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Estudo do Incor aponta sequelas da Covid-19 em pacientes recuperados

12 de fevereiro de 2021, 08:23

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Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, divulgou nesta quinta-feira (11) os resultados de um estudo inédito realizado com pacientes recuperados da Covid-19.

Cerca de 80% dos monitorados pelo estudo relataram dificuldade de concentração, de raciocínio, perda de memória e problemas com compreensão ou entendimento. Também foram relatadas mudanças comportamentais e emocionais, além de confusão mental.

O levantamento inicial do estudo foi feito com 185 pessoas e abrange, atualmente, 480 pacientes. Os relatos e queixas dos estudados também apontam esquecimentos de atos simples da rotina, como esquecer o que comeu, dormir em pé, desaprender a pilotar moto, falta de equilíbrio e orientação. 

A pesquisa, realizada pela neuropsicóloga Livia Stocco Sanches, aponta que até mesmo pacientes com quadros e sintomas leves ou assintomáticos tiveram sequelas neurológicas. A pesquisadora alerta, com base no levantamento, sobre a necessidade de se incluir, após a recuperação, uma avaliação clínica dos pacientes, incluindo questões sobre sonolência diurna excessiva, fadiga, torpor e lapsos de memória.

Segundo o Incor, a OMS (Organização Mundial da Saúde) aguarda os resultados finais do estudo para adotar a metodologia desenvolvida na pesquisa do InCor como padrão em âmbito mundial no diagnóstico e na reabilitação da disfunção cognitiva pós-Covid, noticia o portal G1.

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Projeto que torna crime furar a fila de vacinação é aprovado

11 de fevereiro de 2021, 22:54

Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (11) o Projeto de Lei 25/21 que altera o Código Penal para punir as pessoas que furam a fila de vacinação contra o novo coronavírus (covid-19). Os parlamentares também aprovaram a proposta que aumenta a pena para quem destruir, inutilizar vacinas ou insumo usados contra a covid-19. As duas matérias seguem agora para apreciação do Senado.

O projeto prevê que quem infringir a ordem de vacinação – furar a fila – poderá ser punido com pena de reclusão de um a três anos, e multa. A pena é aumentada de um terço se o agente falsifica atestado, declaração, certidão ou qualquer documento.

O projeto também prevê a punição pelo crime de peculato de vacinas, bens ou insumos medicinais ou terapêuticos com reclusão de três a 13 anos, e multa. A punição para quem se apropriar, desviar ou subtrair vacinas vale tanto para vacina pública como para particular.

O projeto caracteriza como crime de corrupção em plano de imunização o ato da pessoa se valer de cargo ou função para, em benefício próprio ou alheio, infringir a ordem de prioridade de vacinação ou afrontar, por qualquer meio, a operacionalização de plano federal, estadual, distrital ou municipal de imunização. A pena é de reclusão de dois a 12 anos, e multa.

Nos casos em que o funcionário público deixar de tomar providências para apurar esse tipo de crime, ele poderá receber a mesma punição.

A pena é aumentada de um terço até a metade se o funcionário exige, solicita ou recebe, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.

Já o Projeto de Lei 27/21, aumenta a pena para quem destruir, inutilizar ou deteriorar vacina ou insumo usado para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. O projeto altera o Código Penal para aumentar a pena para quem for condenado por dano qualificado, relacionado à vacina e insumo contra a covid-19. A punição será aplicada para quem realizar o crime com intenção (dolo).

Atualmente, a pena prevista para dano qualificado é de detenção de seis meses a três anos. O projeto prevê que a punição para detenção seja de um a cinco anos e aplicação de multa.

Com informação: Agência Brasil

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Em 2020, Forças Armadas compraram 700 mil quilos de picanha e 80 mil cervejas

11 de fevereiro de 2021, 22:44

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Picanha de R$ 84,14 o quilo. Cervejas especiais, de puro malte, a R$ 9,80 cada. Em tempos de extrema restrição de orçamento, as Forças Armadas brasileiras usaram dinheiro público, ao longo de 2020, para bancar a compra de mais de 700 mil quilos de picanha e 80 mil cervejas. E não se trata de itens quaisquer. Para um dos cortes de carne mais nobres do País, foram escolhidas como referência peças das mais caras. Entre as cervejas, privilegiou-se o puro malte, entre outras.

As despesas com bebidas alcoólicas e carne de churrasco foram tema de uma representação que deputados do PSB enviaram na terça-feira, 9, ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que investigue os gastos militares. O levantamento foi feito diretamente pela equipe dos parlamentares. A representação levada à PGR foi divulgada pelo site Congresso em Foco. Os questionamentos não se limitam ao tipo de item que foi comprado. Há fortes indícios, de acordo com os parlamentares, de superfaturamento nas aquisições.

O levantamento utilizou informações do Painel de Preços do Ministério da Economia, a mesma ferramenta pública que revelou as compras milionárias de leite condensado. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro justificou que se tratava de um item “necessário” aos militares, dado seu alto teor energético e calórico.

A reportagem questionou as Forças Armadas sobre quais seriam as justificativas e motivações para a compra dos 714.700 quilos de picanha e 80.016 garrafas e latas de cerveja em pleno ano de pandemia. Em nota, o Ministério da Defesa (MD) informou que aguarda a notificação da Procuradoria Geral da República. “O Ministério da Defesa e as Forças Armadas reiteram seu compromisso com a transparência e a seriedade com o interesse e a administração dos bens públicos. Eventuais irregularidades são apuradas com rigor”, diz a pasta.

O ministério sustenta que a representação do PSB se baseia em “informações absolutamente equivocadas” e que o tema foi objeto de nota de esclarecimento, mas o órgão não explicou as razões que levaram à aquisição de cervejas e de picanha: “Ficou claro que as quantidades adquiridas e os valores efetivamente gastos com os determinados produtos eram de 10 a 20 vezes menores do que foi divulgado”.

O deputado Elias Vaz de Andrade (PSB-GO), que está entre aqueles que assinam a representação, afirma que os dados são oficiais e que se trata de preços devidamente registrados e aprovados pelas Forças Armadas, para que possa solicitar os alimentos. “Estamos denunciando esses processos licitatórios. Essas empresas tiveram suas propostas aprovadas, por esses valores. Há processos de compra concluídos e, inclusive, já efetivamente pagos. Todos eles foram homologados pelas Forças Armadas”, disse o deputado. “Falam que fazem uma alimentação balanceada, mas não explicam por que essa alimentação deve incluir itens como picanha e cerveja.”

Marcas famosas

Na relação detalhada de compras de cervejas anexada à denúncia dos deputados estão, por exemplo, 500 garrafas da bebida, da marca Stella Artois, ao preço unitário de R$ 9,05. Há ainda a aquisição de 3 mil garrafas de Heineken, a R$ 9,80 cada.

O comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva preferiu 3.050 garrafas de Eisenbahn, ao custo de R$ 5,99. Já a Brigada de Infantaria Motorizada do Rio de Janeiro optou por 1.008 latas de Bohemia Puro Malte, pelo valor de R$ 4,33 cada. Em supermercados, aponta a representação, o preço médio desse item é de R$ 2,59.

A lista de cervejas inclui ainda 2 mil garrafas de 600 ML de Bohemia Puro Malte, pelo valor de R$ 7,29, quando essas garrafas são encontradas por R$ 5,79. Para comprar mais 1.600 latas de Skol Puro Malte, de 350 ML, os militares pagaram R$ 4,00 pela unidade, item que é encontrado a R$ 2,69 em redes de varejo.

“O superfaturamento é evidente. Além disso, a grande quantidade que os órgãos solicitaram via processo licitatório deveria favorecer a negociação e proporcionar preços muito menores que os oferecidos no varejo. A realidade, todavia, demonstra que os preços contratados são superiores aos praticados pelos supermercados”, afirmam os deputados, na representação.

As informações revelam ainda que Marinha, Aeronáutica, Exército, Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) e a administração interna do Ministério da Defesa são grandes consumidores de picanha. Só em 2020, foram concluídos 76 processos de compra do corte, somando 714.700 quilos da carne nobre.

O Comando do Exército Brasileiro é o campeão em processos de compras do produto, tendo consumido 569.215 quilos do total.

Os dados revelam uma licitação de 13.670 quilos, na qual o valor de cada quilo pago foi de R$ 84,14. A se basear no preço que os militares estavam dispostos a pagar pela carne, até que saiu barato. O valor médio estimado pela equipe que conduziu a fase interna da licitação, de acordo com os documentos do certame, foi de R$ 118,25 o quilo.

“Sinceramente, é preciso investigar qual foi o corte de carne usado para se chegar a esse preço médio irreal”, informa a representação.

“Em um ano de pandemia, com crise sanitária, econômica e social devastando nosso país, é inacreditável que os cofres públicos tenham custeado gastos com cerveja”, declaram os deputados. “Enquanto nosso povo padece por falta de recursos para sobrevivência, nossos militares usaram dinheiro público para custear bebidas alcoólicas. Tal conduta fere de morte o Princípio Constitucional da Moralidade Pública.”

Não se quer afirmar que os militares “não podem comer carne”, argumentam os parlamentares, mas, sim, questionar “o grau de sofisticação empregado” nas compras de cortes nobres e específicos. “O episódio narrado nesse item revela que houve ostentação e os privilégios direcionados para alguns, conduta que destoa do discurso de humildade e simplicidade usado pelo Presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.”

Diferenças

Segundo a nota do Ministério da Defesa, “existe sempre uma significativa diferença entre processos de licitação e a compra efetivamente realizada, cuja efetiva aquisição é concretizada conforme a real necessidade da administração”. Assim, “é imprescindível que se faça essa segmentação adequada, quando se faz a totalização dos valores, interpretação e principalmente a divulgação pública destes dados, de modo a evitar a desinformação”. De acordo com a pasta, “apresentar valores totais de processos licitatórios homologados como sendo valores efetivamente gastos constitui grave equívoco”, afirma a nota, referindo-se aos dados incluídos na representação. No documento apresentado à PGR, entretanto, os deputados trazem os dados detalhados com a identificação da compra realizada e seu referido fornecedor.

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O ser humano é único

11 de fevereiro de 2021, 17:05

Foto: Reprodução

O ser humano é único; cada um carrega sua característica, com genótipo e fenótipo individual. Já o modo de se comportar, a maneira como ver o mundo e a forma de agi em determinadas situações podem sofrer interferências e influências externas.

O acesso à informação, o ambiente onde está inserido e, principalmente, o processo de ensino e aprendizagem desde o caminho percorrido na educação escolar, na profissão escolhida e na construção familiar, poderão servir como parâmetros para entender determinadas atitudes de um sujeito.

É fato que a ambientação, a convivência e o relacionamento social podem ‘moldar’ o indivíduo, o aprendizado que o forma, e o faz produto do seu meio.

Conforme o filósofo Jean-Jacques Rousseau, ‘o homem nasce bom em si mesmo, ou seja, sua natureza é dotada de bondade e que ‘é a partir do momento em que resolve viver em sociedade que as desigualdades aparecem’. Rousseau acreditava que existiam dois tipos de desigualdade: ‘a primeira, a desigualdade física ou natural, que é estabelecida pela força física, pela idade, saúde e até mesmo a qualidade do espírito; e a segunda desigualdade era moral e política, que dependia de uma espécie de convenção e que era autorizada e consentida pela maioria dos homens. Segundo o filósofo, para estudar a desigualdade moral e política, deve-se “ir até a essência do homem para julgar a sua condição atual”.

Vale ressaltar que o processo de ensino e aprendizagem não pode se limitar à mera transmissão de informações. Nem sempre o que se ouve, ver ou ler é uma verdade absoluta. A capacidade de identificar e absorver o que é certo e o que é verdade irão expor quem é realmente o manipulado e o conhecedor.

Segundo o provérbio, ‘quem nunca comeu melado quando come se lambuza’. Essa pérola da sabedoria tradicional remete àquele que nunca teve acesso a algum bem ou guloseima ou mesmo posição social, quando passa a tê-lo exagera na dose, gerando rupturas, desconfortos e até mesmo conflitos.

 

 

“Viver

E não ter a vergonha

De ser feliz

Cantar e cantar e cantar

A beleza de ser

Um eterno aprendiz”…  – O que é, o que é? – Gonzaguinha

 

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

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Comunidade rural de Campo Formoso terá agroindústria de extração e produção de derivados de licuri

11 de fevereiro de 2021, 08:40

Do licuri faz a cocada, faz também o fufú, da mandioca faz a farinha, da tapioca o beiju, no pilão pisa o licuri para comer com andu, porque na Lagoa da Roça tem história para mexer com tu. Vamos juntos fazer cultura e fazer um verdadeiro angu”. O trecho da literatura de cordel do agricultor Aderbal Formoso mostra a importância do fruto do licurizeiro para a comunidade rural, localizada no município de Campo Formoso. 

Para impulsionar a produção de licuri na localidade, o Governo do Estado, por meio do projeto Bahia Produtiva, está investindo cerca de R$500 mil na construção de uma agroindústria de extração e produção de derivados de licuri.

A unidade, prevista para ser entregue neste primeiro semestre de 2021, terá áreas de produção, expedição e manutenção, além de copa, depósito máquinas, dois banheiros masculinos e dois femininos, dois vestuários masculinos e outros dois femininos, um escritório, almoxarifado e recepção, além de uma motocicleta.

O projeto Bahia Produtiva é executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial. 

E é por meio do Cordel, que Aderbal fala dos investimentos do projeto: “O Bahia Produtiva já chegou por aqui. Agradecemos a Rui Costa na agricultura familiar muito investir. A Bahia tem produção, gerando renda, transformação, levando Lagoa da Roça nos meios de comunicação, dando investimento e mudando a vida da população”. 


Assessoria de Comunicação SDR/CAR 

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Hacker teria invadido 103 milhões de linhas da Claro e da Vivo

11 de fevereiro de 2021, 07:05

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Depois de identificar o megavazamento de dados de mais de 200 milhões de brasileiros, a PSafe anunciou que detectou outro vazamento considerável. Segundo a empresa brasileira de tecnologia, informações de mais de 103 milhões de contas de celulares estão disponíveis na deep web – camada da internet em que fóruns não podem ser facilmente detectados por motores de busca.

Conforme a startup, foram comprometidos dados como número de celular, nome completo do assinante da linha e endereço. A PSafe afirma que chegou a entrar em contato com o criminoso que já estaria comercializando as informações online e pediu uma amostra do banco de dados para confirmar a veracidade das informações.

O hacker afirma ter extraído as informações do banco de dados da Vivo e da Claro, mas a origem dos dados não pôde ser comprovada pela PSafe. As duas companhias telefônicas alegam que não identificaram nenhum vazamento.

Em comunicado à imprensa, a Claro afirma que vai abrir uma investigação. “A Claro investe fortemente em políticas e procedimentos de segurança e mantém monitoramento constante, adotando medidas, de acordo com melhores práticas, para identificar fraudes e proteger seus clientes“, informou a companhia.

A Vivo, por sua vez, informou que “possui os mais rígidos controles nos acessos aos dados dos seus consumidores e no combate a práticas que possam ameaçar a sua privacidade“.

Em contato com a PSafe, o hacker afirmou que seriam cerca de 57 milhões de informações de contas telefônicas da Vivo e 46 milhões de linha da Claro. A empresa informou que já avisou a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Fonte: Conjur

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Jovem morre após fazer teste de aptidão física. ‘Largou serviço e faculdade para estudar’, lamenta mãe

10 de fevereiro de 2021, 18:51

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Arthur Neira Vieira, de 23 anos, morreu no último domingo (07), após passar mal durante o teste de aptidão física do concurso de agente penal de Roraima. Elaine Fernandes, mãe do rapaz, lamentou profundamente a morte do filho.

Conforme apontado pelo G1, Elaine contestou a informação de que Arthur tinha fugido do Hospital Geral de Roraima (HGR). A Secretaria de Saúde do estado afirmou que o jovem esteve na unidade hospitalar, na última sexta-feira (5) após passar mal, mas fugiu do local após solicitar alta e o médico informar que seria necessário revisão do prontuário.

“Porque é um hospital de referência, ninguém entra e ninguém sai sem ser aberta a porta, ninguém. Como meu filho iria fugir? É mentira, é eles querendo tirar o corpo fora. Ele largou o serviço, ele largou faculdade só para estudar para isso”, desabafou a mãe.

Amigos agora sofrem com a perda da vítima, que estava em busca da realização de um sonho. “Eu sou policial militar, depois que eu passei na Polícia Militar – a gente trabalhava junto na mesma empresa – ele falava para mim que me tinha como exemplos. Inclusive, cerca de uma semana antes, ele estava com dores no joelho, auxiliei, falei para trocar o tênis”, disse o amigo Thiago Melo.

De acordo com a família, Arthur treinava para a segunda etapa do concurso e não tinha apresentado nenhum problema de saúde. Ele morreu depois de concluir o teste físico. O amigo Marcos Marques, que estava com o jovem e também fez a mesma prova, relatou que outros candidatos passaram mal.

“O Arthur falou também que na corrida dele, outras pessoas passaram mal. Na minha corrida, eu fiz o teste às 11h da manhã, no sábado, outras pessoas passaram mal. Eu vi nas redes sociais vídeos de pessoas correndo que também passaram mal”, contou Marcos.

Marques, que estava hospedado com Arthur, revelou que o jovem chegou a ser atendido em unidades hospitalares várias vezes depois que realizou o teste. “O Arthur não fugiu do hospital. Eu acho que o caso que estão falando que ele saiu do hospital foi na sexta-feira, logo depois de terem levado ele. A gente foi lá [no hospital] buscar o Arthur, quando ficamos sabendo que ele estava no HGR. O Arthur saiu pela porta do trauma, que é um dos locais do HGR, ele saiu pela porta da frente, com uma equipe abrindo a porta para ele. Ele saiu com os aparelhos dele e a gente o levou, andando”, falou.

Fonte: TV Anhanguera 

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Jacobina: Idosa não esconde a alegria e a confiança durante vacinação contra a Covid-19

10 de fevereiro de 2021, 15:24

Foto: Notícia Limpa


O relógio mostrava que faltavam poucos minutos para as 7 horas quando Dona Antônia apareceu na porta do sua residência, no bairro da Conceição em Jacobina, para varrer a ‘porta da rua’. “A arrumação da casa acontece todos os dias, mas hoje é especial pois vou receber a visita da turma da vacina. Quero deixar tudo bonito para o momento da minha vacinação”, justificou a idosa de 86 anos de idade o motivo de já estar na ‘labuta’ tão cedo.

Até a chegada da equipe de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, que aconteceu no meio da manhã desta quarta-feira (10), Dona Antônia não escondia a expectativa e a alegria em receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Do lar, viúva, mãe de 12 filhos, avó de mais de 35 netos, bisavó de mais de 20 e tataravó de uma netinha, ‘contando por alto’, como a mesma diz, ela faz questão de expressar sua crença em Deus e a confiança na ciência, “sempre pedir a Deus para mostrar uma cura para esta doença maluca e Ele através dos médicos e cientistas mostrou esta vacina para salvar a vida da gente e acabar com essa agonia do mundo”, comemorou depois de ser imunizada pela vacina chinesa Coronavac.

As vacinas contra a COVID-19 são umas das medidas mais econômicas para controlar a pandemia e diminuir os impactos na saúde, econômicos e sociais. Independente da nacionalidade, os imunizantes são os únicos responsáveis para, se não erradicar, frear a disseminação do novo coronavírus e da doença provocada pelo mesmo.

Cronograma de vacinação em Jacobina – A reportagem do NOTÍCIA LIMPA entrou em contato com a Vigilância Epidemiológica de Jacobina, através do número 7436212217, e depois de várias tentativas conseguiu falar com um servidor que informou que não tinha dados concretos com relação ao cronograma oficial de vacinação contra a Covid-19 no município e a quantidade de vacinas já aplicadas, o que, segundo ele, só seria possível através de informações passadas por uma diretora ou pelas redes sociais. Passamos o contato do site para que fossemos informados oficialmente mas até o momento do fechamento desta matéria não recebemos um retorno.

Depois de mais de 40 dias do início da nova gestão, a Prefeitura de Jacobina ainda não regularizou a emissão do Boletim Epidemiológico do Coronavírus. A população e a imprensa só têm acesso às informações , limitadas e com atrasos, através das redes sociais. O Notícia Limpa tentou contato também com a secretária de Saúde, Kátia Alves, mas sem sucesso.

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Band irá transmitir a F-1 com exclusividade no Brasil até 2022

09 de fevereiro de 2021, 17:36

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O Grupo Bandeirantes anunciou nesta terça-feira (9), que irá transmitir com exclusividade no Brasil a F-1 até a temporada 2022. Também serão exibidas as etapas da Fórmula 3 e Fórmula 2, divisões de acesso do campeonato de automobilismo.

“O Brasil representa um dos cinco maiores mercados do mundo em audiência e faturamento da Fórmula 1. Voltar a ser a casa da categoria depois de 41 anos é motivo de muito orgulho para nós”, explicou o presidente da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, João Saad.

A Band já confirmou que terá na equipe de transmissões das etapas da F-1 o comentarista Reginaldo Leme e a repórter Mariana Becker, ambos com diversas temporadas de experiência na cobertura da categoria.

“A Band, junto com todo o time da F1, vai trabalhar muito e com toda a motivação para que o amante do automobilismo vibre com o jeito Band de fazer esporte. Será uma jornada espetacular e não vemos a hora de ser dada a largada”, pontuou o diretor de esportes, Denis Gavazzi,

Vale lembrar que a Band também irá transmitir a Stock Car – principal categoria brasileira de automobilismo, até a temporada de 2026.

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Morre o ex-governador da Bahia Roberto Santos

09 de fevereiro de 2021, 17:27

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Médico, cientista, professor, secretário de Saúde, reitor da Universidade Federal da Bahia, governador, ministro da Saúde, deputado federal. Estes são alguns dos muitos cargos e postos que Dr. Roberto Santos ocupou ao longo de sua vida, muito bem vivida, e que findou hoje (9), aos 94 anos. Ele deixa seis filhos e um legado interminável na história.

Roberto Figueira Santos nasceu em 15 de setembro de 1926, filho de Carmem Figueira Santos e Edgard Santos. Seu pai, médico, fundador e primeiro reitor da Universidade Federal da Bahia em 1946 e ministro da Saúde, foi uma das personalidades mais importantes para a formação da cultura da sociedade baiana no século XX, tendo criado as primeiras escolas de música, teatro e dança do Brasil, além da instalação do Museu de Arte Sacra da Ufba. Seu filho Roberto formou-se médico aos 23 anos na Faculdade de Medicina da Bahia, um dos alicerces da universidade. Ao voltar das temporadas no exterior, Dr. Roberto se dedicou à clínica médica e ao ensino superior, até que, em 1967, foi nomeado secretário de Saúde pelo então governador Luiz Viana Filho.

Sua trajetória partidária iniciou em 1974, quando ingressou na Aliança Renovadora Nacional (Arena). Findo o bipartidarismo, abrigou-se no Partido Popular (PP), fundado pelo senador Tancredo Neves, como uma alternativa capaz de reunir os setores moderados tanto da Arena quanto do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Com a associação do PP ao PMDB, aprovada em convenção nacional, Roberto Santos ingressou no PMDB.

Como governador da Bahia, inseriu os Centros Sociais Urbanos (CSUs), num total de 33 em todo o Estado, com o objetivo de atender às populações de baixa renda. Outro grande marco da sua administração foi a construção, em Salvador, do Centro de Convenções da Bahia, dotando a cidade de um moderno local de eventos. Depois implantou o Projeto Urbis, voltado à construção de casas populares. Na área da educação, a sua administração construiu 3 mil salas de aula no Estado.

Metro1

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