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Criador do Zé Gotinha se diz horrorizado com versão armada dos Bolsonaro

13 de março de 2021, 16:36

Foto: Divulgação

O artista plástico Darlan Rosa, criador do Zé Gotinha, se disse horrorizado com a versão do personagem com uma arma nas mãos, divulgada pelos filhos de Jair Bolsonaro. É uma “imagem terrível”, desabafou à coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo, e contrária aos propósitos idealizados por ele.

Eduardo e Flávio Bolsonaro publicaram nas redes sociais um desenho do mascote da vacinação no Brasil empunhando um misto de fuzil e vacina — a principio, o filho 03 postou a mensagem “nossa arma agora é a vacina”, mas logo percebeu o ato falho e apagou o “agora”.

“É tudo o que eu não penso. [Zé Gotinha] foi concebido como personagem educativo. Não há nada de educativo numa arma”, declarou Darlan, que criou o personagem em 1986, a pedido da Unicef, para uma campanha contra a pólio.

O artista plástico confirmou que os direitos patrimoniais do Zé Gotinha são do Ministério da Saúde, mas os morais são dele. Entretanto, considera não vale a pena acionar a Justiça contra os Bolsonaro. “É uma briga que não tem mais fim. Do outro lado o poder é muito maior.”

Veja abaixo o post e o vídeo da campanha original com o personagem animado nos anos 1980.

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Bahia: Jacobina já conta com uma charcutaria artesanal

13 de março de 2021, 14:25

Foto: Instagram

(Da Redação) – O conceito de charcutaria é a técnica utilizada para conservar a carne, algo que foi muito importante na época das grandes navegações e colonizações, já que as navegações demoravam meses e sem as técnicas de conservação os alimentos estragariam. Hoje a arte da charcutaria é utilizada para descrever o trabalho de quem fabrica produtos com diferentes técnicas de conservação, tornando-se um ofício culinário muito praticado, e que atrai cada vez mais entusiastas. Em resumo, a charcutaria é o processo de preservação artesanal que atiça o paladar.

Um dos mais antigos métodos de preservação de alimentos da humanidade se inovou com o passar do tempo e o que era praticado por uma necessidade de conservação, se tornou uma forma de criar identidades para diversas variedades gastronômicas.

O artista plástico e ex-estudante de gastronomia, Jerlan Miranda, nunca escondeu sua paixão pela culinária. Quando não estava pincelando um desenho uma gravura, estava criando pratos culinários. Depois de mais de uma década trabalhando com um food truck, resolveu se dedicar a uma arte que sempre admirou, a da charcutaria. O primeiro passo foi procurar um local especializado no assunto, e depois de um curso presencial em uma das principais instituições de ensino exclusivas para a área, a ACAVA Escola de Charcutaria de Brasília, decidiu que tornaria a milenar arte de preservar carnes como sua fonte de renda.

Jacobinense de nascimento, Jerlan e sua esposa Amanda Medeiros decidiram então abrir uma microempresa em sua cidade natal, a HBacon Alimentos & Defumados Artesanal. Neste primeiro momento em que a empresa está em fase de implantação, com a produção em pequena escala apenas para degustação familiar e de amigos, como forma de apresentação dos produtos que o casal já estão produzindo, como Linguiças, bacons tradicionais e especiais, salaminhos meia cura e costelinha defumada.

Segundo Jerlan, assim que receber o Selo de Inspeção Municipal (SIM), obrigatório para a comercialização, os produtos serão apresentados em todos os estabelecimentos comerciais local e da região, principalmente hamburguerias, pizzarias e pequenos mercados. “Toda a estrutura para a produção, obedecendo as exigências da Vigilância Sanitária já está pronta, tendo inclusive já recebido a visita de prepostos do órgão que conheceram as instalações. Estamos aguardando agora a liberação e emissão do Selo de Inspeção”, disse.

Perguntado sobre o segredo para a produção de um produto de qualidade e suas pretensões, Jerlan destacou: “Muito estudo e prática. A cada dia e um produto finalizado é um novo aprendizado.

Estamos dedicados totalmente para oferecer o melhor para nossos futuros clientes. Queremos ser referência no interior da Bahia, e no futuro, com fé em Deus, conquistaremos a Bahia, quiçá o Brasil”.

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Documento da FAB diz que pandemia está “estável” no Brasil

12 de março de 2021, 14:23

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Um comunicado enviado pelo comando da Aeronáutica a integrantes da FAB (Força Aérea Brasileira) nessa 4ª feira (10.mar.2021) afirma que a pandemia no Brasil está em situação “estável” e que os diagnósticos e mortes por causa da covid-19 estão “em queda”.

“Segundo a OPAS/OMS (Organização Panamericana de Saúde), a situação da pandemia no Brasil mostra estabilização”, afirma o boletim ao qual o jornal O Globo teve acesso.

As curvas de diagnósticos e óbitos registram diminuição, demonstrando a saída do platô para situação de queda.”

O comunicado consta no Plano de Contingência do Comando da Aeronáutica para a covid-19.

“Diversos planos de retomada da normalidade e medidas de flexibilização estão sendo adotados nas diversas regiões do país. A situação atual se mostra favorável para o restabelecimento de atividades cotidianas” diz o texto.

Nesta semana, o Brasil bateu recordes no número de mortes por covid-19. O país chegou a contabilizar 2.286 óbitos em 24 horas. O Distrito Federal e mais 19 Estados estão com ocupação de UTIs igual ou superior a 80%.

Segundo O Globo, alguns integrantes da FAB se mostraram indignados com o conteúdo do documento.

A FAB informou que o Plano de Contingência do Comando da Aeronáutica “foi divulgado equivocadamente, com informações desatualizadas e será republicado em breve com as correções pertinentes”.

Poder 360

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Netflix quer impedir que as pessoas dividam suas subscrições

12 de março de 2021, 08:44

Foto: Divulgação

ANetflix está realizando um teste para confirmar que as pessoas dividem uma conta do seu serviço de streaming estão, de fato, na mesma casa. O objetivo será impedir que várias pessoas sem relação partilharem a subscrição, evitando pagar pelas suas próprias contas.

O teste foi avistado pelo The Streamable, que indica que alguns utilizadores estão recebendo notificações para entrarem no serviço de forma a confirmarem que são legítimos detentores das contas. ”Se não vive com o dono desta conta, tens de ter a tua própria conta para continuar a ver [Netflix]” pode ler-se na notificação que está sendo enviada.

Em comunicado enviado ao CNBC, a Netflix confirmou o teste e adianta que o objetivo também é garantir a segurança dos próprios utilizadores. “Este teste foi criado para ajudar a garantir que as pessoas que usam as contas da Netflix estão autorizadas a fazê-lo”, pode ler-se no comunicado.

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Moradores de cidade do Acre pagam R$ 8,20 pelo litro da gasolina

12 de março de 2021, 08:17

Foto: Reprodução

Com o sexto reajuste dos combustíveis em 2021 anunciado na última segunda-feira (8), o preço do litro da gasolina chegou a R$ 8,20 em Marechal Thaumaturgo (AC), município a 577 km da capital Rio Branco, na fronteira do Brasil com o Peru.

A cidade é isolada. Só de barco ou avião é possível chegar lá. Para complicar a situação, o aeroporto está interditado desde dezembro pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), por causa das péssimas condições da pista.

Thaumaturgo possui uma frota de 321 carros e 239 motocicletas, segundo o Detran. São os barcos, contudo, os maiores consumidores de combustível na cidade.

Segundo o IBGE, 60% dos 19.299 habitantes moram na zona rural e se locomovem para o centro comercial usando embarcações. Oito dos sete postos de combustível existentes na cidade funcionam no rio.

“Quando a Petrobras anuncia o aumento lá, no outro dia eles já aumentam o preço aqui. Eles também não fornecem a nota fiscal”, reclama o auxiliar administrativo Jobson Menezes, que diz gastar mais de R$ 800 mensais para abastecer o veículo.

A Petrobras anunciou na segunda (8) novos reajustes nos preços da gasolina e do diesel, com vigência a partir da terça (9). A gasolina vendida pelas refinarias da estatal subiu 8,8%. Já o diesel teve aumento de 5,5%.
Foi o sexto reajuste da gasolina e o quinto do diesel em 2021, com altas acumuladas de 54% e 41%, respectivamente.

Os donos de postos de combustível em Marechal Thaumaturgo se recusam a falar sobre o preço praticado na cidade. Sob a condição de não ter o nome publicado, um gerente disse que a logística para levar o produto até a cidade não se aplica em nenhum outro lugar do país.

O combustível é comprado em Porto Velho (RO), e entregue em Cruzeiro do Sul (AC), depois de uma viagem de 1.200 km por via terrestre. Em seguida a carga é colocada em uma balsa que viaja três dias subindo o rio Juruá até chegar na cidade.

A Petrobras anunciou na segunda (8) novos reajustes nos preços da gasolina e do diesel, com vigência a partir da terça (9). A gasolina vendida pelas refinarias da estatal subiu 8,8%. Já o diesel teve aumento de 5,5%.
Foi o sexto reajuste da gasolina e o quinto do diesel em 2021, com altas acumuladas de 54% e 41%, respectivamente.

Os donos de postos de combustível em Marechal Thaumaturgo se recusam a falar sobre o preço praticado na cidade. Sob a condição de não ter o nome publicado, um gerente disse que a logística para levar o produto até a cidade não se aplica em nenhum outro lugar do país.

O combustível é comprado em Porto Velho (RO), e entregue em Cruzeiro do Sul (AC), depois de uma viagem de 1.200 km por via terrestre. Em seguida a carga é colocada em uma balsa que viaja três dias subindo o rio Juruá até chegar na cidade.

Fonte: Folhapress 

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A alegria de quem recebeu as duas doses de um imunizante que salva vidas

11 de março de 2021, 16:10

Foto: Notícia Limpa

Quinta-feira, 11 de março de 2021. Esta data pode não significar muita coisa para muita gente, mas para Dona Antônia Almeida Lima e seus familiares é mais que marcante e especial. Neste dia a idosa de 86 anos de idade, depois de 29 dias, recebeu a segunda dose da vacina contra o novo coronavírus e comemorou bastante, assim como aconteceu na primeira (Veja aqui).

A alegria compartilhada com os dez filhos que dividiram a ansiedade até a chegada deste momento é marcada pelo fato de depois de mais de um ano de distância física irão poder visitar a matriarca sem o medo de uma possível contaminação. Para que as visitas aconteçam ainda é preciso esperar pelo menos mais duas semanas até o sistema imunológico reagir. “Tempo irrisório se comparado com o período que estou sem ter contato com a maioria dos filhos”, disse Dona Antônia ao ser orientada dos cuidados pós vacina pela equipe de saúde que esteve em sua residência. “Graças a Deus que já existem vacinas. Desejo que todas as pessoas, de todas a idades sejam vacinadas o mais rápido possível. Obrigada, que Deus proteja todas as pessoas que estão vacinando e as que estão sendo vacinadas”, agradeceu.

A vacina tomada por Dona Antônia foi a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, em parceria com a fabricante chinesa Sinovac.

Dona Antônia exibe com orgulho o cartão de vacinação

Os imunizantes são o primeiro passo para o fim da pandemia da Covid-19, mas ainda é preciso manter medidas de segurança, como o uso de máscara e a higienização constante das mãos, para proteger as pessoas que ainda não foram imunizadas.

A equipe de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, responsável pela aplicação da segunda dose da vacina de Dona Antônia, estava composta pelas agentes de Saúde Nadígena Santana e Sandra Regina, a vacinadora Cátia Regina Soares e a registradora Paula Melo de Santana.

Jacobina – Jacobina continua sem um sistema de divulgação de ações de combate à pandemia do coronavírus no município. Quase 90 dias depois da nova gestão, os jacobinenses e a imprensa continuam sem informações oficiais diárias sobre a doença. Não existe um canal um canal exclusivo, um boletim epidemiológico no site da Prefeitura Municipal, os dados são apresentados a ‘conta-gotas’ e encontrados apenas em redes sociais.

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Só lockdown impede tragédia maior em Brasil com recorde de mortes, variantes e pouca vacina, alertam cientistas

11 de março de 2021, 09:08

Foto: REUTERS/Carla Carniel

Com 2.286 mortes registradas nas últimas 24 horas, o Brasil atingiu nesta quarta-feira (10/3) um novo recorde de óbitos pela covid-19 — e, segundo pesquisadores entrevistados pela BBC News Brasil, não será uma surpresa se os próximos dias forem atingidas novas marcas trágicas como essa.

“Já em janeiro, com a elevação do número de casos, prevíamos a falência do sistema de saúde e o aumento de óbitos ainda neste mês (março). Se mantivermos essa curva, podemos chegar em agosto a 500 mil mortos no país”, resume o infectologista Marcos Boulos, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), referindo-se a estimativas internas de especialistas e órgãos assessorando o governo de São Paulo.

De acordo com o boletim mais recente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Brasil totaliza 270.656 vítimas fatais da covid-19. Em 10 de fevereiro, o Brasil registrou 1.330 mortes. Em comparação com os dados divulgados na quarta-feira, houve um aumento de 69% nos óbitos em um mês. A média móvel, que leva em conta os números dos sete dias imediatamente anteriores, aumentou 56% no mesmo período: de 1.041 para 1.626 mortes por dia.

Segundo o infectologista, de hoje para agosto, a curva de óbitos prevista só pode ser freada com um isolamento social cumprido rigorosamente — se possível com fiscalização reforçada por polícias, ele sugere.

“Ano passado, quando o isolamento deu um pouquinho certo, as pessoas realmente se isolaram e usaram máscaras. Hoje, essas medidas estão absolutamente desacreditadas. Mesmo com fases e decretos mais rígidos, o nível de isolamento é pequeno e a circulação está grande. A população está tendo um desapego à vida”, diz.

“Se você põe bandeiras mas a população não respeita, não vai adiantar nada. Já que não conseguimos que a população se conscientize, precisamos do castigo (com a fiscalização).”

O médico critica ainda que o endurecimento de medidas pelos governos locais, como a atual fase vermelha em São Paulo, veio tardiamente. Para ele, essas intervenções devem ser ainda incrementadas por restrições ao turismo, aos cultos religiosos e às aulas presenciais em escolas, além de limitações a encontros com mais de 10 pessoas.

O epidemiologista Paulo Lotufo, também professor da Faculdade de Medicina da USP, lembra que no primeiro semestre de 2020 foi justamente o isolamento que conseguiu impedir que se concretizassem as estimativas, de março daquele ano, de que em agosto o número de mortes chegaria a 1 milhão no país. Em 31 de agosto de 2020, foram registrados 121.515 óbitos pela covid-19.

Lotufo concorda com a necessidade de restrições a viagens internas e denuncia o risco de que medidas de isolamento rígidas impostas por governos locais sejam logo relaxadas pela pressão pela abertura do comércio e de serviços não essenciais. Para ele, tais restrições devem seguir pelo menos até a Semana Santa, no início de abril.

“É importante entender que o contágio não é linear — ele é exponencial, como os juros compostos do cartão de crédito. Quando você entra no cheque especial, é uma espiral. Com o contágio, também funciona assim, inclusive para o que você faz de positivo. Se você consegue reduzir substancialmente as infecções, o impacto no número de casos, internações e mortes é muito grande”, explica o epidemiologista.

Falta de vacinas e maior risco de variante

Idealmente, Lotufo diz que em uma fase crítica da pandemia como a atual no Brasil, o isolamento deveria ser associado à vacinação massiva e ao rastreamento de casos — ambas medidas timidamente aplicadas no Brasil até hoje.

Até esta terça-feira (9/3), 8,7 milhões de pessoas no Brasil — 4% da população — receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19, segundo um consórcio de veículos da imprensa formado por G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL.

O país que mais vacinou em termos relativos no mundo, Israel, chegou à metade da população imunizada com pelo menos uma dose em fevereiro.

Entretanto, Marcos Boulos ressalva que as vacinas têm papel mais importante a médio e longo prazo no controle da pandemia — diferente da situação emergencial que estamos vivendo agora.

“Mesmo se tivéssemos vacinas o suficiente, não impactaria tanto nesse momento, porque elas começam a funcionar algumas semanas depois da aplicação. Mas ela vai ser extremamente importante para atingirmos a imunidade coletiva, que permite acabar com a transmissão.”

O infectologista lembra que o isolamento é importante não só para controle geral da doença, mas para frear o surgimento de novas variantes do vírus, como a P.1, originada em Manaus (AM). Ele explica que as variantes se formam a partir de “mecanismos de fuga” do vírus para continuar se proliferando — quanto mais ele circular, ou seja, junto com as pessoas, mais variantes podem surgir.

Segundo pesquisa do Centro Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), a P.1 é de 1,4 a 2,2 vezes mais transmissível que as linhagens anteriores.

“Vimos que em dezembro a variante foi responsável por uma elevação nas transmissões em dezembro, e em janeiro acelerou demais. Ela ainda não predomina, mas já está no Brasil todo”, diz Marcos Boulos.

Curvas ainda em tendência de crescimento

De acordo com Marcelo Gomes, pesquisador a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e coordenador do InfoGripe (sistema de monitoramento da covid-19 e de outras síndromes respiratórias), a maior parte do país está com curvas de casos graves ainda em ascensão — sem sinais claros de arrefecimento.

Uma exceção é na região amazônica, onde picos foram atingidos na virada do ano e agora não estão crescendo mais.

“A curva de casos graves antecipa a de óbitos, com uma diferença de uma a duas semanas entre as elas”, explica Gomes, indicando que se a curva de casos graves na maior parte do país está em tendência de crescimento, é de se esperar que a de óbitos deva crescer mais nas próximas semanas.

“Por isso, mesmo depois que os novos casos sejam controlados, a diminuição da curva de óbitos ainda leva certo tempo.”

Fonte: BBC News 

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Tudo na vida passa

11 de março de 2021, 08:31

Foto: Notícia Limpa

*Por Gervásio Lima – 

“Tudo na vida passa, tudo no mundo cresce. Nada é igual a nada não. Tudo que sobe desce, tudo que vem, tem volta. Nada que vive, vive em vão. Nem todo dia é festa, nem todo choro é triste. Nenhuma dor sempre
 
Em 1982 a banda The Fevers, uma das mais queridas e tocadas no Brasil fazia sucesso com a música ‘Elas por Elas’ (trecho acima). Neste mesmo ano a seleção brasileira foi considerada a melhor seleção da Copa do Mundo, mesmo não levando a taça. No início daquele ano, no dia 19 de janeiro, morre uma das melhores interpretes da música brasileira, a cantora Elis Regina. Bem mais para frente, no dia 13 de dezembro, o saudoso Leonel Brizola é eleito governador do Rio de Janeiro. Brizola foi único político eleito pelo voto para governar dois estados diferentes em toda a história do Brasil, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. 
 
Já se passaram 39 anos, mas incrivelmente a estrofe da música ‘Elas pro Elas’ continua atual, uma verdadeira mensagem de otimismo para uns e um recado para outros. Didaticamente falando, ‘quem avisa amigo é’ ou ‘os ‘os humilhados serão exaltados’. 
 
A arrogância e a prepotência são passageiras, e o resultado na vida para quem insiste em se comportar como tal é inevitavelmente catastrófico. Pior que caminhar se livrando dos espinhos é tropeçar em pedras no caminho. O bem pode em certos momentos ser apenas uma trilha, mas sempre levará a um destino seguro, onde as lágrimas causadas por tribulações durante o percurso serão transformadas em sentimentos de alegria, em comemoração às conquistas e às curas das dores.
 
O ato de cantar ajuda a exercitar o coração, fazendo com que as pessoas se sintam bem, passando quase sempre uma mensagem sobre o olhar para o que realmente importa na vida. A música também influencia diretamente no desempenho da memória, um exemplo disto é a canção ‘Pra não dizer que não falei da Flores’ (1968), de Geraldo Vandré:
 
“Caminhando e cantando, e seguindo a canção, Somos todos iguais, braços dados ou não. Nas escolas, nas ruas, campos, construções. Caminhando e cantando, e seguindo a canção…” 
 
A letra que transmitia, e ainda transmite, esperança, acabou se tornando um hino de resistência no Brasil,  sendo, na época, censurada e proibida de tocar pelos militares. 
 
Como diz Flávio José, “Se avexe não, amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada”. 
 
*Jornalista e historiador 
 

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Vídeo mostra cachorro machucado entrando sozinho em clínica veterinária

11 de março de 2021, 06:50

Foto: Reprodução

Um cachorro vira-lata entrou sozinho em uma clínica veterinária e recebeu atendimento de uma profissional, em Juazeiro do Norte (CE), no sábado (6). De acordo com a médica veterinária Deyse Silva, o cão estava com um ferimento na pata. As informações são do G1.

A chegada do cachorro foi registrada por câmeras de segurança. Após entrar no local, o animal faz movimentos com uma das patas e parece “pedir ajuda”. Na sequência, a veterinária se aproxima e faz a verificação.

https://youtu.be/Kk4ad7cPz8g

Segundo Deyse, ela diz acreditar que o animal entrou na clínica por farejar a presença de outros animais que estavam em atendimento. “Ele é de rua, não tem dono, veio sozinho para cá”, contou a profissional ao G1.

“Ele chegou quietinho, mostrou a patinha e eu fui lá ver o que estava acontecendo e de pronto percebi que ele tinha um sangramento na região peniana, mas existia um problema bem maior que só diagnosticamos depois”, explicou a profissional.

Conforme a veterinária, o cão foi diagnosticado com um tumor venéreo transmissível, comum em animais de rua. “Ele também tinha um ferimento causado por uma unha que estava encravada”, relatou.

Ainda de acordo com a veterinária, o cão vai precisar ficar internado por, no mínimo 30 dias. Após receber o tratamento, ele será disponibilizado para adoção. “Fico muito feliz em poder ajudar. É uma prática comum na minha clínica, se Deus permitir, ele vai encontrar um lar muito bom para ele”, afirmou.

 

 

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Empresa recebe pedras pintadas em vez de cobre em compra de R$ 210 milhões

10 de março de 2021, 13:34

Foto: Reprodução

Uma multinacional de comércio de commodities sediada na Suíça foi alvo de uma fraude milionária ao receber pedras pintadas em vez de cobre, em uma compra de US$ 36 milhões (R$ 210 milhões).

O Mercuria Energy Group, com sede em Genebra, afirma ter sido vítima de fraude após a compra de 10 mil toneladas de cobre blister, uma forma menos pura do metal, de um fornecedor na Turquia.

A Mercuria é uma das cinco maiores negociadoras independentes de energia e operadoras de ativos do mundo.

Quando as cargas começaram a chegar à China, a empresa encontrou contêineres cheios de pedras pintadas.

No ano passado, a Mercuria havia negociado cobre blister para ser entregue na China. Cerca de 6 mil toneladas foram carregadas para embarque em mais de 300 contêineres em oito navios.

Mas antes de sua jornada de um porto perto de Istambul, o cobre foi trocado por pedras de pavimentação, pintadas com spray para se parecer com o metal semirrefinado.

A Mercuria está buscando reparação em tribunais turcos e britânicos contra o fornecedor de cobre Bietsan Bakir. A polícia turca prendeu várias pessoas por causa do esquema de cobre falso.

“Foram mantidos sob custódia suspeitos de envolvimento em várias partes desse crime organizado contra a Mercuria”, informou a empresa em um comunicado, agradecendo ao Departamento de Crimes Financeiros de Istambul.

Lacres rompidos

Acredita-se que o cobre foi inicialmente carregado na primeira remessa de contêineres, antes de ser examinado por uma empresa de inspeção. Lacres usados para evitar fraudes foram fixados nos contêineres.

Mas os contêineres foram abertos posteriormente e o cobre substituído por pedras de pavimentação, disse o escritório de advocacia de Istambul KYB à imprensa. Os fraudadores alternaram entre lacres de contêineres falsos e reais para evitar a detecção.

Assim que os navios estavam no mar, a Mercuria pagou US$ 36 milhões em cinco prestações.

A fraude não foi descoberta até que os navios começaram a chegar ao porto chinês de Lianyungang no final daquele mês.

“Houve uma petição de investigação criminal do comprador contra o vendedor e dois intermediários”, disse a polícia turca em um comunicado. “Está determinado que o incidente é resultado de fraude perpetrada de forma organizada.”

Em caso de não entrega, o comerciante pode fazer uma reclamação contra a apólice de seguro da carga. Mas a Mercuria descobriu que apenas um em cada sete contratos usados pela empresa turca para assegurar a carga era real. O restante foi forjado.

A Bietsan Bakir, empresa turca que vendeu o cobre à Mercuria, não respondeu aos pedidos de comentários quando contatada pela agência de notícias Reuters. Mais audiências sobre o caso são esperadas esta semana.

G1

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