, ela precisou utilizar pinos e peças de platina, além de um aparelho dentário, para corrigir a dentição.

No entanto, em agosto deste ano a autônoma começou a sentir fortes dores nos dentes e na gengiva. Ao passar por consultas com dentistas, ela descobriu que seus dentes estavam quebrando.

“O dentista explicou que meus dentes estavam quebrando de dentro para fora, pela raiz, e que precisaria arrancar. Tirou mais ou menos 15 dentes da parte de trás. Agora, só sobraram os dentes da frente, que também estão quebrados”, afirmou Michele ao G1.

Conforme a autônoma, o dentista atual também explicou que o aparelho utilizado no reparo da dentição, aplicado após o acidente, foi instalado incorretamente. “O aparelho só colocou meus dentes no lugar, mas não apertou. O dentista explicou que isso deixou eles fracos com o tempo e agora eles quebraram”, disse ao G1.

“Hoje, eu sinto vergonha de sorrir, de conversar, não consigo me olhar no espelho, muito menos tirar foto sorrindo”, desabafou a autônoma. Ainda segundo Michele, os especialistas apontaram a colocação de próteses dentárias como solução para o problema.

Como o convênio dela não cobre o implante, ela criou uma campanha de arrecadação virtual. “Não consigo custear o implante, minha autoestima está lá embaixo”, finaliza.

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Entenda a origem e o significado do Dia de Finados

02 de novembro de 2020, 14:46

Foto: Notícia Limpa

Na tradição da Igreja Católica, 1º de novembro é comemorado o Dia de Todos os Santos, quando se reza por aqueles que morreram em estado de graça, com os pecados perdoados. O dia seguinte foi considerado o mais apropriado para fazer orações por todos os demais falecidos, que precisam de ajuda para serem aceitos no céu.  É por isso que no dia 2 de novembro se celebra o dia de Finados.

Os primeiros registros de orações pelos cristãos falecidos datam do século 1, quando era costume visitar túmulos de mártires. No ano 732, o papa Gregório III autorizou os padres a realizar missas em memória dos falecidos.

Não demorou para o 2 de novembro ser adotado em toda a Europa. Com a chegada do ano 100, acreditava-se que o mundo acabaria, por isso era preciso rezar para as almas saírem do purgatório antes disso.

A partir do século 15, o feriado se espalhou pelo mundo. Cada parte do mundo celebra esta data a seu modo. No México, por exemplo, existe a chamada “Festa dos Mortos”  que une a celebração católica a antigos rituais astecas. Já no Brasil, a tradição é ir aos cemitérios levar flores, acender velas e rezar pelos entes queridos que já morreram.

 

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Anatel abre consulta pública sobre migração de emissoras AM para FM

02 de novembro de 2020, 14:33

Foto: Reprodução

AAgência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou em consulta pública a abertura de novos 360 canais de rádio em frequência modulada, conhecida popularmente como FM. O objetivo é abrir espaço para emissoras que hoje transmitem em ondas moduladas, conhecidas como AM, para a transição à nova faixa.

Serão atendidas 17,4% emissoras AM. Quando considerado o total de estações FM, a ampliação será de cerca de 5%. De acordo com a Anatel, com essa transição a demanda por novos canais será regularizada, concluindo o processo de transição.

A transferência entre as faixas foi uma política a partir da demanda das emissoras. A Anatel recebeu no total 1.659 solicitações. Até agora, 1.256 já foram atendidas. Com esta consulta pública, os 365 restantes serão resolvidos.

A migração destes canais era impossível, pois a quantidade de estações já havia chegado ao limite do que o espectro de radiofrequências comporta nas cidades. Contudo, uma nova norma permitiu o uso de uma faixa maior do FM, que em vez de começar no 88 terá início no 76.

Segundo o superintendente de Outorgas e Recursos à Prestação da Anatel, Vinícius Caram, há emissoras que reclamaram da inserção na faixa do FM estendido. “Todos querem ficar na faixa convencional, de 88 a 108. É natural ter receio de não estar na faixa convencional. Mas temos portaria do Ministério da Economia incentivando equipamentos de FM a terem o dial do 76 a 108”, pontua.

No site da Agência é possível acessar a consulta. No texto da sondagem estão discriminados os canais por cidade, com informações sobre cada um deles. As contribuições podem ser submetidas até o dia 9 de novembro.

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55% deixaram de pagar alguma conta em outubro por causa da pandemia

31 de outubro de 2020, 10:00

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Levantamento do PoderData mostrou que 55% dos brasileiros deixaram de pagar alguma conta por causa da crise econômica gerada pela pandemia de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O percentual oscilou para baixo em 2 pontos em relação aos últimos 2 levantamentos, feitos no final de setembro e no meio de outubro. Em ambos, 57% afirmaram ter deixado de honrar com compromissos financeiros no período.

A porcentagem de pessoas que afirmou ter pago as contas ficou em 42%. O índice subiu 3 pontos percentuais em relação à última pesquisa.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData divisão de estudos estatísicos, do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 26 a 28 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 488 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os brasileiros que representem de forma fiel o conjunto da população.

highlights demográficos

Quem mais deixou de pagar as contas são aqueles que não tem renda fixa ou estão desempregados (73%) e os que tem de 25 a 44 anos (63%).

Na distribuição por regiões do país, apenas 2 em cada 10 moradores do Norte afirmam não ter tido problema com as contas. No Nordeste são 65% os inadimplentes.

O grupo que teve menos problemas com as contas, foi dos que recebem mais de 10 salários mínimos (87%), de 5 a 10 salários mínimos (70%), de quem mora no Sul (63%) e de quem tem ensino superior (62%).

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