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Cientistas alertam sobre os riscos de reutilizar garrafas plásticas para beber água

21 de fevereiro de 2022, 13:43

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Apesar de comum, a prática de manter água em garrafas ou jarras plásticas por apenas um dia pode ocasionar a infiltração de centenas de produtos químicos no líquido, de acordo com um novo estudo. As informações são do “IFL Science”. 

O estudo

As descobertas, publicadas no periódico “Journal of Hazardous Materials”, vêm de um estudo realizado por dois químicos da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. A dupla separou algumas garrafas plásticas novas e usadas — antes e depois de serem lavadas na lava-louças — e encheu-as de água da torneira. Depois de 24 horas, procuraram por compostos que migraram da garrafa para o líquido.

Foram detectadas mais de 400 substâncias diferentes do plástico da garrafa e mais de 3.500 substâncias derivadas do sabão da máquina lava-louças. Mesmo as garrafas novas, ​​que haviam sido lavadas apenas com água, tinham quase 500 substâncias diferentes na água — mais de 100 delas provenientes do próprio plástico.

Em comunicado oficial, Jan Christensen, um dos autores do estudo, declarou: “Nós nos preocupamos muito com os níveis de pesticidas em nossa água potável; mas quando colocamos água em um recipiente para beber, nós mesmos adicionamos centenas ou milhares de substâncias a ela. Embora ainda não possamos dizer se as substâncias das garrafas ​​afetam nossa saúde, usarei uma garrafa de vidro ou aço inoxidável de qualidade no futuro.”

As substâncias

Dentre os químicos identificados, foram descobertos vestígios de dietiltoluamida (DEET), comumente usado em inseticidas. No entanto, pouco se sabe sobre as outras substâncias. Muitas delas são desconhecidas e pendentes de identificação; e 70% dos produtos químicos identificados não tiveram sua toxicidade determinada.

Apesar de o estudo não ter informado se as substâncias encontradas são realmente nocivas à saúde, acredita-se que algumas delas tenham efeitos potencialmente prejudiciais, incluindo carcinógenos ou desreguladores endócrinos que interferem no sistema hormonal. 

Foi possível concluir, todavia, que o calor e a água da máquina lava-louças desgastam o plástico, tornando-o mais propenso a liberar substâncias químicas na água potável. Por isso, caso você reutilize garrafas ou jarras plásticas para beber água, prefira higienizá-las com água fresca, longe de fontes de calor.

IstoÉ

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Entenda a diferença entre os alimentos (diet, light e zero)

21 de fevereiro de 2022, 10:25

Nem todo produto light é livre de açúcar

Os termos diet, light e zero são normalmente associados a alimentos pouco calóricos. Mas nem sempre é assim. A expressão mais antiga, diet, ficou associada a alimentos próprios para portadores de diabetes por não conterem açúcar.

Mas isso também não é regra. A Agência Brasil entrevistou a nutricionista Tatiane Cortes Roso, para esclarecer dúvidas sobre a diferença entre os três tipos de alimentos.

Diet

Tatiane explica que os alimentos diet são regulamentados pela Portaria/MS 29, de 13 de janeiro de 1998 – o Regulamento Técnico de alimentos para fins especiais. “Produtos diet são direcionados para pessoas com dietas especiais para certas doenças, como diabetes, hipertensão, obesidade, dislipidemia. Então é a redução de algum nutriente. Por exemplo, retiram o sódio de uma batata frita, como a gente vê no mercado, e substituem por cloreto de potássio”.

Normalmente os alimentos diet têm redução de componentes como açúcar, gordura, proteína ou outros. Mas Tatiane alerta que nem sempre a redução dos nutrientes é total.  “Pode haver residual de açúcares e gorduras totais no produto de, no máximo, 0,5g por 100g/ml”, ressalta.

Esses alimentos são indicados para pessoas com restrições alimentares ou que não querem consumir algum desses ingredientes. Dessa forma, não basta o rótulo dizer que determinado alimento é diet. É preciso que o rótulo especifique qual nutriente foi retirado ou substituído no produto.

Tatiane afirma ainda que nem sempre o produto diet é menos calórico do que o tradicional. Em um iogurte, por exemplo, a indústria reduz o teor de gordura, mas acrescenta amido, açúcares e espessantes para substituir as gorduras totais.

Light

Um alimento light é aquele que tem redução de pelo menos 25% de algum componente, que pode ser açúcar, gordura, sódio ou outros. Dessa forma, o conteúdo energético normalmente é reduzido quando comparado com o tradicional de referência. “Então, não basta só alegar que o produto foi reduzido em algum nutriente, é preciso compará-lo com uma versão convencional do mesmo alimento. Assim, o consumidor saberá se realmente houve redução em nutrientes e/ou valor energético”, diz a nutricionista.

Os alimentos light são regulamentados pela Resolução RDC 54, de 12 de novembro de 2012 da Anvisa – o Regulamento Técnico sobre Informação Nutricional Complementar. Nesse caso, as orientações são para o público em geral.

Os produtos light costumam ser indicados em dietas para emagrecer. No entanto, Tatiane ressalta que para que a redução de peso aconteça, a quantidade ingerida deve ser similar à que se comeria do produto normal. “Um grande erro é exagerar no consumo do produto light e acabar ganhando peso”, afirma.

Zero

Já o termo zero é usado quando o alimento não tem algum componente. Pode ser zero açúcar, zero gordura, zero sódio, entre outros. No entanto, esse produto não tem adição de outro nutriente para repor o sabor, diferentemente do diet. Quando o alimento é zero açúcar, ele pode ser consumido por pessoas portadoras de diabetes. Grande parte dos produtos zero é reduzida em calorias e açúcares, podendo ser utilizada tanto por pacientes com diabetes quanto por quem deseja perder peso.

“Uma pessoa com diabetes pode consumir alimento light? Sim, mas ela vai ter que olhar no rótulo se houve redução de açúcares. E se o açúcar foi substituído pelo adoçante, no caso dos portadores de diabetes. No caso da pessoa hipertensa, tem que checar se houve redução no sódio, por exemplo. É importante que as pessoas aprendam a ler o rótulo”, orienta Tatiane.

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Caenense se classifica para disputar etapa nacional de atletismo

21 de fevereiro de 2022, 09:27

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A atleta caenense, Anatália Jacobina foi vice-campeã sub-20, na prova de 6 km da Copa do Brasil Loterias Caixa de Cross Country na etapa Nordeste, em Petrolina (PE), que aconteceu na manhã deste domingo (20).

Com este resultado Anatália, de 16 anos de idade, foi classificada para disputar a grande final nacional, marcada para o dia 13 de março, na cidade de Serra, no Espírito Santo. A etapa nacional apontará os representantes do Brasil para os Campeonatos Sul-Americano e Pan-Americano de Cross Country, que também serão disputados em Serra no dia 27 de março.

A jovem atleta e estudante caenense que faz parte da equipe APA Petrolina, e é federada pela Federação Pernambucana de Atletismo, segue treinando forte para a disputa da competição que contará com a presença de várias equipes de todo o país.

Anatália tem se destacado nas competições que tem participado, a exemplo do Campeonato Pernambucano sub-20 de atletismo, ocorrido no mês de setembro do ano passado, quando conquistou a medalha de ouro no revezamento 4×400; medalha de prata nos 3 mil metros com obstáculos; e medalhas de bronze nos 3 mil metros rasos e no revezamento 4×100.

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Covid-19: PTB de SP quer penalizar filiados que incentivarem vacinação

18 de fevereiro de 2022, 09:12

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O Partido Trabalhista Brasileiro de São Paulo, divulgou na última quarta-feira uma resolução que promete penalizar com expulsão e cancelamento da filiação aqueles que de alguma maneira incentivarem a vacinação contra Covid-19, apesar de ser a melhor maneira de combater a pandemia do coronavírus.

Em sua justificativa, o presidente estadual do PTB em São Paulo, o empresário Otávio Fakhoury, argumentou no documento que o Ministério da Saúde e a Anvisa são contra a obrigatoriedade da imunização e que países da Europa como Reino Unido, Finlândia, Bélgica, Dinamarca entre outros; têm relaxado as regras sanitárias para o enfrentamento da doença. A resolução diz considerar “o caráter experimental de vacinas com diversos relatos inclusive de maus súbitos, AVCs, tromboses e muitos outros efeitos colaterais e outros até desconhecidos”.

A eficiência da imunização, recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é comprovada cientificamente e, até o presente momento, não possui registros comprovados de efeitos adversos.

A resolução do PTB determina que a base partidária, sobretudo os detentores de mandato, votem contra projetos que tenham como objetivo a obrigatoriedade vacinal ou que determinem a aplicação de restrições de direitos aos que não se vacinarem. O documento recomenda ainda a criação de leis contrárias à obrigatoriedade e a proibição da implementação do passaporte sanitário para acesso a espaços públicos ou privados.

Para garantir o seguimento das determinações o documento lembra ainda que filiados ao PTB-SP possuem “o dever de fidelidade partidária de abster-se de pronunciamentos contrários à linha política do partido, o dever de compatibilidade da conduta com princípios éticos do partido e obrigação de obediência às diretrizes políticas e partidárias”.

Em suas redes sociais, Fakhoury afirmou que “Para o PTB-SP, a liberdade é um princípio inegociável” e que, enquanto for presidente do diretório, a posição será sempre a de garantir a liberdade do cidadão em “decidir quais substâncias deve permitir que sejam inoculadas em seu corpo”.

Fakhoury também se pronunciou quando uma internauta questionou, no post do partido sobre a decisão, sobre o voto favorável do vereador Cícero João, do PTB de Sorocaba, quanto a determinação de apresentação de comprovação de vacinação contra Covid-19. O presidente respondeu em sua rede social que está ciente do caso, que o tema será discutido na próxima reunião do diretório estadual e que Cícero João será levado ao conselho de ética do partido.

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Surgimento de novas manchas de óleo na Bahia não deve gerar pânico

18 de fevereiro de 2022, 09:03

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O surgimento de novas  manchas de óleo em praias da Bahia já preocupa a população, mas até então não há motivo para pânico. A substância foi encontrada no último domingo (13) no litoral de Coqueiro Verde, em Candeias, município que fica na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Segundo o biólogo e diretor do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Francisco Kelmo, o momento demanda cautela, investigação e esforço dos órgãos e entidades competentes para garantir a rápida remoção de todo o material.

“Até agora a quantidade que a gente viu é pequena se comparada àquele desastre que percorreu todo o litoral do Nordeste. Então, não é necessário você alarmar a população”, frisa Kelmo em entrevista ao iG .

Além da menor proporção, ele explica que o material é diferente do encontrado em 2019, quando praias de toda a região foram atingidas pelo  vazamento de um navio petroleiro de bandeira grega. Kelmo conta que a substância anterior apresentava alta densidade, por isso não flutuava na água, e já havia passado por transformações dentro do ambiente marinho. Já os novos resíduos são pastosos, com forte cheiro de óleo e ainda não transformados.

“O óleo de 2019 não tem mais aquele cheiro forte porque todos os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, os HPAs, que são aqueles gases com cheiro forte de combustível já evaporaram. Aquele material de 2019, quando a gente encontra na praia, já está todo misturado com sedimento, então já está endurecido, é o que a gente chama de poção recalcitrante. (…) Então, pode até ser da mesma fonte, ter a mesma assinatura — o pessoal da Química vai dizer depois —, mas não é o óleo derramado naquela época, esse foi recentemente derramado no mar”, ressalta.

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Um branco e um negro brigaram em shopping dos EUA; a polícia algemou só um deles (Vídeo)

18 de fevereiro de 2022, 08:52

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Um vídeo que mostra policiais separando uma briga entre dois adolescentes, um negro e um branco, em um shopping dos Estados Unidos gerou indignação devido à evidente diferença de abordagem utilizada pelos agentes e reacendeu o debate acerca da violência policial e do racismo estrutural no país.

Nas imagens, dois agentes chegam ao local segundos após a briga começar. Enquanto uma policial puxa o jovem branco e o deixa sentado em um sofá observando a cena, o adolescente negro é jogado no chão e contido de forma violenta por outro agente, que pressiona os joelhos sobre as costas do garoto. Os dois policiais então algemam apenas o adolescente negro, sob a mira de câmeras e olhares de outros jovens que presenciavam a abordagem.

O vídeo viralizou em redes sociais e foi retransmitido nas principais emissoras da TV americana. A briga e a ação policial ocorreram no último sábado (12) em Bridgewater, no estado de Nova Jersey. As imagens não mostram o motivo do embate ou o que aconteceu após a abordagem.

O departamento de polícia local divulgou uma nota reconhecendo que o vídeo “irritou membros da comunidade” e afirmando que pediu uma investigação interna sobre o caso. O comunicado pede que outras pessoas que tenham gravado a ocorrência enviem o material para o departamento.

Em entrevista à CNN americana, o garoto algemado, identificado apenas como Z’Kye, disse que o outro adolescente envolvido na briga, que não foi identificado, estava praticando bullying contra um de seus amigos. A interferência de Z’Kye, que tem 14 anos, teria dado início à briga.

A mãe do adolescente negro, Ebone, disse à emissora que não vê motivos para os policiais terem sido agressivos com seu filho e poupado o garoto branco. “Odeio ter que dizer isso, mas se não foi por uma questão racial, então foi por quê?”, questionou. “Por que o outro garoto está sentado, olhando meu filho ser humilhado e algemado? Simplesmente não faz sentido.”

O prefeito de Bridgewater, o republicano Matthew Moench, esquivou-se de comentar o caso, alegando que qualquer afirmação seria inapropriada enquanto a investigação da promotoria local ainda está em andamento.

Já o governador de Nova Jersey, o democrata Phil Murphy, condenou a ação policial. “Embora a investigação ainda esteja reunindo os fatos deste incidente, estou profundamente perturbado com o que parece ser um tratamento racialmente desigual nesse vídeo”, escreveu ele em uma rede social. “Estamos comprometidos em aumentar a confiança entre os agentes da lei e as pessoas que eles atendem.”

O advogado Ben Crump, que defendeu na Justiça a família de George Floyd, agora também vai representar a família de Z’Kye. Assassinado por um policial branco durante uma abordagem em Minneapolis que também foi filmada e viralizou em 2020, Floyd se tornou um símbolo da luta antirracista nos EUA.

Segundo Crump, no caso de Z’Kye, a polícia não deu explicações sobre os motivos da diferença de abordagem.

“Por que o garoto negro é considerado culpado e o garoto branco é considerado inocente?”, questionou o advogado, famoso ativista por direitos civis nos EUA. Em comunicado divulgado por seu escritório, ele afirma ainda que os policiais de Bridgewater presumiram que, por conta da cor da pele de Z’Kye, uma atitude nobre de sua parte, em defesa de um amigo vítima de bullying, não estaria “nem sequer no reino das possibilidades”.

“Estamos gratos por Z’Kye ter saído desse incidente com vida. Não é segredo que lidar com a polícia nos EUA é mais perigoso para homens negros -e adolescentes- do que para homens brancos”, disse Crump. “Este é outro exemplo do tipo de viés racial que nós precisamos arrancar pela raiz do nosso sistema de policiamento. Esses agentes precisam ser repreendidos e retreinados para superar o viés implícito que resulta em tratamento desigual -e frequentemente perigoso -para pessoas negras.”

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Dia de Combate ao Alcoolismo: médicos alertam sobre danos à saúde

18 de fevereiro de 2022, 08:42

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A sexta-feira, para muitos, é o dia de tomar uma cervejinha com os amigos ou outra bebida para relaxar das atividades do dia a dia. Mais da metade da população brasileira, 55%, têm o costume, mostra pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig), sendo que 17,2% declararam aumento do consumo durante a pandemia de covid-19, associado a quadros de ansiedade graves por causa do isolamento social.

Hoje, 18 de fevereiro, é o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, data destinada a conscientizar sobre danos e doenças que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode causar, tanto em homens quanto em mulheres. 

De acordo com o levantamento da Ibrafig, uma em cada três pessoas no país consome álcool pelo menos uma vez na semana. O consumo abusivo de bebidas alcoólicas foi relatado por 18,8% dos brasileiros ouvidos na pesquisa. Os dados foram levantados com base na resposta de 1,9 mil pessoas, nas cinco regiões do país. O estudo mostra ainda que, em média, os brasileiros ingerem três doses de álcool por ocasião, o que representa 450ml de vinho ou três latas de cerveja.

Diversos fatores podem desencadear a dependência alcoólica, diz o psiquiatra Rafael Maksud, da Clínica Ame.C. “Fatores que podem desencadear a dependência alcoólica são a predisposição genética, o início precoce do uso, doenças mentais preexistentes, condições culturais como associar o álcool à diversão, histórico de abuso sexual, violência doméstica, curiosidade, insegurança, entre outros”.

Maksud é da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e especialista em Saúde Pública, Dependência Química e Psiquiatria Integrativa pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e pelo Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf-AB).

Ele lembra que as consequências do alcoolismo a longo prazo são negativas sobre a saúde física e psíquica e, na maioria das vezes, causam prejuízos graves em todos os âmbitos da vida – laboral, familiar ou social. “Como exemplo, podemos citar a hepatite, cirrose, hipertensão, o aumento do risco de acidente vascular isquêmico, distúrbios sexuais diversos, demência, abstinências severas, depressão, ansiedade e psicoses induzidas pelo álcool”.

O consumo de bebidas nos fins de semana, que geralmente começa na sexta-feira e só termina no domingo, leva muita gente a crer que não é dependente do álcool, mas o hábito também pode causar danos à saúde, alertou o médico.

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Servidores da Prefeitura de Caém participam do ‘Seminário Gestão Pública’

17 de fevereiro de 2022, 13:50

Foto: Ascom/PMC

Com o tema ‘Trabalhando por nossa terra e nossa gente’, a Prefeitura de Caém reuniu servidores de todas as áreas da gestão municipal no ‘Seminário Gestão Pública, 2021/2024’.

O evento que aconteceu durante todo o dia e parte da noite desta quarta-feira (16), na Câmara de Vereadores, teve como objetivo promover a interação entre os servidores, compartilhar os trabalhos desenvolvidos, refletir sobre estratégias internas e qualificar a gestão. Palestras e apresentações das ações e planejamento das secretarias municipais fizeram parte da dinâmica do evento. Esta é primeira vez que uma atividade com esta finalidade acontece no município.

Justificando a realização do Seminário de Gestão, o prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), que fez a abertura e o encerramento do encontro, destacou que na gestão pública é preciso olhar atento e constantemente para o presente, sem esquecer de projetar o futuro. “É importante que todos os profissionais conheçam os projetos realizados dentro das suas secretarias e coordenações e estejam alinhados no mesmo propósito, para oferecer o melhor serviço à população”, salientou o prefeito.

Todos os setores da Prefeitura Municipal apresentaram suas principais ações nos doze meses do ano passad0 (2021) e as ações futuras. “A pandemia exigiu uma dedicação especial de todos os setores. Graças ao empenho das nossas equipes, que são extremamente qualificadas, estamos conseguindo vencer esse momento tão difícil”, enfatizou Arnaldinho, agradecendo todos os participantes que estiveram envolvidos das 8 horas da manhã até às 21 horas, quando finalizou a atividade.

Os convidados do seminário foram o geógrafo Durval Dias de Souza Filho, pós graduado MBA em Gestão Empresarial, que apresentou a palestra: ‘Do lixo ao luxo, como potencializar resultados’; e a engenheira civil e sanitarista, Clea Maria, pós graduada em administração e experiência em auditoria e inspeções municipais, especialmente em processos de Captação de Recursos e Acompanhamento de Convênios, que abordou sobre ‘Captação de recursos’.

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Aumento do limite de público em eventos depende da redução dos casos de covid-19 na Bahia, afirma governador Rui Costa

17 de fevereiro de 2022, 12:23

Foto: Reprodução

Questionado sobre a possibilidade de flexibilizar a limitação de público em eventos esportivos, como o jogo da seleção brasileira de futebol previsto para o próximo mês de março em Salvador, o governador Rui Costa disse que as medidas não serão flexibilizadas para qualquer tipo de evento e frisou que “a saúde da população está acima disso”.

Rui explicou que se os números continuarem caindo, será feito o retorno progressivo das condições anteriores, no início de março, com aumento da capacidade do público em shows e eventos para 3 mil pessoas. Se houver uma queda ainda maior na seqüência, o limite de público pode voltar a 5 mil participantes e assim sucessivamente. O governador ressaltou que “tudo vai depender do número dos contaminados e do número de quem está internado”.

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Loja Reserva é acusada de racismo em shopping de Salvador

16 de fevereiro de 2022, 16:55

Foto: Reprodução

Em 2014, a marca de roupas foi acusada de machismo ao reforçar tarefas domésticas como obrigações de mulheres.

Uma ação de marketing da loja de roupas Reserva gerou revolta nas redes sociais, que acusam a marca de racismo. 

O caso ocorreu em Salvador, capital da Bahia, no Shopping Barra, localizado próximo a importantes cartões-postais soteropolitanos, como o Farol da Barra e o Porto da Barra.

A loja, em uma ação promocional, escolheu colocar um manequim preto quebrando a vidraça da loja. O caso gerou revolta não apenas aos clientes, mas também nas redes sociais. A imagem foi registrada na última segunda-feira (14). 

Instruções de lavagem da marca tinham os seguintes dizeres: “Para entender melhor a simbologia da lavagem, acesse o site. Ou dê para sua mãe. Ela sabe como fazer isso bem” / Reprodução

Em novembro de 2014, a loja de roupas carioca, que tem como um dos sócios o apresentador Luciano Huck, foi criticada por indicar nas recomendações de lavagem que o ato seria uma tarefa atribuída às mulheres. 

Na época, a empresa se pronunciou dizendo que a mensagem quis “ressaltar” o quão especial é o carinho das mães e negou que a mensagem tenha conteúdo machista. 

O que diz a reserva?

A marca disse que a vitrine intitulada “Loucuras pela Reserva”, “jamais teve como objetivo ofender qualquer pessoa ou disseminar ideias racistas e sim, de somente, divulgar a liquidação da marca”. A empresa afirmou que a vitrine será desmontada imediatamente e alega repudiar o racismo em todas as suas formas de expressão.

O Shopping Barra informou que não vai se manifestar sobre o caso.

Brasil de Fato

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